Neto afirma que visitou residência de Vorcaro, mas nega festas
Neto afirma que visitou residência de Vorcaro, mas nega festas
Pré-candidato ao Governo da Bahia afirma que esteve uma única vez na residência do banqueiro, mas nega participação em festas no local.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, admitiu ter visitado a residência do banqueiro Daniel Vorcaro em Trancoso, Bahia, mas negou participar de festas no local. Ele afirmou que esteve apenas uma vez em 2024 e não participou de eventos. A reportagem destaca investigações sobre uma empresa ligada ao ex-prefeito ter recebido R$ 3,6 milhões do banqueiro e descrições de festas e movimentação de seguranças e convidados na propriedade.
- O caso segue repercutindo no cenário político baiano em meio às investigações relacionadas ao banqueiro Daniel Vorcaro e ao Banco Master. ACM Neto nega participação em qualquer evento e sustenta que sua presença no local ocorreu apenas uma vez.
Foto: Divulgação
O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), admitiu ter visitado a residência do banqueiro Daniel Vorcaro, em Trancoso, no sul da Bahia, mas negou ter participado de festas realizadas no local. A declaração foi encaminhada à revista Piauí, que publicou uma reportagem sobre a movimentação de autoridades e convidados na propriedade. Inicialmente, a assessoria de ACM Neto informou que ele nunca havia estado no imóvel. Posteriormente, enviou uma nova manifestação esclarecendo que o político esteve na residência apenas uma vez, em 2024. "Estive uma única vez na residência de Daniel Vorcaro no ano de 2024, mas nunca, jamais, participei de festa na casa dele", afirmou ACM Neto em nota enviada à publicação. A reportagem da revista também menciona investigações que apontam que uma empresa ligada ao ex-prefeito teria recebido R$ 3,6 milhões do banqueiro. O texto reúne ainda relatos de um ex-funcionário da propriedade, que descreve a realização de festas no local, além da presença de convidados e regras que proibiriam registros fotográficos durante os eventos. Segundo a publicação, um morador da região relatou que era frequente a movimentação de seguranças, mulheres jovens e homens mais velhos na área de acesso à praia situada em frente ao imóvel. Até o momento, ACM Neto nega participação em qualquer evento realizado na residência e sustenta que sua presença no local ocorreu apenas uma vez. O caso segue repercutindo no cenário político baiano em meio às investigações relacionadas ao banqueiro Daniel Vorcaro e ao Banco Master.
Jaques Wagner recorre ao STF e pede anulação de operação da PF
Jaques Wagner recorre ao STF e pede anulação de operação da PF
Defesa do senador fala em "erros graves" que comprometeram a medida
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A defesa do senador Jaques Wagner (PT-BA) apresentou nesta segunda-feira (22) um recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de reverter a decisão que autorizou a operação de busca e apreensão realizada contra o parlamentar na última semana. Líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado, Wagner foi alvo de uma ação da Polícia Federal no âmbito das investigações sobre o Banco Master.
- Segundo as informações divulgadas pela PF, o senador é apontado como o principal destinatário de benefícios econômicos supostamente concedidos por integrantes do grupo ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro. A investigação ressalta a proximidade entre Wagner e Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, levantando suspeitas sobre a possível atuação do parlamentar em pautas de interesse do banco.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A defesa do senador Jaques Wagner (PT-BA) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (22), um recurso para tentar reverter a decisão que autorizou a operação de busca e apreensão realizada contra o parlamentar na última semana. Líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado, Wagner foi alvo de uma ação da Polícia Federal relacionada às investigações sobre o Banco Master. Segundo a PF, o senador teria sido o principal destinatário de benefícios econômicos supostamente concedidos por integrantes do grupo ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro. Os investigadores destacam a proximidade entre Wagner e Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, e levantam suspeitas sobre a atuação do parlamentar em pautas de interesse do banco.
Senador já havia negado ligação com Vorcaro em discurso
Senador já havia negado ligação com Vorcaro em discurso
Líder do governo no Senado nega envolvimento em irregularidades e diz que conheceu Daniel Vorcaro apenas duas vezes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi alvo de mandado de busca e apreensão da Polícia Federal durante a Operação Compliance Zero. Ele utilizou a tribuna do Senado para rebater suspeitas envolvendo seu nome nas investigações sobre supostas fraudes ligadas ao Banco Master.
- A investigação suspeita que Wagner recebeu um imóvel avaliado em R$ 2,5 milhões como contrapartida por supostas ações favoráveis aos interesses do Banco Master e do empresário Augusto Lima.
Foto: Reprodução
Dois dias antes de ser alvo de mandado de busca e apreensão da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, o senador Jaques Wagner (PT-BA) utilizou a tribuna do Senado para rebater suspeitas envolvendo seu nome nas investigações sobre supostas fraudes ligadas ao Banco Master. Na ocasião, Wagner classificou como "leviana" uma reportagem da revista Veja que citava seu nome em uma proposta de delação do banqueiro Daniel Vorcaro, controlador da instituição financeira. Segundo o senador, não existe qualquer investigação que tenha apontado irregularidades em sua atuação ou na do ministro da Casa Civil, Rui Costa. "A capa da Veja fala que revelará os negócios do PT da Bahia. Eu já desafiei vários a me mostrarem qual foi a investigação da Polícia Federal que encontrou algo sobre o meu comportamento e o comportamento do ex-governador Rui Costa", afirmou. O parlamentar também criticou o modelo de delações realizadas por investigados presos e disse não possuir qualquer relação comercial com Vorcaro. "Eu estou muito à vontade porque conheci esse senhor duas vezes, uma vez em Salvador e uma vez em São Paulo. Não tenho nenhuma relação com ele, não tenho nenhum negócio. Aliás, eu não tenho nem CNPJ, eu só tenho CPF", declarou. Apesar da defesa pública, a Polícia Federal investiga a suspeita de que Wagner tenha recebido um imóvel avaliado em R$ 2,5 milhões como contrapartida por supostas ações favoráveis aos interesses do Banco Master e do empresário Augusto Lima, ex-sócio da instituição. A operação também cumpriu mandados em imóveis e empresas ligadas a Augusto Lima na Bahia, em Brasília e em São Paulo. A defesa do empresário afirmou que ele está à disposição das autoridades e considerou as buscas desnecessárias. Jaques Wagner ainda não comentou oficialmente a operação após o cumprimento dos mandados.
Conversas obtidas pela PF mostram Hugo Motta tratando de crédito com Daniel Vorcaro
Deputado também confirmou viagem a Portugal em aeronave de ex-banqueiro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, está sob investigação após mensagens obtidas pela Polícia Federal revelarem seu suposto envolvimento na liberação de um financiamento de R$ 22 milhões do Banco Master para uma empresa ligada à sua família. As conversas, divulgadas por veículos de imprensa, indicam que Motta teria solicitado apoio do empresário Daniel Vorcaro para viabilizar a operação de crédito destinada à companhia da sua cunhada, Bianca Medeiros, em março de 2024. Questionado, o parlamentar limitou-se a afirmar que a operação ocorreu dentro da legalidade.
- O caso se aprofundou após Motta admitir ter viajado a Portugal em uma aeronave de Daniel Vorcaro e ter tido parte de sua hospedagem em Lisboa custeada pelo empresário, supostamente a convite do senador Ciro Nogueira. No entanto, o relatório da Polícia Federal aponta divergências sobre o período pago por Vorcaro, que atualmente está preso em Brasília. As informações fazem parte da Operação Compliance Zero, que investiga irregularidades financeiras relacionadas ao Banco Master, com documentos tornados públicos após decisão do Supremo Tribunal Federal.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom | Agência Brasil
O nome do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, aparece em mensagens obtidas pela Polícia Federal que tratam da liberação de um financiamento para uma empresa ligada à família de sua esposa. As conversas, reveladas pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmadas pelo g1, indicam que o parlamentar teria solicitado ao empresário Daniel Vorcaro apoio para viabilizar uma operação de crédito destinada à empresa de Bianca Medeiros, irmã de sua esposa, Luana Motta. De acordo com a investigação, os diálogos mencionam a liberação de pelo menos R$ 22 milhões por meio do Banco Master para a companhia da cunhada do deputado, em março de 2024. Questionado sobre o episódio, Hugo Motta não respondeu se atuou diretamente para viabilizar o empréstimo, limitando-se a afirmar que a operação financeira ocorreu dentro da legalidade. O caso ganhou novos desdobramentos após o parlamentar admitir, nesta quarta-feira (17), que participou de uma viagem a Portugal em uma aeronave de Daniel Vorcaro. Segundo Motta, o convite partiu do senador Ciro Nogueira. O presidente da Câmara também reconheceu que o então banqueiro custeou parte de sua hospedagem em Lisboa durante a viagem realizada em 2024. Segundo Motta, Vorcaro teria pago apenas duas diárias no hotel onde ficou hospedado. No entanto, informações reunidas pela Polícia Federal apontam divergências. O relatório da corporação indica que o ex-banqueiro arcou com cinco noites de hospedagem, enquanto documentos analisados pelos investigadores registram uma cobrança referente a sete dias de estadia. Os dados fazem parte do material tornado público após decisão do Supremo Tribunal Federal que retirou o sigilo de documentos encaminhados pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero. A investigação apura suspeitas de irregularidades financeiras relacionadas ao Banco Master. Atualmente, Daniel Vorcaro está preso em Brasília. Entre os elementos analisados pelos investigadores estão mensagens atribuídas ao ex-banqueiro, nas quais ele menciona a necessidade de reservar dois quartos em Lisboa para "Ciro e Hugo", em referência ao senador Ciro Nogueira e ao presidente da Câmara.
Jaques Wagner anuncia processo contra revista Veja por reportagem que associa PT ao Master
Parlamentar afirmou que não existe investigação que o relacione a irregularidades e acusou a divulgação de informações sem comprovação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou que irá processar a revista Veja em resposta a uma reportagem que aponta supostas relações entre integrantes do PT da Bahia e o empresário Daniel Vorcaro, ex-CEO do Banco Master. Durante discurso no Senado Federal e em suas redes sociais, Wagner classificou a matéria como irresponsável e negou veementemente qualquer investigação da Polícia Federal envolvendo seu nome ou o do ministro da Casa Civil, Rui Costa.
- O parlamentar também criticou a divulgação indevida de informações de uma suposta delação envolvendo Vorcaro, afirmando que o conteúdo não é público e serve para especulações, comparando a situação aos vazamentos da Operação Lava Jato. Wagner classificou o episódio como parte de uma "guerra de narrativas", denunciando a propagação de acusações sem comprovação e apelando pelo fim da leviandade na imprensa e nas instituições. Até o momento, a revista não se manifestou publicamente sobre as declarações do senador.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou nesta terça-feira (16) que irá processar a revista Veja após a publicação de uma reportagem que aponta supostas relações entre integrantes do PT da Bahia e o empresário Daniel Vorcaro, ex-CEO do Banco Master. A reação ocorreu durante um discurso no Senado Federal e também foi compartilhada pelo parlamentar nas redes sociais. Wagner classificou a matéria como irresponsável e afirmou que não há qualquer investigação da Polícia Federal que envolva seu nome ou o do ministro da Casa Civil, Rui Costa. "Eu já desafiei vários a me mostrarem qual foi a investigação da Polícia Federal que encontrou algo sobre o meu comportamento e o comportamento do ex-governador Rui Costa. Antecipar que meu advogado já está preparando a peça para processar a revista", declarou. O senador também criticou o que chamou de divulgação indevida de informações relacionadas a uma suposta delação envolvendo Daniel Vorcaro. Segundo ele, o conteúdo divulgado não foi tornado público oficialmente e estaria sendo utilizado para alimentar especulações. "Nós estamos entre o absurdo e o super absurdo. O absurdo é de uma delação que ninguém sabe o que tem dentro dela, a não ser aqueles que inquiriram o senhor Daniel Vorcaro e que levianamente e ilegalmente vazam a matéria, como vazaram no tempo da Lava Jato", afirmou. Durante o pronunciamento, Wagner disse ainda que o episódio faz parte de uma disputa de versões no ambiente político e criticou a propagação de acusações sem comprovação. Segundo o petista, trata-se de uma "guerra de narrativas". "O instituto da leviandade ou nas instituições ou na imprensa ou nas redes brasileiras precisa ter um ponto final", declarou. Até o momento, a revista não havia se manifestado publicamente sobre as declarações do senador ou sobre a anunciada ação judicial. O caso deve ter novos desdobramentos nos próximos dias.
Pesquisa: 65% dizem que Flávio errou ao pedir dinheiro para filme sobre o pai
Pesquisa: 65% dizem que Flávio errou ao pedir dinheiro para filme sobre o pai
Levantamento da Genial/Quaest mostra que a maioria dos entrevistados desaprova pedido de financiamento para o filme "Dark Horse" e considera suspeita a relação com Daniel Vorcaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa divulgada na quarta-feira (10) revela que 65% dos brasileiros consideram que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) errou ao solicitar recursos para financiar o filme 'Dark Horse', inspirado na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. A pesquisa também apontou que 60% dos entrevistados consideram suspeita a relação entre Flávio e o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.
Foto: Reprodução | CNN
A maioria dos brasileiros avalia de forma negativa a atuação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no episódio envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. É o que aponta pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). Segundo o levantamento, 65% dos entrevistados afirmaram que Flávio Bolsonaro errou ao solicitar recursos para financiar o filme "Dark Horse", produção inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. Outros 17% consideraram que o senador agiu corretamente, enquanto os demais não souberam responder ou não opinaram. A pesquisa também mediu a percepção da população sobre as conversas entre Flávio e Vorcaro. Para 60% dos entrevistados, a relação entre os dois é considerada suspeita. Já 19% disseram enxergar a situação como normal, enquanto 21% não responderam ou afirmaram não ter opinião formada. Outro dado apontado pelo levantamento mostra que 58% acreditam que o senador pode estar omitindo informações ou eventual envolvimento em irregularidades relacionadas ao caso. Em contrapartida, 27% afirmaram não acreditar na existência de qualquer ilegalidade por parte do parlamentar. Os resultados indicam que a percepção negativa sobre o episódio ultrapassa diferentes grupos políticos. A avaliação crítica aparece entre eleitores alinhados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre independentes e também entre setores da direita que não se identificam diretamente com o bolsonarismo. A pesquisa ainda aponta que 62% dos entrevistados acreditam que Flávio Bolsonaro tinha conhecimento prévio de suspeitas envolvendo Daniel Vorcaro quando buscou apoio financeiro para o projeto audiovisual. Outros 26% entendem que o senador não tinha conhecimento de eventuais problemas relacionados ao empresário. O levantamento ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de confiança informada pelo instituto é de 95%.
TSE suspende julgamento de pesquisa que apontou queda de Flávio
TSE suspende julgamento de pesquisa que apontou queda de Flávio
Levantamento da AtlasIntel apontou queda na intenção de voto do senador após repercussão do caso envolvendo o Banco Master e o filme Dark Horse.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu nesta terça-feira (9) o julgamento que analisa a validade de uma pesquisa eleitoral da AtlasIntel. O levantamento apontava uma queda nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência. A interrupção do processo ocorreu após um pedido de vista da ministra Estela Aranha, adiando a análise do caso sem data definida para a retomada, com o placar atual de 1 a 0 para manter a suspensão da divulgação da pesquisa.
- A controvérsia em torno da pesquisa da AtlasIntel, divulgada em maio, surgiu após a identificação de possíveis vieses no questionário. O PL, partido de Flávio Bolsonaro, alegou que o levantamento utilizou perguntas e conteúdos, incluindo referências ao filme "Dark Horse" e à relação do senador com Daniel Vorcaro, capazes de induzir os eleitores. O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, já havia determinado a retirada da pesquisa dos canais da AtlasIntel, que, por sua vez, defende a validade técnica e metodológica de seu estudo, afirmando ter seguido todas as regras eleitorais. A decisão final do TSE é esperada para estabelecer precedentes importantes para futuras pesquisas eleitorais.
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu nesta terça-feira (9) o julgamento que analisa a validade de uma pesquisa eleitoral da AtlasIntel que apontou queda nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República. A interrupção ocorreu após um pedido de vista da ministra Estela Aranha. Com isso, a análise do caso foi adiada e ainda não há data definida para a retomada do julgamento. Até o momento, o placar está em 1 a 0 para manter a suspensão da divulgação do levantamento. A pesquisa, divulgada em maio, indicou redução de cinco pontos percentuais no desempenho eleitoral de Flávio Bolsonaro após a repercussão de informações relacionadas à sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. O levantamento também incluía referências ao filme "Dark Horse", produção sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na segunda-feira (8), o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, determinou a retirada da pesquisa dos canais oficiais da AtlasIntel. Segundo o magistrado, há indícios de que o questionário utilizado possa ter influenciado as respostas dos entrevistados, comprometendo a neutralidade da pesquisa. O PL, partido de Flávio Bolsonaro, argumenta que o levantamento apresentou perguntas e conteúdos capazes de induzir a percepção dos eleitores. A legenda também questiona a inclusão de material audiovisual que teria sido exibido aos participantes sem registro completo junto à Justiça Eleitoral. Já a AtlasIntel sustenta que a pesquisa seguiu critérios técnicos e metodológicos adequados. A empresa afirma que não houve violação das regras eleitorais e que as informações utilizadas refletiam fatos públicos e amplamente divulgados. A decisão final do TSE poderá estabelecer parâmetros importantes para futuras pesquisas eleitorais, especialmente em casos que utilizem vídeos, áudios ou conteúdos adicionais durante a coleta de opiniões dos eleitores.
Nova delação de Vorcaro não traz fatos inéditos, avaliam investigadores
Nova delação de Vorcaro não traz fatos inéditos, avaliam investigadores
Primeira versão apresentada em maio já havia sido rechaçada por integrantes da PF e da PGR
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A segunda proposta de delação apresentada pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro à Procuradoria-Geral da República e à Polícia Federal foi considerada insuficiente por investigadores. A apuração do caso Master é obstaculizada por a defesa do ex-banqueiro não ter entregue informações inéditas.
- Uma nova reunião deve ocorrer para discutir os próximos passos das negociações, após a primeira proposta ter sido rejeitada em maio.
Foto: Divulgação | SAP-SP
A segunda versão da proposta de delação apresentada pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro à Procuradoria-Geral da República (PGR) e à Polícia Federal tem sido vista por investigadores como insuficiente para avançar nas negociações. Segundo integrantes da apuração do caso Master, o material entregue não trouxe informações inéditas e manteve um tom predominantemente defensivo. Apesar da avaliação negativa, uma nova reunião entre a defesa de Vorcaro e os órgãos responsáveis pela investigação deve ocorrer ainda nesta semana para discutir os próximos passos das tratativas. As negociações para um acordo de colaboração já haviam enfrentado obstáculos anteriormente. Em maio, a primeira proposta apresentada pelos advogados do ex-banqueiro foi rejeitada por policiais federais e procuradores, levando a PF a anunciar o encerramento das conversas. Dias depois, porém, a corporação voltou a considerar a possibilidade de um acordo após receber a sinalização de que Vorcaro poderia fornecer novos elementos para as investigações. Há uma percepção entre esses investigadores de que os novos capítulos narrados pelo banqueiro foram mais detalhados, com contexto, informações e datas, mas ainda sem elementos que eles já não soubessem.
Flávio Bolsonaro aciona STF para tirar Moraes de análise sobre caso que envolve Master
Senador argumenta que ministro não deveria atuar em apuração relacionada a Daniel Vorcaro e pede redistribuição do caso para André Mendonça
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para que o ministro Alexandre de Moraes seja afastado de qualquer decisão relacionada a fatos envolvendo o empresário Daniel Vorcaro e o Banco Master. Além disso, a defesa de Flávio Bolsonaro quer que a análise do caso seja transferida para o ministro André Mendonça, argumentando que ele já conduz processos relacionados ao Banco Master.
- Flávio Bolsonaro protocolou o pedido após a divulgação de mensagens atribuídas a ele e a Daniel Vorcaro, nas quais o senador apareceria tratando da obtenção de recursos para a produção do filme Dark Horse, um projeto audiovisual inspirado na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Foto: Rosinei Coutinho | SCO/STF
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para que o ministro Alexandre de Moraes seja afastado de qualquer decisão relacionada a fatos envolvendo o empresário Daniel Vorcaro e o Banco Master. A iniciativa foi tomada depois que Moraes enviou à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma representação apresentada pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ). O parlamentar pede a apuração de possíveis vínculos entre Flávio e Vorcaro no contexto do financiamento do filme Dark Horse, produção inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Defesa aponta possível conflito - Na petição, os advogados do senador sustentam que Moraes não deveria conduzir procedimentos ligados ao banqueiro. Como argumento, citam informações da Receita Federal segundo as quais o Banco Master teria repassado R$ 80 milhões ao escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, por serviços prestados. A defesa afirma que não questiona a legalidade da relação comercial nem faz acusações contra Moraes ou sua esposa. O objetivo, segundo os advogados, seria preservar a imparcialidade exigida pelas normas processuais. Origem do pedido - O requerimento de Lindbergh Farias chegou ao Supremo após a divulgação de mensagens atribuídas a Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. Nas conversas, o senador apareceria tratando da obtenção de recursos para a produção de Dark Horse. Com base nesse material, o deputado do PT solicitou a abertura de apurações sobre a participação do banqueiro no financiamento do projeto audiovisual. Mudança de relatoria - Além de pedir o reconhecimento da suspeição de Moraes, a defesa de Flávio Bolsonaro quer que a análise do caso seja transferida para o ministro André Mendonça. Os advogados argumentam que Mendonça já conduz processos relacionados ao Banco Master e, por isso, seria o responsável adequado para examinar a representação apresentada por Lindbergh. Até o momento, o STF ainda não se pronunciou sobre o pedido feito pelo senador do PL.
Vorcaro cita Flávio Bolsonaro e filme "Dark Horse" em nova proposta de delação premiada
Empresário relatou aos investigadores ter recebido pedidos para o repasse de recursos destinados à produção do filme "Dark Horse"
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O empresário e dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, apresentou uma nova proposta de delação premiada à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR), citando o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma suposta cobrança de recursos para a produção do filme 'Dark Horse', uma cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). De acordo com a apuração da CNN, Vorcaro detalhou movimentações relacionadas ao patrocínio milionário do longa-metragem e mencionou nominalmente o filho do ex-presidente durante os relatos prestados aos investigadores.
- Vorcaro relata ter recebido pedidos para o repasse de cerca de R$ 60 milhões para a produção do filme, o que foi revelado por um áudio divulgado pelo site The Intercept Brasil. Embora o senador Flávio Bolsonaro negue irregularidades, a proposta de delação de Vorcaro pode trazer novas revelações sobre as investigações envolvendo o ex-presidente e seu filho.
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, citou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma nova proposta de delação premiada apresentada nesta semana à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR). O empresário relatou aos investigadores ter recebido pedidos para o repasse de recursos destinados à produção do filme "Dark Horse", obra inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). De acordo com a apuração da CNN, Vorcaro incluiu o episódio em uma nova versão do acordo de delação entregue às autoridades na segunda-feira (1º). O banqueiro teria detalhado movimentações relacionadas ao patrocínio milionário do longa-metragem e mencionado nominalmente o filho do ex-presidente durante os relatos prestados aos investigadores. Vorcaro teria narrado as cobranças e as transferências de cerca de R$ 60 milhões para a produção da cinebiografia sobre o ex-presidente. Em 13 de maio, o site The Intercept Brasil revelou áudio em que o senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL), pede a Vorcaro um repasse milionário para execução do filme Dark Horse. O parlamentar afirma que não há irregularidades e ressalta tratar-se de um contrato privado. Preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, Vorcaro teve uma proposta anterior de delação rejeitada. Na avaliação dos investigadores, o material apresentado continha omissões e deixava de esclarecer fatos considerados relevantes para as apurações.
PF decide não validar proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro
PF decide não validar proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro
Investigação apura supostas fraudes contra o Sistema Financeiro Nacional envolvendo o Banco Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal recusou a proposta de colaboração premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, devido a inconsistências nas informações fornecidas. A decisão foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que é o responsável pelo inquérito. A investigação, iniciada em 2024, apura a emissão de títulos financeiros sem cobertura adequada, um esquema que teria gerado prejuízos bilionários ao Sistema Financeiro Nacional.
- Apesar da recusa inicial, a PF não descarta a possibilidade de novas negociações caso Vorcaro apresente dados mais relevantes, enquanto a Procuradoria-Geral da República segue avaliando a proposta de delação. Vorcaro foi preso preventivamente em novembro de 2025 durante a Operação Compliance Zero e novamente em março deste ano. O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 2025, e a homologação ou rejeição do acordo de delação caberá, em última instância, ao ministro André Mendonça.
Foto: Divulgação | Banco Master
A Polícia Federal decidiu não validar a proposta de colaboração premiada negociada com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo informações da investigação, os agentes responsáveis consideraram inconsistentes as informações apresentadas pelo empresário durante as negociações do acordo. A apuração foi iniciada em 2024, após solicitação do Ministério Público Federal, e investiga a emissão de títulos financeiros sem cobertura adequada, em um esquema que pode ter causado prejuízos bilionários ao Sistema Financeiro Nacional. De acordo com fontes ligadas ao caso, a decisão da PF já foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, responsável pelo inquérito. Apesar da recusa, a polícia não descarta novas negociações caso Vorcaro apresente informações consideradas relevantes. A Procuradoria-Geral da República segue analisando a proposta de delação apresentada pela defesa do banqueiro. Vorcaro foi preso preventivamente durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, em novembro de 2025. Ele chegou a ser liberado por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, mas voltou a ser preso em março deste ano, durante a terceira fase da operação. Segundo a investigação, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 2025. A decisão final sobre um eventual acordo de delação caberá ao ministro André Mendonça, responsável por homologar ou rejeitar a colaboração premiada.
Cúpula do PL dá prazo para avaliar viabilidade da candidatura de Flávio Bolsonaro
Revelações sobre relação com ex-banqueiro Daniel Vorcaro aumentam pressão interna; partido monitora impacto político antes de decidir próximos passos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A cúpula do PL deu um prazo de 10 a 15 dias para avaliar a viabilidade da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro em face de novas investigações sobre sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro. A crise ganhou força após Flávio admitir que visitou Vorcaro em São Paulo, apesar da prisão do empresário.
- O partido discute alternativas caso a candidatura se torne insustentável, incluindo a ex-ministra Tereza Cristina, Michelle Bolsonaro e o senador Rogério Marinho como possíveis opções.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
A cúpula do PL estabeleceu um período de 10 a 15 dias para avaliar a viabilidade da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. A medida ocorre após novas revelações sobre a relação do parlamentar com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, tema que gerou desconforto entre dirigentes e acendeu um alerta dentro do partido. As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo. A crise ganhou força depois que Flávio admitiu ter visitado Vorcaro em São Paulo, mesmo após a prisão do empresário, que estava usando tornozeleira eletrônica. O senador afirmou que o encontro serviu para encerrar tratativas sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A explicação, porém, não convenceu parte da bancada, que passou a cobrar mais clareza sobre a relação entre os dois. Nos bastidores, dirigentes avaliam que o desgaste pode comprometer a estratégia eleitoral do partido caso novos fatos venham à tona. Embora publicamente o PL mantenha o discurso de apoio ao senador, lideranças já discutem alternativas caso a candidatura se torne insustentável. Entre os nomes citados estão Michelle Bolsonaro, a ex-ministra Tereza Cristina e o senador Rogério Marinho. Aliados próximos afirmam que o partido pretende reorganizar a comunicação, ampliar agendas públicas e tentar conter o impacto das denúncias relacionadas ao caso Banco Master, que envolve Vorcaro. A expectativa é que o período de avaliação ajude a medir o alcance político do episódio e definir se Flávio seguirá como aposta da sigla para a disputa presidencial.
Aliado de Flávio Bolsonaro pede ao STF investigação sobre vazamentos do caso Master
Reunião com André Mendonça ocorreu após divulgação de áudios sobre pedido de R$ 134 milhões para filme sobre Jair Bolsonaro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O senador Rogério Marinho, coordenador da pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, reuniu-se com o ministro do STF André Mendonça para pedir apuração sobre vazamentos da investigação do Banco Master. As informações são da CNN e do Estadão. O pedido ocorreu após o The Intercept Brasil divulgar conversas em que Flávio negocia com o banqueiro Daniel Vorcaro o pagamento de R$ 134 milhões para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro.
- A defesa de Flávio está preocupada com supostos "vazamentos seletivos" no caso, que reúne cerca de 7 terabytes de informações. O senador admitiu ter buscado patrocínio privado para a produção, mas negou qualquer irregularidade.
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
O senador Rogério Marinho, coordenador da pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, se reuniu nesta quinta-feira (14) com o ministro do STF André Mendonça para pedir apuração sobre vazamentos da investigação envolvendo o Banco Master. As informações são da CNN e do Estadão. O pedido ocorreu após o The Intercept Brasil divulgar conversas em que Flávio negocia com o banqueiro Daniel Vorcaro o pagamento de R$ 134 milhões para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro. Segundo Marinho, a defesa está preocupada com supostos “vazamentos seletivos” no caso, que reúne cerca de 7 terabytes de informações. As mensagens divulgadas fazem parte do material apreendido pela Polícia Federal durante a Operação Compliance Zero. Em um dos áudios, Flávio cobra recursos de Vorcaro para despesas do filme “Dark Horse”. Em nota, o senador admitiu ter buscado patrocínio privado para a produção, mas negou qualquer irregularidade.
Lula diz que relação entre Flávio e banqueiro é “caso de polícia”
Lula diz que relação entre Flávio e banqueiro é “caso de polícia”
Presidente evitou comentar detalhes do caso, mas afirmou que investigação deve ser conduzida pela Polícia Federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como “caso de polícia” a relação entre o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro. A declaração foi feita nesta quinta-feira (14) durante agenda oficial em Camaçari, Bahia, após questionamentos de jornalistas sobre mensagens que revelaram tratativas entre os dois a respeito do financiamento de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Lula reiterou que não é policial nem procurador e que o assunto deve ser investigado pela Polícia Federal.
- Além de comentar o caso, o presidente aproveitou a visita para fazer declarações políticas indiretas, criticando o uso de inteligência artificial em campanhas eleitorais e afirmando que “a verdade tarda, mas não falha”. A agenda na Bahia incluiu a entrega de 384 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida em Camaçari, com investimento de R$ 65 milhões, e a visita à Fafen Bahia, uma unidade de fertilizantes nitrogenados em Candeias que retomou suas atividades em janeiro após um aporte de R$ 100 milhões.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (14) que a relação entre o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro é um “caso de polícia”. A declaração foi dada durante agenda oficial em Camaçari, após questionamento de jornalistas sobre o assunto. “Eu não vou comentar. É caso de polícia. Eu não sou policial, eu não sou procurador-geral”, afirmou Lula ao encerrar o discurso. Em seguida, o presidente disse que o caso deve ser tratado pela Polícia Federal. A fala ocorreu um dia após a divulgação de mensagens trocadas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. A reportagem revelou tratativas relacionadas ao financiamento de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Mais cedo, durante a inauguração de residenciais do programa Minha Casa, Minha Vida, Lula também fez declarações indiretas sobre o cenário político. Sem citar nomes, afirmou que “a verdade tarda, mas não falha” e criticou o uso de inteligência artificial em campanhas eleitorais. Na agenda em Camaçari, o presidente participou da entrega de dois conjuntos habitacionais com 384 unidades. Segundo o governo federal, o empreendimento recebeu investimento de R$ 65 milhões por meio do Novo PAC. Durante a visita à Bahia, Lula também esteve na Fafen Bahia, unidade de fertilizantes nitrogenados que retomou as atividades em janeiro após permanecer hibernada desde 2019. Conforme o governo federal, a planta recebeu investimento de R$ 100 milhões e possui capacidade de produzir 1.300 toneladas diárias de ureia, volume equivalente a cerca de 5% da demanda nacional.
Flávio nega irregularidades em negociação para filme do pai
Flávio nega irregularidades em negociação para filme do pai
Senador confirmou relação com Daniel Vorcaro e afirmou que recursos seriam destinados a produção privada sobre a trajetória de Jair Bolsonaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro admitiu realizar contato com o banqueiro Daniel Vorcaro por quase um ano enquanto buscava apoio financeiro para produzir um filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. O caso foi revelado por The Intercept Brasil e Flávio confirmou o pedido de recursos e a relação com Vorcaro.
- Flávio negou envolvimento com a Lei Rouanet e disse não ter oferecido vantagens ao banqueiro em troca do apoio financeiro, além de defender a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o caso envolvendo o Banco Master.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
O senador Flávio Bolsonaro admitiu ter mantido contato por quase um ano com o banqueiro Daniel Vorcaro para buscar apoio financeiro destinado à produção de um filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. O caso foi revelado nesta quarta-feira (13) pelo portal The Intercept Brasil. Segundo a reportagem, o projeto previa um aporte de R$ 134 milhões para a produção cinematográfica. Em nota divulgada após a publicação da matéria, Flávio confirmou o pedido de recursos e a relação com Vorcaro, mas afirmou que se tratava de uma iniciativa privada, sem uso de dinheiro público. “Foi um filho procurando patrocínio privado para um filme privado sobre a história do próprio pai”, declarou o senador. Na manifestação, ele afirmou ainda que não utilizou recursos públicos, negou envolvimento com a Lei Rouanet e disse não ter oferecido vantagens ao banqueiro em troca do apoio financeiro. Flávio também rebateu suspeitas de favorecimento político. Segundo ele, não houve intermediação de negócios com o governo nem recebimento de qualquer benefício pessoal. O parlamentar ainda defendeu a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso envolvendo o Banco Master. A reportagem do Intercept divulgou um áudio atribuído ao senador, no qual ele menciona a necessidade do envio de recursos para quitar parcelas atrasadas da produção do filme. Em outro trecho, Flávio afirma que havia preocupação com o andamento do projeto diante do atraso nos pagamentos. Conforme a publicação, parte dos valores prometidos teria sido transferida entre fevereiro e maio de 2025. O material também aponta que o apoio financeiro envolveu transferências internacionais realizadas por uma empresa ligada a Vorcaro para um fundo nos Estados Unidos administrado por Paulo Calixto. As últimas mensagens trocadas entre Flávio e Vorcaro teriam ocorrido pouco antes da liquidação do Banco Master pelo Banco Central. Dias depois, o banqueiro foi preso pela Polícia Federal em investigação relacionada a supostas fraudes financeiras. Atualmente, Daniel Vorcaro está custodiado na Superintendência da PF em Brasília e negocia um possível acordo de delação premiada. O filme sobre Jair Bolsonaro estaria sendo produzido no exterior, com elenco e equipe internacionais, e tem previsão de lançamento ainda neste ano.
Gilmar critica prisão de banqueiro em presídio federal
Gilmar critica prisão de banqueiro em presídio federal
Ministro do STF vota por manter prisão, mas questiona envio a presídio federal e critica divulgação de conversas íntimas.
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Foto: Reprodução
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou nesta sexta-feira (20) o envio do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para uma penitenciária federal de segurança máxima. A manifestação ocorreu durante julgamento na Segunda Turma da Corte, que decidiu por unanimidade — 4 votos a 0 — manter a prisão preventiva do investigado e de dois aliados.Apesar de acompanhar a maioria, Mendes afirmou que não houve justificativa legal adequada para manter Vorcaro em presídio federal, conforme a Lei 11.671/2008. Segundo o ministro, não ficaram caracterizadas as hipóteses que autorizam esse tipo de custódia. O magistrado também criticou o vazamento de conversas pessoais obtidas a partir da quebra de sigilo dos celulares do banqueiro, apreendidos pela Polícia Federal. Para ele, o conteúdo divulgado não tinha interesse público e expôs terceiros alheios à investigação.O julgamento analisou decisão do ministro André Mendonça, que havia determinado a prisão de Vorcaro no início do mês. A maioria para manter a medida já havia sido formada anteriormente, e o voto de Mendes concluiu o placar. Na quinta-feira (19), Vorcaro foi transferido da penitenciária federal para a carceragem da Polícia Federal em Brasília, em meio a negociações para possível acordo de delação premiada com investigadores e a Procuradoria-Geral da República.Mendes também fez ressalvas à fundamentação adotada por Mendonça, criticando o uso de argumentos genéricos para justificar a prisão preventiva. Em relação a outro investigado, o ministro defendeu a reavaliação da prisão preventiva, com possibilidade de conversão em domiciliar, diante de condições familiares específicas.O caso segue em investigação.























