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Fiscalizações ocorreram em Candiba e Palmas de Monte Alto29 Abr 2026 / 08h00

Uma onda de medo e terror está assustando a população do pacato município de Ibiassucê, na região sudoeste do estado, a qual é considerada a Capital da Amizade está cada vez mais temerosa com o crescimento do número de óbitos no município.
A equipe do 97NEWS esteve nesta quarta-feira (25) no município e ouviu inúmeros moradores e autoridades da cidade, onde ficou comprovado que o medo realmente existe, já que nunca houve tantos óbitos registrados no município como nesse ano de 2012.
Na execução da linha de investigação, na busca das informações, vários habitantes fizeram fortes insinuações de que o crescente número de óbitos estava ligado a uma nova empresa funerária que se instalou recentemente na cidade, a qual teria como proprietário o diretor do setor de enfermagem do Hospital Municipal.
Buscando a veracidade dos fatos a nossa equipe ouviu o diretor do Hospital Municipal de Ibiassucê, Dr. Silvan Santos de Paula, o qual prestou alguns esclarecimentos sobre a forte onda de especulações sobre o aumento do número de mortes na cidade.
Primeiramente ele citou que “realmente existe um acréscimo no número de óbitos em nossa cidade, os quais na sua grande maioria são diagnosticados como neoplasia, ou seja, câncer. Existem indícios de que a origem desses casos pode ter ligação com a exploração de material radiativo na região, mas não temos nenhuma confirmação oficial nesse sentido, mas não podemos negar que estamos muito preocupados com isso. Quanto ao caso de alguma participação da funerária no aumento do número de mortes, isso não tem a mínima procedência”.
A nossa equipe também questionou o diretor sobre a nova empresa funerária que está atuando no município, a qual tem sua sede localizada a menos de 100 metros do hospital.
A referida empresa, segundo informações, seria de propriedade do atual diretor de enfermagem do hospital, Ítalo Augusto Guimarães Prates, o qual, segundo denúncias de populares, estaria se prevalecendo do cargo para privilegiar a sua empresa.
Segundo ele “eu realmente tomei conhecimento dessas denúncias, mas não tive nenhuma comprovação sobre algum tipo de privilégio. Devido a isso eu adotei medidas para que não houvesse mais acesso ao nosso pátio por meio das duas empresas funerárias, visando à manutenção da ordem dentro da nossa unidade. Eu falei com o diretor de enfermagem Ítalo Prates e ele me disse que a empresa não é de sua propriedade, mas sim de sua família e por isso não poderia responder pela mesma”.
O diretor ainda ressaltou que “realmente o fato da nova empresa funerária estar localizada a menos de 100 metros do hospital e por pertencer à família do diretor de enfermagem realmente levanta fortes suspeitas, mas, como já disse não tenho nenhuma comprovação por uso de informações privilegiadas pelo cargo que ele exerce”.
E finalizou garantindo que “devido a esses fatos já solicitamos da empresa para que ela retire a sua loja do lado do hospital, porque pela lei tem que ter menos de 100 metros e isso, ao que tudo indica, não está ocorrendo”.
A nossa equipe tentou falar com o enfermeiro Ítalo Augusto Guimarães Prates, mas não obtivemos êxito, pois o mesmo se encontra fora do município. Deixamos um cartão para que ele entrasse em contato, mas, até o momento, isso não ocorreu.
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