Jovem é flagrado empinando moto, tenta fugir da PM e tem veículo apreendido em Guanambi
Motociclista de 22 anos foi alcançado após tentativa de fuga; moto foi removida para o pátio do Detran12 Jun 2026 / 09h00

Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- A equipe médica do Samu Regional de Guanambi emitiu nota pública repudiando veementemente as falas do senhor Fagner na rádio 104.9 FM de Guanambi, durante o Programa de Val Rodrigues, na manhã de terça-feira (14). Em seu relato o homem alega ter sido negado atendimento à sua namorada, Daiana, no último dia 22 de junho, sendo necessário se descolar para Vitória da Conquista. Na ocasião, ele relata que ela chegou a dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), foi medicada e informado que a paciente seria regulada para a realização de exames específicos. Ela foi liberada, mas já em casa voltou a sentir dores. Fagner declarou que encontrou a namorada acordada, porém inconsciente. Deste modo, acionou o Samu 192, que, segundo ele, disse que encaminharia a paciente novamente a UPA, fato contestado por ele. Fagner então levou a namorada em veículo próprio ao Hospital Regional de Guanambi, sendo constatada uma hemorragia. Deste local, ele assumiu a responsabilidade em assinar a alta e levou a namorada para um neurologista em Vitória da Conquista, já que em Guanambi não havia. “Atualmente no serviço somos em 22 médicos, pais e mães de família e acima de tudo cidadãos que trabalham diuturnamente para salvar vidas. Quando o mesmo se refere que ficamos dentro da base “cozinhando o galo” e com preguiça, se esquece dos milhares de atendimentos e vidas que salvamos em Guanambi e região. Na sua fala fica bem claro que o cidadão, apesar de se auto denominar enfermeiro e ex-funcionário do SAMU, não tem pleno conhecimento do funcionamento de um processo de regulação médica e nem dos protocolos que regem esse serviço. Quando opina sobre uma transferência inter-hospitalar onde supostamente o SAMU de Guanambi errou ao interceptar a ambulância de Riacho de Santana na BA 430, demonstra total desconhecimento do termo tempo/reposta em uma remoção de um paciente grave. Estamos expostos diariamente em situações de violência física, acidentes de trânsito, atendimentos clínicos, obstétricos, psiquiátricos, que muitas vezes colocam em risco até nossa integridade física. Nessa pandemia, enquanto a população está de quarentena, estamos na linha de frente atendendo pacientes suspeitos ou confirmadamente com COVID, tentando oferecer o nosso melhor. No telefone lidamos constantemente com situações de assédio e desrespeito ao profissional que está ali para ajudar. Por fim, é preciso esclarecer que a forma caluniosa e difamatória que a equipe médica do SAMU foi exposta, é passível de responsabilização penal e civil, caso não haja a devida retratação pública por parte do agente agressor”, disse em nota o Samu.
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