Lula deve anunciar Desenrola 2.0 nesta semana, diz Durigan
Ministro se reuniu com representantes de divernos bancos do país para acordo final das condições do novo programa de renegociação de dívidas27 Abr 2026 / 18h00

Caso ocorreu em Votorantim, no interior de São Paulo
Por: Adele Robichez
Foto: Reprodução | Redes Sociais
- Uma jovem de 20 anos morreu dois dias depois de fazer um procedimento para interromper a gestação, que já estava no sétimo mês. A morte ocorreu na última terça-feira (26) no interior de São Paulo, dois dias depois de ter feito um procedimento para abortar. Segundo a Folha de São Paulo, Ana Carolina Pereira Pinto, 20, foi encontrada pela família morta em seu quarto na cidade de Votorantim, a 105 km da capital paulista. O namorado da jovem, Kevin Willians, 22, chegou a ser detido, mas será investigado em liberdade. De acordo com a polícia, a família disse ter estranhado ela não desligar o alarme de seu smartphone na madrugada de terça, o que fez com que a mãe, Camila Marques, fosse até o cômodo para ver o que ocorria. Após entrar no quarto, ela encontrou a filha já morta. O bebê também morreu. Para interromper a gravidez, Ana Carolina teria usado um remédio comprado pela internet no último domingo (24). O produto foi então aplicado em sua barriga em uma pousada na vizinha Sorocaba, disse o namorado aos policiais. A perícia ainda tenta descobrir qual era exatamente o nome da substância utilizada. Segunda a polícia, um dia após a aplicação, ela disse para Kevin que estava com muitas dores, incluindo na cabeça, e que tinha vomitado. Em nenhum momento o casal contou sobre a gestação ou sobre a tentativa de aborto para a família de Ana Carolina, embora a jovem tivesse manifestado vontade de falar do ocorrido para os pais, conforme aponta a investigação policial. Após contar o que tinha ocorrido, Kevin foi detido e encaminhado à delegacia da cidade de 124 mil habitantes, onde entregou seu celular. Sem antecedentes criminais, ele foi liberado em audiência de custódia realizada nesta quarta-feira (27) por contribuir com a investigação. Ainda conforme a polícia, ele afirmou que comprou o medicamento após o casal, que estava junto havia dois anos, decidir pelo aborto, ainda que a gestação já estivesse em estágio avançado. A gravidez só teria sido descoberta há um mês, primeiro com um teste de farmácia, depois com um ultrassom, que indicou a gestação de 27 semanas de um menino.
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