Tribunal Superior Eleitoral proíbe uso de igreja em campanha política
Tribunal Superior Eleitoral proíbe uso de igreja em campanha política
Decisão envolve prefeita, vice e vereador de Votorantim acusados de usar culto religioso para promoção eleitoral
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve a cassação dos registros de candidatura da prefeita Fabíola Alves da Silva, do vice-prefeito Cesar Silva e do vereador Pastor Lilo, do município de Votorantim. A decisão reforça o entendimento da Justiça Eleitoral de que espaços de denominações religiosas não podem ser utilizados para campanhas eleitorais no Brasil, consolidando a proibição do uso de estruturas religiosas para promoção político-eleitoral.
- A condenação inicial, emitida pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, baseou-se no uso de um templo da Igreja do Evangelho Quadrangular de Votorantim para promoção política, evidenciado por vídeos de um culto onde um pastor declarou apoio a um candidato. Além disso, a Corte Eleitoral apontou abuso de poder econômico, relacionado ao aumento do aluguel de um imóvel da igreja pela prefeitura, caracterizando benefício direto à instituição religiosa por meio de ações da administração municipal.
Foto: Reprodução
Espaços de denominações religiosas não poderão ser utilizadas para camapnhas eleitorais no Brasil. O Tribunal Superior Eleitoral decidiu manter a cassação dos registros de candidatura da prefeita Fabíola Alves da Silva, do vice-prefeito Cesar Silva e do vereador Pastor Lilo, no município de Votorantim. A decisão foi tomada após condenação do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, que entendeu que os políticos utilizaram um templo religioso para promoção eleitoral e praticaram abuso de poder político e econômico. Segundo a Justiça Eleitoral, um culto realizado na Igreja do Evangelho Quadrangular de Votorantim foi usado como espaço de propaganda política. A investigação utilizou vídeos da celebração religiosa. Em um dos trechos citados no processo, o pastor responsável pelo culto declara apoio ao então pré-candidato Pastor Lilo diante dos fiéis. Além do uso do espaço religioso, o tribunal também apontou abuso de poder econômico relacionado ao aumento do aluguel de um imóvel da igreja locado pela prefeitura municipal. Para a Corte Eleitoral, houve benefício direto à instituição religiosa por meio de ações da administração municipal comandada por Fabíola Alves da Silva. A decisão reforça o entendimento da Justiça Eleitoral sobre a proibição do uso de estruturas religiosas para promoção político-eleitoral durante campanhas.
Grávida de 7 meses, jovem de 20 anos morre após tentativa de aborto
Grávida de 7 meses, jovem de 20 anos morre após tentativa de aborto
Caso ocorreu em Votorantim, no interior de São Paulo
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- Uma jovem de 20 anos morreu dois dias depois de fazer um procedimento para interromper a gestação, que já estava no sétimo mês. A morte ocorreu na última terça-feira (26) no interior de São Paulo, dois dias depois de ter feito um procedimento para abortar. Segundo a Folha de São Paulo, Ana Carolina Pereira Pinto, 20, foi encontrada pela família morta em seu quarto na cidade de Votorantim, a 105 km da capital paulista. O namorado da jovem, Kevin Willians, 22, chegou a ser detido, mas será investigado em liberdade. De acordo com a polícia, a família disse ter estranhado ela não desligar o alarme de seu smartphone na madrugada de terça, o que fez com que a mãe, Camila Marques, fosse até o cômodo para ver o que ocorria. Após entrar no quarto, ela encontrou a filha já morta. O bebê também morreu. Para interromper a gravidez, Ana Carolina teria usado um remédio comprado pela internet no último domingo (24). O produto foi então aplicado em sua barriga em uma pousada na vizinha Sorocaba, disse o namorado aos policiais. A perícia ainda tenta descobrir qual era exatamente o nome da substância utilizada. Segunda a polícia, um dia após a aplicação, ela disse para Kevin que estava com muitas dores, incluindo na cabeça, e que tinha vomitado. Em nenhum momento o casal contou sobre a gestação ou sobre a tentativa de aborto para a família de Ana Carolina, embora a jovem tivesse manifestado vontade de falar do ocorrido para os pais, conforme aponta a investigação policial. Após contar o que tinha ocorrido, Kevin foi detido e encaminhado à delegacia da cidade de 124 mil habitantes, onde entregou seu celular. Sem antecedentes criminais, ele foi liberado em audiência de custódia realizada nesta quarta-feira (27) por contribuir com a investigação. Ainda conforme a polícia, ele afirmou que comprou o medicamento após o casal, que estava junto havia dois anos, decidir pelo aborto, ainda que a gestação já estivesse em estágio avançado. A gravidez só teria sido descoberta há um mês, primeiro com um teste de farmácia, depois com um ultrassom, que indicou a gestação de 27 semanas de um menino.























