Casos de SRAG por Influenza A param de crescer na Bahia
Boletim indica interrupção do crescimento, mas alerta para baixa vacinação e risco ainda elevado.28 Abr 2026 / 05h22

Por: Matheus Simoni
Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A farmacêutica norte-americana Pfizer informou que não irá solicitar o uso emergencial de sua vacina contra a Covid-19, a BNT162, desenvolvida em conjunto com a BioNTech, no Brasil. A empresa emitiu um comunicado ontem (28) e afirmou ter se reunido no dia 14 de dezembro com representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para esclarecer as dúvidas sobre o processo, mas que encontrou obstáculos criados pelo protocolo da própria agência —o chamado Guia de Submissão para Uso Emergencial. O comunicado da Pfizer foi divulgado em resposta ao presidente Jair Bolsonaro, que cobrou dos fabricantes de vacinas contra Covid-19 que apresentem os pedidos de registro dos imunizantes à Anvisa. “As condições estabelecidas pela agência requerem análises específicas para o Brasil, o que leva mais tempo de preparação”, explicou a Pfizer. A vacina da Pfizer/BioNTech foi o primeiro imunizante contra o coronavírus utilizado no mundo, com primeira dose aplicada no Reino Unido, em 8 de dezembro iniciou seu plano de imunização. Estados Unidos e Canadá começaram a aplicar o medicamento logo depois, seguidos do México, Chile e Costa Rica. Já a Argentina anunciou que começará a imunizar sua população nesta terça-feira (29), com o imunizante russo Sputinik V.
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