Ministro da Fazenda compara reajuste do Bolsa Família à ‘PEC Kamikaze’
Ministro da Fazenda compara reajuste do Bolsa Família à ‘PEC Kamikaze’
Dario Durigan disse que aumento atual está previsto no Orçamento e segue regras fiscais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, destacou que o reajuste de 15,04% no Bolsa Família, aprovado pelo Decreto nº 13.120 de 17 de setembro de 2026, está previsto no Orçamento e será executado dentro das regras fiscais, elevando o benefício mínimo de R$ 600 para R$ 691. A correção segue a variação acumulada do INPC entre março de 2023 e agosto de 2026, sem necessidade de crédito extraordinário.
- Durigan comparou a medida atual às ações adotadas em 2022 durante o governo de Jair Bolsonaro, como a chamada “PEC Kamikaze” e o Auxílio Brasil, ressaltando que o novo aumento difere por ser financiado integralmente pelo orçamento regular, reforçando o compromisso com a disciplina fiscal do governo Lula.
Foto: Diogo Zacarias | Ministério da Fazenda
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, comparou nesta quinta-feira (17) o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) às medidas adotadas pelo governo de Jair Bolsonaro (PL) em 2022, antes das eleições daquele ano. Durante a cerimônia de anúncio, Durigan afirmou que o aumento atual está previsto no Orçamento e será executado dentro das regras fiscais. Segundo ele, a medida é diferente das ações adotadas em 2022, quando foram utilizados mecanismos extraordinários para ampliar benefícios sociais. Na ocasião, o ministro citou a chamada “PEC Kamikaze”, aprovada pelo Congresso em julho de 2022. A Emenda Constitucional 123 criou medidas emergenciais relacionadas ao aumento dos preços dos combustíveis e autorizou despesas adicionais para ampliar programas sociais. Entre as medidas, o então Auxílio Brasil, programa que substituiu temporariamente o Bolsa Família durante o governo Bolsonaro, teve seu benefício mínimo ampliado para R$ 600. O reajuste anunciado nesta quinta-feira para o Bolsa Família será de 15,04%, com o valor mínimo passando de R$ 600 para R$ 691. A correção foi formalizada pelo Decreto nº 13.120, de 17 de setembro de 2026, e corresponde à variação acumulada do INPC entre março de 2023 e agosto de 2026. Segundo o governo, a atualização será absorvida pelo Orçamento, sem necessidade de abertura de crédito extraordinário. O ministro da Fazenda afirmou que a execução da medida seguirá as regras fiscais vigentes.
Salário mínimo deve subir para R$ 1.741 em 2027, diz ministro
Salário mínimo deve subir para R$ 1.741 em 2027, diz ministro
Valor representa aumento de 7,4% em relação ao piso atual e ainda é uma projeção, que será incluída no Orçamento de 2027
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O salário mínimo no Brasil deve subir de R$ 1.621 para R$ 1.741 em 2027, conforme anunciado pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan. A proposta, que será incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) e enviada ao Congresso até 31 de agosto, representa um aumento de 7,4% e ultrapassa a previsão anterior de R$ 1.717. O valor ainda é uma projeção e será definido no fim de 2026, após a divulgação do INPC acumulado até novembro.
- O reajuste também impacta benefícios como aposentadorias, pensões do INSS, BPC, seguro‑desemprego e abono salarial, já que cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social têm valor vinculado ao piso. O governo pretende manter o ganho real previsto para o salário mínimo e controlar o crescimento de outras despesas obrigatórias, com o novo valor entrando em vigor em janeiro de 2027.
Foto: Marcello Casal Jr | Agência Brasil
O salário mínimo deverá subir de R$ 1.621 para R$ 1.741 em 2027, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan. A estimativa será incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que será enviado ao Congresso Nacional até 31 de agosto. O novo valor representa aumento de R$ 120, ou 7,4%, e supera em R$ 24 a previsão de R$ 1.717 apresentada pelo governo na proposta da LDO, em abril. O valor ainda é uma projeção e será definido no fim de 2026, após a divulgação do INPC acumulado até novembro. A regra atual considera a inflação medida pelo índice e ganho real de 2,5%. O reajuste também afeta benefícios como aposentadorias, pensões do INSS, BPC, seguro-desemprego e abono salarial. Segundo Durigan, o governo pretende manter o ganho real previsto para o salário mínimo e controlar o crescimento de outras despesas obrigatórias. Cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social têm valor vinculado ao piso. Se a projeção for confirmada, o salário mínimo de R$ 1.741 entrará em vigor em janeiro de 2027.
Governo tenta aprovar fim da taxa das blusinhas antes de medida perder validade
Governo tenta aprovar fim da taxa das blusinhas antes de medida perder validade
Texto prevê o fim do imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal pretende intensificar, na próxima semana, a articulação com a base aliada no Congresso Nacional para acelerar a tramitação da medida provisória (MP) que elimina o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecida como "taxa das blusinhas".
- A MP permanece paralisada porque a comissão mista responsável por analisá‑la ainda não foi instalada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O governo enviou um pedido formal para que o colegiado seja criado, de modo que a proposta possa avançar no Congresso, antes da validade expirar em 8 de setembro.
Foto: Diogo Zacarias | Ministério da Fazenda
O governo federal pretende intensificar, na próxima semana, a articulação com a base aliada no Congresso Nacional para acelerar a tramitação da medida provisória (MP) que elimina o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecida como "taxa das blusinhas". A informação foi divulgada nesta quarta-feira (19) pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante participação no Fórum Saúde, realizado em Brasília. Segundo o ministro, a prioridade é garantir a instalação da comissão mista responsável por analisar a proposta. "O esforço do governo é mobilizar a base do Congresso Nacional e constituir a comissão mista da medida provisória", afirmou Durigan. A instalação do colegiado, prevista para a semana passada, foi adiada. Sem a análise da comissão, a tramitação da medida segue paralisada. A MP perde a validade no dia 8 de setembro caso não seja aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. O atraso ocorreu porque a comissão ainda não foi instalada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Diante da situação, o governo encaminhou um pedido formal para que o colegiado seja criado e a proposta possa avançar no Congresso.
Desenrola Adimplentes começa com crédito de até R$ 15 mil nesta terça (11)
Desenrola Adimplentes começa com crédito de até R$ 15 mil nesta terça (11)
Nova modalidade permite trocar empréstimos mais caros por crédito com juros de até 1,99% ao mês.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Começou a operar nesta terça-feira (11) o Desenrola Adimplentes, uma nova vertente do programa do governo federal criada especificamente para atender trabalhadores informais que mantêm seus compromissos financeiros em dia. A medida permite a substituição de dívidas caras por uma nova linha de crédito de até R$ 15 mil, com taxa de juros limitada a 1,99% ao mês, após mudanças regulatórias implementadas para atrair a participação de mais instituições financeiras.
- A iniciativa faz parte de um pacote de três frentes para expandir o acesso ao crédito, que também engloba trabalhadores com carteira assinada e estudantes adimplentes do Fies. Segundo o Ministério da Fazenda, essa nova fase representa uma transição de foco para o programa criado em 2023, que deixa de focar exclusivamente na renegociação de dívidas atrasadas e passa a oferecer vantagens financeiras para consumidores que mantêm suas contas regularizadas.
Foto: Reprodução | Getty Images
Começa nesta terça-feira (11) a operação do Desenrola Adimplentes, nova modalidade do programa do governo federal voltada a trabalhadores informais que mantêm os pagamentos em dia. A iniciativa permite substituir empréstimos mais caros por uma nova linha de crédito, com juros de até 1,99% ao mês e limite de R$ 15 mil. A modalidade passou a funcionar após mudanças nas regras para ampliar a participação das instituições financeiras. A proposta é facilitar o acesso ao crédito para pessoas que, mesmo sem vínculo formal de trabalho, conseguem manter seus compromissos financeiros em dia. O Desenrola Adimplentes faz parte de um pacote com três frentes criadas pelo governo federal para ampliar o acesso ao crédito. Além dos trabalhadores informais, as medidas incluem uma linha destinada a estudantes e ex-estudantes adimplentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e ações direcionadas a trabalhadores com carteira assinada. Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a nova etapa representa uma mudança de foco dentro do programa, que originalmente foi criado para ajudar pessoas com dívidas em atraso a renegociar seus débitos. A proposta, agora, é também incentivar quem mantém as contas em dia, oferecendo condições de crédito potencialmente mais baratas para substituir operações financeiras com juros elevados. Criado em 2023, o Desenrola foi lançado pelo governo federal com o objetivo de facilitar a renegociação de dívidas e contribuir para a recuperação financeira das famílias brasileiras. Segundo o governo, aproximadamente 7,5 milhões de famílias já foram beneficiadas pelo programa. Com a nova modalidade, a intenção é ampliar o alcance da política de crédito e incluir consumidores que não estão inadimplentes, mas que podem se beneficiar de condições financeiras mais vantajosas.
Governo avalia fim do subsídio à gasolina na próxima semana
Governo avalia fim do subsídio à gasolina na próxima semana
Ministro afirma que aumento no preço do petróleo levou o governo a adiar a decisão sobre o benefício concedido aos combustíveis.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal adiou a decisão sobre o fim do subsídio à gasolina devido à nova alta do petróleo no mercado internacional. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que reavaliou as projeções sobre o mercado brasileiro após a valorização superior a 5% no preço do barril de petróleo registrada na quarta-feira. Em entrevista, Durigan afirmou que a evolução dos preços internacionais alterou as previsões e que a decisão sobre a retirada do subsídio da gasolina será analisada na próxima semana.A medida faz parte de um pacote anunciado pelo governo em abril para conter o avanço dos preços dos combustíveis. Além da gasolina, foram adotadas ações como a subvenção ao diesel, ao gás de cozinha e ao querosene de aviação, além da isenção de impostos federais sobre o biodiesel e da criação de linhas de crédito para o setor aéreo. A reavaliação ocorre em meio ao aumento da tensão geopolítica, após uma nova ofensiva contra alvos militares no Irã, atingindo sistemas de defesa aérea, instalações de vigilância, depósitos de mísseis e drones, infraestrutura logística e ativos navais.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O governo federal adiou a decisão sobre o fim do subsídio à gasolina após a nova alta do petróleo no mercado internacional, provocada pela escalada das tensões no Oriente Médio. A informação foi confirmada nesta quinta-feira (9) pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan.Segundo o ministro, a equipe econômica pretendia anunciar ainda nesta semana a retirada parcial ou total do benefício concedido aos combustíveis. No entanto, a valorização superior a 5% no preço do barril de petróleo registrada na quarta-feira (8) fez o governo reavaliar o cenário.Em entrevista à Rádio Gaúcha, Durigan afirmou que a evolução dos preços internacionais alterou as projeções sobre o mercado brasileiro."Essa semana eu ia anunciar a retirada do subsídio da gasolina, vou analisar a retirada na próxima semana, porque o preço da gasolina já está com o impacto diferente do que eu estava prevendo."O subsídio foi criado em maio para reduzir os efeitos da alta do petróleo sobre o preço da gasolina. O benefício, no valor de R$ 0,44 por litro, vale tanto para o combustível importado quanto para o produzido no Brasil e tinha duração prevista de dois meses.A medida faz parte de um pacote anunciado pelo governo em abril para conter o avanço dos preços dos combustíveis. Além da gasolina, foram adotadas ações como a subvenção ao diesel, ao gás de cozinha e ao querosene de aviação, além da isenção de impostos federais sobre o biodiesel e da criação de linhas de crédito para o setor aéreo.Em 1º de julho, o governo encerrou o subsídio ao diesel e preparava uma decisão semelhante para a gasolina. Agora, a definição dependerá do comportamento do mercado internacional nas próximas semanas.A reavaliação ocorre em meio ao aumento da tensão geopolítica. Na quarta-feira (8), forças do Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) realizaram uma nova ofensiva contra alvos militares no Irã, atingindo sistemas de defesa aérea, instalações de vigilância, depósitos de mísseis e drones, infraestrutura logística e ativos navais. A operação deu sequência aos ataques iniciados na terça-feira (7), elevando as preocupações com possíveis impactos no fornecimento global de petróleo e na estabilidade do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte da commodity no mundo.
Desenrola Adimplentes exigirá autoexclusão de bets por seis meses
Desenrola Adimplentes exigirá autoexclusão de bets por seis meses
Regra também valerá para nova linha de crédito do Fies.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou que o acesso aos programas Desenrola Adimplentes e Fies Empreendedor exigirá o bloqueio voluntário dos beneficiários em plataformas de apostas esportivas, as "bets", por um período de seis meses. A medida valerá tanto para trabalhadores informais que buscam uma nova linha de crédito quanto para formados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) que desejam empreender por meio do programa, reforçando a exigência de autoexclusão das casas de apostas para ambos os grupos.
- O Desenrola Adimplentes é voltado a trabalhadores informais sem vínculo empregatício CLT, servidores públicos ou aposentados/pensionistas do INSS, que mantêm as contas em dia, mas enfrentam dificuldades para conseguir crédito ou precisam recorrer a empréstimos com juros elevados. A iniciativa faz parte das ações do governo federal para ampliar o acesso ao crédito, ao mesmo tempo em que incentiva o uso responsável dos recursos pelos beneficiários, com detalhes adicionais das regras e cronograma a serem divulgados.
Foto: Diogo Zacarias | Ministério da Fazenda
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou nesta segunda-feira (29) que o acesso ao programa Desenrola Adimplentes e ao Fies Empreendedor estará condicionado ao bloqueio voluntário dos beneficiários em plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets, por um período de seis meses. Segundo o ministro, a exigência valerá tanto para trabalhadores informais que buscarem a nova linha de crédito quanto para os formados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) que desejarem empreender por meio do programa. "Tanto no caso do informal, que vai passar a ter uma nova linha a 1,99% ao mês, quanto no caso do estudante graduado do Fies, nós vamos exigir que eles fiquem seis meses com a autoexclusão habilitada também das casas de apostas, das bets", afirmou Durigan. O Desenrola Adimplentes é voltado a trabalhadores informais que não possuem vínculo empregatício pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), não são servidores públicos e também não recebem aposentadoria ou pensão do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O programa tem como público-alvo pessoas que mantêm as contas em dia, mas enfrentam dificuldades para conseguir crédito ou precisam recorrer a empréstimos com juros elevados. A medida faz parte das ações do governo federal para ampliar o acesso ao crédito e, ao mesmo tempo, incentivar o uso responsável dos recursos por parte dos beneficiários. O detalhamento das regras e o cronograma de implantação dos programas ainda serão divulgados pelo governo.
Apreensão de cocaína líquida em carga de madeira pode ser a maior da história do Brasil
Droga foi encontrada em oito caminhões na fronteira com a Bolívia; estimativa é de até 50 toneladas de cocaína
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Operação conjunta da Receita Federal, Polícia Federal, Exército e autoridades dos Estados Unidos e da Bolívia apreendeu carga de cocaína líquida misturada a madeira em Corumbá (MS) e Cáceres (MT), na fronteira com a Bolívia. A droga estava escondida em oito caminhões e estima-se que tenha um volume entre 20 e 50 toneladas. Se a quantidade for confirmada, será a maior apreensão de cocaína da história do Brasil.
- A operação faz parte da Operação Timber Shield, uma cooperação entre as autoridades brasileiras e internacionais para combater o tráfico de drogas.
- As autoridades acreditam que a carga apreendida no Brasil está relacionada a uma apreensão de 100 toneladas de cocaína no Chile no início do mês, que utilizou o mesmo método de ocultação.
- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a operação é uma resposta firme do Estado brasileiro à sofisticação das organizações criminosas que atuam no tráfico internacional.
Foto: Divulgação | Policia Federal
Uma operação da Receita Federal em conjunto com a Polícia Federal, o Exército e autoridades dos Estados Unidos e da Bolívia apreendeu, neste domingo (21), uma carga de cocaína líquida misturada a cerca de 260 toneladas de madeira transportadas em oito caminhões. A ação ocorreu em Corumbá (MS) e Cáceres (MT), cidades localizadas na fronteira com a Bolívia. Exames iniciais confirmaram a presença da droga na carga. Segundo a Receita, com base em apreensões anteriores, entre 10% e 20% do peso total da madeira pode corresponder à cocaína, o que representa um volume estimado entre 20 e 50 toneladas. Caso a quantidade seja confirmada, esta será a maior apreensão de cocaína da história do Brasil e uma das maiores já registradas no mundo. A investigação aponta que a carga tem relação com uma apreensão de 100 toneladas da droga feita no Chile no início do mês, que utilizou o mesmo método de ocultação. A ação faz parte da Operação Timber Shield, realizada em cooperação com a agência antidrogas dos Estados Unidos e a Aduana Nacional da Bolívia. Em publicação nas redes sociais, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a operação representa "uma resposta firme do Estado brasileiro à sofisticação das organizações criminosas que atuam no tráfico internacional". Segundo as autoridades, informações compartilhadas pelos Estados Unidos indicam que as cargas apreendidas no Brasil e no Chile tiveram origem no mesmo local de produção, na Bolívia.
Lula deve procurar Trump para discutir tarifas contra o Brasil
Lula deve procurar Trump para discutir tarifas contra o Brasil
Ministro da Fazenda afirma que presidente brasileiro deve entrar em contato com Donald Trump para tratar das tarifas que podem atingir produtos nacionais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja entrar em contato com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para abordar a questão das tarifas que o governo norte-americano ameaça impor a produtos brasileiros. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que indicou que o contato pode ser via ligação ou carta, como parte da estratégia brasileira para ampliar o diálogo e mitigar impactos nas exportações nacionais. A medida surge em meio a crescentes preocupações com novas barreiras comerciais.
- Durigan enfatizou que o Brasil mantém as negociações abertas com representantes dos EUA e se mostrou disponível para conversar com o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, buscando uma solução para o impasse comercial. O cenário inclui a participação de Lula e Trump no encontro do G7, onde o Brasil, embora não membro, foi convidado. Paralelamente, esforços estão sendo feitos para viabilizar uma reunião virtual entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e Jamieson Greer, representante comercial dos Estados Unidos, com o objetivo de preservar o fluxo comercial bilateral.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve entrar em contato com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para discutir as tarifas que o governo norte-americano ameaça impor a produtos brasileiros. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante entrevista publicada nesta segunda-feira (15). Segundo o ministro, o contato poderá ocorrer por meio de uma ligação telefônica ou de uma carta enviada diretamente ao chefe da Casa Branca. A iniciativa faz parte da estratégia do governo brasileiro para tentar ampliar o diálogo com as autoridades americanas e evitar impactos nas exportações nacionais. Durigan afirmou que o Brasil mantém abertas as negociações com representantes do governo dos Estados Unidos. Ele também declarou estar disponível para conversar com o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, em busca de uma solução para o impasse comercial. A discussão ocorre em meio às preocupações do governo brasileiro com a possibilidade de novas tarifas sobre produtos exportados para o mercado americano. Os Estados Unidos são um dos principais parceiros comerciais do Brasil, e eventuais medidas podem afetar setores importantes da economia. Lula e Trump participam do encontro do G7, grupo que reúne algumas das maiores economias do mundo. Embora o Brasil não faça parte do bloco, o país foi convidado para participar das atividades e reuniões do evento. Na semana passada, Durigan já havia informado que o governo brasileiro trabalhava para viabilizar uma reunião virtual entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e Jamieson Greer, representante comercial dos Estados Unidos. A expectativa é que as conversas avancem nos próximos dias, enquanto o governo brasileiro busca preservar o fluxo comercial entre os dois países.
























