Prevenção de gravidez precoce se tornou conteúdo obrigatório em escolas estaduais da Bahia
A partir da mudança, o tema deixa de ser pontual e passa a integra diretriz permanente da comunidade escolar
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Bahia tornou a prevenção da gravidez precoce um conteúdo obrigatório nas escolas estaduais a partir deste semestre, com a aprovação de uma nova lei que entrou em vigor em 1º de agosto. A medida, sancionada pela Assembleia Legislativa, passa a fazer parte do plano de aulas, exigindo planejamento e distribuição transversal das ações pedagógicas para orientar e prevenir situações de vulnerabilidade.
Foto: Ezequias Ramos silva | SEC-BA
A prevenção de gravidez precoce se tornou um conteúdo obrigatório nas escolas da rede estadual da Bahia a partir deste semestre. A nova lei estadual, que entrou em vigor nesta quarta-feira (1), promulgada pela Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), é responsável pela determinação. O governador Jerônimo Rodrigues (PT) tem o prazo de até 90 dias para regulamentar a norma. Com a mudança, a conscientização nas instituições de ensino sobre a gravidez precoce deixou de ser pontual para fazer parte de uma diretriz permanente da comunidade escolar. Haverá um planejamento e distribuição de forma transversal das ações pedagógicas nas disciplinas. Dessa forma, os temas de orientação e prevenção começam a fazer parte oficialmente do plano de aulas, os alunos são preparados de forma que identifiquem situações de vulnerabilidade ou perigo.
Desaprovação de Jerônimo sobe para 45,1%, diz Paraná Pesquisas
Desaprovação de Jerônimo sobe para 45,1%, diz Paraná Pesquisas
Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas mostra oscilação dentro da margem de erro em relação à pesquisa realizada em maio.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (1º) pelo Instituto Paraná Pesquisas, encomendada pelo Bahia Notícias, aponta que a desaprovação ao governo de Jerônimo Rodrigues (PT) atingiu 45,1% em julho, um aumento em relação aos 42,6% registrados em maio. No mesmo período, a aprovação da gestão caiu de 53,9% para 52%.
- Apesar das variações nos índices, a pesquisa ressalta que as oscilações estão dentro da margem de erro de 2,6 pontos percentuais, indicando um cenário de estabilidade na avaliação geral do governo. A análise qualitativa mostrou que 36,8% consideram a gestão ótima ou boa, enquanto 36,1% a classificam como péssima ou ruim.
Foto: Marcelle Bittencourt | Metropress
A desaprovação ao governo de Jerônimo Rodrigues (PT) chegou a 45,1%, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (1º) pelo Instituto Paraná Pesquisas, encomendada pelo Bahia Notícias. O índice representa uma oscilação em relação ao levantamento realizado em maio deste ano, quando a taxa era de 42,6%. No mesmo período, a aprovação da gestão passou de 53,9% para 52%. Outros 2,9% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não opinar sobre a administração estadual. Apesar da alta de 2,5 pontos percentuais na desaprovação e da redução de 1,9 ponto na aprovação, as variações estão dentro da margem de erro da pesquisa, estimada em 2,6 pontos percentuais. Na prática, isso indica um cenário de estabilidade nos índices de avaliação do governo. O levantamento também mediu a avaliação qualitativa da gestão. Para 12,1% dos entrevistados, o governo é considerado ótimo, enquanto 24,7% classificaram a administração como boa. Juntas, essas avaliações positivas somam 36,8%. Já 24,9% dos participantes avaliaram o governo como regular. Entre as avaliações negativas, 28,1% classificaram a gestão como péssima e 8% como ruim, totalizando 36,1%. Outros 1,9% não souberam responder ou preferiram não opinar. Conforme o instituto, as oscilações registradas entre maio e julho permanecem dentro da margem de erro, não indicando mudança estatisticamente significativa no cenário de aprovação e desapvação do governador.
Projeto cria 909 cargos para promoção de militares na Bahia
Projeto cria 909 cargos para promoção de militares na Bahia
Projeto enviado à Assembleia prevê promoção para posto ou graduação superior antes da passagem para a reserva remunerada e cria 909 cargos específicos para a medida.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador Jerônimo Rodrigues (PT) da Bahia encaminhou um projeto de lei à Assembleia Legislativa que prevê a promoção de policiais militares e bombeiros militares para a reserva remunerada. A proposta visa incentivar a renovação dos quadros das corporações estaduais e ampliar oportunidades de ascensão profissional para os militares. A medida estabelece critérios de antiguidade, tempo de serviço e idade para os beneficiários.
- A proposta ainda prevê a criação de 909 cargos para promoções por condições especiais, com estimativas de um impacto financeiro de R$ 5,2 milhões em 2026 e R$ 67,6 milhões nos anos seguintes.
- O projeto agora será analisado pelos deputados estaduais antes de seguir para votação em plenário.
Foto: Divulgação | Policia Militar
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) encaminhou à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) um projeto de lei que prevê a promoção de policiais militares e bombeiros militares aptos a ingressar na reserva remunerada. A proposta tramita em regime de urgência e busca incentivar a renovação dos quadros das corporações estaduais. Pelo texto, os militares que cumprirem os requisitos legais para a transferência à reserva poderão ser promovidos ao posto ou graduação imediatamente superior antes de deixarem a ativa. A medida valerá tanto para integrantes da Polícia Militar da Bahia (PM-BA) quanto do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBM-BA). De acordo com o governo estadual, a iniciativa pretende ampliar as oportunidades de ascensão profissional para os militares em atividade, além de permitir uma transição mais organizada para aqueles que encerram a carreira. A proposta estabelece que os beneficiários serão incluídos em uma lista classificatória, com critérios que levam em consideração a antiguidade, o tempo de serviço e a idade dos candidatos. Também será necessário que o militar tenha direito à aposentadoria com proventos integrais. Para viabilizar a medida, o projeto cria 909 cargos destinados exclusivamente às promoções por condições especiais. Desse total, 810 vagas serão destinadas à Polícia Militar, sendo 348 para oficiais e 462 para praças. Já o Corpo de Bombeiros contará com 104 cargos, divididos entre 53 oficiais e 51 praças. O texto também prevê a extinção dos Quadros Especiais de Tenentes Auxiliares das duas corporações. Segundo estimativas apresentadas pelo Executivo, o impacto financeiro da proposta será de aproximadamente R$ 5,2 milhões ainda em 2026. Para os anos de 2027 e 2028, o custo anual projetado é de cerca de R$ 67,6 milhões. A matéria agora será analisada pelos deputados estaduais antes de seguir para votação em plenário.
Alba aprova mudança e posse do governador será em 6 de janeiro
Alba aprova mudança e posse do governador será em 6 de janeiro
Alteração aprovada pela Assembleia Legislativa adequa calendário estadual às novas regras nacionais definidas pela Constituição Federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) aprovou nesta terça-feira (26) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 179/2026), alterando a data de posse do governador e do vice-governador do estado. Com a mudança, o próximo chefe do Executivo estadual, a ser eleito em 2026, tomará posse em 6 de janeiro de 2027, e não mais em 1º de janeiro como era tradicional.
- A alteração, proposta pela presidente da Assembleia, Ivana Bastos, busca alinhar a legislação baiana ao novo calendário nacional, estabelecido pela Emenda Constitucional nº 111/2021, que também modificou as datas de posse no âmbito federal. A principal justificativa para a mudança é ampliar a participação popular nas cerimônias, evitando o conflito com as festividades de Réveillon, e adequar a Bahia à maioria dos estados brasileiros.
Foto: Divulgação | Alba
A Assembleia Legislativa da Bahia aprovou nesta terça-feira (26) a proposta que altera a data de posse do governador e do vice-governador da Bahia. Com a mudança, o próximo chefe do Executivo estadual será empossado em 6 de janeiro de 2027, e não mais em 1º de janeiro, como ocorria tradicionalmente. A mudança foi oficializada após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 179/2026, apresentada pela presidente da Assembleia, Ivana Bastos. O texto modifica o parágrafo 3º do artigo 100 da Constituição baiana e precisou passar por votação em dois turnos por se tratar de alteração constitucional. Segundo a Alba, a medida busca adequar a legislação estadual ao novo calendário nacional estabelecido pela Emenda Constitucional nº 111/2021. A norma federal também alterou as datas de posse no Executivo brasileiro. O presidente da República eleito em 2026, por exemplo, assumirá o cargo em 5 de janeiro de 2027. A justificativa para a mudança é ampliar a participação popular nas cerimônias de posse. Historicamente, os eventos realizados em 1º de janeiro acabavam dividindo espaço com as comemorações de réveillon em todo o país. Com a nova regra, a Bahia deixa de ser um dos poucos estados que ainda mantinham a posse do governador no primeiro dia do ano.
Luciano Ribeiro quer CPI sobre suposta influência na fila da regulação
Luciano Ribeiro quer CPI sobre suposta influência na fila da regulação
Requerimento apresentado na AL-BA busca investigar possíveis favorecimentos políticos e falta de transparência no sistema de regulação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado estadual Luciano Ribeiro protocolou um requerimento para criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa da Bahia para investigar irregularidades na Central Estadual de Regulação da Saúde da Bahia. A CPI busca apurar a eventual ausência de critérios transparentes na fila de atendimento e possíveis interferências político-partidárias.
- O pedido foi encaminhado à presidente da AL-BA, Ivana Bastos, e prevê prazo de 120 dias para realização das investigações. O deputado afirma que a CPI não tem objetivo de antecipar julgamentos, mas considera necessária a fiscalização diante da gravidade das denúncias e da relevância do serviço prestado à população.
Foto: Divulgação | Ascom Luciano Ribeiro
O deputado estadual Luciano Ribeiro (União Brasil) protocolou nesta segunda-feira (25), na Assembleia Legislativa da Bahia, um requerimento para criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com o objetivo de investigar possíveis irregularidades na Central Estadual de Regulação da Saúde da Bahia. Segundo o parlamentar, a proposta busca apurar a eventual ausência de critérios transparentes na fila de atendimento e possíveis interferências político-partidárias para obtenção de vagas e transferências hospitalares. “Não podemos admitir qualquer suspeita de interferência política em um sistema que decide quem terá acesso a atendimento hospitalar. A regulação da saúde precisa funcionar com critérios técnicos, transparência e respeito à vida das pessoas”, afirmou o deputado. O pedido foi encaminhado à presidente da AL-BA, Ivana Bastos, e prevê prazo de 120 dias para realização das investigações. A iniciativa foi motivada por declarações do prefeito de São Gonçalo dos Campos, Tarcísio Torres Pedreira, que divulgou vídeos nas redes sociais questionando a transparência da fila da regulação estadual. Segundo o gestor, o acesso a leitos hospitalares poderia depender de influência política, além de possíveis favorecimentos eleitorais dentro do sistema estadual de saúde. No requerimento, Luciano Ribeiro afirma que a CPI não tem objetivo de antecipar julgamentos, mas considera necessária a fiscalização diante da gravidade das denúncias e da relevância do serviço prestado à população. Entre as medidas previstas estão a solicitação de protocolos e relatórios da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, análise da ordem cronológica dos atendimentos e convocação de gestores, servidores e do próprio prefeito responsável pelas declarações. Para que a comissão seja instalada oficialmente, o deputado ainda precisará reunir ao menos 21 assinaturas de parlamentares da Assembleia Legislativa da Bahia.
Gastos da Vice-Governadoria da Bahia aumentam 157% sob Geraldo Jr.
Gastos da Vice-Governadoria da Bahia aumentam 157% sob Geraldo Jr.
Levantamento aponta crescimento das despesas da Vice-Governadoria da Bahia desde 2023; militares, salários e contratos estão entre os principais custos do gabinete.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Vice-Governadoria da Bahia registrou um aumento expressivo de 157% nas despesas públicas desde o início da gestão de Geraldo Jr. (MDB), totalizando R$ 32,4 milhões entre janeiro de 2023 e maio de 2026. Este valor contrasta drasticamente com os R$ 12,6 milhões gastos durante o segundo mandato do ex-vice-governador João Leão (PP), entre 2019 e 2022, superando a marca anterior mesmo antes do término do mandato atual. Ainda restam sete meses para o encerramento do ciclo administrativo, indicando a possibilidade de uma diferença ainda maior entre os períodos.
- Os dados detalham que somente nos primeiros cinco meses de 2026, a Vice-Governadoria desembolsou R$ 4,1 milhões, com as principais despesas incluindo pagamentos de salários, diárias de militares, passagens e contratos de locação de mão de obra. O maior volume de gastos foi observado em 2025, atingindo R$ 10,8 milhões, dos quais R$ 6,15 milhões foram destinados a custos ligados a militares. Em contraste, na administração anterior, de João Leão, os gastos anuais permaneceram consistentemente abaixo de R$ 4 milhões, evidenciando a acentuada elevação na atual gestão.
Foto: Reprodução
A Vice-Governadoria da Bahia registrou forte aumento nas despesas públicas desde o início da gestão de Geraldo Jr. (MDB). Dados oficiais apontam que o gabinete já consumiu R$ 32,4 milhões entre janeiro de 2023 e maio de 2026, valor 157% superior ao registrado durante o segundo mandato de João Leão (PP), entre 2019 e 2022. No período em que ocupou o cargo, João Leão acumulou gastos de R$ 12,6 milhões em quatro anos. Já a atual gestão ultrapassou essa marca antes mesmo do fim do mandato. Ainda restam sete meses para o encerramento do ciclo administrativo, o que pode ampliar a diferença entre os dois períodos. Somente nos primeiros cinco meses deste ano, a Vice-Governadoria desembolsou R$ 4,1 milhões. Entre as principais despesas aparecem pagamentos de salários, diárias de militares, passagens e contratos de locação de mão de obra. O maior volume de gastos foi registrado em 2025, quando as despesas chegaram a R$ 10,8 milhões. Desse total, cerca de R$ 6,15 milhões foram destinados a custos ligados a militares, incluindo remunerações, auxílios e diárias. Em 2024, ano em que Geraldo Jr. disputou a Prefeitura de Salvador, o gabinete teve despesas de R$ 9 milhões. Já em 2023, primeiro ano da atual gestão, os gastos somaram R$ 8,4 milhões. Na administração anterior, os números permaneceram abaixo de R$ 4 milhões por ano. Em 2019, as despesas chegaram a R$ 3,05 milhões. Em 2020, houve redução para R$ 2,8 milhões. Os gastos voltaram a subir em 2021, com R$ 3,43 milhões, e fecharam 2022 em R$ 3,36 milhões.
Jerônimo Rodrigues participa de PGP em Guanambi
Jerônimo Rodrigues participa de PGP em Guanambi
Encontro realizado em Guanambi reuniu representantes políticos e movimentos sociais para discutir demandas de 19 municípios do Sertão Produtivo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, participou neste domingo (24) da sétima edição do Programa de Governo Participativo (PGP) em Guanambi, no sudoeste do estado. O encontro reuniu diversas lideranças políticas, incluindo os senadores Jaques Wagner e Otto Alencar, além de deputados, prefeitos, representantes de movimentos sociais e moradores da região do Sertão Produtivo, que abrange 19 municípios baianos.
- A proposta do evento é coletar demandas e sugestões para o planejamento de futuras ações administrativas e políticas públicas, abordando temas como infraestrutura, saúde, educação e desenvolvimento regional. Jerônimo Rodrigues enfatizou que o PGP serve como um espaço de escuta popular para aproximar o governo das necessidades da população e orientar as prioridades da gestão estadual, destacando a importância da participação popular na definição de políticas públicas.
Foto: Reprodução
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, participou neste domingo (24) da sétima edição do Programa de Governo Participativo (PGP), realizada em Guanambi, no sudoeste do estado. O encontro reuniu lideranças políticas, representantes de movimentos sociais e moradores da região do Sertão Produtivo, território formado por 19 municípios baianos. A proposta do evento, segundo o governo estadual, é ouvir demandas locais e reunir sugestões para o planejamento de futuras ações administrativas. Também participaram da atividade os senadores Jaques Wagner e Otto Alencar, além de deputados federais, estaduais, prefeitos e outras lideranças políticas da região. Durante o encontro, foram discutidos temas relacionados à infraestrutura, saúde, educação, desenvolvimento regional e fortalecimento de políticas públicas para os municípios do interior baiano. De acordo com o governo estadual, o Programa de Governo Participativo funciona como um espaço de escuta popular e construção coletiva de propostas, sem previsão de anúncios imediatos de obras ou investimentos durante esta etapa. Jerônimo Rodrigues afirmou que a iniciativa busca aproximar o governo das necessidades apresentadas pela população e orientar as prioridades da gestão estadual nos próximos anos. O governador também destacou a importância da participação popular na definição de políticas públicas e no planejamento das ações voltadas para o desenvolvimento regional. A edição realizada em Guanambi integra uma série de encontros promovidos pelo governo baiano em diferentes territórios do estado.























