Operação Protetor das Divisas prende suspeito de homicídio na Bahia
Operação Protetor das Divisas prende suspeito de homicídio na Bahia
Grupo fraudava locadoras e desviava veículos para venda clandestina em Luís Eduardo Magalhães
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Policiais civis realizaram mais uma fase da Operação Protetor das Divisas, resultando na prisão de um homem investigado por homicídio e na desarticulação de uma organização criminosa especializada em fraudes contra locadoras de veículos. As operações fazem parte de uma estratégia de repressão ao crime organizado nas regiões de divisa interestadual, com foco no combate a crimes violentos e a desarticulação de estruturas logísticas utilizadas por facções criminosas.
- A operação resultou na prisão de um homem de 57 anos em Luís Eduardo Magalhães, além de seis mandados de prisão preventiva e 21 de busca e apreensão contra integrantes de uma organização criminosa investigada por fraudes eletrônicas contra locadoras de veículos. Veículos apreendidos foram vistoriados, mas não houve apreensão de automóveis.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Policiais civis realizaram nesta quinta-feira (16) mais uma fase da Operação Protetor das Divisas, que resultou na prisão de um homem investigado por homicídio em Luís Eduardo Magalhães e na desarticulação de uma organização criminosa especializada em fraudes contra locadoras de veículos, com ações na Bahia, Espírito Santo e São Paulo. Segundo a Polícia Civil, as operações fazem parte da estratégia de repressão ao crime organizado nas regiões de divisa interestadual, com foco no combate aos Crimes Violentos Letais Intencionais, ao tráfico de drogas e armas, além da desarticulação de estruturas logísticas utilizadas por facções criminosas. Em Luís Eduardo Magalhães, um homem de 57 anos foi preso em cumprimento a mandado expedido pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Planaltina, em Goiás, pelo crime de homicídio. Ele foi localizado no bairro Santa Cruz e encaminhado ao Disep, onde permanece à disposição da Justiça. Na mesma operação, foram cumpridos seis mandados de prisão preventiva e 21 de busca e apreensão contra integrantes de uma organização criminosa investigada por fraudes eletrônicas contra locadoras de veículos. De acordo com as investigações, o grupo alugava carros regularmente e simulava defeitos mecânicos para solicitar veículos reservas. Durante a substituição, desativava os sistemas de rastreamento e telemetria, dificultando o monitoramento. Os automóveis eram desviados para venda clandestina, adulteração de sinais identificadores e outras atividades criminosas. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos celulares, equipamentos eletrônicos e documentos que serão analisados. Veículos também foram vistoriados, mas não houve apreensão de automóveis. A ação foi coordenada pelo Deic, com apoio do Draco, Denarc, Dirpins Sul e Sudoeste, além das Coorpins de Itabuna, Ilhéus e Jequié, e das Polícias Civis do Espírito Santo e de São Paulo. Ao todo, 32 equipes participaram da operação, que integra as ações permanentes da Operação Protetor das Divisas no enfrentamento ao crime organizado.
Polícia Civil deflagra operação contra organizações criminosas em Vitória da Conquista e outros cinco estados
Ação cumpre mandados de prisão, busca e bloqueio de bens
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia realizou uma operação integrada contra organizações criminosas atuantes no estado e outros cinco estados brasileiros, em Vitória da Conquista e outras cidades baianas. A ação faz parte de cinco operações paralelas, que investigam grupos envolvidos com tráfico, homicídio, fraude, furtos, roubos e lavagem de dinheiro.
- Foram cumpridos 33 mandados de prisão e 52 de busca e apreensão, além de medidas patrimoniais que bloqueiam R$ 110 milhões e apreendem bens ligados às investigações.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Vitória da Conquista foi alvo, na manhã desta quinta‑feira (16), de uma operação integrada da Polícia Civil da Bahia contra organizações criminosas com atuação no estado e em outros cinco estados brasileiros. Segundo a corporação, cerca de 240 policiais participam da ofensiva, distribuídos em mais de 60 equipes. As ações fazem parte das operações Protetor das Divisas, Fronteira Final, Vita, Ludus e Narciso, que investigam grupos envolvidos com tráfico de drogas, homicídios, fraudes eletrônicas, furtos, roubos, extorsão mediante sequestro, lavagem de dinheiro e comércio ilegal de medicamentos. Além de Vitória da Conquista, as diligências ocorrem em Salvador, Barreiras, Juazeiro, Ilhéus, Itabuna e Jequié. Fora da Bahia, as equipes atuam em Pernambuco, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. A Polícia Civil informou que estão sendo cumpridos 33 mandados de prisão preventiva e 52 mandados de busca e apreensão, além de medidas patrimoniais que incluem bloqueio judicial de até R$ 110 milhões e apreensão de bens ligados às investigações. A ofensiva integra a estratégia de enfrentamento ao crime organizado, especialmente grupos com atuação interestadual ou que tentam expandir atividades para a Bahia. O balanço das ações será divulgado ao longo do dia.
Fachin diz que apostas clandestinas financiam organizações criminosas
Fachin diz que apostas clandestinas financiam organizações criminosas
Presidente do STF afirmou que plataformas clandestinas são usadas para lavagem de dinheiro e outras atividades criminosas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do STF, Edson Fachin, alertou sobre o uso de plataformas clandestinas de apostas esportivas por organizações criminosas no Brasil. Ele afirmou que isso facilita a lavagem de dinheiro, criação de empresas de fachada e integração com outras modalidades criminosas. O mercado clandestino de apostas pode fortalecer facções criminosas e ter uma forte dimensão transnacional.
- O encontro da Rede Nacional de Magistrados com Competência em Criminalidade Organizada discutiu estratégias de combate às organizações criminosas e aperfeiçoamento da atuação do Poder Judiciário.
Foto: Antonio Augusto | STF
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, afirmou nesta terça-feira (14) que plataformas clandestinas de apostas esportivas têm sido utilizadas por organizações criminosas para a prática de diversos crimes no Brasil. A declaração foi feita durante o primeiro encontro da Rede Nacional de Magistrados com Competência em Criminalidade Organizada. Ao abordar os desafios no combate ao crime organizado, Fachin destacou que o mercado ilegal de apostas eletrônicas se tornou um instrumento para movimentação de recursos ilícitos e fortalecimento de facções criminosas. "Um exemplo elucidativo dessa complexidade crescente é a relação entre o crime organizado e o mercado de apostas eletrônicas. As plataformas clandestinas são utilizadas como instrumento de organizações criminosas", afirmou o ministro. Segundo o presidente do STF, o uso dessas plataformas favorece uma série de práticas ilegais, entre elas a lavagem de dinheiro, a criação de empresas de fachada e a integração com outras modalidades criminosas. "O mercado clandestino de apostas favorece práticas como lavagem de dinheiro, formação de estruturas empresariais aparentemente lícitas, integração com outras atividades ilícitas, tráfico, contrabando, corrupção, além de apresentarem forte dimensão transnacional", declarou Fachin. O encontro reuniu magistrados especializados no enfrentamento ao crime organizado para discutir estratégias de combate às organizações criminosas e aperfeiçoar a atuação do Poder Judiciário diante do avanço de crimes financeiros e transnacionais. Nos últimos anos, o crescimento do mercado de apostas esportivas no Brasil tem ampliado o debate sobre fiscalização, regulamentação e combate às operações ilegais, especialmente diante das suspeitas de utilização dessas plataformas para ocultação de recursos provenientes de atividades criminosas.
Empresário com atuação em Guanambi é preso em Vitória da Conquista
Empresário com atuação em Guanambi é preso em Vitória da Conquista
Suspeito integrava esquema de comércio ilegal de armas e foi localizado em apartamento no bairro Candeias
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um empresário de 50 anos foi preso em Vitória da Conquista como parte da Operação Orion Scorpii, que investiga a organização criminosa responsável pelo comércio ilegal de armas e munições na Bahia e Minas Gerais. O suspeito, que atuava no setor de caça e pesca, era alvo de mandado de prisão desde dezembro de 2025.
- A prisão ocorreu após equipes policias localizarem o suspeito no bairro Candeias, onde também foram cumpridos mandados de busca e apreensão. O empresário foi encaminhado ao DISEP e permanece à disposição da Justiça, enquanto a Polícia Civil continua a investigar a rede criminosa.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Um empresário de 50 anos, identificado pelas iniciais F.F.T., foi preso na manhã desta segunda‑feira (13) em Vitória da Conquista, durante nova fase da Operação Orion Scorpii, que investiga uma organização criminosa envolvida no comércio ilegal de armas e munições na Bahia e em Minas Gerais. O suspeito, que atuava no setor de caça e pesca e mantinha lojas em Guanambi, Vitória da Conquista, Brumado e Montes Claros (MG), era alvo de mandado de prisão desde dezembro de 2025. Segundo a Polícia Civil, o empresário ocupava posição estratégica no braço empresarial do grupo, utilizando empresas ligadas a ele para facilitar atividades ilícitas. Ele já havia sido denunciado à Justiça e estava sendo procurado desde a primeira etapa da operação. A prisão ocorreu após equipes da 10ª Coorpin, do GATTI/Sudoeste e da 22ª Coorpin de Guanambi localizarem o suspeito em um apartamento no bairro Candeias, onde também foram cumpridos mandados de busca e apreensão. No imóvel, os policiais recolheram dois celulares, documentos diversos e um veículo, que serão analisados para aprofundar o mapeamento da organização criminosa. A Operação Orion Scorpii é conduzida pelo DRACO e mira uma rede que movimentava armas e munições de forma clandestina em vários municípios. A participação de empresários do setor de caça e pesca é considerada essencial para o funcionamento do esquema, já que as lojas serviam como fachada para atividades ilegais. Após a prisão, F.F.T. foi encaminhado ao DISEP, onde permanece à disposição da Justiça. A Polícia Civil segue com novas diligências para identificar outros envolvidos e ampliar o alcance da investigação.
Polícia encontra 1,5 tonelada de maconha e destrói plantação na Chapada Diamantina
Área de quase quatro mil metros quadrados era usada para cultivo, colheita e processamento da maconha.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil apreendeu aproximadamente 1,5 tonelada de maconha em uma plantação na Chapada Diamantina.
- A operação resultou na incineração da planta e de materiais encontrados no local e as investigações continuam para identificar os responsáveis e apurar a ligação com dois homicídios registrados no município.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Uma operação da Polícia Civil resultou na apreensão de aproximadamente 1,5 tonelada de maconha em uma plantação localizada na zona rural de Morro do Chapéu, na Chapada Diamantina. A ação foi realizada entre segunda-feira (6) e terça-feira (7). Segundo a corporação, a descoberta ocorreu durante diligências relacionadas às investigações de dois homicídios registrados no município no início deste mês. Ao chegarem à propriedade, os policiais encontraram uma extensa área utilizada para o cultivo da droga. De acordo com a Polícia Civil, a maconha já havia sido colhida e estava em processo de secagem, etapa que antecede a comercialização do entorpecente. A plantação ocupava uma área de quase quatro mil metros quadrados. Durante a operação, os agentes também apreenderam equipamentos utilizados no cultivo e processamento da droga, além de barracas, grande quantidade de alimentos e diversos materiais que indicavam a permanência contínua de pessoas no local. Ainda conforme a investigação, a estrutura funcionava como uma verdadeira base de produção, destinada ao cultivo, à colheita, à secagem e ao processamento da maconha antes da distribuição. Após a coleta de amostras para os procedimentos periciais, toda a plantação e os materiais encontrados foram incinerados no próprio local, conforme os protocolos adotados pela Polícia Civil. As investigações continuam para identificar os responsáveis pela plantação e apurar se a estrutura possui ligação com os homicídios que motivaram o início da operação policial.
Itamaraty vê risco de ação militar dos EUA em solo brasileiro após classificação terrorista
Ministro das Relações Exteriores afirma que medida adotada pelo governo Donald Trump pode abrir brechas para ações unilaterais e gerar impactos à soberania brasileira.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, alertou que a decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho como organizações terroristas pode comprometer a soberania nacional. Em resposta à Câmara dos Deputados, o chanceler explicou que a legislação antiterrorista norte-americana possibilita o uso de força militar em território estrangeiro e acarreta severas sanções administrativas, financeiras e migratórias que podem impactar cidadãos e empresas brasileiras de forma unilateral.
- Vieira ressaltou que o governo brasileiro não foi consultado sobre a medida e se posiciona contra o enquadramento dessas facções como grupos terroristas, uma vez que a legislação nacional possui critérios distintos para essa tipificação. O Itamaraty defende que os mecanismos bilaterais de cooperação já existentes são suficientes para combater o crime organizado, tornando desnecessária a classificação imposta recentemente pelo governo de Donald Trump.
Foto: Reprodução
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira afirmou que a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como organizações terroristas pode abrir espaço para o uso de força militar norte-americana em território brasileiro. A declaração foi feita em resposta a um pedido de informações encaminhado à Câmara dos Deputados. No documento enviado ao deputado federal Evair Vieira de Melo, o chanceler afirmou que a classificação adotada pelo governo do presidente Donald Trump pode produzir efeitos relevantes para a soberania nacional e para a cooperação internacional no combate ao crime organizado. Segundo Mauro Vieira, a legislação antiterrorismo dos Estados Unidos permite medidas administrativas e judiciais de alcance internacional, o que pode afetar cidadãos e empresas brasileiras nos campos financeiro, migratório e penal. Para o ministro, as ferramentas de cooperação entre os dois países, como troca de informações, combate à lavagem de dinheiro e recuperação de ativos, já existem e independem dessa classificação. O chefe do Itamaraty também informou que o Brasil não foi consultado formalmente antes da decisão norte-americana, classificando a medida como unilateral. De acordo com ele, o governo brasileiro mantém posição contrária ao enquadramento das facções como organizações terroristas. No Brasil, a legislação prevê a tipificação de terrorismo para atos motivados por xenofobia, discriminação ou preconceito com o objetivo de provocar terror social, definição diferente da adotada pelos Estados Unidos. Há cerca de um mês, o governo norte-americano anunciou a inclusão do PCC e do Comando Vermelho na lista de organizações terroristas estrangeiras. A medida permite sanções mais amplas, como bloqueio de bens, restrições financeiras e impedimentos migratórios contra integrantes e pessoas ou empresas que mantenham relações com esses grupos criminosos.
Operação Havana desarticula grupo e prende líder em Conquista
Operação Havana desarticula grupo e prende líder em Conquista
Operação apreendeu armas, drogas, dinheiro, cheques, veículos e equipamentos eletrônicos utilizados nas investigações.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quarta-feira (1º), a Operação Havana, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada por atuar no comércio clandestino de cigarros eletrônicos e na prática de estelionato. A ação ocorreu em Vitória da Conquista, Anagé e Tremedal, resultando na prisão em flagrante de um homem de 42 anos, apontado como líder do grupo, e no cumprimento de 12 mandados de busca e apreensão.
- As investigações, iniciadas no fim de 2025, indicam que os cigarros eletrônicos eram introduzidos ilegalmente do Paraguai e há indícios de envolvimento da organização em crimes como falsificação de documentos, tráfico de drogas, associação criminosa armada e lavagem de dinheiro. No local onde o líder foi detido, foram apreendidos munições, mais de R$ 500 mil em cheques, um veículo de luxo, diversas armas de fogo e drogas. O suspeito foi autuado e as investigações prosseguem para identificar outros envolvidos.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quarta-feira (1º), a Operação Havana para desarticular uma organização criminosa investigada por atuar no comércio clandestino de cigarros eletrônicos e na prática de estelionato em Vitória da Conquista e municípios da região. Um homem de 42 anos, apontado como líder do grupo, foi preso em flagrante. Ao todo, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão em imóveis residenciais e comerciais localizados em Vitória da Conquista, Anagé e Tremedal. As investigações tiveram início no fim de 2025 e apontam que os cigarros eletrônicos vendidos pelo grupo eram introduzidos ilegalmente no país a partir do Paraguai. Segundo a Polícia Civil, também há indícios da participação da organização em crimes de falsificação de documentos, tráfico de drogas, associação criminosa armada, lavagem de dinheiro, posse ilegal de armas de fogo e estelionato. O investigado foi localizado em uma residência no bairro Ibirapuera, em Vitória da Conquista. No imóvel, os policiais apreenderam munições, mais de R$ 500 mil em cheques e um veículo de luxo. Durante a operação, também foram encontrados uma pistola calibre 9 milímetros, uma pistola calibre .22, dois rifles calibre .22, duas espingardas calibre .22, uma espingarda calibre 12, uma espingarda calibre .38, além de uma arma com numeração suprimida, duas armas de ar comprimido e cerca de 500 munições de diversos calibres sem registro. As equipes ainda apreenderam aproximadamente R$ 20 mil em dinheiro, cigarros eletrônicos e convencionais, porções de ecstasy, celulares, notebooks e documentos que serão periciados. O suspeito foi autuado em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito, posse ilegal de arma de fogo de uso permitido, tráfico de drogas e falsificação de documentos. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração sobre a atuação da organização criminosa.
Região: PRF apreende drogas e medicamentos para emagrecimento em ônibus
Região: PRF apreende drogas e medicamentos para emagrecimento em ônibus
Entre os itens apreendidos estavam maconha, cocaína, ampolas, comprimidos e canetas para emagrecimento
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma fiscalização de rotina da Polícia Rodoviária Federal (PRF) resultou na apreensão de drogas e medicamentos para emagrecimento na BR-116, em Vitória da Conquista, na Bahia. O material foi encontrado em duas malas transportadas por um ônibus interestadual que havia saído de São Paulo com destino a Fortaleza.
- Ao todo, os agentes localizaram 14 quilos de entorpecentes, entre maconha e cocaína, mais 720 ampolas de medicamentos utilizados para emagrecimento, além de outros produtos para tratamentos estéticos.
- O material recolhido foi encaminhado à delegacia responsável e será adotadas as medidas cabíveis.
Foto: Divulgação | PRF-BA
Uma fiscalização de rotina da Polícia Rodoviária Federal (PRF) resultou na apreensão de drogas e medicamentos para emagrecimento na tarde desta terça-feira (29), na BR-116, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. De acordo com a PRF, o material foi encontrado em duas malas transportadas por um ônibus interestadual que havia saído de São Paulo com destino a Fortaleza, no Ceará. Ao todo, os agentes localizaram 14 quilos de entorpecentes, entre maconha e cocaína, além de 720 ampolas de medicamentos utilizados para emagrecimento. Também foram apreendidas caixas de comprimidos, canetas para perda de peso e outros produtos empregados em tratamentos estéticos. Todo o material recolhido foi encaminhado à delegacia responsável, onde a ocorrência foi registrada e serão adotadas as medidas cabíveis. A PRF não informou se o proprietário das bagagens foi identificado ou preso durante a ação.
Quatro homens são condenados por duplo homicídio ligado ao tráfico em Vitória da Conquista
Júri popular fixou penas acima de 20 anos; vítimas foram executadas em 2019 durante disputa entre facções rivais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Quatro homens foram sentenciados a penas que ultrapassam 20 anos de prisão pelo duplo homicídio ocorrido em 17 de setembro de 2019, no bairro Vila Elisa, em Vitória da Conquista, Bahia. A Vara do Júri da comarca definiu as condenações nesta quinta-feira (25), determinando regime inicial fechado para todos os réus envolvidos no crime, onde duas pessoas foram executadas a tiros.
- A investigação do Ministério Público revelou que o crime foi motivado por uma disputa entre facções rivais ligadas ao tráfico de drogas, o que levou o júri a manter as qualificadoras de motivo torpe e recurso que dificultou a defesa das vítimas. As sentenças individuais foram: Anderson de Jesus Silva (24 anos), Matusalém dos Santos Gonçalves (28 anos), Micael Souza Queiroz (28 anos) e Rodrigo Porto Oliveira Silva (28 anos). Todos os condenados já estavam detidos por outras infrações e permanecerão sob custódia.
Foto: Reprodução | Blog do Anderson
Quatro homens foram condenados a mais de 20 anos de prisão pelo duplo homicídio ocorrido em 17 de setembro de 2019, no bairro Vila Elisa, em Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia. A sentença foi definida nesta quinta‑feira (25) pela Vara do Júri da comarca, que determinou regime inicial fechado para todos os réus. De acordo com a investigação, o grupo saiu de carro até o bairro e executou duas pessoas a tiros, identificadas pelas iniciais R.O.S. e C.H.N.O. O Ministério Público apontou que o crime foi motivado pela disputa entre facções rivais ligadas ao tráfico de drogas, o que levou o júri a manter as qualificadoras de motivo torpe e recurso que dificultou a defesa das vítimas. As penas ficaram assim definidas: Anderson de Jesus Silva – 24 anos de prisão; Matusalém dos Santos Gonçalves – 28 anos; Micael Souza Queiroz – 28 anos; Rodrigo Porto Oliveira Silva – 28 anos. Todos já estavam presos por outras condenações e permanecerão custodiados.
Região: Homem é executado com mais de 100 tiros de fuzil
Região: Homem é executado com mais de 100 tiros de fuzil
Vítima foi retirada de casa por homens armados e morta na calçada, segundo a Polícia Militar.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem de 29 anos foi morto com mais de 100 disparos de fuzil em Jequié, Bahia. A vítima, conhecida como Bocais, foi retirada da casa por homens armados e executada na calçada. A principal linha de investigação é disputa entre grupos ligados ao tráfico de drogas.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
Um homem de 29 anos foi morto com mais de 100 disparos de fuzil na madrugada desta segunda‑feira (15) em Jequié, na região sudoeste da Bahia. O crime aconteceu por volta das 4h30 na Avenida Ulisses Coelho, no bairro KM 3. De acordo com a Polícia Militar, homens armados invadiram a casa da vítima, identificada como Felipe Dutra Santana, conhecido como Bocais, o retiraram do imóvel e o executaram na calçada. Moradores acionaram o Cicom após ouvirem uma sequência de disparos. Quando a guarnição chegou ao local, encontrou Felipe já sem vida e com diversas perfurações provocadas por tiros de fuzil, principalmente na região da cabeça. A área foi isolada até a chegada do Departamento de Polícia Técnica, que fez a perícia e recolheu cápsulas deflagradas. O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal de Jequié. Segundo a PM, este é o terceiro homicídio na cidade com o mesmo modo de execução, e a principal linha de investigação é disputa entre grupos ligados ao tráfico de drogas. O caso foi registrado na Delegacia Territorial de Jequié, e a Polícia Civil investiga a autoria e a motivação do crime.
Polícia Civil mira facção e prende suspeitos em operação no sudoeste
Polícia Civil mira facção e prende suspeitos em operação no sudoeste
Operação Colapso teve desdobramentos em Jequié, Apuarema, Wenceslau Guimarães e Nova Ibiá.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Colapso, resultando na prisão de nove pessoas e na apreensão de um adolescente suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas e organização criminosa na região de Jequié, sudoeste baiano. A operação foi coordenada pela 11ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) de Jequié e contou com apoio da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin).
- As equipes também localizaram e apreenderam três armas de fogo, munições e diversas porções de entorpecentes, entre as quais cocaína, maconha e maconha do tipo skunk. A operação integra as ações da Operação NARKE VI, coordenada nacionalmente pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Foto: Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quinta-feira (11), a Operação Colapso, que resultou na prisão de nove pessoas e na apreensão de um adolescente suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas e organização criminosa na região de Jequié, no sudoeste baiano. A ofensiva é fruto de investigações iniciadas em fevereiro deste ano e teve como foco o combate ao narcotráfico e à atuação de grupos criminosos na região. Durante a ação, foram cumpridos mandados judiciais nos municípios de Jequié, Apuarema, Wenceslau Guimarães e Nova Ibiá. Segundo a Polícia Civil, foram executadas sete prisões preventivas e duas temporárias, além do cumprimento de 20 mandados de busca e apreensão. No decorrer das diligências, um adolescente foi apreendido e uma pessoa acabou autuada em flagrante. As equipes também localizaram e apreenderam três armas de fogo, munições e diversas porções de entorpecentes, entre elas cocaína, maconha e maconha do tipo skunk, considerada uma versão mais potente da droga. A operação foi coordenada pela 11ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) de Jequié, unidade vinculada ao Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc). A ação contou ainda com apoio da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), equipes especializadas da Polícia Civil e da Polícia Penal. Os suspeitos foram encaminhados para unidades policiais da região, onde permaneceram custodiados à disposição da Justiça. De acordo com a Polícia Civil, as investigações continuam para identificar outros integrantes da organização criminosa e aprofundar a apuração sobre a estrutura e atuação do grupo. A Operação Colapso integra as ações da Operação NARKE VI, coordenada nacionalmente pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi).
Flávio Bolsonaro diz que Bahia será decisiva para eleições 2026
Flávio Bolsonaro diz que Bahia será decisiva para eleições 2026
Durante visita à Bahia Farm Show, senador destacou a importância do estado para as eleições de 2026 e apresentou propostas para segurança pública e agronegócio.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República em 2026 pelo PL, escolheu a Bahia como um ponto estratégico para sua articulação política. Durante visita à Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães, o parlamentar destacou a relevância do estado no cenário eleitoral e reafirmou seu objetivo de ampliar a presença do campo conservador no Nordeste, buscando apoio entre produtores rurais, empresários e apoiadores.
- Em seu discurso, Bolsonaro defendeu mudanças na segurança pública, propondo a redução da maioridade penal e o endurecimento do combate a organizações criminosas e facções. Ele também criticou o governo Lula e pleiteou maior segurança jurídica para o agronegócio, enfatizando a necessidade de estabilidade e garantia do direito à propriedade. O senador convocou engajamento para seu projeto político e anunciou a intenção de intensificar sua presença na Bahia nos próximos meses.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL, escolheu a Bahia como um dos principais palcos de sua articulação política para as eleições de 2026. Nesta terça-feira (9), durante visita à Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano, o parlamentar afirmou que o estado terá papel estratégico na construção de seu projeto político nacional. Diante de produtores rurais, empresários e apoiadores, Flávio destacou a relevância da Bahia no cenário eleitoral brasileiro e afirmou que pretende ampliar a presença do campo conservador no Nordeste. Em seu discurso, o senador defendeu mudanças na área da segurança pública e prometeu endurecer o combate às organizações criminosas. Entre as propostas apresentadas, o parlamentar citou a redução da maioridade penal e a adoção de punições mais rígidas para crimes considerados graves. Ele também afirmou que pretende combater a atuação de facções criminosas e ampliar ações de enfrentamento ao crime organizado. A segurança pública foi um dos temas centrais da participação do senador no evento. Flávio afirmou que pretende implementar medidas voltadas à retomada do controle de áreas afetadas pela violência e reforçou o compromisso de priorizar o tema em uma eventual candidatura presidencial. O pré-candidato também direcionou críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e defendeu maior segurança jurídica para o agronegócio. Segundo ele, o setor produtivo precisa de estabilidade e garantia do direito à propriedade para continuar impulsionando a economia nacional. Ao encerrar sua participação na feira, Flávio Bolsonaro convocou apoiadores a se engajarem em seu projeto político e reforçou a intenção de ampliar sua presença na Bahia nos próximos meses, de olho na corrida presidencial de 2026.
Polícia fecha loja usada como fachada para venda de drogas em Conquista
Polícia fecha loja usada como fachada para venda de drogas em Conquista
Mandados de busca foram cumpridos em diferentes endereços da cidade; drogas, celulares e um veículo foram apreendidos durante a ação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma operação da Polícia Civil em Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia, resultou na prisão em flagrante de três pessoas na quarta-feira (3), suspeitas de envolvimento com tráfico de drogas. A ação cumpriu mandados judiciais em diversos imóveis e teve como principal alvo um estabelecimento comercial apontado como ponto de apoio central para as atividades criminosas do grupo investigado.
- Durante as buscas, as equipes apreenderam porções de cocaína e maconha, balanças de precisão, materiais para embalagem de entorpecentes, aparelhos celulares e um veículo que seria utilizado no transporte das drogas. Os três presos — duas mulheres (26 e 28 anos) e um homem (30 anos) — foram encaminhados ao Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep). A operação faz parte da mobilização nacional NARKE VI, que busca enfraquecer a estrutura financeira e logística do narcotráfico, e as investigações continuam para identificar outros envolvidos.
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Três pessoas foram presas em flagrante durante uma operação da Polícia Civil contra um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. A ação ocorreu na quarta-feira (3) e teve como foco o cumprimento de mandados judiciais em imóveis ligados aos investigados. De acordo com a polícia, um estabelecimento comercial apontado como ponto de apoio para atividades criminosas era o principal alvo da operação. As investigações indicam que o proprietário do local exercia papel de destaque na distribuição de entorpecentes na região. Durante as buscas, equipes encontraram porções de cocaína prontas para comercialização, balanças de precisão e materiais utilizados para embalar drogas. Em outros imóveis vinculados ao grupo, os agentes apreenderam aparelhos celulares, porções de maconha e cocaína, além de um veículo que, segundo a investigação, seria utilizado para o transporte dos entorpecentes. A operação terminou com a prisão de duas mulheres, de 26 e 28 anos, e de um homem, de 30 anos. Os investigadores também identificaram outro suspeito de participação no esquema criminoso, que passa a integrar o inquérito policial. Os três presos foram encaminhados ao Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep), onde permaneceram custodiados e à disposição da Justiça. A ação integra a Operação NARKE VI, mobilização nacional coordenada para enfraquecer organizações ligadas ao narcotráfico. A estratégia tem como foco atingir não apenas a venda de drogas, mas também a estrutura financeira e logística utilizada pelos grupos criminosos. As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos e aprofundar o mapeamento da rede de atuação dos suspeitos.
Mulher é presa por tráfico de drogas em Ibipitanga
Mulher é presa por tráfico de drogas em Ibipitanga
Segundo a Polícia Militar, suspeita foi localizada após denúncia sobre comercialização de entorpecentes nas proximidades da Praça Santa Luzia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma mulher foi presa em Ibipitanga, no sudoeste da Bahia, sob suspeita de tráfico de drogas. A ação foi realizada em decorrência de uma denúncia anônima. Foram apreendidos 16 papelotes com uma substância semelhante à cocaína e R$ 371.
- A suspeita foi conduzida à Delegacia Territorial de Ibipitanga, onde os procedimentos legais foram adotados. A Polícia Civil irá apurar o caso e analisar o material apreendido.
Foto: Reprodução | Google Imagens
Uma mulher foi presa por suspeita de tráfico de drogas na tarde desta segunda-feira (1º), no município de Ibipitanga, no sudoeste da Bahia. A ação foi realizada por policiais militares da 4ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) após o recebimento de uma denúncia anônima. De acordo com a corporação, as informações indicavam que uma pessoa estaria comercializando entorpecentes nas proximidades da Praça Santa Luzia. Diante da denúncia, uma guarnição foi deslocada até o local para averiguar a situação. Ao chegar à área indicada, os policiais identificaram a suspeita. Segundo a PM, ao perceber a presença da viatura, a mulher tentou fugir, mas foi alcançada poucos instantes depois e submetida à abordagem. Durante a revista, os militares encontraram 16 papelotes contendo uma substância com características semelhantes à cocaína. Além da droga, também foram apreendidos R$ 371 em dinheiro, valor que pode ter relação com a comercialização dos entorpecentes, segundo a suspeita investigada. Diante do material encontrado, a mulher recebeu voz de prisão em flagrante por suspeita de tráfico de drogas. Todo o material apreendido foi recolhido para perícia e servirá de base para a continuidade das investigações. A suspeita foi conduzida à Delegacia Territorial de Ibipitanga, onde a ocorrência foi registrada e os procedimentos legais adotados pela autoridade policial de plantão. A Polícia Civil ficará responsável pela apuração do caso e pela análise do material apreendido para confirmação da natureza da substância encontrada. A ação integra as atividades de combate ao tráfico de drogas realizadas pelas forças de segurança na região, que incluem o atendimento de denúncias anônimas e o reforço do policiamento em áreas consideradas estratégicas para a prevenção e repressão ao crime.
Temer fala sobre decisão dos EUA contra facções brasileiras
Temer fala sobre decisão dos EUA contra facções brasileiras
Ex-presidente ressaltou que não deve haver interferência externa em assuntos internos do Brasil, mas defendeu integração entre órgãos de segurança dos dois países.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O ex-presidente Michel Temer declarou em Lisboa que a classificação do PCC e do Comando Vermelho pelos Estados Unidos como organizações terroristas não ameaça a soberania brasileira. Ele ressaltou que, embora a medida não configure interferência direta, qualquer ação de combate ao crime organizado deve respeitar a autonomia das instituições brasileiras, criticando qualquer intervenção direta em assuntos internos do país.
- Temer defendeu maior integração e cooperação internacional entre as autoridades de segurança dos dois países para enfrentar o avanço transnacional das facções criminosas. A declaração ocorre após os EUA incluírem PCC e CV na lista de "Terroristas Globais Especialmente Designados", permitindo ampliar mecanismos de monitoramento financeiro e sanções, e o tema tem gerado amplos debates sobre seus impactos.
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
O ex-presidente Michel Temer afirmou nesta segunda-feira (1º) que a decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas não representa uma ameaça à soberania brasileira. A declaração foi feita durante o Fórum de Lisboa, realizado em Portugal, onde Temer comentou os desdobramentos da medida anunciada pelo governo norte-americano na última semana. Segundo o ex-presidente, a classificação das facções criminosas não configura, por si só, uma interferência externa nos assuntos internos do Brasil. Ele ressaltou, no entanto, que qualquer iniciativa relacionada ao combate ao crime organizado deve respeitar a autonomia das instituições brasileiras. “O que não se pode permitir é exata e precisamente uma intervenção direta nas questões internas do Brasil”, afirmou. Temer também defendeu uma maior integração entre as autoridades de segurança dos dois países. Para ele, o avanço das organizações criminosas para além das fronteiras nacionais exige cooperação internacional e compartilhamento de informações. De acordo com o ex-presidente, a atuação conjunta entre órgãos brasileiros e norte-americanos pode contribuir para fortalecer o enfrentamento ao crime organizado, especialmente diante da expansão das atividades dessas facções em diferentes países. A declaração ocorre após o governo dos Estados Unidos anunciar a inclusão do PCC e do Comando Vermelho na lista de “Terroristas Globais Especialmente Designados”. Segundo autoridades americanas, investigações identificaram atividades ligadas às organizações criminosas em pelo menos 12 estados norte-americanos. A classificação permite ao governo dos EUA ampliar mecanismos de monitoramento financeiro, bloqueio de bens e aplicação de sanções contra pessoas ou empresas que mantenham vínculos com os grupos investigados. O tema tem gerado debates entre especialistas em segurança pública, autoridades brasileiras e representantes do meio político, especialmente sobre os impactos da medida na cooperação internacional e no combate ao crime organizado transnacional. Até o momento, o governo brasileiro não anunciou mudanças em sua legislação ou na classificação jurídica das facções em razão da decisão norte-americana.
Mulher é capturada durante investigação sobre extorsão mediante sequestro em Piripá
Investigação apura atuação de grupo suspeito de sequestrar vítimas na BA-263 e exigir pagamentos de familiares para libertação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma mulher investigada por participação em uma organização criminosa envolvida em extorsão mediante sequestro foi presa em Salvador. A ação faz parte da segunda fase da Operação Vita Praesidium, conduzida pela Polícia Civil da Bahia.
- A prisão da mulher é a oitava captura de suspeitos relacionados à organização criminosa, que é investigada por crimes como extorsão mediante sequestro e associação criminosa. As investigações tiveram início após o sequestro de duas pessoas em setembro de 2024, em um trecho da BA-263, entre os municípios de Piripá e Condeúba, no sudoeste baiano.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Uma mulher investigada por participação em uma organização criminosa envolvida em extorsão mediante sequestro foi presa nesta segunda-feira (1º), no bairro da Boca do Rio, em Salvador. A ação faz parte da segunda fase da Operação Vita Praesidium, conduzida pela Polícia Civil da Bahia. O mandado de prisão foi cumprido por equipes da Delegacia Territorial de Piripá, com apoio da Delegacia Especializada Antissequestro (DAS), vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC). Com a nova captura, chega a oito o número de investigados presos no decorrer da operação. As investigações tiveram início após o sequestro de duas pessoas ocorrido em setembro de 2024, em um trecho da BA-263, entre os municípios de Piripá e Condeúba, no sudoeste baiano. Segundo a Polícia Civil, as vítimas foram interceptadas por homens armados enquanto trafegavam pela rodovia. Após serem retiradas do veículo, elas teriam sido mantidas em cativeiro por mais de 24 horas. Durante o período de cárcere, as vítimas foram submetidas a ameaças e intensa pressão psicológica. Paralelamente, familiares recebiam exigências de pagamento para garantir a libertação dos sequestrados. As apurações apontam que o grupo criminoso atuava de forma organizada, com divisão de tarefas entre os integrantes. A mulher presa nesta segunda-feira é suspeita de participar diretamente das ações investigadas, embora detalhes específicos sobre sua atuação não tenham sido divulgados pelas autoridades. A Operação Vita Praesidium mobilizou diversas unidades da Polícia Civil, incluindo o Departamento de Polícia do Interior (DEPIN), a Diretoria Regional de Polícia do Interior Oeste/Chapada (DIRPIN Oeste/Chapada), o Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI/Central) e a Delegacia Territorial de Piripá. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer completamente a estrutura da organização criminosa. Os suspeitos presos permanecem à disposição da Justiça e poderão responder por crimes como extorsão mediante sequestro e associação criminosa. A Polícia Civil não divulgou a identidade da investigada presa nesta fase da operação.
FICCO bloqueia R$ 102 milhões ligados ao PCC e ao CV na Bahia
FICCO bloqueia R$ 102 milhões ligados ao PCC e ao CV na Bahia
Força integrada coordenada pela Polícia Federal cumpriu centenas de mandados e intensificou o combate ao tráfico, à lavagem de dinheiro e às lideranças criminosas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Bahia (FICCO/BA) causou um prejuízo estimado em R$ 102 milhões às facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV). O balanço abrange as operações realizadas desde a implantação da força-tarefa em agosto de 2023 até maio de 2026, com a Polícia Federal coordenando as ações que envolvem forças de segurança estaduais, federais e a polícia penal no combate ao tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro.
- As investigações resultaram no cumprimento de 210 mandados judiciais para bloqueio de recursos e 402 mandados de busca e apreensão, culminando na captura de centenas de criminosos, incluindo lideranças estratégicas. Entre os detidos, destaca-se a prisão de um líder de facção em São Paulo com atuação no sudoeste baiano, além da captura de dois líderes do Comando Vermelho na Bolívia, demonstrando a atuação transfronteiriça da FICCO/BA em colaboração com a Interpol. A Bahia foi pioneira no Nordeste ao adotar essa força-tarefa, uma estratégia crucial no enfrentamento ao crime organizado.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
As facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) sofreram um prejuízo estimado em R$ 102 milhões após ações da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Bahia (FICCO/BA). O balanço considera operações realizadas entre agosto de 2023, quando a força-tarefa foi implantada no estado, e maio de 2026.Coordenada pela Polícia Federal, a FICCO reúne forças de segurança estaduais, federais e a polícia penal em ações voltadas ao combate ao tráfico de drogas, tráfico de armas e lavagem de dinheiro. Segundo a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), o bloqueio dos recursos ocorreu a partir do cumprimento de 210 mandados judiciais relacionados à descapitalização das organizações criminosas.No período, foram executados 402 mandados de busca e apreensão em operações conduzidas pela própria força-tarefa e em ações integradas com outros órgãos de segurança. As investigações também resultaram na captura de centenas de criminosos, incluindo lideranças consideradas estratégicas do PCC e do CV.Entre as prisões de destaque está a captura, em maio deste ano, de um líder de facção com atuação no sudoeste baiano, localizado na capital paulista durante uma operação conjunta das forças de segurança da Bahia e de São Paulo.A atuação da FICCO também ultrapassou fronteiras. A Bolívia aparece como um dos principais destinos utilizados por integrantes de facções para tentar escapar da Justiça brasileira. Em uma ação internacional, dois líderes do Comando Vermelho da Bahia foram presos no país vizinho após troca de informações entre a FICCO e a Interpol.A Bahia foi o primeiro estado do Nordeste a implantar a força-tarefa, considerada uma das principais estratégias nacionais de enfrentamento ao crime organizado e ao poder financeiro das facções.
Governo Lula critica decisão dos EUA sobre PCC e CV e vê risco à soberania brasileira
Planalto afirma que medida pode prejudicar cooperação policial, economia do país e até o funcionamento do PIX; nota oficial critica articulação da família Bolsonaro após encontro com Trump
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O governo federal criticou integrantes da família de Jair Bolsonaro após os EUA classificarem o PCC e o CV como organizações terroristas. Em nota, o governo acusou aliados do ex-presidente de tentarem estimular interferência estrangeira no Brasil.
- A nota do Planalto também afirma que o governo brasileiro mantém parceria com os EUA no combate ao crime organizado e rejeita medidas arbitrárias.
Foto: Reprodução
O governo federal criticou nesta sexta-feira (29) integrantes da família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após os Estados Unidos anunciarem que vão classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Em nota divulgada pelo Palácio do Planalto, o governo afirmou que o Brasil já atua no combate às facções criminosas e acusou aliados do ex-presidente de tentarem estimular interferência estrangeira em assuntos internos do país. “É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país”, diz o comunicado. O texto também afirma que o terrorismo praticado por facções criminosas não deve ser confundido com ações de motivação ideológica, política ou religiosa ligadas ao terrorismo internacional. “A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros”, acrescenta a nota. Cooperação internacional: O governo brasileiro ressaltou que mantém parceria com diversos países no combate ao crime organizado, incluindo os Estados Unidos. Segundo o Planalto, em abril deste ano o Brasil apresentou ao Departamento de Estado americano uma proposta de cooperação focada em inteligência, lavagem de dinheiro e tráfico internacional de armas. A nota afirma ainda que o país continuará aberto à colaboração internacional, mas rejeita medidas consideradas arbitrárias. “Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia”, afirmou o governo. O Planalto também citou possíveis impactos econômicos e operacionais caso medidas sejam adotadas sem negociação prévia com o Brasil. “Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.” Encontro nos Estados Unidos: Na terça-feira (26), o senador Flávio Bolsonaro esteve na Casa Branca para reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Após o encontro, o parlamentar afirmou ter pedido ao governo americano que classificasse o PCC e o CV como organizações terroristas. Flávio também se reuniu com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, responsável pela formalização desse tipo de medida. Pouco depois da divulgação da nota do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou estar “muito triste e decepcionado” com a decisão americana.
EUA anunciam PCC e CV como organizações terroristas estrangeiras
EUA anunciam PCC e CV como organizações terroristas estrangeiras
Medida anunciada pelo Departamento de Estado entra em vigor em 5 de junho e pode ampliar sanções financeiras e mecanismos de cooperação internacional contra as organizações criminosas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O governo dos Estados Unidos anunciou a classificação das facções criminosas brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como Organizações Terroristas Estrangeiras, medida que deve entrar em vigor a partir de 5 de junho. Isso ocorre em meio a preocupações do governo brasileiro sobre possíveis impactos diplomáticos e econômicos. A classificação deve fortalecer a cooperação internacional para combater o crime organizado e bloquear recursos ligados ao narcotráfico.
- A medida reforça a estratégia do governo do presidente Donald Trump de enfrentar organizações criminosas transnacionais na América Latina, tratando grupos ligados ao narcotráfico sob uma abordagem semelhante à adotada contra organizações terroristas.
Foto: Divulgação
O governo dos Estados Unidos anunciou que irá classificar as facções criminosas brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como Organizações Terroristas Estrangeiras. A medida foi confirmada pelo secretário de Estado, Marco Rubio, e deve entrar em vigor a partir de 5 de junho.Segundo o Departamento de Estado, as duas facções estão entre as organizações criminosas mais violentas do Brasil e possuem atuação que ultrapassa as fronteiras nacionais, alcançando outros países da América Latina e os próprios Estados Unidos.Além da futura classificação como organizações terroristas estrangeiras, PCC e CV já foram incluídos na categoria de “Terroristas Globais Especialmente Designados”, mecanismo que permite ao governo norte-americano ampliar restrições financeiras e ações de combate às redes ligadas aos grupos criminosos.A decisão ocorre em meio a preocupações do governo brasileiro sobre possíveis impactos diplomáticos e econômicos. Integrantes do Palácio do Planalto vinham manifestando receio de que a medida pudesse abrir espaço para sanções mais amplas ou interpretações relacionadas à soberania nacional.Especialistas avaliam que a principal consequência prática da classificação deve ocorrer no campo financeiro, com maior monitoramento de transações, bloqueio de ativos e fortalecimento da cooperação internacional para rastrear recursos ligados ao crime organizado.O anúncio reforça a estratégia do governo do presidente Donald Trump de ampliar o enfrentamento a organizações criminosas transnacionais na América Latina, tratando grupos ligados ao narcotráfico sob uma abordagem semelhante à adotada contra organizações terroristas.
Magistrado é investigado após soltar líder criminoso
Magistrado é investigado após soltar líder criminoso
Magistrado autorizou prisão domiciliar de suspeito de chefiar organização criminosa durante plantão judicial em 2024.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu um processo administrativo disciplinar contra o desembargador aposentado Jefferson Alves de Assis, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). A decisão unânime investiga o magistrado por suspeita de favorecimento indevido, após ele ter concedido prisão domiciliar a um indivíduo apontado como líder de uma organização criminosa no estado, em uma medida considerada irregular pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell.
- Segundo o CNJ, Jefferson Assis autorizou a prisão domiciliar durante um plantão judicial em dezembro de 2024, alegando problemas cardíacos do detento, mesmo após o pedido já ter sido apreciado anteriormente. O corregedor destacou que o caso fugiu à normalidade das medidas urgentes de plantão e citou a apreensão de um celular restaurado no gabinete do desembargador. Apesar de não terem sido encontradas movimentações financeiras suspeitas, o CNJ entende haver elementos para a continuidade da investigação, com o habeas corpus já revogado e o magistrado tendo sido afastado e posteriormente aposentado compulsoriamente.
Foto: Reprodução
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu abrir um processo administrativo disciplinar contra o desembargador aposentado Jefferson Alves de Assis, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). O magistrado é investigado por suspeita de favorecimento indevido após conceder prisão domiciliar a um homem apontado como chefe de uma organização criminosa no estado. A decisão foi tomada por unanimidade durante sessão realizada nesta terça-feira (26). O corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, afirmou que há indícios de irregularidades na atuação do magistrado durante o plantão judicial de dezembro de 2024. Segundo o CNJ, Jefferson Assis autorizou a prisão domiciliar de Cézar Paulo de Morais Ribeiro, alegando risco à saúde do detento, que teria problemas cardíacos. Para a corregedoria, no entanto, o caso não deveria ter sido analisado em regime de plantão, já que o pedido havia sido apreciado anteriormente por outro magistrado. Durante o julgamento, Mauro Campbell destacou que o plantão judicial deve tratar apenas de medidas urgentes e afirmou que a decisão “fugiu à normalidade”. O corregedor também citou a apreensão de um telefone celular que teria sido restaurado para as configurações de fábrica na noite em que a polícia realizou buscas no gabinete do desembargador. Apesar de não terem sido encontradas movimentações financeiras suspeitas, o CNJ entende que ainda existem elementos que justificam a continuidade da investigação. O habeas corpus concedido ao suspeito foi posteriormente revogado, com a expedição de um novo mandado de prisão. Jefferson Assis acabou afastado das funções ainda em 2024 e, depois, foi aposentado compulsoriamente ao completar 75 anos.
STF nega habeas corpus a acusado de chacina contra família cigana na Bahia
STF nega habeas corpus a acusado de chacina contra família cigana na Bahia
Segundo a investigação, crimes ocorreram após disputa entre famílias ciganas no interior baiano; defesa alegou ilegalidade nas provas e violência policial.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Diego Barreto da Silva, acusado de participação em uma chacina que resultou na morte de seis pessoas, incluindo uma gestante e uma criança de uma família cigana, na cidade de Jequié, Bahia. A decisão, proferida pela ministra Cármen Lúcia, relatora do processo, afirmou não haver indícios suficientes de ilegalidade na investigação ou ausência de provas que justificassem a liberação do réu.
- Diego Barreto é identificado como integrante do "Baralho do Crime" da polícia baiana e é réu em outro processo de homicídio. A defesa alegava que a apuração foi construída com provas ilegais, como denúncias anônimas e depoimentos manipulados, além de acusar violência policial e preconceito contra a comunidade cigana. No entanto, a ministra destacou que a investigação já havia sido validada pelo Superior Tribunal de Justiça e reuniu um robusto conjunto de provas, incluindo imagens de câmeras, interceptações telefônicas e laudos periciais, tornando inviável uma discussão aprofundada dos elementos probatórios em sede de habeas corpus.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
O Supremo Tribunal Federal (STF) negou o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Diego Barreto da Silva, acusado de participação em uma chacina que deixou seis mortos no interior da Bahia. Entre as vítimas estavam uma gestante e uma criança, integrantes de uma família cigana atacada na cidade de Jequié, no sudoeste do estado. A decisão foi assinada pela ministra Cármen Lúcia, relatora do processo. Segundo a magistrada, não há elementos suficientes para reconhecer ilegalidade na investigação ou ausência de provas contra o acusado. Diego é apontado pelas autoridades como integrante do chamado Baralho do Crime, ferramenta da polícia baiana que divulga os criminosos mais procurados do estado. Ele também responde por um homicídio ocorrido dias antes da chacina, em Rafael Jambeiro, às margens da BR-116. A defesa sustentou que a investigação teria sido construída com provas ilegais, baseadas em denúncias anônimas e depoimentos supostamente manipulados. Os advogados também alegaram violência policial durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, além de preconceito contra integrantes da comunidade cigana. Ao analisar o caso, a ministra destacou que o Superior Tribunal de Justiça já havia validado a investigação. Conforme os autos, a apuração reuniu imagens de câmeras de segurança, interceptações telefônicas, laudos periciais e depoimentos de testemunhas e colaboradores. Cármen Lúcia afirmou que o conjunto de provas apresentado pela acusação vai além dos elementos questionados pela defesa e considerou inviável discutir aprofundamento probatório em habeas corpus. Diego foi preso em setembro de 2025, no município de Feliz Deserto, em Alagoas, após tentar fugir de uma blitz policial usando documento falso, segundo a Polícia Civil.
Bahia registra alta de 147% na captura de foragidos através da tecnologia
Bahia registra alta de 147% na captura de foragidos através da tecnologia
Segundo a SSP-BA, mais de 12 mil foragidos foram localizados em 2025 com apoio de tecnologia e integração policial.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Bahia passou a integrar os três estados brasileiros com maior número de cumprimentos de mandados de prisão, devido ao uso de inteligência policial e ao Sistema de Reconhecimento Facial. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, o número de foragidos capturados aumentou 147% entre 2022 e 2025, com 12.394 prisões registradas em 2025.
- O secretário Marcelo Werner atribuiu isso ao fortalecimento do policiamento orientado pela inteligência e ao investimento em novas tecnologias, como o Reconhecimento Facial. Além disso, a integração entre as forças de segurança estaduais e federais permitiu a localização de criminosos em outros estados e até fora do país.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Secretaria da Segurança Pública da Bahia informou que a Bahia passou a integrar o grupo dos três estados brasileiros com maior número de cumprimentos de mandados de prisão, impulsionada pelo uso de inteligência policial e pela ampliação do Sistema de Reconhecimento Facial. Segundo dados divulgados pela pasta, entre 2022 e 2025 houve aumento de 147% na localização e captura de foragidos da Justiça pelas forças estaduais de segurança. Em números absolutos, a polícia baiana capturou 5.004 foragidos em 2022. Já em 2025, esse número subiu para 12.394 pessoas com mandados de prisão em aberto. O secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner, atribuiu o crescimento ao fortalecimento do policiamento orientado pela inteligência e ao investimento em novas tecnologias. “Investir na doutrina do Policiamento Orientado pela Inteligência e também em novas tecnologias, a exemplo do Reconhecimento Facial, amplia a capacidade de atuação das forças policiais”, afirmou. Werner também destacou a integração entre as forças de segurança estaduais e federais no combate ao crime organizado. Segundo ele, operações conjuntas permitiram a localização de criminosos em outros estados e até fora do país. De acordo com o secretário, somente em 2026 seis líderes de facções criminosas foram capturados na Bolívia durante ações integradas de inteligência policial.
Flávio Dino nega pedido de soltura de Deolane Bezerra
Flávio Dino nega pedido de soltura de Deolane Bezerra
Influenciadora é investigada por suposta lavagem de dinheiro ligada ao Primeiro Comando da Capital; decisão foi publicada neste domingo (24).
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido de soltura da influenciadora digital Deolane Bezerra, presa preventivamente na Operação Vérnix, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A decisão, divulgada neste domingo (24), afirmou que o STF não é a instância adequada para analisar o habeas corpus de primeira instância, além de não identificar ilegalidade evidente que justificasse a concessão da liberdade.
- Deolane Bezerra foi detida na última quinta-feira (21) em Alphaville, Barueri, sob suspeita de receber recursos de uma transportadora ligada ao PCC e atuar na ocultação de valores do grupo criminoso. Ela já havia sido presa anteriormente em 2024 por investigação similar em Pernambuco e é conhecida por sua influência digital e pela notoriedade após a morte do funkeiro MC Kevin em 2021.
Foto: Reuters/Leco Viana
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, negou o pedido de soltura da influenciadora digital Deolane Bezerra, presa preventivamente durante a Operação Vérnix, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A decisão foi assinada no sábado (23) e divulgada neste domingo (24). Na sentença, o ministro afirmou que o STF não é a instância adequada para analisar o pedido de habeas corpus, já que a prisão foi decretada por decisão de primeira instância. Segundo Dino, a defesa da influenciadora deveria utilizar os meios processuais cabíveis antes de recorrer ao Supremo. O ministro também afirmou que, mesmo se o STF pudesse analisar o mérito do pedido neste momento, não identificou ilegalidade evidente que justificasse a concessão da liberdade. Deolane Bezerra foi presa na última quinta-feira (21) em uma mansão localizada em Alphaville, região de condomínios de luxo em Barueri. De acordo com as investigações, ela seria suspeita de receber recursos provenientes de uma transportadora ligada ao PCC e atuar na ocultação de valores do grupo criminoso. Após a prisão, a influenciadora foi transferida da Penitenciária Feminina de Santana, na capital paulista, para a unidade prisional de Tupi Paulista, no interior do estado. A influenciadora já havia sido presa anteriormente, em 2024, durante outra investigação sobre lavagem de dinheiro e jogos ilegais conduzida pela Polícia Civil de Pernambuco, em Recife. Conhecida nas redes sociais, Deolane acumula milhões de seguidores e ganhou notoriedade nacional após a morte do funkeiro MC Kevin, em 2021, no Rio de Janeiro.
PMs são investigados por sumiço de dois jovens em Teixeira de Freitas
PMs são investigados por sumiço de dois jovens em Teixeira de Freitas
Investigações apontam que vítimas foram abordadas por viatura da PM antes de desaparecerem; armas, celulares e notebook foram apreendidos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Quatro policiais militares foram presos em Teixeira de Freitas, na Bahia, durante a Operação Disclosure, que investiga o desaparecimento dos jovens João Vítor e Fabrício. As investigações apuram possíveis crimes de homicídio qualificado ou sequestro e cárcere privado.
- A operação foi realizada pelo Ministério Público da Bahia, pela Secretaria da Segurança Pública da Bahia e pela Polícia Militar da Bahia. Foram apreendidos armas de fogo, munições, notebook e aparelhos celulares. A motocicleta dos jovens foi encontrada abandonada às margens da BR-101, na Estrada de Vila Maria.
Foto: Divulgação | Policia Civil
Quatro policiais militares foram presos nesta quarta-feira (20) durante a Operação Disclosure, deflagrada em Teixeira de Freitas, no extremo sul da Bahia. A ação conjunta investiga o desaparecimento dos jovens João Vítor Gomes dos Santos e Fabrício Lima da Silva, ocorrido em 9 de novembro de 2025. A operação foi realizada pelo Ministério Público da Bahia, pela Secretaria da Segurança Pública da Bahia e pela Polícia Militar da Bahia. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos armas de fogo, munições, notebook e aparelhos celulares. As ordens de prisão temporária e de busca e apreensão foram executadas por equipes dos Grupos de Atuação Especial Operacional de Segurança Pública (Geosp) e de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), além da Força Correcional Especial Integrada (Force) e da Corregedoria-Geral da Polícia Militar. Segundo as investigações, os policiais seriam suspeitos de envolvimento no desaparecimento dos dois jovens. O inquérito apura possíveis crimes de homicídio qualificado ou, alternativamente, sequestro e cárcere privado. De acordo com o MPBA, a investigação contou com quebra de sigilos telefônico e telemático. Imagens de câmeras de segurança mostram que João Vítor e Fabrício saíram juntos em uma motocicleta alugada por volta das 19h do dia do desaparecimento. Ainda segundo a apuração, às 22h26 os jovens foram abordados por uma viatura da Polícia Militar e colocados no compartimento traseiro do veículo. Essa teria sido a última vez em que as vítimas foram vistas com vida. Dados de geolocalização indicam que a motocicleta permaneceu entre 22h35 e 1h13 em um galpão abandonado próximo à Avenida São Paulo. O local também teria registrado a presença de viaturas utilizadas pelos investigados. Posteriormente, a moto foi encontrada abandonada às margens da BR-101, na Estrada de Vila Maria. As investigações seguem em andamento para localizar os jovens e esclarecer o caso.
Operação erradica 200 mil pés de maconha na Chapada Diamantina
Operação erradica 200 mil pés de maconha na Chapada Diamantina
Operação da Polícia Civil destruiu cerca de 200 mil pés de maconha em área rural do interior da Bahia; prejuízo ao crime organizado é estimado em R$ 45 milhões.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta terça-feira (12), a terceira fase da Operação Raízes Ocultas, erradicando cerca de 200 mil pés de maconha. A plantação, que ocupava aproximadamente quatro hectares, foi localizada em uma área rural entre os municípios de Barra do Mendes e Brotas de Macaúbas, no interior do estado. Suspeitos presentes no local fugiram por uma região de mata fechada, e até o momento, ninguém foi preso, mas as diligências continuam para identificar e localizar os responsáveis.
- A operação foi coordenada pela 5ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (5ª DTE/Irecê) e o Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc). Segundo o delegado Diego Raphael Nogueira Rodrigues da Costa, a destruição da plantação representa um duro golpe financeiro contra o tráfico de drogas na região, com um prejuízo estimado ao crime organizado em aproximadamente R$ 45 milhões, enfraquecendo grupos criminosos e contribuindo para a redução da criminalidade.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta terça-feira (12), a terceira fase da Operação Raízes Ocultas e erradicou cerca de 200 mil pés de maconha em uma área rural localizada entre os municípios de Barra do Mendes e Brotas de Macaúbas, no interior do estado. Segundo a polícia, a plantação ocupava aproximadamente quatro hectares. Durante a chegada das equipes ao local, suspeitos que estavam na área fugiram por uma região de mata fechada. Até o momento, ninguém foi preso. As diligências continuam na tentativa de identificar e localizar os responsáveis pelo cultivo da droga. A operação foi realizada por equipes da 5ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (5ª DTE/Irecê), vinculada ao Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), com apoio da 14ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Irecê), por meio do Grupo de Apoio Técnico e Tático do Interior (Gatti/Chapada). De acordo com o delegado Diego Raphael Nogueira Rodrigues da Costa, titular da 5ª DTE/Irecê, a destruição da plantação representa um duro golpe financeiro contra o tráfico de drogas na região. “A destruição da plantação impede que uma grande quantidade desse entorpecente seja distribuída, enfraquecendo financeiramente grupos criminosos e contribuindo para a redução da criminalidade associada ao tráfico”, afirmou o delegado. Ainda conforme a Polícia Civil, o prejuízo estimado ao crime organizado é de aproximadamente R$ 45 milhões.
MP e Polícia Civil da Bahia criam grupo para rastrear bens do crime organizado
MP e Polícia Civil da Bahia criam grupo para rastrear bens do crime organizado
Força‑tarefa vai atuar na identificação e bloqueio de patrimônio ligado a facções
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia e a Polícia Civil formaram um grupo para rastrear e recuperar bens ligados ao crime organizado. A iniciativa busca atingir financeiramente facções envolvidas em tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, ampliando as investigações no estado.
- O grupo, chamado GTI/RA, reúne promotores e delegados especializados em investigação patrimonial e vai atuar em um momento em que órgãos de segurança priorizam ações voltadas ao bloqueio de patrimônio ilícito.
Foto: Divulgação | Policia Civil
O Ministério Público da Bahia e a Polícia Civil passaram a atuar juntos em um grupo criado para rastrear e recuperar bens ligados ao crime organizado. A iniciativa, formalizada na última quinta‑feira (30), busca atingir financeiramente facções envolvidas em tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, ampliando o alcance das investigações no estado. A criação do núcleo ocorre em um momento em que órgãos de segurança têm priorizado ações voltadas ao bloqueio de patrimônio ilícito, considerado um dos caminhos mais eficazes para reduzir a capacidade de atuação das organizações criminosas. A proposta é intensificar o rastreamento de contas bancárias, imóveis, veículos e outros ativos que possam ter sido adquiridos com recursos ilegais. O grupo, batizado de GTI/RA, reúne promotores e delegados especializados em investigação patrimonial. A avaliação das instituições é que o impacto financeiro tende a ser mais duradouro do que operações focadas apenas em prisões e apreensões pontuais. Apesar da atuação conjunta, o núcleo não vai atuar em casos de sonegação fiscal e crimes tributários, que continuam sob responsabilidade de outro comitê interinstitucional já existente na Bahia. As ações do grupo serão acompanhadas pelas instituições envolvidas.
Mortes violentas caem e atingem menor nível histórico na Bahia
Mortes violentas caem e atingem menor nível histórico na Bahia
Foram 256 casos em abril; no acumulado do ano, crimes contra a vida caíram 23% em relação a 2025
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Bahia registrou o menor número de mortes violentas em 14 anos, com 256 casos em abril. Entre janeiro e abril de 2026, as forças de segurança apontam uma redução de 23% nos crimes contra a vida no estado, com 1.119 casos em 2026 e 1.449 no mesmo período de 2025. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, a queda é resultado de ações integradas entre forças estaduais, federais e municipais, além do reforço no efetivo e investimentos na área.
- A tendência de redução da violência letal é observada nos últimos três anos, com o governo estadual ampliando o número de profissionais de segurança e investindo em estrutura, equipamentos e capacitação.
Foto: Polícia Civil da Bahia
A Bahia registrou, em abril, o menor número de mortes violentas dos últimos 14 anos, segundo dados da Polícia Civil. Foram contabilizados 256 casos no período, considerando homicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. No acumulado entre janeiro e abril de 2026, as forças de segurança apontam uma redução de 23% nos crimes contra a vida no estado. Em números absolutos, foram registrados 1.119 casos neste ano, contra 1.449 no mesmo período de 2025. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, a queda é resultado de ações integradas entre forças estaduais, federais e municipais, além do reforço no efetivo e investimentos na área. Nos últimos três anos, o governo estadual ampliou o número de profissionais de segurança e investiu em estrutura, equipamentos e capacitação. Os dados indicam uma tendência de redução da violência letal, embora o estado ainda registre centenas de ocorrências ao longo do ano.
Homem é preso por tráfico e posse ilegal de arma em Paramirim
Homem é preso por tráfico e posse ilegal de arma em Paramirim
Ação da CIPE/Sudoeste apreendeu drogas e revólver calibre 32
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Homem é preso por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo em Paramirim, na Bahia. Ele foi abordado pela Polícia Militar durante uma ação de rondas e tentou descartar sacolas com porções de drogas. Após a abordagem, os policiais encontraram uma quantidade maior de entorpecentes e um revólver calibre 32.
- O suspeito foi levado para a Delegacia Territorial de Paramirim e o caso será investigado pela Polícia Civil.
Foto: Divulgação | Cipe/Sudoeste
Um homem foi preso por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo durante uma ação da CIPE/Sudoeste nesta terça‑feira (5), em Paramirim, no sudoeste da Bahia. De acordo com a Polícia Militar, a equipe fazia rondas quando viu o suspeito em uma motocicleta. Ao perceber a aproximação da viatura, ele tentou descartar uma sacola, o que motivou a abordagem. Na verificação, os policiais encontraram porções de drogas. Questionado, o homem indicou outro local onde havia mais material escondido. No ponto informado, a guarnição apreendeu uma quantidade maior de entorpecentes e um revólver calibre 32, municiado. O suspeito foi levado para a Delegacia Territorial de Paramirim, junto com a motocicleta e todo o material apreendido. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Bahia aumenta em 50% apreensão de armas e figura entre os que mais retiram armamento das ruas
Estado apreendeu 7.633 armas em 2025, com destaque para 138 fuzis retirados de circulação
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Foto: Polícia Civil da Bahia
A Secretaria da Segurança Pública da Bahia informou que o estado registrou aumento de 50% no número de armas de fogo apreendidas entre 2022 e 2025, passando a figurar entre os três que mais retiraram armamentos de circulação no país. Segundo o levantamento, foram apreendidas 7.633 armas em 2025, contra 5.097 em 2022. Entre os armamentos, chama atenção o número de fuzis: 138 unidades recolhidas no último ano, considerado recorde.De acordo com o secretário da pasta, Marcelo Werner, o resultado está ligado ao reforço no efetivo e à ampliação das ações de inteligência. Nos últimos anos, o estado contou com a incorporação de 9.500 profissionais, entre policiais, peritos e bombeiros. Ainda segundo o gestor, a estratégia de policiamento orientado por inteligência e a atuação integrada com forças federais contribuíram para intensificar o combate ao crime organizado.A secretaria afirma que a retirada de armas das ruas também impactou indicadores de violência. O estado registra três anos consecutivos de redução nas mortes violentas, entre 2023 e 2025. A política de segurança, segundo o governo, deve seguir baseada em integração entre forças, uso de inteligência e novos investimentos no setor.
BC anuncia novas regras de segurança para combater o crime organizado no sistema financeiro
Medidas estabelecem limite para transações via TED e Pix e exigem que instituições de pagamento e empresas de tecnologia se adequem a novas normas de capital e governança.
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FOTO: REPRODUÇÃO
O Banco Central (BC) implementou, na última sexta-feira (5), uma série de novas regulamentações para enfrentar o avanço do crime organizado no sistema financeiro, em resposta a recentes ataques a instituições bancárias. A principal alteração é o estabelecimento de um teto de R$ 15 mil para operações via TED e Pix realizadas por instituições de pagamento não autorizadas e suas parceiras tecnológicas. Esse limite poderá ser revertido apenas se as empresas demonstrarem a existência de sistemas robustos de segurança, com um prazo de 90 dias para a devida adequação. Além disso, o BC antecipou para maio de 2025 o prazo final para que essas instituições solicitem a autorização para operar, proibindo qualquer funcionamento sem a devida permissão. As empresas que tiverem o pedido de autorização recusado terão 30 dias para encerrar suas atividades. As empresas de tecnologia que prestam serviços ao setor financeiro (as chamadas PSTIs) também serão impactadas. Elas agora precisarão comprovar um capital mínimo de R$ 15 milhões e seguir critérios de governança mais rígidos. O prazo para a adequação a essas novas exigências é de quatro meses, sob pena de descredenciamento.






















