Comissão quer votar PEC do fim da escala 6x1 até 28 de maio
Relator e presidente resistem a compensações para empresas29 Abr 2026 / 08h00

Pedido de abertura de inquérito foi enviado pela PGR (Procuradoria Geral da República) ao STF (Supremo Tribunal Federal)
Foto: Reprodução
- Os diretores do Google e do Telegram podem ser alvo de investigação por causa ações das plataformas contra o Projeto de Lei das Fake News. O pedido de abertura das investigações foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela Procuradoria Geral da República (PGR) nesta quinta-feira (11). O pedido à PGR para apurar o ato foi encaminhado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), que acusa os dirigentes de “contundente e abusiva ação” contra a aprovação do PL. Para o deputado, as plataformas instigaram usuários a “pressionarem os congressistas” e promoverem “campanha de desinformação”. O fato teria sobrecarregado o portal da Câmara e, consequentemente, os trabalhos da Casa. Lira ainda afirmou que os representantes das plataformas agem em nome de interesses econômicos e “têm lançado mão de toda sorte de artifícios em uma sórdida campanha de desinformação, manipulação e intimidação, aproveitando-se de sua posição hegemônica no mercado”. No pedido formal de investigação, a vice-procuradora geral da República, Lindôra Araújo, declarou que é preciso esclarecer as condutas narradas pela Câmara, além da apuração de crimes contra as instituições democráticas, contra a ordem consumerista e contra a economia e as relações de consumo. O caso deve ser analisado pelo ministro Alexandre de Moraes, que comanda o inquérito das milícias digitais na corte.
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