IBGE abre seleção com mais de 9 mil vagas temporárias e salários de até R$ 5,2 mil
Processos seletivos são voltados ao Censo Agropecuário e ao Censo da População em Situação de Rua; inscrições seguem até julho26 Jun 2026 / 10h00
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fakenews aprovou nesta terça-feira (10) requerimentos de convocação dos representantes legais no Brasil das empresas Whatsapp; Google; Twitter; Facebook; You Tube e Telegram. Todos os requerimentos são da relatora da comissão, deputada Luizianne Lins (PT-CE). Ela considera "imprescindível" obter informações de pessoas que ocupam funções importantes nessas empresas. "Quem primeiro tem que falar são exatamente os meios nos quais são transmitidas as supostas Fake News. Porque elas podem ser de atitude individual das pessoas, mas como a gente aprende no jornalismo, são os meios que as divulgam. Então, hoje os meios principais são Whatsapp, Facebook, Youtube, o Telegram", completou. Para a deputada, a difusão de Fake News no País é fato gravíssimo. "Muitos relatos, inclusive divulgados pela imprensa afirmam que esses aplicativos e redes sociais foram bastante utilizados para este fim", destacou. Plano de trabalho - Durante a reunião, a deputada Lídice da Mata apresentou seu plano de trabalho. Ela sugeriu audiências públicas, visitas externas e a criação de sub-relatorias para temas específicos como o cyberbullying e a privacidade dos dados. Também foram aprovadas as vindas à comissão de um representante do site The Intercept e de Lola Aronovich, professora da Universidade Federal do Ceará que já foi alvo de ameaças nas redes sociais. As datas das audiências ainda serão definidas.
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