Exame de sangue para detectar Alzheimer chega ao Brasil
Exame de sangue para detectar Alzheimer chega ao Brasil
Teste pode agilizar a investigação da doença
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um exame de sangue que detecta a proteína p‑tau217, associada ao acúmulo de placas de beta‑amiloide, começou a ser oferecido no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, com custo aproximado de R$ 3 mil. Indicado para pacientes com suspeita clínica de Alzheimer e sintomas cognitivos, o teste pode reduzir a necessidade de exames de imagem e de punção lombar na investigação da doença.
- Estudos publicados na Nature Medicine mostraram concordância de até 94% com análises de líquor, e a Anvisa regularizou a tecnologia em agosto. Ainda sem avaliação da Conitec, o procedimento não está disponível no SUS e depende de negociações com planos de saúde para eventual cobertura em 2026.
Foto: Reprodução | Magnific
Um exame de sangue que identifica alterações biológicas associadas ao Alzheimer começou a ser oferecido no Brasil nesta quinta-feira (15), inicialmente no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre (RS). O procedimento custa cerca de R$ 3 mil na rede privada e pode diminuir a necessidade de exames de imagem e de punção lombar durante a investigação da doença. O teste é indicado para pessoas que já apresentam sintomas e têm suspeita clínica de Alzheimer. A análise identifica a proteína p-tau217, relacionada ao acúmulo de placas de beta-amiloide no cérebro. Apesar de ajudar na investigação, um resultado positivo não confirma sozinho o diagnóstico de demência. Uma pesquisa publicada em 2025 na revista científica Nature Medicine avaliou a tecnologia em 1.767 pessoas com alterações cognitivas na Suécia, Espanha e Itália. Na comparação com a análise do líquor, o exame de sangue apresentou concordância de 89% a 91% com um único parâmetro de corte. Com dois limites de referência, o índice chegou a 92% a 94%, mas aumentou a proporção de resultados inconclusivos. A tecnologia foi regularizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 17 de agosto. Entretanto, os resultados da validação realizada no Brasil ainda não passaram por revisão científica independente. A indicação é voltada a pacientes com sinais de comprometimento cognitivo, como alterações de memória identificadas em avaliação médica. O teste também não tem aplicação clínica estabelecida para pessoas sem sintomas. Por isso, quem apresenta esquecimentos frequentes deve procurar um médico, que avaliará a necessidade do exame. Ainda não há previsão para a oferta pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Ministério da Saúde informou que a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) não recebeu solicitação para avaliar o procedimento. A eventual inclusão depende de análises sobre eficácia, segurança, custo-benefício e impacto financeiro. O hospital pretende negociar a cobertura pelos planos de saúde ainda em 2026, mas não divulgou datas nem operadoras envolvidas.
Senado aprova exame obrigatório para exercício da medicina no Brasil
Senado aprova exame obrigatório para exercício da medicina no Brasil
Enamed terá três etapas durante a graduação e exigirá desempenho mínimo
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado aprovou nesta quinta‑feira (15) a medida provisória que condiciona o exercício da medicina à aprovação no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). A proposta, que aguarda sanção presidencial, torna o exame obrigatório para estudantes que ingressaram na graduação a partir de 19 de junho de 2026, enquanto quem já estava matriculado ou possui diploma reconhecido no Brasil fica isento.
- O Enamed será aplicado ao final do segundo, quarto e sexto ano do curso, com maior peso na última fase, e sua nota determinará a conclusão da graduação, a possibilidade de obter a Inscrição de Egresso de Medicina (IEM) e a classificação em processos de residência médica. As instituições terão seus resultados publicados, poderão ser submetidas a supervisão caso não atinjam a proficiência mínima e deverão destinar 2 % do faturamento líquido do curso a contrapartidas em hospitais públicos.
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
O Senado aprovou nesta quinta-feira (15) a medida provisória que condiciona o exercício da medicina à aprovação no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). A proposta, que agora depende da sanção presidencial, prevê avaliações obrigatórias ao longo da graduação e estabelece critérios para medir a qualidade dos cursos de medicina no país. A nova regra será aplicada aos estudantes que ingressaram na graduação a partir de 19 de junho de 2026, data em que a medida provisória foi publicada. Quem já estava matriculado antes desse período e os médicos com diplomas reconhecidos no Brasil não serão submetidos às novas exigências. O exame será realizado em três momentos: ao término do segundo, do quarto e do sexto ano do curso. As provas integrarão o currículo obrigatório, e o resultado final será calculado a partir da média das notas, com maior peso para a avaliação do último ano. A Comissão Nacional de Avaliação da Formação Médica definirá os critérios de aprovação e a pontuação mínima exigida. Os estudantes que não alcançarem o desempenho necessário poderão refazer a terceira etapa em edições posteriores. A avaliação abrangerá conhecimentos e competências previstos nas diretrizes nacionais para a formação médica, considerando também as demandas e os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). As faculdades também serão avaliadas conforme o percentual de alunos que atingirem a proficiência mínima na última etapa. Instituições com resultados insatisfatórios poderão sofrer medidas de supervisão previstas na legislação educacional. O Ministério da Educação (MEC) deverá publicar os dados por instituição, sem identificar individualmente os estudantes, e mantê-los disponíveis em um portal público por pelo menos dez anos. As universidades também terão de divulgar os resultados das três edições mais recentes do exame. Quem concluir medicina sem alcançar a nota mínima poderá solicitar a Inscrição de Egresso de Medicina (IEM). O documento permitirá somente atividades técnico-científicas, sem atendimento clínico, e sob supervisão de um médico registrado ou de um pesquisador responsável. Esses profissionais não poderão prescrever medicamentos, emitir atestados ou laudos nem assumir funções exclusivas de médicos. A medida ainda prevê contrapartidas para instituições de ensino que utilizarem hospitais e outros serviços públicos de saúde em estágios obrigatórios e atividades práticas. As obrigações poderão envolver repasses financeiros, melhorias na estrutura, prestação de serviços assistenciais e iniciativas educacionais. O valor total deverá corresponder a 2% do faturamento líquido do curso de medicina. Além disso, a nota obtida no Enamed poderá ser considerada na seleção para programas de residência médica de acesso direto. O texto mantém as duas fases do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida). Os candidatos aprovados na primeira etapa até 19 de junho de 2026 ficarão dispensados do Enamed e poderão realizar a prova de habilidades clínicas nas duas edições seguintes do Revalida.
Avanço do sarampo nas Américas faz Brasil reforçar vigilância
Avanço do sarampo nas Américas faz Brasil reforçar vigilância
País registrou 52 casos importados em 2026, mas segue livre de circulação endêmica da doença
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o risco crescente de sarampo no Brasil, motivado pelo aumento de casos nos Estados Unidos – o maior número anual em mais de 35 anos – e em outros países das Américas, onde a maioria dos infectados não foi vacinada ou tem situação vacinal desconhecida.
- Até 5 de outubro, o Brasil registrou 52 casos importados (41 em São Paulo, 10 no Amazonas e 1 no Rio de Janeiro), mas ainda permanece livre da circulação endêmica. A recomendação é manter a vacinação em dia com a vacina tríplice viral, disponível gratuitamente pelo SUS, e procurar unidades de saúde para atualizar a caderneta de vacinação.
Foto: Reprodução
O Ministério da Saúde reforçou o alerta para o risco de sarampo no Brasil diante do aumento de casos nos Estados Unidos e em outros países das Américas. Segundo a pasta, os Estados Unidos registram o maior número anual de casos em mais de 35 anos, e mais de 90% dos infectados não foram vacinados ou têm situação vacinal desconhecida. No Brasil, até 5 de outubro, foram registrados 52 casos importados: 41 em São Paulo, 10 no Amazonas e um no Rio de Janeiro. Apesar dos registros, o país permanece classificado como livre da circulação endêmica do sarampo. A principal recomendação do Ministério da Saúde é manter a vacinação em dia. A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, está disponível gratuitamente pelo SUS. Em caso de doses atrasadas, a orientação é procurar uma unidade de saúde para atualizar a caderneta de vacinação.
MP-BA apura suposta negativa de TFD a paciente trans em Conquista
MP-BA apura suposta negativa de TFD a paciente trans em Conquista
Procedimento foi instaurado para apurar possível violação ao direito de acesso à saúde pelo SUS
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP‑BA) abriu um procedimento administrativo para investigar uma possível violação ao direito de acesso à saúde de um paciente transgênero em Vitória da Conquista. A ação, conduzida pela 4ª Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos da População LGBTQIA+, questiona a suposta negativa da Secretaria Municipal de Saúde ao Tratamento Fora do Domicílio (TFD), benefício do SUS destinado a pacientes que precisam se deslocar para outro município para receber o tratamento indicado.
- A Secretaria de Saúde afirma que não houve recusa, apenas a solicitação de documentos complementares para o cadastro no programa, conforme normas federais. O MP‑BA deverá analisar a documentação e pode requisitar informações adicionais antes de definir eventuais medidas, buscando esclarecer se houve realmente a negativa do benefício ou se o caso tratou apenas de regularização burocrática.
Foto: Reprodução
O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) instaurou um procedimento administrativo para apurar uma possível violação ao direito de acesso à saúde de um paciente transgênero em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. A medida foi adotada pela 4ª Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos da População LGBTQIA+ e publicada nesta terça-feira (22). Segundo o MP-BA, a Secretaria Municipal de Saúde teria negado a concessão do Tratamento Fora do Domicílio (TFD), serviço do Sistema Único de Saúde (SUS) destinado a pacientes que precisam realizar procedimentos em outra cidade quando o atendimento necessário não está disponível no município de origem. O paciente é acompanhado pelo Ambulatório Estadual Transexualizador, serviço integrante da política de atenção à saúde da população LGBT no SUS. O Ministério Público não informou qual tratamento teria motivado o pedido de TFD nem detalhou, na publicação da instauração do procedimento, quais justificativas teriam sido apresentadas inicialmente pela Secretaria de Saúde para a suposta negativa. A apuração foi classificada como tutela de interesses individuais indisponíveis e deverá verificar as circunstâncias do caso, incluindo a existência ou não de impedimento ao acesso do paciente ao tratamento indicado. A Promotoria poderá requisitar documentos e esclarecimentos à administração municipal antes de definir eventuais medidas. Procurada, a Secretaria de Saúde de Vitória da Conquista afirmou que a situação já havia sido esclarecida ao Ministério Público em 8 de julho de 2026, por meio de ofício. De acordo com a pasta, não houve negativa de atendimento nem recusa na concessão do TFD. “O que ocorreu foi apenas a solicitação padrão para complementação de informações e documentos obrigatórios, etapa indispensável para a efetivação do cadastro no programa, conforme as normas federais que regulamentam o Sistema Único de Saúde (SUS)”, informou a Secretaria. A pasta também declarou que mantém o compromisso com a “legalidade, a transparência e a garantia do acesso universal e humanizado à saúde para todos os cidadãos”. A instauração do procedimento não representa, por si só, uma conclusão do Ministério Público sobre a ocorrência de irregularidade. A apuração deverá esclarecer se houve negativa do benefício ou se o caso estava relacionado à complementação da documentação necessária para o cadastro no programa.
SUS incorpora cirurgia que trata glaucoma e catarata ao mesmo tempo
SUS incorpora cirurgia que trata glaucoma e catarata ao mesmo tempo
Procedimento permite tratar as duas doenças em uma única intervenção e será incluído no protocolo do SUS
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde oficializou, por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União, a incorporação de uma nova técnica cirúrgica no SUS que permite tratar glaucoma e catarata em um único procedimento. A abordagem, proposta pela SCTIE e aprovada pela Conitec, será incluída no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do glaucoma, ampliando as opções terapêuticas da rede pública para pacientes com casos leves a moderados de glaucoma de ângulo aberto.
- A cirurgia combina a remoção do cristalino afetado pela catarata com a desobstrução do canal de drenagem ocular, podendo ser realizada via goniotomia excisional ou trabeculotomia transluminal. Menos invasiva que alternativas atuais, a técnica promete recuperação mais rápida, menor risco de complicações e melhor controle da pressão intraocular, beneficiando quem necessita de intervenção cirúrgica para ambas as condições.
Foto: Reprodução | Freepik
O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a contar com uma nova técnica cirúrgica capaz de tratar o glaucoma e a catarata durante o mesmo procedimento. A medida foi oficializada pelo Ministério da Saúde por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União na quinta-feira (17) e prevê a atualização do tratamento oferecido na rede pública. A nova abordagem permite a remoção do cristalino, afetado pela catarata, associada à desobstrução do canal responsável pela drenagem do líquido dentro do olho. A incorporação foi proposta pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE) e recebeu parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) em 21 de agosto. O procedimento é destinado a pacientes com casos leves a moderados de glaucoma primário de ângulo aberto. Segundo o Ministério da Saúde, a técnica é menos invasiva em comparação com algumas alternativas atualmente utilizadas e pode contribuir para uma recuperação mais rápida, menor risco de complicações e melhor controle da pressão intraocular. O glaucoma é uma doença que pode provocar perda progressiva da visão e, sem tratamento adequado, levar à cegueira. Atualmente, o tratamento inicial oferecido pelo SUS utiliza medicamentos, principalmente colírios, para reduzir a pressão dentro dos olhos. Quando a resposta ao tratamento é insuficiente ou há dificuldade para manter o uso regular dos medicamentos, podem ser indicados procedimentos a laser ou cirurgias. Com a nova incorporação, o procedimento será incluído no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do glaucoma. Existem duas possibilidades previstas: a goniotomia excisional, realizada por meio de uma pequena incisão na córnea, e a trabeculotomia transluminal, que utiliza um microcateter ou fio cirúrgico para alcançar o canal natural de drenagem do olho. A expectativa do Ministério da Saúde é ampliar as opções terapêuticas disponíveis na rede pública e permitir que pacientes que também necessitam de cirurgia de catarata possam receber os tratamentos em uma única intervenção, conforme indicação médica.
SUS poderá oferecer canetas emagrecedoras para pacientes com obesidade
SUS poderá oferecer canetas emagrecedoras para pacientes com obesidade
Ministério da Saúde avalia oferta de medicamentos como a semaglutida após resultados iniciais de estudo com pacientes da rede pública
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Sistema Único de Saúde (SUS) está avaliando a inclusão de canetas emagrecedoras, como a semaglutida, para pacientes com obesidade grave. A proposta, anunciada pelo Ministério da Saúde, será baseada em evidências científicas e seguirá um protocolo clínico rigoroso para garantir segurança e acompanhamento médico.
- Um estudo conduzido pelo Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre, acompanha 250 pacientes desde junho, apresentando resultados iniciais positivos. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destaca a intenção de ampliar o acesso de forma responsável, enquanto a decisão final dependerá da análise dos dados e da definição de diretrizes, em um contexto de redução de preços desses medicamentos no mercado brasileiro.
Foto: Reprodução
O Sistema Único de Saúde (SUS) poderá passar a oferecer medicamentos conhecidos como canetas emagrecedoras para o tratamento de pacientes com obesidade. Segundo o Ministério da Saúde, a eventual oferta será definida com base em evidências científicas e deverá seguir um protocolo clínico específico para garantir segurança e acompanhamento médico. A avaliação está relacionada a um estudo conduzido pelo Grupo Hospitalar Conceição, da rede pública de Porto Alegre, que desde junho acompanha pacientes com obesidade tratados com semaglutida, princípio ativo utilizado em medicamentos da classe. De acordo com o Ministério da Saúde, os resultados iniciais são considerados positivos, mas a pesquisa ainda busca avaliar a segurança, os efeitos do tratamento e os critérios necessários para o acompanhamento dos pacientes. Ao todo, 250 pessoas atendidas pelo SUS com obesidade grave ou associada a outras doenças serão acompanhadas por médicos especialistas. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o objetivo é ampliar o acesso ao tratamento de forma responsável e transformar a medicação em uma opção oferecida pelo SUS. A declaração ocorre em meio à ampliação da oferta de medicamentos para obesidade no mercado brasileiro, que, segundo o ministério, também contribuiu para a redução dos preços nas farmácias. A inclusão desses medicamentos na rede pública ainda depende da avaliação dos resultados do estudo e da definição das diretrizes para utilização no SUS.
SUS oferece cirurgia que trata glaucoma e catarata ao mesmo tempo
SUS oferece cirurgia que trata glaucoma e catarata ao mesmo tempo
O novo procedimento foi classificado pelo Ministério da Saúde como menos invasivo que opções atuais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O SUS incorporará ao Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) uma nova técnica cirúrgica que permite tratar simultaneamente glaucoma e catarata, indicada para casos leves a moderados de glaucoma primário de ângulo aberto e considerada menos invasiva que as opções atuais.
- A proposta inclui duas abordagens: a goniotomia excisional, feita por pequena incisão corneana, e a trabeculotomia transluminal, realizada com microcateter no canal de drenagem ocular. Segundo a Conitec, a goniotomia pode gerar economia de cerca de R$ 18 mil por ano de vida saudável, totalizando R$ 22,4 milhões no primeiro ano e R$ 93,2 milhões ao quinto ano.
Foto: Reprodução | Freepik
O SUS vai passar a ofertar uma nova técnica cirúrgica que permite o tratamento simultâneo de glaucoma e catarata. A técnica é direcionada para casos leves a moderados de glaucoma primário de ângulo aberto e foi dita pelo Ministério da Saúde como "menos invasiva que as opções atuais". No novo procedimento, que vai ser incluido no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do glaucoma, serão abrangidas duas possibilidades cirúrgicas: uma é feita através de uma pequena incisão na córnea, conhecida como goniotomia excisional; a outra é a partir de um microcateter ou fio cirúrgico introduzido no canal natural de drenagem do olho, a trabeculotomia transluminal. segundo relatório elaborado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), a opção de goniotomia excisional representa uma redução de aproximadamente R$ 18 mil a cada ano de vida saudável ganho pelo paciente em comparação com o implante de drenagem oftalmológico usando em tratamentos autais. Essa incorporação pode resultar em uma economia de R$ 22,4 milhões no primeiro ano, e alcançando R$ 93,2 milhões no quinto ano.
Vacina Pneumo 20 chega ao SUS para idosos com 85 anos ou mais
Vacina Pneumo 20 chega ao SUS para idosos com 85 anos ou mais
Imunizante protege contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite; aplicação depende do histórico vacinal
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou a ampliação da vacinação com a Pneumo 20 na rede pública, permitindo que brasileiros com 85 anos ou mais recebam a dose pelo SUS. A nova fase visa imunizar mais de 2,3 milhões de idosos, buscando reduzir as altas taxas de internação (2.902,7 por 100 mil) e mortalidade (743,1 por 100 mil) por pneumonia registradas em 2025.
- Para a aplicação, basta comparecer à unidade de saúde com documento de identidade; a dose única é indicada para quem nunca recebeu vacina pneumocócica, enquanto quem já tem histórico com Pneumo 13, 15 ou 23 deve observar os intervalos recomendados. A Pneumo 20 também foi incluída no calendário infantil, com mais de um milhão de crianças menores de cinco anos vacinadas nos primeiros dois meses.
Foto: Leonardo Rattes / Saúde GovBA
O Ministério da Saúde anunciou a ampliação do acesso à vacina Pneumo 20 na rede pública. A partir desta nova etapa, pessoas com 85 anos ou mais passam a ter acesso ao imunizante pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A medida busca prevenir complicações graves provocadas por doenças pneumocócicas, principalmente entre os idosos, que são mais vulneráveis a infecções respiratórias. A estimativa do governo federal é imunizar mais de 2,3 milhões de pessoas nesta fase, com a meta de alcançar pelo menos 90% do público-alvo. A preocupação é reforçada pelos números de 2025, quando a taxa de internações por pneumonia entre brasileiros com 85 anos ou mais chegou a 2.902,7 por 100 mil habitantes. Já a taxa de mortalidade pela doença nessa faixa etária foi de 743,1 óbitos por 100 mil habitantes. A Pneumo 20 protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, responsável por infecções como pneumonia, meningite e otite média. A distribuição das doses para estados e municípios já foi iniciada, considerando a população local, a demanda e a disponibilidade de estoque. Para receber a vacina, o idoso ou seu responsável deve procurar uma unidade de saúde e apresentar documento oficial com foto que comprove a idade. Não é necessário apresentar receita médica. A indicação da dose, no entanto, depende do histórico de vacinação. Quem nunca recebeu vacina pneumocócica deve tomar uma dose única. Já quem recebeu outros imunizantes, como Pneumo 13, Pneumo 15 ou Pneumo 23, precisa respeitar os intervalos recomendados pelo Ministério da Saúde. Pessoas que já completaram determinados esquemas de vacinação podem não ter indicação para uma nova dose neste momento. A Pneumo 20 também foi incorporada ao calendário nacional de vacinação infantil em junho deste ano, para crianças menores de cinco anos. Segundo o Ministério da Saúde, mais de um milhão de crianças receberam o imunizante nos primeiros dois meses da campanha.
Vereadora acusa aliado de Sheila Lemos de usar hospital para obter votos em Vitória da Conquista
Lara Fernandes fez denúncia durante sessão da Câmara; Wagner Alves nega irregularidades, anuncia ação por calúnia e Fundação Municipal de Saúde afirma que procedimentos seguem critérios técnicos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Vereadora Lara Fernandes (Republicanos) acusou o candidato Wagner Alves (União) de usar cirurgias e serviços do Hospital Municipal Esaú Matos para angariar votos nas eleições para a Assembleia Legislativa, alegando compra de votos e interferência na rede pública de saúde. A denúncia foi feita na sessão da Câmara de Vereadores, porém a parlamentar não apresentou documentos ou nomes de pacientes que comprovem a prática.
- Wagner Alves, conhecido como Wagner de Sheila, negou as acusações em entrevista ao programa Brasil Notícias e entrou com queixa‑crime por calúnia. A Fundação Municipal de Saúde de Vitória da Conquista reforçou que os procedimentos eletivos seguem as normas do SUS e não há vínculo político nas cirurgias realizadas.
Foto: Câmara de Vitória da Conquista
A vereadora de Vitória da Conquista e candidata a deputada estadual, Lara Fernandes (Republicanos), acusou o também candidato ao cargo, Wagner Alves (União), de utilizar serviços e cirurgias do Hospital Municipal Esaú Matos para conquistar apoio eleitoral. A declaração foi feita durante sessão da Câmara de Vereadores. Segundo informações, Lara afirmou que a suposta prática configuraria compra de votos e interferência indevida na rede pública de saúde. No entanto, durante o pronunciamento, a parlamentar não apresentou documentos, nomes de pacientes ou outras provas que sustentassem a acusação. Lara Fernandes e Wagner Alves integram a base política da prefeita Sheila Lemos (União) e do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto. Em resposta, Wagner Alves, conhecido como Wagner de Sheila, negou as acusações durante entrevista ao programa Brasil Notícias. Ele afirmou que ingressou com uma queixa-crime contra a vereadora por calúnia. "Lara, você mentiu. Eu não sou servidor público municipal, não faço parte da prefeitura e não posso, em hipótese alguma, utilizar o nome de qualquer instituição pública para angariar votos", declarou. Em nota, a Fundação Municipal de Saúde de Vitória da Conquista informou que os procedimentos eletivos realizados no Hospital Municipal Esaú Matos seguem os fluxos de regulação do Sistema Único de Saúde (SUS) e critérios técnicos estabelecidos por resoluções estaduais voltadas à redução da fila de espera. A fundação ressaltou ainda que não existe qualquer vinculação político-partidária na realização das cirurgias e demais atendimentos prestados pela unidade de saúde.
SUS terá três novos medicamentos para tratamento de câncer de pulmão a partir de outubro
Medida deve ampliar em 35% a oferta de tratamentos oncológicos de alto custo no sistema público de saúde.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A partir de outubro, o Ministério da Saúde incorporará três novos medicamentos de alta tecnologia ao Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento do câncer de pulmão: brigatinibe, gefitinibe e durvalumabe. Os tratamentos, que chegam a custar até R$ 643 mil ao ano na rede privada, contemplam terapias-alvo orais e imunoterapia, beneficiando inicialmente cerca de 1,9 mil pacientes da rede pública.
- A medida faz parte da Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), política federal com orçamento anual de R$ 2,1 bilhões que disponibilizará 23 medicamentos oncológicos. A iniciativa representa uma expansão de 35% na oferta de terapias contra o câncer no SUS e deve atender mais de 100 mil pessoas.
Foto: Fernando Frazão | Agência Brasil
Três novos medicamentos para o tratamento do câncer de pulmão serão incorporados ao Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de outubro, segundo o Ministério da Saúde. As medicações brigatinibe, gefitinibe e durvalumabe deverão beneficiar cerca de 1,9 mil pacientes em tratamento na rede pública. Considerados medicamentos de alta tecnologia, os três podem representar um custo de até R$ 643 mil por ano para pacientes que precisam recorrer à rede privada. O brigatinibe e o gefitinibe são terapias-alvo administradas por via oral que atuam sobre alterações específicas presentes nas células cancerígenas e podem ser utilizadas em casa, além de apresentarem menor incidência de alguns efeitos adversos quando comparadas a esquemas tradicionais de quimioterapia. Já o durvalumabe atua sobre o sistema imunológico para aumentar a capacidade do organismo de combater as células tumorais e será destinado a pacientes com câncer de pulmão em estágio 3 que não podem ser submetidos à cirurgia. Segundo o Ministério da Saúde, o tratamento com o medicamento apresenta ganhos na sobrevida global dos pacientes. A incorporação dos três remédios ocorrerá por meio da Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), política criada pelo governo federal para ampliar o acesso a tratamentos de alto custo no SUS. Ao todo, 23 medicamentos oncológicos serão disponibilizados pela iniciativa, o que, de acordo com o ministério, representa um aumento de 35% na oferta de tratamentos contra o câncer na rede pública. A estimativa do governo é de que mais de 100 mil pessoas sejam beneficiadas pela política, que terá orçamento anual previsto de R$ 2,1 bilhões.
MP recomenda que a prefeitura suspenda a exigência de título de eleitor para atendimento no SUS em LEM
Denúncias apontam que moradores tiveram consultas, exames e emissão do Cartão SUS dificultados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) determinou que a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães suspenda imediatamente a exigência de transferência do título de eleitor ou de vínculo empregatício como condição para atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS). A recomendação, dirigida ao prefeito Júnior Marabá e ao secretário municipal de Saúde, Pedro Henrique Ribeiro, visa impedir que a prática, que incluía emissão do Cartão SUS, atualização do CadSUS, marcação de consultas, realização de exames e acompanhamento pré-natal, continue a ser aplicada.
- O MP alerta que condicionar o acesso à saúde à situação eleitoral fere os princípios constitucionais da universalidade e da igualdade do SUS e pode configurar abuso de poder político. A prefeitura tem três dias para confirmar o cumprimento da recomendação e cinco dias para orientar as unidades de saúde; caso contrário, o órgão pode ajuizar uma Ação Civil Pública.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) determinou que a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães suspenda imediatamente a exigência de transferência do título de eleitor ou de vínculo empregatício como condição para atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS). A recomendação foi direcionada ao prefeito Júnior Marabá e ao secretário municipal de Saúde, Pedro Henrique Ribeiro. Segundo o MP, a prática vinha sendo aplicada para emissão do Cartão SUS, atualização do CadSUS, marcação de consultas, realização de exames e até no acompanhamento pré-natal. A recomendação foi expedida após uma série de denúncias de moradores que relataram dificuldades para conseguir atendimento. Entre os casos citados pelo órgão estão gestantes impedidas de realizar o pré-natal e mães que não conseguiram emitir o Cartão SUS dos filhos por não possuírem domicílio eleitoral no município. No documento, o promotor de Justiça Alysson Batista da Silva Flizikowski afirma que condicionar o acesso à saúde à situação eleitoral do cidadão fere os princípios constitucionais da universalidade e da igualdade que regem o SUS. O Ministério Público também alerta que a prática pode configurar abuso de poder político ao estimular a transferência irregular de títulos eleitorais. A prefeitura terá três dias para informar se cumprirá a recomendação e comprovar o fim das exigências. Além disso, deverá encaminhar, em até cinco dias, uma orientação oficial a todas as Unidades Básicas de Saúde, UPAs e hospitais da rede municipal. Caso a determinação não seja atendida, o Ministério Público informou que poderá adotar medidas judiciais, incluindo o ajuizamento de uma Ação Civil Pública.
SUS passa a oferecer teste para rastrear câncer colorretal
SUS passa a oferecer teste para rastrear câncer colorretal
Exame será oferecido a homens e mulheres de 50 a 75 anos sem sintomas, com rastreamento realizado a cada dois anos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a oferecer o teste imunoquímico fecal (FIT) para o rastreamento do câncer colorretal em homens e mulheres assintomáticos na faixa etária de 50 a 75 anos. O exame, que identifica a presença de sangue oculto nas fezes, tem sensibilidade estimada entre 85% e 92% e deve ser realizado a cada dois anos para detectar precocemente possíveis alterações antes do surgimento dos sintomas da doença.
- A medida, que faz parte de um novo protocolo nacional do Ministério da Saúde, tem o potencial de beneficiar mais de 40 milhões de brasileiros e visa combater um dos tipos de câncer mais frequentes no país. Cabe ressaltar que o teste é voltado estritamente para a prevenção, e pessoas que já apresentam sintomas ou suspeita clínica devem buscar avaliação médica direta para investigação diagnóstica.
Foto: Fernando Frazão | Agência Brasil
O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a oferecer, a partir desta segunda-feira (10), o teste imunoquímico fecal (FIT) para o rastreamento do câncer colorretal. O exame, que identifica a presença de sangue oculto nas fezes, foi incluído na tabela de procedimentos da rede pública de saúde. A estratégia é destinada a homens e mulheres assintomáticos entre 50 e 75 anos. O exame deverá ser realizado a cada dois anos como forma de identificar possíveis alterações antes do surgimento de sinais da doença. A portaria publicada no Diário Oficial da União deixa claro que o teste não deve ser utilizado para investigar pessoas que apresentam sintomas ou que já tenham suspeita clínica de câncer colorretal. Nesses casos, o paciente deve passar por avaliação médica e pelos exames indicados para investigação diagnóstica. A inclusão do FIT no SUS havia sido anunciada pelo Ministério da Saúde em maio, quando o governo apresentou um novo protocolo nacional para o rastreamento do câncer colorretal. Segundo dados do Ministério da Saúde, o teste apresenta sensibilidade estimada entre 85% e 92% para identificar possíveis alterações. A expectativa é ampliar o acesso à prevenção e contribuir para que casos suspeitos sejam identificados mais cedo. A medida pode beneficiar mais de 40 milhões de brasileiros que estão dentro da faixa etária indicada para o rastreamento. O câncer colorretal está entre os tipos de câncer mais frequentes no país, considerando os tumores que não são de pele não melanoma. A estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é de 53,8 mil novos casos da doença no Brasil a cada ano do triênio 2026-2028. A inclusão do teste na rede pública faz parte das estratégias de prevenção e detecção precoce da doença. A orientação é que pessoas dentro da faixa etária indicada procurem uma unidade de saúde para receber informações sobre o rastreamento e verificar a disponibilidade do procedimento na rede local.
Lula sanciona lei que endurece punições para crimes sexuais contra crianças na internet
Nova legislação também torna esses crimes hediondos, garante atendimento às vítimas pelo SUS e amplia punições para quem utiliza recursos para ocultar a identidade na internet
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma nova legislação que endurece as penalidades para crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes cometidos no ambiente digital. A nova lei prevê punições mais severas para práticas que utilizem inteligência artificial, deepfakes, perfis falsos e recursos de ocultação de IP para dificultar a identificação dos criminosos, além de classificar as principais infrações dessa natureza como crimes hediondos.
- Adicionalmente, a norma assegura o atendimento psicológico e psicossocial gratuito às vítimas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), estabelecendo que o agressor poderá ser obrigado a arcar com os custos do tratamento. A nova lei também estipula penas de quatro a dez anos de prisão para a produção, financiamento ou registro de conteúdos de abuso, ampliando as possibilidades de prisão preventiva e modernizando a terminologia legal aplicável no país.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta quinta-feira (6), uma lei que endurece as punições para crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes praticados no ambiente digital, incluindo casos que envolvam o uso de inteligência artificial, como deepfakes e perfis falsos. O texto, de autoria do deputado federal Osmar Terra (MDB-RS), havia sido aprovado pelo Senado em julho. Entre as principais mudanças, a legislação aumenta a pena para o aliciamento de menores de 14 anos quando o criminoso utiliza inteligência artificial, identidade falsa ou deepfakes para enganar a vítima. Também prevê punições mais severas para quem usa ferramentas de ocultação de IP ou outros recursos digitais para dificultar a identificação durante a prática dos crimes. A nova lei ainda inclui os principais crimes de violência sexual infantil no rol dos crimes hediondos, amplia as possibilidades de prisão preventiva e substitui o termo "pornografia infantil" por "conteúdo de violência sexual contra criança ou adolescente", abrangendo inclusive imagens geradas por inteligência artificial. Atendimento psicológico - Outro ponto da norma garante atendimento psicológico e psicossocial às vítimas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com acesso restrito para proteger crianças e adolescentes. O agressor também poderá ser obrigado a custear o tratamento e ressarcir o SUS pelas despesas. A legislação estabelece pena de quatro a dez anos de prisão, além de multa, para quem produzir, registrar, financiar ou recrutar menores para conteúdos de violência sexual. A punição pode ser aumentada em até dois terços quando houver comercialização, armazenamento do material ou uso de mecanismos para ocultar a identidade do criminoso.
SUS pode oferecer injetável contra o HIV ainda em 2026; medicamento será avaliado para incorporação
Ministério da Saúde quer incluir tratamento com aplicação a cada dois meses; objetivo é ampliar a prevenção e facilitar a adesão dos pacientes
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou que encaminhará à Conitec o pedido para inclusão do cabotegravir, medicamento injetável utilizado como profilaxia pré-exposição (PrEP), no Sistema Único de Saúde (SUS). O medicamento, que é aplicado a cada dois meses e impede a replicação do vírus HIV, tem como principal vantagem facilitar a adesão ao tratamento preventivo.
- A decisão final sobre a oferta do medicamento caberá ao Ministério da Saúde, que ainda negocia com a farmacêutica GSK o preço do medicamento e a quantidade de doses que serão adquiridas.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
O Sistema Único de Saúde (SUS) poderá oferecer ainda este ano uma nova forma de prevenção ao HIV. O Ministério da Saúde anunciou que encaminhará à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) o pedido para inclusão do cabotegravir, medicamento injetável utilizado como profilaxia pré-exposição (PrEP). Diferentemente da versão em comprimidos, que precisa ser tomada diariamente, o cabotegravir é aplicado por injeção a cada dois meses. O medicamento impede a replicação do vírus HIV e tem como principal vantagem facilitar a adesão ao tratamento preventivo. Antes de ser incorporado à rede pública, o pedido será analisado pela Conitec, que avaliará critérios como eficácia, segurança e custo-benefício. A decisão final sobre a oferta do medicamento caberá ao Ministério da Saúde. Segundo o ministro Alexandre Padilha, o governo negocia com a farmacêutica GSK o preço do medicamento e a quantidade de doses que serão adquiridas. Ele afirmou que o valor apresentado pela empresa está dentro do esperado para viabilizar a oferta pelo SUS. O ministro também explicou que outra alternativa, o lenacapavir, que oferece proteção por até seis meses, não será incorporada neste momento devido ao alto custo. Segundo Padilha, o preço apresentado pela fabricante inviabiliza a compra pelo sistema público brasileiro. Atualmente, o SUS já disponibiliza gratuitamente a PrEP oral para pessoas com maior risco de exposição ao HIV. Mais de 350 mil brasileiros já utilizaram o tratamento preventivo. Estudos realizados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontam que a versão injetável pode aumentar a adesão ao tratamento. Em uma pesquisa com 1,4 mil participantes, 83% preferiram a aplicação em vez dos comprimidos diários, e nenhum dos voluntários que seguiu corretamente o protocolo foi infectado pelo HIV durante o acompanhamento. A expectativa do Ministério da Saúde é que, caso a incorporação seja aprovada, a PrEP injetável amplie o acesso à prevenção e fortaleça as estratégias de combate ao HIV no Brasil.
Ministério da Saúde lança campanha nacional para alertar sobre os riscos das apostas on-line
Campanha será veiculada na TV, rádio e redes sociais e orienta a população sobre prevenção e tratamento pelo SUS.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde lançou uma campanha nacional de conscientização sobre os riscos associados às apostas on-line, conhecidas popularmente como bets. A iniciativa, que será veiculada em rádio, TV e redes sociais, alerta para consequências graves do uso excessivo dessas plataformas, tais como endividamento, problemas de saúde mental e conflitos familiares, além de direcionar os cidadãos aos serviços de tratamento e acolhimento gratuitos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
- Como parte de uma estratégia integrada, o governo federal também destacou outras ações regulatórias já implementadas para conter os impactos negativos das bets. Entre as principais medidas estão a criação de uma ferramenta de autoexclusão voluntária, que já conta com cerca de 1 milhão de usuários, e a restrição rigorosa das regras de publicidade, que agora proíbem a associação de apostas a investimentos ou sucesso financeiro e exigem alertas obrigatórios sobre os riscos envolvidos.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
O Ministério da Saúde lançou, neste domingo (26), uma campanha nacional para conscientizar a população sobre os riscos das apostas on-line, conhecidas como bets. A ação será divulgada em emissoras de TV, rádio e redes sociais durante o período de retomada do Campeonato Brasileiro e de outras competições esportivas, que contam com o patrocínio de casas de apostas. A campanha alerta para os impactos do uso excessivo das plataformas, como problemas de saúde mental, endividamento e dificuldades familiares. Além disso, informa onde as pessoas podem buscar acolhimento e tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o Ministério da Saúde, o atendimento especializado pode ser feito de forma sigilosa pelo aplicativo Meu SUS Digital. Também é possível receber assistência presencial nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps). O governo federal informou que já adotou outras medidas para reduzir os impactos das apostas. Entre elas está uma plataforma de autoexclusão, criada em dezembro de 2025, que permite ao usuário bloquear voluntariamente o acesso às plataformas de apostas. De acordo com o governo, cerca de 1 milhão de pessoas já utilizaram o serviço. Outra medida foi o endurecimento das regras para a publicidade das bets. Agora, as propagandas não podem associar as apostas à ideia de investimento ou sucesso financeiro e devem conter alertas obrigatórios sobre os riscos da atividade.
Bahia começa a distribuir nova insulina pelo SUS para pacientes com diabetes
Bahia começa a distribuir nova insulina pelo SUS para pacientes com diabetes
Insulina glargina será destinada, inicialmente, a crianças, adolescentes e idosos, com substituição gradual da insulina NPH
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Bahia começou a receber a insulina glargina, um novo medicamento para tratamento de diabetes. O estado recebeu 30.854 tubetes da medicação e 8.126 canetas reutilizáveis para aplicação, enviadas pelo Ministério da Saúde. A nova insulina substituirá gradualmente a NPH para pacientes específicos, como crianças e adolescentes com diabetes tipo 1, idosos com 70 anos ou mais e pacientes com diabetes tipo 2.
- A insulina glargina proporciona maior estabilidade no controle da glicemia e reduz o risco de episódios de hipoglicemia. A distribuição do medicamento faz parte de uma estratégia nacional para ampliar o acesso à nova terapia e ocorrerá de forma gradual em todo o país na rede pública.
Foto: Divulgação
A Bahia começou a receber a insulina glargina, novo medicamento que passa a integrar o tratamento de pacientes com diabetes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O estado recebeu 30.854 tubetes da medicação e 8.126 canetas reutilizáveis para aplicação, enviadas pelo Ministério da Saúde. A nova insulina substituirá gradualmente a NPH para públicos específicos: crianças e adolescentes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e idosos com 70 anos ou mais diagnosticados com diabetes tipo 1 ou tipo 2. A mudança será feita após avaliação da equipe de saúde. De ação prolongada, a insulina glargina exige, na maioria dos casos, apenas uma aplicação diária. Segundo o Ministério da Saúde, o medicamento proporciona maior estabilidade no controle da glicemia, reduz o risco de episódios de hipoglicemia e pode aumentar a adesão ao tratamento. Para ter acesso ao medicamento, o paciente deve procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) com receita médica. Além da insulina, o SUS fornecerá canetas reutilizáveis, com validade de três anos, agulhas para aplicação e orientações sobre o uso correto e o armazenamento do medicamento.A distribuição faz parte de uma estratégia nacional para ampliar o acesso à nova terapia e ocorrerá de forma gradual em todo o país na rede pública.
Fiocruz conclui produção nacional de remédio contra o HIV para o SUS
Fiocruz conclui produção nacional de remédio contra o HIV para o SUS
Medicamento poderá ser distribuído ao SUS após autorização da Anvisa
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu a transferência de tecnologia para a produção nacional do dolutegravir, principal antirretroviral utilizado no tratamento do HIV no Brasil. O medicamento é usado atualmente por mais de 770 mil pessoas que vivem com o vírus no país, e a Fiocruz investiu na modernização da fábrica e na qualificação de profissionais para a fabricação do remédio.
- A autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é necessária para o início do fornecimento do medicamento produzido integralmente no Brasil. Com a conclusão dessa etapa, três lotes do dolutegravir já foram fabricados e aprovados nos testes de validação, prontos para serem distribuídos à rede pública de saúde.
Foto: Divulgação | Agência de Notícias da Aids
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu o processo de transferência de tecnologia para a produção nacional do dolutegravir, principal antirretroviral utilizado no tratamento do HIV no Brasil. O medicamento, fornecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é usado atualmente por mais de 770 mil pessoas que vivem com o vírus no país. O acordo firmado em 2020 entre a Fiocruz, por meio de Farmanguinhos, e a farmacêutica ViiV Healthcare, empresa da biofarmacêutica GSK, permitiu a nacionalização gradual da fabricação do remédio. Para isso, o instituto investiu na modernização da fábrica, aquisição de equipamentos, qualificação de profissionais e adequação técnica e regulatória. Com a conclusão dessa etapa, o início do fornecimento do medicamento produzido integralmente no Brasil depende apenas da autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Três lotes do dolutegravir já foram fabricados e aprovados nos testes de validação e estão prontos para serem distribuídos à rede pública de saúde. Desde 2022, Farmanguinhos já realiza a distribuição ao SUS de versões do medicamento produzidas pela GSK, tendo fornecido mais de 739 milhões de cápsulas. Em 2025, o instituto também passou a ser responsável pelo controle de qualidade laboratorial do antirretroviral. A parceria ainda prevê uma nova etapa: a produção nacional da combinação de dolutegravir com lamivudina, outro medicamento utilizado no tratamento do HIV e disponibilizado pelo SUS. A expectativa é que essa fabricação tenha início no próximo ano. Recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o dolutegravir é considerado um dos tratamentos mais eficazes contra o HIV por impedir a multiplicação do vírus, reduzir a carga viral a níveis indetectáveis, fortalecer o sistema imunológico e apresentar poucos efeitos colaterais.
Igaporã receberá duas salas para atendimento pelo Telessaúde Bahia
Igaporã receberá duas salas para atendimento pelo Telessaúde Bahia
As salas serão instaladas nas Unidades Básicas de Saúde da localidade de Cerquinha e do bairro Alto da Varginha
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Administração Municipal de Igaporã concluiu o treinamento das equipes para as salas de telemedicina, que são parte do programa Telessaúde Bahia do Governo do Estado. O novo serviço oferece teleconsultoria, telediagnóstico e capacitações online, otimizando o fluxo e evitando deslocamentos desnecessários, com investimentos federais integrando centenas de Unidades Básicas de Saúde com internet de alta velocidade.
- O sistema permite que pacientes busquem atendimento em uma unidade básica de saúde e, se necessário, sejam encaminhados para uma teleconsulta com especialistas estaduais. A iniciativa visa ampliar o acesso da população aos serviços de saúde e reduzir o tempo de espera por atendimentos especializados.
Foto: Reprodução
A Administração Municipal de Igaporã já concluiu o treinamento das equipes que irão atuar nas salas de telemedicinas, a serem instaladas nas Unidades Básicas de Saúde da localidade de Cerquinha e do bairro Alto da Varginha. A Secretaria de Saúde prevê o início do atendimento para este mês de julho. O novo serviço será disponibilizado pelo programa Telessaúde Bahia, do Governo do Estado, focado no suporte aos profissionais da Atenção Básica (UBS e Estratégia Saúde da Família). Oferece teleconsultoria com especialistas, telediagnóstico (como eletrocardiograma) e capacitações online, otimizando o fluxo e evitando deslocamentos desnecessários. As salas de telemedicina contarão com investimentos federais, pela iniciativa de expansão do SUS, para integrar centenas de Unidades Básicas de Saúde (UBS) com internet de alta velocidade, facilitando a realização de teleconsultas e o acesso a especialistas. Para acessar o sistema público, o primeiro passo é buscar atendimento em uma unidade básica de saúde (UBS). A equipe local avaliará o paciente e, se necessário, fará o encaminhamento ou agendamento para a teleconsulta com especialistas estaduais. As salas de atendimento contarão com os Kits multimídia de telessaúde, compostos por equipamentos tecnológicos distribuídos pelo Ministério da Saúde às Unidades Básicas de Saúde (UBS), com o objetivo de fortalecer o SUS Digital em todo o país. A iniciativa contribui para ampliar o acesso da população aos serviços de saúde, reduzir o tempo de espera por atendimentos especializados e integrar a Atenção Primária à rede de atenção, utilizando a telessaúde como estratégia para qualificar o cuidado.
SUS amplia vacinação com Pneumo 20 para crianças e grupos especiais
SUS amplia vacinação com Pneumo 20 para crianças e grupos especiais
Imunizante protege contra 20 sorotipos da bactéria pneumocócica e passa a integrar, de forma gradual, o calendário de vacinação infantil do SUS.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A vacina Pneumo 20 já está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e demais postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS), ampliando a proteção contra doenças graves causadas pela bactéria pneumocócica, como pneumonia, meningite, otite e infecções generalizadas. O novo imunizante é indicado para crianças menores de cinco anos e grupos especiais prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, incluindo indígenas, idosos com 60 anos ou mais acamados ou institucionalizados e pacientes com condições clínicas específicas.
- Protegendo contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, a vacina substitui progressivamente a Pneumo 10 conforme o término dos estoques. Durante a transição do calendário vacinal, o esquema estabelece doses aos dois meses (Pneumo 20), aos quatro meses (Pneumo 10) e um reforço aos 12 meses (Pneumo 20), sendo possível consultar o histórico vacinal tanto presencialmente nas UBSs quanto pelo aplicativo Meu SUS Digital.
Foto: Ministério da Saúde
A vacina Pneumo 20 já está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e demais pontos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). O imunizante amplia a proteção contra doenças graves causadas pela bactéria pneumocócica, como pneumonia, meningite, infecções generalizadas e otite média, enfermidades que podem provocar internações, sequelas e até mortes. A nova vacina é indicada para crianças menores de cinco anos e também para grupos especiais definidos pelo Ministério da Saúde. Entre eles estão povos indígenas a partir de cinco anos sem histórico de vacinação com imunizante pneumocócico conjugado, idosos com 60 anos ou mais acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas específicas atendidas pelos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Segundo o Ministério da Saúde, a Pneumo 20 protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a cobertura em relação às vacinas utilizadas anteriormente. O imunizante inclui proteção contra sorotipos associados a casos graves de doença pneumocócica invasiva, como os tipos 3, 6A e 19A. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera as doenças pneumocócicas uma das principais causas de mortalidade infantil por enfermidades que podem ser prevenidas por vacinação. Além dos riscos à saúde, essas infecções estão entre as principais causas de internações hospitalares e atendimentos em unidades de terapia intensiva (UTIs). Durante o período de transição do calendário vacinal, o esquema prevê uma dose da Pneumo 20 aos dois meses de idade, uma dose da Pneumo 10 aos quatro meses e uma dose de reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. Após o término dos estoques da Pneumo 10, o esquema passará a utilizar exclusivamente a Pneumo 20. Os responsáveis podem procurar a UBS mais próxima para verificar a situação vacinal da criança. O histórico de imunização também pode ser consultado por meio da Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
SUS amplia vacinação contra HPV para pessoas de 15 a 19 anos
SUS amplia vacinação contra HPV para pessoas de 15 a 19 anos
Adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que não receberam a vacina poderão se imunizar até 31 de dezembro nas unidades do SUS.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde prorrogou até o dia 31 de dezembro a campanha de vacinação contra o HPV direcionada a adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que ainda não foram imunizados. A iniciativa visa ampliar a cobertura vacinal e prevenir infecções pelo vírus, que é o principal causador de diversos tipos de câncer, como os de colo do útero, pênis, garganta e ânus, além de verrugas genitais. As doses estão disponíveis gratuitamente em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
- Além do público de 9 a 14 anos e dos jovens contemplados pela prorrogação, a vacina é recomendada para grupos com condições clínicas especiais, como pessoas que vivem com HIV, pacientes transplantados e em tratamento oncológico. O Ministério da Saúde orienta que a população-alvo não deixe a imunização para os últimos dias do ano e verifique sua situação vacinal por meio do aplicativo Meu SUS Digital ou em um posto de saúde mais próximo.
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O Ministério da Saúde prorrogou até 31 de dezembro a estratégia de vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) para adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que ainda não receberam o imunizante ou não possuem registro da vacinação. A medida busca ampliar a cobertura vacinal e reduzir o risco de doenças relacionadas ao vírus. A vacina é considerada a principal forma de prevenção contra a infecção pelo HPV, responsável por diversos tipos de câncer, como os de colo do útero, pênis, ânus, boca e garganta, além de verrugas genitais. O uso de preservativos também é recomendado por reduzir o risco de transmissão, embora não ofereça proteção completa contra o vírus. As doses estão disponíveis gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e nos demais pontos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). Pelo Calendário Nacional de Vacinação, a imunização é indicada rotineiramente para meninas e meninos de 9 a 14 anos. Com a prorrogação da estratégia de resgate, adolescentes e jovens entre 15 e 19 anos que perderam o período recomendado terão uma nova oportunidade para receber a vacina até o fim deste ano. Além desse público, o imunizante também é ofertado para grupos com condições específicas, conforme as orientações do Ministério da Saúde. Entre eles estão pessoas que vivem com HIV, pacientes transplantados, pessoas em tratamento oncológico, usuários da Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP) e pacientes com papilomatose respiratória recorrente. A ampliação da campanha busca aumentar a proteção coletiva e diminuir a circulação do vírus, contribuindo para a prevenção de doenças que podem ser evitadas com a vacinação. Quem tiver dúvidas sobre a situação vacinal pode consultar o histórico de imunização pelo aplicativo Meu SUS Digital ou procurar a unidade de saúde mais próxima. A recomendação é que pessoas dentro do público-alvo não deixem para os últimos dias e aproveitem a prorrogação para atualizar a caderneta de vacinação e reforçar a proteção contra o HPV.
Lula diz que SUS é exemplo para os EUA e alfineta governo Trump
Lula diz que SUS é exemplo para os EUA e alfineta governo Trump
Presidente destacou atendimento gratuito no Brasil durante último evento de entregas antes do início do período de restrições eleitorais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que o Sistema Único de Saúde (SUS) é referência mundial, citando os Estados Unidos como exemplo de país sem atendimento público universal similar ao brasileiro e fez crítica indireta ao presidente americano Donald Trump. Ele contou o caso de um filho de jornalista norte‑americano que recebeu atendimento gratuito após acidente no Brasil e questionou se a mesma prática aconteceria nos EUA.
- Durante a cerimônia no Palácio do Planalto, o governo inaugurou dez novos campi de institutos federais de educação, anunciou R$ 464,8 milhões em investimentos para fortalecer o SUS e entregou 1.619 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida, beneficiando 6.476 pessoas. Também foi lembrado que a partir de sábado (4) entra em vigor o defeso eleitoral, limitando a participação de candidatos em inaugurações e eventos institucionais.
Foto: Ricardo Stuckert / PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (3) que o Sistema Único de Saúde (SUS) é uma referência mundial e citou os Estados Unidos como exemplo de um país que, segundo ele, não oferece atendimento público universal semelhante ao brasileiro. Durante o discurso, Lula também fez uma crítica indireta ao presidente americano Donald Trump. Ao defender o sistema público de saúde, o presidente relatou o caso do filho de um jornalista norte-americano que teria sido atendido gratuitamente após sofrer um acidente no Brasil. Em seguida, questionou se a mesma situação ocorreria nos Estados Unidos. “Nenhum país do mundo tem um programa como o SUS. Vá nos Estados Unidos ver se você pega ambulância de graça”, afirmou. As declarações foram feitas durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em Brasília. No evento, o governo federal inaugurou simultaneamente dez novos campi de institutos federais de educação, anunciou investimentos de R$ 464,8 milhões destinados ao fortalecimento do SUS e entregou 1.619 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida em seis estados. Segundo o governo, as unidades habitacionais beneficiarão 6.476 pessoas. A solenidade marcou a última agenda oficial de inaugurações e anúncios de obras do governo federal antes do início das restrições previstas pela legislação eleitoral. A partir deste sábado (4), entra em vigor o período conhecido como defeso eleitoral. Durante esse intervalo, candidatos à Presidência da República ficam impedidos de participar da inauguração de obras públicas e de eventos institucionais que possam caracterizar promoção eleitoral, conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Com isso, Lula deverá suspender a participação em cerimônias de inauguração até o fim do período eleitoral, mantendo apenas agendas permitidas pela legislação.
Sesab prepara SUS para possível aumento de migrantes venezuelanos na Bahia
Sesab prepara SUS para possível aumento de migrantes venezuelanos na Bahia
Informe técnico da SUVISA orienta profissionais do SUS sobre acolhimento, vacinação e vigilância epidemiológica.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) publicou um informe técnico essencial para orientar profissionais e gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) sobre o atendimento a migrantes venezuelanos, motivado pelos recentes terremotos na Venezuela. A medida é preventiva e busca preparar a rede estadual de saúde para um possível aumento no fluxo migratório, embora a Sesab reforce que não há risco sanitário que justifique preocupação da população, apenas a necessidade de manter os serviços organizados para um atendimento eficiente.
- Elaborado pelo CIEVS Bahia e SUVISA, o documento enfatiza o direito de todo migrante ao SUS, independentemente da nacionalidade ou situação migratória. Entre as orientações detalhadas estão o acolhimento humanizado, avaliação clínica, atualização vacinal, atenção a grupos vulneráveis e a notificação de eventos de interesse à saúde pública. O informe também visa combater a desinformação e garantir um acolhimento seguro, organizado e sem discriminação, seguindo os mesmos protocolos técnicos adotados para qualquer usuário do SUS.
Foto: Reprodução
A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) publicou um informe técnico para orientar profissionais e gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) sobre o atendimento a migrantes venezuelanos após os terremotos registrados recentemente na Venezuela. O documento foi elaborado pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS Bahia) e pela Equipe de Resposta Rápida da Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde (SUVISA). Segundo a Sesab, a medida é preventiva e tem como objetivo preparar a rede estadual de saúde para um possível aumento no fluxo migratório. O órgão destaca que não há qualquer risco sanitário que justifique preocupação da população, mas ressalta a importância de manter os serviços organizados para garantir atendimento adequado. O informe reforça que todo migrante tem direito ao atendimento no SUS, independentemente da nacionalidade ou da situação migratória. Entre as orientações estão o acolhimento humanizado, a avaliação clínica conforme a necessidade de cada paciente, a atualização da vacinação, a atenção especial a gestantes, crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas, além da notificação imediata de qualquer evento incomum de interesse para a saúde pública. A Bahia já recebeu 1.162 migrantes venezuelanos por meio da estratégia nacional de interiorização, em uma ação coordenada entre os governos federal, estadual e municipal. A Sesab informou ainda que o CIEVS Bahia segue monitorando o cenário internacional e reforçou que o atendimento aos migrantes deve seguir os mesmos protocolos técnicos e científicos adotados para qualquer usuário do SUS. O informe também busca combater a desinformação e garantir que o acolhimento ocorra de forma segura, organizada e sem discriminação.
Vacina contra pólio terá nova dose de reforço em agosto
Vacina contra pólio terá nova dose de reforço em agosto
Mudança entra em vigor em 3 de agosto e prevê duas doses de reforço com vacina injetável para crianças menores de 5 anos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Sistema Único de Saúde (SUS) volta a oferecer segunda dose de reforço da vacina contra a poliomielite para crianças de 4 anos a partir de agosto. A medida é uma resposta à avaliação da Câmara Técnica Assessora em Imunizações e tem o objetivo de manter elevados os níveis de proteção contra a doença.
- A orientação do Ministério da Saúde é que pais e responsáveis levem crianças menores de 5 anos aos postos de saúde para verificar se o esquema vacinal está completo e, se necessário, atualizar a caderneta de vacinação.
Foto: Tânia Rêgo | Agência Brasil
A partir do dia 3 de agosto, o Sistema Único de Saúde (SUS) voltará a oferecer uma segunda dose de reforço da vacina contra a poliomielite para crianças de 4 anos. A medida foi anunciada pelo Ministério da Saúde e restabelece o esquema de cinco doses utilizado até 2024, agora exclusivamente com a vacina injetável. Com a mudança, as crianças deverão receber três doses da vacina aos 2, 4 e 6 meses de idade, além de dois reforços: um aos 15 meses e outro aos 4 anos. Todas as aplicações serão feitas com a vacina inativada, administrada por injeção. Até 2024, os reforços eram realizados com a tradicional vacina oral, conhecida como “gotinha”. No entanto, o Ministério da Saúde optou por substituir o imunizante oral devido ao risco, considerado extremamente raro, de o vírus enfraquecido sofrer mutações e provocar a doença. A decisão de retomar a segunda dose de reforço foi tomada após avaliação da Câmara Técnica Assessora em Imunizações e comunicada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabela Ballalai, a dose adicional é importante para manter elevados os níveis de proteção ao longo da infância. Embora o Brasil esteja sem registrar casos de poliomielite há 37 anos e tenha recebido, em 1994, o certificado de área livre da circulação do vírus, especialistas alertam que a doença ainda existe em alguns países e pode voltar a representar risco se as coberturas vacinais caírem. A orientação do Ministério da Saúde é que pais e responsáveis levem crianças menores de 5 anos aos postos de saúde para verificar se o esquema vacinal está completo e, se necessário, atualizar a caderneta de vacinação. A poliomielite pode causar paralisia permanente e, em casos graves, levar à morte. A vacinação continua sendo a principal forma de prevenção da doença.
Brasil planeja criar centro nacional para resposta a epidemias e emergências em saúde
Estrutura deve ser implementada até 2027 para fortalecer a prevenção, monitoramento e combate a crises sanitárias e climáticas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Brasil planeja estabelecer o Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública (Cbesp) até 2027, uma iniciativa crucial para fortalecer a prevenção e a resposta a epidemias, pandemias e outras crises sanitárias e climáticas. A proposta, que está em debate no governo federal com expectativa de avanço ainda este ano, foi idealizada pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS) e desenvolvida por especialistas. O Cbesp funcionará de forma integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao Ministério da Saúde e sob governança da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com o objetivo de institucionalizar a resposta a emergências como uma política permanente de Estado.
- Este novo centro terá uma atuação em rede com diversos órgãos públicos, universidades e centros de pesquisa, integrando áreas como saúde, meio ambiente, agricultura, ciência e tecnologia para ampliar a capacidade de monitoramento de riscos e coordenação de estratégias. Entre suas atribuições estarão a implementação da Política Nacional de Emergências de Sa
Foto: Reprodução | Canva imagens
O Brasil deve criar um Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública (Cbesp) para reforçar a prevenção e a resposta a epidemias, pandemias e outras crises sanitárias e climáticas. A proposta, que está em discussão no governo federal, prevê a implementação da estrutura até 2027, com expectativa de que o projeto de criação avance ainda este ano. Idealizado pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS), o centro foi desenvolvido por especialistas de diversas instituições e deverá funcionar de forma integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao Ministério da Saúde e com governança da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A iniciativa busca transformar a resposta a emergências em uma política permanente de Estado, reduzindo impactos de mudanças de governo. Segundo o diretor-presidente do ITpS, Gerson Penna, a proposta prevê atuação em rede com o Ministério da Saúde, secretarias estaduais e municipais, universidades, centros de pesquisa e outros órgãos públicos. O objetivo é integrar áreas como saúde, meio ambiente, agricultura, ciência e tecnologia para ampliar a capacidade de prevenção e resposta a ameaças sanitárias. Entre as atribuições do novo centro estarão o monitoramento de riscos, a coordenação de estratégias de prevenção e combate a epidemias, além da implementação da Política Nacional de Emergências de Saúde Pública. A estrutura também deverá atuar diante de desafios relacionados às mudanças climáticas, ao desmatamento e ao aumento do risco de surgimento de novas doenças. A proposta ganhou força após a pandemia de Covid-19. Para os idealizadores, a crise evidenciou falhas na coordenação das ações de enfrentamento e mostrou a necessidade de uma estrutura técnica permanente. O ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão afirmou que o centro permitirá respostas mais rápidas e articuladas, com uma equipe especializada dedicada exclusivamente ao gerenciamento de emergências sanitárias. De acordo com a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, o governo trabalha em um projeto de lei para criar uma política de Estado voltada às emergências em saúde pública. Enquanto o texto é discutido, o Ministério da Saúde e a Fiocruz avaliam o modelo de funcionamento da nova estrutura.
SUS vai oferecer novo tratamento para pacientes com leucemia mieloide aguda
SUS vai oferecer novo tratamento para pacientes com leucemia mieloide aguda
Combinação dos medicamentos venetoclax e azacitidina será disponibilizada para adultos recém-diagnosticados que não podem receber quimioterapia intensiva
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou a incorporação de uma nova opção terapêutica no Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes adultos com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada. O tratamento, que combina os medicamentos venetoclax e azacitidina, será destinado a pessoas que não são elegíveis à quimioterapia intensiva convencional. A oficialização se deu por meio da Portaria nº 30/2026, com a oferta na rede pública prevista para ocorrer em até 180 dias após a publicação.
- Esta decisão, fundamentada em recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), representa um avanço significativo para a saúde pública. A leucemia mieloide aguda é a forma mais frequente de leucemia aguda em adultos, com rápida evolução e a necessidade de diagnóstico e tratamento precoces. A disponibilização dessa alternativa terapêutica pelo SUS é crucial para aumentar as chances de sucesso do tratamento e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou a incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS) de uma nova opção terapêutica para pacientes adultos com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada. O tratamento combina os medicamentos venetoclax e azacitidina e será destinado a pessoas que, devido às suas condições clínicas, não são elegíveis ao tratamento convencional com quimioterapia intensiva. A inclusão da terapia foi oficializada por meio da Portaria nº 30/2026, publicada nesta segunda-feira (15). De acordo com a legislação que regulamenta a incorporação de novas tecnologias no SUS, a oferta do tratamento deverá ocorrer em até 180 dias na rede pública de saúde. A decisão segue recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e está em conformidade com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde. O relatório técnico que fundamentou a incorporação da nova terapia será disponibilizado para consulta pública no portal da Conitec. Entenda a leucemia mieloide aguda - Segundo o Ministério da Saúde, a leucemia é um tipo de câncer que se desenvolve na medula óssea, tecido responsável pela produção das células sanguíneas, como glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. Alterações genéticas podem provocar a transformação dessas células em estruturas cancerígenas. A leucemia mieloide aguda é a forma mais frequente de leucemia aguda entre adultos e acomete principalmente pessoas idosas. Por apresentar evolução rápida, a doença exige diagnóstico precoce e encaminhamento especializado para aumentar as chances de sucesso do tratamento. Sem tratamento adequado, a forma aguda da doença pode evoluir de maneira grave. Por isso, o acesso a novas alternativas terapêuticas representa um avanço no cuidado oferecido aos pacientes atendidos pelo SUS.
Secretária da SESAB diz que Hospital Geral de Conquista será ampliado
Secretária da SESAB diz que Hospital Geral de Conquista será ampliado
Investimento superior a R$ 84 milhões prevê a construção de uma nova torre para ampliar a capacidade de atendimento da unidade.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Governo da Bahia anunciou um investimento superior a R$ 84 milhões para a ampliação do Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), localizado no sudoeste do estado. A informação foi divulgada pela secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, durante visita à unidade. O projeto prevê a construção de uma nova torre hospitalar, com o objetivo primordial de expandir a capacidade de atendimento e responder à crescente demanda de pacientes da região.
- A secretária Roberta Santana informou que o processo licitatório para a execução da obra está em sua fase final, com a publicação do contrato e a emissão da ordem de serviço esperadas para os próximos dias, o que permitirá o início das intervenções. Durante sua agenda em Vitória da Conquista, ela também reiterou o compromisso com o sistema de regulação do SUS. O HGVC é reconhecido como uma das principais unidades de referência no interior da Bahia, atendendo dezenas de municípios, e a expectativa é que a ampliação fortaleça a assistência especializada.
Foto: Reprodução
O Governo da Bahia anunciou a ampliação do Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), no sudoeste do estado. Segundo a secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, o investimento previsto ultrapassa R$ 84 milhões e inclui a construção de uma nova torre na unidade hospitalar. A informação foi divulgada durante visita da secretária ao hospital na noite de sábado (13). De acordo com a gestora, a ampliação tem como objetivo aumentar a capacidade de atendimento e acompanhar a crescente demanda de pacientes da região. Roberta Santana afirmou que o processo licitatório da obra está em fase final e que a publicação do contrato deve ocorrer nos próximos dias. Após essa etapa, a expectativa é pela emissão da ordem de serviço para o início das intervenções. Durante a agenda em Vitória da Conquista, a secretária também comentou o sistema de regulação da saúde pública. Ela defendeu o modelo adotado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e afirmou que a política de regulação segue diretrizes nacionais, sendo aplicada em todos os estados brasileiros. O Hospital Geral de Vitória da Conquista é uma das principais unidades de referência do interior da Bahia e atende pacientes de dezenas de municípios da região sudoeste. A expectativa do governo é que a ampliação fortaleça a assistência especializada e amplie a oferta de serviços hospitalares.
Carreta Bom Te Ver chega a Caetité com consultas e exames oftalmológicos gratuitos
Atendimentos vão de 15 a 30 de junho e incluem avaliação completa da visão; moradores devem buscar encaminhamento nas unidades de saúde
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A população de Caetité terá acesso a consultas e exames oftalmológicos gratuitos entre os dias 15 e 30 de junho com a chegada da Carreta Oftalmológica Bom Te Ver ao município.
- A iniciativa amplia o acesso da população da sede e da zona rural a serviços especializados, aproximando o atendimento e fortalecendo as ações de prevenção e cuidado com a saúde dos olhos.
Foto: Divulgação | Governo de Caetité
A população de Caetité terá acesso a consultas e exames oftalmológicos gratuitos entre os dias 15 e 30 de junho, com a chegada da Carreta Oftalmológica Bom Te Ver ao município. A estrutura itinerante vai oferecer avaliação completa da visão e outros procedimentos essenciais para o cuidado com a saúde ocular. Os atendimentos incluem consultas especializadas e exames que ajudam a identificar alterações visuais e acompanhar doenças que podem comprometer a qualidade de vida em qualquer idade. Para participar, os moradores devem procurar a Unidade de Saúde mais próxima para receber orientações e garantir o encaminhamento necessário. No dia do atendimento, é recomendado apresentar RG, Cartão do SUS e, se houver, encaminhamento médico. A iniciativa amplia o acesso da população da sede e da zona rural a serviços especializados, aproximando o atendimento e fortalecendo as ações de prevenção e cuidado com a saúde dos olhos. A expectativa é de grande procura ao longo dos 15 dias de atendimento, reforçando a importância da iniciativa para quem depende do SUS e enfrenta dificuldades para realizar exames oftalmológicos na região.
Bahia amplia vacinação contra gripe para toda a população acima de seis meses
Bahia amplia vacinação contra gripe para toda a população acima de seis meses
A medida segue até o dia 17 de junho
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) ampliou a vacinação contra a gripe para toda a população acima de seis meses de idade, com o objetivo de facilitar o acesso à imunização durante o período de maior circulação de doenças respiratórias. A medida, que entra em vigor nesta segunda-feira (8) e se estende até o dia 17 de junho, foi tomada em conjunto com o Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde e visa aumentar a cobertura vacinal em todo o estado.
- Com a ampliação do público-alvo, os municípios baianos poderão utilizar o estoque de doses já distribuído para atender a um número maior de pessoas, após o encerramento da campanha para grupos prioritários em 30 de maio. O imunizante disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é trivalente e foi atualizado para proteger contra as cepas mais recentes dos vírus Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B. A Sesab reforça que a vacinação é crucial para prevenir complicações e reduzir o risco de casos graves de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
Para facilitar o acesso à imunização durante o período de maior circulação de doenças respiratórias, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) ampliou a vacinação contra a gripe para toda a população acima de seis meses de idade. A medida entra em vigor nesta segunda-feira (8) e segue até o dia 17 de junho. A decisão foi tomada em conjunto com o Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde e busca aumentar a cobertura vacinal em todo o estado. Com a ampliação do público-alvo, os municípios poderão utilizar o estoque de doses já distribuído pela rede pública para atender um número maior de pessoas. Até então, a campanha era destinada apenas aos grupos prioritários, como idosos, crianças, gestantes e profissionais da saúde. Essa etapa foi encerrada em 30 de maio, abrindo espaço para a ampliação da estratégia de vacinação. O imunizante disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é trivalente e foi atualizado para proteger contra as cepas mais recentes dos vírus Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B. Segundo a Sesab, a vacinação é uma das principais formas de prevenir complicações causadas pela doença e reduzir o risco de casos graves de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).
Nova vacina contra pneumonia e meningite começa a ser aplicada neste mês, anuncia Padilha
Imunizante protege contra 20 sorotipos da bactéria responsável por pneumonia e meningite
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo SUS para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. A vacina protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. A nova vacina substituirá a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença.nnA doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. A inclusão da Pneumo 20 é parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações e deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes no país.
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. O imunizante protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. Na rede privada, cada dose custa mais de R$ 500. Nova proteção ampliada - A Pneumo 20 substituirá gradualmente a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença. Segundo o Ministério da Saúde, a nova formulação oferece proteção mais abrangente contra infecções invasivas, incluindo variantes associadas a pneumonia e meningite em crianças. Doença causa mortes e sequelas - A doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. Dados do governo apontam que, entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. Apenas entre crianças menores de 5 anos foram contabilizados 616 casos e 188 óbitos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a doença uma das principais causas de mortalidade infantil por enfermidades preveníveis por vacinação. Distribuição e público-alvo - As primeiras 514 mil doses já começaram a ser distribuídas para estados e municípios. A previsão é de que mais de 6,1 milhões de doses sejam disponibilizadas ainda em 2026. Além de crianças menores de 5 anos, a vacina será destinada a povos indígenas sem histórico vacinal, idosos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Cobertura vacinal em recuperação - O Ministério da Saúde afirma que a inclusão da Pneumo 20 faz parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações. A pasta destaca que a cobertura vacinal infantil voltou a crescer nos últimos anos, após um período de queda, e que a nova vacina deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes em todo o país.
SUS passa a oferecer vacina Pneumo 20 para crianças
SUS passa a oferecer vacina Pneumo 20 para crianças
Novo imunizante protege contra 20 tipos da bactéria responsável por doenças graves como pneumonia, meningite e sepse; vacinação começa ainda em junho.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou a inclusão da vacina Pneumo 20 no Calendário Nacional de Vacinação Infantil do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir da segunda quinzena de junho. A nova vacina, que protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, será oferecida gratuitamente a crianças de até cinco anos em todo o país, representando uma evolução em relação à versão anterior que cobria dez sorotipos. O anúncio foi feito pelo ministro Alexandre Padilha, destacando o início da distribuição das primeiras doses e a previsão de vacinação a partir de meados de junho.
- A incorporação da Pneumo 20 é estratégica para combater o aumento de doenças pneumocócicas graves, como pneumonia e meningite, que causaram milhares de casos e óbitos recentes no Brasil. Além das crianças, grupos prioritários como indígenas, idosos acamados e pessoas com condições clínicas especiais também terão acesso ao imunizante. A gratuidade da vacina no SUS elimina o custo de mais de R$ 500 por dose na rede privada, beneficiando milhões de famílias, com a previsão de mais de 6 milhões de doses disponibilizadas ainda em 2026 para reforçar a cobertura vacinal.
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou uma das mais importantes novidades do calendário vacinal infantil dos últimos anos. A partir da segunda quinzena de junho, o Sistema Único de Saúde (SUS) passará a oferecer gratuitamente a vacina Pneumo 20 para crianças de até cinco anos de idade em todo o país. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (3) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo a pasta, a distribuição das primeiras doses já começou e a expectativa é que a vacinação tenha início por volta do dia 15 de junho, conforme os imunizantes forem chegando aos estados e municípios. A Pneumo 20 é considerada uma evolução da vacina atualmente utilizada na rede pública. Enquanto a versão anterior protegia contra dez sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, a nova formulação amplia a cobertura para 20 variantes do microrganismo, responsável por doenças graves como pneumonia, meningite bacteriana, sepse, sinusite e infecções no ouvido. A ampliação da proteção é vista como estratégica diante do aumento recente dos casos de doenças pneumocócicas no Brasil. Dados do Ministério da Saúde apontam que, entre 2023 e 2025, foram registrados cerca de 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e mais de 1,4 mil mortes em todo o país. Entre crianças menores de cinco anos, foram contabilizados 616 casos e 188 óbitos no período. Além das crianças, a vacina também será destinada a grupos prioritários específicos, incluindo povos indígenas, idosos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Outro destaque é o impacto financeiro para as famílias. Na rede privada, a Pneumo 20 pode custar mais de R$ 500 por dose. Com a incorporação ao SUS, milhões de crianças terão acesso gratuito ao imunizante. A previsão do governo federal é disponibilizar mais de 6 milhões de doses da vacina ainda em 2026, reforçando a estratégia nacional de ampliação da cobertura vacinal e prevenção de doenças que continuam representando risco para a população infantil.
























