PF intima Flávio a entregar passaporte; senador diz que vai pedir cassação de chapa do PT
Senador derrotado na disputa presidencial criticou decisões do STF após ser intimado pela Polícia Federal
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) declarou que pretende solicitar a cassação da chapa do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a derrota nas eleições presidenciais. A fala vem um dia depois de ser intimado pela Polícia Federal a entregar seus passaportes e ficar proibido de viajar por decisão judicial, além de enfrentar restrições de contato com o advogado investigado por lavagem de dinheiro.
- Flávio acusa o governo federal e o STF de interferências e gastos públicos que, segundo ele, desequilibraram a disputa, e anuncia que liderará a oposição do PL no Congresso. A defesa ainda pode recorrer das medidas judiciais enquanto o caso avança nas investigações do Supremo Tribunal Federal.
Foto: Sergio Lima | Poder 360
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta segunda-feira (26) que pretende solicitar a cassação da chapa do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita um dia após a derrota no segundo turno das eleições presidenciais. Horas antes, o parlamentar informou ter sido intimado pela Polícia Federal (PF) a entregar seus passaportes e ficou proibido de deixar o país por decisão judicial. Flávio foi derrotado por Lula em uma disputa apertada. O petista venceu com 51,79% dos votos, o equivalente a 64,2 milhões de eleitores, enquanto o candidato do PL somou 48,21%, cerca de 59,8 milhões de votos. Em vídeo publicado nas redes sociais, o senador agradeceu aos apoiadores e voltou a questionar a lisura do processo eleitoral, apesar de não apresentar provas para as alegações. O parlamentar também não fez um reconhecimento direto da derrota nas urnas. “Vou pedir a cassação da chapa do Lula por todos os abusos cometidos durante a campanha”, declarou. Mudança de estratégia - A nova manifestação representa uma mudança de discurso. Na noite da eleição, Flávio havia afirmado que buscaria a anulação do pleito. Agora, o foco passou a ser um pedido de cassação da chapa vencedora. O senador acusa o governo federal de ter provocado desequilíbrio eleitoral por meio de gastos públicos realizados ao longo do ano. Segundo ele, as medidas econômicas anunciadas pela gestão petista teriam influenciado diretamente o resultado da disputa. As críticas também foram direcionadas ao Supremo Tribunal Federal (STF). Flávio voltou a contestar decisões da Corte e afirmou que o ambiente eleitoral foi marcado por interferências que, segundo ele, prejudicaram sua campanha. Intimação da PF - Durante o pronunciamento, o senador revelou que foi intimado pela Polícia Federal após visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro em Brasília. Segundo Flávio, a decisão judicial determinou a entrega dos passaportes e impôs restrições para viagens internacionais. Ele afirmou que a medida teria sido baseada em declarações atribuídas ao deputado Eduardo Bolsonaro sobre uma possível saída do país em caso de derrota eleitoral. O parlamentar negou ter defendido essa possibilidade e questionou os fundamentos da decisão. Apesar das críticas, disse que cumprirá a ordem judicial e entregará os documentos exigidos pelas autoridades. Oposição ao próximo governo - Mesmo sem reconhecer formalmente o resultado das urnas, Flávio Bolsonaro sinalizou que pretende assumir um papel de liderança na oposição ao novo mandato de Lula. O senador afirmou que irá reunir parlamentares do PL para organizar a atuação do partido no Congresso Nacional a partir do próximo ano. Segundo ele, o grupo pretende fiscalizar as ações do governo e atuar de forma coordenada contra pautas consideradas prejudiciais pela legenda. Investigação e novas restrições - A decisão judicial também proibiu Flávio de manter contato com o advogado Willer Tomaz, investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro. Tomaz teve bens bloqueados e valores bilionários sequestrados por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A medida faz parte de um dos inquéritos que tramitam na Corte e que têm o senador como alvo de investigação. Além das restrições patrimoniais, o advogado também teve passaportes cancelados após decisões relacionadas às apurações conduzidas pela Polícia Federal. O que acontece agora - A defesa de Flávio Bolsonaro ainda poderá recorrer das medidas impostas pela Justiça. Enquanto isso, o senador segue sob as restrições determinadas pelo STF e prepara a ofensiva jurídica que pretende apresentar contra a chapa vencedora das eleições. Nos próximos dias, a expectativa é de que os desdobramentos do caso avancem tanto na esfera eleitoral quanto nas investigações que seguem em andamento no Supremo Tribunal Federal.
Flávio comenta Datafolha e diz que está "muito mais na frente" de Lula
Flávio comenta Datafolha e diz que está "muito mais na frente" de Lula
Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (15/10) mostra empate técnico entre Flávio e Lula, com 51% e 49% dos votos válidos, respectivamente
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, em transmissão ao vivo nas redes sociais nesta quinta‑feira (15/10), que a vantagem mostrada pela pesquisa Datafolha sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é ainda maior que a divulgada. Segundo o senador, a liderança indicada pelo levantamento – 51% dos votos válidos contra 49% de Lula – subestima o apoio real ao seu candidato, que ele descreve como “muito mais na frente”.
- A pesquisa também aponta, ao considerar votos brancos, nulos e indecisos, um placar de 47% a 45% a favor de Flávio Bolsonaro. O discurso reforça a estratégia de campanha ao criticar as “promessas vazias e mentirosas” de Lula, buscando mobilizar eleitores antes da disputa presidencial.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) comentou, nesta quinta-feira (15/10), durante transmissão ao vivo nas redes sociais, o resultado da nova rodada da pesquisa Datafolha. O senador afirmou que a vantagem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é maior que a apontada no levantamento. “Se a gente está na frente no Datafolha, pode ter certeza que é muito mais na frente mesmo, com as promessas vazias e mentirosas que Lula está fazendo”, declarou Flávio. Conforme a pesquisa, Flávio tem 51% dos votos válidos contra 49% de Lula. Nos votos totais, incluindo brancos, nulos e indecisos, o placar é de 47% a 45%. A transmissão de Flávio foi feita ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do deputado federal Guilherme Derrite (PL-SP).
Ratinho Junior anuncia apoio a Flávio Bolsonaro: ‘Vamos caminhar juntos’
Ratinho Junior anuncia apoio a Flávio Bolsonaro: ‘Vamos caminhar juntos’
Governador do Paraná disse que conversou com o senador e com Tarcísio de Freitas
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), anunciou apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) para o segundo turno da eleição presidencial, destacando alinhamento com Tarcísio de Freitas e reforçando a união pelo futuro do Brasil.
- O apoio vem após a derrota de Ratinho no estado, onde seu candidato Sandro Alex foi superado por Sérgio Moro, e após a queda de candidatos como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Augusto Cury, que também declararam apoio a Flávio; a disputa entre Flávio (47 %) e Lula (45 %) será decidida em 25 de outubro.
Foto: Alan Santos | PR
O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), anunciou neste sábado (10), apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da disputa pela Presidência contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Conversei com o Flávio Bolsonaro e com o governador Tarcísio (de Freitas, São Paulo). Vamos caminhar juntos pelo futuro do nosso Brasil!”, escreveu o governador nas redes sociais. No primeiro turno, o candidato do PSD à Presidência, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, ficou em quinto lugar com 2,18% dos votos.Durante a campanha presidencial, Ronaldo Caiado chegou a anunciar que o governador do Paraná seria ministro da Infraestrutura no caso de uma eventual vitória. Ratinho também saiu derrotado na eleição do Paraná. O candidato de seu grupo político, Sandro Alex (PSD), perdeu a disputa pelo governo do Estado para o ex-juiz Sérgio Moro (PL) no primeiro turno. Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante), candidatos à Presidência da República derrotados no primeiro turno, vão apoiar Flávio Bolsonaro (PL) na segunda etapa da disputa. Renan Santos (Missão), que terminou em quarto lugar, liberou os apoiadores e não deve oferecer apoio nem ao senador do PL e nem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na etapa inicial, Flávio recebeu 47% dos votos, e Lula, 45%. A definição sobre o próximo presidente do Brasil acontece em 25 de outubro.
Augusto Cury decide apoiar Flavio Bolsonaro no 2º turno
Augusto Cury decide apoiar Flavio Bolsonaro no 2º turno
Escritor terminou primeiro turno na terceira colocação, com 2,89% dos votos válidos
Por: Marcos Antomil
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O escritor Augusto Cury, que ficou em terceiro lugar nas eleições presidenciais com 2,89% dos votos válidos (3.448.569 votos), anunciou nesta quinta‑feira (08) seu apoio ao candidato Flávio Bolsonaro (PL) para o segundo turno, que disputa a presidência contra o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Cury destacou que seu apoio não implica submissão e que manterá sua independência de pensamento.
- Em carta assinada, Cury apresentou oito compromissos prioritários que Flávio Bolsonaro aceitou, incluindo o fim da reeleição presidencial, a proteção às mulheres, a pacificação nacional, além de propostas de revolução na telemedicina, agricultura, produção de alimentos e cooperativismo. O escritor concluiu que o Brasil precisa aprender a conviver consigo mesmo, respeitar diferenças e proteger instituições.
Foto: Tiago Queiroz | Estadão
Terceiro colocado nas eleições presidenciais, com 2,89% dos votos válidos, o escritor Augusto Cury (Avante) anunciou nesta quinta-feira (08), o seu apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno. O senador fluminense disputa com o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a preferência dos eleitores brasileiros, que voltam às urnas no dia 25 de outubro. Cury somou no primeiro turno, realizado no último domingo, 3.448.569 votos. Mais cedo, Flávio já havia citado o escritor em um aceno por apoio nesta segunda etapa das eleições. “90% das dores dos seres humanos não têm coloração partidária. Isso aprendi com o professor Augusto Cury”, afirmou o candidato do PL. “Tive com Flávio uma longa conversa, olho no olho, sem filtros e sem rodeios. Disse-lhe claramente que não participaria de seu governo e que minha independência de pensamento seria inegociável”, disse Cury. “Meu apoio não é um cheque em branco. Apoio não é submissão! Se concordar, direi que concordo. Se discordar, direi que discordo.” Foram listados por Cury oito compromissos prioritários para o apoio a Flávio, que assinou uma carta. O presidenciável do PL se comprometeu com temas como o fim da reeleição para presidente da República, a proteção às mulheres e a pacificação nacional. Ao todo, foram oito compromissos assumidos. A maioria deles com a promessa do candidato em defender “revoluções” em áreas como a telemedicina, a agricultura e produção de alimentos e o cooperativismo. “O Brasil precisa aprender a conviver consigo mesmo, respeitar suas diferenças e proteger suas instituições”, concluiu Cury.
Ivana Bastos critica apoio de ACM Neto a Flávio Bolsonaro
Ivana Bastos critica apoio de ACM Neto a Flávio Bolsonaro
Presidente da Alba afirmou que posicionamento contrasta com postura adotada por ACM Neto no primeiro turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), Ivana Bastos (PSD), classificou como “oportunismo” o apoio anunciado pelo ex‑prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. Em entrevista coletiva na ALBA, Bastos criticou a mudança de postura de Neto, que antes evitava associação com o bolsonarismo e agora busca mobilizar seu grupo político ao lado de Flávio.
- Ivana ressaltou que os políticos devem deixar claras suas alianças e preferências eleitorais, afirmando que “em política não tem meio termo”. Ela alertou que a Bahia já conhecia a posição de Neto e que a transparência nas declarações é essencial para a credibilidade dos candidatos.
Foto: Divulgação
A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), Ivana Bastos (PSD), classificou como “oportunismo” o apoio anunciado pelo ex-prefeito de Salvador e candidato derrotado ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. A declaração foi dada nesta quinta-feira (8), durante entrevista coletiva na Assembleia Legislativa. ACM Neto anunciou o apoio a Flávio na quarta-feira (7), em Brasília, e afirmou que o União Brasil havia fechado questão em torno da candidatura do senador. Ele também disse que pretende mobilizar seu grupo político na Bahia durante a campanha. Ivana Bastos criticou a mudança de posicionamento e fez referência à postura adotada por Neto no primeiro turno. “Eu vejo total oportunismo”, afirmou. Segundo a deputada, durante a primeira etapa da eleição havia interesse em evitar uma associação entre o ex-prefeito e o bolsonarismo. “Porque no primeiro turno era muito positivo você colar Neto com Lula. Não colou, o resultado está aí, não colou”, declarou. Ivana também afirmou que, na avaliação dela, o posicionamento político do grupo de Neto já era conhecido antes da definição do segundo turno. “E a Bahia inteira sabia qual era a posição, qual era a posição que eles iam militar. Eles não eram Lula, queriam estar com Flávio Bolsonaro”, disse. A presidente da ALBA defendeu ainda que os políticos deixem claras suas alianças e preferências eleitorais. “Eu acho que você precisa dizer o que é. ‘Olha, eu sou fulano, eu marcho com fulano’. Eu acho que a gente precisa ser muito clara. Acho que em política não tem meio termo. Você é ou não é?”, afirmou.
Flávio diz que defesa de mudança na Constituição é sobre reforma do Judiciário e maioridade penal
Declaração ocorreu após candidato do PL à Presidência dizer que a direita tem maioria para uma mudança constitucional
Por: Naomi Matsui / Geovani Bucci
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PL, afirmou que respeitará a Constituição, mas defendeu a necessidade de alterações via Propostas de Emenda à Constituição (PEC). Em declarações recentes, ele destacou a intenção de promover reformas no Judiciário, reduzir a maioridade penal, modificar a reforma tributária e acabar com a reeleição, todas dependentes de PECs aprovadas pelo Congresso dominado pela direita.
Foto: Wilton Junior | Estadão
O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, afirmou nesta quarta-feira, 7, que respeitará à Constituição, mas defendeu alterações no texto constitucional. A declaração ocorreu após ele dizer que a direita tem maioria para uma mudança constitucional, o que foi interpretado como uma defesa de uma nova Constituição. Segundo Flávio, várias propostas que pretende realizar, caso eleito, precisariam passar por Propostas de Emenda à Constituição (PEC). “Temos que respeitar a política. Há várias PECs possíveis. Tem que haver uma reforma do Judiciário, sou a favor da redução da maioridade penal há bastante tempo, tem que ser feito por PEC, tem pontos aqui da Reforma Tributária que têm que ser alterados por PEC, o fim da reeleição”, listou a jornalistas, após encontro com integrantes do PP e do União Brasil. Nesta terça-feira (06), durante evento em Goiânia (GO), Flávio disse: “O Brasil me deu um Congresso mais à direita do que é hoje, com maioria no Senado, para fazer presidente do Senado. Com maioria na Câmara, para fazer presidente da Câmara. Para mudarmos a Constituição, para redemocratizar esse País, para as instituições voltarem a respeitar a Constituição”. Perguntado por jornalistas o que quis dizer com “redemocratizar o País”, Flávio questionou: “Vocês acham que o Brasil está numa democracia plena hoje?” Mencionou, porém, o fim da reeleição e falou que “qualquer coisa longe disso” é mera “especulação”. “Já vi gente começar a dizer: ‘o Flávio, com esse Congresso, com ampla maioria, vai fazer o que o pai dele não fez’. Vamos parar de mentir, vamos aterrissar no mundo real, parar de fazer torcida. Ameaça que tem à democracia é com o Lula”, afirmou. O candidato ainda voltou a citar um suposto elo entre Lula e o Supremo Tribunal Federal. “Com o Flávio Bolsonaro, não vai ter presidente da República combinando com um amigo no Supremo para fazer busca e apreensão na fonte de vocês jornalistas. Essa é a democracia que estou falando que está abalada hoje”, disse.
Após receber apoio de Caiado, Flávio fala em 'mudar a Constituição' e 'redemocratizar o país'
Em Goiânia, candidato do PL falou em usar o Congresso para mudar a Constituição e prometeu endurecer medidas na segurança pública.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), anunciou nesta terça‑feira (6) apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) para o segundo turno da eleição presidencial, em evento realizado em Goiânia que também contou com a presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A declaração reforça a aliança entre lideranças regionais e o candidato do PL, que busca ampliar sua base de apoio nas principais unidades da federação.
- Flávio Bolsonaro destacou a composição favorável do novo Congresso e prometeu usar a maioria política para promover mudanças na Constituição, além de defender a castração química de pedófilos, a redução da maioridade penal e o aumento das penas para criminosos. O candidato ainda reiterou a defesa da anistia ao ex‑presidente Jair Bolsonaro, apoio que recebeu também de Romeu Zema (Novo), ex‑governador de Minas Gerais.
Foto: Reprodução
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) declarou nesta terça-feira (6) apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. O anúncio ocorreu em Goiânia, durante ato que contou também com a presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Durante o evento, Flávio destacou a composição do novo Congresso e afirmou que pretende utilizar a maioria política para promover mudanças na Constituição. “O Brasil já me deu um Congresso muito mais à direita do que ele já é hoje. Com maioria no Senado para fazer o presidente do Senado, com maioria na Câmara para fazer o presidente da Câmara. Para a gente mudar a Constituição, para a gente redemocratizar este país”, disse. O candidato também voltou a defender a castração química de pedófilos e estupradores, a redução da maioridade penal e o aumento das penas para criminosos. Ao falar sobre segurança pública, afirmou: “A gente vai arregaçar com vagabundo”. Caiado, que terminou o primeiro turno em quinto lugar, com 2,18% dos votos válidos, também defendeu a anistia para o ex-presidente Jair Bolsonaro e declarou apoio ao candidato do PL. “Eu jamais neguei, em todas as circunstâncias, que se eu chegasse onde você vai chegar, eu iria assinar a anistia dele e de todos os [condenados] do 8 de janeiro”, afirmou Caiado. Flávio agradeceu o apoio e disse que pretende aproveitar experiências de Goiás e São Paulo na área de segurança pública. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), outro candidato derrotado no primeiro turno, também declarou apoio a Flávio.
Michel Temer declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno
Michel Temer declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno
Ex-presidente afirmou que o resultado das urnas mostrou desejo de mudança e associou esse movimento à candidatura do senador do PL.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O ex‑presidente Michel Temer declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro para o segundo turno da eleição presidencial, ressaltando que o resultado do primeiro turno mostrou o desejo de mudança do eleitorado brasileiro. Temer destacou a necessidade de novas ideias, projetos e atitudes, vinculando seu apoio à renovação do Congresso e ao desempenho de Flávio, que liderou o primeiro turno.
- A declaração, feita nas redes sociais, reforça a estratégia do PL e pode influenciar o cenário político, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue como candidato do PT.
Foto: Reprodução
O ex-presidente Michel Temer (MDB) declarou nesta segunda-feira (5) apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial, que será disputado contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em declaração divulgada nas redes sociais, Temer afirmou que o resultado do primeiro turno demonstrou, em sua avaliação, o desejo de mudança do eleitorado. “As urnas falaram. O povo brasileiro, autoridade única da democracia, deixou claro que deseja mudança. Quer atenção e respeito”, afirmou. O ex-presidente também relacionou a renovação à composição do Congresso Nacional e ao desempenho de Flávio, que terminou o primeiro turno na liderança. Temer disse ainda que a sociedade busca “novas ideias, novas atitudes, novos projetos e um caminho diferente”. Ao justificar seu apoio ao candidato do PL, concluiu: “Quer, portanto, reconexão. E reconexão é Flávio”.
Confira quem são os 63 deputados estaduais eleitos para a Assembleia Legislativa da Bahia
Com 100% das urnas apuradas, estado define nova composição da Alba para a legislatura que começa em 2027
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Bahia definiu neste domingo (4) os 63 deputados estaduais que comporão a 20ª Legislatura da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), com início previsto para fevereiro de 2027. A presidente da Alba, Ivana Bastos (PSD), foi a mais votada, alcançando 203.202 votos, enquanto a Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) garantiu a maior bancada com 20 cadeiras, seguida pelo PSD com nove. A nova casa conta ainda com 10 mulheres eleitas e reúne tanto lideranças tradicionais quanto novos nomes, redesenhando o cenário político estadual.
- A apuração final destacou nomes como Diego Castro (PL), Rowenna (PT) e Jordavio Ramos (PSDB), além de consolidar a presença de partidos como PL, União Brasil, Avante, Republicanos, MDB, PDT, PSDB e PSOL. Com a diplomação prevista para dezembro pelo TRE‑BA, os partidos já iniciam articulações para blocos, lideranças e cargos da Casa, preparando a atuação da nova legislatura.
Foto: Divulgação
A Bahia definiu neste domingo (4) os 63 deputados estaduais que vão ocupar as cadeiras da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) nos próximos quatro anos. Com a totalização das urnas, foi confirmada a composição da 20ª Legislatura da Casa, que terá início em fevereiro de 2027 e contará com uma nova correlação de forças entre situação e oposição. O grande destaque da eleição foi a presidente da Alba, Ivana Bastos (PSD), que repetiu o feito de 2022 e terminou novamente como a deputada estadual mais votada do estado. Desta vez, ela alcançou 203.202 votos, ampliando sua força política e consolidando sua posição entre as principais lideranças da Bahia. A nova legislatura será marcada pela predominância da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV. O grupo conquistou 20 cadeiras e terá a maior bancada da Assembleia. Em seguida aparece o PSD, que garantiu nove assentos e segue como uma das legendas mais influentes do Parlamento baiano. Outro dado que chama atenção é a renovação da Casa. Dos 63 parlamentares eleitos, 10 são mulheres. A composição também reúne lideranças tradicionais da política estadual e novos nomes que chegam à Alba pela primeira vez, redesenhando o cenário político para os próximos anos. Maiores votações - Além da liderança de Ivana Bastos, nomes como Diego Castro (PL), Rowenna (PT), Dr. Thiago Gilleno (Republicanos), Rosemberg (PT) e Elinaldo (União Brasil) apareceram entre os mais votados da disputa, confirmando a força de seus grupos políticos em diferentes regiões do estado. A eleição também consolidou espaços importantes para partidos como PL, União Brasil, Avante, Republicanos, MDB, PDT, PSDB e PSOL, que garantiram representação na próxima legislatura. Disputa acirrada pelas últimas vagas - A reta final da apuração foi marcada pela expectativa em torno das vagas definidas pelo quociente partidário e pelas sobras eleitorais. O último deputado a assegurar lugar na Assembleia foi Jordavio Ramos (PSDB), eleito com 48.002 votos. O resultado evidencia o peso da matemática eleitoral na definição das cadeiras e mostra como a disputa permaneceu aberta até os momentos finais da contagem. O que acontece agora - Com o resultado homologado, os deputados eleitos aguardam a cerimônia de diplomação promovida pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), prevista para dezembro. A posse dos parlamentares ocorrerá em fevereiro de 2027, quando a nova formação da Assembleia passará oficialmente a exercer suas funções. Até lá, os partidos iniciam as articulações para a próxima legislatura, incluindo a formação de blocos, definição de lideranças e negociações em torno dos principais cargos da Casa.
Eleições 2026: veja como Caetité votou para o Senado
Eleições 2026: veja como Caetité votou para o Senado
Rui Costa e Jaques Wagner foram os mais votados no município; João Roma e Ângelo Coronel aparecem na sequência.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Eleitores de Caetité deram a maior votação ao ex-governador Rui Costa (PT), que recebeu 17.828 votos (34,82% dos válidos), seguido de Jaques Wagner (PT) com 16.820 votos (32,85%). Na sequência, João Roma (PL) e Ângelo Coronel (Republicanos) ficaram com 7.923 (15,47%) e 7.687 votos (15,01%), respectivamente, enquanto os demais candidatos ficaram abaixo de 1%.
- No âmbito estadual, Rui Costa e Jaques Wagner foram eleitos para as duas vagas da Bahia no Senado Federal, com 30,07% e 27,65% dos votos válidos. Os dados são da totalização das Eleições 2026, fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Os eleitores de Caetité deram a maior votação para Rui Costa (PT) na disputa pelas duas vagas da Bahia no Senado Federal nas eleições deste domingo (4). O ex-governador recebeu 17.828 votos, correspondentes a 34,82% dos votos válidos no município. Jaques Wagner (PT) ficou em segundo lugar, com 16.820 votos (32,85%). Na sequência, apareceram João Roma (PL), com 7.923 votos (15,47%), e Ângelo Coronel (Republicanos), que recebeu 7.687 votos (15,01%). Os demais candidatos tiveram votação inferior a 1% dos votos válidos: Professora Delliana (PSOL) recebeu 639 votos; Marcelo Carvalho (Rede), 187; Carlos Sodré (Mobiliza), 64; Gregorio Gould (UP), 30; Marcelo Santtana (DC), 19; e Marcelo Millet (PCO), oito votos. Como cada eleitor podia escolher dois candidatos ao Senado, a soma das votações nominais supera o número de eleitores que compareceram às urnas. No resultado estadual, Rui Costa e Jaques Wagner foram eleitos para as duas vagas da Bahia. Rui terminou a apuração com 30,07% dos votos válidos, enquanto Wagner alcançou 27,65%. Os dados da votação em Caetité são da totalização das Eleições 2026, com informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Segundo turno é definido entre Flávio Bolsonaro e Lula
Segundo turno é definido entre Flávio Bolsonaro e Lula
Apuração define disputa entre os dois candidatos; nova votação será realizada em 25 de outubro
Por: Daniela Gonzalez
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançam ao segundo turno da eleição presidencial, com 47,28% e 44,87% dos votos válidos, respectivamente. A disputa final será realizada em 25 de outubro, prometendo uma campanha intensa entre os dois candidatos.
Foto: Reprodução
Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vão disputar o segundo turno da eleição presidencial. Flávio soma, parcialmente, 47,28% dos votos válidos, enquanto Lula tem 44,87%. A votação do segundo turno está marcada para 25 de outubro.
Direita amplia força nos Estados e vence 10 de 19 governos no primeiro turno
Direita amplia força nos Estados e vence 10 de 19 governos no primeiro turno
Candidatos de PL, Republicanos e PP conquistam dez dos 19 governos estaduais já definidos; campo vence em São Paulo, Minas e Paraná e amplia presença em diferentes regiões
Por: Hugo Henud
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos) no primeiro turno em São Paulo simboliza a crescente força da direita nas disputas estaduais, com 10 dos 19 governos já definidos conquistados por candidatos do PL, Republicanos ou PP. O PL liderou com vitórias em Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rondônia e Roraima, enquanto o Republicanos garantiu São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso, e o PP venceu em Mato Grosso do Sul e Paraíba.
- Essas conquistas dão à direita um peso decisivo nas duas maiores colégios eleitorais – São Paulo e Minas Gerais – e ampliam sua presença em todas as regiões do país, preparando uma rede de apoio crucial para o segundo turno da eleição presidencial, onde Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se enfrentarão.
Foto: Pablo Jacob | Governo SP
A reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos) no primeiro turno em São Paulo foi o principal símbolo da força da direita nas disputas estaduais deste domingo, 4. Dos 19 governos já definidos sem necessidade de uma nova votação, dez foram conquistados por candidatos de PL, Republicanos ou PP, resultado que amplia a presença desse campo político nos Estados e lhe garante máquinas regionais importantes para os próximos quatro anos. O avanço ocorreu em diferentes regiões do País. O PL conquistou cinco governos: Paraná, com Sergio Moro; Santa Catarina, com Jorginho Mello; Rio Grande do Sul, com Zucco; Rondônia, com Marcos Rogério; e Roraima, com Arthur Henrique. O Republicanos venceu outros três: São Paulo, com Tarcísio; Minas Gerais, com Cleitinho; e Mato Grosso, com Otaviano Pivetta. Pelo PP, Eduardo Riedel venceu em Mato Grosso do Sul e Lucas Ribeiro, na Paraíba. O PT garantiu três governos no primeiro turno, com Rafael Fonteles, no Piauí, Jerônimo Rodrigues, na Bahia, e Elmano de Freitas, no Ceará. O PSD, de centro direita, venceu quatro disputas: Dr. Furlan, no Amapá; Raquel Lyra, em Pernambuco; Fábio Mitidieri, em Sergipe; e Eduardo Braide, no Maranhão. Também foram eleitos em primeiro turno Daniel Vilela (MDB), em Goiás, e Dr. Daniel (Podemos), no Pará. O resultado ganha peso porque a direita ficou com São Paulo e Minas Gerais, os dois maiores colégios eleitorais do País, e acrescentou agora o Paraná ao mapa de vitórias no primeiro turno. O campo também consolidou posições no Sul, no Centro-Oeste e no Norte. A distribuição mostra que o desempenho não ficou restrito a uma única região e reforça uma tendência de avanço de candidaturas de direita identificada ao longo da campanha. A força conquistada nos Estados passa agora a ter efeito imediato na disputa nacional. Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançaram para o segundo turno da eleição presidencial, e governadores alinhados às duas candidaturas poderão ser mobilizados nas próximas três semanas para ampliar palanques regionais, organizar alianças e buscar votos nos respectivos Estados. Nesse desenho, a direita chega ao segundo turno presidencial respaldada por uma rede capilarizada de governadores e por vitórias em alguns dos principais colégios eleitorais do País. O tamanho desse capital político começará a ser testado já nas próximas três semanas, quando Tarcísio e outros governadores eleitos terão de mostrar até que ponto a força conquistada nas urnas estaduais pode ser transferida para a disputa pelo Palácio do Planalto.
Flávio Bolsonaro faz motocarreata e ato político em Vitória da Conquista nesta quinta
Candidato à Presidência participa de mobilização com João Roma e apoiadores; concentração está prevista para o antigo aeroporto.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Flávio Bolsonaro (PL) segue campanha para a Presidência da República em Vitória da Conquista, Bahia, com uma motocarreata que parte do antigo aeroporto de Patagônia e culmina em ato político no Estádio Municipal Lomanto Júnior. A presença da prefeita Sheila Lemos (União Brasil) e do presidente estadual do PL, João Roma, reforça a mobilização local, que inclui apoio de lideranças partidárias e a participação de apoiadores nas ruas da cidade.
- Além do evento baiano, a agenda bolsonarista inclui parada em Irecê, onde o deputado Alfredo Gaspar (PL‑AL) deve conduzir outra carreata e encontros com lideranças de Jacobina, Itaberaba e municípios vizinhos. O candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), segue com compromissos em Eunápolis e Ibicaraí, sem confirmar presença em Vitória da Conquista.
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) cumpre agenda de campanha nesta quinta-feira (17), em Vitória da Conquista, no Sudoeste da Bahia. A programação prevê uma motocarreata pelas ruas do município e um ato político no Estádio Municipal Lomanto Júnior, conhecido como Lomantão. A concentração de apoiadores está marcada para as 9h22, no antigo aeroporto, no bairro Patagônia. A previsão é que o senador desembarque no Aeroporto Glauber Rocha por volta das 10h, acompanhado do presidente estadual do PL e candidato ao Senado, João Roma, além de outras lideranças políticas. Após a recepção, a comitiva deverá seguir em motocarreata até o Lomantão, localizado no bairro Candeias, onde está previsto o encontro com apoiadores. A prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União Brasil), confirmou presença no evento e participa da organização da mobilização ao lado de João Roma e da direção local do partido. A visita marca a passagem do presidenciável pelo interior baiano durante a campanha eleitoral de 2026. Além de Vitória da Conquista, a agenda política do grupo bolsonarista na Bahia inclui Irecê, onde o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa, tem previsão de chegada às 17h30 desta quinta-feira. No município, ele deverá participar de uma carreata e de reuniões com lideranças de Irecê, Jacobina, Itaberaba e cidades vizinhas. O candidato ao governo da Bahia ACM Neto (União Brasil), que declarou apoio à candidatura presidencial de Ronaldo Caiado (PSD), não confirmou presença na mobilização em Vitória da Conquista. Nesta quinta-feira, ele tem compromissos previstos em Eunápolis e Ibicaraí.
Raissa Soares acusa direção do PL de não cumprir promessa e pede doações para campanha
Com R$ 500 mil recebidos, candidata diz ter reduzido a equipe e pede contribuições de apoiadores.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Raissa Soares, candidata a deputada federal pelo PL na Bahia, denunciou nas redes sociais que a direção nacional do partido entregou apenas 18% dos recursos prometidos para sua campanha, totalizando R$ 500 mil. Enquanto concorrentes como Leandro de Jesus, Capitão Alden e Roberta Roma receberam entre R$ 3 e 3,1 milhões, a candidata afirma que a falta de verba a obrigou a reduzir a equipe, contando agora apenas com o filho como motorista e o videomaker como segurança.
- Mesmo com a redução de equipe, Raissa mantém a agenda de eventos em 20 municípios, já percorreu 66 cidades e planeja visitar mais 20, pedindo apoio financeiro ao público por meio de financiamento coletivo. A situação evidencia divergências internas no PL e levanta questões sobre a distribuição desigual de recursos entre candidatos nas eleições federais da Bahia.
Foto: Reprodução
A candidata a deputada federal pelo PL, Raissa Soares, foi às redes sociais reclamar que a direção nacional do partido não repassou integralmente os recursos que, segundo ela, haviam sido prometidos para financiar sua campanha. Com apenas R$ 500 mil recebidos até o momento, a bolsonarista afirma que o valor representa 18% do montante acertado e que precisou reorganizar a estrutura eleitoral para seguir na disputa. “Organizei minha agenda, minha campanha, assumi compromissos com base no valor que foi prometido pela nacional. O dinheiro não foi transferido para mim. Aliás, eles mandaram. Mandaram 18% do valor prometido”, afirmou. Raissa também levantou a possibilidade de resistência dentro da própria legenda à sua candidatura. “Sei que tenho alguns perseguidores aí que não querem minha vitória, querem que eu pare minha campanha. Mas ainda bem que gastei menos da metade do que me prometeram”, declarou. A distribuição de recursos do PL na Bahia mostra diferenças entre os valores destinados aos candidatos. Enquanto Raissa recebeu R$ 500 mil, o deputado estadual Leandro de Jesus, que também disputa uma vaga na Câmara dos Deputados, recebeu R$ 3 milhões. Capitão Alden, candidato à reeleição, e Roberta Roma receberam R$ 3,1 milhões cada. Entre os candidatos à Assembleia Legislativa, Diego Castro e Jânio Júnior receberam R$ 300 mil cada. A médica, que disputou o Senado pela Bahia em 2022, afirmou já ter percorrido 66 municípios e aberto 11 comitês nesta campanha. Segundo ela, outras 20 cidades estão previstas no roteiro até a eleição. Diante da falta dos recursos esperados, Raissa disse ter reduzido a equipe e relatou que passou a contar apenas com o filho e um profissional que, segundo ela, acumulou funções. “Hoje, meu filho virou meu motorista. Meu videomaker virou meu segurança. E eu só tenho eles agora. Então, eu peço uma ajuda de 1 real, 2 reais, 10 reais, o que você puder, o que tocar seu coração”, pediu. A candidata afirmou que mantém eventos programados em 20 municípios e garantiu que seguirá na disputa, mas voltou a solicitar apoio financeiro aos seguidores. “Eu não vou recuar, mas preciso da sua ajuda”, declarou, ao divulgar o financiamento coletivo em seu perfil.
Carreata de ACM Neto ocupa ruas de Vitória da Conquista e reúne milhares de apoiadores
Evento reuniu Sheila Lemos, Zé Cocá, Angelo Coronel, João Roma e lideranças regionais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A caravana do candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), percorreu cerca de 20 km em Vitória da Conquista neste domingo (6), reunindo milhares de apoiadores ao lado da prefeita Sheila Lemos, do candidato a vice‑governador Zé Cocá (PP) e dos senadores Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL). O trajeto passou por avenidas importantes como Perimetral José Pedral, Olívia Flores, 10 de Novembro e Bruno Bacelar, além de ruas centrais, configurando‑se como uma das maiores carreatas já realizadas no município.
- Durante o evento, ACM Neto destacou que a campanha está ganhando força nas ruas da Bahia e que o desejo de mudança da população está cada vez mais forte, reforçando a estratégia de aproximação direta com eleitores nas principais vias da cidade.
Foto: Reprodução
Vitória da Conquista foi palco de uma grande mobilização política neste domingo (6), durante a carreata do candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil). Ao lado da prefeita Sheila Lemos (União Brasil), do candidato a vice-governador Zé Cocá (PP) e dos candidatos ao Senado Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL), o ex-prefeito de Salvador percorreu diversos bairros da cidade em um ato que reuniu milhares de apoiadores. Segundo a organização da campanha, a carreata formou uma fila de aproximadamente 20 quilômetros e é apontada como uma das maiores já realizadas no município. O trajeto passou por importantes vias de Vitória da Conquista, incluindo as avenidas Perimetral José Pedral, Olívia Flores, 10 de Novembro e Bruno Bacelar, além das ruas da Corrente, Paulino Santos, Democrata e Plácido de Castro. O evento também contou com a participação de candidatos e lideranças políticas da região. Durante o ato, ACM Neto afirmou que a campanha tem ganhado força em diferentes regiões da Bahia e destacou a participação popular registrada nos compromissos realizados nos últimos dias. "A nossa campanha só cresce, ganha força a cada dia e, principalmente, ganha as ruas. O que eu sinto olhando nos olhos das pessoas é que o desejo de mudança está cada vez mais forte na Bahia", declarou o candidato.
Propaganda de Flávio Bolsonaro reforça vínculo com Jair Bolsonaro e critica cenário do país
Propaganda eleitoral começa nesta sexta-feira (28); primeiros programas em bloco serão exibidos no sábado (29).
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Na sexta-feira (28), o senador Flávio Bolsonaro iniciou sua propaganda eleitoral gratuita no rádio, apresentando‑se como advogado, empresário de 45 anos e filho do ex‑presidente Jair Bolsonaro. O programa destaca a renovação geracional e a valorização da família, com foco especial no eleitorado feminino.
- Além disso, o candidato critica a situação da economia e da segurança pública, apontando altos índices de violência e endividamento familiar, e promete propostas para combater a criminalidade e melhorar a situação econômica do país.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), estreia nesta sexta-feira (28) sua propaganda eleitoral gratuita no rádio com mensagens voltadas à apresentação pessoal, à valorização da família, ao eleitorado feminino e a críticas sobre a situação da economia e da segurança pública no país. As inserções marcam o início da propaganda eleitoral obrigatória no rádio e na televisão. Já os primeiros programas em bloco dos candidatos à Presidência serão exibidos no sábado (29). Nos comerciais, Flávio Bolsonaro se apresenta como advogado, empresário e destaca ter 45 anos, em uma estratégia para enfatizar a renovação geracional na disputa presidencial. Ele também reforça a ligação com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmando que é seu filho, mas procura ampliar a identificação com os eleitores. Em uma das peças, o candidato dedica a mensagem ao público feminino. Ele afirma que a esposa e as filhas exercem papel central em sua família e defende que o fortalecimento das mulheres é essencial para o desenvolvimento do país. As demais inserções têm como foco a segurança pública e a economia. Flávio Bolsonaro afirma que o Brasil enfrenta altos índices de violência, critica a atuação das facções criminosas e diz que muitas famílias vivem endividadas e enfrentam dificuldades financeiras. Durante a propaganda, o senador também afirma que pretende apresentar propostas para enfrentar a criminalidade e melhorar a situação econômica, defendendo mudanças no cenário atual do país.
TSE define tempo de propaganda eleitoral dos candidatos à Presidência
TSE define tempo de propaganda eleitoral dos candidatos à Presidência
Resolução define tempo de propaganda, ordem de veiculação e distribuição das inserções no rádio e na televisão.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, a resolução que estabelece o plano de mídia do horário eleitoral gratuito para os candidatos à Presidência da República nas Eleições de 2026, definindo a ordem de veiculação, a distribuição de tempo entre partidos e coligações, e a programação das inserções em rádio e televisão.
- Cada bloco de 12 minutos e 30 segundos será dividido entre as coligações, com a maior parcela destinada à coligação Brasil Pronto pra Mais, que receberá 5 minutos e 31 segundos por bloco, enquanto o PL terá 4 minutos e 20 segundos, o PSD 2 minutos e 2 segundos e o Avante 35 segundos, conforme critérios da Resolução nº 23.610/2019.
Foto: Reprodução | TSE
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, nesta terça-feira (25), a resolução que estabelece o plano de mídia do horário eleitoral gratuito para os candidatos à Presidência da República nas Eleições 2026. A proposta foi apresentada pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, após audiência pública realizada no último dia 20 de agosto. A resolução define a ordem de veiculação da propaganda eleitoral, a distribuição do tempo entre partidos e coligações, a programação das inserções no rádio e na televisão, além da divisão dos blocos do horário eleitoral gratuito. Cada bloco destinado aos candidatos à Presidência terá 12 minutos e 30 segundos. A maior parcela do tempo será destinada à coligação Brasil Pronto pra Mais, formada por PDT, PSB, Federação Brasil (PT, PCdoB e PV), PSOL e Rede, que terá 5 minutos e 31 segundos por bloco. O Partido Liberal (PL) contará com 4 minutos e 20 segundos, enquanto o PSD terá 2 minutos e 2 segundos. O Avante ficará com 35 segundos. Segundo o TSE, a distribuição foi calculada com base nos critérios previstos na Resolução nº 23.610/2019, considerando o número de partidos, federações e coligações que registraram candidaturas à Presidência e a representação de cada legenda na Câmara dos Deputados. A Corte informou ainda que as frações de segundos resultantes dos cálculos foram desconsideradas individualmente e, somadas, totalizaram dois segundos, que serão acrescidos ao tempo diário de propaganda da última legenda ou coligação, respeitando o horário reservado ao programa eleitoral gratuito.
Flávio Bolsonaro tem 47% e Lula 42% em cenário de segundo turno, aponta pesquisa Gerp
Levantamento nacional ouviu 2.400 eleitores em agosto
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Uma nova pesquisa Gerp, divulgada nesta quarta-feira (26), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com vantagem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um cenário simulado de segundo turno para a Presidência da República, registrando 47% das intenções de voto contra 42% de Lula. O levantamento também mostra um empate técnico no primeiro turno, com Flávio Bolsonaro obtendo 37,6% e Lula 37,2%, ambos dentro da margem de erro.
- Além dos líderes, o cenário de primeiro turno inclui Pablo Marçal (4%), Renan Santos (3%), Ronaldo Caiado (3%), Augusto Cury (1%) e Romeu Zema (1%). A pesquisa ouviu 2.400 eleitores em todo o país entre 21 e 25 de agosto, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03547/2026.
Foto: Reprodução
A pesquisa Gerp, divulgada nesta quarta‑feira (26), indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um cenário de segundo turno da disputa presidencial. Segundo o levantamento, Flávio registra 47% das intenções de voto, enquanto Lula soma 42%. Outros 8% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, e 3% não souberam responder. De acordo com o instituto, este é o cenário mais estável observado nas cinco sondagens realizadas entre 5 de junho e 25 de agosto, período em que Flávio oscilou entre 45% e 47%, enquanto Lula variou de 39% a 42%. No cenário estimulado para o primeiro turno, a pesquisa aponta empate técnico entre os dois candidatos dentro da margem de erro de dois pontos percentuais: Flávio Bolsonaro aparece com 37,6%, seguido de perto por Lula, que registra 37,2%. Em seguida surgem Pablo Marçal (PRTB), com 4%, Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 3%, além de Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo), que aparecem com 1% cada. Os demais nomes não atingiram 1% das intenções de voto. O levantamento também mostra que 8% dos entrevistados não souberam responder e 4% disseram que não votariam em nenhum dos candidatos apresentados. A pesquisa ouviu 2.400 eleitores em todas as regiões do país entre 21 e 25 de agosto, tem margem de erro de dois pontos percentuais e 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR‑03547/2026.
Horário eleitoral: TSE define tempo de rádio e TV para candidatos à Presidência
Horário eleitoral: TSE define tempo de rádio e TV para candidatos à Presidência
Horário gratuito começa no dia 28 de agosto; PT, PL, PSD e Avante terão espaço em rádio e televisão.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu a divisão do tempo de propaganda eleitoral gratuita em rede nacional para a campanha presidencial de 2026, que vai de 28 de agosto a 1º de outubro. A Coligação Brasil Pronto para Mais, com Lula como candidato, terá o maior tempo diário de 5 minutos e 31 segundos, seguida pelo PL com 4 minutos e 20 segundos, PSD com 2 minutos e 2 segundos e Avante com 35 segundos. Candidatos que não atendem à cláusula de barreira não terão direito à propaganda em rede nacional.
- Além disso, o TSE estabeleceu a distribuição das inserções para os 35 dias finais da campanha: Lula 433 inserções, PL 339, PSD 159 e Avante 47. Foi realizado o sorteio da ordem de exibição no primeiro dia do horário gratuito, com a sequência Avante, PSD, PL e Coligação Brasil Pronto para Mais, sendo que os dias seguintes seguirão alternância conforme as regras eleitorais.
Foto: Reprodução
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu nesta quinta-feira (20) a divisão do tempo da propaganda eleitoral gratuita em rede nacional de rádio e televisão para a campanha presidencial de 2026. O horário eleitoral começa no dia 28 de agosto e segue até 1º de outubro. A Coligação Brasil Pronto para Mais, que tem como candidato o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, terá o maior tempo diário de propaganda: 5 minutos e 31 segundos. Em seguida aparece o Partido Liberal (PL), do senador Flávio Bolsonaro, com 4 minutos e 20 segundos. O PSD, que lançou Ronaldo Caiado, contará com 2 minutos e 2 segundos, enquanto o Avante, do escritor Augusto Cury, terá 35 segundos por dia. Os demais candidatos não terão direito à propaganda em rede nacional por não atenderem aos critérios da cláusula de barreira. O TSE também definiu a distribuição das inserções para os 35 dias finais da campanha. A coligação de Lula terá 433 inserções, o PL 339, o PSD 159 e o Avante 47. Além disso, foi realizado o sorteio da ordem de exibição da propaganda no primeiro dia do horário eleitoral gratuito. A sequência será: Avante, PSD, PL e Coligação Brasil Pronto para Mais. Nos dias seguintes, a ordem será alternada conforme as regras eleitorais.
Campanha de Flávio Bolsonaro reage após Kassab dizer que candidato tem "chance zero"
Rogério Marinho acusou o PSD de favorecer Lula; Caiado negou qualquer aproximação com o PT.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Gilberto Kassab, do PSD, afirmou que Flávio Bolsonaro teria "chance zero" de vencer a eleição presidencial, provocando críticas imediatas da campanha de Flávio e acusando o PSD de apoiar Lula. O senador Rogério Marinho acusou o PSD de atuar como "linha auxiliar" para eleger Lula, enquanto Flávio Bolsonaro defendeu sua candidatura como uma busca por "resgatar o Brasil do cativeiro".
- Em resposta, Kassab manteve sua posição, destacando a independência de Ronaldo Caiado, que rejeitou qualquer aproximação com o governo federal e afirmou que sua candidatura é contra a esquerda. Caiado também criticou a campanha adversária, alegando que os ataques refletem um "momento de desespero" e reafirmou sua oposição a Lula, enquanto Kassab reiterou que o PSD acertou ao lançar a candidatura de Caiado.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
A declaração de Gilberto Kassab (PSD) de que Flávio Bolsonaro (PL) teria "chance zero" de vencer a eleição presidencial provocou uma escalada de críticas entre as campanhas de Ronaldo Caiado (PSD) e do candidato do PL. Durante um encontro com empresários, na última quinta-feira (13), Kassab afirmou que lideranças do chamado Centrão estariam alinhadas ao presidente Lula (PT) e avaliou que Flávio não venceria a disputa. A fala motivou reação imediata do coordenador da campanha de Flávio, o senador Rogério Marinho (PL-RN), que acusou o PSD de atuar como "linha auxiliar para tentar de qualquer forma eleger Lula". Segundo ele, "está cada vez mais claro que a candidatura apresentada não é para valer". Nas redes sociais, Flávio Bolsonaro também criticou adversários que, segundo ele, "se dizem de direita". O senador afirmou que sua candidatura busca "resgatar o Brasil do cativeiro, e não pelo poder". Após a repercussão, Kassab afirmou que sua declaração foi "bastante objetiva" e reiterou que o PSD acertou ao lançar candidatura própria com Ronaldo Caiado, a quem classificou como adversário histórico do PT. Caiado também rebateu as críticas e negou qualquer aproximação com o governo federal. "A minha candidatura é independente e não apoia ninguém. Desde o início da minha vida pública eu atuo contra a esquerda", declarou. No primeiro ato de campanha, realizado no domingo (16), em Goiás, o governador licenciado afirmou que os ataques refletem um "momento de desespero" da campanha adversária. "Esse pessoal está apavorado. Podem ficar tranquilos que o único político com mandato no Brasil, que é oposição ao Lula e que nunca votou no Lula, chama-se Ronaldo Caiado", disse. Questionado sobre um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, Caiado respondeu que acredita estar na disputa decisiva contra o atual presidente e afirmou que Kassab apenas "falou o que todo mundo já sabia".
Bahia tem 27 candidatos com títulos religiosos nas eleições de 2026
Bahia tem 27 candidatos com títulos religiosos nas eleições de 2026
Dos 27 candidatos que usam títulos religiosos, 24 são ligados a igrejas evangélicas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Um levantamento revela que 27 candidatos ao Legislativo baiano nas eleições de 2026 usam títulos religiosos ou de liderança espiritual, com 24 ligados a igrejas evangélicas, predominando no cenário político estadual e federal. A maioria busca vagas na Câmara dos Deputados, distribuída entre PL, Republicanos, Avante, PT e PRD, enquanto a representação católica é mínima, com apenas um candidato federal, Robson de Irmã Dulce (PL).
- O estudo também destaca a presença de religiões de matriz africana, com Mãe Mara (Republicanos) e Mãe Bernadete de Oxóssi (PSOL/Rede) nas candidaturas. Segundo o Censo 2022 do IBGE, a Bahia permanece majoritariamente católica, mas observa-se crescimento das comunidades evangélicas e de matriz africana, refletindo a composição das candidaturas para o pleito.
Foto: Rovena Rosa | Agência Brasil
Levantamento aponta que 27 candidatos ao Legislativo baiano utilizam títulos religiosos ou de liderança espiritual no nome de urna nas eleições de 2026. Desse total, 24 são ligados a igrejas evangélicas, evidenciando a predominância desse segmento na disputa. A maior parte das candidaturas evangélicas busca vaga na Câmara dos Deputados: são 19 candidatos federais e cinco estaduais, distribuídos por diferentes partidos, entre eles PL, Republicanos, Avante, PT e PRD. Em contraste, a representação católica é reduzida. Há apenas um candidato federal com identificação religiosa explícita, Robson de Irmã Dulce (PL). A baixa participação acompanha a orientação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que proíbe padres, bispos e diáconos de disputar cargos eletivos. O levantamento também mostra espaço para religiões de matriz africana. As candidatas Mãe Mara (Republicanos), à Assembleia Legislativa, e Mãe Bernadete de Oxóssi (PSOL/Rede), à Câmara dos Deputados, representam o segmento nas eleições. Segundo o Censo 2022 do IBGE, a Bahia continua majoritariamente católica, com cerca de 57% da população, mas registra crescimento das religiões de matriz africana e avanço do segmento evangélico, cenário que também se reflete na composição das candidaturas para o pleito deste ano.
TSE registra mais de 20 mil candidaturas para as eleições de 2026
TSE registra mais de 20 mil candidaturas para as eleições de 2026
Sistema da Justiça Eleitoral ainda está sendo atualizado e número de candidaturas pode aumentar nos próximos dias.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contabilizou parcialmente 20.496 candidaturas para as eleições de 2026 até a tarde deste domingo (16). Embora o prazo de inscrição tenha terminado no sábado (15), o sistema da Justiça Eleitoral segue em atualização pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), e o montante atual ainda se encontra abaixo das 29 mil candidaturas registradas nos pleitos de 2018 e 2022. Entre os registros protocolados de última hora estão os de Pablo Marçal (PRTB) para a Presidência, Michelle Bolsonaro (PL) para o Senado pelo Distrito Federal e Cleitinho (Republicanos) para o governo de Minas Gerais.
- Ao todo, 30 partidos políticos disputarão as eleições gerais de 2026, número inferior ao do pleito anterior devido a fusões, incorporações e mudanças de nome ocorridas desde 2022, tendo como única legenda estreante o partido Missão. O Partido Liberal (PL) lidera o número de candidaturas com 1.624 registros, seguido pelo MDB com 1.386, enquanto o PRTB e o PCB apresentam os menores índices de participação. Os dados finais consolidados devem ser atualizados nos próximos dias após a análise e homologação dos registros pela Justiça Eleitoral.
Foto: Reprodução | TSE
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contabilizava, até as 16h30 deste domingo (16), 20.496 candidaturas registradas para as eleições de 2026. O levantamento é parcial e contempla os concorrentes aos cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital. Embora o prazo para apresentação dos pedidos de registro tenha sido encerrado às 19h de sábado (15), a Justiça Eleitoral informou que os sistemas ainda passam por atualização. Segundo o TSE, os pedidos foram protocolados dentro do prazo legal, mas ainda precisam ser aceitos e processados pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Em nota, o tribunal explicou que somente após essa etapa os registros passam a constar no sistema DivulgaCandContas e nas bases oficiais da Justiça Eleitoral. Por isso, o número de candidatos poderá sofrer alterações nos próximos dias. Até o momento, foram registrados 13 candidatos à Presidência da República, 195 ao governo dos estados, 315 ao Senado, 7.620 à Câmara dos Deputados e 11.507 às assembleias legislativas e à Câmara Legislativa do Distrito Federal. Os candidatos a vice-presidente e vice-governador integram a mesma chapa dos titulares, enquanto cada candidato ao Senado registra dois suplentes. O número parcial ainda está abaixo do registrado nas duas últimas eleições gerais. Em 2022 e 2018, o total de candidaturas homologadas ficou em torno de 29 mil. Os dados atuais incluem todos os pedidos protocolados, antes da análise que poderá deferir ou indeferir cada candidatura. Entre os registros apresentados nos últimos dias do prazo está o de Pablo Marçal, que protocolou pedido de candidatura à Presidência após obter uma decisão liminar da Justiça Eleitoral de São Paulo autorizando sua filiação ao PRTB. Apesar disso, ele ainda precisará reverter ou suspender a condenação que o tornou inelegível por oito anos devido ao uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha para a Prefeitura de São Paulo, em 2024. Também oficializaram suas candidaturas no último dia do prazo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), que disputará uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal, e o senador Cleitinho (Republicanos), candidato ao Governo de Minas Gerais. Já Flávio Bolsonaro (PL) protocolou seu registro na quinta-feira (13), após conseguir retomar a filiação ao partido por decisão do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. O senador havia sido filiado, sem autorização, ao partido Missão, legenda criada por integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL). Ao todo, 30 partidos políticos disputarão as eleições de 2026, dois a menos que no pleito anterior. O PL lidera em número de candidaturas registradas, com 1.624, seguido pelo MDB, com 1.386. Na outra ponta, PRTB, com 10 candidatos, e PCB, com 23, aparecem como as legendas com menor número de registros. Desde as eleições de 2022, o cenário partidário também passou por mudanças. PTB e Patriota se fundiram para criar o PRD; o Pros foi incorporado ao Solidariedade; e o PSC passou a integrar o Podemos. Além disso, o PMN adotou o nome Mobiliza, enquanto o PMB passou a se chamar Democrata. A única nova legenda na disputa é o Missão, criado por integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL).
Pesquisa Quaest aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
Pesquisa Quaest aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
Diferença entre os dois candidatos diminuiu nos últimos levantamentos, enquanto outros nomes testados pela Quaest ficam atrás do presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa Quaest mais recente, divulgada em 14 de julho, aponta Lula (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno, com 43% das intenções de voto contra 40% do senador. A diferença entre os dois candidatos diminuiu em relação aos levantamentos anteriores, indicando um cenário de empate técnico considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.
- A pesquisa também simulou disputas entre Lula e outros candidatos, como Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), mostrando vantagem de Lula em todos esses cenários. A Quaest ouviu 2.004 eleitores e registrou a pesquisa na Justiça Eleitoral sob o número BR-06773/2026, com um nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais.
Foto: Wilton Junior | Estadão
A nova pesquisa Quaest, divulgada nesta sexta-feira (14), aponta Lula (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno. O presidente aparece com 43% das intenções de voto, enquanto o senador registra 40%. Outros 13% afirmam que votariam em branco ou nulo ou que não compareceriam às urnas. Os indecisos somam 4%. A diferença entre os dois candidatos diminuiu em relação aos levantamentos anteriores. Na pesquisa realizada no início de agosto, Lula tinha vantagem de cinco pontos sobre Flávio. Em julho, a distância era de oito pontos. Com a margem de erro de dois pontos percentuais, o cenário atual é considerado de empate técnico. O resultado também representa uma melhora no desempenho de Flávio em relação às pesquisas anteriores, após a repercussão das conversas atribuídas ao senador com Daniel Vorcaro, do Banco Master, que vieram a público em maio. O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre segunda-feira (10) e quinta-feira (13). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-06773/2026. A Quaest também simulou disputas entre Lula e outros candidatos. Contra Ronaldo Caiado (PSD), o presidente aparece com 44%, ante 37% do governador. No cenário com Renan Santos (Missão), Lula registra 44%, contra 36%. Já diante de Romeu Zema (Novo), o petista tem 45%, enquanto o governador soma 34%.
Plano de governo de Flávio Bolsonaro propõe corte de pelo menos 10 ministérios
Plano de governo de Flávio Bolsonaro propõe corte de pelo menos 10 ministérios
Documento apresentado à Justiça Eleitoral também prevê fim da reeleição presidencial, mudanças no STF e redução de cargos e despesas administrativas
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, apresentou seu programa de governo, que inclui medidas para reduzir o tamanho e os custos da máquina pública, como a redução de ministérios e cargos comissionados. Além disso, o programa propõe alterações na atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), como a limitação de decisões monocráticas e a criação de uma quarentena de um ano para ministros de Estado antes de uma eventual indicação ao tribunal.
- O programa também aborda temas como segurança pública, economia e infraestrutura, com propostas como a classificação de organizações como PCC, Comando Vermelho e milícias como grupos narcoterroristas, a redução da maioridade penal para 16 anos e a construção de novos presídios federais de segurança máxima. Na área econômica, a meta é alcançar crescimento sustentado de 4% ao ano durante a próxima década, com medidas como revisão da reforma tributária e redução do IVA. O plano também inclui investimentos em infraestrutura, como rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e hidrovias, e medidas para digitalizar serviços públicos federais e criar uma identidade digital integrada ao Gov.br.
Foto: Jefferson Rudy |Agência Senado
O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, propõe reduzir em pelo menos dez o número de ministérios em um eventual governo entre 2027 e 2030. A medida faz parte do programa de governo apresentado à Justiça Eleitoral e prevê também cortes de cargos comissionados e redução de despesas administrativas. A proposta estabelece ainda uma revisão das normas que regulamentam a administração pública e mudanças no funcionamento das agências reguladoras, com avaliações periódicas dos dirigentes. A redução da estrutura ministerial é apresentada pelo candidato como parte de um conjunto de medidas voltadas à diminuição do tamanho e dos custos da máquina pública. Mudanças no STF e fim da reeleição - O programa também propõe alterações na atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre as medidas estão a limitação de decisões monocráticas e a criação de uma quarentena de um ano para ministros de Estado antes de uma eventual indicação ao tribunal. Flávio também defende que parlamentares sejam julgados por instâncias inferiores, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e os Tribunais Regionais Federais (TRFs). Outra proposta é impedir que parentes de até terceiro grau de ministros do STF e seus respectivos escritórios atuem no tribunal em que o magistrado exerce suas funções. O programa prevê ainda ampliar a participação da sociedade civil no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Na área política, Flávio defende o fim da reeleição para presidente da República. O programa cita uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada no Senado com esse objetivo e atribuída ao próprio candidato. Segurança pública - Para a segurança pública, o programa prevê classificar organizações como PCC, Comando Vermelho e milícias como grupos narcoterroristas, além de bloquear seus ativos. O candidato também propõe reduzir a maioridade penal para 16 anos e estabelecer punições para adolescentes a partir de 14 anos que cometam crimes considerados graves. O plano inclui ainda a construção de cinco novos presídios federais de segurança máxima e a criação de 500 mil vagas no sistema prisional em quatro anos. Outra medida seria instalar mais de 1 milhão de câmeras integradas a um sistema nacional de reconhecimento facial. Economia e infraestrutura - Na economia, a meta apresentada é alcançar crescimento sustentado de 4% ao ano durante a próxima década. O programa prevê revisão da reforma tributária, redução do IVA e medidas para diminuir a carga sobre produção e consumo, além de ações para estabilizar e posteriormente reduzir a relação entre dívida pública e PIB. O plano também estima R$ 900 bilhões em investimentos em infraestrutura ao longo de quatro anos, destinados a rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e hidrovias. Entre os projetos citados estão o Trem do Nordeste e a conclusão da Transnordestina. Na área social, a proposta prevê a manutenção dos benefícios existentes e ações de qualificação profissional, inserção no mercado de trabalho e acesso ao crédito. O programa também inclui medidas para digitalizar serviços públicos federais, ampliar o uso de inteligência artificial e criar uma identidade digital integrada ao Gov.br.
TSE suspende filiações após Bolsonaro ser filiado sem autorização
TSE suspende filiações após Bolsonaro ser filiado sem autorização
Ministro Nunes Marques determinou a suspensão temporária para evitar novas fraudes enquanto o caso é investigado pela Justiça Eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou a suspensão temporária do processamento de novas filiações partidárias no sistema da Justiça Eleitoral. A decisão ocorreu após o candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, aparecer como filiado ao partido Missão sem ter autorizado a mudança. O caso passou a ser investigado pelo tribunal, que busca identificar a origem da alteração e impedir novas tentativas de fraude.
- A suspensão não deve causar impacto na disputa eleitoral deste ano, pois os candidatos precisavam ter vínculo com um partido político até o início de abril. O sistema Filia, utilizado pela Justiça Eleitoral para o registro das filiações partidárias, continuará recebendo solicitações, mas o processamento de novas filiações ficará suspenso até que sejam adotadas medidas de segurança para evitar novas ocorrências. Além disso, o TSE também determinou a apuração de possíveis tentativas de alterar, de forma irregular, a filiação de outros candidatos à Presidência, como uma tentativa de mudança no cadastro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Foto: Reprodução
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta quinta-feira (13) a suspensão temporária do processamento de novas filiações partidárias no sistema da Justiça Eleitoral. A decisão ocorreu após o candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, aparecer como filiado ao partido Missão sem ter autorizado a mudança. O caso passou a ser investigado pelo tribunal, que busca identificar a origem da alteração e impedir novas tentativas de fraude. Segundo o TSE, a suspensão não deve causar impacto na disputa eleitoral deste ano. Isso porque, para estar apto a concorrer, o candidato precisava ter vínculo com um partido político até o início de abril. Nunes Marques também determinou a apuração de possíveis tentativas de alterar, de forma irregular, a filiação de outros candidatos à Presidência. Entre os casos identificados está uma tentativa de mudança no cadastro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o tribunal, a alteração não chegou a ser efetivada. O sistema Filia, utilizado pela Justiça Eleitoral para o registro das filiações partidárias, continuará recebendo solicitações. O processamento de novas filiações, no entanto, ficará suspenso até que sejam adotadas medidas de segurança para evitar novas ocorrências. A expectativa é de que o sistema volte a processar as filiações em breve, após a conclusão das verificações determinadas pelo TSE.
Nunes Marques restabelece filiação de Flávio ao PL e libera registro de candidatura
Ministro do STF determinou exclusão de vínculo com o Missão e acionou PF para investigar autoria da alteração no sistema
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Nunes Marques, determinou que a filiação do senador Flávio Bolsonaro ao PL seja restabelecida imediatamente. A decisão permite que a campanha utilize o sistema da Justiça Eleitoral para formalizar o registro da candidatura ao Palácio do Planalto. A medida foi tomada após uma alteração no cadastro partidário ter impedido Flávio de registrar sua candidatura.
- O ministro acolheu o pedido de tutela de urgência e determinou a retirada do registro de filiação ao partido Missão e a liberação imediata do Sistema Candex, utilizado para os pedidos de registro de candidatura. O caso será encaminhado à Polícia Federal para investigar a autoria e o contexto da alteração no cadastro partidário.
Foto: Carlos Moura | Agência Senado
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, determinou nesta quinta-feira (13) que a filiação do senador Flávio Bolsonaro ao PL seja restabelecida imediatamente. A decisão também permite que a campanha utilize o sistema da Justiça Eleitoral para formalizar o registro da candidatura dele à Presidência da República. A medida foi tomada após uma alteração no cadastro partidário ter impedido, mais cedo, que Flávio registrasse sua candidatura. O parlamentar passou a aparecer no sistema como filiado ao partido Missão, de Renan Santos. Nunes Marques acolheu o pedido de tutela de urgência apresentado pela defesa do senador e determinou que a filiação ao PL seja considerada válida desde 30 de novembro de 2021, quando ocorreu o vínculo original. O ministro também ordenou a retirada do registro de filiação ao Missão e a liberação imediata do Sistema Candex, utilizado para os pedidos de registro de candidatura. TSE manda investigar alteração - Na decisão, Nunes Marques destacou que Flávio permaneceu filiado ao PL desde 2021 e que, entre a noite de quarta-feira (12) e a manhã desta quinta, uma nova filiação foi registrada no Sistema de Filiação Partidária (FILIA) sem que o senador tivesse manifestado essa intenção. A alteração provocou automaticamente sua saída do PL e impediu o registro da candidatura. "A filiação partidária constitui condição de elegibilidade [...] e pressuposto para o exercício do direito de ser votado, não podendo ser suprimida por ato de terceiro estranho à vontade do filiado", escreveu o ministro. Para Nunes Marques, também não seria plausível que Flávio tivesse decidido espontaneamente trocar o PL pelo Missão. Além de ser candidato do PL à Presidência, o partido de destino já possui candidatura própria ao Palácio do Planalto, a de Renan Santos. Na avaliação do relator, a situação reforça os indícios de que a mudança não partiu do senador. O ministro ainda determinou a preservação dos registros de acesso e dos logs do Sistema FILIA relacionados à alteração. O caso será encaminhado à Polícia Federal, que deverá instaurar inquérito para investigar "a autoria, as circunstâncias e o contexto" do registro. Com a decisão, a campanha de Flávio poderá retomar o processo de registro da candidatura antes do prazo final estabelecido pela Justiça Eleitoral, que termina neste sábado (15), às 19h.
TSE suspende julgamento do PT e trava repasse do fundo eleitoral
TSE suspende julgamento do PT e trava repasse do fundo eleitoral
Decisão impede, por enquanto, o repasse de 48% dos R$ 4,96 bilhões do fundo eleitoral aos partidos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral suspendeu o julgamento de um pedido do PT para alterar o cálculo de distribuição do fundo eleitoral das eleições de 2026. A ministra Estela Aranha pediu vista do processo, e o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, votou contra o pedido. Com a suspensão, 48% dos recursos do fundo eleitoral ficam temporariamente bloqueados para todas as legendas.
- O PT questiona o cálculo utilizado pela Justiça Eleitoral, que levou em conta 68 deputados da legenda na Câmara, e defende que o deputado Paulão também seja considerado na distribuição.
Foto: Reprodução
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu nesta quinta-feira (13) o julgamento de um pedido do PT para alterar o cálculo de distribuição do fundo eleitoral das eleições de 2026. A análise foi interrompida após a ministra Estela Aranha pedir vista do processo. Antes disso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, votou contra o pedido do partido. Com a suspensão, 48% dos recursos do fundo eleitoral ficam temporariamente bloqueados para todas as legendas. Segundo Nunes Marques, nenhum partido poderá receber essa parcela até que o julgamento seja concluído. O PT questiona o cálculo utilizado pela Justiça Eleitoral, que levou em conta 68 deputados da legenda na Câmara. O partido defende que o deputado Paulão (PT-AL) também seja considerado na distribuição. Paulão perdeu o mandato após uma retotalização dos votos das eleições de 2022 e foi substituído por Nivaldo Albuquerque (Republicanos-AL). A ministra Estela Aranha afirmou que pediu vista porque também analisa o processo relacionado à perda do mandato de Paulão. Para as eleições de 2026, os partidos terão R$ 4,96 bilhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). A maior parte é distribuída conforme o número de cadeiras na Câmara e a votação obtida pelos partidos nas eleições anteriores. O PL terá a maior parcela, estimada em R$ 881,6 milhões, enquanto o PT terá cerca de R$ 615,3 milhões. A ministra terá até 30 dias para devolver o processo ao plenário. A campanha eleitoral começa oficialmente no próximo domingo (16).
Michelle e Flávio Bolsonaro se reencontram após crise familiar e gravam programa eleitoral
Ex-primeira-dama reconheceu o desentendimento, mas disse que os dois decidiram priorizar o projeto político.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Michelle Bolsonaro e Flávio Bolsonaro apareceram juntos presencialmente pela primeira vez, após desavenças públicas recentes, durante a gravação do horário eleitoral realizada nesta terça-feira (11). A ex-primeira-dama admitiu a existência de conflitos familiares passados, mas ressaltou que ambos conversaram e decidiram priorizar o projeto político em comum, afirmando que a relação passa por um processo gradual de ajuste e que não guarda mágoas.
- A reaproximação entre os dois vinha se desenhando publicamente desde o mês passado, quando Flávio pediu desculpas formais pelos episódios de desgaste. Embora Michelle não tenha comparecido à convenção nacional do PL que oficializou a candidatura do enteado à Presidência da República, ela enviou um vídeo de apoio para reforçar a união da direita, às vésperas do início oficial da campanha eleitoral e da propaganda gratuita no rádio e na televisão.
Foto: Reprodução
Michelle Bolsonaro e Flávio Bolsonaro apareceram juntos nesta terça-feira (11) durante a gravação do horário eleitoral. O encontro marcou a primeira aparição presencial dos dois desde os atritos públicos que envolveram a família nas últimas semanas. Ao final da gravação, Michelle reconheceu que houve uma desavença, mas afirmou que ela e o enteado conversaram e decidiram deixar as diferenças em segundo plano para trabalhar pelo projeto político que defendem. “Qual família que não é perfeita? Levanta a mão aí quem não tem problema na família. Mas, graças a Deus, conversamos, nos unimos em prol de algo muito maior para a nossa nação”, declarou a ex-primeira-dama. Michelle também afirmou que a relação com Flávio ainda passa por um processo de ajuste, mas disse não guardar ressentimentos. “Vamos viver um dia de cada vez. A gente está se ajustando, mas eu não guardo mágoa de ninguém. Meu coração é limpo, graças a Deus”, afirmou. “Eu acho que as coisas vão se ajustando aos poucos”, acrescentou. A reaproximação começou a ganhar sinais públicos no mês passado. Flávio publicou um vídeo em que pediu desculpas pelos episódios que provocaram “desconforto” entre os dois e convidou Michelle para participar de sua campanha. Depois, Michelle afirmou ter recebido o pedido de desculpas “com muita paz” e destacou a iniciativa do enteado de se manifestar publicamente. A ex-primeira-dama não participou da convenção nacional do PL que oficializou a candidatura de Flávio à Presidência da República. Na ocasião, porém, enviou um vídeo em que declarou apoio ao enteado e defendeu a união da direita. A campanha eleitoral começa oficialmente no próximo domingo (16). Já a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão está prevista para começar em 28 de agosto.
Pesquisa: 84% dos brasileiros defendem controle sobre uso de IA nas eleições de 2026
Levantamento CNT/MDA mostra que 49,8% querem proibir qualquer propaganda eleitoral feita com inteligência artificial
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) em parceria com o Instituto MDA revelou que 84,1% dos brasileiros defendem algum tipo de restrição ao uso de inteligência artificial (IA) em propagandas eleitorais para o pleito de 2026. Do total de entrevistados, 49,8% são favoráveis à proibição total de vídeos produzidos com a tecnologia, enquanto 34,3% defendem o veto apenas aos conteúdos que apresentem informações falsas sobre os candidatos.
- O debate ganha relevância no momento em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisa diretrizes para o uso de IA nas campanhas, incluindo o julgamento de um vídeo com a imagem virtual de Jair Bolsonaro em uma convenção do PL. Para mitigar riscos e combater a desinformação, a Corte Eleitoral firmou parcerias tecnológicas, como o acordo com a ElevenLabs para monitorar o uso de vozes artificiais, e criou um conselho consultivo voltado para acompanhar os impactos das novas tecnologias nas eleições de 2026.
Foto: Reprodução | TSE
Uma pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), em parceria com o Instituto MDA, mostra que 84,1% dos brasileiros defendem algum tipo de restrição ao uso de inteligência artificial (IA) em vídeos e propagandas eleitorais nas eleições de 2026. Segundo o levantamento, 49,8% dos entrevistados consideram que nenhum vídeo ou propaganda de candidato produzido com inteligência artificial deveria ser permitido durante a campanha. Outros 34,3% defendem a proibição apenas de conteúdos gerados por IA que contenham informações falsas sobre candidatos. A liberação de qualquer tipo de material eleitoral produzido com inteligência artificial é defendida por 8,9% dos entrevistados. Outros 7% não souberam responder ou não responderam à pergunta. O resultado da pesquisa ocorre em meio à discussão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre as regras para o uso de inteligência artificial nas campanhas eleitorais deste ano. Entre os casos que devem ser analisados pela Corte está um vídeo exibido durante a convenção do PL, em julho, no qual o ex-presidente Jair Bolsonaro aparece virtualmente para declarar apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. O PT acionou o TSE contra a utilização do vídeo. A defesa de Flávio Bolsonaro afirma que o material foi exibido em uma convenção partidária e que não houve intenção de induzir o público ao erro sobre o conteúdo ter sido produzido com inteligência artificial. O caso deverá ser discutido pelos ministros do TSE antes de chegar ao plenário. A análise pode contribuir para definir o entendimento da Corte sobre o uso de deepfakes e outros conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial durante a campanha. O TSE também adotou outras medidas relacionadas ao uso da tecnologia. A Corte firmou parceria com a ElevenLabs, empresa especializada em geração de vozes artificiais, para dificultar a reprodução digital de vozes consideradas sensíveis para o processo eleitoral. A Justiça Eleitoral poderá solicitar providências contra o uso indevido dessas vozes na plataforma. Além disso, o tribunal criou um conselho consultivo para acompanhar os riscos relacionados à inteligência artificial e à desinformação nas eleições de 2026. O grupo reúne especialistas e deverá auxiliar a presidência do TSE no monitoramento dos impactos dessas tecnologias durante o processo eleitoral. A Pesquisa CNT de Opinião foi realizada entre os dias 5 e 8 de agosto, com entrevistas presenciais em municípios de todas as regiões do país. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-06935/2026.
Flávio Bolsonaro anuncia apoio a Roma e Coronel na Bahia
Flávio Bolsonaro anuncia apoio a Roma e Coronel na Bahia
João Roma e Angelo Coronel foram confirmados como os candidatos ao Senado apoiados por Flávio Bolsonaro na Bahia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Flávio Bolsonaro anunciou apoio a João Roma e Angelo Coronel nas eleições para o Senado Federal na Bahia. O presidenciável apresentou os candidatos que terão o respaldo de sua campanha em todo o país, visando derrotar o PT no estado. Em todo o país, Flávio Bolsonaro anunciou apoio a 47 candidatos ao Senado, incluindo 33 filiados ao PL e outros partidos.
Foto: Lula Marques | Agência Brasil
O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), confirmou que apoiará João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos) na disputa pelas duas vagas da Bahia no Senado Federal nas eleições deste ano. O anúncio foi feito durante uma transmissão ao vivo realizada na quinta-feira (6) em seu canal no YouTube. Durante a live, Flávio apresentou os candidatos ao Senado que terão o respaldo de sua campanha nas 27 unidades da Federação. Na Bahia, os escolhidos foram João Roma, ex-ministro da Cidadania no governo Jair Bolsonaro, e o senador Angelo Coronel, que busca a reeleição. Ao comentar o cenário baiano, o presidenciável afirmou que a escolha faz parte da estratégia de seu grupo político para enfrentar o PT no estado. "Então, para derrotar o PT, vamos de João Roma e de Angelo Coronel", declarou. João Roma integra o PL, mesmo partido de Flávio Bolsonaro, e foi o candidato da legenda ao Governo da Bahia em 2022, quando liderou o palanque bolsonarista no estado. Já Angelo Coronel, atualmente filiado ao Republicanos, aparece entre os apoiados, indicando que a articulação para o Senado também contempla partidos aliados. No total, Flávio Bolsonaro anunciou apoio a 47 candidatos ao Senado em todo o país. Desse grupo, 33 são filiados ao PL e os demais pertencem a legendas como Republicanos, PP, Podemos, União Brasil, PSD, PSDB e Novo. Em sete estados, o presidenciável decidiu apoiar apenas um candidato ao Senado. Nas demais unidades da Federação, a estratégia é lançar apoio a dois nomes, aproveitando o sistema eleitoral que permite ao eleitor votar em dois candidatos para o cargo nas eleições de 2026.
























