Varejo da Bahia deve faturar R$ 15,2 bilhões no Dia das Mães
Setores básicos puxam alta, enquanto segmentos dependentes de crédito devem recuar.28 Abr 2026 / 05h42

Por: Metro 1
Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Após os presidentes da Câmara, do Senado e ministros chegarem a um consenso, o governo tentará aprovar em até três semanas a proposta que vai viabilizar o pagamento da nova rodada do auxílio emergencial. De acordo com o Estadão, esse é o prazo com o qual a equipe econômica trabalha para a aprovação do que o ministro da Economia, Paulo Guedes, chama de “novo marco fiscal”. A medida seria composta pela inclusão, na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do pacto federativo, de uma cláusula de calamidade pública (uma espécie de PEC de Orçamento de Guerra, semelhante à aprovada no ano passado).Com a nova cláusula, será possível retirar os gastos do auxílio emergencial de regras fiscais, como o teto de despesas, mas seriam criados condicionantes, como medidas automáticas de contenção de gastos. Na sexta-feira (12), após a reunião com Guedes que selou o acordo, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que apresentaria ao colégio de líderes uma proposta do texto. Para o governo, a medida deverá ser aprovada pelo Congresso Nacional até o início de março. Com isso, a expectativa é que a primeira parcela do novo auxílio seja paga ainda no próximo mês. Outras duas parcelas estão previstas para abril e maio, e possivelmente outra em junho, a depender da evolução da pandemia. As parcelas deverão ser de R$ 250, a um custo total de R$ 30 bilhões.
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