Lira aponta alerta ou risco de Aedes em quase metade das cidades do Brasil
Lira aponta alerta ou risco de Aedes em quase metade das cidades do Brasil
Casos prováveis de dengue caíram 70% em 2026 na comparação com o mesmo período do ano passado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Quase metade dos municípios brasileiros que enviaram dados ao Ministério da Saúde está em situação de alerta ou risco para a presença do Aedes aegypti, segundo o segundo ciclo do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa). Dos 3.732 municípios analisados, 49,2% registraram índices preocupantes, com os principais criadouros em vasos, pratos de plantas, garrafas e pequenos recipientes.
- Mesmo com o alerta, os casos de dengue, chikungunya e zika caíram drasticamente em 2026: 470,5 mil casos prováveis de dengue – cerca de 70% menos que em 2025 – além de reduções significativas nas outras doenças. O Ministério da Saúde reforça a importância de eliminar água acumulada, manter reservatórios tampados e destinar adequadamente pneus e resíduos para combater a infestação.
Foto: Reprodução | Educação Médica
Quase metade dos municípios brasileiros que enviaram dados ao Ministério da Saúde apresentou situação de alerta ou risco para a presença do Aedes aegypti, segundo o segundo ciclo do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa). Dos 3.732 municípios analisados, 49,2% registraram índices preocupantes. O levantamento foi realizado entre maio e agosto e divulgado nesta quarta-feira (7). Apesar do alerta para a infestação, os casos das doenças transmitidas pelo mosquito caíram em 2026. Até 26 de setembro, foram registrados 470,5 mil casos prováveis de dengue, cerca de 70% menos que os 1,5 milhão contabilizados no mesmo período de 2025. Também houve redução nos casos de chikungunya, que passaram de 118,9 mil para 67,9 mil, e de zika, de 3.724 para 2.141. Os principais criadouros encontrados estavam em vasos e pratos de plantas, garrafas e pequenos recipientes, que responderam por 42,3% dos focos. Reservatórios de água, como caixas-d’água e tonéis, representaram 26,1%, enquanto pneus, lixo e outros resíduos somaram 23%. Os dados orientam as ações de combate ao mosquito pelas equipes de vigilância. O Ministério da Saúde também reforça a importância de eliminar água acumulada, manter reservatórios tampados, limpar calhas e ralos e dar destino adequado a pneus, garrafas, plásticos e entulhos.
Avanço do sarampo nas Américas faz Brasil reforçar vigilância
Avanço do sarampo nas Américas faz Brasil reforçar vigilância
País registrou 52 casos importados em 2026, mas segue livre de circulação endêmica da doença
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o risco crescente de sarampo no Brasil, motivado pelo aumento de casos nos Estados Unidos – o maior número anual em mais de 35 anos – e em outros países das Américas, onde a maioria dos infectados não foi vacinada ou tem situação vacinal desconhecida.
- Até 5 de outubro, o Brasil registrou 52 casos importados (41 em São Paulo, 10 no Amazonas e 1 no Rio de Janeiro), mas ainda permanece livre da circulação endêmica. A recomendação é manter a vacinação em dia com a vacina tríplice viral, disponível gratuitamente pelo SUS, e procurar unidades de saúde para atualizar a caderneta de vacinação.
Foto: Reprodução
O Ministério da Saúde reforçou o alerta para o risco de sarampo no Brasil diante do aumento de casos nos Estados Unidos e em outros países das Américas. Segundo a pasta, os Estados Unidos registram o maior número anual de casos em mais de 35 anos, e mais de 90% dos infectados não foram vacinados ou têm situação vacinal desconhecida. No Brasil, até 5 de outubro, foram registrados 52 casos importados: 41 em São Paulo, 10 no Amazonas e um no Rio de Janeiro. Apesar dos registros, o país permanece classificado como livre da circulação endêmica do sarampo. A principal recomendação do Ministério da Saúde é manter a vacinação em dia. A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, está disponível gratuitamente pelo SUS. Em caso de doses atrasadas, a orientação é procurar uma unidade de saúde para atualizar a caderneta de vacinação.
Casos prováveis de Chikungunya sofrem aumento de 369,3% na Bahia; afirma Sesab
Casos prováveis de Chikungunya sofrem aumento de 369,3% na Bahia; afirma Sesab
Relatório que monitora número de casos entre 04 de janeiro e 22 de setembro registra 10.264 infectados com a doença; número em 2025 era de 2.187
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Bahia registrou um aumento expressivo de casos de Chikungunya em 2026, com 10.264 notificações entre 04/01 e 22/09, representando um crescimento de 369,3% em relação a 2025 e resultando em três óbitos. A Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) e o Ministério da Saúde emitiram alerta estadual devido ao risco de maior transmissão de arboviroses, associado ao fenômeno El Niño que eleva temperaturas e altera o regime de chuvas.
- Enquanto a doença se expande, os casos de dengue caíram 15,4% e o Zika aumentou 2% no mesmo período. O município de Alagoinhas apresenta o maior coeficiente de incidência (CI 2.534,18/100 mil habitantes). As autoridades reforçam a necessidade de eliminar focos do Aedes aegypti, como água parada em pneus, garrafas e vasos, e de denunciar possíveis criadouros às prefeituras locais.
Foto: Divulgação | Fiocruz
A Bahia registrou aumento expressivo dos casos de Chikungunya neste ano, de acordo com o último relatório da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab). Entre os dias 04 de janeiro de 22 de setembro de 2026, foram notificados 10.264 casos prováveis da doença. Até o momento, 3 óbitos por Chikungunya foram registrados. Segundo a Sesab, ainda não se pode considerar "surto" da doença no estado. Ainda neste ano, o Ministério da Saúde emitiu um alerta a nível estadual e municipal alertando para o risco de aumento na transmissão de arboviroses, ou seja, doenças causadas por artrópodes como mosquitos e carrapatos, incluindo o Aedes aegypti. A previsão é explicada pelo fenômeno El Niño, que causa aumento das temperaturas e alteração do regime de chuvas. No mesmo período, em 2025, o número de casos prováveis era de 2.187, o que configura um aumento de 369,3%. No total, 201 municípios realizaram o monitoramento de infecções por Chikungunya. O maior Coeficiente de Incidência (CI) - calculado a cada 100.000 habitantes - ocorre na cidade de Alagoinhas, com um CI de 2.534,18. Já nos casos de dengue, foi comprovada uma redução de 15,4%, com 28.199 casos prováveis registrados em 2025 e 23.844 casos em 2026, no mesmo período entre 04/01/2026 e 22/09/2026. Os casos de Zika Vírus aumentaram em 2%, com 260 casos em neste ano contra 255 no ano passado. Para prevenção contra o Aedes aegypti, é preciso eliminar os focos de criadouro para o mosquito. A recomendação é de impedir o acúmulo de água parada em pneus, garrafas, latas ou vasos de planta, e manter caixas-d’água devidamente vedadas. A prefeitura e outros órgãos responsáveis podem ser acionados caso moradores verifiquem a possibilidade de risco em algum local da vizinhança, como em terrenos baldios.
SUS incorpora cirurgia que trata glaucoma e catarata ao mesmo tempo
SUS incorpora cirurgia que trata glaucoma e catarata ao mesmo tempo
Procedimento permite tratar as duas doenças em uma única intervenção e será incluído no protocolo do SUS
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde oficializou, por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União, a incorporação de uma nova técnica cirúrgica no SUS que permite tratar glaucoma e catarata em um único procedimento. A abordagem, proposta pela SCTIE e aprovada pela Conitec, será incluída no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do glaucoma, ampliando as opções terapêuticas da rede pública para pacientes com casos leves a moderados de glaucoma de ângulo aberto.
- A cirurgia combina a remoção do cristalino afetado pela catarata com a desobstrução do canal de drenagem ocular, podendo ser realizada via goniotomia excisional ou trabeculotomia transluminal. Menos invasiva que alternativas atuais, a técnica promete recuperação mais rápida, menor risco de complicações e melhor controle da pressão intraocular, beneficiando quem necessita de intervenção cirúrgica para ambas as condições.
Foto: Reprodução | Freepik
O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a contar com uma nova técnica cirúrgica capaz de tratar o glaucoma e a catarata durante o mesmo procedimento. A medida foi oficializada pelo Ministério da Saúde por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União na quinta-feira (17) e prevê a atualização do tratamento oferecido na rede pública. A nova abordagem permite a remoção do cristalino, afetado pela catarata, associada à desobstrução do canal responsável pela drenagem do líquido dentro do olho. A incorporação foi proposta pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE) e recebeu parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) em 21 de agosto. O procedimento é destinado a pacientes com casos leves a moderados de glaucoma primário de ângulo aberto. Segundo o Ministério da Saúde, a técnica é menos invasiva em comparação com algumas alternativas atualmente utilizadas e pode contribuir para uma recuperação mais rápida, menor risco de complicações e melhor controle da pressão intraocular. O glaucoma é uma doença que pode provocar perda progressiva da visão e, sem tratamento adequado, levar à cegueira. Atualmente, o tratamento inicial oferecido pelo SUS utiliza medicamentos, principalmente colírios, para reduzir a pressão dentro dos olhos. Quando a resposta ao tratamento é insuficiente ou há dificuldade para manter o uso regular dos medicamentos, podem ser indicados procedimentos a laser ou cirurgias. Com a nova incorporação, o procedimento será incluído no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do glaucoma. Existem duas possibilidades previstas: a goniotomia excisional, realizada por meio de uma pequena incisão na córnea, e a trabeculotomia transluminal, que utiliza um microcateter ou fio cirúrgico para alcançar o canal natural de drenagem do olho. A expectativa do Ministério da Saúde é ampliar as opções terapêuticas disponíveis na rede pública e permitir que pacientes que também necessitam de cirurgia de catarata possam receber os tratamentos em uma única intervenção, conforme indicação médica.
SUS poderá oferecer canetas emagrecedoras para pacientes com obesidade
SUS poderá oferecer canetas emagrecedoras para pacientes com obesidade
Ministério da Saúde avalia oferta de medicamentos como a semaglutida após resultados iniciais de estudo com pacientes da rede pública
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Sistema Único de Saúde (SUS) está avaliando a inclusão de canetas emagrecedoras, como a semaglutida, para pacientes com obesidade grave. A proposta, anunciada pelo Ministério da Saúde, será baseada em evidências científicas e seguirá um protocolo clínico rigoroso para garantir segurança e acompanhamento médico.
- Um estudo conduzido pelo Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre, acompanha 250 pacientes desde junho, apresentando resultados iniciais positivos. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destaca a intenção de ampliar o acesso de forma responsável, enquanto a decisão final dependerá da análise dos dados e da definição de diretrizes, em um contexto de redução de preços desses medicamentos no mercado brasileiro.
Foto: Reprodução
O Sistema Único de Saúde (SUS) poderá passar a oferecer medicamentos conhecidos como canetas emagrecedoras para o tratamento de pacientes com obesidade. Segundo o Ministério da Saúde, a eventual oferta será definida com base em evidências científicas e deverá seguir um protocolo clínico específico para garantir segurança e acompanhamento médico. A avaliação está relacionada a um estudo conduzido pelo Grupo Hospitalar Conceição, da rede pública de Porto Alegre, que desde junho acompanha pacientes com obesidade tratados com semaglutida, princípio ativo utilizado em medicamentos da classe. De acordo com o Ministério da Saúde, os resultados iniciais são considerados positivos, mas a pesquisa ainda busca avaliar a segurança, os efeitos do tratamento e os critérios necessários para o acompanhamento dos pacientes. Ao todo, 250 pessoas atendidas pelo SUS com obesidade grave ou associada a outras doenças serão acompanhadas por médicos especialistas. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o objetivo é ampliar o acesso ao tratamento de forma responsável e transformar a medicação em uma opção oferecida pelo SUS. A declaração ocorre em meio à ampliação da oferta de medicamentos para obesidade no mercado brasileiro, que, segundo o ministério, também contribuiu para a redução dos preços nas farmácias. A inclusão desses medicamentos na rede pública ainda depende da avaliação dos resultados do estudo e da definição das diretrizes para utilização no SUS.
SUS oferece cirurgia que trata glaucoma e catarata ao mesmo tempo
SUS oferece cirurgia que trata glaucoma e catarata ao mesmo tempo
O novo procedimento foi classificado pelo Ministério da Saúde como menos invasivo que opções atuais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O SUS incorporará ao Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) uma nova técnica cirúrgica que permite tratar simultaneamente glaucoma e catarata, indicada para casos leves a moderados de glaucoma primário de ângulo aberto e considerada menos invasiva que as opções atuais.
- A proposta inclui duas abordagens: a goniotomia excisional, feita por pequena incisão corneana, e a trabeculotomia transluminal, realizada com microcateter no canal de drenagem ocular. Segundo a Conitec, a goniotomia pode gerar economia de cerca de R$ 18 mil por ano de vida saudável, totalizando R$ 22,4 milhões no primeiro ano e R$ 93,2 milhões ao quinto ano.
Foto: Reprodução | Freepik
O SUS vai passar a ofertar uma nova técnica cirúrgica que permite o tratamento simultâneo de glaucoma e catarata. A técnica é direcionada para casos leves a moderados de glaucoma primário de ângulo aberto e foi dita pelo Ministério da Saúde como "menos invasiva que as opções atuais". No novo procedimento, que vai ser incluido no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do glaucoma, serão abrangidas duas possibilidades cirúrgicas: uma é feita através de uma pequena incisão na córnea, conhecida como goniotomia excisional; a outra é a partir de um microcateter ou fio cirúrgico introduzido no canal natural de drenagem do olho, a trabeculotomia transluminal. segundo relatório elaborado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), a opção de goniotomia excisional representa uma redução de aproximadamente R$ 18 mil a cada ano de vida saudável ganho pelo paciente em comparação com o implante de drenagem oftalmológico usando em tratamentos autais. Essa incorporação pode resultar em uma economia de R$ 22,4 milhões no primeiro ano, e alcançando R$ 93,2 milhões no quinto ano.
Vacina Pneumo 20 chega ao SUS para idosos com 85 anos ou mais
Vacina Pneumo 20 chega ao SUS para idosos com 85 anos ou mais
Imunizante protege contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite; aplicação depende do histórico vacinal
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou a ampliação da vacinação com a Pneumo 20 na rede pública, permitindo que brasileiros com 85 anos ou mais recebam a dose pelo SUS. A nova fase visa imunizar mais de 2,3 milhões de idosos, buscando reduzir as altas taxas de internação (2.902,7 por 100 mil) e mortalidade (743,1 por 100 mil) por pneumonia registradas em 2025.
- Para a aplicação, basta comparecer à unidade de saúde com documento de identidade; a dose única é indicada para quem nunca recebeu vacina pneumocócica, enquanto quem já tem histórico com Pneumo 13, 15 ou 23 deve observar os intervalos recomendados. A Pneumo 20 também foi incluída no calendário infantil, com mais de um milhão de crianças menores de cinco anos vacinadas nos primeiros dois meses.
Foto: Leonardo Rattes / Saúde GovBA
O Ministério da Saúde anunciou a ampliação do acesso à vacina Pneumo 20 na rede pública. A partir desta nova etapa, pessoas com 85 anos ou mais passam a ter acesso ao imunizante pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A medida busca prevenir complicações graves provocadas por doenças pneumocócicas, principalmente entre os idosos, que são mais vulneráveis a infecções respiratórias. A estimativa do governo federal é imunizar mais de 2,3 milhões de pessoas nesta fase, com a meta de alcançar pelo menos 90% do público-alvo. A preocupação é reforçada pelos números de 2025, quando a taxa de internações por pneumonia entre brasileiros com 85 anos ou mais chegou a 2.902,7 por 100 mil habitantes. Já a taxa de mortalidade pela doença nessa faixa etária foi de 743,1 óbitos por 100 mil habitantes. A Pneumo 20 protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, responsável por infecções como pneumonia, meningite e otite média. A distribuição das doses para estados e municípios já foi iniciada, considerando a população local, a demanda e a disponibilidade de estoque. Para receber a vacina, o idoso ou seu responsável deve procurar uma unidade de saúde e apresentar documento oficial com foto que comprove a idade. Não é necessário apresentar receita médica. A indicação da dose, no entanto, depende do histórico de vacinação. Quem nunca recebeu vacina pneumocócica deve tomar uma dose única. Já quem recebeu outros imunizantes, como Pneumo 13, Pneumo 15 ou Pneumo 23, precisa respeitar os intervalos recomendados pelo Ministério da Saúde. Pessoas que já completaram determinados esquemas de vacinação podem não ter indicação para uma nova dose neste momento. A Pneumo 20 também foi incorporada ao calendário nacional de vacinação infantil em junho deste ano, para crianças menores de cinco anos. Segundo o Ministério da Saúde, mais de um milhão de crianças receberam o imunizante nos primeiros dois meses da campanha.
Governo identifica 97 perfis no YouTube que usam IA para simular médicos
Governo identifica 97 perfis no YouTube que usam IA para simular médicos
AGU notificou o Google e deu prazo de 72 horas para remoção ou identificação clara dos conteúdos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma força‑tarefa do governo federal identificou 97 perfis no YouTube que utilizam avatares de Inteligência Artificial para se apresentar como médicos e outros profissionais de saúde, divulgando informações falsas, promessas de cura e recomendações sem comprovação científica, sobretudo para o público idoso. Os vídeos, produzidos pelo programa Saúde com Ciência, ainda promovem produtos, livros digitais e serviços pagos, usando linguagem alarmista para ganhar credibilidade.
- A Advocacia‑Geral da União notificou o Google, exigindo a remoção dos conteúdos em até 72 horas ou a clara rotulagem dos personagens como artificiais, e pediu a avaliação de outros canais apontados pelo Ministério da Saúde. A iniciativa conta com a participação da Secom, dos ministérios da Justiça, Segurança Pública e da Ciência e Tecnologia, reforçando o combate à desinformação na área da saúde.
Foto: Reprodução
Uma força-tarefa do governo federal identificou 97 perfis no YouTube que utilizam Inteligência Artificial (IA) para criar personagens que se apresentam como médicos e outros profissionais de saúde. Segundo o Ministério da Saúde, os conteúdos divulgados por esses canais espalham informações falsas, incluindo promessas de cura e recomendações de tratamentos sem comprovação científica. A identificação dos perfis ocorreu por meio do programa Saúde com Ciência, iniciativa do Ministério da Saúde voltada ao monitoramento de desinformação relacionada à saúde na internet. De acordo com a pasta, os vídeos utilizam avatares com aparência humana, apresentados como especialistas, além de atribuir qualificações profissionais que não existem aos personagens. A estratégia também inclui linguagem alarmista para tentar transmitir credibilidade às informações divulgadas. O Ministério da Saúde informou ainda que parte dos perfis é direcionada principalmente ao público idoso. Em alguns casos, os personagens criados por IA são utilizados para promover produtos, livros digitais e serviços pagos com base na aparente autoridade de um profissional de saúde. Diante do levantamento, a Advocacia-Geral da União (AGU) notificou o Google, responsável pelo YouTube, na terça-feira (9), solicitando a retirada dos conteúdos identificados. A plataforma foi orientada a remover os materiais no prazo de 72 horas ou adotar medidas para identificar claramente que os personagens apresentados nos vídeos são artificiais, além de contextualizar os riscos envolvidos. A AGU também pediu que o YouTube avalie outros canais e vídeos apontados no relatório do Ministério da Saúde, considerando as próprias regras da plataforma para conteúdos sintéticos e desinformação na área da saúde. A iniciativa reúne, além do Ministério da Saúde e da AGU, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) e os ministérios da Justiça e Segurança Pública e da Ciência e Tecnologia.
PF aponta tratamento diferente de André Mendonça em casos de ACM Neto e Lulinha
PF aponta tratamento diferente de André Mendonça em casos de ACM Neto e Lulinha
Documento citado por Alexandre de Moraes afirma que situações investigadas apresentam semelhanças.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um relatório da Polícia Federal, citado pelo ministro Alexandre de Moraes no STF, aponta suposta diferença de tratamento nas investigações conduzidas pelo ministro André Mendonça envolvendo o ex‑prefeito de Salvador ACM Neto e Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), filho do presidente. Apesar de casos semelhantes, os inquéritos teriam recebido avaliações distintas, sugerindo critérios políticos.
- O documento destaca que Mendonça teria proposto separar as apurações de ACM Neto e Antonio Rueda, presidente do União Brasil, mesmo havendo possível conexão. A investigação de Lulinha está ligada à Operação Sem Desconto, enquanto ACM Neto figura na Operação Compliance Zero, ambas sob análise no STF.
Foto: Reprodução
Um relatório da Polícia Federal, citado em decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), aponta uma suposta diferença de tratamento adotada pelo ministro André Mendonça na condução de investigações envolvendo o ex-prefeito de Salvador ACM Neto e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o documento, as situações investigadas apresentam características semelhantes, mas teriam recebido avaliações diferentes durante a tramitação dos inquéritos. A PF afirma que essa atuação pode indicar a adoção de critérios distintos na análise dos casos, conforme o perfil político dos investigados. O relatório também destaca que André Mendonça teria sugerido a separação das apurações envolvendo ACM Neto e Antonio Rueda, presidente nacional do União Brasil, apesar da possível conexão entre os fatos. Para os investigadores, a medida representaria uma assimetria na condução das investigações. A investigação contra Lulinha teve origem na Operação Sem Desconto, que apura fraudes em descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. Durante a apuração, a Polícia Federal passou a investigar uma suposta atuação do empresário em negociações envolvendo a Dataprev e o Ministério da Saúde, sob suspeita de tráfico de influência. Já ACM Neto é citado na Operação Compliance Zero, que investiga possíveis irregularidades relacionadas ao Banco Master. O caso envolve análises sobre movimentações financeiras e empresas ligadas ao ex-prefeito, além de discussões no STF sobre a condução e o desmembramento das investigações.
SUS terá três novos medicamentos para tratamento de câncer de pulmão a partir de outubro
Medida deve ampliar em 35% a oferta de tratamentos oncológicos de alto custo no sistema público de saúde.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A partir de outubro, o Ministério da Saúde incorporará três novos medicamentos de alta tecnologia ao Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento do câncer de pulmão: brigatinibe, gefitinibe e durvalumabe. Os tratamentos, que chegam a custar até R$ 643 mil ao ano na rede privada, contemplam terapias-alvo orais e imunoterapia, beneficiando inicialmente cerca de 1,9 mil pacientes da rede pública.
- A medida faz parte da Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), política federal com orçamento anual de R$ 2,1 bilhões que disponibilizará 23 medicamentos oncológicos. A iniciativa representa uma expansão de 35% na oferta de terapias contra o câncer no SUS e deve atender mais de 100 mil pessoas.
Foto: Fernando Frazão | Agência Brasil
Três novos medicamentos para o tratamento do câncer de pulmão serão incorporados ao Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de outubro, segundo o Ministério da Saúde. As medicações brigatinibe, gefitinibe e durvalumabe deverão beneficiar cerca de 1,9 mil pacientes em tratamento na rede pública. Considerados medicamentos de alta tecnologia, os três podem representar um custo de até R$ 643 mil por ano para pacientes que precisam recorrer à rede privada. O brigatinibe e o gefitinibe são terapias-alvo administradas por via oral que atuam sobre alterações específicas presentes nas células cancerígenas e podem ser utilizadas em casa, além de apresentarem menor incidência de alguns efeitos adversos quando comparadas a esquemas tradicionais de quimioterapia. Já o durvalumabe atua sobre o sistema imunológico para aumentar a capacidade do organismo de combater as células tumorais e será destinado a pacientes com câncer de pulmão em estágio 3 que não podem ser submetidos à cirurgia. Segundo o Ministério da Saúde, o tratamento com o medicamento apresenta ganhos na sobrevida global dos pacientes. A incorporação dos três remédios ocorrerá por meio da Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), política criada pelo governo federal para ampliar o acesso a tratamentos de alto custo no SUS. Ao todo, 23 medicamentos oncológicos serão disponibilizados pela iniciativa, o que, de acordo com o ministério, representa um aumento de 35% na oferta de tratamentos contra o câncer na rede pública. A estimativa do governo é de que mais de 100 mil pessoas sejam beneficiadas pela política, que terá orçamento anual previsto de R$ 2,1 bilhões.
Campanha de multivacinação realiza Dia D neste sábado em todo o Brasil
Campanha de multivacinação realiza Dia D neste sábado em todo o Brasil
Ação será realizada em todo o país para atualizar a caderneta de vacinação de menores de 15 anos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Neste sábado (22), crianças e adolescentes menores de 15 anos são convocados a comparecer às unidades básicas de saúde (UBSs) e pontos de vacinação de todo o país para o "Dia D" da Campanha Nacional de Multivacinação. O objetivo principal é atualizar a caderneta vacinal, ampliando a cobertura e a proteção contra diversas doenças. A campanha, que teve início em julho e segue até 1º de setembro, disponibiliza 20 vacinas essenciais previstas no Calendário Nacional.
- Entre os imunizantes oferecidos estão proteções contra meningites, tuberculose, poliomielite, sarampo, gripe, covid-19, dengue e cânceres associados ao HPV, com a inclusão da nova vacina pneumocócica 20-valente (Pneumo 20) para crianças menores de cinco anos. O Ministério da Saúde reforça a importância da vacinação, especialmente contra o sarampo, devido ao aumento de casos na região. Para participar do "Dia D", pais e responsáveis devem apresentar a caderneta de vacinação, documento de identificação e, se possível, o cartão do SUS da criança ou adolescente.
Foto: Ministério da Saúde
Crianças e adolescentes menores de 15 anos devem comparecer às unidades básicas de saúde (UBSs) e aos pontos de vacinação de todo o país neste sábado (22), quando será realizado o Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação. O objetivo é atualizar a caderneta vacinal e ampliar a cobertura contra diversas doenças. A campanha teve início neste mês e segue até 1º de setembro, oferecendo 20 vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação. Os imunizantes protegem contra doenças como meningites, tuberculose, poliomielite, sarampo, gripe, covid-19, dengue e cânceres associados ao HPV. Uma das novidades deste ano é a inclusão da vacina pneumocócica 20-valente (Pneumo 20), incorporada ao calendário em junho. O imunizante amplia a proteção contra infecções causadas pelo pneumococo, como pneumonia e meningite, e é indicado para crianças menores de cinco anos. Segundo o Ministério da Saúde, mais de 180 milhões de doses de vacinas já foram distribuídas aos estados e municípios em 2026. Entre os imunizantes mais aplicados estão as vacinas contra influenza, sarampo e poliomielite. A pasta também reforça a importância da vacinação contra o sarampo diante do aumento de casos nas Américas e da confirmação de casos importados no Brasil. A estratégia de imunização foi intensificada em municípios do estado de São Paulo para ampliar a proteção da população. Para participar do Dia D, pais e responsáveis devem levar a caderneta de vacinação, além de um documento de identificação e, se possível, o cartão do SUS da criança ou adolescente.
SUS passa a oferecer teste para rastrear câncer colorretal
SUS passa a oferecer teste para rastrear câncer colorretal
Exame será oferecido a homens e mulheres de 50 a 75 anos sem sintomas, com rastreamento realizado a cada dois anos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a oferecer o teste imunoquímico fecal (FIT) para o rastreamento do câncer colorretal em homens e mulheres assintomáticos na faixa etária de 50 a 75 anos. O exame, que identifica a presença de sangue oculto nas fezes, tem sensibilidade estimada entre 85% e 92% e deve ser realizado a cada dois anos para detectar precocemente possíveis alterações antes do surgimento dos sintomas da doença.
- A medida, que faz parte de um novo protocolo nacional do Ministério da Saúde, tem o potencial de beneficiar mais de 40 milhões de brasileiros e visa combater um dos tipos de câncer mais frequentes no país. Cabe ressaltar que o teste é voltado estritamente para a prevenção, e pessoas que já apresentam sintomas ou suspeita clínica devem buscar avaliação médica direta para investigação diagnóstica.
Foto: Fernando Frazão | Agência Brasil
O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a oferecer, a partir desta segunda-feira (10), o teste imunoquímico fecal (FIT) para o rastreamento do câncer colorretal. O exame, que identifica a presença de sangue oculto nas fezes, foi incluído na tabela de procedimentos da rede pública de saúde. A estratégia é destinada a homens e mulheres assintomáticos entre 50 e 75 anos. O exame deverá ser realizado a cada dois anos como forma de identificar possíveis alterações antes do surgimento de sinais da doença. A portaria publicada no Diário Oficial da União deixa claro que o teste não deve ser utilizado para investigar pessoas que apresentam sintomas ou que já tenham suspeita clínica de câncer colorretal. Nesses casos, o paciente deve passar por avaliação médica e pelos exames indicados para investigação diagnóstica. A inclusão do FIT no SUS havia sido anunciada pelo Ministério da Saúde em maio, quando o governo apresentou um novo protocolo nacional para o rastreamento do câncer colorretal. Segundo dados do Ministério da Saúde, o teste apresenta sensibilidade estimada entre 85% e 92% para identificar possíveis alterações. A expectativa é ampliar o acesso à prevenção e contribuir para que casos suspeitos sejam identificados mais cedo. A medida pode beneficiar mais de 40 milhões de brasileiros que estão dentro da faixa etária indicada para o rastreamento. O câncer colorretal está entre os tipos de câncer mais frequentes no país, considerando os tumores que não são de pele não melanoma. A estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é de 53,8 mil novos casos da doença no Brasil a cada ano do triênio 2026-2028. A inclusão do teste na rede pública faz parte das estratégias de prevenção e detecção precoce da doença. A orientação é que pessoas dentro da faixa etária indicada procurem uma unidade de saúde para receber informações sobre o rastreamento e verificar a disponibilidade do procedimento na rede local.
Bahia registra mais de 170 mil acidentes com picadas de serpentes em cinco anos
Bahia registra mais de 170 mil acidentes com picadas de serpentes em cinco anos
Entre os acidentes em que a serpente foi identificada, as jararacas e outras espécies do gênero Bothrops foram responsáveis pela maioria das ocorrências.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Entre 2021 e julho de 2026, o estado da Bahia registrou mais de 170 mil notificações de acidentes causados por picadas de serpentes, conforme dados do Ministério da Saúde. A maior parte das ocorrências deu-se sem a identificação da espécie envolvida, mas, nos casos identificados, as jararacas lideraram os registros, seguidas por cascavéis, cobras-corais e surucucus. Municípios como Feira de Santana, Vitória da Conquista e Ipiaú destacam-se com os maiores índices de notificações no estado.
- Especialistas alertam que a incidência de ataques não está diretamente associada ao tamanho da população local. Diante de uma picada, a recomendação primordial é buscar socorro médico imediato para a aplicação do soro antiofídico, contraindicando terminantemente medidas caseiras como a realização de cortes, torniquetes ou a sucção do veneno, que podem agravar as lesões.
Foto: Reprodução
A Bahia contabilizou mais de 170 mil notificações de acidentes provocados por picadas de serpentes entre 2021 e julho de 2026, segundo dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde. A maior parte dos registros, mais de 160 mil casos, ocorreu sem que as vítimas conseguissem identificar a espécie responsável pelo ataque. O levantamento aponta que Feira de Santana lidera o número de ocorrências no estado, seguida por Vitória da Conquista. Ipiaú também aparece entre os municípios com maior quantidade de notificações, ocupando a décima posição, com 1.824 casos. Entre os acidentes em que a serpente foi identificada, as jararacas e outras espécies do gênero Bothrops foram responsáveis pela maioria das ocorrências, com 10.838 registros. As cascavéis (Crotalus) aparecem em seguida, com 1.331 casos, enquanto as cobras-corais (Micrurus) provocaram 305 acidentes. As surucucus (Lachesis), encontradas principalmente em áreas de florestas tropicais, registraram o menor número de ocorrências, com 97 casos no período analisado. Os dados também mostram que o número de acidentes não está diretamente relacionado ao tamanho da população dos municípios, já que apenas três das dez cidades mais populosas da Bahia aparecem entre as dez com maior quantidade de notificações. Especialistas reforçam que, em caso de picada de serpente, a vítima deve procurar atendimento médico imediatamente. A recomendação é evitar práticas como fazer cortes no local, sugar o veneno ou utilizar torniquetes, medidas que podem agravar o quadro clínico. O tratamento com soro antiofídico, quando indicado, é a forma mais eficaz de reduzir complicações e salvar vidas.
Flávio Dino autoriza abertura de terceiro inquérito envolvendo Lulinha
Flávio Dino autoriza abertura de terceiro inquérito envolvendo Lulinha
Filho do presidente já é alvo de outros dois inquéritos que investigam suspeitas de tráfico de influência, corrupção e possível favorecimento de interesses privados em órgãos federais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de um terceiro inquérito para investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. A investigação, solicitada pela Polícia Federal (PF), visa apurar a suspeita de atuação de um grupo que realizava negócios ilícitos envolvendo setores do governo federal. Na mesma decisão, Dino também determinou a abertura de um quarto procedimento para apurar o vazamento de informações sigilosas relacionadas ao caso.
- Esta nova frente de investigação se soma a outros dois inquéritos autorizados recentemente pelo ministro André Mendonça, também no STF. As investigações anteriores de Mendonça buscam apurar supostos crimes de corrupção e tráfico de influência em contratos públicos envolvendo o Ministério da Saúde, a Dataprev e outras repartições federais, elevando para quatro o total de inquéritos abertos contra Lulinha em menos de uma semana.
Foto: Gustavo Moreno | STF
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (4) a abertura de um terceiro inquérito envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A investigação foi solicitada pela Polícia Federal (PF) e tem como objetivo apurar a suspeita de atuação de um grupo que teria realizado negócios ilícitos envolvendo setores do governo federal. Lulinha já é investigado em outros dois procedimentos que tramitam no Supremo a partir de apurações conduzidas pela PF. Na mesma decisão, Dino também autorizou a abertura de um quarto inquérito, igualmente solicitado pela Polícia Federal, para investigar o suposto vazamento de informações sigilosas relacionadas ao caso. Esta é a terceira solicitação de investigação da PF contra Lulinha autorizada em menos de uma semana. Em 30 de julho, o ministro André Mendonça determinou a abertura de um inquérito para apurar suspeitas de tráfico de influência e corrupção em negociações envolvendo o Ministério da Saúde. De acordo com a Polícia Federal, o filho do presidente Lula teria atuado em benefício de interesses ligados ao lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS". No dia seguinte, Mendonça autorizou uma segunda investigação para apurar se Lulinha teria favorecido empresários interessados em contratos com a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev) e outros órgãos federais.
Ministério da Saúde lança campanha nacional para alertar sobre os riscos das apostas on-line
Campanha será veiculada na TV, rádio e redes sociais e orienta a população sobre prevenção e tratamento pelo SUS.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde lançou uma campanha nacional de conscientização sobre os riscos associados às apostas on-line, conhecidas popularmente como bets. A iniciativa, que será veiculada em rádio, TV e redes sociais, alerta para consequências graves do uso excessivo dessas plataformas, tais como endividamento, problemas de saúde mental e conflitos familiares, além de direcionar os cidadãos aos serviços de tratamento e acolhimento gratuitos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
- Como parte de uma estratégia integrada, o governo federal também destacou outras ações regulatórias já implementadas para conter os impactos negativos das bets. Entre as principais medidas estão a criação de uma ferramenta de autoexclusão voluntária, que já conta com cerca de 1 milhão de usuários, e a restrição rigorosa das regras de publicidade, que agora proíbem a associação de apostas a investimentos ou sucesso financeiro e exigem alertas obrigatórios sobre os riscos envolvidos.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
O Ministério da Saúde lançou, neste domingo (26), uma campanha nacional para conscientizar a população sobre os riscos das apostas on-line, conhecidas como bets. A ação será divulgada em emissoras de TV, rádio e redes sociais durante o período de retomada do Campeonato Brasileiro e de outras competições esportivas, que contam com o patrocínio de casas de apostas. A campanha alerta para os impactos do uso excessivo das plataformas, como problemas de saúde mental, endividamento e dificuldades familiares. Além disso, informa onde as pessoas podem buscar acolhimento e tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o Ministério da Saúde, o atendimento especializado pode ser feito de forma sigilosa pelo aplicativo Meu SUS Digital. Também é possível receber assistência presencial nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps). O governo federal informou que já adotou outras medidas para reduzir os impactos das apostas. Entre elas está uma plataforma de autoexclusão, criada em dezembro de 2025, que permite ao usuário bloquear voluntariamente o acesso às plataformas de apostas. De acordo com o governo, cerca de 1 milhão de pessoas já utilizaram o serviço. Outra medida foi o endurecimento das regras para a publicidade das bets. Agora, as propagandas não podem associar as apostas à ideia de investimento ou sucesso financeiro e devem conter alertas obrigatórios sobre os riscos da atividade.
Bahia começa a distribuir nova insulina pelo SUS para pacientes com diabetes
Bahia começa a distribuir nova insulina pelo SUS para pacientes com diabetes
Insulina glargina será destinada, inicialmente, a crianças, adolescentes e idosos, com substituição gradual da insulina NPH
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Bahia começou a receber a insulina glargina, um novo medicamento para tratamento de diabetes. O estado recebeu 30.854 tubetes da medicação e 8.126 canetas reutilizáveis para aplicação, enviadas pelo Ministério da Saúde. A nova insulina substituirá gradualmente a NPH para pacientes específicos, como crianças e adolescentes com diabetes tipo 1, idosos com 70 anos ou mais e pacientes com diabetes tipo 2.
- A insulina glargina proporciona maior estabilidade no controle da glicemia e reduz o risco de episódios de hipoglicemia. A distribuição do medicamento faz parte de uma estratégia nacional para ampliar o acesso à nova terapia e ocorrerá de forma gradual em todo o país na rede pública.
Foto: Divulgação
A Bahia começou a receber a insulina glargina, novo medicamento que passa a integrar o tratamento de pacientes com diabetes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O estado recebeu 30.854 tubetes da medicação e 8.126 canetas reutilizáveis para aplicação, enviadas pelo Ministério da Saúde. A nova insulina substituirá gradualmente a NPH para públicos específicos: crianças e adolescentes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e idosos com 70 anos ou mais diagnosticados com diabetes tipo 1 ou tipo 2. A mudança será feita após avaliação da equipe de saúde. De ação prolongada, a insulina glargina exige, na maioria dos casos, apenas uma aplicação diária. Segundo o Ministério da Saúde, o medicamento proporciona maior estabilidade no controle da glicemia, reduz o risco de episódios de hipoglicemia e pode aumentar a adesão ao tratamento. Para ter acesso ao medicamento, o paciente deve procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) com receita médica. Além da insulina, o SUS fornecerá canetas reutilizáveis, com validade de três anos, agulhas para aplicação e orientações sobre o uso correto e o armazenamento do medicamento.A distribuição faz parte de uma estratégia nacional para ampliar o acesso à nova terapia e ocorrerá de forma gradual em todo o país na rede pública.
Igaporã receberá duas salas para atendimento pelo Telessaúde Bahia
Igaporã receberá duas salas para atendimento pelo Telessaúde Bahia
As salas serão instaladas nas Unidades Básicas de Saúde da localidade de Cerquinha e do bairro Alto da Varginha
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Administração Municipal de Igaporã concluiu o treinamento das equipes para as salas de telemedicina, que são parte do programa Telessaúde Bahia do Governo do Estado. O novo serviço oferece teleconsultoria, telediagnóstico e capacitações online, otimizando o fluxo e evitando deslocamentos desnecessários, com investimentos federais integrando centenas de Unidades Básicas de Saúde com internet de alta velocidade.
- O sistema permite que pacientes busquem atendimento em uma unidade básica de saúde e, se necessário, sejam encaminhados para uma teleconsulta com especialistas estaduais. A iniciativa visa ampliar o acesso da população aos serviços de saúde e reduzir o tempo de espera por atendimentos especializados.
Foto: Reprodução
A Administração Municipal de Igaporã já concluiu o treinamento das equipes que irão atuar nas salas de telemedicinas, a serem instaladas nas Unidades Básicas de Saúde da localidade de Cerquinha e do bairro Alto da Varginha. A Secretaria de Saúde prevê o início do atendimento para este mês de julho. O novo serviço será disponibilizado pelo programa Telessaúde Bahia, do Governo do Estado, focado no suporte aos profissionais da Atenção Básica (UBS e Estratégia Saúde da Família). Oferece teleconsultoria com especialistas, telediagnóstico (como eletrocardiograma) e capacitações online, otimizando o fluxo e evitando deslocamentos desnecessários. As salas de telemedicina contarão com investimentos federais, pela iniciativa de expansão do SUS, para integrar centenas de Unidades Básicas de Saúde (UBS) com internet de alta velocidade, facilitando a realização de teleconsultas e o acesso a especialistas. Para acessar o sistema público, o primeiro passo é buscar atendimento em uma unidade básica de saúde (UBS). A equipe local avaliará o paciente e, se necessário, fará o encaminhamento ou agendamento para a teleconsulta com especialistas estaduais. As salas de atendimento contarão com os Kits multimídia de telessaúde, compostos por equipamentos tecnológicos distribuídos pelo Ministério da Saúde às Unidades Básicas de Saúde (UBS), com o objetivo de fortalecer o SUS Digital em todo o país. A iniciativa contribui para ampliar o acesso da população aos serviços de saúde, reduzir o tempo de espera por atendimentos especializados e integrar a Atenção Primária à rede de atenção, utilizando a telessaúde como estratégia para qualificar o cuidado.
SUS amplia vacinação com Pneumo 20 para crianças e grupos especiais
SUS amplia vacinação com Pneumo 20 para crianças e grupos especiais
Imunizante protege contra 20 sorotipos da bactéria pneumocócica e passa a integrar, de forma gradual, o calendário de vacinação infantil do SUS.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A vacina Pneumo 20 já está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e demais postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS), ampliando a proteção contra doenças graves causadas pela bactéria pneumocócica, como pneumonia, meningite, otite e infecções generalizadas. O novo imunizante é indicado para crianças menores de cinco anos e grupos especiais prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, incluindo indígenas, idosos com 60 anos ou mais acamados ou institucionalizados e pacientes com condições clínicas específicas.
- Protegendo contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, a vacina substitui progressivamente a Pneumo 10 conforme o término dos estoques. Durante a transição do calendário vacinal, o esquema estabelece doses aos dois meses (Pneumo 20), aos quatro meses (Pneumo 10) e um reforço aos 12 meses (Pneumo 20), sendo possível consultar o histórico vacinal tanto presencialmente nas UBSs quanto pelo aplicativo Meu SUS Digital.
Foto: Ministério da Saúde
A vacina Pneumo 20 já está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e demais pontos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). O imunizante amplia a proteção contra doenças graves causadas pela bactéria pneumocócica, como pneumonia, meningite, infecções generalizadas e otite média, enfermidades que podem provocar internações, sequelas e até mortes. A nova vacina é indicada para crianças menores de cinco anos e também para grupos especiais definidos pelo Ministério da Saúde. Entre eles estão povos indígenas a partir de cinco anos sem histórico de vacinação com imunizante pneumocócico conjugado, idosos com 60 anos ou mais acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas específicas atendidas pelos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Segundo o Ministério da Saúde, a Pneumo 20 protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a cobertura em relação às vacinas utilizadas anteriormente. O imunizante inclui proteção contra sorotipos associados a casos graves de doença pneumocócica invasiva, como os tipos 3, 6A e 19A. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera as doenças pneumocócicas uma das principais causas de mortalidade infantil por enfermidades que podem ser prevenidas por vacinação. Além dos riscos à saúde, essas infecções estão entre as principais causas de internações hospitalares e atendimentos em unidades de terapia intensiva (UTIs). Durante o período de transição do calendário vacinal, o esquema prevê uma dose da Pneumo 20 aos dois meses de idade, uma dose da Pneumo 10 aos quatro meses e uma dose de reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. Após o término dos estoques da Pneumo 10, o esquema passará a utilizar exclusivamente a Pneumo 20. Os responsáveis podem procurar a UBS mais próxima para verificar a situação vacinal da criança. O histórico de imunização também pode ser consultado por meio da Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
SUS amplia vacinação contra HPV para pessoas de 15 a 19 anos
SUS amplia vacinação contra HPV para pessoas de 15 a 19 anos
Adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que não receberam a vacina poderão se imunizar até 31 de dezembro nas unidades do SUS.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde prorrogou até o dia 31 de dezembro a campanha de vacinação contra o HPV direcionada a adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que ainda não foram imunizados. A iniciativa visa ampliar a cobertura vacinal e prevenir infecções pelo vírus, que é o principal causador de diversos tipos de câncer, como os de colo do útero, pênis, garganta e ânus, além de verrugas genitais. As doses estão disponíveis gratuitamente em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
- Além do público de 9 a 14 anos e dos jovens contemplados pela prorrogação, a vacina é recomendada para grupos com condições clínicas especiais, como pessoas que vivem com HIV, pacientes transplantados e em tratamento oncológico. O Ministério da Saúde orienta que a população-alvo não deixe a imunização para os últimos dias do ano e verifique sua situação vacinal por meio do aplicativo Meu SUS Digital ou em um posto de saúde mais próximo.
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O Ministério da Saúde prorrogou até 31 de dezembro a estratégia de vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) para adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que ainda não receberam o imunizante ou não possuem registro da vacinação. A medida busca ampliar a cobertura vacinal e reduzir o risco de doenças relacionadas ao vírus. A vacina é considerada a principal forma de prevenção contra a infecção pelo HPV, responsável por diversos tipos de câncer, como os de colo do útero, pênis, ânus, boca e garganta, além de verrugas genitais. O uso de preservativos também é recomendado por reduzir o risco de transmissão, embora não ofereça proteção completa contra o vírus. As doses estão disponíveis gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e nos demais pontos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). Pelo Calendário Nacional de Vacinação, a imunização é indicada rotineiramente para meninas e meninos de 9 a 14 anos. Com a prorrogação da estratégia de resgate, adolescentes e jovens entre 15 e 19 anos que perderam o período recomendado terão uma nova oportunidade para receber a vacina até o fim deste ano. Além desse público, o imunizante também é ofertado para grupos com condições específicas, conforme as orientações do Ministério da Saúde. Entre eles estão pessoas que vivem com HIV, pacientes transplantados, pessoas em tratamento oncológico, usuários da Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP) e pacientes com papilomatose respiratória recorrente. A ampliação da campanha busca aumentar a proteção coletiva e diminuir a circulação do vírus, contribuindo para a prevenção de doenças que podem ser evitadas com a vacinação. Quem tiver dúvidas sobre a situação vacinal pode consultar o histórico de imunização pelo aplicativo Meu SUS Digital ou procurar a unidade de saúde mais próxima. A recomendação é que pessoas dentro do público-alvo não deixem para os últimos dias e aproveitem a prorrogação para atualizar a caderneta de vacinação e reforçar a proteção contra o HPV.
Vacina contra pólio terá nova dose de reforço em agosto
Vacina contra pólio terá nova dose de reforço em agosto
Mudança entra em vigor em 3 de agosto e prevê duas doses de reforço com vacina injetável para crianças menores de 5 anos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Sistema Único de Saúde (SUS) volta a oferecer segunda dose de reforço da vacina contra a poliomielite para crianças de 4 anos a partir de agosto. A medida é uma resposta à avaliação da Câmara Técnica Assessora em Imunizações e tem o objetivo de manter elevados os níveis de proteção contra a doença.
- A orientação do Ministério da Saúde é que pais e responsáveis levem crianças menores de 5 anos aos postos de saúde para verificar se o esquema vacinal está completo e, se necessário, atualizar a caderneta de vacinação.
Foto: Tânia Rêgo | Agência Brasil
A partir do dia 3 de agosto, o Sistema Único de Saúde (SUS) voltará a oferecer uma segunda dose de reforço da vacina contra a poliomielite para crianças de 4 anos. A medida foi anunciada pelo Ministério da Saúde e restabelece o esquema de cinco doses utilizado até 2024, agora exclusivamente com a vacina injetável. Com a mudança, as crianças deverão receber três doses da vacina aos 2, 4 e 6 meses de idade, além de dois reforços: um aos 15 meses e outro aos 4 anos. Todas as aplicações serão feitas com a vacina inativada, administrada por injeção. Até 2024, os reforços eram realizados com a tradicional vacina oral, conhecida como “gotinha”. No entanto, o Ministério da Saúde optou por substituir o imunizante oral devido ao risco, considerado extremamente raro, de o vírus enfraquecido sofrer mutações e provocar a doença. A decisão de retomar a segunda dose de reforço foi tomada após avaliação da Câmara Técnica Assessora em Imunizações e comunicada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabela Ballalai, a dose adicional é importante para manter elevados os níveis de proteção ao longo da infância. Embora o Brasil esteja sem registrar casos de poliomielite há 37 anos e tenha recebido, em 1994, o certificado de área livre da circulação do vírus, especialistas alertam que a doença ainda existe em alguns países e pode voltar a representar risco se as coberturas vacinais caírem. A orientação do Ministério da Saúde é que pais e responsáveis levem crianças menores de 5 anos aos postos de saúde para verificar se o esquema vacinal está completo e, se necessário, atualizar a caderneta de vacinação. A poliomielite pode causar paralisia permanente e, em casos graves, levar à morte. A vacinação continua sendo a principal forma de prevenção da doença.
Brasil planeja criar centro nacional para resposta a epidemias e emergências em saúde
Estrutura deve ser implementada até 2027 para fortalecer a prevenção, monitoramento e combate a crises sanitárias e climáticas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Brasil planeja estabelecer o Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública (Cbesp) até 2027, uma iniciativa crucial para fortalecer a prevenção e a resposta a epidemias, pandemias e outras crises sanitárias e climáticas. A proposta, que está em debate no governo federal com expectativa de avanço ainda este ano, foi idealizada pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS) e desenvolvida por especialistas. O Cbesp funcionará de forma integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao Ministério da Saúde e sob governança da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com o objetivo de institucionalizar a resposta a emergências como uma política permanente de Estado.
- Este novo centro terá uma atuação em rede com diversos órgãos públicos, universidades e centros de pesquisa, integrando áreas como saúde, meio ambiente, agricultura, ciência e tecnologia para ampliar a capacidade de monitoramento de riscos e coordenação de estratégias. Entre suas atribuições estarão a implementação da Política Nacional de Emergências de Sa
Foto: Reprodução | Canva imagens
O Brasil deve criar um Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública (Cbesp) para reforçar a prevenção e a resposta a epidemias, pandemias e outras crises sanitárias e climáticas. A proposta, que está em discussão no governo federal, prevê a implementação da estrutura até 2027, com expectativa de que o projeto de criação avance ainda este ano. Idealizado pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS), o centro foi desenvolvido por especialistas de diversas instituições e deverá funcionar de forma integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao Ministério da Saúde e com governança da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A iniciativa busca transformar a resposta a emergências em uma política permanente de Estado, reduzindo impactos de mudanças de governo. Segundo o diretor-presidente do ITpS, Gerson Penna, a proposta prevê atuação em rede com o Ministério da Saúde, secretarias estaduais e municipais, universidades, centros de pesquisa e outros órgãos públicos. O objetivo é integrar áreas como saúde, meio ambiente, agricultura, ciência e tecnologia para ampliar a capacidade de prevenção e resposta a ameaças sanitárias. Entre as atribuições do novo centro estarão o monitoramento de riscos, a coordenação de estratégias de prevenção e combate a epidemias, além da implementação da Política Nacional de Emergências de Saúde Pública. A estrutura também deverá atuar diante de desafios relacionados às mudanças climáticas, ao desmatamento e ao aumento do risco de surgimento de novas doenças. A proposta ganhou força após a pandemia de Covid-19. Para os idealizadores, a crise evidenciou falhas na coordenação das ações de enfrentamento e mostrou a necessidade de uma estrutura técnica permanente. O ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão afirmou que o centro permitirá respostas mais rápidas e articuladas, com uma equipe especializada dedicada exclusivamente ao gerenciamento de emergências sanitárias. De acordo com a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, o governo trabalha em um projeto de lei para criar uma política de Estado voltada às emergências em saúde pública. Enquanto o texto é discutido, o Ministério da Saúde e a Fiocruz avaliam o modelo de funcionamento da nova estrutura.
Caetité e Igaporã recebem recursos para novas UBSs
Caetité e Igaporã recebem recursos para novas UBSs
Investimentos fazem parte de pacote de R$ 48 milhões destinado ao fortalecimento do SUS na Bahia e contemplam 13 novas obras no estado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde anunciou um pacote de investimentos de R$ 48 milhões destinado a fortalecer a infraestrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia, com os municípios de Caetité e Igaporã entre os beneficiados. O anúncio, feito durante a 340ª Reunião Ordinária da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) em Salvador, prevê a aplicação de mais de R$ 31 milhões na construção de 13 novas unidades de saúde no estado, incluindo duas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) em Caetité e Igaporã para ampliar a atenção primária no sudoeste baiano.
- Este pacote, conhecido como "Pix da Saúde", abrange não apenas novas construções em diversas cidades baianas e um Centro Especializado em Reabilitação (CER) em Camaçari, mas também a aquisição de equipamentos para cirurgias e exames especializados, além do ressarcimento por obras já concluídas. A secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, destacou a importância da parceria entre os entes federativos para a ampliação dos investimentos e o fortalecimento da rede pública de saúde, abordando temas como leitos especializados, AVC, oncologia e urgência e emergência durante o encontro.
Foto: Jamile Amine - Saúde BA
Os municípios de Caetité e Igaporã estão entre os beneficiados por um pacote de investimentos de R$ 48 milhões anunciado pelo Ministério da Saúde para fortalecer a infraestrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia. O anúncio foi feito durante a 340ª Reunião Ordinária da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), realizada nesta quarta-feira (17), em Salvador. Do total de recursos destinados ao estado, mais de R$ 31 milhões serão aplicados na construção de 13 novas unidades de saúde. Entre elas estão duas novas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) que serão implantadas em Caetité e Igaporã, ampliando a capacidade de atendimento da atenção primária nos dois municípios do sudoeste baiano. Além de Caetité e Igaporã, também foram contemplados com novas UBSs os municípios de Catu, Itacaré, Nova Canaã, Ruy Barbosa, Santa Luzia, Sento Sé, Irecê, Santo Estevão, Sobradinho e Várzea da Roça. O pacote prevê ainda a construção de um Centro Especializado em Reabilitação (CER) em Camaçari. Os investimentos fazem parte do programa conhecido como Pix da Saúde e incluem recursos para novas obras, aquisição de equipamentos destinados à ampliação de cirurgias e exames especializados, além do ressarcimento de unidades concluídas por meio do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Saúde. Durante o evento, a secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, destacou a importância da parceria entre o Governo Federal, o Estado e os municípios para ampliar os investimentos e fortalecer a rede pública de saúde. Segundo a gestora, a presença do Ministério da Saúde na reunião demonstra o alinhamento entre os entes federativos para garantir recursos e acelerar obras consideradas estratégicas para a população. Além das novas construções, o encontro debateu temas como a ampliação de leitos especializados, atendimento ao AVC, oncologia, urgência e emergência e ações voltadas à prevenção e ao controle do câncer em toda a Bahia.
Ministério da Saúde libera R$ 48 milhões para obras e equipamentos na Bahia
Ministério da Saúde libera R$ 48 milhões para obras e equipamentos na Bahia
Recursos serão destinados à construção de unidades de saúde, compra de equipamentos e ressarcimento de obras concluídas em municípios baiano
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde anunciou a liberação de R$ 48 milhões para fortalecer a infraestrutura da rede pública de saúde na Bahia. Os recursos serão empregados na construção de novas unidades, aquisição de equipamentos essenciais e no ressarcimento de obras já concluídas no estado, visando aprimorar o atendimento à população.
- Do montante total, mais de R$ 31 milhões serão direcionados para 13 novos empreendimentos, incluindo a implantação de 12 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) em diversos municípios como Caetité e Irecê, e um Centro Especializado em Reabilitação (CER) em Camaçari. Além disso, parte da verba será destinada à compra de equipamentos para cirurgias e exames, e à regularização de repasses para obras finalizadas, como a UPA e uma UBS em Paulo Afonso, e Academias da Saúde em Barra do Choça e Marcionílio Souza.
Foto: Reprodução | Adilton Venegeroles
O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (17) a liberação de R$ 48 milhões para ações de infraestrutura na rede pública de saúde da Bahia. Os recursos serão destinados à construção de novas unidades, aquisição de equipamentos e ressarcimento de obras concluídas no estado. Do total, mais de R$ 31 milhões serão aplicados em 13 novos empreendimentos, incluindo 12 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) nos municípios de Caetité, Catu, Itacaré, Nova Canaã, Ruy Barbosa, Santa Luzia, Sento Sé, Igaporã, Irecê, Santo Estevão, Sobradinho e Várzea da Roça. Também está prevista a implantação de um Centro Especializado em Reabilitação (CER) em Camaçari. Parte dos recursos será utilizada para a compra de equipamentos voltados à realização de cirurgias e exames especializados, além do ressarcimento de obras concluídas por meio do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Saúde. Entre as unidades contempladas com a regularização de repasses estão uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e uma UBS em Paulo Afonso. Também serão beneficiados os municípios de Barra do Choça e Marcionílio Souza, com Academias da Saúde, além de UBSs em Gandu, Entre Rios, Mairi, Medeiros Neto, Santanópolis e Santo Antônio de Jesus.
Bahia reforça vigilância contra Ebola, mas não registra casos
Bahia reforça vigilância contra Ebola, mas não registra casos
Secretaria da Saúde intensifica capacitação de profissionais e organização da rede de atendimento após alertas internacionais sobre a doença.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo da Bahia reforçou as medidas de vigilância contra a Doença pelo Vírus Ebola (DVE) após alertas internacionais. Embora não haja registros da doença no estado ou no Brasil, a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) ampliou as ações de prevenção e monitoramento. O objetivo é garantir uma resposta rápida caso surja alguma suspeita da enfermidade.
Foto: Reprodução
A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) reforçou os protocolos de vigilância e preparação para possíveis casos da Doença pelo Vírus Ebola (DVE), apesar de não haver registros da doença no estado ou no Brasil. A medida tem caráter preventivo e busca garantir uma resposta rápida caso surja alguma suspeita da enfermidade. A iniciativa ocorre após alertas emitidos por organismos internacionais de saúde e pelo Ministério da Saúde sobre a circulação do vírus em países africanos. Segundo a Sesab, a ampliação das medidas faz parte das ações permanentes de monitoramento de eventos que possam representar riscos à saúde pública. Por meio da Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde (Suvisa) e do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs Bahia), o estado elaborou orientações destinadas às unidades públicas e privadas de saúde. O documento define procedimentos para identificação precoce de casos suspeitos, notificação imediata, investigação epidemiológica, isolamento seguro de pacientes e monitoramento de contatos. O Ebola é uma doença viral grave transmitida pelo contato direto com sangue, secreções ou outros fluidos corporais de pessoas infectadas e sintomáticas. Os sintomas iniciais incluem febre, dores musculares, dor de cabeça, calafrios e mal-estar, podendo evoluir para quadros mais severos. De acordo com a Sesab, o fortalecimento da vigilância não significa que exista risco iminente para a população baiana. Pelo contrário, a medida demonstra que os serviços de saúde estão preparados para agir de forma rápida e coordenada caso haja necessidade. Além da definição de fluxos de atendimento, a estratégia inclui capacitação de profissionais de saúde, reforço das medidas de biossegurança, orientação sobre o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) e integração com órgãos como o Ministério da Saúde, Anvisa e unidades de referência. A Sesab destaca que a prevenção e o planejamento antecipado são fundamentais para garantir segurança à população e evitar a propagação de doenças de impacto internacional.
Anvisa cria grupo para avaliar segurança de vacina contra dengue do Butantan
Anvisa cria grupo para avaliar segurança de vacina contra dengue do Butantan
Colegiado irá analisar eventos adversos e revisar perfil de risco e benefício do imunizante
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária instituiu um grupo de trabalho para avaliar a segurança da vacina contra a dengue Butantan-DV. O colegiado será composto por representantes da Anvisa e especialistas externos e terá a missão de analisar dados clínicos e informações complementares para consolidar dados necessários para a revisão do perfil de risco e benefício da vacina.
- O grupo de trabalho terá duração indeterminada e permanecerá em atividade enquanto houver necessidade de acompanhamento da segurança do imunizante. As conclusões do colegiado servirão de base para futuras decisões da Diretoria Colegiada da agência sobre a vacina.
Foto: Walterson Rosa/MS
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária instituiu nesta terça-feira (16) um grupo de trabalho para aprofundar a avaliação da segurança da vacina contra a dengue Butantan-DV. De acordo com a Portaria nº 715/2026, o colegiado terá a missão de coordenar e dar suporte técnico a um painel de especialistas responsável por analisar dados clínicos relacionados a eventos adversos registrados após a aplicação do imunizante. O grupo também ficará encarregado de avaliar informações complementares apresentadas pelo Instituto Butantan e consolidar dados necessários para a revisão do perfil de risco e benefício da vacina, dentro das ações de farmacovigilância conduzidas pela agência. A equipe será composta por representantes de áreas técnicas da Anvisa ligadas a produtos biológicos, farmacovigilância, monitoramento de produtos e inspeção sanitária. O Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, poderá participar das atividades como convidado. O painel consultivo contará com especialistas externos selecionados com base em qualificação técnica, experiência profissional e ausência de conflitos de interesse. A participação será voluntária e sem remuneração. Segundo a Anvisa, as conclusões do grupo de trabalho servirão de base para futuras decisões da Diretoria Colegiada da agência sobre a vacina. O colegiado terá duração indeterminada e permanecerá em atividade enquanto houver necessidade de acompanhamento da segurança do imunizante.
SUS vai oferecer novo tratamento para pacientes com leucemia mieloide aguda
SUS vai oferecer novo tratamento para pacientes com leucemia mieloide aguda
Combinação dos medicamentos venetoclax e azacitidina será disponibilizada para adultos recém-diagnosticados que não podem receber quimioterapia intensiva
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou a incorporação de uma nova opção terapêutica no Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes adultos com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada. O tratamento, que combina os medicamentos venetoclax e azacitidina, será destinado a pessoas que não são elegíveis à quimioterapia intensiva convencional. A oficialização se deu por meio da Portaria nº 30/2026, com a oferta na rede pública prevista para ocorrer em até 180 dias após a publicação.
- Esta decisão, fundamentada em recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), representa um avanço significativo para a saúde pública. A leucemia mieloide aguda é a forma mais frequente de leucemia aguda em adultos, com rápida evolução e a necessidade de diagnóstico e tratamento precoces. A disponibilização dessa alternativa terapêutica pelo SUS é crucial para aumentar as chances de sucesso do tratamento e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou a incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS) de uma nova opção terapêutica para pacientes adultos com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada. O tratamento combina os medicamentos venetoclax e azacitidina e será destinado a pessoas que, devido às suas condições clínicas, não são elegíveis ao tratamento convencional com quimioterapia intensiva. A inclusão da terapia foi oficializada por meio da Portaria nº 30/2026, publicada nesta segunda-feira (15). De acordo com a legislação que regulamenta a incorporação de novas tecnologias no SUS, a oferta do tratamento deverá ocorrer em até 180 dias na rede pública de saúde. A decisão segue recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e está em conformidade com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde. O relatório técnico que fundamentou a incorporação da nova terapia será disponibilizado para consulta pública no portal da Conitec. Entenda a leucemia mieloide aguda - Segundo o Ministério da Saúde, a leucemia é um tipo de câncer que se desenvolve na medula óssea, tecido responsável pela produção das células sanguíneas, como glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. Alterações genéticas podem provocar a transformação dessas células em estruturas cancerígenas. A leucemia mieloide aguda é a forma mais frequente de leucemia aguda entre adultos e acomete principalmente pessoas idosas. Por apresentar evolução rápida, a doença exige diagnóstico precoce e encaminhamento especializado para aumentar as chances de sucesso do tratamento. Sem tratamento adequado, a forma aguda da doença pode evoluir de maneira grave. Por isso, o acesso a novas alternativas terapêuticas representa um avanço no cuidado oferecido aos pacientes atendidos pelo SUS.
Nova vacina contra pneumonia e meningite começa a ser aplicada neste mês, anuncia Padilha
Imunizante protege contra 20 sorotipos da bactéria responsável por pneumonia e meningite
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo SUS para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. A vacina protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. A nova vacina substituirá a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença.nnA doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. A inclusão da Pneumo 20 é parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações e deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes no país.
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. O imunizante protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. Na rede privada, cada dose custa mais de R$ 500. Nova proteção ampliada - A Pneumo 20 substituirá gradualmente a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença. Segundo o Ministério da Saúde, a nova formulação oferece proteção mais abrangente contra infecções invasivas, incluindo variantes associadas a pneumonia e meningite em crianças. Doença causa mortes e sequelas - A doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. Dados do governo apontam que, entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. Apenas entre crianças menores de 5 anos foram contabilizados 616 casos e 188 óbitos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a doença uma das principais causas de mortalidade infantil por enfermidades preveníveis por vacinação. Distribuição e público-alvo - As primeiras 514 mil doses já começaram a ser distribuídas para estados e municípios. A previsão é de que mais de 6,1 milhões de doses sejam disponibilizadas ainda em 2026. Além de crianças menores de 5 anos, a vacina será destinada a povos indígenas sem histórico vacinal, idosos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Cobertura vacinal em recuperação - O Ministério da Saúde afirma que a inclusão da Pneumo 20 faz parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações. A pasta destaca que a cobertura vacinal infantil voltou a crescer nos últimos anos, após um período de queda, e que a nova vacina deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes em todo o país.
SUS passa a oferecer vacina Pneumo 20 para crianças
SUS passa a oferecer vacina Pneumo 20 para crianças
Novo imunizante protege contra 20 tipos da bactéria responsável por doenças graves como pneumonia, meningite e sepse; vacinação começa ainda em junho.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou a inclusão da vacina Pneumo 20 no Calendário Nacional de Vacinação Infantil do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir da segunda quinzena de junho. A nova vacina, que protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, será oferecida gratuitamente a crianças de até cinco anos em todo o país, representando uma evolução em relação à versão anterior que cobria dez sorotipos. O anúncio foi feito pelo ministro Alexandre Padilha, destacando o início da distribuição das primeiras doses e a previsão de vacinação a partir de meados de junho.
- A incorporação da Pneumo 20 é estratégica para combater o aumento de doenças pneumocócicas graves, como pneumonia e meningite, que causaram milhares de casos e óbitos recentes no Brasil. Além das crianças, grupos prioritários como indígenas, idosos acamados e pessoas com condições clínicas especiais também terão acesso ao imunizante. A gratuidade da vacina no SUS elimina o custo de mais de R$ 500 por dose na rede privada, beneficiando milhões de famílias, com a previsão de mais de 6 milhões de doses disponibilizadas ainda em 2026 para reforçar a cobertura vacinal.
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou uma das mais importantes novidades do calendário vacinal infantil dos últimos anos. A partir da segunda quinzena de junho, o Sistema Único de Saúde (SUS) passará a oferecer gratuitamente a vacina Pneumo 20 para crianças de até cinco anos de idade em todo o país. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (3) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo a pasta, a distribuição das primeiras doses já começou e a expectativa é que a vacinação tenha início por volta do dia 15 de junho, conforme os imunizantes forem chegando aos estados e municípios. A Pneumo 20 é considerada uma evolução da vacina atualmente utilizada na rede pública. Enquanto a versão anterior protegia contra dez sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, a nova formulação amplia a cobertura para 20 variantes do microrganismo, responsável por doenças graves como pneumonia, meningite bacteriana, sepse, sinusite e infecções no ouvido. A ampliação da proteção é vista como estratégica diante do aumento recente dos casos de doenças pneumocócicas no Brasil. Dados do Ministério da Saúde apontam que, entre 2023 e 2025, foram registrados cerca de 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e mais de 1,4 mil mortes em todo o país. Entre crianças menores de cinco anos, foram contabilizados 616 casos e 188 óbitos no período. Além das crianças, a vacina também será destinada a grupos prioritários específicos, incluindo povos indígenas, idosos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Outro destaque é o impacto financeiro para as famílias. Na rede privada, a Pneumo 20 pode custar mais de R$ 500 por dose. Com a incorporação ao SUS, milhões de crianças terão acesso gratuito ao imunizante. A previsão do governo federal é disponibilizar mais de 6 milhões de doses da vacina ainda em 2026, reforçando a estratégia nacional de ampliação da cobertura vacinal e prevenção de doenças que continuam representando risco para a população infantil.
Samu Regional de Guanambi deve ampliar frota em Carinhanha
Samu Regional de Guanambi deve ampliar frota em Carinhanha
Unidade de suporte avançado foi aprovada pela CIB e deve reforçar atendimentos de urgência na região sudoeste da Bahia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Comissão Intergestores Bipartite da Bahia (CIB) aprovou a ampliação da frota do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) Regional de Guanambi, com a implantação de uma Unidade de Suporte Avançado de Vida (USA) no município de Carinhanha, no sudoeste baiano. A decisão, publicada no Diário Oficial do Estado por meio da Resolução CIB nº 145/2026, ocorreu durante reunião ordinária da comissão no último dia 21 de maio. Com a aprovação, a Secretaria da Saúde da Bahia deverá encaminhar o pedido oficial de ampliação ao Ministério da Saúde, e a nova ambulância, que funciona como UTI móvel, ficará vinculada à Macrorregião Sudoeste.
- A solicitação partiu da Secretaria Municipal de Saúde de Carinhanha em março, justificando a necessidade do serviço com base em normas do Ministério da Saúde que regulamentam o atendimento de urgência no SUS, como a Portaria nº 2.048/2002. As unidades de suporte avançado contam com equipamentos específicos e equipe especializada para estabilização de pacientes em ocorrências de maior gravidade. Contudo, a resolução não especifica prazos para a entrega da ambulância nem para o início das operações da nova unidade do SAMU 192 na região.
Foto: Reprodução
A Comissão Intergestores Bipartite da Bahia (CIB) aprovou a ampliação da frota do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência Regional de Guanambi com a implantação de uma Unidade de Suporte Avançado de Vida (USA) no município de Carinhanha, no sudoeste baiano. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (26), por meio da Resolução CIB nº 145/2026. O documento detalha que a aprovação ocorreu durante a 339ª Reunião Ordinária da comissão, realizada no último dia 21 de maio. Com a decisão, a Secretaria da Saúde da Bahia deverá encaminhar ao Ministério da Saúde o pedido oficial para ampliação da frota do Samu Regional. A nova ambulância ficará vinculada à Macrorregião Sudoeste, atendida pela central de Guanambi. As unidades de suporte avançado funcionam como UTIs móveis e são utilizadas em ocorrências de maior gravidade. Os veículos contam com equipamentos específicos e equipe especializada para estabilização de pacientes durante o atendimento pré-hospitalar e o deslocamento até hospitais de referência. Segundo a resolução, o pedido foi apresentado pela Secretaria Municipal de Saúde de Carinhanha em março deste ano. O município encaminhou um relatório técnico justificando a necessidade da ampliação do serviço na região. O documento cita como base legal normas do Ministério da Saúde que regulamentam o atendimento de urgência no Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo a Portaria nº 2.048/2002. Apesar da aprovação, a publicação não informa prazo para entrega da ambulância nem previsão para início das operações da nova unidade do Samu 192.
Ministério da Saúde inaugura Centro de Parto Normal em Ibotirama
Ministério da Saúde inaugura Centro de Parto Normal em Ibotirama
Estrutura entregue pelo Ministério da Saúde em Ibotirama recebeu investimento de R$ 3,2 milhões e atenderá gestantes de baixo risco da região oeste da Bahia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Gestantes de Ibotirama e cidades próximas agora contam com um novo Centro de Parto Normal (CPN), inaugurado na última sexta-feira (22), para oferecer atendimento humanizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O espaço, que recebeu investimento de R$ 3,2 milhões e integra os aportes do Novo PAC Saúde, tem como objetivo principal atender gestantes de baixo risco que optam pelo parto normal, promovendo maior conforto, segurança e autonomia, além de reduzir intervenções desnecessárias durante o trabalho de parto e pós-parto.
- A iniciativa, entregue pelo Ministério da Saúde, representa uma transformação no modelo de assistência obstétrica do SUS, focando em práticas baseadas em evidências científicas. A estrutura dispõe de quartos adaptados, equipamentos para alívio da dor e uma equipe especializada de enfermeiras obstetras e técnicas de enfermagem, com suporte médico quando necessário. Este centro em Ibotirama faz parte de uma estratégia nacional para ampliar o acesso ao parto humanizado e contribuir para a redução da mortalidade materna e neonatal no país, com 30 unidades previstas para serem entregues em diversas regiões.
Foto: Paola Acioly/MS
Gestantes de Ibotirama e de municípios vizinhos passaram a contar, desde sexta-feira (22), com um novo Centro de Parto Normal (CPN) voltado ao atendimento humanizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A unidade foi entregue pelo Ministério da Saúde e integra os investimentos do Novo PAC Saúde na ampliação da assistência materno-infantil no interior do país. O espaço recebeu investimento de R$ 3,2 milhões e foi planejado para atender gestantes de baixo risco que optarem pelo parto normal. A proposta do serviço é reduzir intervenções desnecessárias e oferecer mais conforto, segurança e autonomia às mulheres durante o trabalho de parto e no pós-parto. Durante a inauguração, representantes do Ministério da Saúde afirmaram que a implantação do centro marca uma mudança no modelo de assistência obstétrica oferecida pelo SUS, com foco em práticas humanizadas e baseadas em evidências científicas. A estrutura conta com quartos adaptados, banheira, bola suíça, banquetas de parto e equipamentos destinados ao alívio da dor e à evolução natural do parto. O atendimento será realizado principalmente por enfermeiras obstetras e técnicas de enfermagem, com suporte médico especializado sempre que necessário. Além do acompanhamento durante o parto, o centro também oferecerá assistência no puerpério e cuidados iniciais ao recém-nascido. Segundo o Ministério da Saúde, a criação dos Centros de Parto Normal faz parte de uma estratégia nacional para ampliar o acesso ao parto humanizado e reduzir índices de mortalidade materna e neonatal no país. A unidade de Ibotirama está entre os 30 centros previstos para entrega em diferentes regiões do Brasil por meio do Novo PAC Saúde. Municípios contemplados foram selecionados com base em critérios como vulnerabilidade social, demanda regional e déficit de assistência obstétrica especializada.
























