Em delação, Mauro Cid atribui a Carlos Bolsonaro o comando do
O tenente-coronel afirmou ainda que Jair Bolsonaro utilizava o próprio celular para disseminar notícias falsas sobre o Judiciário e as urnas eletrônicasa
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Foto: Reprodução
- Novos trechos da delação premiada que o tenente-coronel Mauro Cid assinou com a Polícia Federal têm repercutido. Dessa vez, o conteúdo é o chamado gabinete do ódio e a disseminação de fake news. O ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro teria atribuído ao vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), um dos filhos do ex-presidente, o comando de um grupo formado por assessores do Palácio do Planalto para fazer, nas redes sociais, publicações apontadas como ataques aos adversários políticos e às instituições democráticas. A informação é do colunista Aguirre Talento, do portal Uol. Cid teria detalhado, em sua delação, todo o funcionamento do gabinete do ódio, relatando inclusive o papel dos assessores que atuavam no esquema e dos apoiadores que se organizavam nas redes sociais em uma espécie de milícia digital. O ex-ajudante de ordens também teria citado o nome do ex-presidente, afirmando que Bolsonaro estava diretamente envolvido na disseminação de notícias falsas relacionadas às urnas eletrônicas. Segundo Cid, Bolsonaro usava o próprio celular para enviar mensagens de notícias falsas, não só sobre o sistema eleitoral, mas também sobre autoridades públicas, como os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A PF já investigava essa possibilidade, após encontrar mensagens enviadas pelo ex-presidente ao empresário Meyer Negrini, contendo ataques ao Judiciário, às urnas e às vacinas.
Em investigação por funcionários fantasmas, Carlos Bolsonaro tem sigilos quebrados
Além dele, 26 pessoas e sete empresas também tiveram os sigilos quebrados
Por: Alexandre Santos
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- O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos) na investigação que apura a contratação de funcionários "fantasmas" no gabinete do parlamentar. Além dele, 26 pessoas e sete empresas também tiveram os sigilos quebrados. Pela primeira vez desde o início da investigação, há dois anos, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) levanta a possibilidade de um esquema de "rachadinha" no gabinete de Carlos na Câmara de Vereadores. O órgão pediu a quebra de sigilo à Justiça do Rio. Eleito vereador do Rio pela primeira vez em 2001, Carlos Bolsonaro está no sexto mandato consecutivo. Nesses 20 anos, dezenas de pessoas já foram nomeadas em seu gabinete. De acordo com o regulamento da Câmara do Rio, esses assessores têm que cumprir uma jornada de trabalho de 40 horas semanais. No entanto, o MPRJ afirma ter indícios de que vários desses assessores não cumpriam o expediente na casa.
Militares afirmam que Carlos Bolsonaro é bipolar, diz revista
Por: Juliana Rodrigues
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Foto: Último Segundo | IG
Integrantes da ala militar do governo afirmam que o vereador e filho do presidente Jair Bolsonaro, Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), é diagnosticado como bipolar, segundo informações da coluna Radar, da Veja. Em conversas de bastidores, os generais falam abertamente sobre o assunto. O vereador, apontado como responsável pelas redes sociais do pai, se envolveu em diversas polêmicas no Twitter ao atacar publicamente o vice-presidente Hamilton Mourão e defender o escritor Olavo de Carvalho, "guru" do governo.























