Carla Perez surpreende ao participar de show comemorativo de 30 anos do É o Tchan!
Carla Perez fez parte da primeira forma do É o Tchan!
Por: Tiago Rego | Jornalista
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Foto: Redes Sociais
- Em 2024 o grupo baiano É o Tchan completa 30 anos de carreira. E só quem viveu a catarse que foi os anos 90 sabe o que representou a trupe de pagode baiana liderada por Beto Jamaica e Compadre Washington, responsáveis por sucessos que fazem parte da cultura nacional, como “Dança da Cordinha”, “A Dança do Bumbum”, “Pau que Nasce Torto”, “Dança do Põe Põe”, entre tantos outros. O conjunto teve várias formações, mas é justamente a formação clássica, que inclui as duas Sheilas (Mello e Carvalho), o dançarino Jacaré e a eterna rainha do rebolado, Carla Pérez, que habita a memória afetiva dos fãs. Há quem diga que É o Tchan! não seria o fenômeno que foi se não fosse por ela, que estampou 9 em cada 10 capas de revista em seu período de atividade no grupo. Portanto, é impossível falar de É o Tchan! sem mencionar Carla Perez, prova disso foi o delírio causado pela presença dela, em um show realizado neste domingo (07), no Clube Espanhol, da turnê comemorativa, em Salvador, em que a loira estava assistindo a apresentação da plateia, quando de repente, subiu ao palco, para delírio dos fãs, provando a máxima de “quem é rainha nunca perde a majestade”. Atualmente, Carla está com 46 anos de idade, e é casada com Xandy, ex-Harmonia do Samba, desde 2001.
Fugitivo da Justiça há 30 anos por homicídio é preso em Rio de Contas
De acordo com o delegado do caso, Cláudio Oliveira, o homem se refugiou em diversas cidades ao longo de mais de três décadas
Por: redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
- Um homem foi preso no último domingo (09), na cidade de Rio de Contas, no sudoeste da Bahia, por homicídio qualificado contra o companheiro da ex-esposa e tentativa de homicídio contra esta última. No entanto, segundo informações do delegado Cláudio Oliveira, titular da Delegacia Territorial (DT) de Livramento de Nossa Senhora, o indivíduo havia cometido o crime há mais de 30 anos. “Ele falou que ao longo deste tempo passou por diversas cidades se refugiando”, afirmou o delegado ao site Blog Regional. Ainda de acordo com Oliveira, ao longo de três décadas, o indivíduo se refugiou em várias cidades. “Ele falou que ao longo deste tempo passou por diversas cidades se refugiando”, disse. Neste momento, o homicida se encontra sob custódia na DT de Livramento, mas será transferido para São Paulo, onde cumprirá pena de 23 anos em regime fechado.
Há 30 anos, Senna conquistava seu tricampeonato e o Brasil o último título na F1
Senna venceu Mansell no GP de Suzuka, no Japão, para confirmar seu terceiro título mundial
Por: André Uzeda
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Foto: Reprodução
- Na madrugada do dia 20 de outubro de 1991, Nigel Mansell perdia o controle da sua Williams e rodava na caixa de brita no Grande Prêmio do Japão. A barbeiragem do inglês o tirava da disputa e dava matematicamente ao brasileiro Ayrton Senna seu terceiro título mundial de Fórmula 1. Então com 31 anos, no auge da carreira, não dava para imaginar que aquele seria a última conquista de Senna na principal categoria mundial do automobilismo — e consequentemente também do Brasil, que nos anos seguintes chegaria três vezes ao vice-campeonato (duas com Rubens Barrichello, 2002 e 2004, e uma com Felipe Massa, em 2008). Em 1994, Senna morreria em um acidente fatal, na curva Tamburello, no GP de San Marino, no dia 1º de maio. Há exatos 30 anos, a bordo da McLaren-Honda, Senna conquistaria sete vitórias, sendo quatro nas primeiras quatro corridas do ano, até então um recorde. Mansell ficou com o vice-campeonato e a McLaren ainda faturou o título de construtores, com os pontos somados da dupla Senna e o austríaco Gerhard Berger. O título de 1991 também marcou o último de um piloto com o câmbio manual. A partir de 1992, todos os campeões teriam câmbio automático nos volantes para a troca de marchas.























