Pandemia de Aids pode acabar até 2030, diz Unaids
Novo relatório descreve caminho para alcançar meta
Por: Ludmilla Souza
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- O fim da Aids é uma escolha política e financeira dos países e lideranças que estão seguindo esse caminho e estão obtendo resultados extraordinários, o que pode levar ao fim da pandemia de Aids até 2030. É o que mostra um novo relatório divulgado nesta quinta-feira (13) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids). O relatório - denominado O Caminho que põe fim à Aids - expõe dados e estudos de casos sobre a situação atual da doença no mundo e os caminhos para acabar com a epidemia de Aids até 2030, como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Segundo a entidade, esse objetivo também ajudará o mundo a estar bem preparado para enfrentar futuras pandemias e a avançar no progresso em direção à conquista dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. O Unaids lidera e inspira o mundo a alcançar sua visão compartilhada de zero novas infecções por HIV, zero discriminação e zero mortes relacionadas à Aids. O programa atua em colaboração com parceiros globais e nacionais para combater a doença. Meta: 95-95-95 - Países como Botsuana, Essuatíni, Ruanda, República Unida da Tanzânia e Zimbábue já alcançaram as metas 95-95-95. Isso significa que, nesses países, 95% das pessoas que vivem com HIV conhecem seu status sorológico; 95% das pessoas que sabem que vivem com HIV estão em tratamento antirretroviral que salva vidas; e 95% das pessoas em tratamento estão com a carga viral suprimida. Outras 16 nações, oito das quais na África subsaariana - região que representa 65% de todas as pessoas vivendo com HIV - também estão perto de alcançar essas metas. Brasil: 88-83-95 - O Brasil, por sua vez, também está no caminho, com suas metas na casa de 88-83-95. Mas o país ainda enfrenta obstáculos, causados especialmente pelas desigualdades, que impedem que pessoas e grupos em situação de vulnerabilidade tenham pleno acesso aos recursos de prevenção e tratamento do HIV que salvam vidas. Na visão da Oficial de Igualdades e Direitos do Unaids Brasil, Ariadne Ribeiro Ferreira, o movimento em casas legislativas municipais, estaduais e no Congresso Nacional de apresentar legislações criminalizadoras e punitivas que afetam diretamente a comunidade LGBTQIA+, especialmente pessoas trans, pode aumentar o estigma. “Este movimento soma-se às desigualdades, aumentando o estigma e discriminação de determinadas populações e pode contribuir para impedir o Brasil de alcançar as metas de acabar com a Aids até 2030”, diz ele. Lideranças - "O fim da Aids é uma oportunidade para as lideranças de hoje deixarem um legado extraordinariamente poderoso para o futuro", defende a diretora executiva do Unaids, Winnie Byanyima. "Essas lideranças podem ser lembradas pelas gerações futuras como aquelas que puseram fim à pandemia mais mortal do mundo. Podem salvar milhões de vidas e proteger a saúde de todas as pessoas", acrescenta. O relatório destaca que as respostas ao HIV têm sucesso quando baseadas em uma forte liderança política com ações como respeitar a ciência, dados e evidências; enfrentar as desigualdades que impedem o progresso na resposta ao HIV e outras pandemias; fortalecer as comunidades e as organizações da sociedade civil em seu papel vital na resposta; e garantir financiamento suficiente e sustentável. Investimentos - O relatório do Unaids mostra, também, que o progresso rumo ao fim da Aids tem sido mais forte nos países e regiões com maior investimento financeiro. Na África Oriental e Austral, por exemplo, as novas infecções por HIV foram reduzidas em 57% desde 2010 e o número de pessoas em tratamento antirretroviral triplicou, passando de 7,7 milhões em 2010 para 29,8 milhões em 2022. Com o apoio e investimento no combate à Aids em crianças, 82% das mulheres grávidas e lactantes vivendo com o HIV em todo o mundo tiveram acesso ao tratamento antirretroviral em 2022, em comparação com 46% em 2010, o que levou a uma redução de 58% nas novas infecções por HIV em crianças de 2010 a 2022, o número mais baixo desde a década de 1980. Marcos legais - Segundo o relatório, o fortalecimento do progresso na resposta ao HIV passa pela garantia de que os marcos legais e políticos não comprometam os direitos humanos, mas os protejam. Vários países revogaram leis prejudiciais em 2022 e 2023, incluindo Antígua e Barbuda, Ilhas Cook, Barbados, São Cristóvão e Nevis e Singapura que criminalizavam as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo. Financiamento - O financiamento para o HIV também diminuiu em 2022, tanto de fontes internacionais quanto domésticas, retornando ao mesmo nível de 2013. Os recursos totalizaram US$ 20,8 bilhões em 2022, muito aquém dos US$ 29,3 bilhões necessários até 2025, afirma o documento. O relatório expõe, no entanto, que existe agora uma oportunidade para acabar com a Aids na medida em que a vontade política é estimulada por meio dos investimentos em resposta sustentável ao HIV. Esses recursos devem ser focados no que mais importa, reforça o Unaids: integração dos sistemas de saúde, leis não discriminatórias, igualdade de gênero e fortalecimento das redes comunitárias de assistência e apoio. "Os fatos e os números compartilhados neste relatório não mostram que o mundo já está no caminho certo, mas indicam claramente que podemos chegar lá. O caminho a seguir é muito claro”, observa a diretora executiva do Unaids, Winnie Byanyima.
Grandes aglomerações são registradas em bares do Centro de Livramento
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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- 68 óbitos por Covid-19 e 132 pessoas em fase de tratamento (casos ativos) na cidade de Livramento de Nossa Senhora. No entanto, esta realidade alarmante parece passar despercebida por alguns proprietários de bares e restaurantes, que permitem que seus estabelecimentos fiquem abarrotados de gente sem máscara, aglomerada, como se a pandemia do novo coronavírus fosse uma fantasia. No último domingo (18), por exemplo, mais uma aglomeração foi registrada. Desta vez, o ponto de ajuntamento de pessoas foi na Avenida Presidente Vargas, local onde há grande concentração de bares e restaurantes, sendo um dos pontos de encontro mais frequentados da cidade. Como é mostrado no vídeo abaixo, filmado por um morador, uma vasta quantidade de pessoas, em sua maioria jovens, não está respeitando o distanciamento social e, todos, sem exceção, estão sem máscara. O comportamento irresponsável da população é catapultado pela omissão do poder público, principalmente pela falta de atuação da Prefeitura Municipal de Livramento, na figura do prefeito Ricardo Ribeiro (Rede), que nunca se pronunciou a respeito e nada faz para que este tipo de cena lamentável não aconteça.
“Quem define o rumo da pandemia é a população”, afirma secretária de Saúde de Caetité
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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- A nossa reportagem ouviu na tarde desta terça-feira (22), a Secretária de Saúde de Caetité Verônica Barbosa, e a gerente da Vigilância Sanitária (VISA) Denise Freire, que afirmaram que Caetité precisa, mais do que nunca, ligar o sinal de alerta em relação à pandemia do novo coronavírus, pois os índices de contaminação do município já estão muito altos. Segundo Denise, os quadros da VISA foram reforçados e haverá uma intensificação das rondas, principalmente na zona rural da cidade. “A gente aumentou o número de fiscais no perímetro da feira para orientar à população. Iremos fazer rondas intensas na zona rural do município e, como prevê o decreto, vamos multar pessoas que promoverem aglomerações. No entanto, não basta a gente fazer a nossa parte. É preciso que o cidadão também faça a sua parte, pois está faltando consciência por parte de muita gente”, disse Denise. Opinião comungada por Verônica, que pediu participação plena dos caetiteenses, principalmente no respeito das medidas não farmacológicas. “A gente tem feito a nossa parte. Foram diversas campanhas educativas e de conscientização. Foram diversas peças nas rádios da cidade, pelas redes sociais, anúncios em carros de som e entrevistas. Quem recebe atendimento nos postos de saúde são amplamente orientados. Mas quem define o rumo da pandemia é a população. Então a gente pede que a celebração do São João, que é uma data tradicional, se for ser feita, que seja feita somente entre um único grupo familiar. Nossos profissionais já estão trabalhando no limite, muitos sem férias e folga, estão deixando de estar com suas famílias, mas o esforço deve ser feito de forma coletiva. Por isso, a gente reforça a necessidade do uso da máscara, da higienização das mãos com água e sabão, álcool em gel e álcool 70”, ressaltou Verônica.
500 mil mortes de um pesadelo que ainda está longe do fim
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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- 500 mil mortes. 500 mil amores, 500 mil pais, 500 mil mães, 500 mil filhos, 500 mil irmãos, 500 mil amigas, 500 mil amigos, 500 mil sonhos, 500 mil corações. Nenhum termo linguístico é capaz de significar a dor dessa tragédia. Sorrir nesses dias está muito difícil. É muito difícil fingir que nada está acontecendo. Claro que eu estou falando de pessoas dotadas de sensibilidade e empatia, não destas que insistem em viver em seus mundinhos insignificantes. E sim! Estávamos errados. A pandemia não vai ensinar nada a essa gente. Essa gente mesquinha, ou como bem disse Cazuza, “essa gente careta e covarde”, que insiste em continuar aglomerando, em andar sem máscara, na festinha clandestina, no sítio do amigo, no churrasquinho na laje, enfim, são todos farinha do mesmo do saco, pois até o vírus evolui, mas esse povo não. É claro que todos nós temos a nossa parcela de culpa nessa marca macabra, pois vivemos em sociedade, e assim como todas as conquistas devem ser compartilhadas, as tragédias também devem ser divididas. Mas algumas pessoas têm mais responsabilidade do que outras, dado o poder de decisão que possuem. A Covid-19 no Brasil é fruto de uma gestão negacionista, que apostou em curas e tratamentos milagrosos, de um presidente que aglomera e incentiva que seu povo faça o mesmo. À medida que a CPI da Covid avança e joga luz sobre a realidade dos fatos, através de documentos e depoimentos, fica claro e cristalino que tudo poderia ter sido diferente. Diferente se a presidência da República respondesse aos e-mails da Pfizer, se houvesse empenho para aquisição de vacinas, se houvesse um discurso único que mobilizasse toda a nação e não somente os seus acólitos, se houvesse quadros competentes para gerenciar a crise e não meia dúzia de incapazes com repertório intelectual menor do que de um aluno do ensino fundamental ao não saberem a diferença entre vírus e protozoário. O pior que este pesadelo ainda está longe de acabar, mas a estes signatários da catástrofe, a história não os absolverá, não por vingança, mas por Justiça, pois o principal responsável por este morticínio tem nome e sobrenome: Jair Messias Bolsonaro.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Sudoeste Bahia.
Secretária de Saúde pede aos caetiteenses que não aglomerem em período junino: “Se a população não ajudar, vamos viver momentos muito tristes”
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- A secretária municipal de Saúde de Caetité, Verônica Barbosa, esboçou preocupação por meio de um vídeo divulgado às 12h deste domingo (20), nas redes sociais da prefeitura, por conta da crescente no registro diário de casos de coronavírus na cidade, em que o quadro pandêmico possui 224 casos ativos, dos quais 21 pacientes estão internados. Em seu pronunciamento, Verônica reforçou a necessidade do uso da máscara e da manutenção do distanciamento social, pois de acordo com a chefe da pasta, a segurança não existe nem na própria convivência familiar. A preocupação de Verônica diz respeito a chegada do período junino, em que as pessoas comumente se reúnem para celebrar o São João. “Vamos precisar mais do que nunca do apoio da população. Nossa equipe está reforçada, nossa equipe está nas ruas, nossa equipe está na zona rural. Mas se a população não ajudar, nós vamos viver momentos muito tristes no São João. Infelizmente, tivemos aumento do número de óbitos, aumento no número de casos ativos, nossa rede de saúde está sobrecarregada. Não temos, embora tenhamos ampliado o número de leitos, embora tenhamos ampliado o número de profissionais, estamos com a rede de atenção à saúde muito sobrecarregada. Nossa região já começou o desabastecimento de oxigênio e medicações de entubação”, alertou Barbosa que afirmou que pessoas estão morrendo sem ter acesso a um leito de UTI.
CGU apura suspeita de desvios de recursos durante a pandemia em 50 cidades da Bahia
Por: Alexandre Santos
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Foto: Divulgação | CGU
- A Controladoria-Geral da União (CGU) está monitorando a aplicação de recursos federais repassados para o combate ao novo coronavírus em ao menos 50 cidades da Bahia. A informação foi confirmada pelo superintendente do órgão no estado, Ronaldo Machado de Oliveira, durante coletiva de imprensa após a Operação Estertor, deflagrada pela CGU e pela Polícia Federal, na última sexta-feira (11), em Candeias. Segundo Machado, a PF também acompanha outros municípios que estão em situação semelhante — algumas deles sob investigação em curso para apurar fatos relacionados aos supostos desvios. Procurada pelo Metro1, a assessoria da CGU respondeu que todos os casos suspeitos correm em segredo de Justiça. "Esta Controladoria vem acompanhando a execução dos recursos destinados ao enfrentamento da pandemia do Covid-19, que foram repassados pela União ao Estado da Bahia, Municípios, entidades filantrópicas, bem como pessoas físicas beneficiárias do auxílio emergencial. Por se tratar de trabalho de monitoramento que continua em andamento, não é possível discriminar a relação de entes/entidades fiscalizadas", disse, em nota, a Superintendência da CGU na Bahia. Na ação de Candeias, os dois órgãos informaram terem desarticulado um esquema criminoso de direcionamento de dispensas de licitação realizado pela gestão do prefeito Pitágoras Alves (PP). De acordo com a investigação conjunta, o prejuízo aos cofres públicos decorrentes de tais irregularidades chegam a mais de R$ 800 mil. De acordo com a PF e a CGU, os supostos desvios foram identificados após uma denúncia sobre compra de respiradores e máscaras de proteção contra a Covid-19 em 2020. Naquele ano, a prefeitura contratou, sem licitação, oito respiradores no valor de R$ 175 mil — totalizando R$ 1,4 milhão — da empresa Manupa Comércio, Exportação, Importação de Equipamentos e Veículos Adaptado Eireli. Em nota enviada ao site Metro1 após a operação, a Prefeitura de Candeias, na Região Metropolitana de Salvador, informou que os mandados de busca e apreensão cumpridos pela PF na casa do prefeito Dr. Pitágoras) se referem a uma "denúncia antiga". De acordo com a assessoria do município, a ação aconteceu na residência do gestor porque, à época, a secretária de Saúde era a primeira-dama Soraia Cabral. "Não há busca e apreensão contra o prefeito. Há também na secretaria de Saúde, onde já foram entregues todos os documentos", diz o comunicado. Em dezembro do ano passado, a Operação Anóxia, deflagrada conjuntamente entre a PF e a CGU, apontou um superfaturamento de mais de R$ 110 mil em contratos da Prefeitura de Ilhéus relativos a aportes para o combate à crise sanitária. De abril de 2020 até agora, a CGU atuou diretamente em 57 operações especiais, em conjunto com a Polícia Federal, Ministérios Públicos e outros órgãos parceiros para combater desvios de recursos federais destinados ao enfrentamento da Covid-19. Conforme o órgão, o montante analisado nas contratações e licitações é de R$ 1,62 bilhão. O prejuízo efetivo (que constou nas apurações) é de R$ 39,22 milhões e o prejuízo potencial (que decorre dos desdobramentos das investigações) é de R$ 164,76 milhões.
PM interrompe festa clandestina com mais de 100 pessoas em sítio em Caetité
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
- Segundo informações da 94ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), por volta de 00h30 deste sábado (12), uma festa clandestina com mais de 100 pessoas foi interrompida em um sítio, que fica localizado na região de Cachoeirinha, na cidade de Caetité. Segundo a 94ª CIPM, do lado de fora da propriedade, havia 36 veículos estacionados. No local, as pessoas estavam sem máscara e sem obediência às orientações das entidades de saúde, além do vasto consumo de bebida alcoólica, o que entra em desacordo com o decreto de toque de recolher. O responsável pelo “Covid-fest” foi conduzido à delegacia da cidade, onde prestou esclarecimentos. Os demais participantes foram repreendidos e liberados logo em seguida. As festas clandestinas ou Covid-fests se configuram como principal barreira no enfrentamento à Covid-19, dada a facilidade de disseminação da doença neste tipo de ambiente. A Prefeitura de Caetité divulgou uma nota, ontem (11), em que prevê multa de até R$ 11 mil por este tipo de crime.
Prefeitura de Caetité vai multar quem promover ‘festinhas’, ainda que em propriedade particular
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- Diante do avanço da Covid-19 na cidade de Caetité, que conforme boletim epidemiológico divulgado ontem (10), 326 pessoas estão em fase de tratamento da Covid-19 (casos ativo), a Prefeitura Municipal decidiu ser mais enérgica, e irá multar pessoas que promoverem ‘festinhas clandestinas', sejam em residências, em sítios e demais propriedades particulares. De acordo com publicação da prefeitura, o dono do imóvel ou do local que esteja acontecendo a festa, será penalizado com multa que poderá chegar a R$ 11 mil. A Secretária de Saúde de Caetité, Verônica Barbosa, já chamou atenção para realização de eventos de confraternização, chamando a atenção que ainda não é o momento para relaxamento das medidas sanitárias, principalmente no que diz respeito a encontros familiares, ainda que para uma breve reunião.
Sem campanhas de conscientização por parte da Prefeitura de Livramento, período junino é uma bomba relógio da Covid-19 na cidade
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
- Quem passa pela cidade de Livramento de Nossa Senhora tem a nítida sensação que a pandemia do novo coronavírus já terminou há muito tempo. É enorme a quantidade de pessoas que andam sem máscara, inclusive adentrando em estabelecimentos comerciais, sem que haja, em muitos casos, a coibição por parte do comerciante. As aglomerações e festas clandestinas estão acontecendo aos montes, principalmente na zona rural do município, dado a dificuldade de fiscalização. Junta-se a este cenário alarmante, a inércia e a falta de atuação da Prefeitura Municipal de Livramento, gerida por Ricardinho Ribeiro (Rede), que não organizou nenhuma campanha midiática de conscientização e de cunho educativo, que alerte aos munícipes sobre a necessidade de manutenção do distanciamento social, sobre uso de máscaras e da higienização das mãos, entre outras medidas, em especial no mês de junho. E com a chegada do período junino, o risco de descontrole da doença é iminente, pois, tradicionalmente, as pessoas se reúnem para celebrar o rito, seja em um simples encontro familiar ou até mesmo em festas maiores, condição mais do que favorável para contágio e disseminação do coronavírus.
Foto: Secretaria de Saúde de Livramento
E neste contexto, vale ressaltar que prefeituras de outras localidades reforçaram os quadros da vigilância sanitária, com a contratação temporária de agentes, com a distribuição de máscaras nas ruas, campanhas institucionais promovidas pelas redes sociais e nos meios de comunicação, como rádios e blogs regionais, além de pronunciamentos periódicos por parte de representantes do poder público, que no caso de Livramento, caberia a Ricardinho e ao secretário de Saúde, Gerardo Júnior. Em Livramento, Ricardinho nada fala, nem que seja por um vídeo desses amadores de WhatsApp. Fica a cargo, portanto, dos briosos profissionais da saúde emitirem sinais de alerta e até mesmo por parte de funcionários da gestão, por conta da ausência de política pública no município. Por tudo isso, com parte da população relaxada e de uma gestão displicente, um pico alto da doença é uma bomba relógio, uma questão de tempo. E, conforme boletim epidemiológico divulgado nesta sexta-feira (11), Livramento chegou a 60 mortes pela Covid-19, com 92 pessoas em fase de tratamento (casos ativos), 21 pessoas aguardando resultado de teste e 51 casos suspeitos estão sendo monitorados.
Com 462 mil mortes por Covid-19, Brasil é escolhido como sede da Copa América
Após as desistências de Argentina e Colômbia, confederação sul-americana define Brasil como país-sede
Por: Augusto Romeo
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Foto: Reprodução | Conmebol
- Em reunião na manhã desta segunda-feira (31), no Paraguai, a Conmebol definiu Brasil como nova sede da Copa América. Na noite deste domingo (30), a Argentina abriu mão de sediar o torneio em razão do recrudescimento da pandemia de Covid-19 no país. A organização ainda não confirmou os estádios ou as datas da competição. A Conmebol prometeu revelar mais informações ainda nesta segunda. Até este domingo, o Brasil tinha registrado mais de 462 mil mortes por coronavírus, com tendência de alta em alguns estados. Esse não foi o primeiro obstáculo da Conmebol na organização do torneio. Após desistência da Argentina pela situação da pandemia no país, a Colômbia (outro país-sede original) também deixou de ser alternativa por conta dos intensos protestos e problemas sociais vividos pelo país nas últimas semanas. Levar a competição aos Estados Unidos também seria impossível por questões logísticas. A Conmebol estimava que, sem público e sem a participação das convidadas Austrália e Catar, o torneio daria um prejuízo de US$ 30 milhões. Caso não seja organizada, a competição causaria ainda maior dano financeiro à confederação sul-americana.
Guedes diz que auxílio emergencial pode ser renovado se pandemia continuar
PEC aprovada em 2020 permite extensão do benefício, diz ministro da economia
Por: Metro 1
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o governo pode prorrogar o auxílio emergencial, caso a pandemia da covid-19 se agrave no país e o programa de imunização não atinja níveis suficientes para a maior parte da população. Pelo prazo atual, o benefício será pago até julho. Segundo o ministro, já existe uma proposta de emenda à Constituição (PEC) aprovada no ano passado, que permite o aumento de gastos para cobrir as necessidades de combate e reflexos da pandemia e, por meio dela, é possível estender o pagamento, como foi feito para este ano. “Se Deus quiser, teremos dias melhores à frente e vamos celebrar também o fim dessa doença, mas o auxílio emergencial é uma arma que nós temos e pode, sim, ser renovado. Se, ao contrário do que esperamos, se a doença continuar fustigando, e as mortes continuam elevadas, a vacina, por alguma razão não está chegando, tem que renovar, vamos ter que renovar”, afirmou Guedes, ao participar nesta quinta-feira (27) do encontro Diálogos com a Indústria, realizado em um hotel de Brasília, pela Coalizão Indústria, que conta com a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) e congrega 15 entidades. Para Guedes, a resposta para se vai haver ou não a prorrogação do auxílio emergencial é a pandemia e o ritmo de vacinação. “Se nós tivermos vencendo o combate, a vacinação em massa e, mais, até o final de julho, tivermos vacinado 60%, 70% da população e com 100% da população idosa vacinada, onde está a maior parte da incidência de óbitos. Se nós atingirmos o controle da pandemia através da imunização, porque antes era a ideia de imunização de rebanho, não se falava em vacina, nunca se falou em vacina, teste em massa, quando a doença chegou, depois é que foram se desenvolvendo estes armamentos adicionais. Desenvolveu-se a vacina e começou a busca pela vacina”, informou, acrescentando que, além dos percentuais mais elevados de vacinação, vai ser considerada a queda nos casos de óbitos com retorno aos níveis registrados no fim da primeira onda entre 100 e 300 por dia.
Secretária de Saúde de Caetité afirma que aumento do número de casos de coronavírus no município tem relação com o Dia das Mães; ‘a gente já esperava’
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- Por meio das redes sociais da Prefeitura Municipal de Caetité (PMC), a secretária de Saúde do Município, Verônica Barbosa, comentou sobre a atual situação da pandemia na cidade. Segundo Verônica, Caetité manteve um número de casos ativos, nos últimos dias, dentro de um limite aceitável, mas que os casos voltaram a subir novamente. “Eu agradeci nas redes sociais e também nas rádios o empenho da população em relação ao cumprimento das medidas sanitárias de combate ao coronavírus. Chegamos a ter 29 casos, o que é contornável nesta situação. Hoje eu volto a pedir de novo, para que a gente lute para que esse vírus não se dissemine novamente. É preciso ter consciência sanitária por parte da população em saber que ainda não é o momento para reuniões. A gente tem percebido um aumento no número de casos, o que a gente já esperava por conta dos Dia das Mães”, disse a secretária se referindo às reuniões familiares que acontecem nesse período comercial. Verônica também esboçou preocupação com o período junino por conta, evidentemente, de festas clandestinas que irão acontecer no período. “A gente já precisa pedir à população que não se reúna, pois não queremos entrar em colapso novamente. Já está faltando medicamentos, está faltando vagas, falta oxigênio. E é isso que venho pedir”, concluiu Barbosa.
Prefeitura de Guanambi endurece medidas restritivas para conter avanço da Covid-19 no município
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Facebook
- Em uma live realizada na manhã desta quinta-feira (20), o prefeito em exercício de Guanambi, Nal Azevedo (DEM), acompanhado da secretaria de Saúde Roberta Mota, anunciaram o endurecimento de medidas restritivas na cidade, com o objetivo de conter o avanço de casos de Covid-19 na cidade. Dentre as ações, ficou estabelecido a proibição de vendas de bebidas alcoólicas em fins de semana, além da antecipação do toque de recolher em uma hora, ou seja, não será permitido a circulação de pessoas nas ruas, das 21h até às 5h. A fala mais contundente ficou por conta de Roberta que se diz revoltada com as cenas de aglomeração que foram registradas em Guanambi nos últimos dias, como festas clandestinas e bares desrespeitando as normas sanitárias. Em Guanambi, a média móvel de contaminação alcançou o patamar de 44,9.
Com a pandemia, 140 empresas deixaram de funcionar em Guanambi, aponta Juceb
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Willian Silva | Arquivo Sudoeste Bahia
- Em levantamento realizado pela Junta Comercial do estado da Bahia (Juceb), aponta que, em Guanambi, 140 empresas deixaram de funcionar desde o início da pandemia. A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) considera o início da pandemia, em março de 2020, até o fim de fevereiro. Em média, é como se a cada mês, 13 empresas fechassem as portas. No entanto, conforme a Juceb, no mesmo período, o número de contratados foi maior do que o número de demitidos. Ao todo, 2.531 trabalhadores conseguiram trabalho, ao passo que 2.383 foram dispensados, o que gera um saldo positivo de 148. O maior número de baixas de trabalho aconteceu no início da pandemia, com 227 dispensas, porém, em 2021, 400 vagas de empregos foram ofertadas, é o que aponta o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). As informações são do radialista Bonny Silva.
Caetité: Vereador faz indicação ao Executivo para que dinheiro que seria gasto em festas seja usado em amparo social
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- Por conta da pandemia, os eventos festivos foram cancelados em todo território nacional, e em Caetité não poderia ser diferente. O Forró dos Bairros, comemoração de 02 de julho, Festa da Padroeira de Nossa Senhora Santana, entre outras festividades, não irão acontecer em Caetité, o que por lado, poupa recursos de receita da gestão municipal, que deixa de gastar com os eventos. Tendo em vista esta realidade, o vereador Jairo Teixeira (PSD), conhecido como Jairo da Mecaterra, fez uma indicação ao Executivo Municipal, que o dinheiro que seria gasto com os festejos em Caetité, sejam redirecionados para pessoas em situação de vulnerabilidade social. “Justificamos a presente indicação pelo fato dos impactos negativos na economia local, que foram causados pela pandemia do coronavírus à população e ao comércio do nosso município. Diante disso, solicitamos ao Excelentíssimo senhor prefeito, as providências necessárias”, escreve o vereador em sua indicação. Jairo também acrescenta, que "encaminhou um requerimento à Câmara, para que seja antecipado um repasse no valor de R$ 100 mil para aquisição de cestas básicas, que caso tenha recurso deferido, serão destinadas para pessoas em situação de dificuldade econômica em virtude da pandemia."
Prefeitura de Barreiras decreta situação de emergência devido à pandemia
Por: Juliana Rodrigues
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Foto: Reprodução | Site Oficial
- Com o avanço da pandemia de Covid-19 na Bahia, a Prefeitura de Barreiras decretou situação de emergência por 60 dias, devido ao crescente número de pessoas infectadas principalmente na região Oeste. O decreto, publicado no Diário Oficial do Município de ontem (15), leva em consideração o alto índice de contaminação no município nos últimos dias, a taxa de ocupação dos leitos de UTI, próxima ao patamar de 100%, bem como a identificação de duas variantes (P1 e P2 da Covid-19) detectadas pelo Laboratório de Agentes Infecciosos e Vetores da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB). A declaração de situação de emergência pode ser prorrogada ou revogada conforme alteração do quadro pandêmico vivenciado pelo município. Com o decreto, fica dispensada a abertura de licitação para aquisição de bens e serviços, inclusive de engenharia destinados ao enfrentamento da emergência de saúde pública.O Decreto nº 85, que também leva em consideração a necessidade de outras medidas de prevenção e controle para o enfrentamento da Covid-19, pode ser conferido no site da prefeitura de Barreiras.
Pesquisa aponta rejeição recorde a Bolsonaro de 54% na gestão da pandemia
Por: Matheus Simoni
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Foto: Reprodução | Getty Images
- A pesquisa do instituto Datafolha apresentada hoje (17) aponta um recorde na rejeição do trabalho do presidente Jair Bolsonaro durante a pandemia da Covid-19. De acordo com o levantamento, 54% dos brasileiros veem sua atuação como ruim ou péssima. Na pesquisa passada, realizada em 20 e 21 de janeiro, 48% reprovavam o trabalho de Bolsonaro na pandemia.? A pesquisa desta semana aponta que o índice daqueles que acham sua gestão da crise ótima ou boa passou de 26% para 22%, enquanto quem a vê como regular foi de 25% para 24%. Não opinaram 1%.O instituto ouviu por telefone 2.023 pessoas nos dias 15 e 16 de março. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos. Consideram o presidente o principal culpado pela fase aguda da pandemia, que já matou mais de 280 mil no país e vê um colapso nacional do sistema de saúde devido ao pico de infecções, 43% dos ouvidos. Nesta semana, o quarto ministro da Saúde do governo Bolsonaro foi anunciado: Marcelo Queiroga assume a pasta que era ocupada por Eduardo Pazuello.Confira o detalhamento da pesquisa: 54% avaliam como ruim ou péssima a atuação de Bolsonaro na pandemia (janeiro: 48%; dezembro: 42%; agosto: 43%; junho: 49%; maio: 50%; abril: 45%; abril: 38%; abril: 39%; março: 33%). 22% avaliam como ótima ou boa a atuação de Bolsonaro na pandemia (janeiro: 26%; 27dezembro: 30%; agosto: 30%; junho: 27%; maio: 27%; abril: 27%; abril: 36%; abril: 33%; março: 35%). 24% avaliam como regular a atuação de Bolsonaro na pandemia (janeiro: 25%; dezembro: 27% agosto: 25%; junho: 23%; maio: 22%; abril: 25%; abril: 23%; abril: 25%; março: 26%). Não soube responder: 1%.
Caetité: comerciantes chamam atenção para medidas de contingência: “não precisamos colaborar com o colapso da economia”
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- Está circulando pelas redes sociais e também em veículos de mídia de Caetité, um comunicado em que comerciantes e empresários do município chamam a atenção para as medidas mais rígidas de contingência da Covid-19, principalmente as que impõem o fechamento, ainda que parcial, do referido setor, os chamados “toques de recolher”. Conforme o texto, os comerciantes alertam que se medidas tão duras continuarem sendo aplicadas, visto que, os números do quadro geral de coronavírus de Caetité estão controlados, o ramo de atividade comercial no município poderá realizar demissões em massa. “Nosso município não está em colapso na saúde, então não precisamos colaborar com o colapso da economia mantendo as empresas fechadas, porque se não daqui a pouco as pessoas não terão dinheiro nem para ir às compras nos mercados que estão abertos para garantir as necessidades básicas. Não estamos pensando apenas na economia, estamos focados na saúde também e, por isso, estamos sugerindo medidas e cuidados para que todos possam estar funcionando, mantendo o mínimo que seja essa roda girando. Porque se ela parar todos vão perder com isso. Diante do enorme risco de demissões em massa, que colocariam grande parte da população em situação de risco econômico”, diz assim um trecho do texto. Ainda sobre o comunicado, que foi chamado de “Carta Aberta dos Empresários e Funcionários do Município de Caetité”, a classe alega que a economia caetiteense é composta, em parte mais significativa, pelo setor de serviço e, que, portanto, não gera aglomeração. “Reiteramos que o Distanciamento Social não é sinônimo de Proibição do Trabalho e Fechamento de Atividades, tendo em vista que 99% do comércio e serviços do Município não possuem aglomerações, devido à crise financeira que prejudica todas as categorias comercial [Sic].”
Covid-19: Gastos do governo da Bahia com a pandemia somaram mais de R$ 1,8 bilhão em 2020
Por: Luciana Freire
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoesta Bahia
- Os gastos do governo da Bahia com a pandemia da Covid-19 somaram R$ 1,85 bilhão só no ano de 2020. Já em relação a capital baiana, a prefeitura tem o custo de R$ 60 milhões com medidas para enfrentar a doença. A expectativa é de que os gastos aumentem, com a abertura de novos leitos e contratação de profissionais. O dinheiro investido no combate à doença inclui auxílios emergenciais, montagem de leitos, abertura de hospitais de campanha, contratação de equipes, estrutura para vacinação, entre outros. Os grandes valores gastos estão ocorrendo durante um período em que a arrecadação pública diminuiu. O prefeito de Salvador, Bruno Reis, afirmou, em coletiva, que o rombo no orçamento da Saúde, para este anos, é de R$ 400 milhões, e que a despesa mensal vai aumentar.
250 mil mortos e um país à deriva
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Estadão Conteúdo
- Ontem (24), o Brasil atingiu a triste marca de 250 mil mortos pela pandemia do novo coronavírus. É o maior morticínio da história brasileira. Com a triste marca, as redações dos jornais se debruçam a fazer uma série de comparativos estatísticos, já que é quase impossível contar a história individual de cada vítima, como numa matéria que aponta que a quantidade de pessoas mortas daria para lotar três estádios do tamanho do Maracanã. No entanto, são 250 mil pessoas que tiveram suas vidas e seus destinos abreviados, 250 amores de alguém, 250 mil sonhos, 250 mil pessoas que não terão a oportunidade de colocar um ponto final em suas próprias trajetórias. E de pensar que tudo poderia ter sido diferente, e que talvez centenas de milhares de vidas poderiam ter sido poupadas de um desfecho tão cruel. Capricho da democracia, talvez, todavia, mesmo o mais astuto cientista político afirma que seria muito improvável, por mais elaborada que fossem as alianças políticas, evitar que Jair Messias Bolsonaro vencesse as eleições de 2018. O Brasil tem à frente de sua República não somente um presidente que negou a gravidade da doença, mas que conspirou e conspira o tempo todo para sabotar as medidas de segurança sanitária, como o distanciamento social e o uso de máscara, aliás equipamento este que Jair raramente usa. Como se não bastasse, Messias propagandeou o uso de uma medicação, a famigerada cloroquina, sem que o fármaco tenha qualquer eficiência no tratamento da Covid-19. Mas o que é mais lamentável é saber que em agosto do ano passado, a Pfizer teria oferecido ao Brasil um contrato em condições especiais para a compra de 70 milhões de doses da vacina contra a Covid-19, porém Jair, em um ato leviano e displicente, ignorou a farmacêutica. Soma-se a maior crise sanitária da história brasileira, a falta de rumo da economia brasileira que patina sob a batuta de Paulo Guedes, os milhões de brasileiros sem ter o que comer e os passos sorrateiros de um presidente que sonha todos os dias e todas as noites com um novo 64. O gigante pela própria natureza está, de fato, deitado em berço esplêndido e à deriva total.
Este artigo não reflete, necessariamente, a opinião do site Sudoeste Bahia.
Belo é preso por fazer show em escola no Rio de Janeiro durante a pandemia
Por: James Martins
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Foto: Reprodução | G1
- O cantor Belo foi preso hoje (17), pela Delegacia de Combate às Drogas, da Polícia Civil do Rio de Janeiro, por fazer um show no Complexo da Maré, na Zona Norte da capital, furando os protocolos de restrições da pandemia de covid-19. O evento aconteceu no último sábado (13), dentro de um colégio público. Ele foi abordado e preso em Angra dos Reis, enquanto estava uma produtora local. Também foram apreendidos equipamentos de som e veículos. A polícia investiga também uma possível invasão ao Ciep 326- Professor César Pernetta, já que o show não obteve autorização das autoridades de Saúde. Vídeos postados por fãs do artista em redes sociais mostram grande aglomeração no local, com gente inclusive em cima do palco. Em entrevista à TV Globo, o cantor argumentou: “Fizemos o show seguindo todos os protocolos. Não temos controle do geral. Isso nem os governantes têm. As praias estão lotadas, transportes públicos, e só quem sofre as consequências são os artistas. Que foi o primeiro segmento a parar, e até agora não temos apoio de ninguém sobre a nossa retomada. Sustentamos mais de 50 famílias”. De acordo com a polícia, todas as pessoas envolvidas no evento serão ouvidas, e Belo será intimado para esclarecer quem pagou o cachê do show.
Bahia corre risco de ter colapso no sistema de saúde, afirma Rui Costa
Por: Geovana Oliveira
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoesta Bahia
- O governador Rui Costa alertou hoje (13) para o risco de um colapso no sistema de saúde da Bahia por causa do aumento progressivo dos casos de coronavírus no estado. Ele destacou que o momento é muito grave e afirmou que vários hospitais estão com 100% de ocupação dos leitos destinados ao tratamento da Covid-19. "Eu quero pedir a compreensão de vocês. Nós corremos o risco, se continuar nesse ritmo de crescimento da doença na Bahia, de em duas ou tres semanas estar pior do que estávamos em julho do ano passado. E corremos o risco de ter colapso no sistema de saúde. O que, em nenhum momento, nós tivemos, desde o inicio da pandemia", disse o governador. Desde novembro os casos estão subindo no estado. Ontem (12), a Bahia registrou 67 óbitos por coronavírus nas últimas 24 horas, segundo a Secretaria de Saúde do Estado - maior índice desde agosto de 2020. Rui Costa apelou ainda para que as pessoas respeitem as medidas contra o vírus e usem máscaras: "Nós estamos chegando no limite da quantidade de leitos. Tem gente, ou porque cansou, ou porque acha que como começou a vacinar já pode tirar a máscara. Por favor, ao sair na rua, use máscara".
Ainda não é hora de voltar', diz Rui Costa sobre retorno às aulas
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | GOV/BA
- Em meio à pressões pela volta às aulas presenciais na Bahia, o governador do estado, Rui Costa (PT), decidiu que o retorno às escolas não acontecerá por enquanto. Isso acontece porque as taxas das de ocupações de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e de mortalidade pela doença estão altas em diversos municípios ainda, de acordo com ele. A informação foi dita em uma reunião realizada ontem (11) com as prefeituras e as secretarias estaduais da Educação e da Saúde. "Ainda não é a hora de retornar às aulas presenciais”, afirmou o gestor. “Queremos o retorno das aulas, entendemos que é fundamental para o desenvolvimento de nossos jovens", disse Rui. "Mas o momento não está fácil", completou. "É um problema grave que requer todo o nosso foco antes que possamos pensar num retorno”, explicou. Nesta semana, o modelo de volta às aulas já havia sido discutido pensando em um possível breve retorno. Ele acontecerá de forma híbrida, com alternância entre metade da turma indo às aulas e a outra acompanhando online.
Livramento: PM irá coibir aglomerações em Canabrava no feriado municipal de São Gonçalo
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Divulgação | PM-BA
- Os festejos de São Gonçalo, padroeiro da comunidade de Canabrava, em Livramento de Nossa Senhora, é uma das manifestações religiosas mais tradicionais do calendário católico do município. Uma grande quantidade de romeiros se concentram no largo da igreja com traços de arquitetura colonial. Outra parte que chama bastante atenção diz respeito à festa profana, em que fé e folclore se misturam. Porém, no ano de 2021, em virtude da pandemia, a região do santuário estará liberada apenas para visitas, mas com uma série de restrições de ordem sanitária. E para garantir que não haja aglomerações, a 46ª Companhia Independente de Polícia Militar (46ª CIPM) estará fazendo o ordenamento e fiscalização no local até o dia 31 de janeiro, visto que o feriado de São Gonçalo acontece na próxima quinta-feira (28). Vale ressaltar que os PMs já estão a postos desde a última sexta-feira (22). Dentre as medidas adotadas, não será permitido a venda de alimentos e nem de bebidas nas imediações da praça da igreja, não será permitido a circulação de veículos e os grupos de visitação serão de no máximo 10 pessoas. Após a visitação do santuário, o romeiro terá que deixar o local imediatamente.
Universidades federais querem permissão do MEC para realizar atividades remotas até o fim 2021
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- Nesta sexta-feira (04), o Ministério da Educação se reuniu com representantes das universidades federais, após negativa das instituições em atender medida do Ministério da Educação (MEC) que pede o retorno das aulas presenciais já no início de 2021. Além de serem contrárias à volta das aulas no primeiro semestre de 2021, os representantes tentam negociar com o MEC a possibilidade de realizar atividades remotas (por meio da internet) durante todo ano de 2021. A informação é do jornal Estadão. Na reunião em questão, o ministro da Educação Milton Ribeiro disse que irá avaliar a possibilidade, mesmo indo de encontro a posição do presidente Jair Bolsonaro. A medida faz parte de uma resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE).























