FICCO bloqueia R$ 102 milhões ligados ao PCC e ao CV na Bahia
Força integrada coordenada pela Polícia Federal cumpriu centenas de mandados e intensificou o combate ao tráfico, à lavagem de dinheiro e às lideranças criminosas.01 Jun 2026 / 05h30

A ação apura a prática dos crimes de corrupção de lavagem de dinheiro, e as investigações revelaram a existência de um esquema criminoso que tinha como propósito a legalização fraudulenta de terras lo
Por: Juliana Rodrigues
Foto: Reprodução
- A Procuradoria Geral da República (PGR) pediu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) a manutenção das prisões preventivas de seis envolvidos na Operação Faroeste, que apura a venda de decisões judiciais no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), de acordo com o BNews. A ação apura a prática dos crimes de corrupção de lavagem de dinheiro, e as investigações revelaram a existência de um esquema criminoso que tinha como propósito a legalização fraudulenta de terras localizadas no oeste baiano. A ex-presidente do TJ-BA desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago está presa desde o final do ano passado. O genro dela, Márcio Duarte Miranda; o juiz Sérgio Humberto de Quadros Sampaio; o servidor do TJ-BA Antônio Roque do Nascimento Neves; e o casal apontado como idealizador do esquema, Adailton Maturino dos Santos e Geciane Souza Maturino dos Santos também foram alvos da força-tarefa. No pedido do MPF, a subprocuradora-Geral da República Lindôra Araújo explicou que os acusados estão presos há 60 dias, portanto, a Justiça deverá revisar a necessidade de manutenção da prisão preventiva a cada 90 dias, mediante decisão fundamentada.
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