Carreata de ACM Neto ocupa ruas de Vitória da Conquista e reúne milhares de apoiadores
Evento reuniu Sheila Lemos, Zé Cocá, Angelo Coronel, João Roma e lideranças regionais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A caravana do candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), percorreu cerca de 20 km em Vitória da Conquista neste domingo (6), reunindo milhares de apoiadores ao lado da prefeita Sheila Lemos, do candidato a vice‑governador Zé Cocá (PP) e dos senadores Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL). O trajeto passou por avenidas importantes como Perimetral José Pedral, Olívia Flores, 10 de Novembro e Bruno Bacelar, além de ruas centrais, configurando‑se como uma das maiores carreatas já realizadas no município.
- Durante o evento, ACM Neto destacou que a campanha está ganhando força nas ruas da Bahia e que o desejo de mudança da população está cada vez mais forte, reforçando a estratégia de aproximação direta com eleitores nas principais vias da cidade.
Foto: Reprodução
Vitória da Conquista foi palco de uma grande mobilização política neste domingo (6), durante a carreata do candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil). Ao lado da prefeita Sheila Lemos (União Brasil), do candidato a vice-governador Zé Cocá (PP) e dos candidatos ao Senado Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL), o ex-prefeito de Salvador percorreu diversos bairros da cidade em um ato que reuniu milhares de apoiadores. Segundo a organização da campanha, a carreata formou uma fila de aproximadamente 20 quilômetros e é apontada como uma das maiores já realizadas no município. O trajeto passou por importantes vias de Vitória da Conquista, incluindo as avenidas Perimetral José Pedral, Olívia Flores, 10 de Novembro e Bruno Bacelar, além das ruas da Corrente, Paulino Santos, Democrata e Plácido de Castro. O evento também contou com a participação de candidatos e lideranças políticas da região. Durante o ato, ACM Neto afirmou que a campanha tem ganhado força em diferentes regiões da Bahia e destacou a participação popular registrada nos compromissos realizados nos últimos dias. "A nossa campanha só cresce, ganha força a cada dia e, principalmente, ganha as ruas. O que eu sinto olhando nos olhos das pessoas é que o desejo de mudança está cada vez mais forte na Bahia", declarou o candidato.
Propaganda de Flávio Bolsonaro reforça vínculo com Jair Bolsonaro e critica cenário do país
Propaganda eleitoral começa nesta sexta-feira (28); primeiros programas em bloco serão exibidos no sábado (29).
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Na sexta-feira (28), o senador Flávio Bolsonaro iniciou sua propaganda eleitoral gratuita no rádio, apresentando‑se como advogado, empresário de 45 anos e filho do ex‑presidente Jair Bolsonaro. O programa destaca a renovação geracional e a valorização da família, com foco especial no eleitorado feminino.
- Além disso, o candidato critica a situação da economia e da segurança pública, apontando altos índices de violência e endividamento familiar, e promete propostas para combater a criminalidade e melhorar a situação econômica do país.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), estreia nesta sexta-feira (28) sua propaganda eleitoral gratuita no rádio com mensagens voltadas à apresentação pessoal, à valorização da família, ao eleitorado feminino e a críticas sobre a situação da economia e da segurança pública no país. As inserções marcam o início da propaganda eleitoral obrigatória no rádio e na televisão. Já os primeiros programas em bloco dos candidatos à Presidência serão exibidos no sábado (29). Nos comerciais, Flávio Bolsonaro se apresenta como advogado, empresário e destaca ter 45 anos, em uma estratégia para enfatizar a renovação geracional na disputa presidencial. Ele também reforça a ligação com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmando que é seu filho, mas procura ampliar a identificação com os eleitores. Em uma das peças, o candidato dedica a mensagem ao público feminino. Ele afirma que a esposa e as filhas exercem papel central em sua família e defende que o fortalecimento das mulheres é essencial para o desenvolvimento do país. As demais inserções têm como foco a segurança pública e a economia. Flávio Bolsonaro afirma que o Brasil enfrenta altos índices de violência, critica a atuação das facções criminosas e diz que muitas famílias vivem endividadas e enfrentam dificuldades financeiras. Durante a propaganda, o senador também afirma que pretende apresentar propostas para enfrentar a criminalidade e melhorar a situação econômica, defendendo mudanças no cenário atual do país.
TSE define tempo de propaganda eleitoral dos candidatos à Presidência
TSE define tempo de propaganda eleitoral dos candidatos à Presidência
Resolução define tempo de propaganda, ordem de veiculação e distribuição das inserções no rádio e na televisão.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, a resolução que estabelece o plano de mídia do horário eleitoral gratuito para os candidatos à Presidência da República nas Eleições de 2026, definindo a ordem de veiculação, a distribuição de tempo entre partidos e coligações, e a programação das inserções em rádio e televisão.
- Cada bloco de 12 minutos e 30 segundos será dividido entre as coligações, com a maior parcela destinada à coligação Brasil Pronto pra Mais, que receberá 5 minutos e 31 segundos por bloco, enquanto o PL terá 4 minutos e 20 segundos, o PSD 2 minutos e 2 segundos e o Avante 35 segundos, conforme critérios da Resolução nº 23.610/2019.
Foto: Reprodução | TSE
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, nesta terça-feira (25), a resolução que estabelece o plano de mídia do horário eleitoral gratuito para os candidatos à Presidência da República nas Eleições 2026. A proposta foi apresentada pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, após audiência pública realizada no último dia 20 de agosto. A resolução define a ordem de veiculação da propaganda eleitoral, a distribuição do tempo entre partidos e coligações, a programação das inserções no rádio e na televisão, além da divisão dos blocos do horário eleitoral gratuito. Cada bloco destinado aos candidatos à Presidência terá 12 minutos e 30 segundos. A maior parcela do tempo será destinada à coligação Brasil Pronto pra Mais, formada por PDT, PSB, Federação Brasil (PT, PCdoB e PV), PSOL e Rede, que terá 5 minutos e 31 segundos por bloco. O Partido Liberal (PL) contará com 4 minutos e 20 segundos, enquanto o PSD terá 2 minutos e 2 segundos. O Avante ficará com 35 segundos. Segundo o TSE, a distribuição foi calculada com base nos critérios previstos na Resolução nº 23.610/2019, considerando o número de partidos, federações e coligações que registraram candidaturas à Presidência e a representação de cada legenda na Câmara dos Deputados. A Corte informou ainda que as frações de segundos resultantes dos cálculos foram desconsideradas individualmente e, somadas, totalizaram dois segundos, que serão acrescidos ao tempo diário de propaganda da última legenda ou coligação, respeitando o horário reservado ao programa eleitoral gratuito.
Flávio Bolsonaro tem 47% e Lula 42% em cenário de segundo turno, aponta pesquisa Gerp
Levantamento nacional ouviu 2.400 eleitores em agosto
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma nova pesquisa Gerp, divulgada nesta quarta-feira (26), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com vantagem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um cenário simulado de segundo turno para a Presidência da República, registrando 47% das intenções de voto contra 42% de Lula. O levantamento também mostra um empate técnico no primeiro turno, com Flávio Bolsonaro obtendo 37,6% e Lula 37,2%, ambos dentro da margem de erro.
- Além dos líderes, o cenário de primeiro turno inclui Pablo Marçal (4%), Renan Santos (3%), Ronaldo Caiado (3%), Augusto Cury (1%) e Romeu Zema (1%). A pesquisa ouviu 2.400 eleitores em todo o país entre 21 e 25 de agosto, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03547/2026.
Foto: Reprodução
A pesquisa Gerp, divulgada nesta quarta‑feira (26), indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um cenário de segundo turno da disputa presidencial. Segundo o levantamento, Flávio registra 47% das intenções de voto, enquanto Lula soma 42%. Outros 8% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, e 3% não souberam responder. De acordo com o instituto, este é o cenário mais estável observado nas cinco sondagens realizadas entre 5 de junho e 25 de agosto, período em que Flávio oscilou entre 45% e 47%, enquanto Lula variou de 39% a 42%. No cenário estimulado para o primeiro turno, a pesquisa aponta empate técnico entre os dois candidatos dentro da margem de erro de dois pontos percentuais: Flávio Bolsonaro aparece com 37,6%, seguido de perto por Lula, que registra 37,2%. Em seguida surgem Pablo Marçal (PRTB), com 4%, Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 3%, além de Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo), que aparecem com 1% cada. Os demais nomes não atingiram 1% das intenções de voto. O levantamento também mostra que 8% dos entrevistados não souberam responder e 4% disseram que não votariam em nenhum dos candidatos apresentados. A pesquisa ouviu 2.400 eleitores em todas as regiões do país entre 21 e 25 de agosto, tem margem de erro de dois pontos percentuais e 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR‑03547/2026.
Horário eleitoral: TSE define tempo de rádio e TV para candidatos à Presidência
Horário eleitoral: TSE define tempo de rádio e TV para candidatos à Presidência
Horário gratuito começa no dia 28 de agosto; PT, PL, PSD e Avante terão espaço em rádio e televisão.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu a divisão do tempo de propaganda eleitoral gratuita em rede nacional para a campanha presidencial de 2026, que vai de 28 de agosto a 1º de outubro. A Coligação Brasil Pronto para Mais, com Lula como candidato, terá o maior tempo diário de 5 minutos e 31 segundos, seguida pelo PL com 4 minutos e 20 segundos, PSD com 2 minutos e 2 segundos e Avante com 35 segundos. Candidatos que não atendem à cláusula de barreira não terão direito à propaganda em rede nacional.
- Além disso, o TSE estabeleceu a distribuição das inserções para os 35 dias finais da campanha: Lula 433 inserções, PL 339, PSD 159 e Avante 47. Foi realizado o sorteio da ordem de exibição no primeiro dia do horário gratuito, com a sequência Avante, PSD, PL e Coligação Brasil Pronto para Mais, sendo que os dias seguintes seguirão alternância conforme as regras eleitorais.
Foto: Reprodução
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu nesta quinta-feira (20) a divisão do tempo da propaganda eleitoral gratuita em rede nacional de rádio e televisão para a campanha presidencial de 2026. O horário eleitoral começa no dia 28 de agosto e segue até 1º de outubro. A Coligação Brasil Pronto para Mais, que tem como candidato o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, terá o maior tempo diário de propaganda: 5 minutos e 31 segundos. Em seguida aparece o Partido Liberal (PL), do senador Flávio Bolsonaro, com 4 minutos e 20 segundos. O PSD, que lançou Ronaldo Caiado, contará com 2 minutos e 2 segundos, enquanto o Avante, do escritor Augusto Cury, terá 35 segundos por dia. Os demais candidatos não terão direito à propaganda em rede nacional por não atenderem aos critérios da cláusula de barreira. O TSE também definiu a distribuição das inserções para os 35 dias finais da campanha. A coligação de Lula terá 433 inserções, o PL 339, o PSD 159 e o Avante 47. Além disso, foi realizado o sorteio da ordem de exibição da propaganda no primeiro dia do horário eleitoral gratuito. A sequência será: Avante, PSD, PL e Coligação Brasil Pronto para Mais. Nos dias seguintes, a ordem será alternada conforme as regras eleitorais.
Campanha de Flávio Bolsonaro reage após Kassab dizer que candidato tem "chance zero"
Rogério Marinho acusou o PSD de favorecer Lula; Caiado negou qualquer aproximação com o PT.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Gilberto Kassab, do PSD, afirmou que Flávio Bolsonaro teria "chance zero" de vencer a eleição presidencial, provocando críticas imediatas da campanha de Flávio e acusando o PSD de apoiar Lula. O senador Rogério Marinho acusou o PSD de atuar como "linha auxiliar" para eleger Lula, enquanto Flávio Bolsonaro defendeu sua candidatura como uma busca por "resgatar o Brasil do cativeiro".
- Em resposta, Kassab manteve sua posição, destacando a independência de Ronaldo Caiado, que rejeitou qualquer aproximação com o governo federal e afirmou que sua candidatura é contra a esquerda. Caiado também criticou a campanha adversária, alegando que os ataques refletem um "momento de desespero" e reafirmou sua oposição a Lula, enquanto Kassab reiterou que o PSD acertou ao lançar a candidatura de Caiado.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
A declaração de Gilberto Kassab (PSD) de que Flávio Bolsonaro (PL) teria "chance zero" de vencer a eleição presidencial provocou uma escalada de críticas entre as campanhas de Ronaldo Caiado (PSD) e do candidato do PL. Durante um encontro com empresários, na última quinta-feira (13), Kassab afirmou que lideranças do chamado Centrão estariam alinhadas ao presidente Lula (PT) e avaliou que Flávio não venceria a disputa. A fala motivou reação imediata do coordenador da campanha de Flávio, o senador Rogério Marinho (PL-RN), que acusou o PSD de atuar como "linha auxiliar para tentar de qualquer forma eleger Lula". Segundo ele, "está cada vez mais claro que a candidatura apresentada não é para valer". Nas redes sociais, Flávio Bolsonaro também criticou adversários que, segundo ele, "se dizem de direita". O senador afirmou que sua candidatura busca "resgatar o Brasil do cativeiro, e não pelo poder". Após a repercussão, Kassab afirmou que sua declaração foi "bastante objetiva" e reiterou que o PSD acertou ao lançar candidatura própria com Ronaldo Caiado, a quem classificou como adversário histórico do PT. Caiado também rebateu as críticas e negou qualquer aproximação com o governo federal. "A minha candidatura é independente e não apoia ninguém. Desde o início da minha vida pública eu atuo contra a esquerda", declarou. No primeiro ato de campanha, realizado no domingo (16), em Goiás, o governador licenciado afirmou que os ataques refletem um "momento de desespero" da campanha adversária. "Esse pessoal está apavorado. Podem ficar tranquilos que o único político com mandato no Brasil, que é oposição ao Lula e que nunca votou no Lula, chama-se Ronaldo Caiado", disse. Questionado sobre um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, Caiado respondeu que acredita estar na disputa decisiva contra o atual presidente e afirmou que Kassab apenas "falou o que todo mundo já sabia".
Bahia tem 27 candidatos com títulos religiosos nas eleições de 2026
Bahia tem 27 candidatos com títulos religiosos nas eleições de 2026
Dos 27 candidatos que usam títulos religiosos, 24 são ligados a igrejas evangélicas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um levantamento revela que 27 candidatos ao Legislativo baiano nas eleições de 2026 usam títulos religiosos ou de liderança espiritual, com 24 ligados a igrejas evangélicas, predominando no cenário político estadual e federal. A maioria busca vagas na Câmara dos Deputados, distribuída entre PL, Republicanos, Avante, PT e PRD, enquanto a representação católica é mínima, com apenas um candidato federal, Robson de Irmã Dulce (PL).
- O estudo também destaca a presença de religiões de matriz africana, com Mãe Mara (Republicanos) e Mãe Bernadete de Oxóssi (PSOL/Rede) nas candidaturas. Segundo o Censo 2022 do IBGE, a Bahia permanece majoritariamente católica, mas observa-se crescimento das comunidades evangélicas e de matriz africana, refletindo a composição das candidaturas para o pleito.
Foto: Rovena Rosa | Agência Brasil
Levantamento aponta que 27 candidatos ao Legislativo baiano utilizam títulos religiosos ou de liderança espiritual no nome de urna nas eleições de 2026. Desse total, 24 são ligados a igrejas evangélicas, evidenciando a predominância desse segmento na disputa. A maior parte das candidaturas evangélicas busca vaga na Câmara dos Deputados: são 19 candidatos federais e cinco estaduais, distribuídos por diferentes partidos, entre eles PL, Republicanos, Avante, PT e PRD. Em contraste, a representação católica é reduzida. Há apenas um candidato federal com identificação religiosa explícita, Robson de Irmã Dulce (PL). A baixa participação acompanha a orientação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que proíbe padres, bispos e diáconos de disputar cargos eletivos. O levantamento também mostra espaço para religiões de matriz africana. As candidatas Mãe Mara (Republicanos), à Assembleia Legislativa, e Mãe Bernadete de Oxóssi (PSOL/Rede), à Câmara dos Deputados, representam o segmento nas eleições. Segundo o Censo 2022 do IBGE, a Bahia continua majoritariamente católica, com cerca de 57% da população, mas registra crescimento das religiões de matriz africana e avanço do segmento evangélico, cenário que também se reflete na composição das candidaturas para o pleito deste ano.
TSE registra mais de 20 mil candidaturas para as eleições de 2026
TSE registra mais de 20 mil candidaturas para as eleições de 2026
Sistema da Justiça Eleitoral ainda está sendo atualizado e número de candidaturas pode aumentar nos próximos dias.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contabilizou parcialmente 20.496 candidaturas para as eleições de 2026 até a tarde deste domingo (16). Embora o prazo de inscrição tenha terminado no sábado (15), o sistema da Justiça Eleitoral segue em atualização pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), e o montante atual ainda se encontra abaixo das 29 mil candidaturas registradas nos pleitos de 2018 e 2022. Entre os registros protocolados de última hora estão os de Pablo Marçal (PRTB) para a Presidência, Michelle Bolsonaro (PL) para o Senado pelo Distrito Federal e Cleitinho (Republicanos) para o governo de Minas Gerais.
- Ao todo, 30 partidos políticos disputarão as eleições gerais de 2026, número inferior ao do pleito anterior devido a fusões, incorporações e mudanças de nome ocorridas desde 2022, tendo como única legenda estreante o partido Missão. O Partido Liberal (PL) lidera o número de candidaturas com 1.624 registros, seguido pelo MDB com 1.386, enquanto o PRTB e o PCB apresentam os menores índices de participação. Os dados finais consolidados devem ser atualizados nos próximos dias após a análise e homologação dos registros pela Justiça Eleitoral.
Foto: Reprodução | TSE
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contabilizava, até as 16h30 deste domingo (16), 20.496 candidaturas registradas para as eleições de 2026. O levantamento é parcial e contempla os concorrentes aos cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital. Embora o prazo para apresentação dos pedidos de registro tenha sido encerrado às 19h de sábado (15), a Justiça Eleitoral informou que os sistemas ainda passam por atualização. Segundo o TSE, os pedidos foram protocolados dentro do prazo legal, mas ainda precisam ser aceitos e processados pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Em nota, o tribunal explicou que somente após essa etapa os registros passam a constar no sistema DivulgaCandContas e nas bases oficiais da Justiça Eleitoral. Por isso, o número de candidatos poderá sofrer alterações nos próximos dias. Até o momento, foram registrados 13 candidatos à Presidência da República, 195 ao governo dos estados, 315 ao Senado, 7.620 à Câmara dos Deputados e 11.507 às assembleias legislativas e à Câmara Legislativa do Distrito Federal. Os candidatos a vice-presidente e vice-governador integram a mesma chapa dos titulares, enquanto cada candidato ao Senado registra dois suplentes. O número parcial ainda está abaixo do registrado nas duas últimas eleições gerais. Em 2022 e 2018, o total de candidaturas homologadas ficou em torno de 29 mil. Os dados atuais incluem todos os pedidos protocolados, antes da análise que poderá deferir ou indeferir cada candidatura. Entre os registros apresentados nos últimos dias do prazo está o de Pablo Marçal, que protocolou pedido de candidatura à Presidência após obter uma decisão liminar da Justiça Eleitoral de São Paulo autorizando sua filiação ao PRTB. Apesar disso, ele ainda precisará reverter ou suspender a condenação que o tornou inelegível por oito anos devido ao uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha para a Prefeitura de São Paulo, em 2024. Também oficializaram suas candidaturas no último dia do prazo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), que disputará uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal, e o senador Cleitinho (Republicanos), candidato ao Governo de Minas Gerais. Já Flávio Bolsonaro (PL) protocolou seu registro na quinta-feira (13), após conseguir retomar a filiação ao partido por decisão do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. O senador havia sido filiado, sem autorização, ao partido Missão, legenda criada por integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL). Ao todo, 30 partidos políticos disputarão as eleições de 2026, dois a menos que no pleito anterior. O PL lidera em número de candidaturas registradas, com 1.624, seguido pelo MDB, com 1.386. Na outra ponta, PRTB, com 10 candidatos, e PCB, com 23, aparecem como as legendas com menor número de registros. Desde as eleições de 2022, o cenário partidário também passou por mudanças. PTB e Patriota se fundiram para criar o PRD; o Pros foi incorporado ao Solidariedade; e o PSC passou a integrar o Podemos. Além disso, o PMN adotou o nome Mobiliza, enquanto o PMB passou a se chamar Democrata. A única nova legenda na disputa é o Missão, criado por integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL).
Pesquisa Quaest aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
Pesquisa Quaest aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
Diferença entre os dois candidatos diminuiu nos últimos levantamentos, enquanto outros nomes testados pela Quaest ficam atrás do presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa Quaest mais recente, divulgada em 14 de julho, aponta Lula (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno, com 43% das intenções de voto contra 40% do senador. A diferença entre os dois candidatos diminuiu em relação aos levantamentos anteriores, indicando um cenário de empate técnico considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.
- A pesquisa também simulou disputas entre Lula e outros candidatos, como Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), mostrando vantagem de Lula em todos esses cenários. A Quaest ouviu 2.004 eleitores e registrou a pesquisa na Justiça Eleitoral sob o número BR-06773/2026, com um nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais.
Foto: Wilton Junior | Estadão
A nova pesquisa Quaest, divulgada nesta sexta-feira (14), aponta Lula (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno. O presidente aparece com 43% das intenções de voto, enquanto o senador registra 40%. Outros 13% afirmam que votariam em branco ou nulo ou que não compareceriam às urnas. Os indecisos somam 4%. A diferença entre os dois candidatos diminuiu em relação aos levantamentos anteriores. Na pesquisa realizada no início de agosto, Lula tinha vantagem de cinco pontos sobre Flávio. Em julho, a distância era de oito pontos. Com a margem de erro de dois pontos percentuais, o cenário atual é considerado de empate técnico. O resultado também representa uma melhora no desempenho de Flávio em relação às pesquisas anteriores, após a repercussão das conversas atribuídas ao senador com Daniel Vorcaro, do Banco Master, que vieram a público em maio. O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre segunda-feira (10) e quinta-feira (13). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-06773/2026. A Quaest também simulou disputas entre Lula e outros candidatos. Contra Ronaldo Caiado (PSD), o presidente aparece com 44%, ante 37% do governador. No cenário com Renan Santos (Missão), Lula registra 44%, contra 36%. Já diante de Romeu Zema (Novo), o petista tem 45%, enquanto o governador soma 34%.
Plano de governo de Flávio Bolsonaro propõe corte de pelo menos 10 ministérios
Plano de governo de Flávio Bolsonaro propõe corte de pelo menos 10 ministérios
Documento apresentado à Justiça Eleitoral também prevê fim da reeleição presidencial, mudanças no STF e redução de cargos e despesas administrativas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, apresentou seu programa de governo, que inclui medidas para reduzir o tamanho e os custos da máquina pública, como a redução de ministérios e cargos comissionados. Além disso, o programa propõe alterações na atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), como a limitação de decisões monocráticas e a criação de uma quarentena de um ano para ministros de Estado antes de uma eventual indicação ao tribunal.
- O programa também aborda temas como segurança pública, economia e infraestrutura, com propostas como a classificação de organizações como PCC, Comando Vermelho e milícias como grupos narcoterroristas, a redução da maioridade penal para 16 anos e a construção de novos presídios federais de segurança máxima. Na área econômica, a meta é alcançar crescimento sustentado de 4% ao ano durante a próxima década, com medidas como revisão da reforma tributária e redução do IVA. O plano também inclui investimentos em infraestrutura, como rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e hidrovias, e medidas para digitalizar serviços públicos federais e criar uma identidade digital integrada ao Gov.br.
Foto: Jefferson Rudy |Agência Senado
O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, propõe reduzir em pelo menos dez o número de ministérios em um eventual governo entre 2027 e 2030. A medida faz parte do programa de governo apresentado à Justiça Eleitoral e prevê também cortes de cargos comissionados e redução de despesas administrativas. A proposta estabelece ainda uma revisão das normas que regulamentam a administração pública e mudanças no funcionamento das agências reguladoras, com avaliações periódicas dos dirigentes. A redução da estrutura ministerial é apresentada pelo candidato como parte de um conjunto de medidas voltadas à diminuição do tamanho e dos custos da máquina pública. Mudanças no STF e fim da reeleição - O programa também propõe alterações na atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre as medidas estão a limitação de decisões monocráticas e a criação de uma quarentena de um ano para ministros de Estado antes de uma eventual indicação ao tribunal. Flávio também defende que parlamentares sejam julgados por instâncias inferiores, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e os Tribunais Regionais Federais (TRFs). Outra proposta é impedir que parentes de até terceiro grau de ministros do STF e seus respectivos escritórios atuem no tribunal em que o magistrado exerce suas funções. O programa prevê ainda ampliar a participação da sociedade civil no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Na área política, Flávio defende o fim da reeleição para presidente da República. O programa cita uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada no Senado com esse objetivo e atribuída ao próprio candidato. Segurança pública - Para a segurança pública, o programa prevê classificar organizações como PCC, Comando Vermelho e milícias como grupos narcoterroristas, além de bloquear seus ativos. O candidato também propõe reduzir a maioridade penal para 16 anos e estabelecer punições para adolescentes a partir de 14 anos que cometam crimes considerados graves. O plano inclui ainda a construção de cinco novos presídios federais de segurança máxima e a criação de 500 mil vagas no sistema prisional em quatro anos. Outra medida seria instalar mais de 1 milhão de câmeras integradas a um sistema nacional de reconhecimento facial. Economia e infraestrutura - Na economia, a meta apresentada é alcançar crescimento sustentado de 4% ao ano durante a próxima década. O programa prevê revisão da reforma tributária, redução do IVA e medidas para diminuir a carga sobre produção e consumo, além de ações para estabilizar e posteriormente reduzir a relação entre dívida pública e PIB. O plano também estima R$ 900 bilhões em investimentos em infraestrutura ao longo de quatro anos, destinados a rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e hidrovias. Entre os projetos citados estão o Trem do Nordeste e a conclusão da Transnordestina. Na área social, a proposta prevê a manutenção dos benefícios existentes e ações de qualificação profissional, inserção no mercado de trabalho e acesso ao crédito. O programa também inclui medidas para digitalizar serviços públicos federais, ampliar o uso de inteligência artificial e criar uma identidade digital integrada ao Gov.br.
TSE suspende filiações após Bolsonaro ser filiado sem autorização
TSE suspende filiações após Bolsonaro ser filiado sem autorização
Ministro Nunes Marques determinou a suspensão temporária para evitar novas fraudes enquanto o caso é investigado pela Justiça Eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou a suspensão temporária do processamento de novas filiações partidárias no sistema da Justiça Eleitoral. A decisão ocorreu após o candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, aparecer como filiado ao partido Missão sem ter autorizado a mudança. O caso passou a ser investigado pelo tribunal, que busca identificar a origem da alteração e impedir novas tentativas de fraude.
- A suspensão não deve causar impacto na disputa eleitoral deste ano, pois os candidatos precisavam ter vínculo com um partido político até o início de abril. O sistema Filia, utilizado pela Justiça Eleitoral para o registro das filiações partidárias, continuará recebendo solicitações, mas o processamento de novas filiações ficará suspenso até que sejam adotadas medidas de segurança para evitar novas ocorrências. Além disso, o TSE também determinou a apuração de possíveis tentativas de alterar, de forma irregular, a filiação de outros candidatos à Presidência, como uma tentativa de mudança no cadastro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Foto: Reprodução
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta quinta-feira (13) a suspensão temporária do processamento de novas filiações partidárias no sistema da Justiça Eleitoral. A decisão ocorreu após o candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, aparecer como filiado ao partido Missão sem ter autorizado a mudança. O caso passou a ser investigado pelo tribunal, que busca identificar a origem da alteração e impedir novas tentativas de fraude. Segundo o TSE, a suspensão não deve causar impacto na disputa eleitoral deste ano. Isso porque, para estar apto a concorrer, o candidato precisava ter vínculo com um partido político até o início de abril. Nunes Marques também determinou a apuração de possíveis tentativas de alterar, de forma irregular, a filiação de outros candidatos à Presidência. Entre os casos identificados está uma tentativa de mudança no cadastro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o tribunal, a alteração não chegou a ser efetivada. O sistema Filia, utilizado pela Justiça Eleitoral para o registro das filiações partidárias, continuará recebendo solicitações. O processamento de novas filiações, no entanto, ficará suspenso até que sejam adotadas medidas de segurança para evitar novas ocorrências. A expectativa é de que o sistema volte a processar as filiações em breve, após a conclusão das verificações determinadas pelo TSE.
Nunes Marques restabelece filiação de Flávio ao PL e libera registro de candidatura
Ministro do STF determinou exclusão de vínculo com o Missão e acionou PF para investigar autoria da alteração no sistema
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Nunes Marques, determinou que a filiação do senador Flávio Bolsonaro ao PL seja restabelecida imediatamente. A decisão permite que a campanha utilize o sistema da Justiça Eleitoral para formalizar o registro da candidatura ao Palácio do Planalto. A medida foi tomada após uma alteração no cadastro partidário ter impedido Flávio de registrar sua candidatura.
- O ministro acolheu o pedido de tutela de urgência e determinou a retirada do registro de filiação ao partido Missão e a liberação imediata do Sistema Candex, utilizado para os pedidos de registro de candidatura. O caso será encaminhado à Polícia Federal para investigar a autoria e o contexto da alteração no cadastro partidário.
Foto: Carlos Moura | Agência Senado
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, determinou nesta quinta-feira (13) que a filiação do senador Flávio Bolsonaro ao PL seja restabelecida imediatamente. A decisão também permite que a campanha utilize o sistema da Justiça Eleitoral para formalizar o registro da candidatura dele à Presidência da República. A medida foi tomada após uma alteração no cadastro partidário ter impedido, mais cedo, que Flávio registrasse sua candidatura. O parlamentar passou a aparecer no sistema como filiado ao partido Missão, de Renan Santos. Nunes Marques acolheu o pedido de tutela de urgência apresentado pela defesa do senador e determinou que a filiação ao PL seja considerada válida desde 30 de novembro de 2021, quando ocorreu o vínculo original. O ministro também ordenou a retirada do registro de filiação ao Missão e a liberação imediata do Sistema Candex, utilizado para os pedidos de registro de candidatura. TSE manda investigar alteração - Na decisão, Nunes Marques destacou que Flávio permaneceu filiado ao PL desde 2021 e que, entre a noite de quarta-feira (12) e a manhã desta quinta, uma nova filiação foi registrada no Sistema de Filiação Partidária (FILIA) sem que o senador tivesse manifestado essa intenção. A alteração provocou automaticamente sua saída do PL e impediu o registro da candidatura. "A filiação partidária constitui condição de elegibilidade [...] e pressuposto para o exercício do direito de ser votado, não podendo ser suprimida por ato de terceiro estranho à vontade do filiado", escreveu o ministro. Para Nunes Marques, também não seria plausível que Flávio tivesse decidido espontaneamente trocar o PL pelo Missão. Além de ser candidato do PL à Presidência, o partido de destino já possui candidatura própria ao Palácio do Planalto, a de Renan Santos. Na avaliação do relator, a situação reforça os indícios de que a mudança não partiu do senador. O ministro ainda determinou a preservação dos registros de acesso e dos logs do Sistema FILIA relacionados à alteração. O caso será encaminhado à Polícia Federal, que deverá instaurar inquérito para investigar "a autoria, as circunstâncias e o contexto" do registro. Com a decisão, a campanha de Flávio poderá retomar o processo de registro da candidatura antes do prazo final estabelecido pela Justiça Eleitoral, que termina neste sábado (15), às 19h.
TSE suspende julgamento do PT e trava repasse do fundo eleitoral
TSE suspende julgamento do PT e trava repasse do fundo eleitoral
Decisão impede, por enquanto, o repasse de 48% dos R$ 4,96 bilhões do fundo eleitoral aos partidos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral suspendeu o julgamento de um pedido do PT para alterar o cálculo de distribuição do fundo eleitoral das eleições de 2026. A ministra Estela Aranha pediu vista do processo, e o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, votou contra o pedido. Com a suspensão, 48% dos recursos do fundo eleitoral ficam temporariamente bloqueados para todas as legendas.
- O PT questiona o cálculo utilizado pela Justiça Eleitoral, que levou em conta 68 deputados da legenda na Câmara, e defende que o deputado Paulão também seja considerado na distribuição.
Foto: Reprodução
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu nesta quinta-feira (13) o julgamento de um pedido do PT para alterar o cálculo de distribuição do fundo eleitoral das eleições de 2026. A análise foi interrompida após a ministra Estela Aranha pedir vista do processo. Antes disso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, votou contra o pedido do partido. Com a suspensão, 48% dos recursos do fundo eleitoral ficam temporariamente bloqueados para todas as legendas. Segundo Nunes Marques, nenhum partido poderá receber essa parcela até que o julgamento seja concluído. O PT questiona o cálculo utilizado pela Justiça Eleitoral, que levou em conta 68 deputados da legenda na Câmara. O partido defende que o deputado Paulão (PT-AL) também seja considerado na distribuição. Paulão perdeu o mandato após uma retotalização dos votos das eleições de 2022 e foi substituído por Nivaldo Albuquerque (Republicanos-AL). A ministra Estela Aranha afirmou que pediu vista porque também analisa o processo relacionado à perda do mandato de Paulão. Para as eleições de 2026, os partidos terão R$ 4,96 bilhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). A maior parte é distribuída conforme o número de cadeiras na Câmara e a votação obtida pelos partidos nas eleições anteriores. O PL terá a maior parcela, estimada em R$ 881,6 milhões, enquanto o PT terá cerca de R$ 615,3 milhões. A ministra terá até 30 dias para devolver o processo ao plenário. A campanha eleitoral começa oficialmente no próximo domingo (16).
Michelle e Flávio Bolsonaro se reencontram após crise familiar e gravam programa eleitoral
Ex-primeira-dama reconheceu o desentendimento, mas disse que os dois decidiram priorizar o projeto político.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Michelle Bolsonaro e Flávio Bolsonaro apareceram juntos presencialmente pela primeira vez, após desavenças públicas recentes, durante a gravação do horário eleitoral realizada nesta terça-feira (11). A ex-primeira-dama admitiu a existência de conflitos familiares passados, mas ressaltou que ambos conversaram e decidiram priorizar o projeto político em comum, afirmando que a relação passa por um processo gradual de ajuste e que não guarda mágoas.
- A reaproximação entre os dois vinha se desenhando publicamente desde o mês passado, quando Flávio pediu desculpas formais pelos episódios de desgaste. Embora Michelle não tenha comparecido à convenção nacional do PL que oficializou a candidatura do enteado à Presidência da República, ela enviou um vídeo de apoio para reforçar a união da direita, às vésperas do início oficial da campanha eleitoral e da propaganda gratuita no rádio e na televisão.
Foto: Reprodução
Michelle Bolsonaro e Flávio Bolsonaro apareceram juntos nesta terça-feira (11) durante a gravação do horário eleitoral. O encontro marcou a primeira aparição presencial dos dois desde os atritos públicos que envolveram a família nas últimas semanas. Ao final da gravação, Michelle reconheceu que houve uma desavença, mas afirmou que ela e o enteado conversaram e decidiram deixar as diferenças em segundo plano para trabalhar pelo projeto político que defendem. “Qual família que não é perfeita? Levanta a mão aí quem não tem problema na família. Mas, graças a Deus, conversamos, nos unimos em prol de algo muito maior para a nossa nação”, declarou a ex-primeira-dama. Michelle também afirmou que a relação com Flávio ainda passa por um processo de ajuste, mas disse não guardar ressentimentos. “Vamos viver um dia de cada vez. A gente está se ajustando, mas eu não guardo mágoa de ninguém. Meu coração é limpo, graças a Deus”, afirmou. “Eu acho que as coisas vão se ajustando aos poucos”, acrescentou. A reaproximação começou a ganhar sinais públicos no mês passado. Flávio publicou um vídeo em que pediu desculpas pelos episódios que provocaram “desconforto” entre os dois e convidou Michelle para participar de sua campanha. Depois, Michelle afirmou ter recebido o pedido de desculpas “com muita paz” e destacou a iniciativa do enteado de se manifestar publicamente. A ex-primeira-dama não participou da convenção nacional do PL que oficializou a candidatura de Flávio à Presidência da República. Na ocasião, porém, enviou um vídeo em que declarou apoio ao enteado e defendeu a união da direita. A campanha eleitoral começa oficialmente no próximo domingo (16). Já a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão está prevista para começar em 28 de agosto.
Pesquisa: 84% dos brasileiros defendem controle sobre uso de IA nas eleições de 2026
Levantamento CNT/MDA mostra que 49,8% querem proibir qualquer propaganda eleitoral feita com inteligência artificial
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) em parceria com o Instituto MDA revelou que 84,1% dos brasileiros defendem algum tipo de restrição ao uso de inteligência artificial (IA) em propagandas eleitorais para o pleito de 2026. Do total de entrevistados, 49,8% são favoráveis à proibição total de vídeos produzidos com a tecnologia, enquanto 34,3% defendem o veto apenas aos conteúdos que apresentem informações falsas sobre os candidatos.
- O debate ganha relevância no momento em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisa diretrizes para o uso de IA nas campanhas, incluindo o julgamento de um vídeo com a imagem virtual de Jair Bolsonaro em uma convenção do PL. Para mitigar riscos e combater a desinformação, a Corte Eleitoral firmou parcerias tecnológicas, como o acordo com a ElevenLabs para monitorar o uso de vozes artificiais, e criou um conselho consultivo voltado para acompanhar os impactos das novas tecnologias nas eleições de 2026.
Foto: Reprodução | TSE
Uma pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), em parceria com o Instituto MDA, mostra que 84,1% dos brasileiros defendem algum tipo de restrição ao uso de inteligência artificial (IA) em vídeos e propagandas eleitorais nas eleições de 2026. Segundo o levantamento, 49,8% dos entrevistados consideram que nenhum vídeo ou propaganda de candidato produzido com inteligência artificial deveria ser permitido durante a campanha. Outros 34,3% defendem a proibição apenas de conteúdos gerados por IA que contenham informações falsas sobre candidatos. A liberação de qualquer tipo de material eleitoral produzido com inteligência artificial é defendida por 8,9% dos entrevistados. Outros 7% não souberam responder ou não responderam à pergunta. O resultado da pesquisa ocorre em meio à discussão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre as regras para o uso de inteligência artificial nas campanhas eleitorais deste ano. Entre os casos que devem ser analisados pela Corte está um vídeo exibido durante a convenção do PL, em julho, no qual o ex-presidente Jair Bolsonaro aparece virtualmente para declarar apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. O PT acionou o TSE contra a utilização do vídeo. A defesa de Flávio Bolsonaro afirma que o material foi exibido em uma convenção partidária e que não houve intenção de induzir o público ao erro sobre o conteúdo ter sido produzido com inteligência artificial. O caso deverá ser discutido pelos ministros do TSE antes de chegar ao plenário. A análise pode contribuir para definir o entendimento da Corte sobre o uso de deepfakes e outros conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial durante a campanha. O TSE também adotou outras medidas relacionadas ao uso da tecnologia. A Corte firmou parceria com a ElevenLabs, empresa especializada em geração de vozes artificiais, para dificultar a reprodução digital de vozes consideradas sensíveis para o processo eleitoral. A Justiça Eleitoral poderá solicitar providências contra o uso indevido dessas vozes na plataforma. Além disso, o tribunal criou um conselho consultivo para acompanhar os riscos relacionados à inteligência artificial e à desinformação nas eleições de 2026. O grupo reúne especialistas e deverá auxiliar a presidência do TSE no monitoramento dos impactos dessas tecnologias durante o processo eleitoral. A Pesquisa CNT de Opinião foi realizada entre os dias 5 e 8 de agosto, com entrevistas presenciais em municípios de todas as regiões do país. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-06935/2026.
Flávio Bolsonaro anuncia apoio a Roma e Coronel na Bahia
Flávio Bolsonaro anuncia apoio a Roma e Coronel na Bahia
João Roma e Angelo Coronel foram confirmados como os candidatos ao Senado apoiados por Flávio Bolsonaro na Bahia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro anunciou apoio a João Roma e Angelo Coronel nas eleições para o Senado Federal na Bahia. O presidenciável apresentou os candidatos que terão o respaldo de sua campanha em todo o país, visando derrotar o PT no estado. Em todo o país, Flávio Bolsonaro anunciou apoio a 47 candidatos ao Senado, incluindo 33 filiados ao PL e outros partidos.
Foto: Lula Marques | Agência Brasil
O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), confirmou que apoiará João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos) na disputa pelas duas vagas da Bahia no Senado Federal nas eleições deste ano. O anúncio foi feito durante uma transmissão ao vivo realizada na quinta-feira (6) em seu canal no YouTube. Durante a live, Flávio apresentou os candidatos ao Senado que terão o respaldo de sua campanha nas 27 unidades da Federação. Na Bahia, os escolhidos foram João Roma, ex-ministro da Cidadania no governo Jair Bolsonaro, e o senador Angelo Coronel, que busca a reeleição. Ao comentar o cenário baiano, o presidenciável afirmou que a escolha faz parte da estratégia de seu grupo político para enfrentar o PT no estado. "Então, para derrotar o PT, vamos de João Roma e de Angelo Coronel", declarou. João Roma integra o PL, mesmo partido de Flávio Bolsonaro, e foi o candidato da legenda ao Governo da Bahia em 2022, quando liderou o palanque bolsonarista no estado. Já Angelo Coronel, atualmente filiado ao Republicanos, aparece entre os apoiados, indicando que a articulação para o Senado também contempla partidos aliados. No total, Flávio Bolsonaro anunciou apoio a 47 candidatos ao Senado em todo o país. Desse grupo, 33 são filiados ao PL e os demais pertencem a legendas como Republicanos, PP, Podemos, União Brasil, PSD, PSDB e Novo. Em sete estados, o presidenciável decidiu apoiar apenas um candidato ao Senado. Nas demais unidades da Federação, a estratégia é lançar apoio a dois nomes, aproveitando o sistema eleitoral que permite ao eleitor votar em dois candidatos para o cargo nas eleições de 2026.
Michelle recusou ser vice de Flávio Bolsonaro, diz jornal
Michelle recusou ser vice de Flávio Bolsonaro, diz jornal
Presidente do PL teria articulado convite antes da escolha do deputado Alfredo Gaspar.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi convidada a integrar a chapa de Flávio Bolsonaro para a disputa pela Presidência da República, mas decidiu recusar a proposta. A intenção era fortalecer a chapa com um dos nomes de maior popularidade entre os eleitores conservadores.
- Entre os principais motivos da recusa de Michelle Bolsonaro estariam a intensa agenda de viagens exigida por uma campanha presidencial e a necessidade de acompanhar o ex-presidente Jair Bolsonaro durante o período de prisão domiciliar.
Foto: Reprodução
Antes da definição do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi convidada para integrar a composição, mas decidiu recusar a proposta. A informação foi divulgada pela colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo. Segundo a publicação, o convite partiu do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, com o apoio de integrantes da cúpula do partido e de aliados próximos da família Bolsonaro. A intenção era fortalecer a chapa com um dos nomes de maior popularidade entre os eleitores conservadores. De acordo com uma fonte ouvida pela jornalista, Michelle e o ex-presidente Jair Bolsonaro avaliaram, em conjunto, que a participação na disputa seria inviável. Entre os principais motivos estariam a intensa agenda de viagens exigida por uma campanha presidencial e a necessidade de acompanhar Jair Bolsonaro durante o período de prisão domiciliar. Ainda conforme a reportagem, um interlocutor da ex-primeira-dama afirmou que os cuidados com a saúde do ex-presidente tiveram peso decisivo na escolha. "Como ela iria fazer campanha? Impossível. Quem cuidaria do Jair? Na prática, a Michelle também está em prisão domiciliar", declarou a fonte ao O Globo. Com a recusa de Michelle Bolsonaro, o PL definiu o deputado federal Alfredo Gaspar como candidato a vice na chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro para a disputa pela Presidência da República.
Soldado Prisco confirma candidatura e volta à disputa por vaga na Assembleia Legislativa da Bahia
Ex-deputado estadual e coordenador da Aspra disputará uma cadeira na ALBA pelo PL; legenda reúne nomes conhecidos e estreantes na corrida eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-deputado estadual Soldado Prisco (PL), coordenador-geral da Aspra, confirmou sua pré-candidatura à Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) para as eleições deste ano. Conhecido por liderar paralisações da Polícia Militar baiana em 2012 e 2014, Prisco planeja retornar ao Parlamento estadual com foco na defesa das forças de segurança pública e na valorização da categoria policial.
- A disputa pelas 63 vagas na ALBA também mobiliza deputados que buscam a reeleição, como Diego Castro e Samuel Júnior, além de estreantes na política baiana apoiados por lideranças municipais, a exemplo de Jânio Natal Júnior, Igor Dominguez e Cinthya Marabá. Com o cenário eleitoral definido, os partidos políticos intensificam as articulações para consolidar suas chapas proporcionais.
Foto: Reprodução
O ex-deputado estadual Soldado Prisco (PL) confirmou que será candidato a uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) nas eleições deste ano. Coordenador-geral da Associação de Policiais e Bombeiros Militares da Bahia (Aspra), ele volta à disputa após ter exercido mandato na Casa e promete manter como prioridade as pautas ligadas à segurança pública e à defesa dos profissionais das forças policiais. Prisco ganhou notoriedade em todo o estado por liderar movimentos reivindicatórios da Polícia Militar da Bahia, especialmente durante as paralisações realizadas em 2012 e 2014, episódios que tiveram ampla repercussão política e judicial. No mesmo ano de 2014, foi eleito deputado estadual e iniciou seu mandato em 2015, período em que concentrou sua atuação em projetos voltados à valorização da categoria. Além de Prisco, a disputa por uma cadeira na ALBA reúne outros nomes já conhecidos do eleitorado baiano. Os deputados Diego Castro, Samuel Júnior, Paulo Câmara e Tenóbio buscam a reeleição, enquanto novas lideranças tentam conquistar espaço no Legislativo estadual. Entre os estreantes estão Jânio Natal Júnior, filho do prefeito de Porto Seguro, Jânio Natal; Igor Dominguez, atual secretário particular do prefeito de Salvador, Bruno Reis; e Cinthya Marabá, esposa do prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Júnior Marabá, que fará sua primeira disputa eleitoral. Com a definição das candidaturas, os partidos intensificam a montagem de suas chapas para a eleição que renovará as 63 cadeiras da Assembleia Legislativa da Bahia.
Com Milei e vídeo de Michelle, mas sem vice e alianças, Flávio Bolsonaro formaliza candidatura
PL oficializou neste sábado a candidatura do senador à Presidência em convenção realizada em São Paulo
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Partido Liberal (PL) oficializou a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República durante convenção nacional realizada em São Paulo. O evento contou com a participação de figuras de destaque, como o presidente da Argentina, Javier Milei, e mensagens em vídeo de familiares, incluindo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, indicando uma reaproximação política. No entanto, a definição da vaga de vice-presidente permanece aberta, com Flávio Bolsonaro manifestando a intenção de compor a chapa com uma mulher.
- Atualmente sem alianças formalizadas com partidos como Republicanos, PP e União Brasil, o PL avalia a possibilidade de concorrer com uma chapa pura. Esta será a primeira disputa presidencial de Flávio Bolsonaro, que assume a liderança da família Bolsonaro na corrida ao Palácio do Planalto para enfrentar o presidente Lula em outubro, em meio a investigações e oscilações nas pesquisas. O prazo final estabelecido pela Justiça Eleitoral para o registro das candidaturas e coligações é o dia 15 de agosto.
Foto: Divulgação
O Partido Liberal (PL) oficializou neste sábado (25) a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República durante convenção nacional realizada em São Paulo. O evento contou com a presença do presidente da Argentina, Javier Milei, além de lideranças do partido e familiares do senador. Eduardo e Carlos Bolsonaro participaram por meio de vídeos gravados. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também enviou uma mensagem em vídeo, exibida durante a convenção. Indicando uma suposta reaproximação entre os dois após o rompimento público ocorrido no fim de junho. Apesar da oficialização da candidatura, Flávio ainda não definiu quem será o candidato a vice-presidente. O senador afirmou que pretende compor uma chapa com uma mulher, mas condiciona a escolha ao avanço das negociações políticas. Até o momento, o PL também não fechou alianças com outras siglas. Republicanos, PP e União Brasil seguem sem confirmar apoio à candidatura, enquanto o partido mantém aberta a possibilidade de disputar a eleição com uma chapa formada apenas por filiados. Esta é a primeira disputa presidencial de Flávio Bolsonaro. Advogado e senador desde 2019, ele foi escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para representar a família na corrida ao Palácio do Planalto. A candidatura é lançada em meio a investigações envolvendo o senador e após uma queda nas pesquisas de intenção de voto registradas nas últimas semanas. Ainda assim, Flávio segue como o principal nome do PL para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de outubro. A definição da chapa completa e de eventuais coligações poderá ocorrer até 15 de agosto, prazo final estabelecido pela Justiça Eleitoral para o registro das candidaturas.
Pré-campanha de Flávio nega troca de apoio por vaga no STF
Pré-campanha de Flávio nega troca de apoio por vaga no STF
Nota oficial assinada por Rogério Marinho afirma que eventual aliança entre PL e Republicanos é baseada em convergência política e não envolve negociação de cargos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A coordenação da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou oficialmente que uma aliança com o Republicanos esteja condicionada à indicação de Marcos Pereira, presidente nacional da legenda, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Em nota oficial assinada pelo coordenador da pré-campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), o grupo classificou os boatos como "absolutamente falsos" e assegurou que as negociações buscam construir uma convergência programática e de ideias, sem qualquer barganha envolvendo cargos públicos.
- O comunicado ressaltou a relevância do Republicanos como um aliado estratégico em pautas compartilhadas, como segurança pública e defesa das liberdades individuais, indicando a possibilidade de atuação conjunta tanto em âmbitos regionais quanto em uma coalizão nacional. A nota conclui reforçando que as alianças partidárias serão desenhadas com base no alinhamento político, afastando qualquer hipótese de acordos ligados a indicações para o STF ou outros órgãos da República.
Foto: Reprodução | CNN
A coordenação da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República divulgou, neste domingo (12), uma nota oficial negando que um eventual apoio do Republicanos ao projeto eleitoral esteja condicionado à indicação do presidente nacional da legenda, Marcos Pereira (Republicanos-SP), para uma futura vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). O comunicado foi assinado pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha, que classificou a informação como "absolutamente falsa" e afirmou que o assunto nunca fez parte das conversas entre os dois partidos. Segundo a nota, as negociações políticas em andamento têm como objetivo a construção de uma ampla aliança nacional baseada na convergência de ideias, propostas e compromissos programáticos, sem qualquer negociação envolvendo cargos públicos ou indicações para outros Poderes. "A hipótese é absolutamente falsa e jamais foi objeto de qualquer conversa ou negociação", afirmou Rogério Marinho no comunicado. A coordenação destacou ainda que PL e Republicanos poderão atuar juntos em diversos estados durante o processo eleitoral, tanto em alianças regionais quanto na formação de uma eventual coalizão nacional. De acordo com a nota, o Republicanos é considerado um aliado estratégico em pautas defendidas pelo grupo político, como segurança pública, combate à pobreza, defesa das liberdades individuais, fortalecimento da democracia e enfrentamento ao que a legenda classifica como perseguição política. O comunicado conclui afirmando que eventuais alianças serão construídas com base no alinhamento político e programático entre os partidos, afastando qualquer possibilidade de acordos relacionados à indicação de autoridades para o Supremo Tribunal Federal ou outros órgãos da República.
Michelle pode permanecer no comando do PL Mulher, diz Valdemar
Michelle pode permanecer no comando do PL Mulher, diz Valdemar
Presidente nacional do PL afirma que nenhuma integrante reúne as mesmas características da ex-primeira-dama e estuda reformular a estrutura do núcleo feminino.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou que a legenda não pretende indicar uma substituta para Michelle Bolsonaro na presidência do PL Mulher. A decisão da ex-primeira-dama de deixar o cargo foi anunciada em meio ao tratamento de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro e após um desentendimento público com o senador Flávio Bolsonaro. Valdemar Costa Neto revelou que estuda promover mudanças na estrutura do PL Mulher e não há definição sobre uma eventual candidatura de Michelle ao Senado nas eleições de 2026.
- A expectativa é que a ex-primeira-dama continue participando do projeto eleitoral do partido no próximo pleito, mas o partido não anunciou oficialmente qualquer mudança na estrutura do PL Mulher nem definiu quem poderá assumir as funções exercidas por Michelle Bolsonaro, caso sua saída seja confirmada.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou que a legenda não pretende indicar uma substituta para Michelle Bolsonaro na presidência do PL Mulher. Segundo ele, nenhuma integrante do partido reúne as mesmas características da ex-primeira-dama, especialmente em relação à capacidade de comunicação, dedicação e influência política. Em entrevista ao Estadão, Valdemar declarou que, caso Michelle decida permanecer no cargo, a vontade dela será respeitada pela direção nacional do partido. Ele também revelou que estuda promover mudanças na estrutura do PL Mulher, incluindo a possibilidade de extinguir a presidência nacional do núcleo e manter apenas as direções estaduais com maior autonomia. Ao ser questionado sobre possíveis sucessoras, como as deputadas federais Bia Kicis, Caroline de Toni e Júlia Zanatta, o dirigente afirmou que o partido possui nomes para a função, mas fez uma declaração que gerou repercussão. "Nomes nós temos, mas você sabe como é mulher, né?", disse durante a entrevista. Michelle Bolsonaro anunciou, no fim de junho, que deixaria a presidência do PL Mulher para dedicar mais tempo à família. A decisão ocorreu em meio ao tratamento de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro e após um desentendimento público com o senador Flávio Bolsonaro envolvendo articulações políticas dentro da legenda. Apesar da sinalização de saída da direção do núcleo feminino, ainda não há definição sobre uma eventual candidatura de Michelle ao Senado nas eleições de 2026. Nos bastidores, dirigentes do PL mantêm a expectativa de que ela continue participando do projeto eleitoral do partido no próximo pleito. Até o momento, o partido não anunciou oficialmente qualquer mudança na estrutura do PL Mulher nem definiu quem poderá assumir as funções exercidas por Michelle Bolsonaro, caso sua saída da presidência seja confirmada.
"Sara na hora", diz Valdemar sobre saída de Bolsonaro da prisão
"Sara na hora", diz Valdemar sobre saída de Bolsonaro da prisão
Dirigente do PL afirmou que estado de saúde do ex-presidente está ligado à situação judicial e comparou o caso ao de Lula.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirma que os problemas de saúde de Jair Bolsonaro estão relacionados à situação judicial. Bolsonaro cumpre prisão domiciliar por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, e foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por crimes relacionados a tentativa de golpe de Estado.Valdemar também comentou a possibilidade de Bolsonaro disputar as eleições de 2026, apesar da inelegibilidade e dos processos em andamento, lembrando o período em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva permaneceu preso antes de retornar à disputa eleitoral.
Foto: Reprodução
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou na quarta-feira (8) que os problemas de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estão relacionados à situação judicial enfrentada por ele e declarou que o ex-chefe do Executivo "sara na hora" caso deixe a prisão domiciliar. A declaração foi dada durante um evento em Brasília, ao ser questionado sobre o estado de saúde de Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). "Ele está com a saúde complicada por causa da situação que ele está vivendo. É difícil para o camarada suportar isso. Se ele sair de lá, sai pulando de alegria. Sara na hora", afirmou Valdemar. Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Antes da conversão da pena para prisão domiciliar, ele cumpria prisão em uma sala de Estado-Maior no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. Durante a entrevista, Valdemar também comentou a possibilidade de Bolsonaro disputar as eleições de 2026, apesar da inelegibilidade e dos processos em andamento. Ao responder sobre o tema, o dirigente do PL fez uma comparação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), lembrando o período em que o petista permaneceu preso antes de retornar à disputa eleitoral. "Quando o Lula ficou preso por 580 dias, você imaginava que ele seria candidato à Presidência da República? Tudo pode acontecer", declarou. Até o momento, Bolsonaro permanece em prisão domiciliar por determinação do STF, enquanto sua situação jurídica continua sendo analisada pela Corte.
Michelle deixa comando do PL Mulher e repensa candidatura ao Senado
Michelle deixa comando do PL Mulher e repensa candidatura ao Senado
Ex-primeira-dama diz que vai se dedicar aos cuidados com Jair Bolsonaro e a filha; aliados afirmam que ela também está desmotivada para disputar o Senado pelo DF.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Michelle Bolsonaro anunciou sua saída da presidência nacional do PL Mulher, justificando a decisão pela necessidade de se dedicar integralmente aos cuidados com o ex-presidente Jair Bolsonaro e a filha do casal. A comunicação foi feita ao presidente do partido, Valdemar Costa Neto, e a ex-primeira-dama reforçou a motivação familiar em nota divulgada nas redes sociais, agradecendo o apoio recebido e defendendo a maior participação feminina na política.
- Nos bastidores, contudo, aliados sugerem que a saída também reflete o desgaste provocado por disputas internas no PL e a insatisfação de Michelle com críticas recebidas após questionar publicamente posições de Flávio Bolsonaro. Há relatos de seu crescente desânimo com a possibilidade de uma candidatura ao Senado pelo Distrito Federal, uma vez que ela sempre condicionou a disputa a um pedido do ex-presidente. A vereadora Priscila Costa, de Fortaleza, é cotada para assumir o comando do PL Mulher.
Foto: Reprodução
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) anunciou que deixará a presidência nacional do PL Mulher para se dedicar aos cuidados com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e com a filha do casal. A decisão foi comunicada ao presidente do partido, Valdemar Costa Neto, em reunião realizada nesta terça-feira (30), na sede da legenda. Em nota divulgada nas redes sociais, Michelle afirmou que a decisão foi tomada após conversas com o marido. Segundo ela, o momento exige dedicação integral à família. Nos bastidores, porém, aliados afirmam que a saída também ocorre em meio ao desgaste provocado por disputas internas no PL. Michelle tem demonstrado insatisfação após críticas e ataques recebidos desde que questionou publicamente posições do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato à Presidência. Pessoas próximas à ex-primeira-dama afirmam que ela também está cada vez mais desanimada com a possibilidade de disputar uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal. Segundo esses relatos, Michelle sempre afirmou que só aceitaria a candidatura a pedido de Jair Bolsonaro e nunca assumiu publicamente a condição de pré-candidata. A expectativa é que a atual vice-presidente nacional do PL Mulher, a vereadora Priscila Costa, de Fortaleza, assuma o comando do grupo. Em nota, Michelle agradeceu às dirigentes estaduais e municipais do movimento, destacou o apoio recebido de Valdemar Costa Neto e defendeu maior participação feminina na política. Valdemar afirmou que respeita a decisão da ex-primeira-dama, elogiou sua atuação à frente do PL Mulher e atribuiu os conflitos internos ao crescimento da legenda, classificando as divergências como naturais.
Ex-apoiador de Bolsonaro, prefeito declara apoio a Jerônimo em Santa Maria
Ex-apoiador de Bolsonaro, prefeito declara apoio a Jerônimo em Santa Maria
Prefeito de Santana também declarou apoio a Jaques Wagner e Lula.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O prefeito de Santana, Zé Raul (MDB), anunciou publicamente seu apoio ao grupo político do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT). A declaração foi feita durante a plenária do Programa de Governo Participativo (PGP) em Santa Maria da Vitória neste domingo (28), marcando um realinhamento político significativo na região oeste da Bahia.
- Anteriormente um apoiador de Jair Bolsonaro (PL), Zé Raul elogiou a determinação e a atuação de Jerônimo Rodrigues, além de agradecer pelos investimentos recebidos por Santana. O prefeito estendeu seu apoio também ao senador Jaques Wagner (PT) e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), solidificando sua nova posição dentro da base governista estadual e federal.
Foto: Reprodução
O prefeito de Santana, no oeste da Bahia, Zé Raul (MDB), declarou apoio ao grupo político do governador Jerônimo Rodrigues (PT). O anúncio foi feito neste domingo (28), durante a plenária do Programa de Governo Participativo (PGP), realizada em Santa Maria da Vitória. Ex-apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o prefeito elogiou a atuação de Jerônimo e destacou a disposição do governador durante a agenda na região. "Quero dizer, governador, que o senhor pode ter certeza que eu não conheço outro homem mais determinado do que vossa excelência. Eu vi o senhor às 10h da manhã fazendo entrega no Parque de Exposição. Às 22h o senhor me recebeu com o mesmo sorriso e a mesma determinação. O senhor é um orgulho para a Bahia. O senhor me representa", afirmou. Durante o discurso, Zé Raul também agradeceu pelos investimentos destinados ao município de Santana e estendeu o apoio ao senador Jaques Wagner (PT) e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "O senhor Jaques Wagner é amado. Eu te amo", disse o prefeito. Em seguida, acrescentou: "Quero dizer ao senhor e ao presidente Lula que nós estamos juntos." A manifestação pública marca o alinhamento político do prefeito com o grupo liderado pelo governador Jerônimo Rodrigues, após ter apoiado Jair Bolsonaro em eleições anteriores.
Datafolha: 38% não lembram voto para governador em 2022
Datafolha: 38% não lembram voto para governador em 2022
Lembrança do voto para presidente chegou a 85%, diz pesquisa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa recente do Datafolha revela que 38% dos brasileiros não se recordam em quem votaram para governador nas eleições de 2022. Este índice de esquecimento contrasta fortemente com o da eleição presidencial, onde apenas 7% dos entrevistados declararam não lembrar de seu voto. O levantamento, que ouviu 1.898 eleitores, destaca uma disparidade significativa na retenção da memória eleitoral, indicando que a disputa para governos estaduais gera uma lembrança menos duradoura.
- A análise dos dados do Datafolha aponta que o esquecimento do voto para governador é mais acentuado entre mulheres (46%) e jovens de 20 a 24 anos (45%). Por outro lado, eleitores na faixa etária de 45 a 59 anos demonstram maior recordação, com 63%. A pesquisa também mostrou diferenças por preferência partidária: 76% dos eleitores do PL lembram seu voto para governador, percentual superior aos 52% dos simpatizantes do PT. Para a eleição presidencial, a lembrança foi majoritária em ambos os grupos, atingindo 97% entre eleitores do PL e 90% entre os do PT.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
Mais de um terço dos brasileiros não se lembra em quem votou para governador nas eleições de 2022. É o que mostra uma pesquisa do Datafolha, divulgada nesta semana. Segundo o levantamento, 38% dos entrevistados disseram não se recordar do voto para o governo do estado. Outros 9% afirmaram que não votaram em nenhum candidato, enquanto 54% disseram lembrar da escolha feita. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O cenário é diferente quando o assunto é a eleição para presidente da República. Apenas 7% dos entrevistados disseram não lembrar em quem votaram em 2022. Outros 85% afirmaram recordar o voto, e 8% declararam que não votaram em nenhum candidato. A pesquisa também mostra diferenças entre os grupos entrevistados. O índice de esquecimento do voto para governador é maior entre as mulheres, com 46%, e entre jovens de 20 a 24 anos, faixa em que 45% disseram não se lembrar da escolha. Já o grupo de 45 a 59 anos apresentou o maior percentual de lembrança, com 63%. Entre os eleitores que declararam preferência pelo PL, 76% afirmaram lembrar em quem votaram para governador. Entre os simpatizantes do PT, esse percentual foi de 52%. Na disputa presidencial de 2022, a lembrança do voto foi ainda maior: 97% entre os simpatizantes do PL e 90% entre os eleitores que disseram preferir o PT. O Datafolha ouviu 1.898 eleitores com 20 anos ou mais entre os dias 17 e 18 de junho. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09956/2026.
Lula lidera corrida presidencial com 40% contra Flávio Bolsonaro com 36%, aponta PoderData
Levantamento realizado entre 21 e 24 de junho mostra disputa apertada entre o petista e o senador do PL; demais candidatos aparecem com até 4%
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Pesquisa PoderData divulgada nesta quinta-feira (25) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança das intenções de voto para a eleição presidencial de 2026, com 40%. O senador Flávio Bolsonaro (PL) ocupa a segunda posição, com 36%, mostrando uma diferença de quatro pontos percentuais entre os dois principais nomes do pleito.
- O levantamento também indica um empate técnico entre outros cinco candidatos, com Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) registrando 4% cada, enquanto Romeu Zema (Novo), Joaquim Barbosa (DC) e Augusto Cury (Avante) somam 3% cada. A sondagem foi realizada com 2.400 pessoas entre 21 e 24 de junho de 2026, apresentando margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, e está devidamente registrada no TSE sob o número BR-05722/2026.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para a eleição presidencial de 2026, com 40%, segundo pesquisa PoderData divulgada nesta quinta-feira (25). Na sequência aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 36%. De acordo com o levantamento, a diferença entre os dois principais candidatos é de quatro pontos percentuais. Atrás de Lula e Flávio Bolsonaro, a pesquisa aponta um empate técnico entre cinco candidatos dentro da margem de erro. Renan Santos (Missão) e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), aparecem com 4% das intenções de voto cada. Já o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa (DC) e o escritor Augusto Cury (Avante) registraram 3% cada. Os eleitores que afirmaram votar em branco ou nulo somam 5%, enquanto 3% disseram não saber em quem votar ou preferiram não responder. A pesquisa ouviu 2.400 pessoas em todo o país entre os dias 21 e 24 de junho de 2026. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. A sondagem está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05722/2026.
Michelle Bolsonaro relata desentendimento com Flávio e diz ter recebido “punhalada” do enteado
Campanha de Flávio Bolsonaro nega versão apresentada por Michelle.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro divulgou um vídeo de 26 minutos nas redes sociais detalhando um desentendimento com seu enteado, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência. Ela relatou ter sido desrespeitada e humilhada em uma conversa telefônica, onde Flávio teria afirmado que ela não compreendia de política e deveria se manter afastada das decisões partidárias. O cerne do conflito reside nas divergências sobre o apoio do PL à candidatura de Ciro Gomes no Ceará, à qual Michelle se opôs firmemente devido às críticas passadas de Gomes a Jair Bolsonaro e sua família.
- Após o episódio, Michelle interpretou que seu apoio à pré-candidatura de Flávio não era desejado, decidindo se afastar das articulações políticas internas da família. Embora a campanha de Flávio Bolsonaro tenha negado a versão apresentada pela ex-primeira-dama, Michelle afirmou ter perdoado o enteado e reiterou seu apoio aos projetos do partido. Contudo, ela reconheceu o abalo na relação e mantém distância das movimentações envolvendo a pré-campanha presidencial de Flávio.
Foto: Reprodução
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro divulgou um vídeo de cerca de 26 minutos nas redes sociais em que relata um desentendimento com o enteado, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL. Na gravação, publicada nesta quarta-feira (24), Michelle afirma ter sido desrespeitada e humilhada durante uma conversa telefônica com o senador. Segundo ela, o episódio ocorreu após divergências sobre o apoio do PL à candidatura de Ciro Gomes ao governo do Ceará. “Recebi uma punhalada”, afirmou Michelle ao descrever a situação. De acordo com seu relato, Flávio teria dito que ela não entendia de política e que deveria ficar fora das decisões partidárias. A ex-primeira-dama afirmou que se sentiu desrespeitada e decidiu se afastar das articulações políticas internas da família após o episódio. Michelle também declarou que interpretou a conversa como um sinal de que seu apoio à eventual candidatura presidencial do enteado não era desejado. “Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante”, disse no vídeo. A divergência está ligada às negociações realizadas pelo PL no Ceará. Michelle se posicionou contra uma aproximação com Ciro Gomes, alegando que o político fez duras críticas a Jair Bolsonaro e seus filhos no passado. A ex-primeira-dama afirmou que considera incoerente uma aliança com alguém que, segundo ela, teve papel importante na campanha que resultou na inelegibilidade do ex-presidente. O embate não é recente. Em novembro do ano passado, declarações de Michelle contra a articulação política no Ceará provocaram reações públicas de Flávio, Eduardo, Carlos e Jair Renan Bolsonaro. Na época, Flávio afirmou que houve um “ruído de comunicação” e que Michelle não tinha conhecimento de todos os detalhes das negociações conduzidas pelo partido. Após a divulgação do vídeo, integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro negaram a versão apresentada pela ex-primeira-dama. Segundo relatos divulgados pela imprensa, o senador afirma não ter feito as declarações atribuídas a ele por Michelle durante a conversa telefônica. Apesar das críticas, Michelle afirmou que perdoou o enteado e disse continuar apoiando os projetos políticos do partido. No entanto, reconheceu que a relação entre os dois foi abalada e que mantém distância das articulações envolvendo a pré-campanha presidencial.
Datafolha: Lula lidera corrida presidencial com 41%, contra 31% de Flávio Bolsonaro
Levantamento mostra estabilidade no cenário eleitoral e mantém vantagem do petista em simulações de segundo turno
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma nova pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado (20), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 41% das intenções de voto no cenário principal do primeiro turno para as eleições de 2026, mantendo uma vantagem de dez pontos percentuais sobre o senador Flávio Bolsonaro, que registra 31%. Lula também lidera nas simulações de segundo turno contra Flávio Bolsonaro, com 47% das intenções de voto, contra 43% do senador, repetindo os números da rodada anterior do levantamento. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em 139 municípios, entre 17 e 18 de junho, com margem de erro de dois pontos percentuais.
- O estudo aponta ainda que outros pré-candidatos, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema, aparecem com percentuais bem inferiores. A pesquisa também indicou que o caso "Dark Horse", envolvendo Flávio Bolsonaro, não provocou perdas significativas para o senador no momento, embora os impactos de outras investigações ainda não tenham sido totalmente captados. Na consulta espontânea, Lula segue à frente com 30% das menções, contra 17% de Flávio Bolsonaro, solidificando a polarização entre PT e PL a menos de dois meses do início oficial da campanha eleitoral, que promete ser dominada por debates sobre economia e segurança pública.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 41% das intenções de voto no principal cenário de primeiro turno para as eleições de 2026, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20). O senador Flávio Bolsonaro registra 31%, mantendo a distância de dez porcento para o atual presidente. O levantamento ouviu 2.004 eleitores em 139 municípios entre os dias 17 e 18 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Atrás de Lula e Flávio aparecem nomes como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e outros pré-candidatos, todos com percentuais bem inferiores aos dos dois líderes da disputa. Nas simulações de segundo turno, Lula também mantém vantagem. Contra Flávio Bolsonaro, o presidente aparece com 47% das intenções de voto, enquanto o senador soma 43%. O cenário repete os números registrados na rodada anterior da pesquisa. O Datafolha indica ainda que o chamado caso "Dark Horse", envolvendo Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro, não provocou novas perdas para o senador neste momento. Por outro lado, os efeitos políticos das investigações relacionadas ao Banco Master e ao senador Jaques Wagner ainda não foram totalmente captados pelo levantamento. A pesquisa também mostrou que Lula lidera em cenários de segundo turno contra Caiado e Zema. Na consulta espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, o presidente aparece com 30%, enquanto Flávio Bolsonaro registra apenas 17%. Os números reforçam a polarização entre PT e PL a menos de dois meses do início oficial da campanha eleitoral. Apesar da estabilidade observada no levantamento, a disputa segue marcada por debates sobre economia, segurança pública e temas que devem dominar a reta final da pré-campanha.
Michelle condiciona atuação política à recuperação de Bolsonaro
Michelle condiciona atuação política à recuperação de Bolsonaro
Ex-primeira-dama afirmou que a defesa buscará ampliar a medida concedida por Alexandre de Moraes e disse que poderá participar da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro anunciou a intenção de solicitar a prorrogação da prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que se encerra no fim deste mês. A medida foi autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em março, com prazo de 90 dias. Michelle justificou o pedido com a necessidade de acompanhamento médico contínuo de seu marido, afirmando que ele ainda enfrenta problemas de saúde e precisa de cuidados constantes. A solicitação será conduzida pela equipe jurídica do ex-presidente, sem previsão de reunião com o ministro.
- Em relação aos seus planos políticos, Michelle Bolsonaro afirmou que sua prioridade é a recuperação de Jair Bolsonaro, apesar de ter seu nome cotado para as eleições de 2026. Ela enfatizou que seu foco principal é o bem-estar do marido, declarando que ficará em casa cuidando dele se for preciso. A ex-primeira-dama também comentou sobre uma possível colaboração em futuras campanhas, como a de Flávio Bolsonaro à Presidência, mas ressaltou que o momento atual exige dedicação exclusiva à saúde do ex-presidente, uma preocupação que ela voltou a destacar durante um evento político em Brasília.
Foto: Reprodução
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que pretende solicitar a prorrogação da prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi feita durante evento político realizado em Brasília, nesta quarta-feira (10). A medida que permite ao ex-presidente cumprir prisão em casa foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, em março deste ano, com prazo de 90 dias. O período está previsto para terminar no fim deste mês. Segundo Michelle, o estado de saúde do marido justifica a manutenção da medida. Ela relatou que Bolsonaro continua enfrentando problemas de saúde e necessita de acompanhamento constante. “Espero que ele continue em casa. Ele precisa de todos os cuidados”, declarou aos jornalistas. A ex-primeira-dama informou que a solicitação de prorrogação será conduzida pela equipe jurídica do ex-presidente. De acordo com ela, não há previsão de reunião com o ministro Alexandre de Moraes para tratar do assunto. Michelle também comentou sobre seus planos políticos para as eleições de 2026. Apesar de ter o nome cogitado para disputar uma vaga no Senado, afirmou que, neste momento, sua prioridade é acompanhar a recuperação do marido. “A prioridade é a minha casa e o meu marido. Se eu tiver que ficar em casa cuidando dele, eu vou ficar”, afirmou. Questionada sobre uma possível participação na campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato à Presidência da República, Michelle disse que pretende colaborar futuramente, mas ressaltou que o foco atual permanece na saúde do ex-presidente. “Quando chegar o momento certo, com certeza vou ajudar. Agora quem está precisando de cuidados é o meu marido”, declarou. Michelle participou do lançamento da pré-candidatura do deputado distrital Thiago Manzoni (PL) à Câmara dos Deputados. Durante o evento, voltou a destacar a necessidade de acompanhamento médico contínuo de Jair Bolsonaro e afirmou que a recuperação dele continua sendo a principal preocupação da família.
TSE suspende julgamento de pesquisa que apontou queda de Flávio
TSE suspende julgamento de pesquisa que apontou queda de Flávio
Levantamento da AtlasIntel apontou queda na intenção de voto do senador após repercussão do caso envolvendo o Banco Master e o filme Dark Horse.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu nesta terça-feira (9) o julgamento que analisa a validade de uma pesquisa eleitoral da AtlasIntel. O levantamento apontava uma queda nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência. A interrupção do processo ocorreu após um pedido de vista da ministra Estela Aranha, adiando a análise do caso sem data definida para a retomada, com o placar atual de 1 a 0 para manter a suspensão da divulgação da pesquisa.
- A controvérsia em torno da pesquisa da AtlasIntel, divulgada em maio, surgiu após a identificação de possíveis vieses no questionário. O PL, partido de Flávio Bolsonaro, alegou que o levantamento utilizou perguntas e conteúdos, incluindo referências ao filme "Dark Horse" e à relação do senador com Daniel Vorcaro, capazes de induzir os eleitores. O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, já havia determinado a retirada da pesquisa dos canais da AtlasIntel, que, por sua vez, defende a validade técnica e metodológica de seu estudo, afirmando ter seguido todas as regras eleitorais. A decisão final do TSE é esperada para estabelecer precedentes importantes para futuras pesquisas eleitorais.
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu nesta terça-feira (9) o julgamento que analisa a validade de uma pesquisa eleitoral da AtlasIntel que apontou queda nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República. A interrupção ocorreu após um pedido de vista da ministra Estela Aranha. Com isso, a análise do caso foi adiada e ainda não há data definida para a retomada do julgamento. Até o momento, o placar está em 1 a 0 para manter a suspensão da divulgação do levantamento. A pesquisa, divulgada em maio, indicou redução de cinco pontos percentuais no desempenho eleitoral de Flávio Bolsonaro após a repercussão de informações relacionadas à sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. O levantamento também incluía referências ao filme "Dark Horse", produção sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na segunda-feira (8), o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, determinou a retirada da pesquisa dos canais oficiais da AtlasIntel. Segundo o magistrado, há indícios de que o questionário utilizado possa ter influenciado as respostas dos entrevistados, comprometendo a neutralidade da pesquisa. O PL, partido de Flávio Bolsonaro, argumenta que o levantamento apresentou perguntas e conteúdos capazes de induzir a percepção dos eleitores. A legenda também questiona a inclusão de material audiovisual que teria sido exibido aos participantes sem registro completo junto à Justiça Eleitoral. Já a AtlasIntel sustenta que a pesquisa seguiu critérios técnicos e metodológicos adequados. A empresa afirma que não houve violação das regras eleitorais e que as informações utilizadas refletiam fatos públicos e amplamente divulgados. A decisão final do TSE poderá estabelecer parâmetros importantes para futuras pesquisas eleitorais, especialmente em casos que utilizem vídeos, áudios ou conteúdos adicionais durante a coleta de opiniões dos eleitores.
























