Anvisa quer endurecer regras para manipulação de medicamentos de GLP-1
Medida prevê regras técnicas para produção e controle de qualidade; agência também intensifica combate ao mercado ilegal
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve analisar, no próximo dia 29, uma proposta de instrução normativa que estabelece regras para a manipulação de medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP-1, conhecidos como canetas emagrecedoras. A medida integra um plano de ação anunciado pela agência neste mês, que reúne iniciativas regulatórias e de fiscalização voltadas ao controle desse tipo de produto.A proposta prevê a definição de critérios técnicos para importação, qualificação de fornecedores e realização de testes de controle de qualidade, além de regras para armazenamento e transporte de insumos farmacêuticos ativos. Medicamentos como os que utilizam semaglutida, tirzepatida e liraglutida ganharam popularidade recente, o que, segundo a agência, ampliou o mercado ilegal. Atualmente, a venda desses produtos exige receita médica retida. Anvisa afirma que tem intensificado ações para coibir a comercialização irregular, incluindo versões manipuladas sem autorização. FISCALIZAÇÃO E MEDIDAs: Nesta semana, a agência instituiu dois grupos de trabalho para apoiar o controle sanitário e ampliar a segurança no uso desses medicamentos. Um dos grupos reúne representantes do Conselho Federal de Farmácia, Conselho Federal de Medicina e Conselho Federal de Odontologia.O outro será responsável por acompanhar a execução das ações e propor ajustes regulatórios. Também foi firmada uma carta de intenção entre a Anvisa e os conselhos profissionais para promover o uso racional e seguro dos medicamentos.PRODUTOS IRREGULARES: Na quarta-feira (15), a Anvisa determinou a apreensão dos produtos Gluconex e Tirzedral, comercializados como canetas emagrecedoras sem registro no país.Segundo o órgão, os itens não possuem autorização e não há garantia de qualidade ou composição, o que representa risco à saúde. CONTRABANDO: Na segunda-feira (13), uma ação da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro interceptou, em Duque de Caxias, um ônibus vindo do Paraguai com medicamentos ilegais. Dois suspeitos foram presos em flagrante com anabolizantes e cerca de mil frascos de canetas emagrecedoras contendo tirzepatida.
Ministério da Saúde envia 2,2 milhões de doses contra covid-19 aos estados
Com nova remessa, total distribuído em 2026 chega a 6,3 milhões de doses; imunização prioriza grupos vulneráveis
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O Ministério da Saúde informou na quinta-feira (16) o envio de 2,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal. Segundo a pasta, a medida garante estoque suficiente para atender às demandas regionais. Com a nova remessa, o total distribuído nos primeiros meses de 2026 chega a 6,3 milhões de doses.Em nota, o ministério afirmou que os estoques estão assegurados em todo o país. As vacinas disponibilizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizadas para as cepas em circulação e têm aplicação prioritária em grupos mais vulneráveis.A pasta é responsável pela compra e envio dos imunizantes. Já a distribuição local, armazenamento e aplicação ficam sob responsabilidade de estados e municípios. Entre janeiro e março, foram enviadas 4,1 milhões de doses, das quais cerca de 2 milhões já foram aplicadas.De acordo com o ministério, a nova remessa dá continuidade ao envio regular e reforça a estratégia de ampliação da cobertura vacinal no país. A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal.SERVIÇO | QUEM DEVE SE VACINAR: Idosos (60+): duas doses, com intervalo de seis meses; Gestantes: uma dose por gestação; Crianças (6 meses a menores de 5 anos): duas ou três doses; Imunocomprometidos: esquema com três doses + reforços semestrais; População geral (5 a 59 anos): uma dose para não vacinados. Também fazem parte do público prioritário profissionais de saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência, povos indígenas, quilombolas, população privada de liberdade e pessoas em situação de rua.
Brasil tem 88 casos confirmados de Mpox
São Paulo concentra 62 diagnósticos; quadros são leves a moderados e não há mortes, segundo o Ministério da Saúde.
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O Brasil registrou 88 casos confirmados de Mpox, segundo o Ministério da Saúde. A maior parte das infecções está em São Paulo, que soma 62 ocorrências desde janeiro. Também há registros no Rio de Janeiro (15), em Rondônia (4), Minas Gerais (3), Rio Grande do Sul (2), Paraná (1) e no Distrito Federal (1).De acordo com a pasta, os quadros clínicos são predominantemente leves a moderados e não há registro de óbitos. Em 2025, o país contabilizou 1.079 casos e duas mortes pela doença. O que é Mpox: A Mpox é causada pelo vírus Monkeypox. A transmissão ocorre principalmente por contato próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. O sintoma mais comum é a erupção cutânea, semelhante a bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas. O quadro também pode incluir febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, cansaço e inchaço dos gânglios linfáticos.As lesões podem atingir o rosto, palmas das mãos, solas dos pés, virilha, regiões genitais e área anal. Como ocorre a transmissão: O vírus se espalha por contato próximo com pessoa infectada, inclusive por meio de gotículas respiratórias em interações face a face, contato pele a pele — como em relações sexuais —, beijo ou contato entre boca e pele. Também é possível a transmissão pelo compartilhamento de objetos contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectadas.
Brasil envia 100 toneladas de insumos à Venezuela
Envio de 100 toneladas de medicamentos e insumos à Venezuela é anunciado em resposta à destruição de centro de distribuição de saúde.
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Foto: Rafael Nascimento - MS
O governo brasileiro, por meio do Ministério da Saúde, anunciou nesta quinta-feira (8) a doação de 100 toneladas de medicamentos e insumos de saúde à Venezuela, em um ato de apoio humanitário à população do país vizinho após a destruição do maior centro de distribuição de medicamentos.A medida ocorre em meio a uma crise na Venezuela que inclui um ataque militar recente que atingiu infraestrutura de saúde e compromet eu a assistência a pacientes dependentes de tratamentos contínuos, especialmente aqueles que realizam hemodiálise.Segundo o Ministério, a primeira remessa será enviada na manhã de sexta-feira (9) e consiste em 40 toneladas de medicamentos de uso contínuo e insumos médico-hospitalares, incluindo filtros, soluções arterial e venosa, cateteres e materiais essenciais para tratamentos renais, visando atender cerca de 16 mil pacientes que precisam de hemodiálise e ficaram sem atendimento adequado após a destruição do centro logístico venezuelano.O ministro Alexandre Padilha afirmou que a doação não compromete o atendimento de pacientes brasileiros, mantendo estoques suficientes para os cerca de 170 mil usuários de diálise atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).Os insumos foram reunidos com o apoio de hospitais universitários e filantrópicos de diversas regiões do país e estão armazenados no Centro de Distribuição de Insumos e Medicamentos do Ministério da Saúde, em Guarulhos (SP), de onde serão despachados conforme cronograma logístico.Em correspondência à ministra da Saúde da Venezuela, Magaly Gutiérrez, o ministro brasileiro reforçou o compromisso com a assistência sanitária dos venezuelanos, especialmente daqueles mais vulneráveis, em um momento de necessidade crítica.O envio das 100 toneladas integra uma resposta humanitária que será realizada em etapas, com remessas programadas ao longo dos próximos dias, em coordenação com autoridades de saúde venezuelanas e organismos internacionais.
Saúde forma 109 mil agentes comunitários e de endemias
Profissionais atuam em 5,2 mil municípios e reforçam a atenção primária e o combate a endemias.
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O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (29) a conclusão da formação de 109 mil Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) vinculados à segunda turma do programa Mais Saúde com Agente. Os profissionais já atuam em 5,2 mil municípios, abrangendo todas as 27 unidades da Federação.Em nota, a pasta afirmou que a iniciativa fortalece a atuação dos agentes na Atenção Primária à Saúde e na Vigilância em Saúde, ampliando o cuidado humanizado e a proximidade com as comunidades. Segundo o ministério, o Mais Saúde com Agente é o maior programa de formação técnica na área da saúde em execução no país.Do total de profissionais qualificados, 81 mil são Agentes Comunitários de Saúde, responsáveis pelo acompanhamento das famílias nos territórios, e 28 mil são Agentes de Combate às Endemias, que atuam na prevenção e no controle de doenças como dengue, zika e chikungunya, com visitas a residências e terrenos para identificação e eliminação de focos do mosquito Aedes aegypti.O ministério informou ainda que mais de 12 mil profissionais participaram do processo formativo, entre tutores, preceptores e assistentes locais e regionais. O curso teve formato semipresencial, carga horária superior a 1,2 mil horas e duração de dez meses.Nesta segunda edição do programa, foram incluídas novas disciplinas voltadas à equidade e ao enfrentamento das desigualdades, com foco no aprimoramento do acolhimento à população.O Mais Saúde com Agente é uma iniciativa do Ministério da Saúde, executada pela Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, em parceria com o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio e as Escolas de Saúde do SUS.
Mais de 200 casos de suspeita de envenenamento por metanol estão sob análise
Casos foram registrados em 13 estados, com maior concentração em São Paulo. Duas mortes já foram confirmadas, e outras 12 estão sob apuração.
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O Ministério da Saúde informou que recebeu, até esta segunda-feira (6), 217 notificações de intoxicação por metanol em todo o Brasil, após consumo de bebidas alcoólicas possivelmente adulteradas. Do total, 17 casos foram confirmados e 200 seguem em apuração. O estado de São Paulo concentra a maioria dos registros: são 15 casos confirmados e 164 ainda sob investigação, representando mais de 82% do total Além de São Paulo, o Paraná confirmou dois casos, com outros quatro sob análise. Também há ocorrências sendo investigadas em 12 estados, incluindo Acre, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia e Rio Grande do Sul. Mortes também estão sob apuração: Até o momento, duas mortes foram confirmadas em São Paulo devido à intoxicação. Outras 12 mortes suspeitas estão sendo investigadas, sendo uma no Mato Grosso do Sul, três em Pernambuco, seis em São Paulo, uma na Paraíba e uma no Ceará. Alerta para o consumo de álcool adulterado: O Ministério da Saúde reforça o alerta para os perigos do consumo de bebidas alcoólicas não registradas, principalmente aquelas vendidas de forma clandestina ou sem rotulagem clara. O metanol é um tipo de álcool altamente tóxico e seu uso em bebidas é proibido. A ingestão pode causar cegueira, falência renal e até morte, mesmo em pequenas quantidades. A recomendação é que a população evite produtos de origem duvidosa e denuncie suspeitas aos órgãos de saúde e vigilância sanitária.
Campanha de vacinação contra a gripe é antecipada e começará em março
O Ministério decidiu antecipar a campanha de vacinação em razão do aumento da circulação de vírus respiratórios no país
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Foto: Ministério da Saúde
- O Ministério da Saúde decidiu antecipar a campanha de vacinação contra a gripe.Tradicionalmente, a ação costuma acontecer entre os meses de abril e maio, neste ano, terá início no dia 25 de março, em razão do aumento da circulação de vírus respiratórios no país. De acordo com a pasta, a entrega antecipada das vacinas já foi negociada e a distribuição vai acontecer a partir do dia 20 para as regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. A população da região Norte já foi imunizada entre novembro e dezembro, atendendo às particularidades climáticas da região. A vacina utilizada é trivalente, ou seja, apresenta três tipos de cepas de vírus em combinação, protegendo contra os principais vírus em circulação no Brasil. A estimativa é que 75 milhões de pessoas sejam imunizadas. A pasta informa que a vacina influenza pode ser administrada na mesma ocasião de outros imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação. Podem se vacinar: crianças de 6 meses a menores de 6 anos; crianças indígenas de 6 meses a menores de 9 anos; trabalhadores da Saúde; gestantes; puérperas; professores dos ensinos básico e superior; povos indígenas; idosos com 60 anos ou mais; pessoas em situação de rua; profissionais das forças de segurança e de salvamento; profissionais das Forças Armadas; pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade); pessoas com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso); trabalhadores portuários; funcionários do sistema de privação de liberdade; população privada de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (entre 12 e 21 anos). crianças que vão receber o imunizante pela primeira vez deverão tomar duas doses, com um intervalo de 30 dias.
Governo vai enviar vacinas contra dengue para mais 29 municípios
Novo lote completa lista de 521 cidades que receberão o imunizante
Por: André Richter
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- O Ministério da Saúde informou que vai enviar doses de vacinas contra dengue para mais 29 municípios nos próximos dias. O novo lote vai completar a lista de 521 municípios selecionados para receber as doses até a primeira quinzena de março. Até o momento, 492 cidades já receberam os imunizantes. A vacinação contra a dengue começou neste mês e é destinada à aplicação em crianças de 10 e 11 anos. Até o fim deste ano, a vacinação com a Qdenga, nome comercial do imunizante, será ampliada para adolescentes de 12,13 e 14 anos que moram nos 521 municípios. Os municípios foram escolhidos para receber os primeiros lotes das vacinas por estarem localizados em áreas de com alta incidência da dengue tipo 2 (Sorotipo 2), que provoca infecção mais grave da doença. A restrição de regiões que vão receber a vacinação foi feita diante das dificuldades apresentadas para produção e oferta da vacina, elaborada pelo laboratório Takeda. A partir da entrega de mais carregamentos, a vacinação será ampliada pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o Ministério da Saúde, foram compradas 5,2 milhões de vacinas neste ano. Em 2025, serão mais 9 milhões. A vacina Qdenga teve o registro aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em março de 2023. Em dezembro do ano passado, a pasta anunciou a incorporação do insumo no SUS. Pelo menos seis estados já declararam situação de emergência devido aos casos registrados de dengue na população. Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Acre, Goiás e o Distrito Federal estão na lista.
Brasil atinge 408 mil casos de dengue, aponta Ministério da Saúde
Mulheres representam 54,9% dos casos e homens 45,1%
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- O número de casos possíveis de dengue no país alcançou os 408 mil, de acordo aos dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde, atualizados na sexta-feira (9). Até o momento 62 morters por dengue já foram confirmadas no Brasil e outras 279 estão em investigação. Os dados do painel ainda apontam que o coeficiente de incidência da dengue está em 201 casos de dengue a cada 100 mil habitantes. Os casos prováveis se concentram entre os brasileiros entre 30 a 39 anos, seguidos daqueles entre 40 a 49 e os de 50 a 59 anos. As mulheres são as mais afetadas, com 54,9% dos casos. Os homens em 45,1%. Entre os estados maiores números de casos estão Minas Gerais, com 143 mil pessoas com dengue; São Paulo com 63 mil; Distrito Federal com 49 mil.
Ministério da Saúde planeja reestruturar estoques após perder R$ 1,2 bi em vacinas e medicamentos
As perdas foram registradas em 2023, que também registrou o desperdício de medicamentos do chamado "kit intubação"
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- Em 2023, o Ministério da Saúde descartou cerca de R$ 1,2 bilhão em produtos vencidos. Para evitar que a situação se repita um ano depois, a pasta tem estudado novas formas de preservar e monitorar medicamentos e vacinas. O ministério também registrou perdas de R$ 150 milhões em medicamentos do chamado “kit intubação”, composto por analgésicos e bloqueadores musculares. As informações sobre os produtos vencidos foram divulgadas pela Folha de S.Paulo, com dados solicitados pela Lei de Acesso à Informação. Além de reorganizar a pasta em 2024, a gestão da ministra Nísia Trindade também planeja investir no repasse de recursos para que seja possível ampliar os estoques, de maneira que os produtos não sejam desperdiçados.
Gripe: todos com mais de 6 meses podem se vacinar a partir de hoje
Meta é imunizar 90% da população, diz Ministério da Saúde
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Foto: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
- A partir desta segunda-feira (15), toda a população com mais de 6 meses pode tomar a vacina contra a gripe. A ampliação do público foi anunciada pelo Ministério da Saúde na última sexta-feira (12). O objetivo, segundo a pasta, é expandir a cobertura vacinal contra a doença antes do inverno, quando as infecções respiratórias tendem a aumentar. “A orientação atende a pedido de estados e municípios, que podem usar as vacinas em estoque e adotar estratégias locais para operacionalizar a imunização, atendendo às realidades de cada região. Mais de 80 milhões de doses da vacina trivalente, produzidas pelo Instituto Butantan, foram distribuídas para todo o país. A meta é vacinar 90% da população”, destacou o ministério, por meio de nota. A vacina estava sendo aplicada apenas em idosos acima de 60 anos; crianças com idade a partir de 6 meses a menores de 6 anos; gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto); imunossuprimidos; indígenas; profissionais da saúde e da educação; pessoas com deficiência permanente ou com comorbidades; profissionais de transporte coletivo e portuários; trabalhadores das forças de segurança e salvamento; trabalhadores das forças armadas e do sistema prisional; e população privada de liberdade. A pasta reforçou que a imunização é fundamental porque reduz a carga da doença, sobretudo em pessoas com problemas de saúde e idosos, prevenindo hospitalizações e mortes, além de diminuir a sobrecarga nos serviços de saúde. Até o fim de abril, pelo menos 253 mortes por gripe foram confirmadas no país. Emergência - Um aumento de mais de 108%, entre janeiro e maio deste ano, nas internações de crianças com síndromes gripais fez com que o governo do Amapá decretasse emergência em saúde pública no último sábado (13). A superlotação no Hospital da Criança e do Adolescente, na capital Macapá, fez com que até salas administrativas fossem transformadas em espaços para 32 novos leitos clínicos. O hospital também ampliou o número de vagas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica, de 20 para 24. Dados da Secretaria de Saúde do Amapá indicam que, até o fim da semana passada, a rede hospitalar pública e privada registrou mais de 190 casos de internação síndrome gripal, sendo 109 no Hospital da Criança e do Adolescente e no Pronto Atendimento Infantil. A maioria dos pacientes tem idade entre 7 meses e 4 anos. Do total de pacientes internados, 29 estavam entubados.
Ministério da Saúde recebe 1,8 milhão de doses da CoronaVac para crianças
Carregamento faz parte do quarto contrato de compra de 10 milhões de doses feito no início de 2022
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O Instituto Butantan entregou, nesta sexta-feira, mais 1,8 milhão de doses da CoronaVac ao Ministério da Saúde, através do Programa Nacional de Imunizações (PNI), com o objetivo de dar prosseguimento à vacinação contra a covid-19 de crianças em todo o país. As informações são da Agência Brasil. De acordo com o instituto, essas doses fazem parte do quarto contrato de compra de 10 milhões de doses, feito no início de 2022. A estimativa é que, para a imunização com as duas doses previstas no esquema vacinal primário de CoronaVac para crianças da faixa etária de 3 a 5 anos, são necessárias cerca de 12 milhões de vacinas contra a doença. Em janeiro de 2022, a CoronaVac foi aprovada pela Anvisa para a população menor de 18 anos, de 6 a 17 anos. Em julho, o imunizante foi liberado para crianças com idade entre 3 e 5 anos.
MS antecipa entrega de terceiro lote de vacinas pediátricas contra Covid-19
Doses devem chegar na próxima segunda-feira (24)
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- Previsto para chegar apenas no próximo dia 27, o terceiro lote de vacinas pediátricas contra Covid-19 será entregue ao Brasil na próxima segunda-feira (24). A notícia da antecipação foi confirmada pelo Ministério da Saúde (MS) nesta segunda-feira (17). Esta será a terceira entrega de vacinas pediátricas neste mês. As duas primeiras remessas totalizaram 2,4 milhões de doses e, segundo o ministério, estão em processo de distribuição para os estados e para o Distrito Federal. O lote mais recente, com 1,2 milhão de doses, chegou ao Brasil neste domingo (16). Após a chegada, as doses são encaminhadas para o centro de distribuição do Ministério da Saúde em Guarulhos (SP) e enviados para os estados, que repassam aos municípios. A expectativa é que esse lote seja distribuído até quarta-feira (19) para as unidades da Federação. A primeira remessa chegou no dia 13 de janeiro. A previsão da pasta é que o Brasil receba 4,3 milhões de doses em janeiro. O primeiro contrato de aquisição de doses pediátricas junto à farmacêutica Pfizer prevê a entrega de até 20 milhões de doses até março. A marca é a única que já recebeu autorização para uso de forma emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Após ataque hacker, MS diz que recuperou dados; ConecteSUS continua fora do ar
Pasta informou que "trabalha para restabelecer o mais rápido possível os sistemas"
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- O Ministério da Saúde informou neste domingo (12) que as notificações de pessoas vacinadas contra a Covid-19 no Brasil foram recuperadas "com sucesso", três dias após o ataque hacker. Apesar disso, os dados no site da pasta e no aplicativo continuam fora do ar. "Todos os dados foram recuperados com sucesso", disse o MS em nota. Ele informou que "a pasta trabalha para restabelecer o mais rápido possível os sistemas para registro e emissão dos certificados de vacinação". As plataformas do ministério foram hackeadas na noite da última quinta-feira (9). Ao acessar o aplicativo ConecteSUS - popularizado como o passaporte vacinal da Covid-19 - os usuários não têm mais acesso às informações sobre as doses. Por causa da instabilidade, os indicadores da pandemia na Bahia também foram afetados. O boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) nesta sexta-feira (10) não apresentou o número de novos casos de Covid-19 no estado.
Covid-19: ministério reduz intervalo de reforço e amplia público
Reforço será aplicado 5 meses após segunda dose
Por: Alex Rodrigues
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- O Ministério da Saúde anunciou, hoje (16), a redução do intervalo de tempo para aplicação da dose de reforço da vacina contra a covid-19 dos atuais seis meses para cinco meses. A decisão, que será implementada pelas secretarias de Saúde dos estados e municípios, contempla todas as pessoas acima de 18 anos, independentemente do grupo etário ou profissão. Inclusive aquelas que receberam a Janssen, que passa a contar com uma segunda dose - aplicada dois meses após a primeira - e a dose de reforço. “Já tínhamos autorizado a aplicação desta dose de reforço, ou adicional, para todos aqueles que tinham tomado a segunda dose há mais de seis meses e que tivessem [mais de] 60 anos. Agora, graças às informações advindas dos estudos científicos realizados para avaliar a aplicação da terceira dose - e dos quais já temos dados preliminares -, decidimos ampliar esta dose de reforço para todos aqueles acima de 18 anos de idade que tenham tomado a segunda dose há mais de cinco meses”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Ele garantiu que o estoque de imunizantes será suficiente para atender à demanda. Atualmente, há 12,47 milhões de pessoas aptas a receber a dose adicional. Segundo o Ministério da Saúde, mais de 350 milhões de doses das vacinas contra a covid-19 já foram distribuídas para todo o país, e mais de 297 milhões já foram aplicadas ao longo de onze meses. Mais de 157 milhões de pessoas tomaram ao menos uma dose do imunizante – número que, segundo a pasta, representa 88% do público-alvo previsto no plano nacional de vacinação contra a doença. No entanto, cerca de 21 milhões de pessoas ainda não retornaram para tomar a segunda dose na data prevista. Segundo a secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Melo, pessoas na faixa entre 25 e 34 anos formam a maioria dos que ainda não compareceram para tomar a segunda dose. Analisando qual vacina as pessoas que não completaram o ciclo vacinal receberam, a secretária aventa a hipótese de que, além de outros fatores (como a dificuldade de encontrarem tempo para retornar ao posto de vacinação), as reações características de cada imunizante podem estar desestimulando algumas pessoas. “Algumas [vacinas], de fato, trazem [causam] alguns efeitos adversos que passam em um ou dois dias. A população tem que estar consciente disso. Tem que estar alerta e saber que estes efeitos são esperados e acontecem”, comentou Rosana, destacando que, junto com as recomendações de uso de máscara, distanciamento social e higienização das mãos frequente e adequada, a vacinação vem proporcionando a redução do número de casos graves da doença e, consequentemente, das internações e mortes. “Hoje, nós temos, no Brasil, 21,11 milhões de pessoas que estão aptas a tomar a segunda dose da vacina e, assim, completarem seu esquema vacinal”, informou a secretária ao reforçar que, para aumentar suas proteções contra a doença, a pessoa tem que tomar todas as doses recomendadas pelos laboratórios fabricantes e autorizadas pelas autoridades sanitárias. “Além disso, os estudos têm mostrado que, a partir do quinto ou sexto mês, independentemente do imunizante utilizado, há sim uma necessidade de reforçarmos nosso sistema imunológico tomando uma dose de reforço”, acrescentou a secretária, alertando para a importância de os estados seguirem as novas recomendações do ministério. “Se algum estado fizer separado, diferente, prejudicará muito o nosso planejamento.” Janssen - Outra mudança anunciada pela pasta diz respeito à vacina da Janssen que era aplicada em dose única e passará a ter duas doses. “No início, a recomendação era de que esta vacina fosse de dose única. Hoje, sabemos que é necessária esta proteção adicional. Então, quem já tomou a Janssen, agora vai tomar a segunda dose do mesmo imunizante. E, lá adiante, cinco meses após [a segunda dose], um reforço com imunizante diferente”, disse Queiroga. A segunda dose da Janssen deverá ser ministrada a partir de dois meses da primeira aplicação. Mega Vacinação - O ministro da Saúde participou esta manhã da cerimônia de lançamento da campanha Mega Vacinação, marcada para o período de 20 e 26 de novembro. Para estimular a população a tomar todas as doses recomendadas da vacina e completar o ciclo de imunização, o ministério conta com a ampliação do horário de funcionamento dos postos de vacinação durante a iniciativa. “Já temos uma das campanhas de vacinação contra a covid-19 mais importantes do mundo, tendo ultrapassado os Estados Unidos em relação ao [percentual da] população imunizada, mas temos que avançar ainda mais para que não aconteça o que está ocorrendo em alguns países da Europa, onde observamos um aumento do número de casos”, alertou o ministro, referindo-se a países como a Alemanha, que, na semana passada, voltou a anunciar medidas restritivas para conter o recrudescimento da doença. “Nosso objetivo é, através da campanha Mega Vacinação, ampliar ainda mais o acesso [da população às vacinas] e convencer as pessoas a procurarem as Unidades Básicas de Saúde [UBS] para, a partir daí, adquirirmos ainda mais a confiança do povo brasileiro e um controle sanitário eficiente para evitarmos possíveis novas ondas da covid-19”, disse Queiroga logo após a exibição de um vídeo promocional em que o Ministério da Saúde alerta que “proteção pela metade não é proteção”. “Temos [no Brasil] um cenário epidemiológico bem mais equilibrado em relação à pandemia. Nosso sistema de saúde está atendendo às necessidades, sobretudo dos pacientes com síndromes respiratórias agudas graves. Isso se deve à eficiência das políticas públicas lideradas pelo Ministério da Saúde e que, na ponta, são implementadas pelos estados e municípios [prefeituras]”, acrescentou o ministro Marcelo Queiroga antes de detalhar a redução do intervalo de tempo para aplicação da dose de reforço.
Quase 35% da população brasileira já tem imunização completa contra Covid-19
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Reprodução | PMC
- Cerca de 138,6 milhões de pessoas já tomaram pelo menos uma dose de vacina contra Covid-19. O número corresponde a 64.99% da população. Entre esses, 74,29 milhões estão com a imunização completa contra o coronavírus, o que representa 34,83% da população total. Nas últimas 24 horas, 1,1 milhão de pessoas receberam a segunda dose e outras 2,6 mil receberam um imunizante de aplicação única. Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul aplicaram 16,2 mil doses de reforço nesta segunda-feira. Assim, o total de brasileiros que já foram "revacinados" é de 105,5 mil. Somando todas as vacinas aplicadas, o Brasil administrou 1,64 milhão de doses nesta segunda-feira. Os dados são do consórcio de imprensa formado por G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL.
Com demora da União, Bahia volta a acionar STF para receber mais de um milhão de doses
Segundo a Procuradoria-Geral do Estado, o Ministério da Saúde não se manifestou dentro do prazo inicial de cinco dias
Por: Juliana Rodrigues
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- Duas semanas após a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) anunciar que ingressou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir, junto ao Ministério da Saúde, a entrega de mais de um milhão de vacinas atrasadas, o órgão informou ao site Metro1 que voltou a acionar a Suprema Corte. O motivo, segundo a PGE, é a ausência de manifestação da União sobre o processo, que tem como relator o ministro Ricardo Lewandowski. "A União ainda não se manifestou e por isso o Estado da Bahia reiterou o pedido de liminar depois do prazo que o relator assinalou", disse a assessoria da procuradoria. No último dia 23 de agosto, três dias após o anúncio feito pela PGE, Lewandowski determinou que a União, na condição de ré, se manifestasse em cinco dias sobre as alegações do autor, o que não aconteceu. Na ação, o Estado da Bahia pede a compensação integral do déficit de vacinas em até 10 dias do recebimento da ordem judicial. Em 20 de agosto, o estado tinha deixado de receber 1.005.637 doses de imunizantes.
3ª dose de vacinas vai começar por idosos e profissionais da saúde, diz Queiroga
Por: Geovana Oliveira
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- O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta quarta-feira (18) que a terceira dose da vacina será aplicada, inicialmente, em idosos e profissionais da saúde. Ainda não há data para quando o reforço começará a ser aplicado no Brasil. De acordo com Queiroga, a medida vai valer para todos os imunizantes, mas ainda são necessários mais dados científicos. “Estamos planejando para que, no momento que tivermos todos os dados científicos e tivermos o número de doses suficiente disponível, já orientar um reforço da vacina. Isso vale para todos os imunizantes”, explicou o ministro. O Ministério da Saúde encomendou um estudo para verificar a estratégia de terceira dose em pessoas que tomaram a CoronaVac e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou estudos de terceira dose das vacinas da Pfizer e AstraZeneca no Brasil.
Butantan entrega mais 1 milhão de doses da CoronaVac ao Ministério da Saúde
Remessa será distribuída para todo o país por meio do Programa Nacional de Imunizações
Por: Juliana Rodrigues
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Foto: Reprodução | GOV/SP
- O Instituto Butantan entregou nesta sexta-feira (23) ao Ministério da Saúde mais 1 milhão de doses da CoronaVac, vacina contra o novo coronavírus. A remessa será distribuída para todo o país por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Até o momento, já foram disponibilizadas 58,6 milhões de doses do imunizante desenvolvido em parceria com o laboratório chinês Sinovac. No último dia 13 de julho, o Butantan recebeu mais 12 mil litros de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) que permitirão a produção de mais 20 milhões de doses da vacina CoronaVac. A previsão é que, até o fim de agosto, o instituto conclua a entrega de 100 milhões de doses de vacina referentes aos dois contratos assinados com o Ministério da Saúde. Se cumprida, a estimativa antecipa em um mês o prazo estipulado pelos termos para conclusão das entregas.
Em novo escândalo, governo Bolsonaro teria pedido um dólar de propina por dose de AstraZeneca aplicada
A denúncia partiu de um representante de uma empresa que negociava vacinas com o Ministério da Saúde
Por: André Uzêda
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- O novo escândalo envolvendo o governo de Jair Bolsonaro (sem partido) durante o combate à pandemia no Brasil tem agora denúncia de pedido de propina no processo de vacinação. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, um representante da Davati Medical Supply, empresa vendedora de vacinas, disse que recebeu um pedido de suborno de US$ 1 (um dólar) por dose para fechar acordo com o Ministério da Saúde. Segundo Luiz Paulo Dominguetti Pereira, representante da Davati, o diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, teria cobrado a propina em 25 de fevereiro, durante jantar no restaurante Vasto, no Brasília Shopping, no Distrito Federal. Roberto Dias foi indicado ao cargo pelo deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), citado na última sexta-feira (26) na CPI da Covid por pressionar a liberação da vacina Covaxin. Barros é também líder do governo Bolsonaro,. A Davati entrou em contato como o Ministério da Saúde para negociar 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca com uma proposta de US$ 3,5 por dose (depois disso passou a US$ 15,5), informa a Folha. “O caminho do que aconteceu nesses bastidores com o Roberto Dias foi uma coisa muito tenebrosa, muito asquerosa”, disse Dominguetti à jornalista Constança Rezende. Perguntado pela reportagem qual seria essa ‘forma’ de propina ao governo Bolsonaro, Dominguetti respondeu: “Acrescentar 1 dólar”, por dose, segundo ele. “E, olha, foi uma coisa estranha porque não estava só eu, estavam ele [Dias] e mais dois. Era um militar do Exército e um empresário lá de Brasília", disse, em entrevista.
Butantan entrega 1 milhão de doses da CoronaVac ao Ministério da Saúde
Remessa é referente ao segundo contrato de 54 milhões de doses, que devem ser entregues até setembro
Por: Luciane Freire
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O Instituto Butantan liberou mais 1 milhão de doses da CoronaVac ao Ministério da Saúde nesta quarta (16). As entregas voltaram a ser feitas na semana passada. Com o novo lote, o Instituto totaliza 50 milhões de doses enviadas ao Programa Nacional de Imunização (PNI) desde o início do ano, o que corresponde a metade do total estabelecido nos dois contratos com o governo federal. De acordo com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), uma nova remessa será liberada ainda nesta sexta-feira (18). A remessa é referente ao segundo contrato de 54 milhões de doses, que devem ser entregues até setembro.
Governo recebe hoje 5,9 milhões de doses da vacina de Oxford
Ao todo, serão 46 milhões de doses entregues pelo consórcio
Por: Cristiele França
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) disponibilizará hoje (29) mais 5,9 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca produzidas por ela ao Ministério da Saúde. O quantitativo começará a ser distribuído aos estados ainda hoje e o envio deve ocorrer pelos próximos dias. De acordo com a Agência Brasil, as doses serão entregues ao centro de distribuição do Ministério, na cidade de Guarulhos (SP). O estado do Rio de Janeiro receberá diretamente seu lote, uma vez que a sede da unidade de fabricação da Fiocruz fica na capital fluminense. Com essas 5,9 milhões, serão 46 milhões de doses de vacinas entregues pelo consórcio. A previsão é que até o início de julho a Fundação Oswaldo Cruz entregue mais 16 milhões de doses, totalizando 62 milhões. O Plano Nacional de Operacionalização da Imunização Contra a Covid-19 foi atualizado, conforme anúncio do Ministério da Saúde ontem (28). Com o fim da imunização das pessoas com comorbidade e pessoas com deficiência, os será a vez dos profissionais da saúde receberem as vacinas.
Governo Federal atrasa repasse de 500 mil doses de vacina contra Covid-19 na Bahia
O Ministério da Saúde não definiu uma nova data para a entrega
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Sesab
- 500 mil doses do imunizante CoronaVac que chegariam à Bahia nesta quinta-feira (15), não desembarcaram no Aeroporto Internacional de Salvador. O anúncio da chegada do lote havia sido feito pelo secretário de Saúde do governo do Estado, Fábio Vilas-Boas. Conforme o site Metro 1, que entrou em contato com a Secretaria de Estadual de Saúde da Bahia (Sesab), o Ministério da Saúde (MS), responsável pela distribuição das vacinas, não apresentou justificativa que inviabilizou o repasse e nem muito menos uma nova data para entrega. O atraso de doses se soma a outras incongruências praticadas no governo Bolsonaro no que diz respeito a gestão da pandemia no país, que tem sido alvo de críticas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e até mesmo de outras nações. Por isso, ontem (14), o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) seja instalada imediatamente no Senado Federal, para que se apure as irregularidades.
Novo cronograma do Ministério da Saúde reduz quase 10 milhões de doses da vacina contra Covid-19 para abril
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | GOV/BA
- O Ministério da Saúde divulgou um novo cronograma com a quantidade reduzida de vacinas contra a Covid-19 para o mês de abril. Em relação à previsão anterior, quase 10 milhões de doses foram tiradas. No documento do dia 15 de março, o governo federal previa a chegada de 57.179.258 doses do imunizante e, no dia 19 de março, este número foi para 47.239.258.Das 9,85 milhões doses a menos, 1 milhão é da Pfizer e 8,85 milhões são da Oxford. Ainda este mês, a pasta pretende receber 38.097.600 doses até a próxima quarta-feira (31). Dessas, 8 milhões são da vacina Covaxin, que ainda não pediu o uso emergencial à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O cronograma de março também sofreu uma redução, com menos 690 mil doses.
Após sofrer pressão, Pazuello alega questões de saúde e solicita saída do ministério
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Reprodução | Agência O Globo
- O Ministério da Saúde deve ganhar seu quarto titular desde o início da pandemia. Nos próximos dias, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve anunciar a troca no comando da pasta e a saída do general Eduardo Pazuello. Segundo fontes do Planalto, o atual ministro solicitou ao presidente sua saída alegando estar com problemas de saúde que demandam tempo de cuidado e tratamento. O pedido de afastamento chega em momento de grande pressão no próprio Planalto, que pede por mudanças no comando da pasta alegando má gestão durante a pandemia. Nomes de dois médicos cardiologistas já aparecem como possíveis substitutos de Pazuello. São eles: Ludhmila Abrahão Hajjar e Marcelo Queiroga. O primeiro nome, é o preferido do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e de deputados do Centrão para assumir a vaga. Hajjar é professora associada de Cardiologia da USP. Já Queiroga preside a Associação Brasileira de Cardiologia. As informações são do bolg da jornalista Andréia Sadi.























