Funcionários do IBGE aprovam indicativo de greve para 1º de julho
Funcionários do instituto pedem uma reposição salarial
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Funcionários do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aprovaram um indicativo de greve a partir do dia 1º de julho. A informação foi divulgada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores do IBGE (ASSIBGE). O indicativo foi aprovado durante reunião da Direção Nacional, que aconteceu entre os dias 4 a 7 de junho, no Rio de Janeiro. No encontro houve a participação de delegações de 22 Estados e do Distrito Federal. Apesar disso, a decisão deverá ser encaminhada para as assembleias locais para aprovação. As reivindicações dos funcionário incluem uma reposição salarial. Eles ainda são contrários à proposta oferecida pelo Governo Federal, de um reajuste de 9% no ano que vem, além de 3,5% para 2026. "Não é razoável que, além de ter sido negado o patamar salarial requerido, o governo esteja ainda projetando uma ampliação do injustificável desnível remuneratório entre órgãos de equivalente posição topográfica no Estado brasileiro, vez que aos trabalhadores do Banco Central os percentuais oferecidos foram de 10,9% em 2025, e outros 10,9% em 2026", disse o sindicato, em nota à imprensa.
Professores universitários da Bahia vão cruzar os braços para exigir reajuste salarial nesta quarta-feira
Ato acontecerá no Campo Grande, em Salvador, pela manhã
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- Nesta quarta-feira (12), professores das universidades estaduais baianas paralisarão as atividades acadêmicas e realizarão uma mobilização em Salvador. A Universidade do Estado da Bahia (UNEB), a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), a Universidade Estadual De Santa Cruz (UESC) e a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) participarão do ato. A concentração será na Praça do Campo Grande, a partir das 9h30. A paralisação é parte da reivindicação da categoria por reajuste salarial e abertura da mesa de negociação com o Governo do Estado. A ação busca chamar a atenção do governo e dialogar com a sociedade sobre as perdas salariais que a categoria enfrenta nos últimos oito anos, de mais da metade do salário corroído (53,33%), segundo o Departamento Intersindical de Estatística dos Estudos Socioeconômicos (Dieese) Na avaliação das Associações Docentes, a política estadual de desvalorização do trabalho dos professores nas universidades estaduais tem prejudicado o fortalecimento do ensino superior público baiano e colocado esses profissionais em posições cada vez mais precarizadas. Outro levantamento realizado pelas Associações Docentes é a constatação de que professores da UNEB, UEFS, UESB e UESC, em início de carreira, ganham um salário abaixo da Lei Nacional do Piso do Magistério Superior. Em 2023, houve reajuste salarial apenas para o alto escalão do serviço público da Bahia. Até agora, os percentuais de reajustes aprovados pelo Governo do Estado foram de 48,5% para o governador, vice-governador e secretários; 16% para deputados estaduais e mais de 5,99% para procuradores e promotores. Nacionalmente, o Governo do Presidente Lula instituiu a mesa de negociação com os sindicatos do funcionalismo público federal e reajustou o salário de todo o serviço público em 9%, com acréscimo de R$ 200 no auxílio alimentação.
Professores da Rede Municipal de Guanambi entrarão em greve a partir desta quinta
Até o momento, a Prefeitura de Guanambi ainda não se pronunciou sobre o caso
Por: redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Sispumur
- Os professores da Rede Municipal de Ensino de Guanambi entrarão em greve a partir desta quinta-feira (16), conforme ficou decidido em assembleia realizada na última sexta-feira (10), ocorrida no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sispumur). Os grevistas exigem o cumprimento integral do Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos, o cumprimento do Piso Salarial Nacional dos Profissionais do Magistério e defendem também reajuste real de salário para os profissionais de Educação. Sobre o movimento, no início desta semana, na segunda-feira (13), os professores participaram da sessão da Câmara Municipal de Vereadores. Ainda de acordo com a categoria, os organizadores do movimento poderão até mesmo ocupar a sede da Secretaria Municipal de Educação e o gabinete do prefeito em caso de inação em relação às pautas reivindicadas. Em contrapartida, para prestar esclarecimentos à população, estão sendo realizadas reuniões com pais de estudantes nas escolas para explicar os motivos da greve. Até o momento, a Prefeitura de Guanambi não se manifestou sobre o caso.
Após segundo aumento do diesel no mês, líder dos caminhoneiros confirma greve dia 1º
Reajuste no valor do combustível nas refinarias já vale a partir desta terça (26)
Por: Luciana Freire
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão, disse nesta segunda (25) que a greve convocada para a partir de 1º de novembro está mantida. “A greve está mantida. A categoria já deliberou. E não esperávamos um percentual tão alto nesse novo reajuste. Os caminhoneiros estão trabalhando para colocar combustível. A questão agora é de sobrevivência”, afirmou ao Antagonista. A Petrobras anunciou hoje o segundo aumento consecutivo no valor da gasolina e do diesel já nesta terça (26) em 9,1% e passará de R$ 3,06 para R$ 3,34, uma alta de R$ 0,28 por litro.
Líder dos caminhoneiros rejeita "esmola" de Bolsonaro e diz que greve deve ocorrer
Presidente prometeu benefício de R$ 400 mensais para compensar o aumento do diesel
Por: Alexandre Santos
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Caminhoneiros afirmam que grave anunciada para o dia 1ª de novembro está mantida caso o governo não faça algo para atender o segmento. Em entrevista ao portal UOL, Carlos Alberto Litti Dahmer, diretor da CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística), disse que iniciativa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de oferecer R$ 400 aos caminhoneiros como forma de ajudar a categoria em meio à alta dos combustíveis "não é uma boa notícia porque fundamentalmente ele não ataca a causa do problema", mas sim um "efeito colateral". "R$ 400 reais foi o que disse o companheiro Chorão e os imensos companheiros espalhados pelos pais: caminhoneiro não quer esmola. Caminhoneiro quer dignidade e dignidade significa discutir o maior insumo na planilha de custo do caminhoneiro, que representa em qualquer frete, 50% daquilo que se ganha", disse Dahmer. O diretor da CNTTL explicou que a greve dos caminhoneiros não é uma pauta política a favor ou contra o governo Bolsonaro, inclusive, para ele, "defender a Petrobras é defender o povo brasileiro". "Fortalecer a indústria de base através do petróleo é fortalecer a cadeia nacional." Dahmer declarou que os caminhoneiros estão trabalhando abaixo do seu custo, sem nenhuma solução, portanto, "não há outra alternativa" se não a greve para cobrar uma "negociação que atenda aos interesses da categoria". Ele definiu a greve como um "último recurso e medida" para a categoria ser ouvida.
Caminhoneiros que transportam combustíveis prometem adiantar greve
Paralisação geral está marcada para dia 1º de novembro
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- Os caminhoneiros tanqueiros, que transportam os combustíveis no Brasil, prometem realizar uma greve já a partir desta quinta-feira (21), devido a um possível desabastecimento por cortes da Petrobras a distribuidoras. De acordo com o presidente da associação das empresas transportadoras de combustíveis e derivados do petróleo do Rio de Janeiro (Associtanque-RJ), Ailton Gomes, a paralisação está confirmada em toda a região sudeste do país. A associação brasileira dos condutores de veículos autônomos (ABRAVA) comunicou, em nota, que a redução de combustíveis nos postos afetaram diretamente os trabalhadores autônomos, com novas altas nos preços. O corte em questão deve passar a valer em novembro. Grupos de caminhoneiros já haviam marcado uma paralisação geral a partir do dia 1º de novembro, caso as suas reivindicações não sejam atendidas pelo governo Bolsonaro, entre elas a queda do preço do diesel. Em reunião no Rio de Janeiro, no último sábado (16), associações de motoristas decidiram que o "estado de greve" se dará pelo período de 15 dias. Além da reivindicação da diminuição do preço do diesel, os caminhoneiros reivindicam também a "defesa da constitucionalidade do Piso Mínimo de Frete" e o retorno da aposentadoria especial após 25 anos de contribuição ao INSS. A greve não é apoiada pela Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros).
Caminhoneiros prometem greve no dia 1º se preço do diesel não baixar
Em reunião da categoria, associações de motoristas decidiram cruzar os braços o caso suas reivindicações não sejam atendidas pelo governo Bolsonaro
Por: Alexandre Santos
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- Grupos de caminhoneiros prometem uma nova paralisação a partir de 1º de novembro caso suas reivindicações não sejam atendidas pelo governo Bolsonaro, entre elas a queda do preço do diesel. Em reunião no Rio de Janeiro, no sábado (16), associações de motoristas decidiram que o "estado de greve" se dará pelo período de 15 dias. Além da reivindicação da diminuição do preço do diesel, os caminhoneiros reivindicam também a "defesa da constitucionalidade do Piso Mínimo de Frete" e o retorno da aposentadoria especial após 25 anos de contribuição ao INSS. A greve não é apoiada pela Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros). Vídeo da reunião no Rio começaram a circular pelos aplicativos de mensagem na noite deste sábado, segundo o portal UOL. "Ficou decidido que vamos dar 15 dias para o governo responder", declarou Luciano Santos Carvalho, do Sindicam (Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira). "Se não houver resposta de forma concreta em cima dos direitos do caminhoneiro autônomo, dia 1º de novembro, Brasil todo parado aí." A informação foi confirmada ao UOL por Wallace Landim, o Chorão, uma das principais lideranças de caminhoneiros autônomos do país e presidente da Abrava (Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores). "A nossa categoria está na beira do abismo. Hoje ficou decidido que estamos em estado de greve pelos próximos dias. E se as nossas reivindicações, principalmente com relação ao preço do diesel, não forem aceitas, a gente começa uma greve no dia 1º", disse Chorão.
Líder de caminhoneiros diz que categoria está "no limite" com Bolsonaro
Dividida, categoria tenta emplacar uma greve nacional a partir de domingo
Por: Alexandre Santos
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, afirmou nesta quinta-feira (22) que a paralisação dos caminhoneiros anunciada para começar no domingo (25) é uma decisão que deve ser tomada com "responsabilidade". Líder da histórica greve de maio de 2018, ele, por outro lado, diz ao Metro1 que a categoria já está “no limite” diante de promessas não cumpridas pelo governo de Jair Bolsonaro (sem partido), cuja eleição contou com amplo apoio dos trabalhadores. “Estamos chegando a uma situação de miséria, em que os transportadores autônomos estão cada vez mais sem condições de se manter. Estamos passando por um momento difícil, até pior do que 2018", declarou Landim, também conhecido com “Chorão. Numa tentativa de se desvincular politicamente do ato, Landim afirma que não é o responsável por convocar a classe, mas confirma que a possível mobilização será contra os sucessivos aumentos do diesel e para reivindicar outras pautas, como a fiscalização no preço de frete. A efetivação do piso mínimo e a liberação de pedágio para veículos sem carga são outras cobranças encampadas pelo segmento. Em 2019, algumas tentativas de paralisação dos caminhoneiros chegaram a reunir motoristas em algumas cidades. Sem força, porém, os protestos não ganharam abrangência nacional. No início deste ano, uma outra tentativa de greve também não obteve sucesso.
Caminhoneiros voltam a falar em greve, após nova alta no preço do diesel
A Petrobras anunciou, nesta segunda (1º), alta de 5% no diesel
Por: Luciana Freire
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoesta Bahia
- Grupos de caminhoneiros que vêm fazendo ameaças de paralisação nos últimos meses voltaram a tentar articular uma nova greve, após a Petrobras anunciar, hoje (1º), alta de 5% no diesel. O presidente do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC ), que foi criado no ano passado, Plínio Dias, diz que está orientando os motoristas a pararem o trabalho, imediatamente, em protesto. A informação foi divulgada pelo Painel S.A., coluna do jornal Folha de S.Paulo. A categoria segue dividida, como em momentos anteriores.
Caetité: cidade foi palco de protestos contra cortes na educação e Reforma da Previdência
Por: Willian Silva
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Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
Segundo o presidente Jair Bolsonaro, os manifestantes “a maioria é militante” e “não tem nada na cabeça”, em entrevista nos EUA
Na manhã desta quarta-feira (15) ocorreram atos e manifestações em todo o país contra o corte de 30% das verbas destinadas às universidades bem como contra a Reforma da Previdência que está prestes a ser aprovada pelo governo federal. Segundo o G1, ao menos, 149 cidades realizaram as manifestações. O presidente Jair Bolsonaro chamou de “idiotas úteis” os manifestantes e afirmou que “a maioria é militante”, durante entrevista em Dallas, no Texas, em evento o qual Bolsonaro será homenageado. "A maioria ali é militante. É militante. Não tem nada na cabeça. Se perguntar 7 x 8 não sabe. Se perguntar a fórmula da água, não sabe. Não sabe nada. São uns idiotas úteis, uns imbecis que estão sendo utilizados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo de muitas universidades federais do Brasil", afirmou Bolsonaro nesta quarta, durante visita ao Texas (EUA). Em Caetité, os movimentos estudantis, partidos de oposição ao governo, associação de professores universitários, sindicatos e populares também realizaram manifestação em um dos pontos mais movimentados da cidade, a Praça do Mercado. O evento reuniu em torno de 300 pessoas e seguiram o mote do que era proclamado em quase todo o país.
Foto | Willian Silva | Sudoeste Bahia
Em entrevista ao Sudoeste Bahia, Vagnelson Ribeiro, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Caetité, afirmou que a Reforma da Previdência não é seletiva. “A Reforma da Previdência ela atinge a todos os trabalhadores. De ricos a pobres. Porém os pobres são os mais atingidos. A Reforma da Previdência não vem pra tirar privilégios dos ricos e dar benefícios para os pobres. É o contrário. Tanto é, que a gente está aqui pra denunciar isso.” Segundo Ribeiro, os protestos em Caetité são ecos do demais que se manifestam contra as medidas tomadas pelo governo, sobretudo contra a educação, que está sendo afetada. “Nós estamos fazendo coro aqui em prol da educação. Por que essa educação irá atingir a todos. O futuro de um país passa pela educação”. Durante o protesto, os manifestantes fizeram coro de “Governador, que baixaria, a educação não é mercadoria”, numa clara alusão aos cortes que Rui Costa vêm fazendo nas universidades e escolas estaduais incorrendo, inclusive, no fechamento de algumas unidades desta última na capital e em algumas cidades do interior.
Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
Gisele Santos, representando a classe estudantil e os docentes das universidades e escolas estaduais, disse que o momento que a Bahia está vivendo bem como o Brasil terá reverberação no futuro. “O que a gente está vislumbrando para o futuro é uma crise profunda no sistema educacional em todos os âmbitos, municipal, estadual e federal. Nos Estados, o que a gente tem assistido esses anos com os cortes absurdos do governo Rui Costa é o fechamento de escolas, é a tentativa de tirar as escolas dos trabalhadores, das comunidades, dos distritos.” A representante ainda informou que o Colégio Estadual Tereza Borges foi cogitado a ser fechado pelo governo da Bahia, mas não disse quando. “Aqui em Caetité, tivemos a tentativa de fechar o Colégio Tereza Borges, mas a gente está tentando manter uma escola com ensino fundamental de qualidade. Nós estamos realizando um trabalho excepcional junto à sociedade e a sociedade tem esse reconhecimento do nosso trabalho. Os municípios não tiveram a mesma sorte, onde soubemos de casos de escolas fechadas. A constituição garante uma escola pública perto da sua casa. E isso não está sendo garantido. Estamos lutando para conseguir uma escola de qualidade para as nossas crianças.” Logo mais à noite, as 19h, ocorrerá um debate sobre a Reforma da Previdência no auditório da Uneb de Caetité. Quem falará sobre o tema será o advogado Rafael Bonfim. O evento é aberto ao público.
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Foto | Sindiserv Caetité
O presidente do Sindiserv, Vagnelson Ribeiro, reitera a participação de todos os trabalhadores e trabalhadoras na paralisação
O Sindicato dos Servidores Públicos de Caetité (Sindiserv) aderiu ao movimento nacional de paralisação de um dia, em protesto contra aos cortes nas verbas das universidade bem como contra a reforma da previdência. Ambos tomaram grandes proporções e causaram – e causam – grandes movimentos de insatisfação contra o governo federal. Há quem também considere justo ambas as decisões provenientes do atual governo. Em Caetité, a paralisação acontece nesta quarta-feira (15) com extensa programação. No dia, a partir das 8h, na Praça do Mercado, acontecerão diversas atividades culturais, panfletagem e diversas falas sobre os últimos acontecimentos, que afetarão diretamente a vida de milhares de brasileiros. A noite, no auditório da UNEB/Caetité, acontecerá debate sobre a Reforma da Previdência. Quem estará falando sobre o tema é o advogado Rafael Bonfim. Na ocasião, ele estará, além de palestrar sobre o tema, tirando dúvidas e esclarecendo os principais pontos da Reforma da Previdência.
Foto | Sindiserv Caetité
Em Caetité, a paralisação acontece nesta quarta-feira (15) com extensa programação. No dia, a partir das 8h, na Praça do Mercado, acontecerão diversas atividades culturais, panfletagem e diversas falas sobre os últimos acontecimentos, que afetarão diretamente a vida de milhares de brasileiros. A noite, a partir das 19h, no auditório da UNEB/Caetité, acontecerá debate sobre a Reforma da Previdência. Quem estará falando sobre o tema é o advogado Rafael Bonfim. Na ocasião, ele estará, além de palestrar sobre o tema, tirando dúvidas e esclarecendo os principais pontos da Reforma da Previdência. Em conversa com o Sudoeste Bahia, o presidente do Sindserv de Caetité, Vagnelson Ribeiro, disse que é importante a participação de todos os professores e trabalhadores sejam eles da iniciativa pública e de todos os cidadãos, neste movimento. "Convoco a todos para participarem das atividades amanhã, mas principalmente à noite. Na parte da noite, estaremos discutindo sobre a Reforma da Previdência”. Ribeiro ainda disse que “a Reforma, do jeito que está sendo proposta, ela não vem para cortar privilégios. Ela vem para dificultar a aposentadoria ou até impossibilitar para que os pobres possam ter acesso a uma aposentadoria justa.” Ainda em entrevista a redação do Sudoeste, Vagnelson informou que durante a paralisação de um dia, também será debatido a educação e os cortes feitos pelo atual governo. “A Educação está sofrendo um ataque como antes nunca na história, por conta do governo federal contingenciar as verbas destinadas às universidades públicas.” Ele ainda repassou um dado importante e que afetará a educação básica nos município. “Só para você ter ideia, o governo federal cortou em 47% a verba do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).” O evento é uma realização em parceria com a Associação dos Docentes das Universidades da Bahia (Aduneb), Sindicado dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB) Movimento Estudantil Unificado (MEU). Frente Brasil Popular – Caetité e Sindicato dos Servidores Públicos de Caetité (Sindiserv).























