Igaporã receberá duas salas para atendimento pelo Telessaúde Bahia
Igaporã receberá duas salas para atendimento pelo Telessaúde Bahia
As salas serão instaladas nas Unidades Básicas de Saúde da localidade de Cerquinha e do bairro Alto da Varginha
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Administração Municipal de Igaporã concluiu o treinamento das equipes para as salas de telemedicina, que são parte do programa Telessaúde Bahia do Governo do Estado. O novo serviço oferece teleconsultoria, telediagnóstico e capacitações online, otimizando o fluxo e evitando deslocamentos desnecessários, com investimentos federais integrando centenas de Unidades Básicas de Saúde com internet de alta velocidade.
- O sistema permite que pacientes busquem atendimento em uma unidade básica de saúde e, se necessário, sejam encaminhados para uma teleconsulta com especialistas estaduais. A iniciativa visa ampliar o acesso da população aos serviços de saúde e reduzir o tempo de espera por atendimentos especializados.
Foto: Reprodução
A Administração Municipal de Igaporã já concluiu o treinamento das equipes que irão atuar nas salas de telemedicinas, a serem instaladas nas Unidades Básicas de Saúde da localidade de Cerquinha e do bairro Alto da Varginha. A Secretaria de Saúde prevê o início do atendimento para este mês de julho. O novo serviço será disponibilizado pelo programa Telessaúde Bahia, do Governo do Estado, focado no suporte aos profissionais da Atenção Básica (UBS e Estratégia Saúde da Família). Oferece teleconsultoria com especialistas, telediagnóstico (como eletrocardiograma) e capacitações online, otimizando o fluxo e evitando deslocamentos desnecessários. As salas de telemedicina contarão com investimentos federais, pela iniciativa de expansão do SUS, para integrar centenas de Unidades Básicas de Saúde (UBS) com internet de alta velocidade, facilitando a realização de teleconsultas e o acesso a especialistas. Para acessar o sistema público, o primeiro passo é buscar atendimento em uma unidade básica de saúde (UBS). A equipe local avaliará o paciente e, se necessário, fará o encaminhamento ou agendamento para a teleconsulta com especialistas estaduais. As salas de atendimento contarão com os Kits multimídia de telessaúde, compostos por equipamentos tecnológicos distribuídos pelo Ministério da Saúde às Unidades Básicas de Saúde (UBS), com o objetivo de fortalecer o SUS Digital em todo o país. A iniciativa contribui para ampliar o acesso da população aos serviços de saúde, reduzir o tempo de espera por atendimentos especializados e integrar a Atenção Primária à rede de atenção, utilizando a telessaúde como estratégia para qualificar o cuidado.
SUS amplia vacinação com Pneumo 20 para crianças e grupos especiais
SUS amplia vacinação com Pneumo 20 para crianças e grupos especiais
Imunizante protege contra 20 sorotipos da bactéria pneumocócica e passa a integrar, de forma gradual, o calendário de vacinação infantil do SUS.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A vacina Pneumo 20 já está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e demais postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS), ampliando a proteção contra doenças graves causadas pela bactéria pneumocócica, como pneumonia, meningite, otite e infecções generalizadas. O novo imunizante é indicado para crianças menores de cinco anos e grupos especiais prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, incluindo indígenas, idosos com 60 anos ou mais acamados ou institucionalizados e pacientes com condições clínicas específicas.
- Protegendo contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, a vacina substitui progressivamente a Pneumo 10 conforme o término dos estoques. Durante a transição do calendário vacinal, o esquema estabelece doses aos dois meses (Pneumo 20), aos quatro meses (Pneumo 10) e um reforço aos 12 meses (Pneumo 20), sendo possível consultar o histórico vacinal tanto presencialmente nas UBSs quanto pelo aplicativo Meu SUS Digital.
Foto: Ministério da Saúde
A vacina Pneumo 20 já está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e demais pontos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). O imunizante amplia a proteção contra doenças graves causadas pela bactéria pneumocócica, como pneumonia, meningite, infecções generalizadas e otite média, enfermidades que podem provocar internações, sequelas e até mortes. A nova vacina é indicada para crianças menores de cinco anos e também para grupos especiais definidos pelo Ministério da Saúde. Entre eles estão povos indígenas a partir de cinco anos sem histórico de vacinação com imunizante pneumocócico conjugado, idosos com 60 anos ou mais acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas específicas atendidas pelos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Segundo o Ministério da Saúde, a Pneumo 20 protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a cobertura em relação às vacinas utilizadas anteriormente. O imunizante inclui proteção contra sorotipos associados a casos graves de doença pneumocócica invasiva, como os tipos 3, 6A e 19A. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera as doenças pneumocócicas uma das principais causas de mortalidade infantil por enfermidades que podem ser prevenidas por vacinação. Além dos riscos à saúde, essas infecções estão entre as principais causas de internações hospitalares e atendimentos em unidades de terapia intensiva (UTIs). Durante o período de transição do calendário vacinal, o esquema prevê uma dose da Pneumo 20 aos dois meses de idade, uma dose da Pneumo 10 aos quatro meses e uma dose de reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. Após o término dos estoques da Pneumo 10, o esquema passará a utilizar exclusivamente a Pneumo 20. Os responsáveis podem procurar a UBS mais próxima para verificar a situação vacinal da criança. O histórico de imunização também pode ser consultado por meio da Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
SUS amplia vacinação contra HPV para pessoas de 15 a 19 anos
SUS amplia vacinação contra HPV para pessoas de 15 a 19 anos
Adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que não receberam a vacina poderão se imunizar até 31 de dezembro nas unidades do SUS.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde prorrogou até o dia 31 de dezembro a campanha de vacinação contra o HPV direcionada a adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que ainda não foram imunizados. A iniciativa visa ampliar a cobertura vacinal e prevenir infecções pelo vírus, que é o principal causador de diversos tipos de câncer, como os de colo do útero, pênis, garganta e ânus, além de verrugas genitais. As doses estão disponíveis gratuitamente em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
- Além do público de 9 a 14 anos e dos jovens contemplados pela prorrogação, a vacina é recomendada para grupos com condições clínicas especiais, como pessoas que vivem com HIV, pacientes transplantados e em tratamento oncológico. O Ministério da Saúde orienta que a população-alvo não deixe a imunização para os últimos dias do ano e verifique sua situação vacinal por meio do aplicativo Meu SUS Digital ou em um posto de saúde mais próximo.
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O Ministério da Saúde prorrogou até 31 de dezembro a estratégia de vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) para adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que ainda não receberam o imunizante ou não possuem registro da vacinação. A medida busca ampliar a cobertura vacinal e reduzir o risco de doenças relacionadas ao vírus. A vacina é considerada a principal forma de prevenção contra a infecção pelo HPV, responsável por diversos tipos de câncer, como os de colo do útero, pênis, ânus, boca e garganta, além de verrugas genitais. O uso de preservativos também é recomendado por reduzir o risco de transmissão, embora não ofereça proteção completa contra o vírus. As doses estão disponíveis gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e nos demais pontos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). Pelo Calendário Nacional de Vacinação, a imunização é indicada rotineiramente para meninas e meninos de 9 a 14 anos. Com a prorrogação da estratégia de resgate, adolescentes e jovens entre 15 e 19 anos que perderam o período recomendado terão uma nova oportunidade para receber a vacina até o fim deste ano. Além desse público, o imunizante também é ofertado para grupos com condições específicas, conforme as orientações do Ministério da Saúde. Entre eles estão pessoas que vivem com HIV, pacientes transplantados, pessoas em tratamento oncológico, usuários da Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP) e pacientes com papilomatose respiratória recorrente. A ampliação da campanha busca aumentar a proteção coletiva e diminuir a circulação do vírus, contribuindo para a prevenção de doenças que podem ser evitadas com a vacinação. Quem tiver dúvidas sobre a situação vacinal pode consultar o histórico de imunização pelo aplicativo Meu SUS Digital ou procurar a unidade de saúde mais próxima. A recomendação é que pessoas dentro do público-alvo não deixem para os últimos dias e aproveitem a prorrogação para atualizar a caderneta de vacinação e reforçar a proteção contra o HPV.
Vacina contra pólio terá nova dose de reforço em agosto
Vacina contra pólio terá nova dose de reforço em agosto
Mudança entra em vigor em 3 de agosto e prevê duas doses de reforço com vacina injetável para crianças menores de 5 anos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Sistema Único de Saúde (SUS) volta a oferecer segunda dose de reforço da vacina contra a poliomielite para crianças de 4 anos a partir de agosto. A medida é uma resposta à avaliação da Câmara Técnica Assessora em Imunizações e tem o objetivo de manter elevados os níveis de proteção contra a doença.
- A orientação do Ministério da Saúde é que pais e responsáveis levem crianças menores de 5 anos aos postos de saúde para verificar se o esquema vacinal está completo e, se necessário, atualizar a caderneta de vacinação.
Foto: Tânia Rêgo | Agência Brasil
A partir do dia 3 de agosto, o Sistema Único de Saúde (SUS) voltará a oferecer uma segunda dose de reforço da vacina contra a poliomielite para crianças de 4 anos. A medida foi anunciada pelo Ministério da Saúde e restabelece o esquema de cinco doses utilizado até 2024, agora exclusivamente com a vacina injetável. Com a mudança, as crianças deverão receber três doses da vacina aos 2, 4 e 6 meses de idade, além de dois reforços: um aos 15 meses e outro aos 4 anos. Todas as aplicações serão feitas com a vacina inativada, administrada por injeção. Até 2024, os reforços eram realizados com a tradicional vacina oral, conhecida como “gotinha”. No entanto, o Ministério da Saúde optou por substituir o imunizante oral devido ao risco, considerado extremamente raro, de o vírus enfraquecido sofrer mutações e provocar a doença. A decisão de retomar a segunda dose de reforço foi tomada após avaliação da Câmara Técnica Assessora em Imunizações e comunicada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabela Ballalai, a dose adicional é importante para manter elevados os níveis de proteção ao longo da infância. Embora o Brasil esteja sem registrar casos de poliomielite há 37 anos e tenha recebido, em 1994, o certificado de área livre da circulação do vírus, especialistas alertam que a doença ainda existe em alguns países e pode voltar a representar risco se as coberturas vacinais caírem. A orientação do Ministério da Saúde é que pais e responsáveis levem crianças menores de 5 anos aos postos de saúde para verificar se o esquema vacinal está completo e, se necessário, atualizar a caderneta de vacinação. A poliomielite pode causar paralisia permanente e, em casos graves, levar à morte. A vacinação continua sendo a principal forma de prevenção da doença.
Brasil planeja criar centro nacional para resposta a epidemias e emergências em saúde
Estrutura deve ser implementada até 2027 para fortalecer a prevenção, monitoramento e combate a crises sanitárias e climáticas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Brasil planeja estabelecer o Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública (Cbesp) até 2027, uma iniciativa crucial para fortalecer a prevenção e a resposta a epidemias, pandemias e outras crises sanitárias e climáticas. A proposta, que está em debate no governo federal com expectativa de avanço ainda este ano, foi idealizada pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS) e desenvolvida por especialistas. O Cbesp funcionará de forma integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao Ministério da Saúde e sob governança da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com o objetivo de institucionalizar a resposta a emergências como uma política permanente de Estado.
- Este novo centro terá uma atuação em rede com diversos órgãos públicos, universidades e centros de pesquisa, integrando áreas como saúde, meio ambiente, agricultura, ciência e tecnologia para ampliar a capacidade de monitoramento de riscos e coordenação de estratégias. Entre suas atribuições estarão a implementação da Política Nacional de Emergências de Sa
Foto: Reprodução | Canva imagens
O Brasil deve criar um Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública (Cbesp) para reforçar a prevenção e a resposta a epidemias, pandemias e outras crises sanitárias e climáticas. A proposta, que está em discussão no governo federal, prevê a implementação da estrutura até 2027, com expectativa de que o projeto de criação avance ainda este ano. Idealizado pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS), o centro foi desenvolvido por especialistas de diversas instituições e deverá funcionar de forma integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao Ministério da Saúde e com governança da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A iniciativa busca transformar a resposta a emergências em uma política permanente de Estado, reduzindo impactos de mudanças de governo. Segundo o diretor-presidente do ITpS, Gerson Penna, a proposta prevê atuação em rede com o Ministério da Saúde, secretarias estaduais e municipais, universidades, centros de pesquisa e outros órgãos públicos. O objetivo é integrar áreas como saúde, meio ambiente, agricultura, ciência e tecnologia para ampliar a capacidade de prevenção e resposta a ameaças sanitárias. Entre as atribuições do novo centro estarão o monitoramento de riscos, a coordenação de estratégias de prevenção e combate a epidemias, além da implementação da Política Nacional de Emergências de Saúde Pública. A estrutura também deverá atuar diante de desafios relacionados às mudanças climáticas, ao desmatamento e ao aumento do risco de surgimento de novas doenças. A proposta ganhou força após a pandemia de Covid-19. Para os idealizadores, a crise evidenciou falhas na coordenação das ações de enfrentamento e mostrou a necessidade de uma estrutura técnica permanente. O ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão afirmou que o centro permitirá respostas mais rápidas e articuladas, com uma equipe especializada dedicada exclusivamente ao gerenciamento de emergências sanitárias. De acordo com a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, o governo trabalha em um projeto de lei para criar uma política de Estado voltada às emergências em saúde pública. Enquanto o texto é discutido, o Ministério da Saúde e a Fiocruz avaliam o modelo de funcionamento da nova estrutura.
Caetité e Igaporã recebem recursos para novas UBSs
Caetité e Igaporã recebem recursos para novas UBSs
Investimentos fazem parte de pacote de R$ 48 milhões destinado ao fortalecimento do SUS na Bahia e contemplam 13 novas obras no estado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou um pacote de investimentos de R$ 48 milhões destinado a fortalecer a infraestrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia, com os municípios de Caetité e Igaporã entre os beneficiados. O anúncio, feito durante a 340ª Reunião Ordinária da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) em Salvador, prevê a aplicação de mais de R$ 31 milhões na construção de 13 novas unidades de saúde no estado, incluindo duas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) em Caetité e Igaporã para ampliar a atenção primária no sudoeste baiano.
- Este pacote, conhecido como "Pix da Saúde", abrange não apenas novas construções em diversas cidades baianas e um Centro Especializado em Reabilitação (CER) em Camaçari, mas também a aquisição de equipamentos para cirurgias e exames especializados, além do ressarcimento por obras já concluídas. A secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, destacou a importância da parceria entre os entes federativos para a ampliação dos investimentos e o fortalecimento da rede pública de saúde, abordando temas como leitos especializados, AVC, oncologia e urgência e emergência durante o encontro.
Foto: Jamile Amine - Saúde BA
Os municípios de Caetité e Igaporã estão entre os beneficiados por um pacote de investimentos de R$ 48 milhões anunciado pelo Ministério da Saúde para fortalecer a infraestrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia. O anúncio foi feito durante a 340ª Reunião Ordinária da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), realizada nesta quarta-feira (17), em Salvador. Do total de recursos destinados ao estado, mais de R$ 31 milhões serão aplicados na construção de 13 novas unidades de saúde. Entre elas estão duas novas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) que serão implantadas em Caetité e Igaporã, ampliando a capacidade de atendimento da atenção primária nos dois municípios do sudoeste baiano. Além de Caetité e Igaporã, também foram contemplados com novas UBSs os municípios de Catu, Itacaré, Nova Canaã, Ruy Barbosa, Santa Luzia, Sento Sé, Irecê, Santo Estevão, Sobradinho e Várzea da Roça. O pacote prevê ainda a construção de um Centro Especializado em Reabilitação (CER) em Camaçari. Os investimentos fazem parte do programa conhecido como Pix da Saúde e incluem recursos para novas obras, aquisição de equipamentos destinados à ampliação de cirurgias e exames especializados, além do ressarcimento de unidades concluídas por meio do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Saúde. Durante o evento, a secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, destacou a importância da parceria entre o Governo Federal, o Estado e os municípios para ampliar os investimentos e fortalecer a rede pública de saúde. Segundo a gestora, a presença do Ministério da Saúde na reunião demonstra o alinhamento entre os entes federativos para garantir recursos e acelerar obras consideradas estratégicas para a população. Além das novas construções, o encontro debateu temas como a ampliação de leitos especializados, atendimento ao AVC, oncologia, urgência e emergência e ações voltadas à prevenção e ao controle do câncer em toda a Bahia.
Ministério da Saúde libera R$ 48 milhões para obras e equipamentos na Bahia
Ministério da Saúde libera R$ 48 milhões para obras e equipamentos na Bahia
Recursos serão destinados à construção de unidades de saúde, compra de equipamentos e ressarcimento de obras concluídas em municípios baiano
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde anunciou a liberação de R$ 48 milhões para fortalecer a infraestrutura da rede pública de saúde na Bahia. Os recursos serão empregados na construção de novas unidades, aquisição de equipamentos essenciais e no ressarcimento de obras já concluídas no estado, visando aprimorar o atendimento à população.
- Do montante total, mais de R$ 31 milhões serão direcionados para 13 novos empreendimentos, incluindo a implantação de 12 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) em diversos municípios como Caetité e Irecê, e um Centro Especializado em Reabilitação (CER) em Camaçari. Além disso, parte da verba será destinada à compra de equipamentos para cirurgias e exames, e à regularização de repasses para obras finalizadas, como a UPA e uma UBS em Paulo Afonso, e Academias da Saúde em Barra do Choça e Marcionílio Souza.
Foto: Reprodução | Adilton Venegeroles
O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (17) a liberação de R$ 48 milhões para ações de infraestrutura na rede pública de saúde da Bahia. Os recursos serão destinados à construção de novas unidades, aquisição de equipamentos e ressarcimento de obras concluídas no estado. Do total, mais de R$ 31 milhões serão aplicados em 13 novos empreendimentos, incluindo 12 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) nos municípios de Caetité, Catu, Itacaré, Nova Canaã, Ruy Barbosa, Santa Luzia, Sento Sé, Igaporã, Irecê, Santo Estevão, Sobradinho e Várzea da Roça. Também está prevista a implantação de um Centro Especializado em Reabilitação (CER) em Camaçari. Parte dos recursos será utilizada para a compra de equipamentos voltados à realização de cirurgias e exames especializados, além do ressarcimento de obras concluídas por meio do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Saúde. Entre as unidades contempladas com a regularização de repasses estão uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e uma UBS em Paulo Afonso. Também serão beneficiados os municípios de Barra do Choça e Marcionílio Souza, com Academias da Saúde, além de UBSs em Gandu, Entre Rios, Mairi, Medeiros Neto, Santanópolis e Santo Antônio de Jesus.
Bahia reforça vigilância contra Ebola, mas não registra casos
Bahia reforça vigilância contra Ebola, mas não registra casos
Secretaria da Saúde intensifica capacitação de profissionais e organização da rede de atendimento após alertas internacionais sobre a doença.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo da Bahia reforçou as medidas de vigilância contra a Doença pelo Vírus Ebola (DVE) após alertas internacionais. Embora não haja registros da doença no estado ou no Brasil, a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) ampliou as ações de prevenção e monitoramento. O objetivo é garantir uma resposta rápida caso surja alguma suspeita da enfermidade.
Foto: Reprodução
A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) reforçou os protocolos de vigilância e preparação para possíveis casos da Doença pelo Vírus Ebola (DVE), apesar de não haver registros da doença no estado ou no Brasil. A medida tem caráter preventivo e busca garantir uma resposta rápida caso surja alguma suspeita da enfermidade. A iniciativa ocorre após alertas emitidos por organismos internacionais de saúde e pelo Ministério da Saúde sobre a circulação do vírus em países africanos. Segundo a Sesab, a ampliação das medidas faz parte das ações permanentes de monitoramento de eventos que possam representar riscos à saúde pública. Por meio da Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde (Suvisa) e do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs Bahia), o estado elaborou orientações destinadas às unidades públicas e privadas de saúde. O documento define procedimentos para identificação precoce de casos suspeitos, notificação imediata, investigação epidemiológica, isolamento seguro de pacientes e monitoramento de contatos. O Ebola é uma doença viral grave transmitida pelo contato direto com sangue, secreções ou outros fluidos corporais de pessoas infectadas e sintomáticas. Os sintomas iniciais incluem febre, dores musculares, dor de cabeça, calafrios e mal-estar, podendo evoluir para quadros mais severos. De acordo com a Sesab, o fortalecimento da vigilância não significa que exista risco iminente para a população baiana. Pelo contrário, a medida demonstra que os serviços de saúde estão preparados para agir de forma rápida e coordenada caso haja necessidade. Além da definição de fluxos de atendimento, a estratégia inclui capacitação de profissionais de saúde, reforço das medidas de biossegurança, orientação sobre o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) e integração com órgãos como o Ministério da Saúde, Anvisa e unidades de referência. A Sesab destaca que a prevenção e o planejamento antecipado são fundamentais para garantir segurança à população e evitar a propagação de doenças de impacto internacional.
Anvisa cria grupo para avaliar segurança de vacina contra dengue do Butantan
Anvisa cria grupo para avaliar segurança de vacina contra dengue do Butantan
Colegiado irá analisar eventos adversos e revisar perfil de risco e benefício do imunizante
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária instituiu um grupo de trabalho para avaliar a segurança da vacina contra a dengue Butantan-DV. O colegiado será composto por representantes da Anvisa e especialistas externos e terá a missão de analisar dados clínicos e informações complementares para consolidar dados necessários para a revisão do perfil de risco e benefício da vacina.
- O grupo de trabalho terá duração indeterminada e permanecerá em atividade enquanto houver necessidade de acompanhamento da segurança do imunizante. As conclusões do colegiado servirão de base para futuras decisões da Diretoria Colegiada da agência sobre a vacina.
Foto: Walterson Rosa/MS
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária instituiu nesta terça-feira (16) um grupo de trabalho para aprofundar a avaliação da segurança da vacina contra a dengue Butantan-DV. De acordo com a Portaria nº 715/2026, o colegiado terá a missão de coordenar e dar suporte técnico a um painel de especialistas responsável por analisar dados clínicos relacionados a eventos adversos registrados após a aplicação do imunizante. O grupo também ficará encarregado de avaliar informações complementares apresentadas pelo Instituto Butantan e consolidar dados necessários para a revisão do perfil de risco e benefício da vacina, dentro das ações de farmacovigilância conduzidas pela agência. A equipe será composta por representantes de áreas técnicas da Anvisa ligadas a produtos biológicos, farmacovigilância, monitoramento de produtos e inspeção sanitária. O Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, poderá participar das atividades como convidado. O painel consultivo contará com especialistas externos selecionados com base em qualificação técnica, experiência profissional e ausência de conflitos de interesse. A participação será voluntária e sem remuneração. Segundo a Anvisa, as conclusões do grupo de trabalho servirão de base para futuras decisões da Diretoria Colegiada da agência sobre a vacina. O colegiado terá duração indeterminada e permanecerá em atividade enquanto houver necessidade de acompanhamento da segurança do imunizante.
SUS vai oferecer novo tratamento para pacientes com leucemia mieloide aguda
SUS vai oferecer novo tratamento para pacientes com leucemia mieloide aguda
Combinação dos medicamentos venetoclax e azacitidina será disponibilizada para adultos recém-diagnosticados que não podem receber quimioterapia intensiva
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde anunciou a incorporação de uma nova opção terapêutica no Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes adultos com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada. O tratamento, que combina os medicamentos venetoclax e azacitidina, será destinado a pessoas que não são elegíveis à quimioterapia intensiva convencional. A oficialização se deu por meio da Portaria nº 30/2026, com a oferta na rede pública prevista para ocorrer em até 180 dias após a publicação.
- Esta decisão, fundamentada em recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), representa um avanço significativo para a saúde pública. A leucemia mieloide aguda é a forma mais frequente de leucemia aguda em adultos, com rápida evolução e a necessidade de diagnóstico e tratamento precoces. A disponibilização dessa alternativa terapêutica pelo SUS é crucial para aumentar as chances de sucesso do tratamento e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou a incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS) de uma nova opção terapêutica para pacientes adultos com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada. O tratamento combina os medicamentos venetoclax e azacitidina e será destinado a pessoas que, devido às suas condições clínicas, não são elegíveis ao tratamento convencional com quimioterapia intensiva. A inclusão da terapia foi oficializada por meio da Portaria nº 30/2026, publicada nesta segunda-feira (15). De acordo com a legislação que regulamenta a incorporação de novas tecnologias no SUS, a oferta do tratamento deverá ocorrer em até 180 dias na rede pública de saúde. A decisão segue recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e está em conformidade com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde. O relatório técnico que fundamentou a incorporação da nova terapia será disponibilizado para consulta pública no portal da Conitec. Entenda a leucemia mieloide aguda - Segundo o Ministério da Saúde, a leucemia é um tipo de câncer que se desenvolve na medula óssea, tecido responsável pela produção das células sanguíneas, como glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. Alterações genéticas podem provocar a transformação dessas células em estruturas cancerígenas. A leucemia mieloide aguda é a forma mais frequente de leucemia aguda entre adultos e acomete principalmente pessoas idosas. Por apresentar evolução rápida, a doença exige diagnóstico precoce e encaminhamento especializado para aumentar as chances de sucesso do tratamento. Sem tratamento adequado, a forma aguda da doença pode evoluir de maneira grave. Por isso, o acesso a novas alternativas terapêuticas representa um avanço no cuidado oferecido aos pacientes atendidos pelo SUS.
Nova vacina contra pneumonia e meningite começa a ser aplicada neste mês, anuncia Padilha
Imunizante protege contra 20 sorotipos da bactéria responsável por pneumonia e meningite
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo SUS para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. A vacina protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. A nova vacina substituirá a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença.nnA doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. A inclusão da Pneumo 20 é parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações e deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes no país.
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. O imunizante protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. Na rede privada, cada dose custa mais de R$ 500. Nova proteção ampliada - A Pneumo 20 substituirá gradualmente a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença. Segundo o Ministério da Saúde, a nova formulação oferece proteção mais abrangente contra infecções invasivas, incluindo variantes associadas a pneumonia e meningite em crianças. Doença causa mortes e sequelas - A doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. Dados do governo apontam que, entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. Apenas entre crianças menores de 5 anos foram contabilizados 616 casos e 188 óbitos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a doença uma das principais causas de mortalidade infantil por enfermidades preveníveis por vacinação. Distribuição e público-alvo - As primeiras 514 mil doses já começaram a ser distribuídas para estados e municípios. A previsão é de que mais de 6,1 milhões de doses sejam disponibilizadas ainda em 2026. Além de crianças menores de 5 anos, a vacina será destinada a povos indígenas sem histórico vacinal, idosos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Cobertura vacinal em recuperação - O Ministério da Saúde afirma que a inclusão da Pneumo 20 faz parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações. A pasta destaca que a cobertura vacinal infantil voltou a crescer nos últimos anos, após um período de queda, e que a nova vacina deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes em todo o país.
SUS passa a oferecer vacina Pneumo 20 para crianças
SUS passa a oferecer vacina Pneumo 20 para crianças
Novo imunizante protege contra 20 tipos da bactéria responsável por doenças graves como pneumonia, meningite e sepse; vacinação começa ainda em junho.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde anunciou a inclusão da vacina Pneumo 20 no Calendário Nacional de Vacinação Infantil do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir da segunda quinzena de junho. A nova vacina, que protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, será oferecida gratuitamente a crianças de até cinco anos em todo o país, representando uma evolução em relação à versão anterior que cobria dez sorotipos. O anúncio foi feito pelo ministro Alexandre Padilha, destacando o início da distribuição das primeiras doses e a previsão de vacinação a partir de meados de junho.
- A incorporação da Pneumo 20 é estratégica para combater o aumento de doenças pneumocócicas graves, como pneumonia e meningite, que causaram milhares de casos e óbitos recentes no Brasil. Além das crianças, grupos prioritários como indígenas, idosos acamados e pessoas com condições clínicas especiais também terão acesso ao imunizante. A gratuidade da vacina no SUS elimina o custo de mais de R$ 500 por dose na rede privada, beneficiando milhões de famílias, com a previsão de mais de 6 milhões de doses disponibilizadas ainda em 2026 para reforçar a cobertura vacinal.
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou uma das mais importantes novidades do calendário vacinal infantil dos últimos anos. A partir da segunda quinzena de junho, o Sistema Único de Saúde (SUS) passará a oferecer gratuitamente a vacina Pneumo 20 para crianças de até cinco anos de idade em todo o país. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (3) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo a pasta, a distribuição das primeiras doses já começou e a expectativa é que a vacinação tenha início por volta do dia 15 de junho, conforme os imunizantes forem chegando aos estados e municípios. A Pneumo 20 é considerada uma evolução da vacina atualmente utilizada na rede pública. Enquanto a versão anterior protegia contra dez sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, a nova formulação amplia a cobertura para 20 variantes do microrganismo, responsável por doenças graves como pneumonia, meningite bacteriana, sepse, sinusite e infecções no ouvido. A ampliação da proteção é vista como estratégica diante do aumento recente dos casos de doenças pneumocócicas no Brasil. Dados do Ministério da Saúde apontam que, entre 2023 e 2025, foram registrados cerca de 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e mais de 1,4 mil mortes em todo o país. Entre crianças menores de cinco anos, foram contabilizados 616 casos e 188 óbitos no período. Além das crianças, a vacina também será destinada a grupos prioritários específicos, incluindo povos indígenas, idosos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Outro destaque é o impacto financeiro para as famílias. Na rede privada, a Pneumo 20 pode custar mais de R$ 500 por dose. Com a incorporação ao SUS, milhões de crianças terão acesso gratuito ao imunizante. A previsão do governo federal é disponibilizar mais de 6 milhões de doses da vacina ainda em 2026, reforçando a estratégia nacional de ampliação da cobertura vacinal e prevenção de doenças que continuam representando risco para a população infantil.
Samu Regional de Guanambi deve ampliar frota em Carinhanha
Samu Regional de Guanambi deve ampliar frota em Carinhanha
Unidade de suporte avançado foi aprovada pela CIB e deve reforçar atendimentos de urgência na região sudoeste da Bahia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Comissão Intergestores Bipartite da Bahia (CIB) aprovou a ampliação da frota do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) Regional de Guanambi, com a implantação de uma Unidade de Suporte Avançado de Vida (USA) no município de Carinhanha, no sudoeste baiano. A decisão, publicada no Diário Oficial do Estado por meio da Resolução CIB nº 145/2026, ocorreu durante reunião ordinária da comissão no último dia 21 de maio. Com a aprovação, a Secretaria da Saúde da Bahia deverá encaminhar o pedido oficial de ampliação ao Ministério da Saúde, e a nova ambulância, que funciona como UTI móvel, ficará vinculada à Macrorregião Sudoeste.
- A solicitação partiu da Secretaria Municipal de Saúde de Carinhanha em março, justificando a necessidade do serviço com base em normas do Ministério da Saúde que regulamentam o atendimento de urgência no SUS, como a Portaria nº 2.048/2002. As unidades de suporte avançado contam com equipamentos específicos e equipe especializada para estabilização de pacientes em ocorrências de maior gravidade. Contudo, a resolução não especifica prazos para a entrega da ambulância nem para o início das operações da nova unidade do SAMU 192 na região.
Foto: Reprodução
A Comissão Intergestores Bipartite da Bahia (CIB) aprovou a ampliação da frota do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência Regional de Guanambi com a implantação de uma Unidade de Suporte Avançado de Vida (USA) no município de Carinhanha, no sudoeste baiano. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (26), por meio da Resolução CIB nº 145/2026. O documento detalha que a aprovação ocorreu durante a 339ª Reunião Ordinária da comissão, realizada no último dia 21 de maio. Com a decisão, a Secretaria da Saúde da Bahia deverá encaminhar ao Ministério da Saúde o pedido oficial para ampliação da frota do Samu Regional. A nova ambulância ficará vinculada à Macrorregião Sudoeste, atendida pela central de Guanambi. As unidades de suporte avançado funcionam como UTIs móveis e são utilizadas em ocorrências de maior gravidade. Os veículos contam com equipamentos específicos e equipe especializada para estabilização de pacientes durante o atendimento pré-hospitalar e o deslocamento até hospitais de referência. Segundo a resolução, o pedido foi apresentado pela Secretaria Municipal de Saúde de Carinhanha em março deste ano. O município encaminhou um relatório técnico justificando a necessidade da ampliação do serviço na região. O documento cita como base legal normas do Ministério da Saúde que regulamentam o atendimento de urgência no Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo a Portaria nº 2.048/2002. Apesar da aprovação, a publicação não informa prazo para entrega da ambulância nem previsão para início das operações da nova unidade do Samu 192.
Ministério da Saúde inaugura Centro de Parto Normal em Ibotirama
Ministério da Saúde inaugura Centro de Parto Normal em Ibotirama
Estrutura entregue pelo Ministério da Saúde em Ibotirama recebeu investimento de R$ 3,2 milhões e atenderá gestantes de baixo risco da região oeste da Bahia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Gestantes de Ibotirama e cidades próximas agora contam com um novo Centro de Parto Normal (CPN), inaugurado na última sexta-feira (22), para oferecer atendimento humanizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O espaço, que recebeu investimento de R$ 3,2 milhões e integra os aportes do Novo PAC Saúde, tem como objetivo principal atender gestantes de baixo risco que optam pelo parto normal, promovendo maior conforto, segurança e autonomia, além de reduzir intervenções desnecessárias durante o trabalho de parto e pós-parto.
- A iniciativa, entregue pelo Ministério da Saúde, representa uma transformação no modelo de assistência obstétrica do SUS, focando em práticas baseadas em evidências científicas. A estrutura dispõe de quartos adaptados, equipamentos para alívio da dor e uma equipe especializada de enfermeiras obstetras e técnicas de enfermagem, com suporte médico quando necessário. Este centro em Ibotirama faz parte de uma estratégia nacional para ampliar o acesso ao parto humanizado e contribuir para a redução da mortalidade materna e neonatal no país, com 30 unidades previstas para serem entregues em diversas regiões.
Foto: Paola Acioly/MS
Gestantes de Ibotirama e de municípios vizinhos passaram a contar, desde sexta-feira (22), com um novo Centro de Parto Normal (CPN) voltado ao atendimento humanizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A unidade foi entregue pelo Ministério da Saúde e integra os investimentos do Novo PAC Saúde na ampliação da assistência materno-infantil no interior do país. O espaço recebeu investimento de R$ 3,2 milhões e foi planejado para atender gestantes de baixo risco que optarem pelo parto normal. A proposta do serviço é reduzir intervenções desnecessárias e oferecer mais conforto, segurança e autonomia às mulheres durante o trabalho de parto e no pós-parto. Durante a inauguração, representantes do Ministério da Saúde afirmaram que a implantação do centro marca uma mudança no modelo de assistência obstétrica oferecida pelo SUS, com foco em práticas humanizadas e baseadas em evidências científicas. A estrutura conta com quartos adaptados, banheira, bola suíça, banquetas de parto e equipamentos destinados ao alívio da dor e à evolução natural do parto. O atendimento será realizado principalmente por enfermeiras obstetras e técnicas de enfermagem, com suporte médico especializado sempre que necessário. Além do acompanhamento durante o parto, o centro também oferecerá assistência no puerpério e cuidados iniciais ao recém-nascido. Segundo o Ministério da Saúde, a criação dos Centros de Parto Normal faz parte de uma estratégia nacional para ampliar o acesso ao parto humanizado e reduzir índices de mortalidade materna e neonatal no país. A unidade de Ibotirama está entre os 30 centros previstos para entrega em diferentes regiões do Brasil por meio do Novo PAC Saúde. Municípios contemplados foram selecionados com base em critérios como vulnerabilidade social, demanda regional e déficit de assistência obstétrica especializada.
SUS passa a oferecer novo teste para câncer colorretal
SUS passa a oferecer novo teste para câncer colorretal
Teste imunoquímico fecal será usado em homens e mulheres entre 50 e 75 anos para detectar sinais precoces da doença
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou a incorporação de um novo protocolo nacional para rastreamento do câncer colorretal no Sistema Único de Saúde (SUS). A mudança estabelece o Teste Imunoquímico Fecal (FIT) como exame de referência para homens e mulheres assintomáticos entre 50 e 75 anos. Com sensibilidade de 85% a 92%, a medida visa ampliar o acesso de mais de 40 milhões de brasileiros à prevenção e ao diagnóstico precoce de uma doença que é o segundo tipo mais frequente no país, com estimativa de 53,8 mil novos casos anuais no triênio 2026-2028.
- O exame FIT detecta pequenas quantidades de sangue oculto nas fezes, indicando potenciais pólipos ou lesões pré-cancerígenas, com o paciente recebendo um kit para coleta em casa. Resultados positivos levam ao encaminhamento para exames complementares, como a colonoscopia. O Ministério da Saúde destaca que o novo teste apresenta vantagens significativas em relação aos métodos anteriores, como a necessidade de apenas uma amostra e a ausência de dieta restritiva ou preparo intestinal, fatores que prometem maior adesão da população.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou nesta quinta-feira (21) a incorporação de um novo protocolo nacional para rastreamento do câncer colorretal no Sistema Único de Saúde. Com a mudança, o Teste Imunoquímico Fecal (FIT) passa a ser o exame de referência para homens e mulheres assintomáticos entre 50 e 75 anos. Segundo o ministério, o exame apresenta sensibilidade entre 85% e 92% para identificar possíveis alterações relacionadas ao câncer intestinal. A pasta estima que a estratégia pode ampliar o acesso de mais de 40 milhões de brasileiros à prevenção e ao diagnóstico precoce da doença. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, o câncer colorretal é o segundo tipo mais frequente no país, desconsiderando tumores de pele não melanoma. A estimativa é de 53,8 mil novos casos por ano no triênio 2026-2028. O exame FIT detecta pequenas quantidades de sangue oculto nas fezes, que podem indicar pólipos, lesões pré-cancerígenas ou câncer no intestino. O paciente recebe um kit para coleta em casa e envia o material para análise laboratorial. Caso haja resultado positivo, o encaminhamento será feito para exames complementares, como a colonoscopia. Segundo o Ministério da Saúde, o novo teste apresenta vantagens em relação aos métodos antigos por exigir apenas uma amostra, não necessitar de dieta restritiva nem preparo intestinal e ter maior adesão da população. A diretriz foi elaborada por especialistas e recebeu parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS em março deste ano.
Brasil terá Dia Nacional das Vítimas da Covid-19
Brasil terá Dia Nacional das Vítimas da Covid-19
Data será celebrada em 12 de março, em homenagem à primeira vítima registrada no país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A cerimônia, realizada no Palácio do Planalto, estabelece 12 de março como a data da homenagem, em referência à primeira vítima oficial da doença no país, a técnica de enfermagem Rosana Aparecida Urbano. O objetivo principal da medida é preservar a memória das mais de 716 mil pessoas que morreram em decorrência da covid-19 no Brasil e incentivar a reflexão sobre os impactos da crise sanitária.
- Durante o evento, Lula criticou a condução da pandemia pelo governo anterior, mencionando a disseminação de desinformação e declarações contrárias às vacinas. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, enfatizou que a nova data servirá como momento permanente de reflexão sobre os impactos da pandemia e a preparação para futuras emergências, além de buscar fortalecer políticas públicas de prevenção e assistência. Padilha também destacou o recente crescimento dos índices de vacinação infantil, que voltaram a superar 90% em diversas campanhas.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A cerimônia foi realizada no Palácio do Planalto e reuniu autoridades, profissionais da saúde e familiares de vítimas da pandemia. A data escolhida para a homenagem será 12 de março, em referência à morte da técnica de enfermagem Rosana Aparecida Urbano, considerada a primeira vítima da doença registrada oficialmente no país. O projeto havia sido aprovado pelo Congresso Nacional no mês passado. Segundo o governo federal, o objetivo é preservar a memória das mais de 716 mil pessoas que morreram em decorrência da covid-19 no Brasil. Durante o evento, Lula voltou a criticar a condução da pandemia pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. O presidente afirmou que houve disseminação de desinformação durante o período mais crítico da crise sanitária e citou declarações contrárias às vacinas e ao isolamento social. “Temos que dizer em alto e bom som a quantidade de médicos que receitavam cloroquina”, afirmou Lula durante o discurso. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a nova data servirá como momento permanente de reflexão sobre os impactos da pandemia e a preparação do país para futuras emergências sanitárias. Segundo Padilha, o governo também busca ampliar o debate sobre assistência às famílias afetadas pela covid-19 e fortalecer políticas públicas de prevenção. No mês passado, o Ministério da Saúde inaugurou o Memorial da Pandemia no Centro Cultural do Ministério da Saúde. O espaço homenageia as vítimas da doença e foi reaberto após obras de recuperação. Durante a cerimônia, Padilha também afirmou que os índices de vacinação infantil voltaram a crescer nos últimos anos. De acordo com o ministro, a cobertura vacinal no país ultrapassou 90% em diversas campanhas após queda registrada durante o governo anterior.
Infecção grave e alta mortalidade: o que a bactéria encontrada em produtos Ypê pode causar
Anvisa proibiu fabricação e determinou recolhimento de 24 itens após identificar contaminação
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Anvisa suspendeu a fabricação e determinou o recolhimento de 24 produtos da marca Ypê devido à presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa. A decisão foi tomada após uma avaliação técnica que identificou risco sanitário associado à presença da bactéria. A Ypê contestou a decisão e afirmou que os produtos são seguros, mas a Anvisa orienta que o uso dos produtos recolhidos seja interrompido.
Foto: Divulgação
A decisão da Anvisa de suspender a fabricação e determinar o recolhimento de 24 produtos da marca Ypê reacendeu o alerta sobre os riscos da Pseudomonas aeruginosa, bactéria associada a infecções graves e alta taxa de mortalidade, especialmente entre pessoas com o sistema imunológico comprometido. A Pseudomonas é considerada uma ameaça crescente à saúde pública por causa da resistência a antibióticos. O microrganismo pode provocar infecções no sangue, nos pulmões e no trato urinário, além de se espalhar com facilidade em ambientes úmidos, como hospitais. Em 2025, o Ministério da Saúde já havia emitido um alerta sobre o aumento da resistência da bactéria a medicamentos no país. A Anvisa determinou o recolhimento de detergentes, sabões líquidos para roupas e desinfetantes da Ypê com numeração final 1, fabricados pela Química Amparo, em Amparo (SP). A medida também suspende a fabricação, a comercialização, a distribuição e o uso dos produtos. A decisão foi tomada após uma avaliação técnica realizada em conjunto com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo e a Vigilância Sanitária de Amparo. A inspeção identificou risco sanitário associado à presença da bactéria. Em nota enviada ao G1, a Ypê contestou a decisão e afirmou que os produtos são seguros. A empresa disse possuir laudos independentes que atestam a qualidade dos itens e declarou confiar na reversão da medida após apresentar informações adicionais à Anvisa. A companhia reforçou que mantém diálogo com as autoridades sanitárias e que está à disposição para prestar esclarecimentos aos consumidores. A Anvisa orienta que o uso dos produtos recolhidos seja interrompido.
Anvisa quer endurecer regras para manipulação de medicamentos de GLP-1
Anvisa quer endurecer regras para manipulação de medicamentos de GLP-1
Medida prevê regras técnicas para produção e controle de qualidade; agência também intensifica combate ao mercado ilegal
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Foto: Reprodução
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve analisar, no próximo dia 29, uma proposta de instrução normativa que estabelece regras para a manipulação de medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP-1, conhecidos como canetas emagrecedoras. A medida integra um plano de ação anunciado pela agência neste mês, que reúne iniciativas regulatórias e de fiscalização voltadas ao controle desse tipo de produto.A proposta prevê a definição de critérios técnicos para importação, qualificação de fornecedores e realização de testes de controle de qualidade, além de regras para armazenamento e transporte de insumos farmacêuticos ativos. Medicamentos como os que utilizam semaglutida, tirzepatida e liraglutida ganharam popularidade recente, o que, segundo a agência, ampliou o mercado ilegal. Atualmente, a venda desses produtos exige receita médica retida. Anvisa afirma que tem intensificado ações para coibir a comercialização irregular, incluindo versões manipuladas sem autorização. FISCALIZAÇÃO E MEDIDAs: Nesta semana, a agência instituiu dois grupos de trabalho para apoiar o controle sanitário e ampliar a segurança no uso desses medicamentos. Um dos grupos reúne representantes do Conselho Federal de Farmácia, Conselho Federal de Medicina e Conselho Federal de Odontologia.O outro será responsável por acompanhar a execução das ações e propor ajustes regulatórios. Também foi firmada uma carta de intenção entre a Anvisa e os conselhos profissionais para promover o uso racional e seguro dos medicamentos.PRODUTOS IRREGULARES: Na quarta-feira (15), a Anvisa determinou a apreensão dos produtos Gluconex e Tirzedral, comercializados como canetas emagrecedoras sem registro no país.Segundo o órgão, os itens não possuem autorização e não há garantia de qualidade ou composição, o que representa risco à saúde. CONTRABANDO: Na segunda-feira (13), uma ação da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro interceptou, em Duque de Caxias, um ônibus vindo do Paraguai com medicamentos ilegais. Dois suspeitos foram presos em flagrante com anabolizantes e cerca de mil frascos de canetas emagrecedoras contendo tirzepatida.
Ministério da Saúde envia 2,2 milhões de doses contra covid-19 aos estados
Ministério da Saúde envia 2,2 milhões de doses contra covid-19 aos estados
Com nova remessa, total distribuído em 2026 chega a 6,3 milhões de doses; imunização prioriza grupos vulneráveis
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O Ministério da Saúde informou na quinta-feira (16) o envio de 2,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal. Segundo a pasta, a medida garante estoque suficiente para atender às demandas regionais. Com a nova remessa, o total distribuído nos primeiros meses de 2026 chega a 6,3 milhões de doses.Em nota, o ministério afirmou que os estoques estão assegurados em todo o país. As vacinas disponibilizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizadas para as cepas em circulação e têm aplicação prioritária em grupos mais vulneráveis.A pasta é responsável pela compra e envio dos imunizantes. Já a distribuição local, armazenamento e aplicação ficam sob responsabilidade de estados e municípios. Entre janeiro e março, foram enviadas 4,1 milhões de doses, das quais cerca de 2 milhões já foram aplicadas.De acordo com o ministério, a nova remessa dá continuidade ao envio regular e reforça a estratégia de ampliação da cobertura vacinal no país. A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal.SERVIÇO | QUEM DEVE SE VACINAR: Idosos (60+): duas doses, com intervalo de seis meses; Gestantes: uma dose por gestação; Crianças (6 meses a menores de 5 anos): duas ou três doses; Imunocomprometidos: esquema com três doses + reforços semestrais; População geral (5 a 59 anos): uma dose para não vacinados. Também fazem parte do público prioritário profissionais de saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência, povos indígenas, quilombolas, população privada de liberdade e pessoas em situação de rua.
Brasil tem 88 casos confirmados de Mpox
Brasil tem 88 casos confirmados de Mpox
São Paulo concentra 62 diagnósticos; quadros são leves a moderados e não há mortes, segundo o Ministério da Saúde.
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Foto: Reprodução
O Brasil registrou 88 casos confirmados de Mpox, segundo o Ministério da Saúde. A maior parte das infecções está em São Paulo, que soma 62 ocorrências desde janeiro. Também há registros no Rio de Janeiro (15), em Rondônia (4), Minas Gerais (3), Rio Grande do Sul (2), Paraná (1) e no Distrito Federal (1).De acordo com a pasta, os quadros clínicos são predominantemente leves a moderados e não há registro de óbitos. Em 2025, o país contabilizou 1.079 casos e duas mortes pela doença. O que é Mpox: A Mpox é causada pelo vírus Monkeypox. A transmissão ocorre principalmente por contato próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. O sintoma mais comum é a erupção cutânea, semelhante a bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas. O quadro também pode incluir febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, cansaço e inchaço dos gânglios linfáticos.As lesões podem atingir o rosto, palmas das mãos, solas dos pés, virilha, regiões genitais e área anal. Como ocorre a transmissão: O vírus se espalha por contato próximo com pessoa infectada, inclusive por meio de gotículas respiratórias em interações face a face, contato pele a pele — como em relações sexuais —, beijo ou contato entre boca e pele. Também é possível a transmissão pelo compartilhamento de objetos contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectadas.
Brasil envia 100 toneladas de insumos à Venezuela
Brasil envia 100 toneladas de insumos à Venezuela
Envio de 100 toneladas de medicamentos e insumos à Venezuela é anunciado em resposta à destruição de centro de distribuição de saúde.
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Foto: Rafael Nascimento - MS
O governo brasileiro, por meio do Ministério da Saúde, anunciou nesta quinta-feira (8) a doação de 100 toneladas de medicamentos e insumos de saúde à Venezuela, em um ato de apoio humanitário à população do país vizinho após a destruição do maior centro de distribuição de medicamentos.A medida ocorre em meio a uma crise na Venezuela que inclui um ataque militar recente que atingiu infraestrutura de saúde e compromet eu a assistência a pacientes dependentes de tratamentos contínuos, especialmente aqueles que realizam hemodiálise.Segundo o Ministério, a primeira remessa será enviada na manhã de sexta-feira (9) e consiste em 40 toneladas de medicamentos de uso contínuo e insumos médico-hospitalares, incluindo filtros, soluções arterial e venosa, cateteres e materiais essenciais para tratamentos renais, visando atender cerca de 16 mil pacientes que precisam de hemodiálise e ficaram sem atendimento adequado após a destruição do centro logístico venezuelano.O ministro Alexandre Padilha afirmou que a doação não compromete o atendimento de pacientes brasileiros, mantendo estoques suficientes para os cerca de 170 mil usuários de diálise atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).Os insumos foram reunidos com o apoio de hospitais universitários e filantrópicos de diversas regiões do país e estão armazenados no Centro de Distribuição de Insumos e Medicamentos do Ministério da Saúde, em Guarulhos (SP), de onde serão despachados conforme cronograma logístico.Em correspondência à ministra da Saúde da Venezuela, Magaly Gutiérrez, o ministro brasileiro reforçou o compromisso com a assistência sanitária dos venezuelanos, especialmente daqueles mais vulneráveis, em um momento de necessidade crítica.O envio das 100 toneladas integra uma resposta humanitária que será realizada em etapas, com remessas programadas ao longo dos próximos dias, em coordenação com autoridades de saúde venezuelanas e organismos internacionais.
Saúde forma 109 mil agentes comunitários e de endemias
Saúde forma 109 mil agentes comunitários e de endemias
Profissionais atuam em 5,2 mil municípios e reforçam a atenção primária e o combate a endemias.
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O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (29) a conclusão da formação de 109 mil Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) vinculados à segunda turma do programa Mais Saúde com Agente. Os profissionais já atuam em 5,2 mil municípios, abrangendo todas as 27 unidades da Federação.Em nota, a pasta afirmou que a iniciativa fortalece a atuação dos agentes na Atenção Primária à Saúde e na Vigilância em Saúde, ampliando o cuidado humanizado e a proximidade com as comunidades. Segundo o ministério, o Mais Saúde com Agente é o maior programa de formação técnica na área da saúde em execução no país.Do total de profissionais qualificados, 81 mil são Agentes Comunitários de Saúde, responsáveis pelo acompanhamento das famílias nos territórios, e 28 mil são Agentes de Combate às Endemias, que atuam na prevenção e no controle de doenças como dengue, zika e chikungunya, com visitas a residências e terrenos para identificação e eliminação de focos do mosquito Aedes aegypti.O ministério informou ainda que mais de 12 mil profissionais participaram do processo formativo, entre tutores, preceptores e assistentes locais e regionais. O curso teve formato semipresencial, carga horária superior a 1,2 mil horas e duração de dez meses.Nesta segunda edição do programa, foram incluídas novas disciplinas voltadas à equidade e ao enfrentamento das desigualdades, com foco no aprimoramento do acolhimento à população.O Mais Saúde com Agente é uma iniciativa do Ministério da Saúde, executada pela Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, em parceria com o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio e as Escolas de Saúde do SUS.
Mais de 200 casos de suspeita de envenenamento por metanol estão sob análise
Mais de 200 casos de suspeita de envenenamento por metanol estão sob análise
Casos foram registrados em 13 estados, com maior concentração em São Paulo. Duas mortes já foram confirmadas, e outras 12 estão sob apuração.
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O Ministério da Saúde informou que recebeu, até esta segunda-feira (6), 217 notificações de intoxicação por metanol em todo o Brasil, após consumo de bebidas alcoólicas possivelmente adulteradas. Do total, 17 casos foram confirmados e 200 seguem em apuração. O estado de São Paulo concentra a maioria dos registros: são 15 casos confirmados e 164 ainda sob investigação, representando mais de 82% do total Além de São Paulo, o Paraná confirmou dois casos, com outros quatro sob análise. Também há ocorrências sendo investigadas em 12 estados, incluindo Acre, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia e Rio Grande do Sul. Mortes também estão sob apuração: Até o momento, duas mortes foram confirmadas em São Paulo devido à intoxicação. Outras 12 mortes suspeitas estão sendo investigadas, sendo uma no Mato Grosso do Sul, três em Pernambuco, seis em São Paulo, uma na Paraíba e uma no Ceará. Alerta para o consumo de álcool adulterado: O Ministério da Saúde reforça o alerta para os perigos do consumo de bebidas alcoólicas não registradas, principalmente aquelas vendidas de forma clandestina ou sem rotulagem clara. O metanol é um tipo de álcool altamente tóxico e seu uso em bebidas é proibido. A ingestão pode causar cegueira, falência renal e até morte, mesmo em pequenas quantidades. A recomendação é que a população evite produtos de origem duvidosa e denuncie suspeitas aos órgãos de saúde e vigilância sanitária.
Campanha de vacinação contra a gripe é antecipada e começará em março
Campanha de vacinação contra a gripe é antecipada e começará em março
O Ministério decidiu antecipar a campanha de vacinação em razão do aumento da circulação de vírus respiratórios no país
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Foto: Ministério da Saúde
- O Ministério da Saúde decidiu antecipar a campanha de vacinação contra a gripe.Tradicionalmente, a ação costuma acontecer entre os meses de abril e maio, neste ano, terá início no dia 25 de março, em razão do aumento da circulação de vírus respiratórios no país. De acordo com a pasta, a entrega antecipada das vacinas já foi negociada e a distribuição vai acontecer a partir do dia 20 para as regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. A população da região Norte já foi imunizada entre novembro e dezembro, atendendo às particularidades climáticas da região. A vacina utilizada é trivalente, ou seja, apresenta três tipos de cepas de vírus em combinação, protegendo contra os principais vírus em circulação no Brasil. A estimativa é que 75 milhões de pessoas sejam imunizadas. A pasta informa que a vacina influenza pode ser administrada na mesma ocasião de outros imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação. Podem se vacinar: crianças de 6 meses a menores de 6 anos; crianças indígenas de 6 meses a menores de 9 anos; trabalhadores da Saúde; gestantes; puérperas; professores dos ensinos básico e superior; povos indígenas; idosos com 60 anos ou mais; pessoas em situação de rua; profissionais das forças de segurança e de salvamento; profissionais das Forças Armadas; pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade); pessoas com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso); trabalhadores portuários; funcionários do sistema de privação de liberdade; população privada de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (entre 12 e 21 anos). crianças que vão receber o imunizante pela primeira vez deverão tomar duas doses, com um intervalo de 30 dias.
Governo vai enviar vacinas contra dengue para mais 29 municípios
Governo vai enviar vacinas contra dengue para mais 29 municípios
Novo lote completa lista de 521 cidades que receberão o imunizante
Por: André Richter
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Foto: Ministério da Saúde
- O Ministério da Saúde informou que vai enviar doses de vacinas contra dengue para mais 29 municípios nos próximos dias. O novo lote vai completar a lista de 521 municípios selecionados para receber as doses até a primeira quinzena de março. Até o momento, 492 cidades já receberam os imunizantes. A vacinação contra a dengue começou neste mês e é destinada à aplicação em crianças de 10 e 11 anos. Até o fim deste ano, a vacinação com a Qdenga, nome comercial do imunizante, será ampliada para adolescentes de 12,13 e 14 anos que moram nos 521 municípios. Os municípios foram escolhidos para receber os primeiros lotes das vacinas por estarem localizados em áreas de com alta incidência da dengue tipo 2 (Sorotipo 2), que provoca infecção mais grave da doença. A restrição de regiões que vão receber a vacinação foi feita diante das dificuldades apresentadas para produção e oferta da vacina, elaborada pelo laboratório Takeda. A partir da entrega de mais carregamentos, a vacinação será ampliada pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o Ministério da Saúde, foram compradas 5,2 milhões de vacinas neste ano. Em 2025, serão mais 9 milhões. A vacina Qdenga teve o registro aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em março de 2023. Em dezembro do ano passado, a pasta anunciou a incorporação do insumo no SUS. Pelo menos seis estados já declararam situação de emergência devido aos casos registrados de dengue na população. Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Acre, Goiás e o Distrito Federal estão na lista.
Brasil atinge 408 mil casos de dengue, aponta Ministério da Saúde
Brasil atinge 408 mil casos de dengue, aponta Ministério da Saúde
Mulheres representam 54,9% dos casos e homens 45,1%
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- O número de casos possíveis de dengue no país alcançou os 408 mil, de acordo aos dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde, atualizados na sexta-feira (9). Até o momento 62 morters por dengue já foram confirmadas no Brasil e outras 279 estão em investigação. Os dados do painel ainda apontam que o coeficiente de incidência da dengue está em 201 casos de dengue a cada 100 mil habitantes. Os casos prováveis se concentram entre os brasileiros entre 30 a 39 anos, seguidos daqueles entre 40 a 49 e os de 50 a 59 anos. As mulheres são as mais afetadas, com 54,9% dos casos. Os homens em 45,1%. Entre os estados maiores números de casos estão Minas Gerais, com 143 mil pessoas com dengue; São Paulo com 63 mil; Distrito Federal com 49 mil.
Ministério da Saúde planeja reestruturar estoques após perder R$ 1,2 bi em vacinas e medicamentos
As perdas foram registradas em 2023, que também registrou o desperdício de medicamentos do chamado "kit intubação"
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- Em 2023, o Ministério da Saúde descartou cerca de R$ 1,2 bilhão em produtos vencidos. Para evitar que a situação se repita um ano depois, a pasta tem estudado novas formas de preservar e monitorar medicamentos e vacinas. O ministério também registrou perdas de R$ 150 milhões em medicamentos do chamado “kit intubação”, composto por analgésicos e bloqueadores musculares. As informações sobre os produtos vencidos foram divulgadas pela Folha de S.Paulo, com dados solicitados pela Lei de Acesso à Informação. Além de reorganizar a pasta em 2024, a gestão da ministra Nísia Trindade também planeja investir no repasse de recursos para que seja possível ampliar os estoques, de maneira que os produtos não sejam desperdiçados.
Gripe: todos com mais de 6 meses podem se vacinar a partir de hoje
Gripe: todos com mais de 6 meses podem se vacinar a partir de hoje
Meta é imunizar 90% da população, diz Ministério da Saúde
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Foto: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
- A partir desta segunda-feira (15), toda a população com mais de 6 meses pode tomar a vacina contra a gripe. A ampliação do público foi anunciada pelo Ministério da Saúde na última sexta-feira (12). O objetivo, segundo a pasta, é expandir a cobertura vacinal contra a doença antes do inverno, quando as infecções respiratórias tendem a aumentar. “A orientação atende a pedido de estados e municípios, que podem usar as vacinas em estoque e adotar estratégias locais para operacionalizar a imunização, atendendo às realidades de cada região. Mais de 80 milhões de doses da vacina trivalente, produzidas pelo Instituto Butantan, foram distribuídas para todo o país. A meta é vacinar 90% da população”, destacou o ministério, por meio de nota. A vacina estava sendo aplicada apenas em idosos acima de 60 anos; crianças com idade a partir de 6 meses a menores de 6 anos; gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto); imunossuprimidos; indígenas; profissionais da saúde e da educação; pessoas com deficiência permanente ou com comorbidades; profissionais de transporte coletivo e portuários; trabalhadores das forças de segurança e salvamento; trabalhadores das forças armadas e do sistema prisional; e população privada de liberdade. A pasta reforçou que a imunização é fundamental porque reduz a carga da doença, sobretudo em pessoas com problemas de saúde e idosos, prevenindo hospitalizações e mortes, além de diminuir a sobrecarga nos serviços de saúde. Até o fim de abril, pelo menos 253 mortes por gripe foram confirmadas no país. Emergência - Um aumento de mais de 108%, entre janeiro e maio deste ano, nas internações de crianças com síndromes gripais fez com que o governo do Amapá decretasse emergência em saúde pública no último sábado (13). A superlotação no Hospital da Criança e do Adolescente, na capital Macapá, fez com que até salas administrativas fossem transformadas em espaços para 32 novos leitos clínicos. O hospital também ampliou o número de vagas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica, de 20 para 24. Dados da Secretaria de Saúde do Amapá indicam que, até o fim da semana passada, a rede hospitalar pública e privada registrou mais de 190 casos de internação síndrome gripal, sendo 109 no Hospital da Criança e do Adolescente e no Pronto Atendimento Infantil. A maioria dos pacientes tem idade entre 7 meses e 4 anos. Do total de pacientes internados, 29 estavam entubados.
Ministério da Saúde recebe 1,8 milhão de doses da CoronaVac para crianças
Ministério da Saúde recebe 1,8 milhão de doses da CoronaVac para crianças
Carregamento faz parte do quarto contrato de compra de 10 milhões de doses feito no início de 2022
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O Instituto Butantan entregou, nesta sexta-feira, mais 1,8 milhão de doses da CoronaVac ao Ministério da Saúde, através do Programa Nacional de Imunizações (PNI), com o objetivo de dar prosseguimento à vacinação contra a covid-19 de crianças em todo o país. As informações são da Agência Brasil. De acordo com o instituto, essas doses fazem parte do quarto contrato de compra de 10 milhões de doses, feito no início de 2022. A estimativa é que, para a imunização com as duas doses previstas no esquema vacinal primário de CoronaVac para crianças da faixa etária de 3 a 5 anos, são necessárias cerca de 12 milhões de vacinas contra a doença. Em janeiro de 2022, a CoronaVac foi aprovada pela Anvisa para a população menor de 18 anos, de 6 a 17 anos. Em julho, o imunizante foi liberado para crianças com idade entre 3 e 5 anos.
MS antecipa entrega de terceiro lote de vacinas pediátricas contra Covid-19
MS antecipa entrega de terceiro lote de vacinas pediátricas contra Covid-19
Doses devem chegar na próxima segunda-feira (24)
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- Previsto para chegar apenas no próximo dia 27, o terceiro lote de vacinas pediátricas contra Covid-19 será entregue ao Brasil na próxima segunda-feira (24). A notícia da antecipação foi confirmada pelo Ministério da Saúde (MS) nesta segunda-feira (17). Esta será a terceira entrega de vacinas pediátricas neste mês. As duas primeiras remessas totalizaram 2,4 milhões de doses e, segundo o ministério, estão em processo de distribuição para os estados e para o Distrito Federal. O lote mais recente, com 1,2 milhão de doses, chegou ao Brasil neste domingo (16). Após a chegada, as doses são encaminhadas para o centro de distribuição do Ministério da Saúde em Guarulhos (SP) e enviados para os estados, que repassam aos municípios. A expectativa é que esse lote seja distribuído até quarta-feira (19) para as unidades da Federação. A primeira remessa chegou no dia 13 de janeiro. A previsão da pasta é que o Brasil receba 4,3 milhões de doses em janeiro. O primeiro contrato de aquisição de doses pediátricas junto à farmacêutica Pfizer prevê a entrega de até 20 milhões de doses até março. A marca é a única que já recebeu autorização para uso de forma emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).























