Lula deve anunciar Desenrola 2.0 nesta semana, diz Durigan
Ministro se reuniu com representantes de divernos bancos do país para acordo final das condições do novo programa de renegociação de dívidas27 Abr 2026 / 18h00

Advocacia Geral da União diz que medidas podem causar desabastecimento e que cabe à União legislar sobre trânsito e transportes
Por: Juliana Almirante
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O governo federal quer que o Supremo Tribunal Federal (STF) derrube decretos estaduais que restringiram o tranporte intermunicipal e/ou interestadual na Bahia, em Goiás, no Paraná, no Rio de Janeiro e em Santa Catarina. As medidas foram tomadas como tentativa de conter a propagação do coronavírus. Neste fim de semana, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a Advocacia Geral da União (AGU) enviaram manifestações ao STF endossando pedido feito ao tribunal pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). Na semana passada, a CNT apresentou uma ação pedindo a suspensão dos decretos, argumentando que os governos locais criaram regras que "determinam, de forma desarrazoada e sem embasamento científico e técnico" o fechamento das fronteiras interestaduais e intermunicipais. No sábado (28), a ANTT enviou um parecer ao Supremo no qual diz ter levantado cinco decretos estaduais que considera ilegais por terem suspendido total ou parcialmente os serviços de transporte. No entendimento do órgão regulador, cabe à União legislar sobre transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros, e a suspensão dos serviços seria "inconstitucional". Ontem (29), a AGU enviou parecer ao Supremo no qual concordou com a ANTT e afirmou que o governo federal já decretou uma série de medidas de proteção à sociedade. O governo avalia que ações pontuais dos estados podem causar desabastecimento, inclusive, de materiais hospitalares.
Comentários
Ainda não há comentários. Seja o primeiro!
Comentar notícia
Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Sudoeste Bahia. É vedada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. Nossa equipe poderá retirar, sem prévia notificação, comentários que não respeitem os critérios impostos neste aviso.