Bolsa Presença beneficia mais de 352 mil estudantes na Bahia; crédito de junho já está disponível
Governo do Estado investe mais de R$ 49 milhões no programa de permanência escolar
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Governo da Bahia disponibilizou o pagamento do Programa Bolsa Presença para 352.469 estudantes da rede estadual de ensino, alcançando 317.326 famílias em situação de vulnerabilidade social. O programa tem como objetivo incentivar a permanência dos alunos na escola e reduzir a evasão escolar.
- O Programa Bolsa Presença é uma das principais ações do Estado voltadas à inclusão educacional e ao combate à evasão escolar na Bahia, com investimento superior a R$ 49 milhões.
Foto: Paula Fróes | GOVBA
O Governo da Bahia disponibilizou nesta segunda-feira (15) o pagamento do Programa Bolsa Presença para 352.469 estudantes da rede estadual de ensino. O benefício alcança 317.326 famílias em situação de vulnerabilidade social, com investimento superior a R$ 49 milhões. O programa tem como objetivo incentivar a permanência dos alunos na escola, contribuindo para a redução da evasão escolar e o fortalecimento do vínculo entre estudantes, famílias e a comunidade escolar. Cada família recebe R$ 150 por mês, com acréscimo de R$ 50 a partir do segundo estudante matriculado e com frequência regular na rede estadual. Os valores são creditados mensalmente, sempre no dia 15. Para garantir o recebimento do benefício, o governo orienta que os responsáveis mantenham os dados cadastrais atualizados. Criado pela Lei nº 14.310/2021 e transformado em política permanente por meio da Lei nº 14.396/2021, o Bolsa Presença é uma das principais ações do Estado voltadas à inclusão educacional e ao combate à evasão escolar na Bahia.
Senado aprova novo piso nacional de professores para 2026
Senado aprova novo piso nacional de professores para 2026
Medida provisória cria nova fórmula de reajuste e garante ganho real para docentes
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado Federal aprovou uma medida provisória que redefine a fórmula de reajuste do piso salarial dos professores da educação básica. A nova regra estabelece o valor mínimo da categoria em R$ 5.130 para 2026 e prevê um reajuste de 5,4% no piso do magistério, elevando o valor atual para cerca de R$ 5.130,63. A medida agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
- A medida também estabelece limites para os reajustes futuros, garantindo que o percentual não superie a variação nominal das receitas do Fundeb entre os dois anos anteriores, mas também não fique abaixo da inflação medida pelo INPC. A nova regra visa promover salários mais atrativos e evitar a desvalorização da carreira docente, além de combater o déficit de profissionais na educação.
Foto: Paula Fróes | GOVBA
O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (26) a medida provisória que redefine a fórmula de reajuste do piso salarial dos professores da educação básica e estabelece o valor mínimo da categoria em R$ 5.130 para 2026. Como a proposta já havia passado pela Câmara dos Deputados, o texto agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A medida foi editada pelo governo federal em janeiro e já está em vigor desde então, mas precisava do aval do Congresso Nacional dentro do prazo de 120 dias para se tornar lei definitiva. A nova regra garante ainda neste ano um reajuste de 5,4% no piso do magistério, elevando o valor atual de R$ 4.867,77 para cerca de R$ 5.130,63. O aumento representa ganho real de aproximadamente 1,5% acima da inflação acumulada pelo INPC de 2025, que fechou em 3,9%. O texto aprovado define que os futuros reajustes serão calculados a partir da soma do Índice Nacional de Preços ao Consumidor com metade da média do crescimento real das receitas do Fundeb nos últimos cinco anos. O fundo é considerado o principal instrumento de financiamento da educação pública brasileira e reúne recursos estaduais e federais destinados à educação básica. Antes de ser analisada em plenário, a proposta passou por uma comissão mista de deputados e senadores. A relatora, senadora Dorinha Seabra (União-GO), incluiu alterações no texto, entre elas a fixação nominal do novo piso em R$ 5.130,63 para evitar disputas judiciais sobre o cálculo. Pela regra antiga, o reajuste seria de apenas 0,37%, enquanto o novo modelo assegura aumento mais amplo. A medida também estabelece limites para os reajustes futuros. O percentual não poderá superar a variação nominal das receitas do Fundeb entre os dois anos anteriores, mas também não poderá ficar abaixo da inflação medida pelo INPC. Em seu parecer, a relatora afirmou que salários mais atrativos são fundamentais para evitar a desvalorização da carreira docente e combater o déficit de profissionais na educação.
Comissão do Congresso aprova piso de R$ 5,1 mil para professores
Comissão do Congresso aprova piso de R$ 5,1 mil para professores
Medida provisória cria nova fórmula de reajuste, amplia alcance do piso para temporários e prevê salário mínimo de R$ 5.130,63 para docentes da educação básica pública em 2026
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma comissão mista do Congresso Nacional aprovou nesta terça-feira a medida provisória que redefine as regras do piso salarial dos professores da educação básica pública. A proposta fixa a remuneração mínima em R$ 5.130,63 para 2026, o que representa um reajuste de 5,4% em comparação ao valor atual. O texto, que agora tramita como Projeto de Lei de Conversão (PLV) 4/2026, será submetido à análise e votação nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
- A nova legislação modifica o piso nacional do magistério, adaptando o reajuste anual às normas do Fundeb. Pela fórmula aprovada, a correção considerará a inflação medida pelo INPC somada à metade da média de crescimento das receitas do fundo nos últimos cinco anos, visando garantir ganho real aos professores e evitar perdas salariais. Além disso, o parecer estende o alcance do piso para professores temporários e exige maior transparência na divulgação da memória de cálculo dos reajustes anuais, buscando conferir previsibilidade financeira a estados e municípios e fortalecer a valorização da carreira docente.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
Uma comissão mista do Congresso Nacional aprovou nesta terça-feira (19) a medida provisória que altera as regras do piso salarial dos professores da educação básica pública e fixa remuneração mínima de R$ 5.130,63 para 2026. O valor representa reajuste de 5,4% em relação ao piso atual, hoje em R$ 4.867,77. O texto, relatado pela senadora Professora Dorinha Seabra, ainda será analisado pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado. Com a aprovação na comissão, a proposta passa a tramitar como Projeto de Lei de Conversão (PLV) 4/2026. A medida modifica a legislação do piso nacional do magistério e adapta o reajuste anual às novas regras do Fundeb. Pela fórmula aprovada, a correção passará a considerar a inflação medida pelo INPC somada à metade da média de crescimento das receitas do fundo nos últimos cinco anos. Segundo o Ministério da Educação, o novo modelo garante ganho real aos professores e evita perdas salariais. Pela regra anterior, o reajuste estimado para 2026 seria de apenas 0,37%. O parecer aprovado também estabelece limites para evitar oscilações bruscas. O aumento anual não poderá ficar abaixo da inflação nem superar o crescimento das receitas do Fundeb registrado nos dois anos anteriores. Outro ponto incluído amplia o alcance do piso para professores temporários e determina maior transparência na divulgação da memória de cálculo usada pelo governo nos reajustes anuais. A relatora afirmou que a mudança busca dar previsibilidade financeira a estados e municípios e fortalecer a valorização da carreira docente. O relatório ainda cita estudos que apontam risco de déficit de até 235 mil professores da educação básica até 2040, sobretudo nas áreas de matemática e ciências.
Estudantes da rede pública terão inscrição automática no Enem
Estudantes da rede pública terão inscrição automática no Enem
Mudanças incluem inscrição automática para alunos da rede pública e ampliação dos locais de aplicação da prova.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Educação publicou uma portaria com mudanças no Enem, incluindo a inscrição automática de estudantes da rede pública de ensino. A medida visa ampliar o acesso e aumentar a participação dos estudantes na prova. Além disso, o exame passará a ser utilizado oficialmente como instrumento de certificação de conclusão do ensino médio e os resultados serão considerados no cálculo de indicadores ligados ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica.
- As mudanças incluem a ampliação dos locais de prova, com cerca de 10 mil novos pontos de aplicação em 2026, e a estimativa é de que 80% dos concluintes realizem a prova na própria escola onde estudam. O MEC busca fortalecer o acesso à educação e ampliar a presença dos estudantes no ensino superior.
Foto: Reprodução
O Ministério da Educação (MEC) publicou, nesta segunda-feira (18), uma portaria com mudanças no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Entre as principais alterações está a inscrição automática de estudantes concluintes da rede pública de ensino. A medida vale para alunos matriculados na terceira e quarta séries do ensino médio em escolas públicas. Com a mudança, os estudantes precisarão apenas acessar o sistema para confirmar informações como idioma da prova, atendimento especializado e município de aplicação. Outra novidade anunciada pelo MEC é a ampliação dos locais de prova. O exame deverá contar com cerca de 10 mil novos pontos de aplicação em 2026. Segundo o governo federal, as mudanças buscam ampliar o acesso e aumentar a participação dos estudantes da rede pública no exame. A estimativa é de que 80% dos concluintes realizem a prova na própria escola onde estudam. O MEC também confirmou que o Enem passará a ser utilizado oficialmente como instrumento de certificação de conclusão do ensino médio. A partir de 2027, os resultados obtidos pelos estudantes no exame também serão considerados no cálculo de indicadores ligados ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). De acordo com o ministério, as mudanças fazem parte de uma estratégia para fortalecer o acesso à educação e ampliar a presença dos estudantes no ensino superior.
Fundeb supera previsão e aumenta repasses para estados e municípios
Fundeb supera previsão e aumenta repasses para estados e municípios
Fundo arrecadou R$ 282,5 bilhões em 2025, acima da previsão inicial, e ampliou transferências para estados e municípios
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A arrecadação do Fundeb em 2025 alcançou R$ 282,5 bilhões, superando a previsão inicial em R$ 13,5 bilhões. O valor extra foi distribuído entre três modalidades de repasse e reforçou o caixa da educação pública, permitindo investir em infraestrutura escolar, transporte, materiais e manutenção das escolas.
- O Fundeb é o principal mecanismo de financiamento da educação básica no país e reúne recursos de estados, municípios e da União.
Foto: Alberto Coutinho | GOVBA
A arrecadação do Fundeb em 2025 ficou acima do esperado e aumentou os repasses para estados e municípios. O fundo somou R$ 282,5 bilhões, cerca de R$ 13,5 bilhões a mais do que a previsão inicial. Com isso, a complementação da União também cresceu, passando de R$ 56,15 bilhões para R$ 56,29 bilhões. Parte desse valor já considera recursos destinados à educação em tempo integral. Os valores extras foram distribuídos entre três modalidades de repasse e pagos em parcela única no fim de abril. A atualização também elevou, ainda que levemente, o valor mínimo por aluno. O ajuste é feito todos os anos para corrigir diferenças entre o que foi previsto e o que realmente foi arrecadado. Os dados são calculados pelo Tesouro Nacional. Na prática, o aumento reforça o caixa da educação pública e pode ser usado em áreas como infraestrutura escolar, transporte, materiais e manutenção das escolas.O Fundeb é o principal mecanismo de financiamento da educação básica no país e reúne recursos de estados, municípios e da União.























