Frete terá revisão mais rápida com alta do diesel, diz ministro
Medida busca acompanhar oscilações do diesel; governo também prepara mudanças no CIOT e reforço na fiscalização.
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Foto: Reprodução
O Ministério dos Transportes do Brasil anunciou que a tabela do frete passará a ser atualizada com maior frequência para acompanhar a volatilidade dos preços dos combustíveis. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (20), durante coletiva na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Atualmente, a legislação prevê revisão a cada seis meses ou quando há variação superior a 5% no preço do diesel. Com a mudança, o governo pretende acelerar esse processo por meio de portaria, permitindo ajustes mais rápidos conforme as oscilações do mercado.Segundo o ministro Renan Filho, a medida atende a uma demanda dos caminhoneiros e busca refletir com mais precisão os custos do transporte. “Se o preço do petróleo sobe ou cai muito, a tabela será atualizada mais vezes para espelhar os custos do momento”, afirmou. O governo também informou que deve publicar, no início da próxima semana, a regulamentação da medida provisória que reforça a fiscalização do piso do frete, incluindo regras de penalidade.Outra mudança prevista é a atualização do sistema do CIOT (Código Identificador da Operação de Transporte). A nova regra, que deve ser definida em até 60 dias, vai impedir a contratação de fretes abaixo do valor mínimo estabelecido. De acordo com o ministro, o mecanismo deve aumentar o cumprimento da tabela, ao exigir documentação obrigatória para a realização do transporte.Renan Filho também citou impactos externos sobre o preço dos combustíveis e pediu mobilização pelo fim de conflitos internacionais, afirmando que o custo econômico dessas crises afeta diretamente o mercado global.
Após segundo aumento do diesel no mês, líder dos caminhoneiros confirma greve dia 1º
Reajuste no valor do combustível nas refinarias já vale a partir desta terça (26)
Por: Luciana Freire
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão, disse nesta segunda (25) que a greve convocada para a partir de 1º de novembro está mantida. “A greve está mantida. A categoria já deliberou. E não esperávamos um percentual tão alto nesse novo reajuste. Os caminhoneiros estão trabalhando para colocar combustível. A questão agora é de sobrevivência”, afirmou ao Antagonista. A Petrobras anunciou hoje o segundo aumento consecutivo no valor da gasolina e do diesel já nesta terça (26) em 9,1% e passará de R$ 3,06 para R$ 3,34, uma alta de R$ 0,28 por litro.
Líder dos caminhoneiros rejeita "esmola" de Bolsonaro e diz que greve deve ocorrer
Presidente prometeu benefício de R$ 400 mensais para compensar o aumento do diesel
Por: Alexandre Santos
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Caminhoneiros afirmam que grave anunciada para o dia 1ª de novembro está mantida caso o governo não faça algo para atender o segmento. Em entrevista ao portal UOL, Carlos Alberto Litti Dahmer, diretor da CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística), disse que iniciativa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de oferecer R$ 400 aos caminhoneiros como forma de ajudar a categoria em meio à alta dos combustíveis "não é uma boa notícia porque fundamentalmente ele não ataca a causa do problema", mas sim um "efeito colateral". "R$ 400 reais foi o que disse o companheiro Chorão e os imensos companheiros espalhados pelos pais: caminhoneiro não quer esmola. Caminhoneiro quer dignidade e dignidade significa discutir o maior insumo na planilha de custo do caminhoneiro, que representa em qualquer frete, 50% daquilo que se ganha", disse Dahmer. O diretor da CNTTL explicou que a greve dos caminhoneiros não é uma pauta política a favor ou contra o governo Bolsonaro, inclusive, para ele, "defender a Petrobras é defender o povo brasileiro". "Fortalecer a indústria de base através do petróleo é fortalecer a cadeia nacional." Dahmer declarou que os caminhoneiros estão trabalhando abaixo do seu custo, sem nenhuma solução, portanto, "não há outra alternativa" se não a greve para cobrar uma "negociação que atenda aos interesses da categoria". Ele definiu a greve como um "último recurso e medida" para a categoria ser ouvida.
Caminhoneiros que transportam combustíveis prometem adiantar greve
Paralisação geral está marcada para dia 1º de novembro
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- Os caminhoneiros tanqueiros, que transportam os combustíveis no Brasil, prometem realizar uma greve já a partir desta quinta-feira (21), devido a um possível desabastecimento por cortes da Petrobras a distribuidoras. De acordo com o presidente da associação das empresas transportadoras de combustíveis e derivados do petróleo do Rio de Janeiro (Associtanque-RJ), Ailton Gomes, a paralisação está confirmada em toda a região sudeste do país. A associação brasileira dos condutores de veículos autônomos (ABRAVA) comunicou, em nota, que a redução de combustíveis nos postos afetaram diretamente os trabalhadores autônomos, com novas altas nos preços. O corte em questão deve passar a valer em novembro. Grupos de caminhoneiros já haviam marcado uma paralisação geral a partir do dia 1º de novembro, caso as suas reivindicações não sejam atendidas pelo governo Bolsonaro, entre elas a queda do preço do diesel. Em reunião no Rio de Janeiro, no último sábado (16), associações de motoristas decidiram que o "estado de greve" se dará pelo período de 15 dias. Além da reivindicação da diminuição do preço do diesel, os caminhoneiros reivindicam também a "defesa da constitucionalidade do Piso Mínimo de Frete" e o retorno da aposentadoria especial após 25 anos de contribuição ao INSS. A greve não é apoiada pela Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros).
Caminhoneiros prometem greve no dia 1º se preço do diesel não baixar
Em reunião da categoria, associações de motoristas decidiram cruzar os braços o caso suas reivindicações não sejam atendidas pelo governo Bolsonaro
Por: Alexandre Santos
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- Grupos de caminhoneiros prometem uma nova paralisação a partir de 1º de novembro caso suas reivindicações não sejam atendidas pelo governo Bolsonaro, entre elas a queda do preço do diesel. Em reunião no Rio de Janeiro, no sábado (16), associações de motoristas decidiram que o "estado de greve" se dará pelo período de 15 dias. Além da reivindicação da diminuição do preço do diesel, os caminhoneiros reivindicam também a "defesa da constitucionalidade do Piso Mínimo de Frete" e o retorno da aposentadoria especial após 25 anos de contribuição ao INSS. A greve não é apoiada pela Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros). Vídeo da reunião no Rio começaram a circular pelos aplicativos de mensagem na noite deste sábado, segundo o portal UOL. "Ficou decidido que vamos dar 15 dias para o governo responder", declarou Luciano Santos Carvalho, do Sindicam (Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira). "Se não houver resposta de forma concreta em cima dos direitos do caminhoneiro autônomo, dia 1º de novembro, Brasil todo parado aí." A informação foi confirmada ao UOL por Wallace Landim, o Chorão, uma das principais lideranças de caminhoneiros autônomos do país e presidente da Abrava (Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores). "A nossa categoria está na beira do abismo. Hoje ficou decidido que estamos em estado de greve pelos próximos dias. E se as nossas reivindicações, principalmente com relação ao preço do diesel, não forem aceitas, a gente começa uma greve no dia 1º", disse Chorão.
Polícias Militar e Rodoviária encerram bloqueios dos caminhoneiros e liberam rodovias na Bahia
Negociações encerraram bloqueios parciais e totais, em estradas federais e estaduais
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Reprodução | PRF
- Todas as rodovias federais e estaduais, na Bahia, estão desbloquadas, na manhã desta sexta-feira (10). Após negociações juntos aos caminhoneiros, que realizavam manifestações em favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), as polícias Militar e Rodoviária Federal (PRF) encerraram os bloqueios. O assunto foi tema de uma reunião técnica entre o secretário da Segurança Pública, Ricardo Mandarino, e o superintendente da PRF/BA, inspetor Virgílio de Paula Torinho, na manhã desta sexta-feira (10). Durante o encontro, realizado no Centro de Operações e Inteligência (COI), os gestores parabenizaram as equipes envolvidas nas negociações. "Com diálogo, conseguimos liberar as rodovias, garantindo a circulação de itens essenciais e também o direito de ir e vir", comemorou o secretário Mandarino. O superintendente da PRF na Bahia, por sua vez, destacou a integração entre as forças. "Trabalhamos com planejamento e inteligência. A cada ponto de bloqueio confirmado, as nossas equipes e da PM verificavam a quantidade de manifestantes, a pauta, quem liderava, entre outras informações", destacou o inspetor Tourinho.
BR-116: trechos interditados por caminhoneiros são desbloqueados pela polícia
Por: Luciane Freire
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Foto: Divulgação | PRF
- As polícias Militar e Rodoviária Federal liberaram, na manhã desta quinta-feira (9), dois trecos da BR-116 que estavam ocupados por caminhoneiros apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). As interdições foram desmontadas, nos KMs 417 e 421 da BR-116. Não houve prisão ou qualquer tipo de condução para unidades da Polícia Civil. Transportadores de cargas contrários à manifestação e veículos de passeio já transitam nos locais. A PM e a PRF negociam também os desbloqueios, de forma integrada, nas rodovias BR-101 (nas cidades de Eunápolis, Itamaraju e Nova Viçosa), BR-242 (nas cidades de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães), BR-349 (na cidade de Correntina) e BR-030 (na cidade de Brumado). "Ativamos o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), no Centro de Operações e Inteligência (COI), e estamos com as forças estaduais e federais monitorando as liberações das rodovias, garantindo a circulação de veículos", declarou o secretário da Segurança Pública, Ricardo Mandarino.
Caminhoneiros bloqueiam trecho da BR-242, no oeste baiano, em apoio ao presidente Bolsonaro
Apenas carros pequenos e transportes maiores com cargas de alimentos perecíveis estão passando pela rodovia
Por: Luciane Freire
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Foto: Reprodução | G1-BA
- Caminhoneiros realizam protestos nesta quarta-feira (8) em dois pontos na BR-242, no oeste da Bahia. Ação faz parte dos atos manifestantes a favor do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), um ato acontece na saída da cidade de Luís Eduardo Magalhães, sentido Barreiras. O outro ocorre na saída de Barreiras, sentido Salvador. Em ambos trechos, apenas carros pequenos e transportes maiores com cargas de alimentos perecíveis estão passando pela rodovia. Também são realizados protestos da categoria em trechos de rodovias em Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo e Maranhão, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) dos Estados.
Líder de caminhoneiros diz que categoria está "no limite" com Bolsonaro
Dividida, categoria tenta emplacar uma greve nacional a partir de domingo
Por: Alexandre Santos
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, afirmou nesta quinta-feira (22) que a paralisação dos caminhoneiros anunciada para começar no domingo (25) é uma decisão que deve ser tomada com "responsabilidade". Líder da histórica greve de maio de 2018, ele, por outro lado, diz ao Metro1 que a categoria já está “no limite” diante de promessas não cumpridas pelo governo de Jair Bolsonaro (sem partido), cuja eleição contou com amplo apoio dos trabalhadores. “Estamos chegando a uma situação de miséria, em que os transportadores autônomos estão cada vez mais sem condições de se manter. Estamos passando por um momento difícil, até pior do que 2018", declarou Landim, também conhecido com “Chorão. Numa tentativa de se desvincular politicamente do ato, Landim afirma que não é o responsável por convocar a classe, mas confirma que a possível mobilização será contra os sucessivos aumentos do diesel e para reivindicar outras pautas, como a fiscalização no preço de frete. A efetivação do piso mínimo e a liberação de pedágio para veículos sem carga são outras cobranças encampadas pelo segmento. Em 2019, algumas tentativas de paralisação dos caminhoneiros chegaram a reunir motoristas em algumas cidades. Sem força, porém, os protestos não ganharam abrangência nacional. No início deste ano, uma outra tentativa de greve também não obteve sucesso.
Caminhoneiros voltam a falar em greve, após nova alta no preço do diesel
A Petrobras anunciou, nesta segunda (1º), alta de 5% no diesel
Por: Luciana Freire
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoesta Bahia
- Grupos de caminhoneiros que vêm fazendo ameaças de paralisação nos últimos meses voltaram a tentar articular uma nova greve, após a Petrobras anunciar, hoje (1º), alta de 5% no diesel. O presidente do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC ), que foi criado no ano passado, Plínio Dias, diz que está orientando os motoristas a pararem o trabalho, imediatamente, em protesto. A informação foi divulgada pelo Painel S.A., coluna do jornal Folha de S.Paulo. A categoria segue dividida, como em momentos anteriores.
Rodovias federais na Bahia não registram bloqueio de caminhoneiros, diz PRF
Por: Francis Juliano
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Foto: Reprodução | PRF
- O movimento nas estradas federais que cortam a Bahia segue sem interrupções na manhã desta segunda-feira (1°). Havia possibilidade de bloqueios por parte de caminhoneiros, mas a Polícia Rodoviária Federal (PRF-BA) informou que não registrou nenhum ponto de retenção parcial ou total das vias. Ainda nesta segunda, uma liminar movida pela concessionária Bahia Norte foi atendida e proibiu o bloquei das rodovias de responsabilidade estadual, no caso: BA-093, BA-526, BA-535, BA-093, BA-524, BA-512, BA-521 e Via Metropolitana Camaçari-Lauro de Freitas. Anunciado por algumas entidades ligadas à categoria, o ato serviria para reclamar do governo federal da alta do preço do diesel, principal combustível usado pelos condutores. Eles também são contra a política de preços da Petrobras, baseada em valores internacionais, e os preços de fretes vigentes. Apoiam os atos a CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística), a ANTB (Associação Nacional de Transporte no Brasil) e o CNTRC (Conselho Nacional de Transporte Rodoviário de Cargas).























