Resort da VCA Construtora em Cumbuco-CE é lançado em evento ao vivo com Matheus & Kauan
Empreendimento faz parte da rede Axêgu e marca estreia da empresa no litoral cearense24 Nov 2025 / 19h43

Por: Matheus Simoni
Foto: Reprodução | Getty Images
- Autor do livro "Breve história da vida e morte de Anísio Teixeira – Desmontada a farsa da queda no fosso do elevador", João Augusto de Lima Rocha falou sobre o desaparecimento do educador, morto em 1971, aos 70 anos, oficialmente após cair em um elevador no prédio do professor e crítico Aurélio Buarque de Holanda, em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro. O contexto da ditadura militar da época norteia a obra, que mostra as evidências de que ele foi alvo de um assassinato. "Amigo de familiares dele, principalmente de Haroldo Lima, que faz o prefácio desse livro, começamos a buscar informações da família para descobrir o que, de fato, se confirmava ou não. Em 1988, eu já tinha organizado a Organização Anísio Teixeira e Anísio voltou a ser discutido, não se encontrava um só livro. Começou a aparecer o nome de Anísio", afirmou o professor, em entrevista a Mário Kertész e Malu Fontes na Rádio Metrópole hoje (16). Ainda de acordo com ele, o livro, recentemente lançado pela Edufba, a Editora da Universidade Federal da Bahia, onde o autor é professor titular da Escola Politécnica, conta detalhes que o levam a crer na possibilidade dele ter sido morto pelo Exército. "Verifiquei com militares amigos meus que Anísio Teixeira estava detido na Aeronáutica. Então, se estava detido na Aeronáutica, não morreu no fosso do elevador. Tinha outra versão", afirmou". "Ele estava recebendo ameaças de morte. Eu tinha hipóteses disso", disse João Augusto. Ainda de acordo com o professor, a situação retratada no livro apontam indícios contundentes. "Pelas informações que Afrânio me deu, a respeito do oficial da Marinha e os fatos da necropsia, onde os titulares da Medicina achavam que não poderia ter sido uma queda no fosso, já que a concentração de energia foi em um ponto só, na cabeça. O livro mostra. Ele teve uma lesão muito localizada, essa foi considerada a causa mortis. Quebrou várias costelas e vários ossos. Segundo o próprio Afrânio Coutinho, as lesões, pelo que diziam os professores, eram de objetos cilíndricos. Tomou muita pancada e depois foi jogado até lá", afirmou.
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