Sem CNH, motociclista foge ao saber que moto seria apreendida em Iuiú
Sem CNH, motociclista foge ao saber que moto seria apreendida em Iuiú
Veículo estava sem retrovisores e com descarga livre, segundo a Polícia Militar.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um motociclista foi abordado pela Polícia Militar no distrito de Pindorama, zona rural de Iuiú, na noite de sábado (5), após ser visto circulando de forma suspeita na Rua Rabo da Gata. Durante a revista, os policiais encontraram um dichavador de maconha, embora sem qualquer porção de droga, e constataram várias irregularidades no veículo, como ausência de CNH, falta de retrovisores e descarga livre que gerava barulho excessivo.
- Ao ser informado da apreensão da Honda CG Fan, o condutor fugiu correndo por um terreno baldio, levando a chave da moto e escapando. A motocicleta foi recolhida e encaminhada ao pátio do Pelotão da Polícia Militar de Pindorama, permanecendo à disposição das autoridades para as medidas legais cabíveis.
Foto: Divulgação | Polícia Militar - 17ºBPM
Um motociclista fugiu da Polícia Militar para evitar a apreensão da moto na noite deste sábado (5), no distrito de Pindorama, zona rural de Iuiú. Segundo a PM, o homem foi visto em atitude suspeita circulando por uma viela da Rua Rabo da Gata e acabou abordado por uma guarnição do 17º BPM. Durante a revista, os policiais encontraram apenas um dichavador de maconha, sem qualquer porção de droga. Já na fiscalização da motocicleta, foram constatadas diversas irregularidades: o condutor não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH), a Honda CG Fan estava sem retrovisores e circulava com descarga livre, produzindo barulho acima do permitido. Quando foi informado de que o veículo seria apreendido, o motociclista saiu correndo por um terreno baldio, levando a chave da moto e conseguindo escapar. A Honda CG Fan foi recolhida e encaminhada ao pátio do Pelotão da Polícia Militar de Pindorama, onde permanecerá à disposição das autoridades para as medidas legais cabíveis.
Aziz mantém relatório da PEC do fim da escala 6x1 com o mesmo conteúdo do texto aprovado pela Câmara
Omar Aziz manteve texto aprovado pela Câmara e rejeitou emendas que buscavam preservar jornada de 44 horas semanais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Omar Aziz (PSD-AM) apresentou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado um relatório favorável à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa abolir a escala 6x1, mantendo a jornada de 40 horas semanais e dois dias de descanso, preferencialmente incluindo o domingo, sem redução salarial. A proposta prevê uma transição gradual, reduzindo a jornada para 42 horas em dois meses e para 40 horas após um ano, e pode avançar diretamente para promulgação se aprovado sem alterações.
- Aziz argumentou que a escala 6x1 afeta desproporcionalmente trabalhadores de menor renda e escolaridade, citando dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Ele defende que a redução da jornada é uma medida de justiça distributiva e não apenas política laboral, e que a PEC será analisada na próxima semana pela CCJ, com possibilidade de votação no plenário do Senado sem retorno à Câmara.
Foto: Pedro França | Agência Senado
O senador Omar Aziz (PSD-AM) apresentou nesta quinta-feira (27), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, relatório favorável à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1. O parlamentar recomendou a manutenção do texto aprovado pela Câmara dos Deputados, em uma tentativa de acelerar a tramitação em meio ao ano eleitoral. Aziz rejeitou as mudanças sugeridas por senadores, entre elas propostas de integrantes do PL para manter a jornada de 44 horas semanais. Com isso, o parecer preserva a previsão de redução da carga horária para 40 horas semanais, sem diminuição dos salários. A proposta também estabelece dois dias de descanso por semana, preferencialmente incluindo o domingo, mantendo o limite de oito horas diárias. Caso seja aprovada, a transição prevê a redução da jornada para 42 horas semanais em dois meses e, após um ano, para 40 horas. Relator defende redução da jornada - No relatório, Omar Aziz argumentou que a escala 6x1 afeta principalmente trabalhadores de menor renda e escolaridade. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), citados pelo senador, a jornada prolongada não atinge os trabalhadores de maneira uniforme. “Reduzi-la é, nessa exata medida, providência de justiça distributiva, e não apenas de política laboral”, afirmou Aziz. A PEC será analisada pela CCJ na próxima semana. Depois, se aprovada, precisará passar por dois turnos de votação no plenário do Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), ainda não confirmou se a matéria será levada ao plenário na próxima semana. Caso o Senado aprove o texto sem alterações em relação ao que foi aprovado pela Câmara, a proposta não precisará retornar aos deputados e poderá seguir para promulgação pelo Congresso Nacional.
PEC da Segurança será analisada pelo Senado na próxima quarta-feira
PEC da Segurança será analisada pelo Senado na próxima quarta-feira
Proposta é uma das prioridades do governo Lula e busca ampliar o combate ao crime organizado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A PEC da Segurança, considerada prioridade do governo de Lula, será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na próxima quarta-feira (2). O presidente do colegiado, senador Otto Alencar, confirmou a data em entrevista à GloboNews, destacando a intenção de endurecer o combate ao crime organizado e ampliar os instrumentos de enfrentamento às facções criminosas.
- A proposta, aprovada em dois turnos pela Câmara dos Deputados em 4 de março, ficou parada no Senado desde 10 de março. Na última sexta-feira (21), a matéria foi encaminhada à CCJ após conversa entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sinalizando retomada da tramitação de pautas governamentais. Se aprovada sem alterações, a PEC não precisará retornar à Câmara, acelerando sua tramitação.
Foto: Marcos Oliveira | Agência Senado
A PEC da Segurança, uma das prioridades do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na próxima quarta-feira (2). A informação foi confirmada pelo presidente do colegiado, senador Otto Alencar (PSD-BA) em entrevista à GloboNews. A proposta busca endurecer o combate ao crime organizado, ampliar os instrumentos de enfrentamento às facções criminosas e alterar dispositivos constitucionais relacionados à segurança pública. O texto foi aprovado em dois turnos pela Câmara dos Deputados em 4 de março, mas estava sem avanço no Senado desde 10 de março. Na última sexta-feira (21), a matéria foi encaminhada à CCJ após uma conversa entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), em um movimento visto por governistas como retomada da tramitação de pautas de interesse do governo. O relator, senador Rogério Carvalho (PT-SE), decidiu manter integralmente o texto aprovado pela Câmara. Caso seja aprovada pelos senadores sem alterações, a PEC não precisará retornar à Câmara, o que pode acelerar a tramitação.
Otto Alencar e Alcolumbre definem relatores de PECs do fim da escala 6x1 e da Segurança Pública
Omar Aziz será responsável pela proposta que reduz a jornada de trabalho, enquanto Rogério Carvalho relatará o texto que amplia a atuação federal no combate ao crime organizado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Otto Alencar, definiu com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, os relatores das PECs que tratam do fim da escala 6x1 e da Segurança Pública, nomeando Omar Aziz e Rogério Carvalho, respectivamente. As propostas foram encaminhadas à CCJ na última sexta-feira e são consideradas estratégicas pelo presidente Lula no contexto eleitoral, com a expectativa de votação no próximo esforço concentrado do Senado.
- A PEC do fim da escala 6x1 reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, com transição gradual, enquanto a PEC de Segurança Pública cria um sistema único de segurança na Constituição, amplia as atribuições da Polícia Federal, constitucionaliza fundos de Segurança Pública e Penitenciário, e prevê mecanismos de combate a facções e milícias de alta periculosidade.
Foto: Reprodução | Agência Senado
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), definiu com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), os relatores das PECs que tratam do fim da escala 6x1 e da Segurança Pública. O senador Omar Aziz (PSD-AM) ficará responsável pela relatoria da proposta que prevê o fim da escala 6x1. Já Rogério Carvalho (PT-SE) será o relator da PEC da Segurança Pública. As duas propostas foram encaminhadas à CCJ nesta sexta-feira (21) e são consideradas estratégicas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no contexto eleitoral. Segundo Otto Alencar, os relatores agora devem definir o cronograma de análise das matérias. A partir disso, será avaliada a possibilidade de votação durante o próximo esforço concentrado do Senado, previsto para o fim de agosto e o início de setembro. PECs - A PEC do fim da escala 6x1 reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, com dois dias de descanso remunerado por semana, sem redução salarial. A transição prevê redução para 42 horas nos primeiros dois meses e, depois, mais 12 meses para chegar às 40 horas. A mudança poderá ser aplicada a empresas que funcionam todos os dias, desde que sejam respeitados os limites de jornada e folgas. Já a PEC da Segurança Pública cria um sistema único de segurança pública na Constituição, com responsabilidades compartilhadas entre União, estados e municípios. O texto amplia as atribuições da Polícia Federal para combater organizações criminosas e milícias com atuação interestadual ou internacional e permite que a PRF atue também em ferrovias e hidrovias. A proposta ainda constitucionaliza os fundos nacionais de Segurança Pública e Penitenciário. A PEC também prevê mecanismos de combate a facções e milícias de alta periculosidade. A redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, que chegou a ser incluída em uma versão anterior, foi retirada antes da votação e deverá ser discutida separadamente.
MP investiga denúncia de bloqueio a alunos da rede privada no CEEP de Guanambi
MP investiga denúncia de bloqueio a alunos da rede privada no CEEP de Guanambi
Procedimento apura supostas restrições na matrícula de estudantes oriundos de escolas particulares.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MPBA) instaurou um procedimento administrativo para apurar denúncias de possíveis irregularidades no processo de matrícula em colégios da rede estadual de ensino em Guanambi, com foco nas restrições que estudantes vindos de escolas particulares possam enfrentar ao ingressar nas unidades públicas.
- A investigação, conduzida pela 1ª Promotoria de Justiça de Guanambi por meio da Portaria nº 125/2026, tem como objetivo garantir que o ingresso na rede estadual respeite os princípios constitucionais da igualdade de acesso e da gratuidade do ensino, reunindo documentos, ouvindo as partes envolvidas e, caso sejam constatadas irregularidades, podendo expedir recomendações ou adotar medidas judiciais.
Foto: Feijão Almeida - GOVBA
O Ministério Público da Bahia (MPBA) instaurou um procedimento administrativo para apurar denúncias de possíveis irregularidades no processo de matrícula em colégios da rede estadual de ensino em Guanambi. A investigação busca verificar se estudantes vindos de escolas particulares estão enfrentando restrições para ingressar nas unidades públicas. A apuração foi instaurada pela 1ª Promotoria de Justiça de Guanambi, por meio da Portaria nº 125/2026, assinada pelo promotor Leandro Mansine Meira Cardoso de Castro. Um dos principais focos da investigação é o Centro Estadual de Educação Profissional (Ceep), onde o MP pretende esclarecer se há critérios que possam limitar ou impedir o acesso de alunos oriundos da rede privada. Segundo o Ministério Público, o objetivo é garantir que o ingresso na rede estadual respeite os princípios constitucionais da igualdade de acesso e da gratuidade do ensino, sem restrições não previstas na legislação. Durante o procedimento, serão reunidos documentos, ouvidas as partes envolvidas e, caso sejam constatadas irregularidades, poderão ser expedidas recomendações ou adotadas medidas judiciais.
STF decide por unanimidade ampliar medidas protetivas da Lei Maria da Penha
STF decide por unanimidade ampliar medidas protetivas da Lei Maria da Penha
Decisão permite proteção em casos de violência de gênero mesmo sem vínculo doméstico, familiar ou afetivo entre vítima e agressor
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, ampliar a aplicação das medidas protetivas de urgência previstas na Lei Maria da Penha para casos de violência de gênero fora do contexto doméstico, familiar ou afetivo, permitindo que sejam aplicadas em situações de assédio, perseguição e sequestro quando a violência for motivada pelo gênero da vítima, independentemente do vínculo com o agressor.
- A decisão, que seguirá a Justiça em casos semelhantes, obriga os juízes a analisar pedidos de proteção mesmo sem atuação em juizados especializados, e destaca que a violência contra a mulher não se limita ao ambiente doméstico. Relator Edson Fachin e ministra Cármen Lúcia enfatizaram a necessidade de proteger todas as mulheres, ressaltando que o feminicídio é um ato de poder e não de afeto, enquanto a medida ocorre no mês em que a Lei Maria da Penha completa 20 anos.
Foto: Gustavo Moreno | STF
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, nesta quarta-feira (19), ampliar a aplicação das medidas protetivas de urgência previstas na Lei Maria da Penha para casos de violência de gênero contra mulheres fora do contexto doméstico, familiar ou afetivo. Os dez ministros que participaram do julgamento acompanharam o entendimento, que deverá ser seguido pela Justiça em casos semelhantes. Com a decisão, as medidas poderão ser aplicadas em situações como assédio, perseguição e sequestro quando ficar caracterizado que a violência ocorreu em razão do gênero da vítima, independentemente do vínculo com o agressor. O principal critério passa a ser a motivação do ato e a condição feminina da vítima. Proteção não dependerá de vínculo com agressor - As medidas previstas na Lei Maria da Penha incluem afastamento do agressor, proibição de aproximação e de contato com a vítima, além de restrições de acesso a determinados locais. O STF também definiu que o juiz que receber um pedido de proteção deverá analisá-lo mesmo que não atue em um juizado especializado em violência doméstica. O julgamento teve origem em um caso de Minas Gerais. Uma mulher relatou ter sido ameaçada durante meses por um vizinho, que dizia que iria se casar com ela, levá-la para casa e matá-la. A Justiça mineira havia negado as medidas protetivas por entender que não existia relação doméstica, familiar ou afetiva entre os dois. Relator do processo, o presidente do STF, Edson Fachin, afirmou que a violência contra a mulher não se limita ao ambiente doméstico e pode reproduzir padrões de discriminação baseados no gênero. “Os dados empíricos que temos conhecimento mostram o que está estampado diariamente: o feminicídio é uma tragédia e chaga que desafia a sociedade brasileira e o estado brasileiro”, afirmou. Para Fachin, toda mulher tem direito a viver livre de violência tanto na esfera pública quanto na privada. A ministra Cármen Lúcia também defendeu a ampliação da proteção e afirmou que o feminicídio está relacionado a uma questão de poder, e não de afeto. “Quem ama não mata. O feminicídio é praticado, assassinato de mulher é praticado por uma questão de poder”, declarou. A decisão ocorre no mês em que a Lei Maria da Penha completa 20 anos e considera também compromissos internacionais assumidos pelo Brasil para combater a violência de gênero.
Governo tenta aprovar fim da taxa das blusinhas antes de medida perder validade
Governo tenta aprovar fim da taxa das blusinhas antes de medida perder validade
Texto prevê o fim do imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal pretende intensificar, na próxima semana, a articulação com a base aliada no Congresso Nacional para acelerar a tramitação da medida provisória (MP) que elimina o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecida como "taxa das blusinhas".
- A MP permanece paralisada porque a comissão mista responsável por analisá‑la ainda não foi instalada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O governo enviou um pedido formal para que o colegiado seja criado, de modo que a proposta possa avançar no Congresso, antes da validade expirar em 8 de setembro.
Foto: Diogo Zacarias | Ministério da Fazenda
O governo federal pretende intensificar, na próxima semana, a articulação com a base aliada no Congresso Nacional para acelerar a tramitação da medida provisória (MP) que elimina o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecida como "taxa das blusinhas". A informação foi divulgada nesta quarta-feira (19) pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante participação no Fórum Saúde, realizado em Brasília. Segundo o ministro, a prioridade é garantir a instalação da comissão mista responsável por analisar a proposta. "O esforço do governo é mobilizar a base do Congresso Nacional e constituir a comissão mista da medida provisória", afirmou Durigan. A instalação do colegiado, prevista para a semana passada, foi adiada. Sem a análise da comissão, a tramitação da medida segue paralisada. A MP perde a validade no dia 8 de setembro caso não seja aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. O atraso ocorreu porque a comissão ainda não foi instalada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Diante da situação, o governo encaminhou um pedido formal para que o colegiado seja criado e a proposta possa avançar no Congresso.
Lula sanciona lei que endurece punições para crimes sexuais contra crianças na internet
Nova legislação também torna esses crimes hediondos, garante atendimento às vítimas pelo SUS e amplia punições para quem utiliza recursos para ocultar a identidade na internet
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma nova legislação que endurece as penalidades para crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes cometidos no ambiente digital. A nova lei prevê punições mais severas para práticas que utilizem inteligência artificial, deepfakes, perfis falsos e recursos de ocultação de IP para dificultar a identificação dos criminosos, além de classificar as principais infrações dessa natureza como crimes hediondos.
- Adicionalmente, a norma assegura o atendimento psicológico e psicossocial gratuito às vítimas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), estabelecendo que o agressor poderá ser obrigado a arcar com os custos do tratamento. A nova lei também estipula penas de quatro a dez anos de prisão para a produção, financiamento ou registro de conteúdos de abuso, ampliando as possibilidades de prisão preventiva e modernizando a terminologia legal aplicável no país.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta quinta-feira (6), uma lei que endurece as punições para crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes praticados no ambiente digital, incluindo casos que envolvam o uso de inteligência artificial, como deepfakes e perfis falsos. O texto, de autoria do deputado federal Osmar Terra (MDB-RS), havia sido aprovado pelo Senado em julho. Entre as principais mudanças, a legislação aumenta a pena para o aliciamento de menores de 14 anos quando o criminoso utiliza inteligência artificial, identidade falsa ou deepfakes para enganar a vítima. Também prevê punições mais severas para quem usa ferramentas de ocultação de IP ou outros recursos digitais para dificultar a identificação durante a prática dos crimes. A nova lei ainda inclui os principais crimes de violência sexual infantil no rol dos crimes hediondos, amplia as possibilidades de prisão preventiva e substitui o termo "pornografia infantil" por "conteúdo de violência sexual contra criança ou adolescente", abrangendo inclusive imagens geradas por inteligência artificial. Atendimento psicológico - Outro ponto da norma garante atendimento psicológico e psicossocial às vítimas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com acesso restrito para proteger crianças e adolescentes. O agressor também poderá ser obrigado a custear o tratamento e ressarcir o SUS pelas despesas. A legislação estabelece pena de quatro a dez anos de prisão, além de multa, para quem produzir, registrar, financiar ou recrutar menores para conteúdos de violência sexual. A punição pode ser aumentada em até dois terços quando houver comercialização, armazenamento do material ou uso de mecanismos para ocultar a identidade do criminoso.
MP recomenda que Prefeitura de Urandi ajuste estrutura da segurança pública em 90 dias
Promotoria aponta falhas na gestão municipal e orienta criação de Conselho, Fundo de Segurança, Plano Municipal e integração ao Sinesp
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia emitiu uma recomendação para que a Prefeitura de Urandi adote medidas para regularizar a segurança pública do município em até 90 dias. A recomendação foi expedida após um diagnóstico que identificou falhas importantes na organização da segurança pública local.
- A promotora Gabrielly Coutinho Santos orientou o prefeito a encaminhar um projeto de lei para criação do Conselho Municipal de Segurança Pública e do Fundo Municipal, além de implantar uma ouvidoria autônoma e integrar Urandi ao Sinesp.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP‑BA) emitiu uma recomendação para que a Prefeitura de Urandi adote, em até 90 dias, medidas destinadas a regularizar a estrutura da segurança pública do município. O documento foi expedido na sexta‑feira (31) pela promotora Gabrielly Coutinho Santos, dentro do Projeto Município Seguro. A orientação do MP se baseia em um diagnóstico elaborado pela própria Procuradoria do Município, que identificou falhas importantes na organização da segurança pública local. Embora Urandi possua Guarda Municipal, a cidade não tem autoridade de trânsito, não possui Conselho Municipal de Segurança, não dispõe de Fundo Municipal, não elaborou o Plano Municipal de Segurança Pública e não está integrada ao Sinesp, sistema nacional que reúne dados de segurança pública. O Ministério Público também destacou que o município não recebe recursos dos fundos nacional e estadual de segurança pública há pelo menos dois anos, justamente por não atender às exigências do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP). Na recomendação, a promotora orienta que o prefeito encaminhe à Câmara um projeto de lei para criação do Conselho Municipal de Segurança Pública e do Fundo Municipal, além de implantar uma ouvidoria autônoma, integrar Urandi ao Sinesp e elaborar o Plano Municipal de Segurança Pública. O MP ressalta que a recomendação não tem caráter obrigatório, mas alerta que, caso o município não adote as medidas dentro do prazo, poderá ser firmado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) ou até mesmo proposta uma Ação Civil Pública para garantir o cumprimento da legislação.
Manifestações pedem aprovação do PL da Misoginia e combate à violência contra mulheres
Mobilização aconteceu em diversas cidades brasileiras para defender a aprovação de projeto que cria punições específicas para crimes motivados por ódio e discriminação contra mulheres.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Manifestações do movimento Levante Mulheres Vivas ocorreram em diversas cidades brasileiras para pressionar a Câmara dos Deputados a votar o Projeto de Lei (PL) 896/2023, conhecido como PL da Misoginia. Já aprovada pelo Senado, a proposta altera a legislação nacional para incluir a misoginia entre os crimes de discriminação e preconceito, prevendo pena de dois a cinco anos de reclusão para quem praticar, incitar violência ou ofender a dignidade das mulheres em razão de sua condição de gênero.
- O movimento, que realizou atos em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador, foca no combate ao aumento da violência de gênero e dos discursos de ódio, especialmente no ambiente virtual. Apoiadores defendem que a nova lei ajudará a enfrentar crimes digitais, como o compartilhamento de conteúdos que incitam violência sexual e a produção de imagens falsas de nudez, esperando sensibilizar os parlamentares para a votação do projeto após a retomada das sessões em agosto.
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Cidades de todas as regiões do país receberam neste domingo (3) mobilizações do Levante Mulheres Vivas, movimento que cobra da Câmara dos Deputados a votação do Projeto de Lei (PL) 896/2023, conhecido como PL da Misoginia. A proposta já foi aprovada pelo Senado e aguarda inclusão na pauta do plenário da Câmara. O projeto altera a Lei nº 7.716/1989 para incluir a misoginia entre os crimes de discriminação e preconceito. A proposta prevê pena de dois a cinco anos de prisão para quem praticar, incentivar ou incitar violência, restringir direitos ou ofender a dignidade de mulheres em razão de sua condição. O texto também amplia a proteção legal ao incluir a condição de mulher entre as hipóteses de injúria discriminatória. Segundo a cofundadora do movimento, Rachel Ripani, a mobilização reuniu mulheres, homens e representantes da sociedade civil preocupados com o aumento da violência de gênero e da disseminação de discursos de ódio contra mulheres nas redes sociais. Ela afirma que o objetivo da proposta é combater práticas criminosas, sem restringir a liberdade de opinião ou de expressão. Os organizadores também defendem que a nova legislação ajude a enfrentar crimes praticados no ambiente digital, como a divulgação de conteúdos que incentivem violência sexual, a produção de imagens falsas de nudez e outras formas de violência virtual contra mulheres e adolescentes. As manifestações ocorreram em cidades como Salvador, Juazeiro, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e João Pessoa. O movimento espera sensibilizar os deputados para que o projeto seja votado após a retomada das sessões deliberativas da Câmara, prevista para agosto. Segundo os organizadores, a aprovação da proposta é considerada uma medida importante para fortalecer o combate à violência e ao discurso de ódio contra as mulheres no Brasil.
TCM multa prefeito de Sebastião Laranjeiras por falhas no Portal da Transparência
Tribunal aponta irregularidades na divulgação de informações públicas e determina adequações; decisão ainda cabe recurso
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) aplicou multa de R$ 1,5 mil ao prefeito de Sebastião Laranjeiras por falhas no Portal da Transparência do município. Após fiscalização, o tribunal constatou que informações obrigatórias continuavam ausentes ou incompletas na plataforma oficial da prefeitura.
- A decisão da 1ª Câmara do TCM recomendou que a Prefeitura de Sebastião Laranjeiras adote providências para adequar o Portal da Transparência às exigências da Lei de Acesso à Informação e das normas estabelecidas pelo órgão de controle.
Foto: Reprodução
O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) aplicou multa de R$ 1,5 mil ao prefeito de Sebastião Laranjeiras, Pedro Antônio Pereira Malheiros, após identificar falhas no Portal da Transparência do município. A decisão foi tomada pela 1ª Câmara do TCM durante sessão realizada na última quarta-feira (29). De acordo com o tribunal, o processo foi considerado parcialmente procedente após fiscalização constatar que, mesmo com prazo concedido para correções, diversas informações obrigatórias continuavam ausentes ou incompletas no portal oficial da prefeitura. Entre as principais irregularidades apontadas estão a falta de dados sobre licitações, contratos, obras, convênios, prestação de contas, servidores públicos, remuneração, diárias, emendas parlamentares, dívida ativa, saúde, educação, ouvidoria e proteção de dados. A relatora do processo, conselheira Camila Vasquez, destacou que apenas criar seções no Portal da Transparência não é suficiente para cumprir a legislação. Segundo ela, as informações devem ser disponibilizadas de forma clara, completa, atualizada e acessível para garantir o direito de acesso à informação e fortalecer o controle social. Apesar de reconhecer que a administração municipal promoveu melhorias na estrutura do portal, o TCM concluiu que as medidas adotadas não foram suficientes para sanar todas as irregularidades encontradas. Além da multa, o Tribunal recomendou que a Prefeitura de Sebastião Laranjeiras adote as providências necessárias para adequar o Portal da Transparência às exigências da Lei de Acesso à Informação e das normas estabelecidas pelo órgão de controle. A decisão ainda cabe recurso.
Projeto Guanambi MilGrau busca reconhecimento do Grau como modalidade esportiva
Projeto Guanambi MilGrau busca reconhecimento do Grau como modalidade esportiva
Projeto defende a retirada da prática das ruas e a criação de um ambiente seguro para treinos e eventos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O praticante e organizador Henrique Meirelles lidera um movimento em defesa da regulamentação da prática do Grau em Guanambi. O objetivo é criar um espaço exclusivo e regulamentado para treinos e competições, retirando as atividades das vias públicas e oferecendo um ambiente seguro. Além disso, o projeto promove ações sociais, eventos beneficentes e atividades de integração entre motociclistas, ciclistas e a comunidade.
- A iniciativa visa incentivar a prática responsável, reforçar a importância do uso de equipamentos de proteção e da preservação da vida. A criação de um espaço específico é esperada para contribuir para a redução de manobras irregulares e fortalecer o desenvolvimento do esporte de forma organizada e segura em Guanambi.
Foto: Reprodução
O praticante e organizador Henrique Meirelles tem liderado um movimento em defesa da regulamentação da prática do Grau em Guanambi. À frente do projeto Guanambi MilGrau, ele busca o diálogo com o poder público, órgãos de trânsito e demais autoridades para viabilizar a criação de um espaço apropriado para treinos e competições. A proposta prevê que a modalidade seja praticada em uma área exclusiva e regulamentada, retirando os treinamentos das vias públicas e oferecendo um ambiente com estrutura adequada, fiscalização e cumprimento das normas de segurança. Segundo Henrique, a iniciativa tem como objetivo incentivar a prática responsável, reforçando a importância do uso de equipamentos de proteção, da preservação da vida e do respeito à legislação de trânsito. Além da busca pelo reconhecimento da modalidade esportiva, o projeto também promove ações sociais, eventos beneficentes e atividades de integração entre motociclistas, ciclistas e a comunidade. A expectativa é que a criação de um espaço específico contribua para reduzir manobras irregulares nas ruas e fortaleça o desenvolvimento do esporte de forma organizada e segura em Guanambi.
Torcedor argentino faz gesto racista em Morro de São Paulo
Torcedor argentino faz gesto racista em Morro de São Paulo
Imagens mostram torcedor imitando macaco
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Torcedor argentino é flagrado fazendo gestos racistas em Morro de São Paulo, Bahia, e a prefeitura local reitera compromisso com a diversidade e a convivência respeitosa entre culturas.
- A prefeitura de Cairu, município onde fica Morro de São Paulo, divulgou nota repudiando o ato e se colocou à disposição para colaborar com as investigações e incentivou as vítimas a formalizarem denúncias junto à Polícia Civil.
Foto: Reprodução
Um torcedor argentino foi flagrado fazendo gestos racistas durante a comemoração pela classificação da seleção para a final da Copa do Mundo. O episódio ocorreu nesta quarta-feira (15), em Morro de São Paulo, no Baixo Sul da Bahia. Imagens que circulam nas redes sociais mostram um grupo de argentinos celebrando quando um jovem aparece imitando um macaco em direção a outro rapaz que estava no local. Diante da repercussão, a prefeitura de Cairu, município onde fica Morro de São Paulo, divulgou nota repudiando o ato. “O município declara que não compactua com atos de discriminação, racismo ou qualquer forma de violência contra qualquer pessoa que circule em seu território, sejam moradores, trabalhadores ou visitantes”, diz o comunicado. A administração destacou ainda que Morro de São Paulo é um destino turístico internacional e que a convivência respeitosa entre culturas é parte essencial da identidade da região. A prefeitura se colocou à disposição para colaborar com as investigações e incentivou as vítimas a formalizarem denúncias junto à Polícia Civil. O comunicado reforça que o crime de injúria racial é inafiançável e imprescritível, conforme a legislação brasileira.
MEI poderá faturar até R$ 110 mil por ano, prevê projeto
MEI poderá faturar até R$ 110 mil por ano, prevê projeto
Novo teto poderá chegar a R$ 140 mil em 2028.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou à Câmara dos Deputados um projeto de lei complementar que propõe um aumento significativo no limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI). A iniciativa visa elevar o teto dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e, posteriormente, para R$ 140 mil em 2028. Além do reajuste financeiro, a proposta também permite que o MEI contrate até dois funcionários, em vez de um, ampliando a capacidade de expansão dos pequenos negócios.
- Essa medida atende a uma antiga reivindicação de entidades representativas dos pequenos empreendedores e busca corrigir a defasagem do limite atual, que não é reajustado desde 2018 e não considera a inflação acumulada. O Ministério do Empreendedorismo justifica que muitos empreendedores são forçados a sair do regime simplificado ao ultrapassar o limite, mesmo sem um crescimento substancial de suas atividades. O projeto ainda passará por análise em comissões da Câmara e do Senado antes de seguir para sanção presidencial.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou à Câmara dos Deputados, nesta segunda-feira (29), um projeto de lei complementar que aumenta o limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI). A proposta prevê que o teto passe dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e chegue a R$ 140 mil em 2028. Além do reajuste no limite de receita bruta anual, o projeto também amplia de um para dois o número máximo de funcionários que poderão ser contratados por um microempreendedor individual. Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), a proposta será encaminhada para a comissão especial que já analisa projetos relacionados ao tema. Nas redes sociais, ele afirmou que o envio do texto faz parte de um acordo firmado durante as negociações para a aprovação da proposta que trata do fim da escala de trabalho 6x1. A atualização do teto do MEI é uma reivindicação antiga de entidades que representam os pequenos empreendedores. Atualmente, o limite de faturamento está em vigor desde 2018, sem reajustes. De acordo com o Ministério do Empreendedorismo, a proposta busca corrigir essa defasagem, considerando a inflação acumulada e o crescimento natural da receita dos pequenos negócios. Segundo a pasta, muitos empreendedores acabam ultrapassando o limite atual e precisam deixar o regime simplificado, mesmo sem um aumento significativo da atividade. O projeto ainda será analisado pelas comissões da Câmara e do Senado antes de seguir para sanção presidencial, caso seja aprovado.
CCJ aprova PEC que reduz maioridade penal de 18 para 16 anos
CCJ aprova PEC que reduz maioridade penal de 18 para 16 anos
Texto ainda precisa passar por comissão especial e por duas votações no plenário da Câmara antes de seguir para o Senado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10) a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que busca reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos. A decisão, tomada por 44 votos a 18, representa a primeira etapa da tramitação da proposta no Congresso Nacional, com a comissão, presidida pelo deputado Leur Lomanto Júnior (União Brasil), analisando apenas a constitucionalidade da matéria.
- O mérito da proposta será debatido em uma comissão especial antes de seguir para votação no plenário da Câmara. O texto aprovado, sob relatoria do deputado Coronel Assis (PL-MT), focou exclusivamente na responsabilização criminal de adolescentes a partir dos 16 anos, retirando os dispositivos que alteravam a esfera civil. Além disso, a CCJ considerou admissíveis duas PECs apensadas, uma para redução em casos específicos (crimes hediondos) e outra para ampliar a responsabilização criminal para adolescentes entre 12 e 16 anos em situações de violência.
Foto: Kayo Magalhães | Câmara dos Deputados
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10) a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. O parecer favorável foi aprovado por 44 votos a 18 e representa a primeira etapa da tramitação da proposta no Congresso Nacional. Presidida pelo deputado baiano Leur Lomanto Júnior (União Brasil), a comissão analisou apenas a constitucionalidade da matéria. O mérito da proposta ainda será debatido em uma comissão especial antes de seguir para votação no plenário da Câmara, onde precisará ser aprovada em dois turnos. Entre os parlamentares da Bahia que votaram a favor da admissibilidade da PEC estão Leur Lomanto Júnior, Arthur Maia, José Rocha e Paulo Azi, todos do União Brasil. Já os deputados Bacelar (PV), Félix Mendonça Júnior (PDT) e Lídice da Mata (PSB) votaram contra o avanço da proposta. O texto original, apresentado pelo ex-deputado Gonzaga Patriota (PE), previa a redução da maioridade civil e penal para 16 anos. Com isso, adolescentes passariam a responder criminalmente como adultos e também teriam acesso a direitos civis, como a possibilidade de celebrar contratos, obter carteira de habilitação e assumir outras responsabilidades legais. No entanto, o relator da matéria, deputado Coronel Assis (PL-MT), retirou os dispositivos relacionados à esfera civil. O parecer aprovado trata exclusivamente da responsabilização criminal de adolescentes a partir dos 16 anos, sem alterar regras sobre capacidade civil. Além da proposta principal, a CCJ também considerou admissíveis duas PECs apensadas ao texto. Uma delas prevê a redução da maioridade penal apenas em casos específicos, como crimes hediondos. A outra amplia a responsabilização criminal para adolescentes entre 12 e 16 anos em determinadas situações envolvendo violência ou crimes contra a vida. Com a aprovação na CCJ, a discussão sobre a redução da maioridade penal ganha novo impulso no Congresso e seguirá para as próximas fases de análise legislativa.
Projeto prevê que condenados por crimes a animais não assumam cargos públicos
Projeto prevê que condenados por crimes a animais não assumam cargos públicos
Proposta apresentada na Assembleia Legislativa impede a nomeação de condenados por crimes contra animais para funções públicas estaduais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A deputada estadual Ludmilla Fiscina (PSD) protocolou na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) o Projeto de Lei nº 26.315/2026, que visa proibir a nomeação e contratação de pessoas condenadas por crimes de maus-tratos a animais para cargos, empregos e funções públicas no estado. A iniciativa busca reforçar o combate à violência contra os animais e ampliar a responsabilização dos infratores, complementando as penalidades já existentes na legislação ambiental brasileira.
- Ao justificar a proposta, a parlamentar citou estudos que correlacionam a crueldade contra animais com outros tipos de violência, incluindo casos de violência doméstica e abuso infantil. Ludmilla Fiscina enfatizou que os atos de maus-tratos não podem ser banalizados. O projeto agora segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da ALBA antes de ser votado em plenário e, caso aprovado, integrará os critérios de acesso ao serviço público baiano.
Foto: Reprodução
A deputada estadual Ludmilla Fiscina (PSD) apresentou na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) um projeto de lei que pretende impedir a nomeação e contratação de pessoas condenadas por crimes de maus-tratos a animais para cargos, empregos e funções públicas no estado. A proposta, registrada como Projeto de Lei nº 26.315/2026, estabelece que indivíduos condenados por esse tipo de crime fiquem impedidos de assumir funções na administração pública estadual, além das penalidades já previstas na legislação ambiental brasileira. Segundo o texto, a medida busca reforçar o combate à violência contra os animais e ampliar os mecanismos de responsabilização dos infratores. Atualmente, a Lei de Crimes Ambientais tipifica como crime a prática de maus-tratos, ferimentos ou mutilação de animais. Ao justificar a iniciativa, a parlamentar destacou estudos que apontam uma possível relação entre a crueldade contra animais e outros tipos de violência. Dados citados pela deputada indicam que uma parcela significativa dos autores de maus-tratos também está envolvida em crimes contra pessoas, incluindo casos de violência doméstica e abuso infantil. “Não podemos admitir que os maus-tratos contra os animais sejam tratados com banalidade ou que seus autores permaneçam sem consequências compatíveis com a gravidade dos atos praticados”, afirmou Ludmilla Fiscina. O projeto ainda passará pela análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da ALBA antes de seguir para votação em plenário. Caso seja aprovado pelos deputados e sancionado pelo governo estadual, a medida passará a integrar os critérios de acesso a cargos e funções públicas na Bahia.
Câmara aprova projeto que autoriza pais a internarem menores usuários de drogas
Câmara aprova projeto que autoriza pais a internarem menores usuários de drogas
Texto altera Lei Antidrogas, cria novas regras de acolhimento e exige comunicação ao MP e ao Conselho Tutelar
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que estabelece novas regras para a internação de adolescentes usuários ou dependentes de drogas em situação de risco. O projeto altera a Lei Antidrogas e cria duas modalidades de internação, e agora segue para análise do Senado.
- O texto também cria o acolhimento voluntário de crianças e adolescentes em tratamento por dependência química, permitindo que permaneçam acompanhados dos pais ou responsáveis, e determina que o acolhimento não dispensa a frequência escolar, exceto em casos de ameaça comprovada à vida ou à integridade física.
Foto: Reprodução | Bigstock
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (28) o projeto de lei que estabelece novas regras para a internação de adolescentes usuários ou dependentes de drogas em situação de risco. A proposta, apresentada originalmente pelo deputado baiano Pastor Sargento Isidório (Avante), recebeu substitutivo do relator, deputado Dr. Fernando Máximo (PL‑RO), e segue agora para análise do Senado. O texto altera a Lei Antidrogas e cria duas modalidades de internação: a assistida, que exige consentimento dos pais ou responsáveis e concordância do adolescente, e a voluntária, que pode ser solicitada pelos pais, responsáveis ou, na ausência deles, determinada por autoridade competente. Em ambos os casos, a internação e a alta deverão ser comunicadas ao Conselho Tutelar e ao Ministério Público em até 72 horas. O projeto também proíbe internações em comunidades terapêuticas acolhedoras, restringindo o atendimento a instituições credenciadas e com estrutura adequada. Segundo o relator, a proposta “disciplina a internação de adolescentes usuários ou dependentes de drogas em situação de risco, observadas as garantias legais e procedimentais cabíveis”. Além disso, o texto cria o acolhimento voluntário de crianças e adolescentes em tratamento por dependência química, permitindo que permaneçam acompanhados dos pais ou responsáveis. As instituições deverão contar com equipe multiprofissional, ambiente com aspecto residencial e espaços destinados a estudo e cursos. O projeto determina ainda que o acolhimento não dispensa a frequência escolar, exceto em casos de ameaça comprovada à vida ou à integridade física por organizações criminosas ou grupos ligados ao tráfico de drogas. A proposta segue agora para o Senado, onde será votada antes de eventual sanção presidencial.
Tremedal: TCM veta contratação de mais de 2 mil funcionários sem concurso
Tremedal: TCM veta contratação de mais de 2 mil funcionários sem concurso
Tribunal determinou suspensão imediata das admissões irregulares e notificou prefeito para prestar esclarecimentos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) determinou que a Prefeitura de Tremedal suspenda imediatamente novas contratações de pessoal sem respaldo legal, devido à investigação de irregularidades na contratação de prestadores de serviços entre janeiro e setembro de 2025. O relatório aponta que essas contratações apresentam características de continuidade, habitualidade e subordinação, violando o artigo 37 da Constituição Federal que exige concurso público.
Foto: Reprodução
O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) determinou que a Prefeitura de Tremedal suspenda imediatamente novas contratações de pessoal sem respaldo legal. A decisão foi homologada nesta quarta-feira (27) pela 1ª Câmara do órgão, após medida cautelar concedida pelo conselheiro Paulo Rangel. Segundo o TCM, a investigação foi aberta depois que a equipe técnica identificou possíveis irregularidades na contratação de prestadores de serviços — pessoas físicas — entre janeiro e setembro de 2025. Nesse período, foram registrados 2.158 pagamentos a trabalhadores sem concurso público, sem processo seletivo simplificado e sem nomeação para cargos comissionados previstos em lei. O relatório aponta que as contratações apresentavam características de continuidade, habitualidade e subordinação, o que indicaria o uso de prestadores de serviços para funções permanentes da administração municipal. A prática viola o artigo 37 da Constituição Federal, que exige concurso público para esse tipo de atividade. Na análise da cautelar, o conselheiro Paulo Rangel destacou que não há qualquer registro de processo seletivo ou outro procedimento regular que justificasse as admissões. Para ele, manter as contratações poderia causar prejuízos ao interesse público e comprometer a gestão municipal. Com a decisão, o prefeito José Carlos Vieira Bahia está proibido de realizar novas contratações sem amparo jurídico até o julgamento final do processo. O gestor também foi notificado a apresentar defesa e esclarecer os apontamentos feitos pela 5ª Inspetoria Regional do TCM-BA. O caso segue em análise no Tribunal, que deve avaliar se houve dano ao erário e se serão aplicadas penalidades adicionais ao município e aos responsáveis.
Ivana Bastos institui programa de proteção digital; Câmaras poderão aderir
Ivana Bastos institui programa de proteção digital; Câmaras poderão aderir
Programa instituído pela presidente Ivana Bastos prevê ações permanentes de adequação à legislação de proteção de dados e fortalecimento da governança institucional.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputada Ivana Bastos, instituiu o programa “ALBA Protege Dados”, uma iniciativa permanente que visa adequar a Casa às normas de proteção de dados pessoais e fortalecer sua governança institucional. O programa, oficializado por ato da presidência, busca consolidar e aprimorar ações de conformidade com a legislação de proteção de dados, ampliando a segurança das informações e os direitos dos titulares. Inicialmente restrito à ALBA, o ato prevê a futura adesão voluntária de câmaras municipais do estado.
- A execução do “ALBA Protege Dados” será contínua, com atualizações periódicas e coordenação da encarregada de dados da ALBA, que orientará e monitorará as medidas implementadas. Entre as ações previstas, destaca-se a elaboração de uma cartilha educativa para servidores e agentes institucionais, detalhando conceitos e boas práticas no tratamento de dados. A iniciativa reflete o avanço das exigências da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) em órgãos públicos e instituições brasileiras.
Ivana é a primeira deputada a comandar o Poder Legislativo baiano em 190 anos - Foto: Vaner Casaes | Alba
A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputada Ivana Bastos, instituiu o programa “ALBA Protege Dados”, iniciativa voltada à adequação da Casa às normas de proteção de dados pessoais e ao fortalecimento da governança institucional. O programa foi oficializado por meio de ato da presidência e terá caráter permanente dentro do Legislativo estadual. Segundo a ALBA, a proposta é consolidar, aprimorar e dar continuidade às ações relacionadas à conformidade com a legislação de proteção de dados, além de ampliar a segurança das informações e os direitos dos titulares dos dados pessoais. Inicialmente, o programa será aplicado apenas no âmbito da Assembleia Legislativa da Bahia, mas o ato prevê a possibilidade de adesão voluntária por parte das câmaras municipais do estado. De acordo com a presidente Ivana Bastos, o “ALBA Protege Dados” será executado continuamente pelas unidades administrativas da Casa, com atualizações periódicas conforme mudanças normativas, tecnológicas e institucionais. A coordenação das ações ficará sob responsabilidade da encarregada de dados da ALBA, que terá a função de acompanhar, orientar e monitorar as medidas relacionadas à proteção de dados pessoais dentro da instituição. Entre as iniciativas previstas está a elaboração de uma cartilha educativa voltada para servidores públicos e agentes institucionais. O material deverá reunir conceitos fundamentais, orientações práticas e diretrizes sobre boas práticas no tratamento de dados pessoais no cotidiano administrativo. Segundo a Assembleia, a cartilha será disponibilizada em formato digital e, quando necessário, também em versão impressa. A iniciativa ocorre em meio ao avanço das exigências da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) em órgãos públicos e instituições brasileiras.
Flávio Bolsonaro chama proposta sobre escala 6x1 de “eleitoreira”
Flávio Bolsonaro chama proposta sobre escala 6x1 de “eleitoreira”
Pré-candidato do PL à Presidência afirma que proposta apoiada pelo governo Lula pode aumentar custos e desemprego; relator prevê transição de até cinco anos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência, criticou a proposta de fim da escala de trabalho 6x1, classificando-a como “inoportuna e eleitoreira”. Em vez disso, o parlamentar defendeu um modelo de remuneração por hora trabalhada, argumentando que a medida traria liberdade, aumento de renda e proteção, beneficiando especialmente mães solteiras com jornadas flexíveis e mantendo direitos trabalhistas essenciais como FGTS, INSS, férias e 13º salário.
- Segundo Bolsonaro, o fim da escala 6x1 é uma "solução fácil" que pode elevar custos empresariais e gerar desemprego, além de acusar o governo federal de usar o tema para fins eleitorais. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera a escala 6x1 está em fase final de tramitação no Congresso, com apoio do governo Lula, e prevê jornada semanal de 40 horas, dois dias de descanso e um período de transição para as empresas se adaptarem, com votação esperada para este mês.
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência da República, criticou nesta terça-feira (19) a proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 no Brasil. Em nota divulgada por sua equipe, o parlamentar classificou o debate como “legítimo”, mas afirmou que a discussão ocorre de forma “inoportuna e eleitoreira”. Na manifestação, Flávio defendeu um modelo de remuneração por hora trabalhada, com manutenção dos direitos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), como FGTS, INSS, férias e décimo terceiro salário. “A remuneração por hora trabalhada traz liberdade, aumento da renda e proteção. Quem quer trabalhar mais ganha mais. Quem precisa de menos horas tem essa liberdade”, afirmou o senador no texto. Segundo ele, a proposta beneficiaria principalmente mães solteiras, ao permitir jornadas mais flexíveis. “A mãe brasileira não deveria ter que escolher entre trabalhar e cuidar do filho”, declarou. Durante coletiva de imprensa, o parlamentar também afirmou que o fim da escala 6x1 tenta apresentar uma “solução fácil” para a população, mas poderá provocar aumento de custos para empresas e gerar desemprego. Flávio ainda acusou o governo federal de usar o tema com interesses eleitorais. A PEC que acaba com a escala 6x1 está em fase decisiva de tramitação no Congresso e conta com apoio do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O relator da proposta, o deputado federal Léo Prates, deve se reunir com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para finalizar o novo texto da PEC. A expectativa é de que a proposta seja votada ainda este mês. O parecer em discussão prevê jornada semanal de 40 horas, dois dias de descanso e período de transição entre dois e cinco anos para adaptação das empresas.
MP recomenda suspensão de contratos de shows do São João de Paramirim por cachês superfaturados
Contratações de Rey Vaqueiro e Léo Foguete, de R$ 450 mil cada, estão no centro da recomendação
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia recomendou à Prefeitura de Paramirim que suspenda contratos de shows para os festejos de Santo Antônio de 2026 devido a valores considerados excessivos. A promotoria afirma que os valores pagos aos cantores Rey Vaqueiro e Léo Foguete ultrapassam os limites estabelecidos pela Nota Técnica Conjunta nº 01/2026, o que pode comprometer serviços essenciais do município.
- A recomendação também menciona a possível contratação da dupla Maiara e Maraisa, cujos valores acima de R$ 700 mil precisam ser comprovados pela prefeitura. Além disso, a prefeitura também deve fornecer os processos de contratação ao MP-B.A
Foto: Divulgação | Nathan Souza
O Ministério Público da Bahia (MP‑BA) recomendou que a Prefeitura de Paramirim, no centro‑sul do estado, suspenda contratos firmados para os festejos de Santo Antônio de 2026. A medida atinge, inicialmente, os shows dos cantores Rey Vaqueiro e Léo Foguete, contratados por R$ 450 mil cada. A Promotoria afirma que os valores ultrapassam os limites considerados adequados pela Nota Técnica Conjunta nº 01/2026, elaborada pelo MP‑BA, Tribunal de Contas do Estado (TCE‑BA) e Tribunal de Contas dos Municípios (TCM‑BA). O documento orienta que os municípios utilizem como referência a média dos cachês pagos durante o São João de 2025, corrigidos pelo IPCA. No caso de Rey Vaqueiro, a média registrada no ano passado foi de R$ 280 mil, chegando a R$ 290,3 mil após atualização. O valor contratado por Paramirim seria 60,71% maior. Para Léo Foguete, a média de 2025 foi de R$ 350 mil, corrigida para R$ 362,9 mil, diferença de 28,57% em relação ao contrato firmado. O MP‑BA também mencionou a possível contratação da dupla Maiara e Maraisa, que costuma cobrar valores acima de R$ 700 mil na Bahia. Caso o município ultrapasse esse patamar, deverá comprovar capacidade financeira para arcar com a despesa sem comprometer serviços essenciais. A recomendação aponta ainda que outras atrações anunciadas pela prefeitura — como Waldonys, Marcynho Sensação, Vitinho Forró, Xodó da Bahia e Bonde da 51 — não tiveram contratos localizados no Painel Nacional de Contratações Públicas (PNCP), como exige a legislação. A gestão municipal tem cinco dias úteis para informar se cumprirá a recomendação e enviar os processos de contratação ao MP‑BA. A Prefeitura de Paramirim ainda não se manifestou sobre o assunto.
Senado aprova renovação automática da CNH para bons condutores
Senado aprova renovação automática da CNH para bons condutores
Texto aprovado prevê renovação automática da carteira para motoristas sem infrações e segue agora para sanção do presidente Lula.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Senado Federal aprovou uma medida provisória que institui a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para motoristas cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), conhecido como cadastro dos bons condutores. A proposta, que segue para sanção presidencial, beneficia condutores sem infrações de trânsito sujeitas à pontuação nos últimos 12 meses, oferecendo, além da CNH automática, vantagens como descontos em seguros, pedágios, estacionamentos e tributos.
- Apesar da simplificação, a medida impõe algumas limitações: motoristas entre 50 e 70 anos poderão usufruir da renovação automática apenas uma vez, e aqueles acima de 70 anos ou com restrições médicas ficam de fora. Exames médicos de aptidão física e mental continuam obrigatórios, com valores a serem definidos por órgão federal e reajustados anualmente. A proposta, que também permite a escolha entre CNH física ou digital e altera pontos do Código de Trânsito Brasileiro, foi elogiada pelo relator, senador Renan Filho, como um avanço na modernização do sistema e redução de burocracias para bons condutores.
Foto: Marcello Casal Jr | Agência Brasil
O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (12) a medida provisória que cria a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para motoristas cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), conhecido como cadastro dos bons condutores. A proposta segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O benefício será destinado aos condutores que não cometeram infrações de trânsito sujeitas à pontuação nos últimos 12 meses. Além da renovação automática da habilitação, o programa prevê vantagens como descontos em seguros, pedágios, estacionamentos e tributos. O texto aprovado pelo Congresso estabelece, porém, algumas limitações. Motoristas com idade entre 50 e 70 anos poderão utilizar a renovação automática apenas uma vez. Já condutores acima de 70 anos e aqueles que possuem restrições médicas com redução no prazo de validade da CNH ficarão fora do benefício. A proposta também altera pontos do Código de Trânsito Brasileiro e permite que o motorista escolha entre a emissão física ou digital da carteira de habilitação. Mesmo com a simplificação do processo, os exames médicos de aptidão física e mental continuam obrigatórios para renovação da CNH. O texto ainda prevê que os valores cobrados pelos exames sejam definidos por um órgão federal de trânsito e reajustados anualmente com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Relator da medida provisória, o senador Renan Filho afirmou que as mudanças representam um avanço no processo de modernização do sistema de habilitação brasileiro. Segundo ele, a proposta reduz burocracias e diminui custos para os motoristas considerados bons condutores. “Mantivemos a renovação automática para o bom condutor. Se ele não cometer infração, não precisará se preocupar com o Estado”, declarou o senador durante votação no plenário.
Brasil terá Dia Nacional das Vítimas da Covid-19
Brasil terá Dia Nacional das Vítimas da Covid-19
Data será celebrada em 12 de março, em homenagem à primeira vítima registrada no país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A cerimônia, realizada no Palácio do Planalto, estabelece 12 de março como a data da homenagem, em referência à primeira vítima oficial da doença no país, a técnica de enfermagem Rosana Aparecida Urbano. O objetivo principal da medida é preservar a memória das mais de 716 mil pessoas que morreram em decorrência da covid-19 no Brasil e incentivar a reflexão sobre os impactos da crise sanitária.
- Durante o evento, Lula criticou a condução da pandemia pelo governo anterior, mencionando a disseminação de desinformação e declarações contrárias às vacinas. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, enfatizou que a nova data servirá como momento permanente de reflexão sobre os impactos da pandemia e a preparação para futuras emergências, além de buscar fortalecer políticas públicas de prevenção e assistência. Padilha também destacou o recente crescimento dos índices de vacinação infantil, que voltaram a superar 90% em diversas campanhas.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A cerimônia foi realizada no Palácio do Planalto e reuniu autoridades, profissionais da saúde e familiares de vítimas da pandemia. A data escolhida para a homenagem será 12 de março, em referência à morte da técnica de enfermagem Rosana Aparecida Urbano, considerada a primeira vítima da doença registrada oficialmente no país. O projeto havia sido aprovado pelo Congresso Nacional no mês passado. Segundo o governo federal, o objetivo é preservar a memória das mais de 716 mil pessoas que morreram em decorrência da covid-19 no Brasil. Durante o evento, Lula voltou a criticar a condução da pandemia pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. O presidente afirmou que houve disseminação de desinformação durante o período mais crítico da crise sanitária e citou declarações contrárias às vacinas e ao isolamento social. “Temos que dizer em alto e bom som a quantidade de médicos que receitavam cloroquina”, afirmou Lula durante o discurso. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a nova data servirá como momento permanente de reflexão sobre os impactos da pandemia e a preparação do país para futuras emergências sanitárias. Segundo Padilha, o governo também busca ampliar o debate sobre assistência às famílias afetadas pela covid-19 e fortalecer políticas públicas de prevenção. No mês passado, o Ministério da Saúde inaugurou o Memorial da Pandemia no Centro Cultural do Ministério da Saúde. O espaço homenageia as vítimas da doença e foi reaberto após obras de recuperação. Durante a cerimônia, Padilha também afirmou que os índices de vacinação infantil voltaram a crescer nos últimos anos. De acordo com o ministro, a cobertura vacinal no país ultrapassou 90% em diversas campanhas após queda registrada durante o governo anterior.
Bahia cria normas de segurança para carros elétricos
Bahia cria normas de segurança para carros elétricos
Norma do Corpo de Bombeiros estabelece critérios para instalação de pontos de recarga em condomínios e edifícios comerciais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMBA) homologou uma nova instrução técnica que estabelece regras rigorosas de segurança contra incêndio e pânico para garagens e áreas com sistemas de carregamento de veículos elétricos em todo o estado. Publicada no último dia 30, a medida visa acompanhar o rápido crescimento da mobilidade elétrica, criando exigências específicas para a instalação e operação de pontos de recarga em edificações como condomínios, edifícios residenciais e estabelecimentos comerciais, com o objetivo de mitigar riscos associados às baterias de alta capacidade e sistemas elétricos de maior potência.
- Entre as principais exigências da norma estão o dimensionamento correto das instalações elétricas, a utilização de equipamentos certificados, a implantação de sistemas de proteção contra sobrecarga e curto-circuito, ventilação adequada e sinalização específica. A instrução também prevê distanciamento mínimo entre veículos e pontos de energia, além de dispositivos de emergência para interrupção rápida do fornecimento elétrico. A responsabilidade pelo cumprimento dessas normas recai sobre o responsável técnico, a empresa instaladora e o proprietário da edificação, reforçando a obrigatoriedade do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) para garantir a segurança e conformidade legal.
Foto: Reprodução
O Corpo de Bombeiros Militar da Bahia homologou uma nova instrução técnica que estabelece regras de segurança contra incêndio e pânico para garagens e espaços com sistemas de alimentação de veículos elétricos em todo o estado. A medida, publicada no último dia 30, acompanha o crescimento da mobilidade elétrica e cria exigências específicas para instalação e operação de pontos de recarga em condomínios, edifícios residenciais, estabelecimentos comerciais e outras edificações. Segundo o CBMBA, a norma busca reduzir riscos relacionados ao carregamento de veículos elétricos, especialmente por conta do uso de baterias de alta capacidade e sistemas elétricos de maior potência. Entre as exigências previstas estão o dimensionamento correto das instalações elétricas, utilização de equipamentos certificados, implantação de sistemas de proteção contra sobrecarga e curto-circuito, ventilação adequada dos ambientes e sinalização específica das áreas de recarga. A instrução técnica também estabelece distanciamento mínimo entre veículos e pontos de energia, além da obrigatoriedade de dispositivos de emergência capazes de interromper rapidamente o fornecimento elétrico em caso de risco. De acordo com o coronel BM Jadilson Lopes das Mercês, a regulamentação segue protocolos internacionais de segurança e acompanha o avanço da tecnologia automotiva. A norma determina ainda que a responsabilidade pela instalação e funcionamento dos sistemas de recarga será do responsável técnico, da empresa instaladora e do proprietário da edificação, que deverão garantir o cumprimento integral das normas exigidas pelo Corpo de Bombeiros. O órgão também reforçou a obrigatoriedade do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), documento que certifica que o imóvel atende às exigências de segurança contra incêndio e pânico. Segundo a corporação, condomínios e empreendimentos que pretendem instalar carregadores elétricos precisarão manter a regularização atualizada para garantir a segurança dos ocupantes e a conformidade legal do imóvel.
MP recomenda suspender empréstimo de R$ 100 milhões em Livramento
MP recomenda suspender empréstimo de R$ 100 milhões em Livramento
Promotoria aponta falhas formais e risco financeiro em operação de crédito com a Caixa
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou a suspensão imediata da lei que autoriza o município de Livramento de Nossa Senhora a contratar um empréstimo de até R$ 100 milhões com a Caixa Econômica Federal, por meio do programa FINISA. A orientação, emitida pela 1ª Promotoria de Justiça, baseou-se em uma representação de dois vereadores, que apontou possíveis irregularidades formais e o risco de impacto significativo nas contas públicas. O MP questiona a necessidade do empréstimo, considerando que o município destinou mais de R$ 5,5 milhões para cachês artísticos no São João de 2025 e prevê evento semelhante em 2026, sugerindo capacidade de investimento com recursos próprios.
- Entre as falhas apontadas pelo Ministério Público estão a ausência de estudos de compatibilidade com o Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual, além da falta de estimativas de impacto financeiro e demonstrativos da capacidade de pagamento do município. A Promotoria também criticou a falta de detalhamento na aplicação dos recursos, que mencionava apenas áreas gerais como pavimentação e saneamento. O MP alerta para o risco de comprometimento de receitas essenciais, como FPM e ICMS, em caso de inadimplência, o que poderia afetar despesas obrigatórias. A prefeita tem cinco dias para se manifestar sobre a recomendação.
Foto: Reprodução | Blog Sudoeste
O Ministério Público da Bahia recomendou a suspensão imediata da lei que autoriza o município de Livramento de Nossa Senhora a contratar um empréstimo de até R$ 100 milhões com a Caixa Econômica Federal, por meio do programa FINISA. A orientação foi emitida pela 1ª Promotoria de Justiça após representação apresentada por dois vereadores. De acordo com o órgão, a operação apresenta possíveis irregularidades formais e pode gerar impacto significativo nas contas públicas. A Promotoria cita que o município destinou mais de R$ 5,5 milhões para cachês artísticos no São João de 2025 e prevê um evento de porte semelhante no São João do Amor 2026, o que, segundo o MP, demonstra capacidade de investimento com recursos próprios. O Ministério Público também aponta falhas no processo legislativo que aprovou a lei. Entre os pontos citados estão a ausência de estudos de compatibilidade com o Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual, além de estimativas de impacto financeiro e demonstrativos da capacidade de pagamento do município. Outro ponto questionado é a falta de detalhamento sobre a aplicação dos recursos. A legislação menciona apenas áreas gerais, como pavimentação e saneamento, sem especificar locais, cronogramas ou custos das obras. A Promotoria ainda alerta para o risco de comprometimento de receitas essenciais em caso de inadimplência, já que valores do FPM e do ICMS podem ser usados como garantia da operação, o que pode afetar despesas obrigatórias, como pagamento de servidores e investimentos mínimos em saúde e educação. O MP também menciona que um pedido de audiência pública para discutir o projeto foi rejeitado na Câmara Municipal, o que teria limitado o debate sobre o tema. A prefeita tem cinco dias para informar se vai acatar a recomendação e apresentar documentos e informações sobre eventuais negociações com a Caixa. A gestão municipal ainda não se manifestou sobre o caso.
Projeto propõe fim da lista tríplice nas universidades da Bahia
Projeto propõe fim da lista tríplice nas universidades da Bahia
Proposta prevê voto direto da comunidade acadêmica e obrigatoriedade de nomeação do mais votado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Um projeto de lei tramita na Assembleia Legislativa da Bahia para mudar as regras de escolha de reitores e vice-reitores das universidades estaduais. A proposta prevê eleições diretas com participação de toda a comunidade acadêmica e acaba com a lista tríplice, onde o governador pode escolher um dos três nomes indicados.
- O projeto estabelece que os candidatos devem ser professores com titulação de mestre ou doutor, ou pertencentes às classes mais altas da carreira, com pelo menos cinco anos de vínculo com a instituição. O mandato previsto é de quatro anos, com possibilidade de reeleição.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Um projeto de lei que tramita na Assembleia Legislativa da Bahia propõe mudar as regras para escolha de reitores e vice-reitores das universidades estaduais. A proposta prevê eleições diretas com participação de toda a comunidade acadêmica — professores, servidores e estudantes — e acaba com o modelo atual de lista tríplice, no qual o governador pode escolher um entre três nomes indicados. Pelo texto, o chefe do Executivo deverá nomear obrigatoriamente o candidato mais votado, respeitando o resultado das urnas. O projeto estabelece que os candidatos devem ser professores com titulação de mestre ou doutor, ou pertencentes às classes mais altas da carreira, além de terem pelo menos cinco anos de vínculo com a instituição. O mandato previsto é de quatro anos, com possibilidade de uma reeleição. A organização do processo eleitoral ficará sob responsabilidade dos conselhos superiores das universidades, que também deverão validar o resultado antes do envio para nomeação. Na justificativa, o autor da proposta, o deputado Hilton Coelho (PSOL), afirma que a medida busca reforçar a autonomia universitária e reduzir interferências externas na escolha dos dirigentes. O texto também cita como referência uma legislação federal recente que alterou o modelo de escolha em universidades federais. Além disso, o projeto prevê mudanças nos mandatos de diretores de departamento, que passariam a ser de dois anos, com direito a uma recondução. Protocolada no fim de abril, a proposta segue para análise nas comissões técnicas da Assembleia. Atualmente, a Bahia conta com quatro universidades estaduais: Universidade do Estado da Bahia, Universidade Estadual de Feira de Santana, Universidade Estadual de Santa Cruz e Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.
Relator prevê votação sobre fim da escala 6x1 em 26 de maio
Relator prevê votação sobre fim da escala 6x1 em 26 de maio
Plano de trabalho inclui audiências em quatro estados antes da análise na comissão
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O deputado Léo Prates (Republicanos-BA) apresentou o cronograma da comissão especial que analisa a PEC que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6x1. O plano prevê votação final no dia 26 de maio e posterior votação no plenário da Câmara.
- A comissão especial realizará 11 reuniões, incluindo audiências públicas em estados como Paraíba, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. O objetivo das audiências é reunir informações sobre os impactos da mudança e ouvir trabalhadores e empregadores.
Foto: Reprodução | Bruno Spada
O deputado Léo Prates (Republicanos‑BA), relator da PEC que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6×1, apresentou nesta terça‑feira (5) o cronograma de atividades da comissão especial responsável por analisar a proposta. O plano prevê que o parecer seja votado no colegiado no dia 26 de maio. De acordo com Prates, a expectativa é que o texto siga para o plenário já no dia seguinte. O relator organizou 11 reuniões, com encontros às terças e quartas em Brasília e audiências públicas nos estados às quintas‑feiras. A primeira será realizada na Paraíba, estado do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos‑PB). Depois, estão previstas agendas em São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. O deputado afirmou que o objetivo das audiências é reunir informações sobre impactos econômicos, sociais e jurídicos da mudança, além de ouvir trabalhadores e comparar experiências internacionais. O cronograma inclui debates sobre uso do tempo de trabalho, efeitos econômicos da redução da jornada e posições de empregadores e trabalhadores. A apresentação do relatório está marcada para 20 de maio. Também estão previstos seminários em Belo Horizonte e São Paulo. A PEC já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e agora tramita na comissão especial, que analisa propostas apresentadas pelos deputados Erika Hilton (PSOL‑SP) e Reginaldo Lopes (PT‑MG). Após a votação no colegiado, o texto seguirá para o plenário da Câmara.
Argentina libera jornada de até 12 horas; Brasil discute fim da escala 6×1
Argentina libera jornada de até 12 horas; Brasil discute fim da escala 6×1
Mudanças trabalhistas seguem caminhos opostos nos dois países
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Argentina adotou novas regras trabalhistas em favor da produtividade, permitindo jornadas de até 12 horas por dia, enquanto o Brasil discute a redução da carga semanal com o fim da escala 6×1. As medidas geram incerteza entre empresas e empregados e podem afetar a competitividade regional.
Foto: Tânia Rêgo | Agência Brasil
A Argentina e o Brasil seguem caminhos opostos na legislação trabalhista. Enquanto os argentinos passam a permitir jornadas de até 12 horas por dia, o Brasil discute a redução da carga semanal com o fim da escala 6×1. A decisão da Justiça argentina atende a pontos centrais da reforma defendida pelo governo de Javier Milei. O limite semanal de 48 horas foi mantido, mas agora é possível concentrar períodos de descanso e ampliar a carga diária, desde que haja acordo coletivo. A medida também endurece regras para greves em setores essenciais, como saúde e educação. Para sindicatos, como a CGT, as mudanças representam perda de direitos históricos e podem afetar a saúde dos trabalhadores. A entidade anunciou que vai recorrer da decisão, que pode chegar à Suprema Corte nos próximos meses. Até lá, as novas regras já podem ser aplicadas, gerando incerteza entre empresas e empregados. No Brasil, o debate segue em sentido contrário. Uma proposta de emenda à Constituição prevê o fim da escala 6×1, que obriga seis dias de trabalho para um de descanso. Modelos como 5×2 ou 4×3 estão em discussão, alinhados a tendências globais que buscam mais qualidade de vida e produtividade. Especialistas apontam que o contraste entre as duas maiores economias do Mercosul pode impactar a competitividade regional. Enquanto na Argentina há expectativa de aumento da produtividade, no Brasil defensores da redução da jornada afirmam que mais tempo livre pode impulsionar setores como lazer, educação e consumo interno.
Comissão quer votar PEC do fim da escala 6x1 até 28 de maio
Comissão quer votar PEC do fim da escala 6x1 até 28 de maio
Relator e presidente resistem a compensações para empresas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Câmara dos Deputados pretende concluir a votação da PEC que propõe o fim da escala 6x1 até 28 de maio, segundo o relator, Leo Prates. No entanto, ainda não há definição sobre eventuais mecanismos de compensação para empresas afetadas pela mudança.
- A comissão especial estuda alternativas para ampliar a flexibilidade para empregadores, mas sem alterar o objetivo central da proposta. O governo enviou ao Congresso um projeto de lei com urgência constitucional para tratar do tema, mas a Câmara decidiu discutir o assunto por meio de uma PEC.
Foto: Kayo Magalhães | Câmara dos Deputados
Os deputados responsáveis pela análise da PEC que propõe o fim da escala 6x1 afirmaram que pretendem concluir a votação do texto na Câmara até 28 de maio. A informação foi dada pelo relator, Leo Prates (Republicanos‑BA), e pelo presidente da comissão especial, Alencar Santana (PT‑SP). Segundo Prates, ainda não há definição sobre eventuais mecanismos de compensação para empresas afetadas pela mudança. Ele afirmou que estuda alternativas que ampliem a flexibilidade para empregadores, mas sem alterar o objetivo central da proposta. Alencar Santana disse ser contrário a compensações financeiras ou tributárias, mas destacou que pequenos negócios devem receber atenção específica durante a tramitação. O governo enviou ao Congresso um projeto de lei com urgência constitucional para tratar do tema. Mesmo assim, a Câmara decidiu discutir o assunto por meio de uma PEC. Como projetos com urgência travam a pauta após 45 dias, a partir de 30 de maio o texto do Executivo pode bloquear votações no plenário caso não seja analisado. A expectativa da comissão é votar a PEC no fim de maio e, em seguida, levar o projeto de lei ao plenário. Segundo os parlamentares, o texto enviado pelo governo detalha regras específicas para categorias com jornadas diferenciadas e altera pontos da CLT. O relator também afirmou que avalia sugestões apresentadas por partidos da oposição, incluindo propostas que tratam de contratação por hora trabalhada. Ele disse que ainda não há decisão sobre incorporar essas ideias ao parecer.
























