Fiocruz conclui produção nacional de remédio contra o HIV para o SUS
Fiocruz conclui produção nacional de remédio contra o HIV para o SUS
Medicamento poderá ser distribuído ao SUS após autorização da Anvisa
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu a transferência de tecnologia para a produção nacional do dolutegravir, principal antirretroviral utilizado no tratamento do HIV no Brasil. O medicamento é usado atualmente por mais de 770 mil pessoas que vivem com o vírus no país, e a Fiocruz investiu na modernização da fábrica e na qualificação de profissionais para a fabricação do remédio.
- A autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é necessária para o início do fornecimento do medicamento produzido integralmente no Brasil. Com a conclusão dessa etapa, três lotes do dolutegravir já foram fabricados e aprovados nos testes de validação, prontos para serem distribuídos à rede pública de saúde.
Foto: Divulgação | Agência de Notícias da Aids
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu o processo de transferência de tecnologia para a produção nacional do dolutegravir, principal antirretroviral utilizado no tratamento do HIV no Brasil. O medicamento, fornecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é usado atualmente por mais de 770 mil pessoas que vivem com o vírus no país. O acordo firmado em 2020 entre a Fiocruz, por meio de Farmanguinhos, e a farmacêutica ViiV Healthcare, empresa da biofarmacêutica GSK, permitiu a nacionalização gradual da fabricação do remédio. Para isso, o instituto investiu na modernização da fábrica, aquisição de equipamentos, qualificação de profissionais e adequação técnica e regulatória. Com a conclusão dessa etapa, o início do fornecimento do medicamento produzido integralmente no Brasil depende apenas da autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Três lotes do dolutegravir já foram fabricados e aprovados nos testes de validação e estão prontos para serem distribuídos à rede pública de saúde. Desde 2022, Farmanguinhos já realiza a distribuição ao SUS de versões do medicamento produzidas pela GSK, tendo fornecido mais de 739 milhões de cápsulas. Em 2025, o instituto também passou a ser responsável pelo controle de qualidade laboratorial do antirretroviral. A parceria ainda prevê uma nova etapa: a produção nacional da combinação de dolutegravir com lamivudina, outro medicamento utilizado no tratamento do HIV e disponibilizado pelo SUS. A expectativa é que essa fabricação tenha início no próximo ano. Recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o dolutegravir é considerado um dos tratamentos mais eficazes contra o HIV por impedir a multiplicação do vírus, reduzir a carga viral a níveis indetectáveis, fortalecer o sistema imunológico e apresentar poucos efeitos colaterais.
Compra de respiradores leva TCE a recomendar reprovação de contas
Compra de respiradores leva TCE a recomendar reprovação de contas
Relatório técnico cita falhas na aquisição de respiradores e pagamento antecipado de R$ 48,7 milhões por equipamentos não entregues.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Consórcio Nordeste, presidido pelo então governador da Bahia e atual ministro da Casa Civil, Rui Costa, teve suas contas referentes ao exercício de 2020 reprovação no Tribunal de Contas do Estado da Bahia. A recomendação foi atribuída à contratação de respiradores pulmonares durante a pandemia da Covid-19.
- A auditoria concluiu que a aquisição dos equipamentos apresentou falhas graves, incluindo o pagamento antecipado de R$ 48,7 milhões a uma empresa que não entregou os equipamentos e não detinha autorização da Anvisa para comercializar equipamentos médicos. Rui Costa e o ex-secretário-executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Gabas, podem ser responsabilizados pelo ressarcimento dos prejuízos aos cofres públicos.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
As contas do Consórcio Nordeste referentes ao exercício de 2020, período em que o colegiado era presidido pelo então governador da Bahia e atual ministro da Casa Civil, Rui Costa, receberam parecer técnico pela reprovação no Tribunal de Contas do Estado da Bahia. A recomendação foi elaborada por auditores da Corte após análise da contratação de respiradores pulmonares durante a pandemia da Covid-19. De acordo com o relatório técnico, a aquisição dos equipamentos apresentou falhas consideradas graves, entre elas o pagamento antecipado de R$ 48,7 milhões à empresa Hempcare Pharma Representações por ventiladores pulmonares que nunca foram entregues ao Consórcio Nordeste. A auditoria também concluiu que a contratação ocorreu sem a verificação adequada da capacidade operacional da empresa. Segundo os auditores, a fornecedora possuía baixo capital social, não detinha autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para comercializar equipamentos médicos e foi contratada mesmo diante de alertas sobre os riscos da operação. Além de Rui Costa, o parecer técnico atribui responsabilidade ao ex-secretário-executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Gabas. Caso a recomendação dos auditores seja confirmada pelos conselheiros do TCE-BA, ambos poderão ser responsabilizados pelo ressarcimento dos prejuízos aos cofres públicos. O processo ainda será submetido ao julgamento do plenário do Tribunal de Contas. Após a deliberação dos conselheiros, caberá à Assembleia Legislativa da Bahia analisar o parecer e decidir pela aprovação ou rejeição definitiva das contas da gestão. Em manifestação apresentada durante a tramitação do processo, Rui Costa argumentou que a contratação ocorreu em um contexto de emergência sanitária, marcado pela escassez mundial de respiradores e pela necessidade de respostas rápidas diante do avanço da pandemia da Covid-19.
Anvisa aprova nova vacina contra a gripe para bebês e adultos
Anvisa aprova nova vacina contra a gripe para bebês e adultos
Imunizante trivalente é indicado para pessoas a partir de seis meses de idade e apresentou eficácia de até 73% em estudos clínicos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro da vacina Fluprevli, um novo imunizante desenvolvido para prevenir a influenza em pessoas a partir dos seis meses de idade. A vacina é trivalente e protege contra cepas dos vírus influenza A e B. Os estudos clínicos demonstraram eficácia de até 73% na prevenção da influenza em adultos e de até 65% em crianças.
Foto: Ministério da Saúde
Anvisa define atualização das vacinas contra Covid-19
Anvisa define atualização das vacinas contra Covid-19
Nova norma estabelece que os imunizantes sejam adaptados às variantes mais recentes do coronavírus e prevê prazo de transição para vacinas já distribuídas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou novas regras para a atualização das vacinas contra a Covid-19 no Brasil. De acordo com a Instrução Normativa, as vacinas deverão ser monovalentes e desenvolvidas para oferecer resposta imunológica contra uma única linhagem predominante do vírus SARS-CoV-2. A norma estabelece que a variante LP.8.1 seja utilizada como antígeno preferencial na formulação das vacinas.
- As vacinas registradas, fabricadas ou distribuídas antes da publicação da nova norma poderão continuar sendo utilizadas por um período de até nove meses. A atualização das vacinas faz parte do processo contínuo de vigilância sanitária e busca garantir que os imunizantes ofereçam maior proteção diante das mudanças no comportamento do vírus.
Foto: Tânia Rêgo | Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou novas regras para a atualização das vacinas contra a Covid-19 no Brasil. A medida foi divulgada nesta quinta-feira (9), no Diário Oficial da União, e tem como objetivo adequar os imunizantes às variantes mais recentes do coronavírus em circulação no país. De acordo com a Instrução Normativa aprovada pela agência, as vacinas deverão ser monovalentes, ou seja, desenvolvidas para oferecer resposta imunológica contra uma única linhagem predominante do vírus SARS-CoV-2. A norma estabelece que a variante LP.8.1 seja utilizada como antígeno preferencial na formulação das vacinas. Também será permitida a utilização de variantes derivadas da cepa JN.1, como XFG e NB.1.8.1, desde que estudos comprovem uma resposta ampla e eficaz na produção de anticorpos neutralizantes. As vacinas registradas, fabricadas ou distribuídas antes da publicação da nova norma poderão continuar sendo utilizadas por um período de até nove meses. Após esse prazo, esses imunizantes deixarão de ser autorizados para uso no país. Segundo a Anvisa, a atualização segue o monitoramento contínuo da evolução do vírus e acompanha recomendações técnicas voltadas à manutenção da eficácia das vacinas diante das novas variantes. A decisão foi aprovada durante a 12ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada da agência. Durante o encontro, técnicos destacaram que registros recentes apontam dezenas de casos de síndrome gripal associados à Covid-19, reforçando a necessidade de manter a vacinação atualizada como estratégia para reduzir complicações e proteger a população. A Anvisa informou que a atualização das vacinas faz parte do processo contínuo de vigilância sanitária e busca garantir que os imunizantes ofereçam maior proteção diante das mudanças no comportamento do vírus. A expectativa é que os fabricantes adequem suas formulações conforme os novos critérios estabelecidos pela agência reguladora.
Operação da Rondesp apreende centenas de medicamentos para emagrecimento e anabolizantes em Guanambi
Entre os produtos apreendidos estão tirzepatida, retatrutida, oxandrolona, dianabol e milhares de seringas para aplicação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma operação da Rondesp Meio Oeste resultou na apreensão de um grande estoque de medicamentos, hormônios, anabolizantes e insumos farmacêuticos sem autorização da Anvisa no município de Guanambi, no sudoeste da Bahia. A ação policial teve início após a abordagem de um casal em atitude suspeita na via pública, o que levou a equipe até uma residência onde eram armazenadas centenas de substâncias voltadas para emagrecimento, reposição hormonal e ganho de desempenho físico.
- Além dos medicamentos de uso restrito e proibidos, os militares apreenderam seringas, agulhas, balança de precisão, embalagens e selos de autenticidade utilizados para a manipulação e comercialização ilegal dos produtos. A proprietária do imóvel foi presa e conduzida à Delegacia Territorial de Guanambi, enquanto o segundo suspeito conseguiu fugir e a Polícia Civil segue investigando a origem e a rede de distribuição dos insumos.
Foto: Divulgação | Polícia Militar - RONDESP
Uma operação da Companhia Independente de Policiamento Tático do Meio Oeste (Rondesp Meio Oeste) resultou na apreensão de um grande estoque de medicamentos, hormônios, peptídeos, anabolizantes e insumos farmacêuticos sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), na tarde de quarta-feira (8), no bairro Brasília, em Guanambi, no sudoeste da Bahia. Segundo a Polícia Militar, a equipe realizava patrulhamento tático quando flagrou um homem recebendo uma sacola de uma mulher em via pública. Ao perceberem a aproximação da viatura, os dois demonstraram comportamento suspeito, o que motivou a abordagem. Durante a revista, os policiais encontraram ampolas de medicamentos utilizados para emagrecimento. Questionada, a mulher informou que havia uma quantidade maior dos produtos em sua residência e autorizou a entrada da equipe no imóvel. No local, os militares encontraram centenas de medicamentos e produtos utilizados para emagrecimento, reposição hormonal, manipulação farmacêutica e aumento de desempenho físico. Também foram apreendidos peptídeos, hormônios e anabolizantes como tirzepatida, retatrutida, oxandrolona, dianabol, oximetolona, primobolan, masteron, turinabol, tesamorelina, ipamorelina, GHK-CU, CJC-1295, GHRP-2, BPC-157, TB500, PT-141, Selank, Semax, MOST-C, Glow, IGF-1 LR3, NAD+ e DHEA, além de produtos como Dysport, lisdexanfetamina, suplementos alimentares e diversas canetas injetáveis. A polícia também apreendeu 68 caixas de seringas para insulina, três caixas de agulhas para canetas de aplicação, frascos de diluente bacteriostático, uma balança de precisão, embalagens, selos de autenticidade, ácido acético glacial e um spray de pimenta, materiais que seriam utilizados na manipulação, fracionamento e comercialização dos produtos. Enquanto os policiais realizavam as buscas na residência, o homem abordado conseguiu fugir e não foi localizado. A proprietária do imóvel foi conduzida à Delegacia Territorial de Guanambi, juntamente com todo o material apreendido. A Polícia Civil investigará a origem dos medicamentos e a suspeita de armazenamento e comercialização irregular de produtos sem autorização da Anvisa.
Lotes de antibióticos e soro são suspensos pela Anvisa
Lotes de antibióticos e soro são suspensos pela Anvisa
Medida atinge lotes de dois antibióticos e de um soro fisiológico após identificação de problemas que podem comprometer a segurança dos pacientes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento e a suspensão da comercialização de três lotes de medicamentos injetáveis em todo o país. A decisão, publicada no Diário Oficial da União, foi tomada após a identificação de graves problemas de qualidade que podem representar riscos significativos à saúde dos pacientes. Os produtos afetados incluem um lote do antibiótico Polycid, um de Fosfato de Clindamicina e outro de Solução Fisiológica da Equiplex.
- As irregularidades variam desde a presença de fragmento de vidro em um frasco de Polycid até alterações na coloração, partículas estranhas e formação de precipitados no Fosfato de Clindamicina, além de não conformidade nas normas de fabricação da Solução Fisiológica Equiplex. Com a medida, hospitais, clínicas e farmácias devem interromper imediatamente o uso e seguir os procedimentos de recolhimento. Especialistas alertam que a utilização de medicamentos injetáveis com tais desvios de qualidade pode causar reações adversas graves, como infecções e inflamações na corrente sanguínea.
Foto: Reprodução
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento e a suspensão da comercialização de três lotes de medicamentos injetáveis após identificar problemas de qualidade que podem representar riscos à saúde dos pacientes. A decisão foi publicada nesta quinta-feira (18) no Diário Oficial da União. A medida atinge um lote do antibiótico Polycid, fabricado pela União Química, um lote de Fosfato de Clindamicina, produzido pela Hypofarma, e um lote de solução fisiológica da Equiplex. No caso do Polycid, o recolhimento foi iniciado pela própria fabricante após a identificação de um fragmento de vidro dentro de um frasco-ampola lacrado. A determinação vale para o lote 2519879 do medicamento, utilizado em aplicações injetáveis. Já o lote 24101854 do Fosfato de Clindamicina 150 mg/ml foi suspenso após a constatação de irregularidades como alteração na coloração da solução, presença de partículas estranhas e formação de precipitados em ampolas fechadas. Segundo a Anvisa, essas características indicam desvios de qualidade incompatíveis com os padrões exigidos para medicamentos injetáveis. A agência também determinou o recolhimento do lote 2513588 da Solução Fisiológica de Cloreto de Sódio Equiplex 9 mg/ml. Embora a resolução não detalhe a falha encontrada, o órgão informou que houve confirmação de não conformidade com as normas de fabricação. Com a decisão, fica proibida a comercialização, distribuição e utilização dos lotes afetados em todo o país. Hospitais, clínicas, farmácias e demais estabelecimentos de saúde devem interromper imediatamente o uso dos produtos e seguir os procedimentos de recolhimento definidos pelos fabricantes. Especialistas alertam que medicamentos injetáveis com partículas, contaminação ou alterações físicas podem provocar reações adversas graves, incluindo infecções, inflamações e outras complicações decorrentes da introdução de materiais estranhos diretamente na corrente sanguínea dos pacientes.
Anvisa cria grupo para avaliar segurança de vacina contra dengue do Butantan
Anvisa cria grupo para avaliar segurança de vacina contra dengue do Butantan
Colegiado irá analisar eventos adversos e revisar perfil de risco e benefício do imunizante
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária instituiu um grupo de trabalho para avaliar a segurança da vacina contra a dengue Butantan-DV. O colegiado será composto por representantes da Anvisa e especialistas externos e terá a missão de analisar dados clínicos e informações complementares para consolidar dados necessários para a revisão do perfil de risco e benefício da vacina.
- O grupo de trabalho terá duração indeterminada e permanecerá em atividade enquanto houver necessidade de acompanhamento da segurança do imunizante. As conclusões do colegiado servirão de base para futuras decisões da Diretoria Colegiada da agência sobre a vacina.
Foto: Walterson Rosa/MS
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária instituiu nesta terça-feira (16) um grupo de trabalho para aprofundar a avaliação da segurança da vacina contra a dengue Butantan-DV. De acordo com a Portaria nº 715/2026, o colegiado terá a missão de coordenar e dar suporte técnico a um painel de especialistas responsável por analisar dados clínicos relacionados a eventos adversos registrados após a aplicação do imunizante. O grupo também ficará encarregado de avaliar informações complementares apresentadas pelo Instituto Butantan e consolidar dados necessários para a revisão do perfil de risco e benefício da vacina, dentro das ações de farmacovigilância conduzidas pela agência. A equipe será composta por representantes de áreas técnicas da Anvisa ligadas a produtos biológicos, farmacovigilância, monitoramento de produtos e inspeção sanitária. O Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, poderá participar das atividades como convidado. O painel consultivo contará com especialistas externos selecionados com base em qualificação técnica, experiência profissional e ausência de conflitos de interesse. A participação será voluntária e sem remuneração. Segundo a Anvisa, as conclusões do grupo de trabalho servirão de base para futuras decisões da Diretoria Colegiada da agência sobre a vacina. O colegiado terá duração indeterminada e permanecerá em atividade enquanto houver necessidade de acompanhamento da segurança do imunizante.
Caneta para diabetes produzida no Brasil começa a ser vendida por R$ 452
Caneta para diabetes produzida no Brasil começa a ser vendida por R$ 452
Caneta injetável à base de semaglutida foi aprovada pela Anvisa e será distribuída em todo o país até julho.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A farmacêutica EMS iniciou a distribuição do Ozivy, um novo medicamento injetável à base de semaglutida, destinado ao tratamento de adultos com diabetes tipo 2. O produto, que estará disponível em todo o território nacional até julho, marca a primeira semaglutida produzida no Brasil por síntese química a receber aprovação da Anvisa, que o classificou como um produto novo, diferenciado de genéricos e similares.
- Disponível inicialmente em duas versões de caneta multidose – para início e manutenção do tratamento – o Ozivy terá uma terceira apresentação em julho, com preços sugeridos a partir de R$ 452. O lançamento do medicamento amplia a oferta de terapias com semaglutida no mercado brasileiro, substância reconhecida por sua eficácia no controle da glicemia e no manejo da diabetes tipo 2.
Foto: Reprodução
A farmacêutica EMS iniciou nesta segunda-feira (15) a distribuição do Ozivy, medicamento injetável à base de semaglutida indicado para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2. O produto começa a chegar às principais redes de farmácias das capitais brasileiras e deve alcançar todo o território nacional até julho. Segundo a empresa, o Ozivy é a primeira semaglutida produzida no Brasil por meio de síntese química a receber aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para comercialização. O órgão regulador classificou o medicamento como um produto novo, sem enquadramento nas categorias de genérico, similar ou biossimilar. Nesta fase inicial de lançamento, o medicamento está disponível em duas versões. A primeira é uma caneta multidose destinada ao início do tratamento. A segunda é uma caneta de manutenção com dose de 1 mg, voltada para pacientes que já avançaram nas etapas iniciais da terapia. A EMS informou ainda que uma terceira apresentação, contendo duas canetas de 1 mg, deverá ser disponibilizada ao mercado a partir do mês de julho. Os preços sugeridos ao consumidor começam em R$ 452 para a versão utilizada no início do tratamento. Já a caneta de manutenção com dose de 1 mg tem preço inicial de R$ 498. A chegada do Ozivy amplia a oferta de medicamentos à base de semaglutida no mercado brasileiro. A substância é utilizada no controle da diabetes tipo 2 e tem ganhado destaque nos últimos anos devido à sua eficácia no controle da glicemia e no acompanhamento de pacientes com a doença.
Anvisa mantém suspensão de lotes específicos da Ypê
Anvisa mantém suspensão de lotes específicos da Ypê
Decisão atinge lotes específicos de desinfetantes, detergentes e lava-roupas líquidos fabricados antes das datas consideradas seguras pela agência.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve a suspensão da comercialização, distribuição e uso de lotes específicos de produtos da Ypê. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e abrange desinfetantes, detergentes lava-louças e lava-roupas líquidos. Os produtos afetados incluem desinfetantes, detergentes lava-louças e lava-roupas líquidos de diferentes marcas. A suspensão vale para lotes específicos com identificação na embalagem, cuja venda foi proibida após inspeção sanitária que identificou problemas na fabricação.
- A agência reguladora informou que os testes realizados apontaram conformidade nos desinfetantes e detergentes produzidos após março de 2026 e, no caso dos lava-roupas, nos itens fabricados entre abril e o início de maio deste ano. Consumidores devem verificar a identificação na embalagem e seguir as orientações divulgadas pelos órgãos de vigilância sanitária.
Foto: Divulgação
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve a suspensão da comercialização, distribuição e uso de lotes específicos de produtos da Ypê. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (15) no Diário Oficial da União e abrange desinfetantes, detergentes lava-louças e lava-roupas líquidos. Segundo a Anvisa, a medida foi adotada após uma inspeção sanitária realizada entre os dias 27 e 30 de abril de 2026 identificar o descumprimento de requisitos previstos na regulamentação do setor. Entre os produtos afetados estão os desinfetantes Bak Ypê e Pinho Ypê, além de detergentes lava-louças de diferentes versões e linhas. Também foram incluídos na restrição os lava-roupas líquidos das marcas Tixan Ypê e Ypê. A suspensão vale para todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de março de 2026, no caso dos desinfetantes e detergentes. Para os lava-roupas líquidos, a restrição atinge os lotes com final 1 produzidos antes de 1º de abril de 2026. De acordo com a agência reguladora, análises apresentadas pela fabricante demonstraram resultados satisfatórios para os produtos fabricados após essas datas. Por esse motivo, a medida foi mantida apenas para os lotes mais antigos. A Anvisa informou ainda que os testes realizados apontaram conformidade nos desinfetantes e detergentes produzidos entre março de 2026 e, no caso dos lava-roupas, nos itens fabricados entre abril e o início de maio deste ano. Consumidores que possuam produtos pertencentes aos lotes suspensos devem verificar a identificação na embalagem e seguir as orientações divulgadas pelos órgãos de vigilância sanitária.
Anvisa autoriza volta das atividades da fábrica da Ypê
Anvisa autoriza volta das atividades da fábrica da Ypê
Empresa corrigiu parte das irregularidades apontadas pela fiscalização, mas alguns lotes de produtos seguem proibidos para venda e uso.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta sexta-feira (29) a retomada das atividades da fábrica da Ypê, localizada em Amparo (SP). A decisão foi tomada após uma nova inspeção que constatou a adoção de medidas corretivas para parte das falhas sanitárias identificadas anteriormente. Com a liberação, a fabricante Química Amparo está apta a reiniciar imediatamente a produção de produtos como detergentes líquidos, lava-roupas e desinfetantes, que poderão ser comercializados normalmente se fabricados a partir de 1º de abril de 2026.
- Apesar da retomada geral, a Anvisa mantém a suspensão de lotes específicos de detergentes, sabões líquidos para roupas e desinfetantes (lotes terminados em “1” e fabricados até 31 de março deste ano), que devem permanecer armazenados aguardando novos laudos. A suspensão original da fábrica ocorreu após a identificação de 76 irregularidades sanitárias e risco de contaminação microbiológica, incluindo a bactéria Pseudomonas aeruginosa. A agência reguladora informou que continuará monitorando a empresa para assegurar o cumprimento permanente das exigências sanitárias.
Foto: Reprodução
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta sexta-feira (29) a retomada das atividades da fábrica da Ypê, localizada em Amparo, no interior de São Paulo. A decisão foi tomada após uma nova inspeção constatar que a empresa adotou medidas para corrigir parte das falhas sanitárias identificadas anteriormente. Com a liberação, a fabricante Química Amparo está autorizada a retomar imediatamente a produção de seus produtos. A avaliação foi realizada em conjunto por equipes da Anvisa, da Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo, do Grupo de Vigilância Sanitária de Campinas e da Vigilância Sanitária de Amparo. Segundo a agência reguladora, a empresa apresentou um plano para atender 76 exigências sanitárias apontadas durante uma fiscalização realizada em abril. Entre as adequações cobradas estavam melhorias nos processos de fabricação, controle de qualidade, rastreabilidade dos produtos e monitoramento de riscos. A Anvisa informou que produtos fabricados a partir de 1º de abril de 2026, incluindo detergentes líquidos, lava-roupas e desinfetantes, poderão voltar a ser comercializados normalmente. Apesar da retomada da produção, parte dos produtos da marca continua suspensa. A restrição permanece para detergentes, sabões líquidos para roupas e desinfetantes com lotes terminados em “1”, fabricados até 31 de março deste ano. Esses produtos deverão permanecer armazenados até a apresentação de novos laudos laboratoriais aprovados pelo órgão. A suspensão da fábrica ocorreu após a identificação de 76 irregularidades sanitárias e do risco de contaminação microbiológica em produtos fabricados na unidade. O caso ganhou repercussão após registros anteriores envolvendo a bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos principalmente para pessoas com baixa imunidade. Mesmo com a liberação, a Anvisa informou que continuará monitorando a empresa para garantir o cumprimento permanente das medidas corretivas exigidas.
Anvisa aprova Ozivy, novo concorrente nacional do Ozempic
Anvisa aprova Ozivy, novo concorrente nacional do Ozempic
Novo medicamento será usado no tratamento do diabetes tipo 2 e poderá ampliar concorrência em canetas injetáveis.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Anvisa aprovou o registro do Ozivy, um novo medicamento desenvolvido pelo laboratório EMS que utiliza o mesmo princípio ativo do Ozempic. O produto foi classificado como um medicamento novo e não como genérico, pois a legislação brasileira não prevê medicamentos genéricos para produtos biológicos. O Ozivy será utilizado por adultos com diabetes mellitus tipo 2 insuficientemente controlado e poderá ser utilizado isoladamente ou em combinação com outros medicamentos.
- A autorização do Ozivy ocorre após o vencimento da patente do medicamento original no Brasil. O laboratório ainda aguarda a definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) antes de iniciar a comercialização nas farmácias.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
A Anvisa aprovou o registro do Ozivy, novo medicamento desenvolvido pelo laboratório EMS que utiliza o mesmo princípio ativo do Ozempic. A autorização ocorre após o vencimento da patente do medicamento original no Brasil, registrado em março deste ano. Segundo a agência reguladora, o pedido de registro foi apresentado ainda em 2023 e passou por análises técnicas para comprovação de eficácia, segurança e qualidade. O Ozivy foi classificado como um medicamento novo, e não como genérico. Isso ocorre porque a legislação brasileira não prevê medicamentos genéricos para produtos biológicos. A nova caneta é considerada um análogo sintético de um medicamento biológico já existente. De acordo com a Anvisa, o produto poderá ser utilizado por adultos com diabetes mellitus tipo 2 insuficientemente controlado, associado à prática de exercícios físicos e dieta alimentar. O uso poderá ocorrer isoladamente ou em combinação com outros medicamentos para diabetes. A aplicação será semanal, por meio de canetas preenchidas com solução injetável. Diferente do Ozempic, o Ozivy precisará permanecer refrigerado entre 2°C e 8°C durante todo o tratamento. O laboratório ainda aguarda a definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) antes de iniciar a comercialização nas farmácias. Além do Ozivy, a Anvisa informou que analisa outros oito pedidos de medicamentos nacionais que utilizam o mesmo princípio ativo do Ozempic. Segundo o órgão, alguns processos já estão em estágio avançado e os produtos poderão chegar ao mercado nos próximos meses, caso cumpram todas as exigências regulatórias. A expectativa é de que a entrada de novas alternativas nacionais aumente a concorrência e possa reduzir os preços dos medicamentos usados tanto no tratamento do diabetes tipo 2 quanto por pessoas que buscam emagrecimento.
Anvisa suspende medicamentos da Hypofarma e Cimed
Anvisa suspende medicamentos da Hypofarma e Cimed
Medida envolve medicamentos da Hypofarma e Cimed, além da proibição de fitoterápicos sem autorização sanitária.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização e uso de medicamentos fabricados pelos laboratórios Hypofarma e Cimed devido a problemas em lotes específicos. Além disso, a Anvisa também proibiu a fabricação, venda, distribuição, propaganda e uso de diversos fitoterápicos sem registro ou autorização sanitária.
- A medida atinge produtos da marca Status Verde e outros fitoterápicos, que não possuem registro, notificação ou cadastro sanitário exigidos pela legislação brasileira.
Foto: Reprodução
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da comercialização, distribuição e uso de medicamentos fabricados pelos laboratórios Hypofarma e Cimed após identificação de problemas em lotes específicos dos produtos. No caso da Hypofarma, a medida atinge o medicamento Fosfato Dissódico de Dexametasona 4 mg/ml solução injetável, utilizado como corticoide anti-inflamatório. Segundo a empresa, o lote 25091566 foi recolhido voluntariamente após registro de escurecimento da solução durante a diluição com determinados medicamentos. Já a Cimed informou o recolhimento voluntário do lote 2424299 dos medicamentos Atorvastatina Cálcica 40 mg e Rosuvastatina 20 mg, utilizados no controle do colesterol. De acordo com a fabricante, houve suspeita de mistura de embalagens, com cartuchos de Rosuvastatina identificados em unidades do lote de Atorvastatina. A Anvisa determinou a suspensão imediata da comercialização e uso dos produtos ligados ao lote. Além dos medicamentos industrializados, a agência sanitária também proibiu a fabricação, venda, distribuição, propaganda e uso de diversos fitoterápicos sem registro ou autorização sanitária. Entre os produtos proibidos estão Composto Cura Tudo, Composto Anti-álcool, Garrafada Cura Tudo, Ki Sinusite/Rinite, Composto Saúde do Homem, Composto Tira Fumo, Composto para Diabetes, Composto Taradão, Composto para Psoríase e Garrafada do Seu Geraldo. A medida também inclui todos os lotes de produtos da marca Status Verde, como Composto Anti-Diabetes, Valeriana Composta, Erva Baleeria e 7 Magnésios. Segundo a Anvisa, os produtos não possuem registro, notificação ou cadastro sanitário exigidos pela legislação brasileira.
Infecção grave e alta mortalidade: o que a bactéria encontrada em produtos Ypê pode causar
Anvisa proibiu fabricação e determinou recolhimento de 24 itens após identificar contaminação
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Anvisa suspendeu a fabricação e determinou o recolhimento de 24 produtos da marca Ypê devido à presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa. A decisão foi tomada após uma avaliação técnica que identificou risco sanitário associado à presença da bactéria. A Ypê contestou a decisão e afirmou que os produtos são seguros, mas a Anvisa orienta que o uso dos produtos recolhidos seja interrompido.
Foto: Divulgação
A decisão da Anvisa de suspender a fabricação e determinar o recolhimento de 24 produtos da marca Ypê reacendeu o alerta sobre os riscos da Pseudomonas aeruginosa, bactéria associada a infecções graves e alta taxa de mortalidade, especialmente entre pessoas com o sistema imunológico comprometido. A Pseudomonas é considerada uma ameaça crescente à saúde pública por causa da resistência a antibióticos. O microrganismo pode provocar infecções no sangue, nos pulmões e no trato urinário, além de se espalhar com facilidade em ambientes úmidos, como hospitais. Em 2025, o Ministério da Saúde já havia emitido um alerta sobre o aumento da resistência da bactéria a medicamentos no país. A Anvisa determinou o recolhimento de detergentes, sabões líquidos para roupas e desinfetantes da Ypê com numeração final 1, fabricados pela Química Amparo, em Amparo (SP). A medida também suspende a fabricação, a comercialização, a distribuição e o uso dos produtos. A decisão foi tomada após uma avaliação técnica realizada em conjunto com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo e a Vigilância Sanitária de Amparo. A inspeção identificou risco sanitário associado à presença da bactéria. Em nota enviada ao G1, a Ypê contestou a decisão e afirmou que os produtos são seguros. A empresa disse possuir laudos independentes que atestam a qualidade dos itens e declarou confiar na reversão da medida após apresentar informações adicionais à Anvisa. A companhia reforçou que mantém diálogo com as autoridades sanitárias e que está à disposição para prestar esclarecimentos aos consumidores. A Anvisa orienta que o uso dos produtos recolhidos seja interrompido.
Anvisa suspende venda de produtos da marca Ypê em todo o país
Anvisa suspende venda de produtos da marca Ypê em todo o país
Medida atinge detergentes, sabões líquidos e desinfetantes com lotes terminados em 1
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quinta-feira (7) a suspensão da venda e o recolhimento de diversos produtos da marca Ypê, como detergentes lava-louças, sabões líquidos para roupas e desinfetantes. A medida abrange todos os lotes com numeração final 1, fabricados pela Química Amparo em Amparo (SP), após uma avaliação de risco sanitário identificar falhas críticas nos sistemas de garantia e controle de qualidade na produção, indicando risco de contaminação microbiológica com patógenos.
- A decisão da Anvisa também proíbe a fabricação, distribuição e uso dos itens afetados. A agência orienta os consumidores que possuam os lotes listados na Resolução 1.834/2026 a suspenderem imediatamente o uso e contatarem o Serviço de Atendimento ao Consumidor da empresa para informações sobre o recolhimento. As vigilâncias sanitárias estaduais e municipais devem intensificar o monitoramento para garantir que os produtos afetados sejam retirados de circulação.
Foto: Reprodução
A Anvisa determinou nesta quinta‑feira (7) a suspensão da venda e o recolhimento de produtos da marca Ypê, incluindo detergentes lava‑louças, sabões líquidos para roupas e desinfetantes. A medida vale para todos os lotes com numeração final 1, fabricados pela empresa Química Amparo, em Amparo (SP). A decisão também proíbe a fabricação, distribuição e uso dos itens. Segundo a agência, a medida foi adotada após uma avaliação de risco sanitário realizada em conjunto com o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo e a Vigilância Sanitária de Amparo. Durante a inspeção, foram identificadas falhas em etapas críticas da produção, como problemas nos sistemas de garantia e controle de qualidade. As irregularidades indicam risco de contaminação microbiológica, com possibilidade de presença de microrganismos patogênicos. A Anvisa orienta que consumidores que possuam lotes listados na Resolução 1.834/2026 suspendam imediatamente o uso e entrem em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor da empresa para informações sobre o recolhimento. As vigilâncias sanitárias estaduais e municipais devem intensificar o monitoramento para impedir a circulação dos produtos afetados.
Medicamento para doença rara do coração é aprovado no Brasil
Medicamento para doença rara do coração é aprovado no Brasil
Beyonttra é indicado para cardiomiopatia amiloide associada à transtirretina, condição grave e progressiva
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de um novo medicamento, chamado Beyonttra, indicado para o tratamento de cardiomiopatia amiloide associada à transtirretina (ATTR). O medicamento atua estabilizando a proteína transtirretina, reduzindo o risco de complicações cardiovasculares. Um estudo clínico de fase 3 mostrou que pacientes que utilizaram o medicamento tiveram 77,2% mais chance de apresentar benefício clínico.
- A Autorização permite a comercialização do produto no Brasil, seguindo as indicações aprovadas em bula, o que vai ajudar pacientes com a doença rara. O medicamento é destinado a pacientes com cardiomiopatia amiloide associada à transtirretina (ATTR), tanto na forma hereditária quanto na forma selvagem.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (5), o registro de um novo medicamento indicado para o tratamento de uma doença cardíaca rara e progressiva. O remédio, chamado Beyonttra (cloridrato de acoramidis), é destinado a pacientes com cardiomiopatia amiloide associada à transtirretina (ATTR), tanto na forma hereditária quanto na forma selvagem. A doença é considerada rara, multissistêmica e potencialmente fatal. Ela ocorre quando a proteína transtirretina, produzida no fígado, se deposita de forma anormal no músculo do coração, formando fibrilas amiloides. Esse acúmulo provoca rigidez no miocárdio e pode evoluir para insuficiência cardíaca. De acordo com a Anvisa, o medicamento atua estabilizando a proteína transtirretina, o que ajuda a reduzir o risco de complicações cardiovasculares. Os dados que embasaram a aprovação incluem um estudo clínico de fase 3, no qual o tratamento demonstrou maior eficácia em comparação ao placebo. Segundo os resultados, pacientes que utilizaram o medicamento tiveram 77,2% mais chance de apresentar benefício clínico. A autorização permite a comercialização do produto no Brasil, seguindo as indicações aprovadas em bula.
Remédios sem autorização são apreendidos na BR-116 em Vitória da Conquista
Remédios sem autorização são apreendidos na BR-116 em Vitória da Conquista
Substâncias sem liberação da Anvisa estavam em ônibus interestadual
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Foto: Polícia Rodoviária Federal Bahia
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu medicamentos de uso proibido e sem documentação durante fiscalização na BR-116, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. A abordagem ocorreu na tarde de quarta-feira (22), no km 830, em um ônibus interestadual que fazia a linha entre São Paulo e Garanhuns.Durante a inspeção de encomendas, os agentes encontraram 36 seringas de retatrutida, substância ainda em fase experimental e sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso no país. Também foram localizados frascos de tirzepatida, conhecida comercialmente como Mounjaro, sem comprovação de origem ou autorização para transporte.O material foi apreendido e encaminhado à Receita Federal em Vitória da Conquista. Segundo a PRF, a ação faz parte de operações de combate ao transporte irregular de produtos nas rodovias federais.
Anvisa autoriza uso do Mounjaro para adolescentes com diabetes tipo 2
Anvisa autoriza uso do Mounjaro para adolescentes com diabetes tipo 2
Medida ocorre em meio ao aumento de casos na população jovem; estudos indicam melhora no controle glicêmico
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou o uso do medicamento Mounjaro para o tratamento de diabetes tipo 2 em pacientes com idade entre 10 e 17 anos.A decisão amplia a indicação do fármaco, que até então era destinado apenas a adultos, e ocorre em meio ao aumento de diagnósticos da doença entre adolescentes.O medicamento atua no controle dos níveis de glicose no sangue e também contribui para a redução do peso corporal, fatores considerados centrais no tratamento do diabetes tipo 2.Dados clínicos, como os do estudo SURPASS-PEDS, publicados pela revista científica The Lancet, indicam melhora significativa no controle glicêmico e no índice de massa corporal em poucas semanas de uso.Especialistas apontam que o avanço do sobrepeso e da obesidade entre jovens tem relação direta com o crescimento dos casos. A Sociedade Brasileira de Diabetes reforça a importância do acompanhamento médico no tratamento.Os efeitos adversos mais comuns relatados são gastrointestinais, como náusea e diarreia, geralmente considerados leves e transitórios. Estudos também indicam manutenção dos benefícios ao longo do tempo.
Anvisa quer endurecer regras para manipulação de medicamentos de GLP-1
Anvisa quer endurecer regras para manipulação de medicamentos de GLP-1
Medida prevê regras técnicas para produção e controle de qualidade; agência também intensifica combate ao mercado ilegal
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve analisar, no próximo dia 29, uma proposta de instrução normativa que estabelece regras para a manipulação de medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP-1, conhecidos como canetas emagrecedoras. A medida integra um plano de ação anunciado pela agência neste mês, que reúne iniciativas regulatórias e de fiscalização voltadas ao controle desse tipo de produto.A proposta prevê a definição de critérios técnicos para importação, qualificação de fornecedores e realização de testes de controle de qualidade, além de regras para armazenamento e transporte de insumos farmacêuticos ativos. Medicamentos como os que utilizam semaglutida, tirzepatida e liraglutida ganharam popularidade recente, o que, segundo a agência, ampliou o mercado ilegal. Atualmente, a venda desses produtos exige receita médica retida. Anvisa afirma que tem intensificado ações para coibir a comercialização irregular, incluindo versões manipuladas sem autorização. FISCALIZAÇÃO E MEDIDAs: Nesta semana, a agência instituiu dois grupos de trabalho para apoiar o controle sanitário e ampliar a segurança no uso desses medicamentos. Um dos grupos reúne representantes do Conselho Federal de Farmácia, Conselho Federal de Medicina e Conselho Federal de Odontologia.O outro será responsável por acompanhar a execução das ações e propor ajustes regulatórios. Também foi firmada uma carta de intenção entre a Anvisa e os conselhos profissionais para promover o uso racional e seguro dos medicamentos.PRODUTOS IRREGULARES: Na quarta-feira (15), a Anvisa determinou a apreensão dos produtos Gluconex e Tirzedral, comercializados como canetas emagrecedoras sem registro no país.Segundo o órgão, os itens não possuem autorização e não há garantia de qualidade ou composição, o que representa risco à saúde. CONTRABANDO: Na segunda-feira (13), uma ação da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro interceptou, em Duque de Caxias, um ônibus vindo do Paraguai com medicamentos ilegais. Dois suspeitos foram presos em flagrante com anabolizantes e cerca de mil frascos de canetas emagrecedoras contendo tirzepatida.
Anvisa proíbe canetas emagrecedoras vendidas na internet
Anvisa proíbe canetas emagrecedoras vendidas na internet
Venda, fabricação, importação e uso de produtos sem registro foram totalmente proibidos pela agência.
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, nesta quarta-feira (21), a comercialização, fabricação, distribuição, importação, divulgação e o uso de medicamentos à base de tirzepatida das marcas Synedica e TG, além de produtos que contenham retatrutida, de todas as marcas e lotes.Os itens são conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras do Paraguai” e vinham sendo comercializados, principalmente, por meio de redes sociais, como o Instagram.De acordo com a Anvisa, os produtos são fabricados por empresas desconhecidas e não possuem qualquer tipo de registro, notificação ou cadastro junto ao órgão regulador, o que torna a comercialização irregular em todo o território nacional.Em nota, a agência alertou que, por se tratarem de medicamentos de origem incerta, não há garantia sobre a composição, qualidade, eficácia ou segurança. Por esse motivo, a Anvisa afirmou que os produtos não devem ser utilizados “em nenhuma hipótese”.“A ausência de controle sanitário impede qualquer confirmação sobre o que, de fato, está sendo aplicado no organismo do consumidor”, destacou o órgão no comunicado.A resolução que determina a proibição foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira e já está em vigor. O descumprimento da medida pode gerar sanções administrativas, incluindo multas e apreensão dos produtos, além de responsabilização civil e criminal dos envolvidos.A Anvisa reforça que medicamentos só devem ser adquiridos em estabelecimentos regularizados e com prescrição médica, quando exigida, e orienta a população a denunciar a venda de produtos irregulares pelos canais oficiais do órgão.
Anvisa aprova lenacapavir como nova estratégia de PrEP no país e com quase 100% de eficácia
Remédio depende agora da definição de preço e de avaliação para possível incorporação ao SUS.
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (12) o registro do lenacapavir para uso como profilaxia pré-exposição (PrEP), com a finalidade de diminuir o risco de infecção pelo HIV-1 por transmissão sexual no Brasil. A indicação é voltada a adultos e adolescentes a partir de 12 anos, com peso mínimo de 35 quilos, que apresentem risco de exposição ao vírus. Antes do início do tratamento, é obrigatória a realização de teste com resultado negativo para HIV-1.Apesar da autorização sanitária, o medicamento ainda não pode ser comercializado. A liberação depende da definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). A eventual oferta pelo Sistema Único de Saúde (SUS) será analisada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e pelo Ministério da Saúde. O lenacapavir atua em diferentes etapas do ciclo de vida do HIV-1, inibindo a função do capsídeo viral e impedindo a replicação do vírus. Com isso, o agente infeccioso perde a capacidade de sustentar a transcrição reversa, processo essencial para a infecção das células humanas.O medicamento possui duas apresentações: uma injeção subcutânea aplicada a cada seis meses e um comprimido oral utilizado no início do esquema terapêutico. A proposta é reduzir a dependência do uso diário de medicamentos, ampliando a adesão ao tratamento preventivo. Segundo a farmacêutica Gilead Sciences Brasil, o registro também contempla o uso do lenacapavir no tratamento de pacientes multiexperimentados (HTE), que vivem com HIV-1 e apresentam resistência a múltiplas classes de antirretrovirais.A PrEP é considerada uma das principais estratégias de prevenção ao HIV. Ela consiste no uso de antirretrovirais por pessoas não infectadas, mas em situação de maior vulnerabilidade, com comprovada redução do risco de transmissão do vírus. No Brasil, a PrEP está disponível gratuitamente pelo SUS desde 2018, na forma de comprimido diário, com a combinação de tenofovir disoproxil e emtricitabina. Embora eficaz, o modelo exige adesão contínua e acompanhamento periódico em unidades de saúde.O lenacapavir já recebeu aprovação da Food and Drug Administration (FDA), nos Estados Unidos, tanto para uso como PrEP injetável semestral quanto para tratamento de pacientes HTE. Na União Europeia, foi autorizado sob o nome comercial Yeytuo, e outros países seguem com processos regulatórios em andamento. Em julho de 2025, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a recomendar o lenacapavir como alternativa adicional para a PrEP, classificando-o como a opção mais promissora depois de uma vacina contra o HIV.A PrEP integra a chamada prevenção combinada, que reúne diferentes estratégias de controle da infecção, como testagem regular para HIV, uso de preservativos, tratamento antirretroviral para pessoas vivendo com o vírus, profilaxia pós-exposição (PEP) e cuidados específicos no acompanhamento de gestantes soropositivas. Com o aval da Anvisa, o lenacapavir passa a compor o conjunto de tecnologias disponíveis no país para o enfrentamento do HIV, ampliando as possibilidades de prevenção e fortalecendo as políticas públicas de controle da infecção.Ensaios clínicos apresentados à agência reguladora indicaram 100% de eficácia na redução da incidência de HIV-1 entre mulheres cisgênero. Os estudos também apontaram redução de 96% em comparação à incidência de base e desempenho 89% superior ao da PrEP oral diária.
Anvisa libera medicamento para fase inicial do Alzheimer
Anvisa libera medicamento para fase inicial do Alzheimer
Leqembi é indicado para pacientes com demência leve e atua na redução de placas no cérebro.
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso do medicamento Leqembi para o tratamento de pacientes diagnosticados na fase inicial da doença de Alzheimer. A autorização foi publicada no Diário Oficial da União no dia 22 do mês passado. O remédio tem como princípio ativo o anticorpo monoclonal lecanemabe e é indicado para retardar o declínio cognitivo em pessoas que já apresentam demência leve associada à doença. O produto é administrado por infusão intravenosa após diluição.De acordo com o registro da Anvisa, o lecanemabe atua reduzindo o acúmulo de placas beta-amiloides no cérebro, uma das principais características patológicas do Alzheimer. Essas placas estão associadas à progressão da doença e à perda das funções cognitivas. A eficácia clínica do medicamento foi avaliada em um estudo principal que envolveu 1.795 pacientes com Alzheimer em estágio inicial, todos com presença comprovada de placas beta-amiloides. Os participantes receberam o Leqembi ou placebo ao longo do período de análise.Segundo a Anvisa, a principal medida de eficácia foi a evolução dos sintomas após 18 meses de tratamento, avaliada por meio da escala CDR-SB (Clinical Dementia Rating – Sum of Boxes), utilizada para medir a gravidade da demência e o impacto do comprometimento cognitivo na rotina do paciente. Os resultados indicaram que, em um subgrupo de 1.521 participantes, os pacientes tratados com o novo medicamento apresentaram progressão mais lenta da doença, com aumento menor na pontuação da escala CDR-SB em comparação aos que receberam placebo.
Anvisa suspende lotes do detergente Ypê por risco de contaminação
Anvisa suspende lotes do detergente Ypê por risco de contaminação
Empresa afirmou que já iniciou o recolhimento dos lotes defeituosos
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- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ordenou o recolhimento de lotes dos detergentes Ypê após a fabricante ter identificado, em análise, um "potencial risco de contaminação microbiológica". A resolução foi publicada na edição de terça-feira (7) do Diário Oficial da União. A Química Amparo, fabricante do produto, afirmou em nota que identificou mudanças no odor tradicional do produto de limpeza, sem potencial risco à saúde dos consumidores e que o recolhimento dos lotes dos detergentes contaminados já foram iniciados. A resolução Anvisa também determinou a suspensão de todas unidades produzidas de julho a dezembro de 2022, que tenham o lote com final 1 e 3. As linhas de detergentes afetadas foram as de limão, maçã, neutro, capim limão, coco e clear care. Confira os lotes afetados: Versão Ypê Clear Care - 172051, 179054, 184054, 185054, 186054, 228054, 233011, 234011, 235011, 236011, 242054, 253011, 255011, 267051, 269051, 270051, 278011, 279011, 280011, 281011, 282011, 283011, 302051, 303051, 304051, 314011, 315011, 316011 e 318011. Versão Ypê Coco - 029016, 030016, 036016, 038016, 057016, 058016, 148051, 149051, 151051, 212044, 213051, 215051, 216051, 217051, 218051, 219051, 220051, 221051, 228054, 232051, 233051, 236051, 238051, 243044, 248051, 249051, 256051, 257051, 258051, 272051, 273051, 274051, 275051, 276051, 277051, 284051, 286051, 288051, 289051, 290051, 291051, 298051, 299051, 300051, 301051, 317016, 331051, 333051, 33405, 031016, 188031, 225081, 226081, 227081, 239081, 270031, 281031, 282031, 283031, 295031, 323016, 324016, 327031, 328031, 329031 e 330031. Versão Ypê Capim Limão - 225031, 226031, 242081, 314031, 323081, 325081, 060016, 173081, 174081, 175081, 176081, 177081, 178081, 223011, 224011, 239051, 240051, 242051, 271081, 272081, 273081, 299011, 300011, 302011, 303011, 326051, 327051, 336016, 337016, 338016, 346016 e 347016. Versão Ypê Limão - 031016, 040016, 041016, 042016, 043016, 127011, 129011, 130011, 134081, 135081, 136081, 137081, 138081, 148011, 149011, 150011, 218011, 219011, 310011, 311011, 319016, 332016, 339016, 347016, 053016, 054016, 141031, 221081, 222081, 223081, 227081, 228081, 229081, 279081, 280081, 288031, 315031 e 325016. Versão Ypê Maçã - 010016, 011016, 012016, 026016, 028016, 029016, 054016, 131011, 132011, 134011, 142011, 173011, 174011, 187011, 188011, 189011, 193011, 194011, 195011, 200051, 213011, 220011, 221011, 228011, 229011, 230011, 241011, 242011, 248081, 249081, 256011, 257011, 262011, 263011, 264011, 265011, 266011, 278061, 279061, 280061, 281061, 282061, 283051, 292011, 293011, 295011, 311011, 312011, 313011, 313061, 327011, 327016, 328011, 328016, 329011, 330011, 357016, 046016, 047016, 185081, 186081, 191081, 192081, 204101, 223081, 224081, 232081, 234081, 268031, 269031, 309031 e 310031. Versão Ypê Neutro - 019056, 020056, 037056, 038056, 039056, 054056, 055056, 173001, 174001, 186064, 188001, 211001, 212001, 225001, 226001, 228001, 228064, 237001, 239001, 272056, 320001, 321001, 322001, 324056, 325001, 325056, 326001, 326056, 327001, 331056, 336056, 338056, 356056, 236001, 016016, 017016, 024016, 025016, 026016, 038016, 039016, 040016, 172081, 172151, 173151, 174151, 175151, 176151, 177151, 178151, 188151, 207151, 208151, 209151, 210151, 211081, 212081, 225011, 226011, 227011, 228151, 229151, 230151, 232151, 233151, 234051, 234151, 235051.,235151, 236151, 239011, 241151, 279151, 282151, 283151, 317151, 318016, 318151, 321011, 322011, 325151, 326151, 327151, 328151, 333016, 342016, 346016, 349016, 048016, 049016, 050016, 051016, 176031, 177031, 207031, 208031, 227031, 229031, 236031, 237031, 238031, 282081, 316031, 317031, 318031, 319031, 323031, 325031, 326016, 327031, 353016, 355016, 052016, 171031, 173031, 174031, 209031, 230031, 232031, 233031, 234031, 235031, 239031 e 327016.
Venda de álcool líquido em supermercados volta a ser proibido pela Anvisa
Venda de álcool líquido em supermercados volta a ser proibido pela Anvisa
O produto é considerado perigoso por ser altamente inflamável; a versão em gel segue liberada
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- Supermercados e demais estabelecimentos estão proibidos de seguir com a venda de álcool líquido 70% segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O órgão havia liberado a comercialização do produto até o dia 31 de dezembro de 2023, principalmente, devido à pandemia de Covid-19, para diminuir o contágio pelo vírus. Desde dezembro, apenas os estoques permitidos pela RDC Nº 766 estão sendo comercializados pelos estabelecimentos, que deveriam ter sido encerrados desde o sábado (29). A informação foi divulgada pelo blog Samanta Sallum, do jornal Correio Braziliense. Farmácias também não podem oferecer o produto. Apenas a versão em gel estão liberadas, sendo a mais segura de acordo com a Sociedade Brasileira de Queimaduras (SBQ), pois evita que seja derramada muitas quantidades, que podem causar queimaduras no corpo e acidente doméstico, onde as crianças são as principais vítimas.
Anvisa renova autorização de vacinas e medicamentos de uso emergencial
Anvisa renova autorização de vacinas e medicamentos de uso emergencial
Para que sejam fabricados, produtos precisam de registro definitivo
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- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou resolução que permite a utilização de medicamentos e vacinas autorizados para uso emergencial durante a pandemia de covid-19. Em nota, a agência destacou que, com o fim da emergência de saúde pública de importância nacional, a norma que estabelecia regras para concessão e manutenção das autorizações de uso emergencial perdeu a vigência. Comercialização - “Para que medicamentos e vacinas aprovados por meio dessas autorizações ainda possam ser utilizados, a Anvisa publicou a nova norma, permitindo o uso, a distribuição e a comercialização desses produtos, desde que tenham sido fabricados até o último dia 21 de maio”, esclarece a decisão. A nova resolução reconhece que os medicamentos e as vacinas mantêm sua eficácia e segurança e seguem com avaliação positiva na relação benefícios x riscos. Confira a lista abaixo: vacina Comirnaty bivalente BA.1; vacina Comirnaty bivalente BA.4/BA.5; vacina CoronaVac; medicamento Sotrovimabe e Lagevrio (molnupiravir); medicamento Paxlovid (nirmatrelvir + ritonavir). Ainda segundo a Anvisa, para que continuem a ser fabricados após 21 de maio, esses produtos precisam ter seu registro definitivo solicitado pelas empresas. “Até o momento, as vacinas CoronaVac e Comirnaty bivalente BA.4/BA.5, além do medicamento Paxlovid, já possuem pedido de registro em análise”, finalizou a Anvisa.
Anvisa aprova registro de nova vacina contra dengue
Anvisa aprova registro de nova vacina contra dengue
A aplicação é por via subcutânea e dividida em um esquema de duas doses, com intervalo de três meses entre as aplicações
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Uma nova vacina contra a dengue foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O imunizante Qdenga é produzido pela empresa Takeda Pharma e é indicado para população entre 4 e 60 anos. De acordo com a Anvisa, o imunizante é composto por quatro diferentes sorotipos do vírus causador da doença, o que garante uma ampla proteção contra ela. A aplicação é por via subcutânea e dividida em um esquema de duas doses, com intervalo de três meses entre as aplicações. A vacina também foi avaliada e aprovada pela agência sanitária europeia (EMA). No Brasil, a concessão do registro pela Anvisa permite a comercialização do produto no país, desde que mantidas as condições aprovadas. A vacina, no entanto, seguirá sujeita ao monitoramento de eventos adversos por meio de ações de farmacovigilância sob a responsabilidade da própria empresa. Já existe no Brasil uma vacina aprovada contra a doença, a Dengvaxia. Mas ela só pode ser aplicada em quem já teve a doença. No ano passado, o país registrou mais de mil mortes por complicações da dengue.
Anvisa proíbe comercialização de pomadas para trançar e modelar cabelos
Anvisa proíbe comercialização de pomadas para trançar e modelar cabelos
A agência tomou esta decisão após usuários de produtos capilares de diferentes marcas sofrerem com efeitos colaterais
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Como medida de segurança, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização de todas as pomadas para trançar, fixar e modelar cabelos. A decisão foi publicada na edição do Diário Oficial da União desta quinta-feira (9). A Anvisa tomou esta decisão após ficar ciente sobre vários casos de usuários destes produtos que sofreram com diversos efeitos colaterais nos olhos, entre eles: coceira, vermelhidão, inchaço e lacrimejamento intenso. Assim como queda de cabelo, fortes dores de cabeça e até perda temporária da visão. Vale ressaltar que a medida é provisória, para que enquanto esteja vigente, testes sejam realizados nestes produtos para apurar a ligação deles com os sintomas relatados por seus usuários. Além disso, a agência afirmou que as pomadas capilares compradas antes da decisão ter sido anunciada oficialmente pelo Diário Oficial também não devem ser utilizadas pela população.
Anvisa libera comercialização de autotestes de Covid-19
Anvisa libera comercialização de autotestes de Covid-19
Os autotestes liberados são os de antígenos - feitos a partir da coleta do material no fundo da boca e do nariz e busca sinais de anticorpos ativos, gerados pelo corpo após a infecção
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- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou, nesta sexta-feira (28), a venda de autotestes de Covid-19. Para que a comercialização seja iniciada, as empresas interessadas precisam antes pedir o registro junto à Anvisa. Por isso, a medida não tem efeito imediato, cada solicitação será analisada. Os autotestes liberados são os de antígenos - feitos a partir da coleta do material no fundo da boca e do nariz e busca sinais de anticorpos ativos, gerados pelo corpo após a infecção. Os testes RT-PCR é mais preciso e detecta a presença do material genético do coronavírus. O Ministério da Saúde deve incluir as orientações da Anvisa sobre o uso de autotestes no Plano Nacional de Expansão de Testagem para Covid-19 (PNE Teste). A Anvisa também sugeriu que as empresas criem estratégias para que as pessoas que realizem os testes e tenham resultado positivo possam informar os resultados de forma online. A estratégia é evitar uma subnotificação. Além disso, resutados positivos em autoteste não necessariamente confirmam infecção por Covid-19. Assim, é preciso procurar uma unidade de atendimento para realizar a confirmação do diagnóstico, considerou a Anvisa.
Área técnica da Anvisa recomenda o uso da Coronavac em crianças de 6 a 17 anos
Área técnica da Anvisa recomenda o uso da Coronavac em crianças de 6 a 17 anos
O pedido original do Butantan previa que o imunizante poderia ser usada em crianças a partir dos 3 anos de idade
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Foto: Divulgação | Sesab
- A área técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou, nesta quinta-feira (20), que o uso da Coronavac seja feito em crianças de 6 a 17 anos. O pedido original do Butantan previa que o imunizante poderia ser usada em crianças a partir dos 3 anos de idade. Outra recomendação da agência foi de que a vacina não seja aplicada em crianças imunocomprometidas. Com relação à posologia aplicada, seria a mesma dosagem que os adultos recebem e no mesmo período de tempo, com intervalo entre 2 a 4 semanas entre a primeira dose e a segunda. A versão pediátrica da vacina da Pfizer funciona de maneira diferente, com uma posologia menor. A aprovação ou não do imunizante para crianças depende da votação da Diretoria Colegiada do órgão, que ainda está em andamento. Em Salvador, o prefeito Bruno Reis e o secretário municipal de Saúde Leo Prates já deram declarações em que afirmam que, caso aprovada, a Coronavac será a escolha principal para vacinação de crianças contra a Covid-19. Nesta sexta, inclusive, o prefeito voltou a torcer pela aprovação do imunizante.
Para liberar Coronavac em crianças, Anvisa pede informações a Butantan
Para liberar Coronavac em crianças, Anvisa pede informações a Butantan
Atualmente, apenas o imunizante da Pfizer foi autorizado para o público infantil
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- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) solicitou informações complementares para analisar o pedido de uso emergencial da Coronavac no público infantil. A decisão foi tomada nesta terça-feira (21) após reunião com técnicos da Anvisa, representantes do Instituto Butantan e sociedades médicas. De acordo com a análise feita pelos pesquisadores da Anvisa e especialistas, como pediatras e imunologistas, os dados apresentados pelo instituto paulista não são suficientes. Os avaliadores entenderam que o Butantan precisa apresentar dados ''ausentes no processo'' para, depois, avaliar se libera ou não a vacina da Coronavac em crianças e adolescentes. ''A Anvisa vai encaminhar ao Instituto uma série de questionamentos sobre dados que ainda não estão presentes no processo e que impedem a conclusão da análise pela Agência'', informou a agência reguladora em nota. A reunião foi divida em duas etapas. Primeiro os representantes do Instituto apresentaram estudos sobre o imunizante em crianças e passaram a responder aos questionamentos de especialistas presentes no encontro. Na segunda etapa, apenas técnicos da reguladora e representantes de sociedades médicas analisaram as informações prestadas pelo Butantan. ''Na avaliação dos técnicos da Anvisa e dos especialistas externos convidados há lacunas importantes nos dados apresentados pelo Butantan que ainda impedem afirmar de forma científica o grau de imunidade gerado nas crianças e adolescentes.'' O Instituto Butantan divulgou uma nota em que ''agradece as associações médicas'' que estiveram na reunião e informou que ''foram apresentados dados robustos sobre imunogenicidade e segurança do imunizante mostrando, mais uma vez, que há elementos suficientes para autorização''. Por se tratar de vacinas para crianças, a Anvisa incluiu as reuniões com especialistas da área no processo de autorização de imunizantes para esse público. Segundo a agência, a mesma medida foi adotada durante os estudos sobre a vacina da Pfizer, liberada para crianças na semana passada.
Anvisa aprova novo tratamento para HIV
Anvisa aprova novo tratamento para HIV
Medicamento aprovado reúne dois antirretrovirais em uma dose
Por: Kamille Martinho
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- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento para o tratamento do HIV. Trata-se da combinação de duas substâncias – a lamivudina e o dolutegravir sódico – em um único comprimido. Para a agência, a aprovação representa um avanço no tratamento, já que reúne em uma dose diária dois antirretrovirais. “A possibilidade de doses únicas simplifica o tratamento e a adesão de pacientes”, informou, por meio de nota. De acordo com a bula aprovada pela Anvisa, o novo medicamento reduz a quantidade de HIV no organismo, mantendo-a em um nível considerado baixo. Além disso, o remédio promove o aumento da contagem de cédulas CD4, que exercem papel importante na manutenção de um sistema imune saudável, ajudando a combater infecções. Indicação - O novo medicamento será indicado como um regime complemento para o tratamento da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana tipo 1 (HIV-1) em adultos e adolescentes acima de 12 anos pesando pelo menos 40 quilos, sem histórico de tratamento antirretroviral prévio ou em substituição ao regime antirretroviral atual em pessoas com supressão virológica. O registro foi concedido ao laboratório GlaxoSmithKline Brasil Ltda. que, segundo a Anvisa, apresentou estudos de eficácia e segurança com dados que sustentam as indicações autorizadas. A bula aprovada pode ser consultada aqui.























