Lula deve anunciar Desenrola 2.0 nesta semana, diz Durigan
Ministro se reuniu com representantes de divernos bancos do país para acordo final das condições do novo programa de renegociação de dívidas27 Abr 2026 / 18h00

Dividida, categoria tenta emplacar uma greve nacional a partir de domingo
Por: Alexandre Santos
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, afirmou nesta quinta-feira (22) que a paralisação dos caminhoneiros anunciada para começar no domingo (25) é uma decisão que deve ser tomada com "responsabilidade". Líder da histórica greve de maio de 2018, ele, por outro lado, diz ao Metro1 que a categoria já está “no limite” diante de promessas não cumpridas pelo governo de Jair Bolsonaro (sem partido), cuja eleição contou com amplo apoio dos trabalhadores. “Estamos chegando a uma situação de miséria, em que os transportadores autônomos estão cada vez mais sem condições de se manter. Estamos passando por um momento difícil, até pior do que 2018", declarou Landim, também conhecido com “Chorão. Numa tentativa de se desvincular politicamente do ato, Landim afirma que não é o responsável por convocar a classe, mas confirma que a possível mobilização será contra os sucessivos aumentos do diesel e para reivindicar outras pautas, como a fiscalização no preço de frete. A efetivação do piso mínimo e a liberação de pedágio para veículos sem carga são outras cobranças encampadas pelo segmento. Em 2019, algumas tentativas de paralisação dos caminhoneiros chegaram a reunir motoristas em algumas cidades. Sem força, porém, os protestos não ganharam abrangência nacional. No início deste ano, uma outra tentativa de greve também não obteve sucesso.
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