Casos de SRAG por Influenza A param de crescer na Bahia
Boletim indica interrupção do crescimento, mas alerta para baixa vacinação e risco ainda elevado.28 Abr 2026 / 05h22

Evitar dor de cabeça após a Quarta-feira de Cinzas exige mais que beber com moderação. É preciso seguir algumas orientações para não perder dinheiro durante a folia e ficar no vermelho. A Tribuna conversou com um delegado de polícia e com um economista e trouxe algumas dicas.
A polícia aconselha evitar circular com os originais de documentos pessoais, cartões de crédito, talões de cheque, celulares, máquinas fotográficas, filmadoras e outros objetos cobiçados por marginais. “É prudente sair às ruas apenas com a cópia autenticada da carteira de identidade e quantidade de dinheiro suficiente para alimentação, consumo de bebida e transporte. Veículo particular deve ser deixado em casa”, orienta o diretor do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP), delegado Cleandro Pimenta.
Na rua, é preciso estar com dinheiro para comer e beber em alguns casos, ir ao banheiro – ano passado alguns bares cobraram R$ 2 a R$ 5 para usar o sanitário –, e o que fazer para sair com dinheiro sem ficar no prejuízo?
Para o economista Ivan Gargur, é preciso estipular um valor a ser gasto por dia para não exceder os gastos durante a festa de Momo. “Se a pretensão é gastar um total de R$ 500 durante todo o Carnaval, por exemplo, o ideal é separar R$ 100 para ser gasto a cada dia”, recomenda.
Sobre cartões de crédito e débito, Gargur aconselha deixá-los em casa. “Depois de beber algumas cervejas, as pessoas não têm mais o mesmo controle sobre seus gastos e, neste caso, um cartão de crédito pode ser fatal para gastar mais do que devia”, diz.
O economista lembra ainda uma dica básica de segurança. “É bom distribuir o dinheiro, em vários lugares, por exemplo, em bolsos diferentes, no sapato, enfim, garantir algum valor em caso de perda”, lembra.
O delegado Pimenta lembra ainda que o marginal se vale desses momentos festivos para praticar o furto em meio à multidão, e o roubo em vias alternativas dos grandes circuitos, e destaca que o folião pode colaborar com o trabalho da polícia nas ruas, denunciando à patrulha da PM ou ao Posto Policial Integrado (PPI) mais próximo quando perceber a atuação de algum assaltante.
Nos dias de Carnaval, a Polícia Civil mantém nos grandes circuitos um grupo especializado de policiais, intitulado Força e Reação. São 11 equipes compostas de 17 policiais do DCCP presentes nos principais pontos da festa identificando os marginais e retirando-os de circulação. Os infratores agem, sobretudo, durante a passagem dos trios elétricos mais concorridos.
Cleandro Pimenta salienta que, ao deixar os originais de documentos pessoais, talões de cheque e cartões de crédito em casa, o folião se previne contra problemas futuros. Muitos desses documentos, quando furtados, são vendidos para estelionatários que os utilizam para aplicar golpes. “Posteriormente, o cidadão descobre que tem firma registrada em seu nome, ou que está cadastrado no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), e só poderá provar que não foi autor de algum delito se tiver registrado, previamente, queixa do furto de seu documento numa delegacia”, observa o diretor do DCCP.
Fonte: A Tarde
JJS
Comentários
Ainda não há comentários. Seja o primeiro!
Comentar notícia
Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Sudoeste Bahia. É vedada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. Nossa equipe poderá retirar, sem prévia notificação, comentários que não respeitem os critérios impostos neste aviso.