Operação investiga furto e mineração ilegal em Ribeirão do Largo
Ação cumpriu mandado em fazenda e apura furto, receptação e crimes ambientais27 Abr 2026 / 05h20

Foto: Divulgação
Em 05 de maio deste ano, o então prefeito do município de Riacho de Santana, Tito Eugênio (PDT) foi preso durante ação desencadeada pela Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU), denominada ‘Operação Imperador’ - a qual investiga fraudes em recursos da educação. Segundo a Polícia Federal, as investigações começaram a partir da denuncia apresentada por vereadores daquele município ao Ministério Público Federal (MPF), que a repassou para a Controladoria Geral da União (CGU), sendo analisadas e constatadas diversas irregularidades nas licitações, como alto valor para a retirada de documentos e excesso de exigências. De acordo com o delegado federal, Rodrigo Kolbe, o prefeito Tito Eugênio constituiu empresas fraudulentas, em nome de laranjas, e colocou na administração parentes ou pessoas de sua confiança, como o ex-chefe de gabinete. O valor movimentado de forma irregular foi de mais de 100 milhões de reais e, parte deste dinheiro, segundo a Polícia Federal, foi usado para pagar dívida de campanha. Desde então, os advogados do gestor tentam medidas para conseguir um Habeas Corpus, mas, até o momento, os pedidos vem sendo negados pela justiça.
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