Comissão quer votar PEC do fim da escala 6x1 até 28 de maio
Relator e presidente resistem a compensações para empresas29 Abr 2026 / 08h00

Além dele, 26 pessoas e sete empresas também tiveram os sigilos quebrados
Por: Alexandre Santos
Foto: Reprodução
- O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos) na investigação que apura a contratação de funcionários "fantasmas" no gabinete do parlamentar. Além dele, 26 pessoas e sete empresas também tiveram os sigilos quebrados. Pela primeira vez desde o início da investigação, há dois anos, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) levanta a possibilidade de um esquema de "rachadinha" no gabinete de Carlos na Câmara de Vereadores. O órgão pediu a quebra de sigilo à Justiça do Rio. Eleito vereador do Rio pela primeira vez em 2001, Carlos Bolsonaro está no sexto mandato consecutivo. Nesses 20 anos, dezenas de pessoas já foram nomeadas em seu gabinete. De acordo com o regulamento da Câmara do Rio, esses assessores têm que cumprir uma jornada de trabalho de 40 horas semanais. No entanto, o MPRJ afirma ter indícios de que vários desses assessores não cumpriam o expediente na casa.
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