Casos de SRAG por Influenza A param de crescer na Bahia
Boletim indica interrupção do crescimento, mas alerta para baixa vacinação e risco ainda elevado.28 Abr 2026 / 05h22

A cobrança do STF acontece em um momento em que a imprensa brasileira endurece às críticas em relação ao governo brasileiro devido a demora e forma como tem tratado a questão da pandemia no país
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
Foto: Reprodução | AFP
- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Ricardo Lewandowski, intimou no último domingo (13), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, para que apresente mais detalhes sobre o plano nacional de vacinação. Pazuello afirmou em entrevista ao Jornal Estadão que ainda não há no mercado uma vacina que tenha sido certificada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Apresentar uma data, especificar um imunobiológico e apresentar informações sem a devida identificação de uma vacina aprovada pela Anvisa, não condiz com as práticas de segurança e eficiência do Programa Nacional de Imunizações da pasta, que não trabalha com fulcro em especulações desprovidas de confirmações técnicas e científicas”, disse. A cobrança do STF acontece em um momento em que a imprensa brasileira endurece às críticas em relação ao governo brasileiro devido a demora e forma como tem tratado a questão da pandemia no país. Em editorial de ontem, por exemplo, a Folha de São Paulo, chegou a referir-se ao papel de Jair Bolsonaro, enquanto presidente da República, em relação à vacina, de “molecagem com a vacina” e chamou o ministro da Saúde de “fantoche apalermado”. Para o jornal paulistano, Bolsonaro é protagonista de um “descaso homicida” e afirma que ele tem ao seu lado um “círculo de patifes”. Vale ressaltar que o plano nacional de imunização apresentado pelo Ministério da Saúde deixa de fora a Coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac e o Instituto Butantan, que atualmente é capitaneada pelo governo paulista de João Dória.
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