Prefeito de Riacho de Santana faz apelo a moradores das imediações da Barragem do Giral: “se retirem de suas residências”
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução
- Em um áudio que passou a circular no aplicativo WhatsApp, na manhã desta segunda-feira (27), o prefeito de Riacho de Santana, Tito Eugênio (PP), fez um alerta aos moradores das imediações da Barragem do Giral, que por questão de segurança, deixassem suas residências. “A gente pede a todos vocês, a todo pessoal que mora abaixo da represa do Giral até o pessoal da Cabeça do Boi, lá no município de Bom Jesus da Lapa, que diante da quantidade de chuva, que continua em nosso município, e com as grandes enchentes, pedimos à todas as pessoas que se encontram nessa região, abaixo da Barragem do Giral, que se retirem de suas residências o mais rápido possível”, apelou Tito. O gestor também chamou a atenção para que motoristas evitem passar pela Ponte das Pedrinhas, pois a via de acesso pode estar com a estrutura comprometida. O prefeito ainda garantiu que a Secretaria de Assistência Social dará suporte a todos os munícipes em situação de risco por conta das chuvas.
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Foto: Divulgação
Em 05 de maio deste ano, o então prefeito do município de Riacho de Santana, Tito Eugênio (PDT) foi preso durante ação desencadeada pela Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU), denominada ‘Operação Imperador’ - a qual investiga fraudes em recursos da educação. Segundo a Polícia Federal, as investigações começaram a partir da denuncia apresentada por vereadores daquele município ao Ministério Público Federal (MPF), que a repassou para a Controladoria Geral da União (CGU), sendo analisadas e constatadas diversas irregularidades nas licitações, como alto valor para a retirada de documentos e excesso de exigências. De acordo com o delegado federal, Rodrigo Kolbe, o prefeito Tito Eugênio constituiu empresas fraudulentas, em nome de laranjas, e colocou na administração parentes ou pessoas de sua confiança, como o ex-chefe de gabinete. O valor movimentado de forma irregular foi de mais de 100 milhões de reais e, parte deste dinheiro, segundo a Polícia Federal, foi usado para pagar dívida de campanha. Desde então, os advogados do gestor tentam medidas para conseguir um Habeas Corpus, mas, até o momento, os pedidos vem sendo negados pela justiça.























