Valtécio mostra força e garante votação expressiva para Ivana Bastos em Caetité
Valtécio mostra força e garante votação expressiva para Ivana Bastos em Caetité
Deputada estadual mais votada da Bahia alcançou mais de 11 mil votos no município
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A deputada estadual e presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Ivana Bastos (PSD), foi a candidata mais votada em Caetité nas eleições de domingo (4), conquistando 11.045 votos (34,78% dos válidos) com apoio do prefeito Valtécio Aguiar e do grupo político local. O desempenho reforça a parceria entre a parlamentar e a gestão municipal, que tem viabilizado investimentos superiores a R$ 200 milhões em infraestrutura, educação, mobilidade urbana e desenvolvimento econômico na região.
- No âmbito estadual, Ivana Bastos se destacou ao se tornar a deputada estadual mais votada da Bahia, ultrapassando 203 mil votos, consolidando sua liderança na Alba e ampliando a influência de Caetité nas articulações políticas estaduais, o que deve garantir novos projetos e recursos para a cidade nos próximos anos.
Foto: Divulgação
A deputada estadual e presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Ivana Bastos (PSD), confirmou sua força política em Caetité nas eleições deste domingo (4). Com o apoio do prefeito Valtécio Aguiar e de todo o grupo político local, a parlamentar foi a candidata mais votada para deputada estadual no município, somando 11.045 votos, o equivalente a 34,78% dos votos válidos. O resultado reforça o peso político de Valtécio no cenário regional e evidencia a consolidação da parceria construída ao longo dos últimos anos entre a deputada e a gestão municipal. A votação obtida por Ivana em Caetité ficou muito à frente dos demais concorrentes. A segunda colocada no município foi Fabíola Mansur, com 5.506 votos, enquanto Tiago Correia apareceu em terceiro lugar com 1.665 votos. A expressiva votação ocorre em um momento de fortalecimento do grupo liderado por Valtécio Aguiar. Nos últimos anos, o prefeito e a deputada estiveram à frente de diversas articulações junto ao Governo do Estado para viabilizar investimentos em infraestrutura, educação, mobilidade urbana e desenvolvimento econômico para Caetité. Entre as conquistas recentes estão obras de pavimentação, melhorias em acessos rurais, construção de equipamentos públicos e investimentos que ultrapassam R$ 200 milhões para o município e região. No cenário estadual, Ivana Bastos voltou a fazer história ao terminar a eleição como a deputada estadual mais votada da Bahia, alcançando mais de 203 mil votos. Em Caetité, um dos seus principais redutos eleitorais, o desempenho confirmou a sintonia entre a parlamentar e o grupo político comandado por Valtécio, que mais uma vez entregou uma votação robusta para a aliada. O resultado também fortalece a posição de Caetité dentro das articulações políticas estaduais. Com Ivana Bastos consolidada na liderança da Alba e respaldada por uma votação expressiva no município, a expectativa é de que a parceria entre a deputada, o prefeito Valtécio Aguiar e o Governo do Estado continue garantindo novos investimentos e projetos para o desenvolvimento da cidade nos próximos anos.
Arthur Maia não consegue reeleição e fica fora da bancada baiana na Câmara Federal
Deputado do União Brasil recebeu mais de 103 mil votos, mas não alcançou uma das 39 vagas destinadas à Bahia na Câmara dos Deputados
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Arthur Maia (União Brasil), deputado federal pela Bahia, não conseguiu a reeleição nas eleições de 4 de julho, apesar de ter recebido 103.336 votos. Com 100% das urnas apuradas, o candidato ficou fora das 39 cadeiras destinadas ao estado, encerrando sua trajetória de quatro mandatos consecutivos na Câmara dos Deputados que se iniciou em 2011.
- Conhecido por sua atuação em temas como a reforma da Previdência de 2017 e a presidência da CPMI dos atos de 8 de janeiro, Maia tem uma longa carreira que inclui mandatos como vereador, deputado estadual e prefeito. Sem a reeleição, ele permanecerá no cargo até o término da legislatura atual, marcando o fim de uma das mais experientes bancadas baianas no Congresso.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O deputado federal Arthur Maia (União Brasil) não conseguiu renovar o mandato nas eleições deste domingo (4) e ficará fora da bancada baiana na Câmara dos Deputados a partir de 2027. Com 100% das urnas apuradas, o parlamentar recebeu 103.336 votos, mas não alcançou uma das 39 cadeiras destinadas ao estado no Congresso Nacional. O resultado surpreendeu parte do meio político baiano, já que Arthur Maia é um dos nomes mais experientes da atual bancada federal. Em Brasília desde 2011, o deputado acumulou quatro mandatos consecutivos e participou de discussões que marcaram a política nacional nos últimos anos. Apesar da votação expressiva, o parlamentar acabou impactado pelas regras do sistema proporcional, que define os eleitos com base não apenas na quantidade de votos recebidos pelos candidatos, mas também no desempenho dos partidos e federações. Com a distribuição final das vagas, Arthur Maia ficou fora da relação dos deputados federais eleitos pela Bahia. Natural de Salvador, Maia construiu sua trajetória política no interior do estado. Foi vereador e presidente da Câmara Municipal de Guanambi, exerceu quatro mandatos como deputado estadual e também comandou a Prefeitura de Bom Jesus da Lapa entre 1993 e 1997. A chegada ao Congresso Nacional ocorreu nas eleições de 2010. Desde então, tornou-se um dos parlamentares mais conhecidos da política baiana em Brasília, atuando em temas ligados à economia, reformas administrativas e matérias de interesse nacional. Entre os momentos de maior destaque da carreira está a relatoria da proposta de reforma da Previdência apresentada em 2017, além da participação em debates sobre mudanças na legislação trabalhista e projetos voltados à modernização da administração pública. Em 2023, Arthur Maia voltou ao centro das atenções ao assumir a presidência da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos atos de 8 de Janeiro. O colegiado investigou os ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília, e esteve entre os trabalhos mais acompanhados da política nacional naquele período. Sem conquistar a reeleição, o deputado permanecerá no exercício do mandato até o fim da atual legislatura.
Sargento Isidório supera 245 mil votos e é o mais votado da Bahia
Sargento Isidório supera 245 mil votos e é o mais votado da Bahia
Parlamentar supera 245 mil votos e repete liderança conquistada nas eleições de 2018.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Pastor Sargento Isidório foi reeleito deputado federal neste domingo (4) e encerrou a apuração como o candidato mais votado da Bahia, acumulando mais de 245 mil votos – desempenho que repete o sucesso obtido em 2018.
- Com três mandatos como deputado estadual (eleito pela primeira vez em 2002 e reeleito em 2010 e 2014), Isidório também é aposentado da Polícia Militar da Bahia, pastor e coordenador da Fundação Doutor Jesus, que desenvolve ações sociais na região.
Foto: Reprodução
O Pastor Sargento Isidório foi reeleito deputado federal neste domingo (4) e terminou a apuração como o candidato mais votado da Bahia para a Câmara dos Deputados, com mais de 245 mil votos. O resultado repete o desempenho de 2018, quando também liderou a votação para deputado federal no estado. Antes de chegar ao Congresso, Isidório foi deputado estadual por três mandatos, após ser eleito pela primeira vez em 2002 e retornar à Assembleia Legislativa da Bahia em 2010, sendo reeleito em 2014. Aposentado como sargento da Polícia Militar da Bahia, ele também atua como pastor e coordena a Fundação Doutor Jesus, voltada a ações sociais.
Nikolas Ferreira (PL) é reeleito e se torna o deputado federal mais votado da história
Deputado do PL-MG supera votação de Eduardo Bolsonaro, que detinha o recorde desde 2018
Por: Victor Quirino
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- Nikolas Ferreira (PL-MG) foi reeleito neste domingo (4) e se tornou o deputado federal mais votado da história do Brasil, com mais de 2,6 milhões de votos em Minas Gerais, superando o recorde anterior de Eduardo Bolsonaro (PL‑SP). A conquista destaca a forte base eleitoral do parlamentar e reforça sua posição de destaque no cenário político nacional.
- Com a votação parcial, Nikolas liderava amplamente a disputa, seguido por Ana Elisa (PT) e Duda Salabert. O recorde de 2,6 milhões de votos supera marcas históricas, como a de Enéas Carneiro em 2002, e será confirmado pelos resultados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Foto: Divulgação
Nikolas Ferreira (PL-MG) foi reeleito para a Câmara dos Deputados neste domingo (4) e se tornou o deputado federal mais votado da história do Brasil. Durante a apuração em Minas Gerais, o parlamentar ultrapassou 2,6 milhões de votos, superando o recorde anterior. A marca pertencia a Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que recebeu 1.843.735 votos nas eleições de 2018. Naquele pleito, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi eleito para a Câmara pelo estado de São Paulo. Com a votação parcial, Nikolas também liderava a disputa para deputado federal em Minas Gerais com ampla vantagem. Ana Elisa (PT) aparecia na segunda colocação, com 442.947 votos, enquanto Duda Salabert ocupava o terceiro lugar, com 206.450 votos. Nikolas já havia registrado uma das maiores votações da história para a Câmara em 2022, quando recebeu 1.492.047 votos. O ranking também tinha entre seus principais resultados a votação de Enéas Carneiro, que obteve 1.573.642 votos em 2002. A votação de Nikolas ainda estava em atualização durante a apuração. Os resultados oficiais das eleições são divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e podem ser acompanhados em tempo real pela plataforma da Justiça Eleitoral.
Erika Hilton é reeleita e se torna a deputada federal mais votada da história
Erika Hilton é reeleita e se torna a deputada federal mais votada da história
Deputada do PSOL-SP ultrapassou votação de Joice Hasselmann, que tinha o recorde desde 2018
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Erika Hilton (PSOL‑SP) foi reeleita para a Câmara dos Deputados, tornando‑se a mulher mais votada da história do Brasil com 1.406.671 votos, segundo a apuração de 88,52% das urnas em São Paulo. O recorde supera o de Joice Hasselmann (2018) e representa mais de cinco vezes a votação que a deputada recebeu em 2022.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
Erika Hilton (PSOL-SP) foi reeleita para a Câmara dos Deputados e se tornou a mulher mais votada da história do Brasil para o cargo. Com 88,52% das urnas apuradas em São Paulo, a deputada havia alcançado 1.406.671 votos. A votação supera o recorde anterior, de Joice Hasselmann, que recebeu 1.078.666 votos em 2018, quando foi eleita deputada federal por São Paulo. Erika também ampliou em mais de cinco vezes a votação obtida na eleição de 2022, quando recebeu 256.903 votos. No total de votos para deputado federal em São Paulo, Erika aparecia na segunda colocação, atrás de Lucas Pavanato (PL), que ultrapassou 2,7 milhões de votos. Em Minas Gerais, Nikolas Ferreira (PL) também superou a marca de 2 milhões de votos. Outra mulher com votação expressiva foi Julia Zanatta (PL-SC), que havia recebido 527.441 votos e ocupava a segunda posição entre as mulheres mais votadas para a Câmara. Sâmia Bomfim (PSOL-SP) aparecia na sequência, com 515 mil votos. Os números ainda eram parciais durante a apuração e poderiam ser atualizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A Justiça Eleitoral disponibiliza os resultados em tempo real à medida que os boletins de urna são recebidos e processados.
Jerônimo Rodrigues é reeleito governador da Bahia no primeiro turno
Jerônimo Rodrigues é reeleito governador da Bahia no primeiro turno
A diferença total entre os dois candidatos foi de 848.140 votos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Com 94,28% das urnas apuradas na Bahia, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) garantiu a reeleição no primeiro turno, alcançando 55,19% dos votos válidos.
- O principal adversário, ACM Neto (União Brasil), ficou com 44,32%, enquanto Ronaldo Mansur (PSOL) obteve 0,34%; votos em branco somaram 2,61% e nulos 5,77%, e a abstenção foi de 19,98%.
Foto: Divulgação
Com 94,28% das urnas apuradas no estado, Jerônimo Rodrigues (PT) foi matematicamente reeleito governador da Bahia em primeiro turno neste domingo (4). O candidato governista obteve 55,19% dos votos válidos, superando ACM Neto (União Brasil), que alcançou 44,32%. A diferença total entre os dois candidatos foi de 848.140 votos. Ronaldo Mansur (PSOL) somou 0,34% dos votos válidos. Votos brancos totalizaram 2,61% e nulos 5,77%. A abstenção no estado ficou em 19,98%. *Em atualização.
Direita amplia força nos Estados e vence 10 de 19 governos no primeiro turno
Direita amplia força nos Estados e vence 10 de 19 governos no primeiro turno
Candidatos de PL, Republicanos e PP conquistam dez dos 19 governos estaduais já definidos; campo vence em São Paulo, Minas e Paraná e amplia presença em diferentes regiões
Por: Hugo Henud
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- A reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos) no primeiro turno em São Paulo simboliza a crescente força da direita nas disputas estaduais, com 10 dos 19 governos já definidos conquistados por candidatos do PL, Republicanos ou PP. O PL liderou com vitórias em Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rondônia e Roraima, enquanto o Republicanos garantiu São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso, e o PP venceu em Mato Grosso do Sul e Paraíba.
- Essas conquistas dão à direita um peso decisivo nas duas maiores colégios eleitorais – São Paulo e Minas Gerais – e ampliam sua presença em todas as regiões do país, preparando uma rede de apoio crucial para o segundo turno da eleição presidencial, onde Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se enfrentarão.
Foto: Pablo Jacob | Governo SP
A reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos) no primeiro turno em São Paulo foi o principal símbolo da força da direita nas disputas estaduais deste domingo, 4. Dos 19 governos já definidos sem necessidade de uma nova votação, dez foram conquistados por candidatos de PL, Republicanos ou PP, resultado que amplia a presença desse campo político nos Estados e lhe garante máquinas regionais importantes para os próximos quatro anos. O avanço ocorreu em diferentes regiões do País. O PL conquistou cinco governos: Paraná, com Sergio Moro; Santa Catarina, com Jorginho Mello; Rio Grande do Sul, com Zucco; Rondônia, com Marcos Rogério; e Roraima, com Arthur Henrique. O Republicanos venceu outros três: São Paulo, com Tarcísio; Minas Gerais, com Cleitinho; e Mato Grosso, com Otaviano Pivetta. Pelo PP, Eduardo Riedel venceu em Mato Grosso do Sul e Lucas Ribeiro, na Paraíba. O PT garantiu três governos no primeiro turno, com Rafael Fonteles, no Piauí, Jerônimo Rodrigues, na Bahia, e Elmano de Freitas, no Ceará. O PSD, de centro direita, venceu quatro disputas: Dr. Furlan, no Amapá; Raquel Lyra, em Pernambuco; Fábio Mitidieri, em Sergipe; e Eduardo Braide, no Maranhão. Também foram eleitos em primeiro turno Daniel Vilela (MDB), em Goiás, e Dr. Daniel (Podemos), no Pará. O resultado ganha peso porque a direita ficou com São Paulo e Minas Gerais, os dois maiores colégios eleitorais do País, e acrescentou agora o Paraná ao mapa de vitórias no primeiro turno. O campo também consolidou posições no Sul, no Centro-Oeste e no Norte. A distribuição mostra que o desempenho não ficou restrito a uma única região e reforça uma tendência de avanço de candidaturas de direita identificada ao longo da campanha. A força conquistada nos Estados passa agora a ter efeito imediato na disputa nacional. Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançaram para o segundo turno da eleição presidencial, e governadores alinhados às duas candidaturas poderão ser mobilizados nas próximas três semanas para ampliar palanques regionais, organizar alianças e buscar votos nos respectivos Estados. Nesse desenho, a direita chega ao segundo turno presidencial respaldada por uma rede capilarizada de governadores e por vitórias em alguns dos principais colégios eleitorais do País. O tamanho desse capital político começará a ser testado já nas próximas três semanas, quando Tarcísio e outros governadores eleitos terão de mostrar até que ponto a força conquistada nas urnas estaduais pode ser transferida para a disputa pelo Palácio do Planalto.
PRF reforça operação nas rodovias para as eleições deste domingo
PRF reforça operação nas rodovias para as eleições deste domingo
Restrição para veículos de grandes dimensões será aplicada das 7h às 18h nos dias 4 e 25 de outubro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Rodoviária Federal (PRF) intensificará a presença nas rodovias federais neste domingo (4), primeiro turno das eleições, garantindo segurança e facilitando o deslocamento dos eleitores. Em parceria com o TSE, os Tribunais Regionais Eleitorais e demais forças de segurança, o Centro Integrado de Comando e Controle Nacional monitorará em tempo real as ocorrências em todo o país.
- A PRF recomenda que os eleitores verifiquem rotas, condições climáticas e horários de pico, além de sair com antecedência. Nos dias 4 e 25 de outubro, das 7h às 18h, haverá restrição de tráfego para veículos acima dos limites de peso e dimensões, visando reduzir congestionamentos. O atendimento da PRF funciona 24 h pelo telefone 191 e nas unidades operacionais em todo o país.
Foto: Divulgação | PRF
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) reforçará a atuação nas rodovias federais neste domingo (4), durante o primeiro turno das eleições, para garantir a segurança e facilitar o deslocamento dos eleitores até os locais de votação. O planejamento envolve integração com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Tribunais Regionais Eleitorais e demais forças de segurança. Em Brasília, o Centro Integrado de Comando e Controle Nacional acompanhará, em tempo real, as ocorrências de trânsito e segurança nos estados e no Distrito Federal. A PRF também orienta os eleitores a verificar o trajeto, as condições meteorológicas e os horários de maior movimento, além de sair de casa com antecedência. Nos dias 4 e 25 de outubro, das 7h às 18h, haverá restrição de tráfego para veículos ou combinações de veículos que ultrapassem os limites estabelecidos de peso e dimensões. A medida busca reduzir congestionamentos e priorizar a circulação dos eleitores. O atendimento da PRF funcionará ininterruptamente pelo telefone 191 e nas unidades operacionais em todo o país.
Caiado e Zema criticam decisões judiciais após cancelamento de debate da Globo
Caiado e Zema criticam decisões judiciais após cancelamento de debate da Globo
Presidenciáveis classificaram o episódio como prejuízo à democracia e questionaram decisões do STF e do TSE.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Os candidatos à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) condenaram as decisões do STF e do TSE que culminaram no cancelamento do debate presidencial da TV Globo, marcado para a noite de 1º de outubro. Em entrevistas e nas redes sociais, ambos qualificaram o episódio de “atentado à democracia” e acusaram os ministros Gilmar Mendes e Estela Aranha de interferir no processo eleitoral.
- Além da ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da desistência de Flávio Bolsonaro, a mudança nas regras de representação de candidatos ausentes e a inclusão de Renan Santos (Missão) foram apontadas como fatores que motivaram a suspensão. Caiado e Zema alertaram que a falta do confronto eleitoral representa prejuízo ao voto e à confiança dos quase 60 milhões de eleitores brasileiros.
Foto: Reprodução - TV Globo
Os candidatos à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) criticaram as decisões judiciais que contribuíram para o cancelamento do debate presidencial da TV Globo, previsto para a noite desta quinta-feira (1º). Em entrevistas e manifestações nas redes sociais, os dois classificaram o episódio como um prejuízo à democracia e questionaram a atuação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Caiado chamou o cancelamento de “atentado à democracia brasileira” e afirmou que as decisões comprometeram o processo eleitoral. “Destruíram o processo eleitoral no país. Nós não tivemos a oportunidade de poder promover debates”, declarou. O candidato também utilizou a expressão “ditadura da toga” ao criticar decisões dos ministros Gilmar Mendes e Estela Aranha. “As pessoas precisam acreditar no voto, porque hoje estão quase 60 milhões de brasileiros desesperançosos, porque não enxergam no voto a capacidade de poder mudar o rumo do país”, afirmou. Zema também criticou o cancelamento e disse que a ausência do confronto representa uma perda para o país. “Quem está perdendo é o Brasil, é a nossa democracia”, declarou. O ex-governador de Minas Gerais classificou a situação como “vergonha nacional” e mencionou reportagens da imprensa internacional sobre o STF. Ele ainda acusou o ministro Flávio Dino de atuar para beneficiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que o indicou ao Supremo. “Com certeza, Dino está querendo beneficiar o Lula, mas no dia 4, o brasileiro dará a resposta”, afirmou. Zema também declarou que manterá sua candidatura. A TV Globo anunciou o cancelamento após decisões judiciais alterarem regras previamente acordadas para o debate. Entre elas, uma determinação da ministra Estela Aranha, do TSE, sobre a representação de candidatos ausentes, e uma decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, que assegurou a participação de Renan Santos (Missão). A ausência de Lula e a desistência de Flávio Bolsonaro (PL) também fizeram parte do contexto que levou à suspensão do evento.
PM apreende cestas básicas e conduz empresário à delegacia por suspeita de crime eleitoral em Brumado
Denúncia apontou possível compra de votos com distribuição de alimentos; Justiça Eleitoral autorizou entrada em escritório onde foram encontrados mantimentos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Militar do 24º Batalhão apreendeu cerca de seis cestas básicas em um escritório de energia solar em Brumado (BA) após denúncias de compra de votos por distribuição de alimentos. A operação, iniciada com a abordagem de um motorista de aplicativo, resultou na identificação do local onde as cestas eram armazenadas e na condução do responsável à Delegacia Territorial.
- As investigações apontam que não foram encontrados materiais de campanha ou vínculo com candidatos, e o caso segue sob análise da Justiça Eleitoral e das autoridades competentes para apurar eventual crime eleitoral.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
A Polícia Militar apreendeu cestas básicas em um escritório comercial e conduziu o responsável pelo estabelecimento à delegacia, na tarde desta quinta-feira (1º), em Brumado, no sudoeste da Bahia, durante uma ocorrência de suspeita de crime eleitoral. A ação foi realizada pelo 24º Batalhão após denúncias anônimas sobre possível compra de votos por meio da distribuição de alimentos. Segundo o comandante da unidade, tenente-coronel Ronivaldo Pontes, a guarnição abordou inicialmente um motorista de aplicativo em um posto de combustíveis. Ele transportava uma passageira que havia acabado de receber uma cesta básica. A mulher indicou o endereço onde retirou os mantimentos. No local, os policiais encontraram cerca de seis pessoas em uma fila e outra mulher com uma cesta. O imóvel abrigava o escritório de uma empresa do setor de energia solar, e os responsáveis inicialmente tentaram impedir a entrada da equipe. Após autorização da Justiça Eleitoral, os policiais acessaram o estabelecimento e encontraram diversos lotes de cestas básicas armazenados. A PM informou que não foram encontrados materiais de propaganda ou elementos que relacionassem os alimentos a algum candidato específico. O responsável pelo imóvel foi encaminhado à Delegacia Territorial de Brumado, onde a ocorrência foi registrada. O caso deverá ser apurado pelas autoridades competentes.
Coelba tem 48 horas para ligar energia de escola em Iuiu, decide Justiça
Coelba tem 48 horas para ligar energia de escola em Iuiu, decide Justiça
Decisão liminar estabelece prazo de 48 horas para conclusão do serviço e prevê equipe técnica de plantão no dia da votação; multa diária é de R$ 10 mil.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Justiça determinou que a Neoenergia Coelba conclua, em até 48 horas, a ligação da nova subestação de energia elétrica do Centro Educacional de Tempo Integral Francina Nogueira, em Iuiu (Bahia), após ação da Procuradoria‑Geral do Município, garantindo fornecimento estável para a escola durante as eleições.
- A decisão também obriga a Coelba a manter equipe técnica de plantão no dia da votação (domingo, 4), com multa diária de R$ 10 mil, limitada a R$ 200 mil, reforçando a importância da energia para as 11 seções eleitorais e os 3.956 eleitores previstos.
Foto: Reprodução
A Justiça determinou que a Neoenergia Coelba conclua, em até 48 horas após ser intimada, a ligação da nova subestação de energia elétrica do Centro Educacional de Tempo Integral Francina Nogueira, em Iuiu, no Sudoeste da Bahia. A decisão liminar foi proferida nesta terça-feira (29) pelo juiz Arthur Antunes Amaro Neves, da Vara Cível da Comarca de Carinhanha, após ação apresentada pela Procuradoria-Geral do Município. A unidade escolar enfrenta oscilações e interrupções no fornecimento de energia e deverá receber 11 seções eleitorais, com 3.956 eleitores previstos para votar no local no próximo domingo (4). Para resolver o problema, a Prefeitura instalou uma subestação equipada com transformador de 150 kVA, cuja aprovação já havia sido concedida pela própria concessionária. No entanto, a conexão à rede de média tensão, solicitada em agosto, ainda não havia sido concluída. Além de determinar a ligação dentro do prazo estabelecido, a decisão obriga a Coelba a manter uma equipe técnica de plantão na escola durante todo o dia da eleição, para solucionar eventuais falhas no fornecimento. Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de R$ 10 mil, limitada inicialmente a R$ 200 mil. O processo continua em tramitação.
Jerônimo não confirma presença no último debate da TV Bahia
Jerônimo não confirma presença no último debate da TV Bahia
ACM Neto e Ronaldo Mansur confirmaram presença; governador tem caminhada com Lula marcada para o mesmo dia em Salvador.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O último debate eleitoral antes do primeiro turno será transmitido pela TV Bahia nesta terça‑feira (29) em Salvador, reunindo os candidatos ACM Neto (União Brasil), Ronaldo Mansur (PSOL) e, ainda que sem confirmação, Jerônimo Rodrigues (PT). Neto e Mansur já confirmaram presença, enquanto a participação de Jerônimo permanece incerta, gerando especulações nas redes sociais.
- A programação será exibida após a novela “Quem Ama Cuida”, com mediação da jornalista Zileide Silva (TV Globo), e coincide com a agenda do governador, que fará uma caminhada ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre Ondina e Barra. A Rede Bahia afirma que este será o último debate em TV aberta antes da votação marcada para 4 de outubro.
Foto: Wuiga Rubini | GOVBA
O último debate entre os candidatos ao Governo da Bahia antes do primeiro turno será realizado pela TV Bahia nesta terça-feira (29), em Salvador, com ACM Neto (União Brasil), Ronaldo Mansur (PSOL) e Jerônimo Rodrigues (PT) entre os convidados. Neto e Mansur confirmaram presença, enquanto Jerônimo ainda não confirmou participação. O governador tem uma caminhada com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prevista para o mesmo dia, entre os bairros de Ondina e Barra. A agenda de Jerônimo divulgada pela campanha não incluiu o debate. O encontro será exibido após a novela “Quem Ama Cuida” e terá mediação da jornalista Zileide Silva, da TV Globo. A Rede Bahia confirmou que o confronto será o último debate eleitoral em TV aberta antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. No domingo (27), ACM Neto publicou nas redes sociais uma mensagem em tom de provocação sobre a possibilidade de ausência de Jerônimo. Sem citar diretamente o governador, o candidato escreveu que estava “desconfiado” de que algum concorrente poderia não comparecer ao debate. A eventual ausência de Jerônimo ocorre em meio à agenda conjunta com Lula na capital baiana.
Ricardo Salles desiste do Senado após receber R$ 4,5 milhões
Ricardo Salles desiste do Senado após receber R$ 4,5 milhões
Do total recebido pela campanha, R$ 3,6 milhões foram repassados pelo Novo, sendo R$ 3,1 milhões provenientes de recursos públicos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O deputado federal Ricardo Salles (Novo‑SP) desistiu da candidatura ao Senado por São Paulo nesta segunda‑feira (28), após sua campanha receber R$ 4,5 mi em doações, das quais R$ 3,6 mi vieram dos diretórios nacional e paulista do Novo, incluindo R$ 3,1 mi de recursos públicos. Antes da renúncia, a campanha já havia gasto cerca de R$ 1,76 mi, restando aproximadamente R$ 1,3 mi em caixa que deverão ser devolvidos ao Tesouro.
Foto: Reprodução
O deputado federal Ricardo Salles (Novo-SP) desistiu, nesta segunda-feira (28), da candidatura ao Senado por São Paulo, após sua campanha receber R$ 4,5 milhões em doações. Do total, R$ 3,6 milhões foram repassados pelos diretórios nacional e paulista do Novo, sendo R$ 3,1 milhões provenientes de recursos públicos. Antes da desistência, a campanha havia utilizado cerca de R$ 1,76 milhão. Aproximadamente R$ 1,3 milhão em recursos públicos permanecia no caixa e, segundo as informações divulgadas, deverá ser devolvido aos cofres públicos. O anúncio da retirada da disputa foi feito ao lado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e dos candidatos ao Senado Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL). Após desistir, Salles declarou apoio aos dois candidatos. Mesmo fora da disputa, o nome do deputado continuará aparecendo nas urnas eletrônicas, porque a preparação dos equipamentos ocorreu antes da renúncia. Eventuais votos destinados a Salles serão considerados nulos. Entre as principais despesas da campanha estavam serviços gráficos, que consumiram cerca de R$ 894 mil, além de gastos com impulsionamento de conteúdo na internet e serviços advocatícios. Salles afirmou que decidiu deixar a disputa para evitar a divisão de votos entre candidatos politicamente alinhados.
Fux suspende decisão de Dino e retoma retirada de post sobre Nossa Senhora
Fux suspende decisão de Dino e retoma retirada de post sobre Nossa Senhora
Ministro atendeu a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro e suspendeu decisão de Flávio Dino que havia permitido a publicação do conteúdo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, reverteu nesta segunda‑feira (28) a decisão do ministro Flávio Dino que havia mantido nas redes sociais a publicação do humorista Antonio Tabet sobre Nossa Senhora Aparecida. A medida restabelece a ordem anterior do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral, que exigia a retirada do conteúdo por considerar que a postagem poderia interferir na formação da vontade do eleitor ao fazer referência a uma suposta relação entre Flávio Bolsonaro e críticas à santa.
- A decisão de Fux tem caráter provisório e será analisada pelo plenário do STF na quarta‑feira (30), preservando a competência da Corte para resolver o conflito entre liberdade de expressão e proteção da imagem da figura religiosa em período eleitoral. O caso segue como ponto de tensão entre o Poder Judiciário e a campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que contestou a suspensão anterior.
Foto: Reprodução | TV Justiça
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta segunda-feira (28) a decisão de Flávio Dino que havia autorizado a permanência nas redes sociais de uma publicação do humorista Antonio Tabet sobre Nossa Senhora Aparecida. Com a decisão, volta a valer a determinação do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para a retirada do conteúdo. Fux tomou a decisão após pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que contestou a decisão de Dino. A determinação tem caráter provisório e o caso deverá ser analisado pelo plenário do STF nesta quarta-feira (30). A publicação de Tabet fazia referência a uma suposta relação entre Flávio Bolsonaro e críticas a Nossa Senhora Aparecida. Mendonça havia determinado a retirada do conteúdo por considerar que a postagem apresentava expressões de caráter depreciativo e poderia interferir na formação da vontade do eleitor. Dino havia suspendido a ordem do TSE no domingo (27), ao analisar recurso apresentado pela defesa de Tabet. Na decisão, Dino afirmou que a publicação não citava nominalmente Flávio Bolsonaro e que, naquele momento, não havia elementos suficientes para justificar a restrição ao conteúdo. Ao suspender a decisão de Dino, Fux afirmou que não estava julgando definitivamente a legalidade da publicação nem a correção da decisão do TSE, mas preservando a competência do plenário do Supremo para analisar o conflito. O caso agora será submetido aos demais ministros do STF.
Flávio e Lula focam economia e segurança na propaganda eleitoral na reta final
Flávio e Lula focam economia e segurança na propaganda eleitoral na reta final
Programas desta terça-feira (22) abordaram endividamento, inflação, segurança pública e comparação entre governos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A menos de duas semanas do primeiro turno, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensificaram a propaganda eleitoral, focando em economia e segurança pública. Flávio acusou ataques da campanha petista e apresentou propostas de renegociação de dívidas, redução de juros e impostos, além de medidas como a construção de cinco megapresídios federais e a redução da maioridade penal.
- Lula, por sua vez, destacou a situação econômica, prometendo ações para conter a inflação e comparou políticas tributárias e preços de alimentos entre os governos de Jair Bolsonaro e o atual presidente. Analistas políticos apontam que a disputa gira em torno de endividamento, custo de vida e segurança, enquanto candidatos como Augusto Cury e Ronaldo Caiado seguem estratégias próprias. O horário eleitoral gratuito encerra‑se em 1º de outubro, três dias antes da votação em 4 de outubro.
Foto: Reprodução
A menos de duas semanas do primeiro turno, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltaram a concentrar a propaganda eleitoral desta terça-feira (22) na comparação entre os dois grupos políticos e em temas como economia e segurança pública. Flávio abriu seu programa afirmando que vem sendo alvo de ataques da campanha petista e criticou o conteúdo exibido pelo adversário. Na mesma peça, apresentou propostas para renegociação de dívidas, redução de juros e impostos, além de medidas mais rígidas na segurança pública, como a construção de cinco megapresídios federais e a redução da maioridade penal. O senador também afirmou que pretende ampliar as penas para crimes como roubo de celulares. Já o programa de Lula destacou a situação econômica e prometeu medidas para reduzir a inflação, além de comparar políticas tributárias e preços de alimentos entre os governos do atual presidente e de Jair Bolsonaro. A propaganda petista também voltou a associar Flávio à gestão do pai. Para os cientistas políticos Aldo Fornazieri, da FESPSP, e Camilo Aggio, da UFMG, ouvidos na análise publicada pela imprensa, os programas refletem uma disputa concentrada em temas como endividamento, custo de vida e segurança pública. Candidatos que aparecem atrás dos dois principais nomes também mantiveram estratégias próprias: Augusto Cury (Avante) reforçou a proposta de terceira via, enquanto Ronaldo Caiado (PSD) explorou trechos de entrevistas e conteúdos digitais. O horário eleitoral gratuito do primeiro turno termina em 1º de outubro, três dias antes da votação, marcada para 4 de outubro.
Apoiador chama prefeita Sheila Lemos de “comunista” em aeroporto de Conquista
Apoiador chama prefeita Sheila Lemos de “comunista” em aeroporto de Conquista
Mobilização ocorre em meio a uma disputa política envolvendo aliados da prefeita Sheila Lemos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A presença de apoiadores do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) movimentou o aeroporto de Vitória da Conquista na manhã de 17 de julho, com imagens mostrando um grupo reunido no terminal. Em um dos vídeos, um apoiador chamou a prefeita Sheila Lemos (União Brasil) de “comunista”, supostamente ligado a uma alegada restrição de acesso da vereadora Lara Fernandes ao local onde o candidato seria recebido.
- O episódio ocorre em meio a uma disputa política local: Lara Fernandes acusou a gestão municipal de favorecer Wagner Alves (União Brasil), marido da prefeita, nas eleições de outubro para a Assembleia Legislativa da Bahia. Até o momento, não há esclarecimentos oficiais sobre o incidente no aeroporto.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia - Whatsapp
A presença de apoiadores do candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) movimentou o aeroporto de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, na manhã desta quinta-feira (17). Imagens registradas mostram um grupo reunido dentro do terminal. Em um dos vídeos, um apoiador chama a prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União Brasil), de “comunista”. Até o momento, não há confirmação sobre o motivo da declaração. Uma das hipóteses levantadas é que a reação tenha relação com uma suposta restrição de acesso à vereadora Lara Fernandes ao local onde Flávio Bolsonaro seria recebido. A situação teria sido atribuída à prefeita, mas as circunstâncias do episódio não foram esclarecidas. Nos últimos dias, Lara Fernandes acusou a gestão municipal de favorecer a candidatura de Wagner Alves (União Brasil), marido de Sheila Lemos. Tanto a vereadora quanto Wagner disputam uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) nas eleições de outubro e integram a base política da prefeita. A acusação envolvendo a suposta restrição de acesso e a manifestação do apoiador ocorrem em meio a esse cenário de disputa política. Até o momento, não foram divulgados esclarecimentos sobre o episódio no aeroporto.
Nunes Marques nega pedido da PF para fazer buscas contra ACM Neto na Overclean
Nunes Marques nega pedido da PF para fazer buscas contra ACM Neto na Overclean
Candidato ao governo da Bahia foi alvo de solicitação da Polícia Federal no âmbito da 10ª fase da operação, que investiga supostas fraudes em contratos da Educação de Belo Horizonte
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal autorização para cumprir 24 mandados de busca e apreensão em diferentes estados, como parte da 10ª fase da Operação Overclean, visando investigar supostas fraudes em contratos da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte que ultrapassam R$ 80 milhões. O pedido, que contava com parecer favorável da Procuradoria‑Geral da República, foi recusado pelo ministro Kassio Nunes Marques, relator do caso no STF, gerando grande repercussão no cenário político da Bahia, onde o candidato ACM Neto (União Brasil) também era alvo da investigação.
- A operação amplia o foco para possíveis direcionamentos de licitações de materiais didáticos, envolvendo o ex‑secretário Bruno Barral, e investiga se esquemas semelhantes foram replicados em outras prefeituras do país. Entre os crimes apurados estão fraudes em licitações, organização criminosa, lavagem de dinheiro e outras irregularidades contra a administração pública, ampliando o escopo que inicialmente tratava de contratos de coleta de lixo e desvios de emendas parlamentares na Bahia.
Foto: Valter Pontes | Secom
A Polícia Federal pediu autorização para fazer buscas contra o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), no âmbito da 10ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17). O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), que é relator do caso na Corte, porém, negou o pedido. Nesta etapa da operação, a PF cumpre 24 mandados de busca e apreensão em diferentes estados para investigar suspeitas de fraudes em contratos firmados entre 2024 e 2025 pela Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte. Os contratos sob investigação somam mais de R$ 80 milhões. Investigação em Belo Horizonte - A nova frente apura suspeitas de direcionamento de procedimentos licitatórios para a compra de materiais didáticos na capital mineira. À época, a Secretaria Municipal de Educação era comandada por Bruno Barral, que também é alvo dos mandados cumpridos nesta quinta. Segundo a investigação, Barral teria chegado ao cargo com o aval de ACM Neto. A PF apura ainda se grupos investigados por supostas fraudes na Bahia teriam reproduzido o mesmo tipo de esquema em contratos de diferentes prefeituras pelo país. A investigação aponta possíveis crimes contra a administração pública, fraudes em licitações e contratos, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Pedido contra ACM Neto - No curso das apurações, a Polícia Federal solicitou ao STF autorização para realizar buscas relacionadas a ACM Neto. O pedido recebeu parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), mas foi rejeitado por Nunes Marques. A solicitação foi feita pela PF em janeiro, enquanto a manifestação favorável da PGR ocorreu no início de fevereiro, meses antes do período eleitoral. A assessoria do ministro informou que não comentaria a decisão. A Operação Overclean começou investigando suspeitas de fraudes em contratos de coleta de lixo e outros serviços, além de possíveis desvios de emendas parlamentares na Bahia. As apurações posteriormente avançaram para contratos e suspeitas envolvendo outros municípios e áreas de atuação em diferentes estados.
Atlas/Bloomberg: Flávio tem 47,2% e Lula, 46,8% no 2º turno
Atlas/Bloomberg: Flávio tem 47,2% e Lula, 46,8% no 2º turno
Diferença de 0,4 ponto está dentro da margem de erro. No primeiro turno, Flávio reduziu para 2,4 pontos a distância em relação a Lula.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão tecnicamente empatados no segundo turno, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada em 17 de setembro, com 47,2% e 46,8% das intenções de voto, respectivamente. A margem de erro é de um ponto percentual, a amostra contou 5.018 entrevistados entre 11 e 16 de setembro, com nível de confiança de 95% e registro no TSE.
- O levantamento também apresenta cenários contra outros candidatos – Lula x Romeu Zema (46,3%‑43,7%), Lula x Ronaldo Caiado (46%‑41,7%), Lula x Augusto Cury (45,6%‑37,8%) e Lula x Renan Santos (46,1%‑29,7%) – e mostra que no primeiro turno Lula lidera com 44,1%, enquanto Flávio Bolsonaro subiu para 41,7% nas intenções de voto.
Foto: Reprodução
Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão tecnicamente empatados no segundo turno, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira (17). O senador aparece numericamente à frente, com 47,2% das intenções de voto, enquanto o presidente soma 46,8%. A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos. O levantamento ouviu 5.018 pessoas entre 11 e 16 de setembro, tem nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No início do mês, Flávio tinha 46,4%, enquanto Lula registrava 46,8%. Em outros cenários de segundo turno, Lula aparece com 46,3% contra 43,7% de Romeu Zema; 46% contra 41,7% de Ronaldo Caiado; 45,6% contra 37,8% de Augusto Cury; e 46,1% contra 29,7% de Renan Santos. No primeiro turno, Lula mantém a liderança, com 44,1% das intenções de voto, um ponto percentual acima do levantamento anterior. Flávio Bolsonaro cresceu cinco pontos e chegou a 41,7%. Confira cenários: Lula (46,3%) x Romeu Zema (43,7%); Lula (46%) x Ronaldo Caiado (41,7%); Lula (45,6%) x Augusto Cury (37,8%); Lula (46,1%) x Renan Santos (29,7%).
Campanha de Flávio Bolsonaro tenta construir relação institucional com o STF
Campanha de Flávio Bolsonaro tenta construir relação institucional com o STF
Articulação ocorre em meio ao debate sobre um eventual impeachment de Alexandre de Moraes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) intensificou as conversas com membros do Supremo Tribunal Federal (STF) para mitigar a pressão política por um eventual impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Segundo a CNN Brasil, o coordenador da campanha, senador Rogério Marinho, encontrou‑se por cerca de 15 minutos com o ministro Gilmar Mendes, afirmando que as críticas a Moraes não são ataques ao STF e que, caso Flávio vença as eleições de outubro, sua gestão buscará manter relações institucionais harmoniosas entre os Poderes.
- Apesar da aproximação com o STF, Flávio Bolsonaro continua defendendo a concessão de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e, se a proposta não avançar, pretende conceder perdão presidencial ao ex‑presidente Jair Bolsonaro, atualmente sentenciado a 27 anos de prisão.
Foto: Reprodução
A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) tem intensificado conversas com integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) em meio ao aumento da pressão política pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes. A informação foi divulgada pela CNN Brasil. Segundo a reportagem, na última quarta-feira (2), o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, reuniu-se por cerca de 15 minutos com o ministro Gilmar Mendes. Durante a conversa, Marinho teria afirmado que as críticas dirigidas a Alexandre de Moraes não representam um ataque ao Supremo como instituição e que uma eventual gestão de Flávio Bolsonaro buscaria manter uma relação institucional e de harmonia entre os Poderes. Ainda de acordo com a CNN Brasil, Gilmar Mendes também teria sido procurado para discutir um possível cenário de transição em caso de vitória de Flávio nas eleições de outubro. Apesar da aproximação com o STF, o senador segue defendendo publicamente a concessão de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e pelos crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Conforme a reportagem, Flávio também afirma que, caso a proposta não avance, pretende conceder perdão presidencial ao ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão.
Senadores da oposição apresentam emendas para alterar PEC do fim da escala 6x1
Senadores da oposição apresentam emendas para alterar PEC do fim da escala 6x1
Propostas apresentadas no Senado ampliam o prazo de transição e permitem exceções à redução da jornada semanal prevista no texto aprovado pela Câmara
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Senadores da oposição apresentaram uma série de emendas à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa pôr fim à escala de trabalho 6x1 e reduzir a jornada semanal. As propostas, protocoladas por Izalci Lucas (PL-DF) e Hermes Klann (PL-SC), incluem ampliar o período de transição para a jornada de 40 horas semanais de dois para quatro anos, permitir a manutenção das 44 horas por meio de convenção coletiva e criar políticas de desoneração da folha de pagamento para empresas que adotarem a redução.
- Além das emendas, a oposição articula estratégias para adiar a votação da PEC para depois das eleições. Entre as táticas estão o pedido para que a proposta seja analisada também pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), após a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e a apresentação de requerimentos para postergar a votação, exigir votação nominal e impedir a dispensa de prazos regimentais, caso o primeiro pedido seja negado. A PEC precisa da aprovação do Senado para seguir no Congresso.
Foto: Edilson Rodrigues | Agência Senado
Senadores da oposição apresentaram emendas para modificar pontos da PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. O movimento ocorre enquanto o Senado se prepara para analisar a proposta, com expectativa de votação na próxima semana. Na terça-feira (25), Izalci Lucas (PL-DF) e Hermes Klann (PL-SC), suplente do senador Jorge Seif, protocolaram pelo menos cinco emendas. Uma das propostas de Klann prevê ampliar de dois para quatro anos o período de transição para reduzir a jornada semanal de 44 para 40 horas. Outra permite manter as 44 horas semanais em setores que adotarem a medida por meio de convenção coletiva. Izalci também propôs permitir a manutenção da jornada de 44 horas e criar uma política de desoneração da folha de pagamento para empresas que reduzirem a jornada. Oposição tenta adiar votação - Além das emendas, senadores da oposição articulam estratégias para adiar a votação da PEC para depois das eleições. Entre as medidas está um pedido para que a proposta seja analisada também pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), após passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Caso o pedido não seja aprovado, a oposição pretende apresentar requerimentos para postergar a votação, exigir votação nominal e impedir a dispensa de prazos regimentais entre as etapas de análise. A PEC precisa ser aprovada pelo Senado para avançar no Congresso.
Quaest: Lula e Flávio Bolsonaro empatam na disputa presidencial em São Paulo
Quaest: Lula e Flávio Bolsonaro empatam na disputa presidencial em São Paulo
Levantamento mostra os dois candidatos com 30% das intenções de voto no maior colégio eleitoral do país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A nova pesquisa da Quaest, realizada 40 dias antes do primeiro turno das eleições presidenciais, aponta empate entre Lula e Bolsonaro, ambos com 30% das intenções de voto em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país. Lula reduziu a diferença de quatro pontos em relação ao levantamento de julho, enquanto Bolsonaro mantém 30%, com Pablo Marçal em 4% e outros candidatos abaixo de 3%.
- Além disso, 13% dos entrevistados estão indecisos e 12% planejam votar em branco, anular ou não comparecer. Em cenário sem Marçal, Bolsonaro permanece em 30% e Lula em 29%, mantendo o empate técnico, enquanto Renan Santos sobe para 5% e Romeu Zema para 3%.
Foto: Reprodução | Fabio Rodrigues Pozzebom / Jefferson Rudy
A 40 dias do primeiro turno das eleições presidenciais, uma nova pesquisa Quaest aponta empate entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo eleitorado de São Paulo, maior colégio eleitoral do país. No cenário estimulado, os dois aparecem com 30% das intenções de voto. Em comparação com o levantamento realizado no fim de julho, Lula reduziu a diferença de quatro pontos e alcançou o adversário, que anteriormente registrava 34%, contra 30% do petista. Na sequência aparecem Pablo Marçal (PRTB), com 4%, Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 3%, e Augusto Cury (Avante), com 2%. Romeu Zema (Novo), Samara Martins (UP) e Wilson Grassi (Democrata) têm 1% cada. Os demais candidatos não atingiram 1% das intenções de voto. A pesquisa também mostra que 13% dos entrevistados estão indecisos, enquanto 12% afirmaram que pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas. Em um segundo cenário, sem Pablo Marçal — que aparece no levantamento apesar de estar com os direitos políticos cassados —, Flávio Bolsonaro mantém 30% das intenções de voto, enquanto Lula registra 29%, permanecendo em empate técnico dentro da margem de erro. Sem Marçal, Renan Santos sobe para 5%, Ronaldo Caiado alcança 4% e Romeu Zema passa a ter 3% das intenções de voto.
Federação de PT, PV e PCdoB espera manter força na Bahia, mas enfrenta disputa entre aliados
Expectativa é repetir o atual número de parlamentares, embora nomes tradicionais e estreantes disputem os mesmos espaços.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A federação formada por PT, PV e PCdoB projeta manter o tamanho da atual bancada na Assembleia Legislativa da Bahia nas eleições deste ano, com expectativa de eleger 18 deputados estaduais, podendo variar entre 17 e 19 cadeiras. A disputa interna pelos cargos é considerada uma das mais acirradas entre os próprios aliados, com nomes como Rosemberg Pinto, Zé Raimundo, Osni Cardoso, Robinson Almeida, Júnior Muniz, Angelo Almeida, Rowenna Brito, Bobô, Zó, Fabrício Falcão, Eduardo Salles e Marquinho Viana entre os favoritos.
- Na corrida para a Câmara dos Deputados, a federação busca conquistar 10 cadeiras, embora reconheça a possibilidade de eleger apenas nove. Os candidatos mais fortes são Lucas Reis, Jorge Solla, Zé Neto e Ivoneide Caetano, enquanto outros como Olívia Santana, Alice Portugal, Daniel Almeida, Waldenor Pereira, Afonso Florence, Valmir Assunção, Joseildo Ramos e Bacelar também disputam vagas. Em ambos os níveis, a competição por votos entre candidatos da própria federação determinará quem ocupará as últimas cadeiras.
Foto: Reprodução
A federação formada por PT, PV e PCdoB projeta manter o tamanho da atual bancada na Assembleia Legislativa da Bahia nas eleições deste ano. A expectativa é eleger 18 deputados estaduais, com possibilidade de variar entre 17 e 19 cadeiras. Nos bastidores, porém, a disputa pelas vagas é considerada uma das mais acirradas entre os próprios aliados. Entre os nomes apontados como favoritos para a Assembleia estão os petistas Rosemberg Pinto, Zé Raimundo, Osni Cardoso, Robinson Almeida, Júnior Muniz, Angelo Almeida e Rowenna Brito. Pelo PCdoB, aparecem Bobô, Zó e Fabrício Falcão. No PV, os mais cotados são Eduardo Salles e Marquinho Viana. As demais vagas devem ser disputadas por Juvenilson Passos, Júlio Pinheiro, Neusa Cadore, Euclides Fernandes, Fátima Nunes, Radiovaldo Costa, Jacó, Rui Oliveira, Roberto Carlos, Antônio Henrique Júnior e Fabíola Mansur. Na corrida para a Câmara dos Deputados, a federação trabalha com a meta de conquistar 10 cadeiras, embora aliados admitam a possibilidade de eleger apenas nove. Os nomes considerados mais fortes são Lucas Reis, Jorge Solla, Zé Neto e Ivoneide Caetano. Também disputam vagas Olívia Santana, Alice Portugal, Daniel Almeida, Waldenor Pereira, Afonso Florence, Valmir Assunção, Joseildo Ramos e Bacelar. Nos bastidores, lideranças reconhecem que a disputa por votos entre candidatos da própria federação deve definir quem ficará com as últimas vagas.
TSE suspende filiações após Bolsonaro ser filiado sem autorização
TSE suspende filiações após Bolsonaro ser filiado sem autorização
Ministro Nunes Marques determinou a suspensão temporária para evitar novas fraudes enquanto o caso é investigado pela Justiça Eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou a suspensão temporária do processamento de novas filiações partidárias no sistema da Justiça Eleitoral. A decisão ocorreu após o candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, aparecer como filiado ao partido Missão sem ter autorizado a mudança. O caso passou a ser investigado pelo tribunal, que busca identificar a origem da alteração e impedir novas tentativas de fraude.
- A suspensão não deve causar impacto na disputa eleitoral deste ano, pois os candidatos precisavam ter vínculo com um partido político até o início de abril. O sistema Filia, utilizado pela Justiça Eleitoral para o registro das filiações partidárias, continuará recebendo solicitações, mas o processamento de novas filiações ficará suspenso até que sejam adotadas medidas de segurança para evitar novas ocorrências. Além disso, o TSE também determinou a apuração de possíveis tentativas de alterar, de forma irregular, a filiação de outros candidatos à Presidência, como uma tentativa de mudança no cadastro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Foto: Reprodução
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta quinta-feira (13) a suspensão temporária do processamento de novas filiações partidárias no sistema da Justiça Eleitoral. A decisão ocorreu após o candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, aparecer como filiado ao partido Missão sem ter autorizado a mudança. O caso passou a ser investigado pelo tribunal, que busca identificar a origem da alteração e impedir novas tentativas de fraude. Segundo o TSE, a suspensão não deve causar impacto na disputa eleitoral deste ano. Isso porque, para estar apto a concorrer, o candidato precisava ter vínculo com um partido político até o início de abril. Nunes Marques também determinou a apuração de possíveis tentativas de alterar, de forma irregular, a filiação de outros candidatos à Presidência. Entre os casos identificados está uma tentativa de mudança no cadastro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o tribunal, a alteração não chegou a ser efetivada. O sistema Filia, utilizado pela Justiça Eleitoral para o registro das filiações partidárias, continuará recebendo solicitações. O processamento de novas filiações, no entanto, ficará suspenso até que sejam adotadas medidas de segurança para evitar novas ocorrências. A expectativa é de que o sistema volte a processar as filiações em breve, após a conclusão das verificações determinadas pelo TSE.
Suposta fraude na filiação impede Flávio Bolsonaro de registrar candidatura à Presidência
Senador aparece como filiado ao partido Missão em sistema da Justiça Eleitoral
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Flávio Bolsonaro, senador e candidato à Presidência da República, não conseguiu formalizar seu registro de candidatura nesta quinta-feira (13) devido a uma alteração na filiação partidária que o registrou como integrante do partido Missão.
- Flávio Bolsonaro alega que não sabe como a alteração ocorreu e que sua equipe pretende solicitar à Justiça Eleitoral a restauração da filiação ao PL e pedir à Polícia Federal (PF) a abertura de uma investigação para apurar o caso.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não conseguiu formalizar nesta quinta-feira (13) o registro de sua candidatura à Presidência da República, como estava previsto. O motivo foi uma alteração na filiação partidária que fez o parlamentar aparecer, nos sistemas da Justiça Eleitoral, como integrante do partido Missão, de Renan Santos. A mudança foi identificada pela equipe de campanha no momento em que os representantes de Flávio tentavam acessar o sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para realizar o registro. O episódio é tratado pela campanha como uma possível fraude, mas ainda não há confirmação sobre a origem da alteração. O PL informou ter perdido o acesso ao sistema do TSE e, por isso, não conseguiu concluir o procedimento. “Não sabemos o como isso aconteceu: se foi hackeamento do TSE, se hackearam o Missão, se foi doloso ou se alguém comprou a senha do sistema e fez a partir disso”, afirmou um integrante da campanha ao O Globo. A defesa e os representantes do senador pretendem solicitar à Justiça Eleitoral a restauração da filiação de Flávio ao PL. A equipe também deve pedir à Polícia Federal (PF) a abertura de uma investigação para apurar o caso. Registro aponta mudança de partido - Segundo os registros disponíveis no site da Justiça Eleitoral, Flávio teria deixado o PL na quarta-feira (12). A certidão de filiação partidária emitida pelo sistema aponta que ele passou a constar como integrante do Missão, partido presidido por Renan Santos, que também disputa a Presidência. Apesar da alteração, a situação eleitoral do senador aparece como “regular” no documento emitido nesta quinta. O problema é que ele não poderia concorrer por uma nova legenda neste momento, já que as convenções partidárias foram encerradas em 5 de agosto. O prazo para o registro das candidaturas termina neste sábado (15), às 19h. Partidos, federações e coligações devem encaminhar as informações à Justiça Eleitoral dentro desse período. Até o momento, seis candidatos já formalizaram o registro no TSE: Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição; Hertz Dias (PSTU); Samara Martins (UP); Wilson Grassi (Democrata); Romeu Zema (Novo); e Renan Santos (Missão).
Jerônimo comemora empate técnico com ACM Neto em pesquisa na Bahia
Jerônimo comemora empate técnico com ACM Neto em pesquisa na Bahia
Governador compara resultado atual com pesquisa do mesmo instituto em 2022 e destaca redução da diferença para ACM Neto.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Eleições 2024 na Bahia: governador Jerônimo Rodrigues (PT) reage a pesquisa que aponta empate técnico com ACM Neto (União Brasil). Jerônimo defendeu a importância de comparar levantamentos feitos pelo mesmo instituto e em períodos semelhantes. Ele destacou que há uma evolução importante na corrida eleitoral e chamou atenção para a metodologia utilizada nas pesquisas, especialmente a distribuição territorial da amostra.
- O governador citou a visita que fez a Valente, no Nordeste baiano, e defendeu que os números sejam analisados não apenas pelos percentuais apresentados, mas também pela metodologia e pela distribuição territorial da amostra.
Foto: Amanda Ercilia GOVBA
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), avaliou como positivo o resultado da pesquisa Real Time Big Data que aponta empate técnico entre ele e o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) na disputa pelo governo estadual. No cenário estimulado de primeiro turno, ACM Neto aparece com 44% das intenções de voto, enquanto Jerônimo registra 42%. A margem de erro é de dois pontos percentuais. A pesquisa ouviu 1.600 eleitores entre os dias 6 e 10 de agosto e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ao comentar os números, Jerônimo destacou a importância de comparar levantamentos feitos pelo mesmo instituto e em períodos semelhantes. “É bom comparar instituto com instituto, porque a gente, às vezes, bota mais uma pesquisa e compara com outra pesquisa que não é do mesmo instituto”, afirmou. O governador lembrou que, no período equivalente de 2022, os números do mesmo instituto mostravam uma vantagem bem maior para ACM Neto. Em uma pesquisa divulgada em setembro daquele ano, Neto tinha 49%, enquanto Jerônimo aparecia com 24%. “Essa pesquisa que saiu ontem, a mesma que saiu no mesmo período em 2022, eu estava com menos de 30%, aparece agora colado em empate técnico”, destacou. Para Jerônimo, a comparação mostra uma evolução importante na corrida eleitoral. Jerônimo também chamou atenção para a metodologia utilizada nas pesquisas. Segundo ele, é preciso analisar como as entrevistas foram distribuídas pelo território baiano e qual é a representatividade do interior na amostra. “Estou colocando o método da pesquisa. A nossa comparação tem que ser feita assim e também estudar para ver qual é o quantitativo de representação dos questionários feitos no interior do estado da Bahia”, disse. O governador citou a visita que fez na noite de terça-feira (11) a Valente, no Nordeste baiano, onde participou das comemorações pelos 68 anos do município. “Ontem, por exemplo, eu estive em Valente à noite, aniversário da cidade hoje, 68 anos, para entender se lá foi pesquisado, se o Sisal foi pesquisado”, afirmou. Jerônimo defendeu, portanto, que os números sejam analisados não apenas pelos percentuais apresentados, mas também pela metodologia e pela distribuição territorial da amostra.
Quem é Alfredo Gaspar, escolhido como vice de Flávio Bolsonaro na disputa pela Presidência
Nascido em Maceió, única capital nordestina onde Bolsonaro teve maioria de votos em 2022, Alfredo Gaspar ganhou projeção política em Alagoas antes de ser escolhido como vice
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, do PL-AL, foi anunciado como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro. Gaspar, natural de Maceió, é advogado e ex-promotor de Justiça, e tem uma longa história de atuação em cargos públicos em Alagoas. Ele foi presidente da Secretaria de Segurança Pública e comandou a CPI do INSS, ganhando projeção nacional.
- A escolha de Gaspar pelo PL ocorreu após mudanças de estratégia do partido e semanas de negociações para formar a chapa presidencial. Outros nomes, como Tereza Cristina e Daniella Marques, foram considerados para a vaga de vice antes da escolha final de Alfredo Gaspar.
Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Anunciado nesta quarta-feira (5) como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), o deputado federal Alfredo Gaspar de Mendonça Neto (PL-AL), de 55 anos, é advogado, ex-promotor de Justiça e representante de Alagoas na Câmara dos Deputados. Natural de Maceió, capital de Alagoas, Alfredo Gaspar tem pós-graduação em Direito Público. A cidade onde nasceu também se tornou um símbolo da força do bolsonarismo no Nordeste: Maceió foi a única capital da região em que Jair Bolsonaro (PL) obteve maioria dos votos no segundo turno das eleições presidenciais de 2022. Antes de ingressar na política, Gaspar atuou por mais de 20 anos como promotor de Justiça no Ministério Público de Alagoas. Durante a carreira, ocupou cargos como procurador-geral de Justiça do estado e presidente do Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas. Na área da segurança pública, comandou a Secretaria de Segurança Pública de Alagoas em dois períodos: entre 2015 e 2016 e, posteriormente, entre 2021 e 2022. Também presidiu o Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas, ligado ao Conselho Nacional de Procuradores-Gerais. Eleito deputado federal em 2022, Gaspar assumiu o primeiro mandato na Câmara dos Deputados em 2023. No Congresso, integrou comissões como a de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), Relações Exteriores e Defesa Nacional e Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. O parlamentar também coordenou a comissão externa criada para acompanhar o afundamento do solo em bairros de Maceió, provocado pela exploração de sal-gema na capital alagoana. O caso afetou milhares de moradores e levou à desocupação de áreas da cidade. CPMI do INSS - Gaspar ganhou projeção nacional ao atuar como relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, criada para investigar suspeitas de descontos indevidos em aposentadorias e pensões. A atuação reforçou sua aproximação com o grupo de oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Além da CPMI do INSS, o deputado participou de outras investigações no Congresso, como as CPIs das Pirâmides Financeiras e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Antes de se aproximar do grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, ocupou posições de liderança no União Brasil e em blocos parlamentares de centro. Mudança de estratégia - A escolha de Gaspar para a vice-presidência ocorreu após uma mudança de estratégia do PL. Durante a madrugada desta quarta-feira, o deputado havia anunciado nas redes sociais que disputaria uma vaga ao Senado por Alagoas. Horas depois, porém, o cenário mudou e ele foi confirmado como companheiro de chapa de Flávio Bolsonaro na corrida pelo Palácio do Planalto. A definição encerra semanas de negociações do partido para formar a chapa presidencial. Nomes como a senadora Tereza Cristina (PP-MS) e a ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques (Republicanos) chegaram a ser cotados para ocupar a vaga de vice antes da escolha final por Alfredo Gaspar.
TSE decide que carros de aplicativo não podem exibir propaganda eleitoral
TSE decide que carros de aplicativo não podem exibir propaganda eleitoral
Tribunal manteve multa aplicada a candidato e entendeu que veículos usados para transporte por aplicativo são bens de uso comum para fins eleitorais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral decidiu que candidatos não podem utilizar carros destinados ao transporte de passageiros por aplicativo para veicular propaganda eleitoral. A decisão foi baseada no artigo 37 da Lei nº 9.504/1997, que proíbe propaganda eleitoral em bens de uso comum.
- A Corte manteve a multa de R$ 2 mil aplicada a um candidato a vereador de Caruaru (PE), nas eleições de 2024, por divulgar seu nome e número em um veículo utilizado nesse tipo de serviço.
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral decidiu que candidatos não podem utilizar carros destinados ao transporte de passageiros por aplicativo para veicular propaganda eleitoral. A Corte manteve a multa de R$ 2 mil aplicada a um candidato a vereador de Caruaru (PE), nas eleições de 2024, por divulgar seu nome e número em um veículo utilizado nesse tipo de serviço. A decisão foi baseada no artigo 37 da Lei nº 9.504/1997, que proíbe propaganda eleitoral em bens de uso comum. Por maioria dos votos, os ministros entenderam que, embora os veículos sejam de propriedade privada, eles são acessíveis ao público em geral durante a prestação do serviço e, por isso, se enquadram na restrição prevista pela legislação eleitoral. O relator do caso, ministro Floriano de Azevedo Marques, afirmou que a finalidade da norma é impedir que candidatos obtenham vantagem eleitoral utilizando espaços de grande circulação de pessoas, ainda que esses espaços pertençam a particulares. O entendimento foi acompanhado pela maioria dos integrantes da Corte. Ficou vencido o ministro Nunes Marques, que defendeu uma interpretação mais restritiva da lei. Para ele, os carros de aplicativo se aproximam mais das motocicletas utilizadas em serviços de entrega, que não são consideradas bens de uso comum pela jurisprudência eleitoral, do que dos táxis. O ministro também propôs que, caso prevalecesse o entendimento da maioria, a nova interpretação não fosse aplicada às eleições de 2024, sob o argumento de que candidatos não tinham conhecimento prévio dessa vedação. A sugestão, no entanto, foi rejeitada, e a multa foi mantida.
Justiça mantém mandato do prefeito de Boquira após rejeitar ações por abuso de poder
Decisão aponta falta de provas contra Alan Machado e vice; acusações envolviam suposta fraude eleitoral e transporte irregular de eleitores
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça Eleitoral decidiu manter o mandato do prefeito de Boquira, Alan Machado França, e do vice, Emanuel Ribeiro Brito. A decisão foi motivada, pois não houve provas suficientes que vinculassem os gestores às irregularidades apontadas, como abuso de poder econômico, abuso político e fraude eleitoral.
- A decisão reforça que não há elementos que comprometam o resultado das eleições em que a chapa venceu por uma diferença de 68 votos.
Foto: Reprodução
A Justiça Eleitoral decidiu manter o mandato do prefeito de Boquira, Alan Machado França, e do vice, Emanuel Ribeiro Brito, ao julgar improcedentes duas ações que pediam a cassação da chapa eleita em 2024. As ações — uma de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) e outra de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME) — foram movidas pela Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) e pela coligação Renovar é a Esperança, que acusavam os gestores de abuso de poder econômico, abuso político e fraude eleitoral. A decisão, publicada na sexta‑feira (24), foi assinada pelo juiz Márcio Reinaldo Miranda Braga, da 65ª Zona Eleitoral de Macaúbas, que acompanhou o parecer do Ministério Público Eleitoral. Segundo o magistrado, não há provas suficientes que vinculem o prefeito e o vice às irregularidades apontadas. A chapa venceu a eleição por uma diferença de 68 votos, o que motivou a judicialização do resultado. As acusações citavam um suposto esquema de transferência fraudulenta de títulos eleitorais para o município e o transporte irregular de eleitores vindos de São Paulo na véspera da votação. Um áudio apresentado como prova teria indicado o transporte ilícito, mas o conteúdo não pôde ser periciado, já que o aparelho celular usado na gravação não foi entregue às autoridades. Sem o equipamento, o arquivo perdeu valor probatório. A Justiça também analisou o aumento das transferências de domicílio eleitoral e concluiu que as oscilações seguiram padrão semelhante ao de pleitos anteriores, não sustentando a tese de fraude. Durante a instrução, uma testemunha relatou que um candidato a vereador aliado da coligação vencedora teria oferecido a instalação de lâmpadas em troca de votos. No entanto, a própria depoente afirmou que o candidato agiu sozinho e pediu votos apenas para si, sem relação direta com o prefeito eleito. Sem provas consistentes, o juiz decidiu extinguir os processos com resolução de mérito, mantendo a diplomação e o mandato de Alan Machado e Emanuel Brito. A decisão reforça que, até o momento, não há elementos que comprometam o resultado das eleições.
Pesquisa Quaest mostra empate entre Lula e Flávio Bolsonaro em Minas Gerais
Pesquisa Quaest mostra empate entre Lula e Flávio Bolsonaro em Minas Gerais
Levantamento aponta disputa acirrada pela Presidência em Minas Gerais e vantagem de Cleitinho Azevedo na corrida pelo Palácio Tiradentes
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa recente da Genial/Quaest divulgada em 28 de julho aponta um cenário de equilíbrio na disputa pela Presidência da República em Minas Gerais, com Lula e Flávio Bolsonaro empatados, enquanto Cleitinho Azevedo lidera com folga a corrida pelo Governo de Minas. A pesquisa ouviu 1.482 eleitores entre os dias 22 e 26 de julho e tem margem de erro de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.Os resultados mostram Lula empatado com Flávio Bolsonaro na disputa pela Presidência, com 30% e 29% das intenções de voto, respectivamente. Cleitinho Azevedo lidera a corrida pelo Governo de Minas com 35% das intenções de voto, e Marília Campos lidera a disputa pelo Senado com 18% das intenções de voto.
Foto: Reprodução
A mais recente pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta terça-feira (28), aponta um cenário de equilíbrio na disputa pela Presidência da República em Minas Gerais, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecendo com 30% das intenções de voto, tecnicamente empatado com o senador Flávio Bolsonaro (PL), que registra 29%, dentro da margem de erro de três pontos percentuais. O ex-governador Romeu Zema (Novo) soma 12% no primeiro turno. Em uma eventual disputa de segundo turno, Lula alcança 38% contra 35% de Flávio, enquanto Zema venceria o presidente por 39% a 37%. Já na corrida pelo Governo de Minas, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera com folga os cenários simulados, chegando a 35% das intenções de voto no primeiro turno. Na sequência aparecem o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), com 12%, e o deputado federal Patrus Ananias (PT), com 10%. Sem a participação de Cleitinho, Kalil e Patrus ficam tecnicamente empatados, com 15% e 13%, respectivamente. As simulações de segundo turno também mostram vantagem de Cleitinho, com índices entre 44% e 46%. O levantamento ainda revela indefinições no cenário estadual, já que o senador não confirmou candidatura e aliados do Republicanos discutem a possibilidade de apoiar Marcelo Aro (PP). Na disputa pelo Senado, a prefeita Marília Campos (PT) lidera com 18% das intenções de voto, seguida pelo deputado Aécio Neves (PSDB), com 16%. A pesquisa ouviu 1.482 eleitores entre os dias 22 e 26 de julho e tem margem de erro de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
"Eu não teria coragem de disputar a reeleição", diz ACM Neto sobre Jerônimo Rodrigues
Ex-prefeito de Salvador usou o lançamento da candidatura para contestar o cumprimento de promessas do governo estadual e apresentar sua estratégia para as eleições
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, lançou sua candidatura ao Governo da Bahia e criticou a gestão estadual, afirmando que o governador Jerônimo Rodrigues não cumpriu suas promessas. ACM Neto comparou a disputa de 2024 com a eleição de 2022 e afirmou que está mais preparado e experiente do que há quatro anos.
- O candidato também rejeitou a afirmação de Jerônimo de que cumpriria 92% das promessas, afirmando que apenas 33 promessas haviam sido cumpridas. ACM Neto declarou que não teria a coragem de ser candidato à reeleição, considerando que não cumpriu suas promessas em sua gestão anterior.
Foto: Reprodução
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil) lançou, nesta quarta-feira (22), sua candidatura ao Governo da Bahia. O evento foi realizado no Centro de Convenções de Salvador, no bairro da Boca do Rio, e reuniu lideranças políticas, aliados e apoiadores. Durante entrevista coletiva, ACM Neto comparou a disputa deste ano com a eleição de 2022 e afirmou que o cenário mudou porque o governador Jerônimo Rodrigues (PT), que busca a reeleição, já teve sua gestão avaliada pela população após quase quatro anos de mandato. O candidato também criticou uma declaração dada por Jerônimo durante entrevista a uma rádio de Salvador. Segundo o governador, 92% dos compromissos assumidos no plano de governo teriam sido cumpridos. ACM Neto contestou essa afirmação. "Eu confesso que, de maneira perplexa, vi um vídeo de uma entrevista que ele deu hoje pela manhã a uma rádio aqui de Salvador, quando ele disse que cumpriu 92% das promessas que fez no seu plano de governo. E aí, observem como os fatos são cruéis. O Globo, através do G1, que faz a medição das promessas cumpridas, apresentou um relatório poucos minutos ou horas depois da entrevista dele mostrando que, de 92 promessas ou propostas que ele fez, apenas 33 haviam sido cumpridas. O que representa cerca de 70% de não cumprimento das promessas dele", afirmou. Na sequência, o ex-prefeito voltou a criticar a gestão estadual. "Honestamente, se eu estivesse no lugar dele, eu não teria a coragem de ser candidato à reeleição, porque eu não sei com que cara alguém que foi candidato há quatro anos prometendo tantas coisas e não cumpriu participa de mais um pleito e tem a coragem de mais uma vez prometer as mesmas coisas que não foram cumpridas", declarou. ACM Neto também afirmou que chega à campanha mais preparado do que há quatro anos e disse que os desafios enfrentados desde a última eleição fortaleceram sua experiência política. "A segunda grande diferença para a campanha de quatro anos atrás é que hoje eu me sinto muito mais preparado, muito mais experimentado, muito mais vivido, muito mais pronto para a tarefa de ser governador do nosso estado. Enfrentamos momentos difíceis nesses quatro anos, momentos de superação. Se você for ver, ano passado, os nossos adversários diziam que eu nem seria candidato. E aqui nós estamos", concluiu.
























