TCM mantém suspensa licitação bilionária de limpeza urbana do Consórcio Velho Chico
Tribunal aponta falhas no edital e exige revisão completa antes da retomada do processo
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A licitação para concessão de serviços de limpeza urbana do Consórcio de Desenvolvimento Sustentável do Velho Chico foi suspensa pelo Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia devido a irregularidades encontradas no processo. A decisão foi tomada após denúncia apresentada pela empresa Aegea Saneamento e Participações S.A. e análise técnica da Diretoria de Assistência aos Municípios.
- A suspensão permanece até que o consórcio promova as adequações indicadas pelo TCM, incluindo a reformulação do edital e o envio de novo edital e seus anexos ao tribunal. O processo só poderá avançar após a análise prévia pelo TCM.
Foto: Reprodução
A licitação de R$ 1,004 bilhão para concessão dos serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos do Consórcio de Desenvolvimento Sustentável do Velho Chico (CDS Velho Chico), sediado em Bom Jesus da Lapa, seguirá suspensa por determinação do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM‑BA). A decisão foi ratificada na sessão desta quarta‑feira (22) pela 2ª Câmara de Julgamento, que acompanhou o voto do conselheiro Plínio Carneiro Filho, responsável pela medida cautelar. A concorrência pública nº 001/2025 foi alvo de denúncia apresentada pela empresa Aegea Saneamento e Participações S.A., que apontou uma série de irregularidades no processo. Entre elas, a falta de envio prévio do edital ao TCM, ausência de publicação no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP), além de questionamentos sobre critérios de julgamento, exigências de qualificação técnica e aspectos da modelagem da concessão. Após a defesa do consórcio e análise técnica da Diretoria de Assistência aos Municípios (DAM), parte das falhas foi corrigida. No entanto, o tribunal identificou que persistem inconsistências relevantes, especialmente no critério de julgamento e nas exigências técnicas, o que levou a área técnica a recomendar a revisão do edital e a reabertura dos prazos da licitação. Ao acompanhar o relator, os conselheiros concluíram que ainda existem elementos suficientes para manter a cautelar, já que as irregularidades comprometem a transparência, a publicidade e a regularidade do procedimento licitatório. Com isso, a suspensão permanece até que o consórcio promova todas as adequações indicadas pelo TCM. A decisão também autoriza o Consórcio Velho Chico a reformular o edital, adotando o critério de menor preço, conforme pedido subsidiário apresentado pelo gestor Laércio Silva de Santana. O processo só poderá avançar após o envio do novo edital e seus anexos ao TCM para análise prévia, conforme determina a Resolução TCM nº 1.495/2024.
MP investiga suspeitas de fraude em hospedagens do Carnaval de Correntina
MP investiga suspeitas de fraude em hospedagens do Carnaval de Correntina
Investigação apura supostas irregularidades da prefeitura em contrato de hospedagem.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um inquérito civil para investigar suspeitas de irregularidades em contratos de hospedagem firmados pela Prefeitura de Correntina, na gestão do prefeito Walter Mariano (União), durante o Carnaval de 2025. A apuração foca no Contrato nº 093/2025, referente à hospedagem de artistas e bandas, onde foram identificados indícios de inconsistências, como CPFs inválidos e nomes de pessoas que negaram ter se hospedado, incluindo moradores locais.
- A investigação aponta que a prefeitura teria pago por diárias não utilizadas e que os gastos com hospedagens em 2025 atingiram R$ 655.359,14. Caso as suspeitas de uso indevido de recursos públicos sejam confirmadas, os responsáveis poderão ser enquadrados por improbidade administrativa. O prefeito Walter Mariano foi notificado e tem 15 dias para apresentar esclarecimentos ao MP-BA.
Foto: Divulgação
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um inquérito civil para investigar suspeitas de irregularidades em contratos de hospedagem firmados pela Prefeitura de Correntina durante o Carnaval de 2025. A apuração envolve a gestão do prefeito Walter Mariano (União) e busca verificar o possível uso indevido de recursos públicos. Segundo o MP, a investigação tem como foco o Contrato nº 093/2025, firmado entre a prefeitura e o Hotel Pousada Sonhos para a hospedagem, com café da manhã, de artistas e bandas entre os dias 28 de fevereiro e 4 de março deste ano. De acordo com os documentos do inquérito, a nota fiscal emitida pelo estabelecimento registra 103 diárias, totalizando R$ 53.240. No entanto, o Ministério Público afirma ter identificado indícios de inconsistências na documentação, como CPFs considerados inválidos e nomes de pessoas que teriam sido incluídas na lista de hóspedes, mas negaram ter se hospedado no hotel durante o Carnaval. Entre elas, estariam moradores do próprio município. Ainda conforme o MP, a recepcionista do hotel informou, em depoimento, que as reservas eram feitas diretamente pela prefeitura por meio de ofícios e que o município pagava pelas diárias reservadas, mesmo quando não eram utilizadas. Os documentos da investigação apontam ainda que a Prefeitura de Correntina gastou R$ 655.359,14 com hospedagens entre janeiro e novembro de 2025, valor que motivou uma análise mais detalhada sobre a regularidade dos contratos. Caso as suspeitas sejam confirmadas, o Ministério Público poderá enquadrar os responsáveis por improbidade administrativa, com possível enriquecimento ilícito, dano ao erário e violação dos princípios da administração pública. O prefeito Walter Mariano terá prazo de 15 dias para apresentar esclarecimentos por escrito ao Ministério Público sobre a lista de hóspedes e a regularidade dos pagamentos realizados.
PF aponta mensagens entre Jaques Wagner e investigado do Banco Master: "você faz parte disso"
Operação apura suposto favorecimento ao Banco Master e suspeitas de repasses milionários ligados a familiares do senador.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal identificou mensagens trocadas entre o senador Jaques Wagner (PT-BA) e o empresário Augusto Lima, revelando suspeitas de irregularidades envolvendo o Banco Master. Agentes da PF cumpriram mandados de busca e apreensão contra Wagner e Augusto Lima, após encontrar diálogos durante a Operação Compliance Zero.
- A investigação apura suspeitas de irregularidades, including vantagens indevidas e lavagem de dinheiro. A PF suspeita que famílias do senador receberam R$ 3,5 milhões e que um imóvel de luxo em Salvador avaliado em R$ 2,5 milhões foi utilizado como contrapartida por favorecimentos.
Augusto Lima, um dos investigados, teria trocado mensagens com Jaques Wagner - Foto: Reproduçã
A Polícia Federal identificou mensagens trocadas entre o senador Jaques Wagner (PT-BA) e o empresário Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Os diálogos foram encontrados durante a investigação da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de irregularidades envolvendo a instituição financeira. Nesta quinta-feira (18), agentes da PF cumpriram mandados de busca e apreensão contra Wagner e Augusto Lima. Segundo os investigadores, as conversas indicam que o senador atuava como um interlocutor relevante em temas de interesse do Banco Master, especialmente durante as negociações para a venda da instituição ao Banco de Brasília (BRB). De acordo com a investigação, em março de 2025 Augusto detalhou ao parlamentar aspectos da operação. Em uma das mensagens, o empresário afirmou: "Você mais do que ninguém sabe da minha história e faz parte disso!!". A Polícia Federal sustenta que Wagner acompanhava de perto as articulações relacionadas ao negócio. A tentativa de aquisição do Banco Master pelo BRB, conhecida como "Projeto Vórtice", acabou rejeitada pelo Banco Central após análises sobre riscos financeiros da operação. Os investigadores também apuram suspeitas de vantagens indevidas. Segundo a PF, familiares do senador teriam recebido R$ 3,5 milhões por meio de uma empresa ligada a Augusto Lima. Além disso, a corporação investiga a suposta aquisição de um imóvel de luxo em Salvador, avaliado em R$ 2,5 milhões, que teria sido utilizado como contrapartida por favorecimentos. Mensagens obtidas pela investigação mostram cobranças de pagamentos feitas por Eduardo Mendonça Sodré Martins, enteado de Wagner.
Conversas obtidas pela PF mostram Hugo Motta tratando de crédito com Daniel Vorcaro
Deputado também confirmou viagem a Portugal em aeronave de ex-banqueiro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, está sob investigação após mensagens obtidas pela Polícia Federal revelarem seu suposto envolvimento na liberação de um financiamento de R$ 22 milhões do Banco Master para uma empresa ligada à sua família. As conversas, divulgadas por veículos de imprensa, indicam que Motta teria solicitado apoio do empresário Daniel Vorcaro para viabilizar a operação de crédito destinada à companhia da sua cunhada, Bianca Medeiros, em março de 2024. Questionado, o parlamentar limitou-se a afirmar que a operação ocorreu dentro da legalidade.
- O caso se aprofundou após Motta admitir ter viajado a Portugal em uma aeronave de Daniel Vorcaro e ter tido parte de sua hospedagem em Lisboa custeada pelo empresário, supostamente a convite do senador Ciro Nogueira. No entanto, o relatório da Polícia Federal aponta divergências sobre o período pago por Vorcaro, que atualmente está preso em Brasília. As informações fazem parte da Operação Compliance Zero, que investiga irregularidades financeiras relacionadas ao Banco Master, com documentos tornados públicos após decisão do Supremo Tribunal Federal.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom | Agência Brasil
O nome do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, aparece em mensagens obtidas pela Polícia Federal que tratam da liberação de um financiamento para uma empresa ligada à família de sua esposa. As conversas, reveladas pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmadas pelo g1, indicam que o parlamentar teria solicitado ao empresário Daniel Vorcaro apoio para viabilizar uma operação de crédito destinada à empresa de Bianca Medeiros, irmã de sua esposa, Luana Motta. De acordo com a investigação, os diálogos mencionam a liberação de pelo menos R$ 22 milhões por meio do Banco Master para a companhia da cunhada do deputado, em março de 2024. Questionado sobre o episódio, Hugo Motta não respondeu se atuou diretamente para viabilizar o empréstimo, limitando-se a afirmar que a operação financeira ocorreu dentro da legalidade. O caso ganhou novos desdobramentos após o parlamentar admitir, nesta quarta-feira (17), que participou de uma viagem a Portugal em uma aeronave de Daniel Vorcaro. Segundo Motta, o convite partiu do senador Ciro Nogueira. O presidente da Câmara também reconheceu que o então banqueiro custeou parte de sua hospedagem em Lisboa durante a viagem realizada em 2024. Segundo Motta, Vorcaro teria pago apenas duas diárias no hotel onde ficou hospedado. No entanto, informações reunidas pela Polícia Federal apontam divergências. O relatório da corporação indica que o ex-banqueiro arcou com cinco noites de hospedagem, enquanto documentos analisados pelos investigadores registram uma cobrança referente a sete dias de estadia. Os dados fazem parte do material tornado público após decisão do Supremo Tribunal Federal que retirou o sigilo de documentos encaminhados pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero. A investigação apura suspeitas de irregularidades financeiras relacionadas ao Banco Master. Atualmente, Daniel Vorcaro está preso em Brasília. Entre os elementos analisados pelos investigadores estão mensagens atribuídas ao ex-banqueiro, nas quais ele menciona a necessidade de reservar dois quartos em Lisboa para "Ciro e Hugo", em referência ao senador Ciro Nogueira e ao presidente da Câmara.
MP questiona mais de R$ 3 milhões em contratações para o São João de Serra do Ramalho
Representação enviada ao TCM aponta pagamentos acima dos parâmetros recomendados, falta de transparência e contratação de Maiara & Maraisa durante decreto de emergência
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) solicitou ao Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) a suspensão de contratações artísticas realizadas pela Prefeitura de Serra do Ramalho para os festejos juninos de 2026. A representação, assinada pelo promotor Alex Bacelar, aponta possíveis irregularidades como cachês considerados elevados, falta de transparência nos contratos e a firmação de atrações durante a vigência de um decreto de emergência no município, com gastos estimados em mais de R$ 3 milhões para 16 atrações.
- Entre os questionamentos, o MP-BA destaca valores de cachês acima dos parâmetros definidos em nota técnica conjunta, que serve como referência de mercado. Um exemplo citado é a contratação da dupla Maiara & Maraisa por R$ 784 mil na mesma data em que a cidade decretou situação de emergência devido a fortes chuvas. Além disso, a ausência dos contratos das atrações no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP) foi apontada como um impeditivo para a fiscalização dos gastos públicos.
Foto: Divulgação
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) solicitou ao Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) a suspensão de contratações artísticas realizadas pela Prefeitura de Serra do Ramalho para os festejos juninos de 2026. A representação aponta possíveis irregularidades nos contratos, incluindo cachês considerados elevados, falta de transparência e a contratação de atrações durante a vigência de um decreto de emergência no município. O pedido foi assinado pelo promotor de Justiça Alex Bacelar. Segundo dados do Painel de Transparência dos Festejos Juninos do MP, a prefeitura anunciou 16 atrações para o evento, das quais dez são classificadas como artistas de grande porte. Os gastos estimados superam R$ 3 milhões. Cachês sob questionamento - De acordo com o Ministério Público, parte dos contratos apresenta valores acima dos parâmetros definidos pela Nota Técnica Conjunta nº 001/2026, elaborada pelo MP, TCM, Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA) e Ministérios Públicos de Contas. O documento orienta que os municípios utilizem como referência a média dos cachês pagos aos artistas em 2025, corrigida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), para verificar a compatibilidade dos valores com os praticados no mercado. Diante disso, o órgão pediu a adoção de medida cautelar para impedir pagamentos acima dos parâmetros recomendados até que a gestão municipal apresente justificativas para os valores contratados. Contrato durante decreto de emergência - A representação também questiona a contratação da dupla sertaneja Maiara & Maraisa por R$ 784 mil. Segundo o promotor, o contrato foi firmado na mesma data em que o município decretou situação de emergência em razão das fortes chuvas que atingiram a região. Falta de transparência - Outro ponto levantado pelo MP é a ausência dos contratos das atrações no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP). Embora os artistas tenham sido anunciados oficialmente pela prefeitura há mais de dois meses, os documentos não estariam disponíveis para consulta. Para o Ministério Público, a falta dessas informações dificulta a fiscalização dos gastos públicos pelos órgãos de controle e pela população.
Tremedal: TCM veta contratação de mais de 2 mil funcionários sem concurso
Tremedal: TCM veta contratação de mais de 2 mil funcionários sem concurso
Tribunal determinou suspensão imediata das admissões irregulares e notificou prefeito para prestar esclarecimentos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) determinou que a Prefeitura de Tremedal suspenda imediatamente novas contratações de pessoal sem respaldo legal, devido à investigação de irregularidades na contratação de prestadores de serviços entre janeiro e setembro de 2025. O relatório aponta que essas contratações apresentam características de continuidade, habitualidade e subordinação, violando o artigo 37 da Constituição Federal que exige concurso público.
Foto: Reprodução
O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) determinou que a Prefeitura de Tremedal suspenda imediatamente novas contratações de pessoal sem respaldo legal. A decisão foi homologada nesta quarta-feira (27) pela 1ª Câmara do órgão, após medida cautelar concedida pelo conselheiro Paulo Rangel. Segundo o TCM, a investigação foi aberta depois que a equipe técnica identificou possíveis irregularidades na contratação de prestadores de serviços — pessoas físicas — entre janeiro e setembro de 2025. Nesse período, foram registrados 2.158 pagamentos a trabalhadores sem concurso público, sem processo seletivo simplificado e sem nomeação para cargos comissionados previstos em lei. O relatório aponta que as contratações apresentavam características de continuidade, habitualidade e subordinação, o que indicaria o uso de prestadores de serviços para funções permanentes da administração municipal. A prática viola o artigo 37 da Constituição Federal, que exige concurso público para esse tipo de atividade. Na análise da cautelar, o conselheiro Paulo Rangel destacou que não há qualquer registro de processo seletivo ou outro procedimento regular que justificasse as admissões. Para ele, manter as contratações poderia causar prejuízos ao interesse público e comprometer a gestão municipal. Com a decisão, o prefeito José Carlos Vieira Bahia está proibido de realizar novas contratações sem amparo jurídico até o julgamento final do processo. O gestor também foi notificado a apresentar defesa e esclarecer os apontamentos feitos pela 5ª Inspetoria Regional do TCM-BA. O caso segue em análise no Tribunal, que deve avaliar se houve dano ao erário e se serão aplicadas penalidades adicionais ao município e aos responsáveis.
Luciano Ribeiro quer CPI sobre suposta influência na fila da regulação
Luciano Ribeiro quer CPI sobre suposta influência na fila da regulação
Requerimento apresentado na AL-BA busca investigar possíveis favorecimentos políticos e falta de transparência no sistema de regulação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado estadual Luciano Ribeiro protocolou um requerimento para criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa da Bahia para investigar irregularidades na Central Estadual de Regulação da Saúde da Bahia. A CPI busca apurar a eventual ausência de critérios transparentes na fila de atendimento e possíveis interferências político-partidárias.
- O pedido foi encaminhado à presidente da AL-BA, Ivana Bastos, e prevê prazo de 120 dias para realização das investigações. O deputado afirma que a CPI não tem objetivo de antecipar julgamentos, mas considera necessária a fiscalização diante da gravidade das denúncias e da relevância do serviço prestado à população.
Foto: Divulgação | Ascom Luciano Ribeiro
O deputado estadual Luciano Ribeiro (União Brasil) protocolou nesta segunda-feira (25), na Assembleia Legislativa da Bahia, um requerimento para criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com o objetivo de investigar possíveis irregularidades na Central Estadual de Regulação da Saúde da Bahia. Segundo o parlamentar, a proposta busca apurar a eventual ausência de critérios transparentes na fila de atendimento e possíveis interferências político-partidárias para obtenção de vagas e transferências hospitalares. “Não podemos admitir qualquer suspeita de interferência política em um sistema que decide quem terá acesso a atendimento hospitalar. A regulação da saúde precisa funcionar com critérios técnicos, transparência e respeito à vida das pessoas”, afirmou o deputado. O pedido foi encaminhado à presidente da AL-BA, Ivana Bastos, e prevê prazo de 120 dias para realização das investigações. A iniciativa foi motivada por declarações do prefeito de São Gonçalo dos Campos, Tarcísio Torres Pedreira, que divulgou vídeos nas redes sociais questionando a transparência da fila da regulação estadual. Segundo o gestor, o acesso a leitos hospitalares poderia depender de influência política, além de possíveis favorecimentos eleitorais dentro do sistema estadual de saúde. No requerimento, Luciano Ribeiro afirma que a CPI não tem objetivo de antecipar julgamentos, mas considera necessária a fiscalização diante da gravidade das denúncias e da relevância do serviço prestado à população. Entre as medidas previstas estão a solicitação de protocolos e relatórios da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, análise da ordem cronológica dos atendimentos e convocação de gestores, servidores e do próprio prefeito responsável pelas declarações. Para que a comissão seja instalada oficialmente, o deputado ainda precisará reunir ao menos 21 assinaturas de parlamentares da Assembleia Legislativa da Bahia.
Motocicleta com sinais de adulteração é apreendida pela PRE em Guanambi
Motocicleta com sinais de adulteração é apreendida pela PRE em Guanambi
Veículo estava abandonado às margens da rodovia, segundo a PRE
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma motocicleta adulterada foi apreendida pela Polícia Rodoviária Estadual em Guanambi, Bahia. A motocicleta Honda CG 150 foi encontrada sem placa e com sinais de raspagem no Número de Identificação Veicular (NIV) e no motor, o que levantou suspeita de alteração dos dados originais do veículo.
- A motocicleta foi levada para a Delegacia de Polícia Civil de Guanambi para investigar a origem do veículo e possíveis irregularidades.
Foto: Reprodução
Uma motocicleta com sinais de adulteração foi apreendida pela Polícia Rodoviária Estadual (PRE) nesta segunda-feira (25) em Guanambi, no sudoeste da Bahia. Segundo a corporação, equipes do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) realizavam fiscalização na região quando encontraram uma Honda CG 150 sem placa às margens da rodovia. Durante a checagem, os policiais identificaram indícios de raspagem no Número de Identificação Veicular (NIV) e no motor, o que levantou suspeita de alteração dos dados originais do veículo. Ainda de acordo com a PRE, nenhum responsável foi localizado no local. A motocicleta foi levada para a Delegacia de Polícia Civil de Guanambi, onde serão adotados os procedimentos para apurar a origem do veículo e possíveis irregularidades.
TCM multa prefeito de Sebastião Laranjeiras por contratação irregular de parentes
Gestor foi penalizado após tribunal identificar nomeações sem critérios técnicos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) aplicou multa ao prefeito de Sebastião Laranjeiras, Pedro Antônio Pereira Malheiros, devido a irregularidades na contratação de servidores temporários e comissionados. A decisão foi proferida após a análise de uma denúncia apresentada em 2021, que expôs falhas na administração municipal.
- O relatório do TCM-BA detalhou nomeações de parentes do prefeito e do vice-prefeito para cargos comissionados e temporários sem comprovação de qualificação técnica. Além disso, o órgão apontou falhas na publicidade de atos oficiais e no envio de informações sobre admissões ao sistema SIGA, culminando na multa de R$ 1,5 mil imposta pelo conselheiro relator Plínio Carneiro Filho.
Foto: Reprodução
O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM‑BA) multou o prefeito de Sebastião Laranjeiras, Pedro Antônio Pereira Malheiros, após identificar irregularidades na contratação de servidores temporários e comissionados. A decisão foi divulgada após análise de uma denúncia apresentada em 2021. Segundo o relatório, o órgão encontrou nomeações de parentes do prefeito e do vice‑prefeito para cargos comissionados e funções temporárias sem comprovação de qualificação técnica. O TCM também apontou falhas na publicidade de atos oficiais e no envio de informações sobre admissões ao sistema SIGA. O conselheiro relator Plínio Carneiro Filho aplicou multa de R$ 1,5 mil ao gestor. O tribunal destacou que, mesmo após algumas exonerações informadas pelo prefeito, houve falta de cautela na condução das nomeações consideradas irregulares.
MP recomenda suspender empréstimo de R$ 100 milhões em Livramento
MP recomenda suspender empréstimo de R$ 100 milhões em Livramento
Promotoria aponta falhas formais e risco financeiro em operação de crédito com a Caixa
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou a suspensão imediata da lei que autoriza o município de Livramento de Nossa Senhora a contratar um empréstimo de até R$ 100 milhões com a Caixa Econômica Federal, por meio do programa FINISA. A orientação, emitida pela 1ª Promotoria de Justiça, baseou-se em uma representação de dois vereadores, que apontou possíveis irregularidades formais e o risco de impacto significativo nas contas públicas. O MP questiona a necessidade do empréstimo, considerando que o município destinou mais de R$ 5,5 milhões para cachês artísticos no São João de 2025 e prevê evento semelhante em 2026, sugerindo capacidade de investimento com recursos próprios.
- Entre as falhas apontadas pelo Ministério Público estão a ausência de estudos de compatibilidade com o Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual, além da falta de estimativas de impacto financeiro e demonstrativos da capacidade de pagamento do município. A Promotoria também criticou a falta de detalhamento na aplicação dos recursos, que mencionava apenas áreas gerais como pavimentação e saneamento. O MP alerta para o risco de comprometimento de receitas essenciais, como FPM e ICMS, em caso de inadimplência, o que poderia afetar despesas obrigatórias. A prefeita tem cinco dias para se manifestar sobre a recomendação.
Foto: Reprodução | Blog Sudoeste
O Ministério Público da Bahia recomendou a suspensão imediata da lei que autoriza o município de Livramento de Nossa Senhora a contratar um empréstimo de até R$ 100 milhões com a Caixa Econômica Federal, por meio do programa FINISA. A orientação foi emitida pela 1ª Promotoria de Justiça após representação apresentada por dois vereadores. De acordo com o órgão, a operação apresenta possíveis irregularidades formais e pode gerar impacto significativo nas contas públicas. A Promotoria cita que o município destinou mais de R$ 5,5 milhões para cachês artísticos no São João de 2025 e prevê um evento de porte semelhante no São João do Amor 2026, o que, segundo o MP, demonstra capacidade de investimento com recursos próprios. O Ministério Público também aponta falhas no processo legislativo que aprovou a lei. Entre os pontos citados estão a ausência de estudos de compatibilidade com o Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual, além de estimativas de impacto financeiro e demonstrativos da capacidade de pagamento do município. Outro ponto questionado é a falta de detalhamento sobre a aplicação dos recursos. A legislação menciona apenas áreas gerais, como pavimentação e saneamento, sem especificar locais, cronogramas ou custos das obras. A Promotoria ainda alerta para o risco de comprometimento de receitas essenciais em caso de inadimplência, já que valores do FPM e do ICMS podem ser usados como garantia da operação, o que pode afetar despesas obrigatórias, como pagamento de servidores e investimentos mínimos em saúde e educação. O MP também menciona que um pedido de audiência pública para discutir o projeto foi rejeitado na Câmara Municipal, o que teria limitado o debate sobre o tema. A prefeita tem cinco dias para informar se vai acatar a recomendação e apresentar documentos e informações sobre eventuais negociações com a Caixa. A gestão municipal ainda não se manifestou sobre o caso.
MP-BA abre investigação sobre concurso da Câmara de Correntina
MP-BA abre investigação sobre concurso da Câmara de Correntina
Procedimento foi aberto após denúncia anônima que aponta possível direcionamento e falhas no processo
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público do Estado da Bahia abriu um procedimento para acompanhar e fiscalizar o concurso público da Câmara Municipal de Correntina após denúncia anônima que aponta possíveis irregularidades no processo seletivo, incluindo direcionamento da escolha da banca organizadora, excesso de cargos comissionados e ausência de estudo de impacto financeiro. A Promotoria também questiona a realização das provas em dia útil, o perfil da empresa contratada e a falta de previsão específica em seu objeto social para realizar concursos públicos.
- O caso é alvo de outro procedimento paralelo e as investigações continuam, podendo resultar na adoção de medidas judiciais, caso sejam confirmadas irregularidades.
Foto: Divulgação
O Ministério Público do Estado da Bahia abriu um procedimento para acompanhar e fiscalizar o concurso público da Câmara Municipal de Correntina, no oeste do estado. A medida foi adotada após denúncia anônima que aponta possíveis irregularidades no processo seletivo. Entre as suspeitas levantadas estão possível direcionamento na escolha da banca organizadora, excesso de cargos comissionados e ausência de estudo de impacto financeiro. Também há questionamentos sobre a realização das provas em dia útil, o que pode ter dificultado a participação de candidatos. Outro ponto analisado pela Promotoria é o perfil da empresa contratada para organizar o concurso. A HC Soluções e Assessoria Ltda, que recebeu cerca de R$ 37 mil pelo serviço, não teria previsão específica em seu objeto social para realização de concursos públicos. Mesmo após o envio de ofícios solicitando esclarecimentos ao presidente da Câmara, o certame segue em andamento. Diante das suspeitas, o Ministério Público informou que vai intensificar o acompanhamento do caso, que também já é alvo de outro procedimento paralelo. As investigações continuam e podem resultar na adoção de medidas judiciais, caso sejam confirmadas irregularidades.
MP investiga suspeita de fraude em contratos na prefeitura de Correntina
MP investiga suspeita de fraude em contratos na prefeitura de Correntina
MP e Gaeco investigam possível esquema de contratos irregulares em Correntina
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O Ministério Público do Estado da Bahia abriu um procedimento investigativo para apurar indícios de fraudes contratuais na prefeitura de Correntina, no oeste do estado. A investigação envolve a gestão do prefeito Walter Mariano Messias, conhecido como Mariano (União Brasil).A denúncia aponta suspeita de irregularidades em contratos públicos e a possível existência de um esquema de corrupção envolvendo fraude em licitações. Entre os pontos investigados está o uso de empresas sem atividade real — chamadas de “empresas fantasmas” — para atender interesses particulares dentro da administração municipal.A apuração é conduzida pela Promotoria de Justiça de Correntina e acompanha um processo que já tramita no Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia. O procedimento foi instaurado pela promotora substituta Suelim Iasmine dos Santos Braga para monitorar o andamento do Processo nº 25455e25, que analisa contratos firmados pela prefeitura.Entre os documentos analisados estão os contratos nº 0092/2022 e nº 0002/2024. O Ministério Público também acionou o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), que passa a atuar no caso em apoio às investigações. Um dos pontos centrais da denúncia envolve a publicação do Termo de Adesão nº 005/2025 no Diário Oficial do município. O documento indica que a prefeitura teria aderido a uma Ata de Registro de Preços supostamente criada pelo Governo do Amazonas.Na prática, a administração municipal teria utilizado o mecanismo conhecido como “pegar carona”, aderindo a um contrato já existente para contratar serviços e fornecimentos sem realizar nova licitação.O acordo teria sido usado para contratar fornecimento de materiais de construção, materiais elétricos, ferragens, itens hidráulicos, além de serviços de iluminação pública, manutenção predial e reformas.Prefeitura fala em motivação política:Em nota, a prefeitura de Correntina afirmou que a denúncia tem motivação política e que os questionamentos fazem parte de disputas administrativas.Segundo a gestão municipal, todos os contratos seguem os princípios legais da administração pública, incluindo legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.A prefeitura também declarou que possui mecanismos internos de controle e que todas as informações solicitadas pelos órgãos de fiscalização já foram prestadas.Outras suspeitasO prefeito também já foi alvo de análise do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia em outro processo que investiga contratos ligados à compra de combustíveis.De acordo com o tribunal, um contrato superior a R$ 7 milhões teria estimado consumo de mais de 1,1 milhão de litros de combustível. O volume, segundo o órgão, permitiria que um veículo percorresse cerca de 7,1 milhões de quilômetros — distância equivalente a mais de 300 voltas completas ao redor da Terra.O tribunal aponta ainda que não teria sido apresentado estudo técnico prévio para justificar a quantidade contratada. Até outubro de 2025, os pagamentos relacionados ao contrato já somavam cerca de R$ 3,47 milhões.As investigações seguem em andamento.
PM apreende veículos irregulares e flagra condutores sem CNH em Guanambi
PM apreende veículos irregulares e flagra condutores sem CNH em Guanambi
Irregularidades incluem fuga, falta de CNH e escapamento adulterado.
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Foto: Polícia Militar da Bahia | 17ºBPM
A Polícia Militar apreendeu veículos e flagrou condutores sem habilitação na sexta‑feira (3) durante ações de fiscalização em Guanambi, no sudoeste da Bahia. As ocorrências aconteceram entre o fim da tarde e a noite, em diferentes pontos da cidade. A primeira abordagem ocorreu por volta das 16h51, na Rua Dário Alves Lima, no bairro Monte Azul. Um motociclista tentou fugir ao perceber a viatura, mas foi alcançado. A moto, uma Honda CG 125 Titan, estava sem placa, sem equipamentos obrigatórios e com escapamento adulterado. O condutor, de 21 anos, não tinha documentos e o veículo foi levado ao pátio do GUATRANS. Às 19h30, no bairro Alvorada, policiais flagraram um Volkswagen Up em alta velocidade e com escapamento barulhento. O motorista, um adolescente de 17 anos, não possuía CNH. O carro foi apreendido e encaminhado ao Detran.
Foto: Polícia Militar da Bahia | 17ºBPM
No mesmo bairro, às 20h40, uma Honda Pop 110 foi parada ao lado da Escola Ercínia Montenegro. A moto estava com escapamento ruidoso e sem retrovisor. O condutor, de 21 anos, também não era habilitado. O veículo foi removido ao pátio do Detran. A última ocorrência foi registrada às 22h03, na BA‑573, no bairro Boa Vista. Uma Honda Start 160 com escapamento adulterado foi abordada. O motociclista, de 22 anos, não tinha habilitação e recebeu as autuações previstas no Código de Trânsito. A moto foi recolhida ao GUATRANS. Todos os veículos foram removidos, e as infrações registradas. A Polícia Militar informou que as ações seguem voltadas para reduzir acidentes e coibir irregularidades no trânsito.
Motocicleta furtada é recuperada em Iuiú e devolvida ao dono
Motocicleta furtada é recuperada em Iuiú e devolvida ao dono
Veículo foi localizado na zona rural do município
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Foto: Polícia Militar da Bahia | 17ºBPM
Uma motocicleta furtada foi recuperada pela Polícia Militar e devolvida ao proprietário em Iuiú, no sudoeste da Bahia. O caso aconteceu no dia 23 de novembro, durante uma ação de fiscalização na zona rural da cidade. Segundo a corporação, o veículo, uma Honda CG Fan 160 vermelha, foi abordado por irregularidades administrativas. Após consulta, os policiais constataram que havia restrição de furto/roubo registrada. A moto foi encaminhada para a Delegacia de Iuiú, onde passaram pelos procedimentos de identificação e perícia. Após a conclusão, o veículo foi restituído ao dono.
TCE detecta irregularidades na aplicação da política de recursos hídricos na Bahia
Problemas foram identificados durante auditoria
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Foto: Reprodução
- Uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas do Estado da Bahia verificou irregularidades na aplicação da política de recursos hídricos da Bahia. Entre os nove instrumentos previstos, dois ainda não foram implementados, cinco foram parcialmente implementados e dois outros, apesar de implementados, demonstraram deficiências em seu funcionamento. A auditoria foi realizada, dentre outros órgãos, na Secretaria do Meio Ambiente (SEMA), que é o órgão competente para formular e avaliar a Política Estadual de Recursos Hídricos, além de promover sua integração com a Política Nacional. O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA) também é alvo do trabalho desenvolvido pela auditoria por ser o órgão executor da Política Estadual. A política de recursos hídricos é assunto de lei estadual publicada há 12 anos . O mesmo assunto é tratado na Lei Federal nº 9.433/1997, publicada há 24 anos. O trabalho de auditoria encontrou problemas que impactaram de forma significativa a execução da política hídrica. O TCE apontou problemas como a desatualização e a falta de monitoramento do plano estadual, a não instituição de dois dos 16 Comitês de Bacia Hidrográfica e a não elaboração de 11 dos 16 planos de bacia. Outro aspecto observado foi o comprometimento do financiamento da política pública pela ausência de cobrança do uso de recursos hídricos e pelas alterações realizadas em 2014 na legislação estadual. Após estas alterações, de R$ 1,3 bilhão transferidos como royalties pelo governo federal, R$ 770,3 milhões foram direcionados para financiar parte do deficit previdenciário estadual. Já o montante de R$ 321,1 milhões foi utilizado no pagamento de custeio administrativo (despesas correntes) e apenas R$ 214,2 milhões foram, de fato, alocados em programas finalísticos. A auditoria atestou que os resultados produzidos pelos instrumentos em funcionamento não evidenciam o alcance dos objetivos definidos e, diante deste cenário, concluiu pela baixa eficácia da Política Estadual de Recursos Hídricos. Na conclusão do relatório, a auditoria propôs determinação à SEMA para que seja elaborado um Plano de Ação visando ao saneamento das irregularidades constatadas. Além disso, sugeriu o encaminhamento das informações ao Centro de Apoio às Promotorias de Meio Ambiente e Urbanismo (CEAMA) do Ministério Público Estadual outros órgãos do estado.
Chapada: PRF apreende 4 mil fogos transportados de forma irregular
Chapada: PRF apreende 4 mil fogos transportados de forma irregular
Por: Adele Robichez
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Foto: Divulgação | PRF
- A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 4.643 unidades de fogos de artifício que estavam sendo transportados de forma irregular em um carro de passeio. A apreensão aconteceu na BR-242, próximo à cidade de Seabra, na Chapada Diamantina. O carro, com placa de Minas Gerais, estava com várias caixas de fogos. O motorista tinha uma nota fiscal, mas esta havia sido cancelada pela Receita Federal. O material foi levado para a Secretaria da Fazenda do estado, onde serão adotadas as medidas administrativas cabíveis, pelos crimes tributário de transporte de mercadoria nacional sem nota fiscal.
























