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Relator e presidente resistem a compensações para empresas29 Abr 2026 / 08h00

Presidente da república é alvo de um 'superpedido' de impeachment e vê gestão envolvida em contrato suspeito da Covaxin e pedido de propina
Por: Juliana Rodrigues
Foto: Reprodução
- Alvo de um ‘superpedido’ de impeachment entregue nesta quarta-feira (30), o presidente Jair Bolsonaro resolveu subir o tom no contra-ataque. Não vai ser com mentiras ou com CPI integrada por 7 bandidos que vão nos tirar daqui”, disse Bolsonaro em discurso ao participar da inauguração de um radar da Força Aérea em Ponta Porã (MS). Instalada no Senado, a CPI da Pandemia investiga suspeitas em torno do contrato de compra da vacina indiana covaxin. Na terça-feira (29), o documento teve seus efeitos suspensos. Na sexta-feira (25), o deputado Luís Miranda (DEM-DF) e o irmão dele, o servidor do Ministério da Saúde Luís Ricardo Miranda, afirmaram em sessão da CPI que as denúncias foram levadas ao conhecimento de Bolsonaro. Também na quarta-feira, surgiu a suspeita de cobrança de propina pelo diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, já exonerado. Com base nas afirmações dos irmãos Miranda, senadores pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma investigação de Bolsonaro, afirmando haver “grandes chances” de o mandatário ter cometido o crime de prevaricação ao não ter atuado sobre as suspeitas de irregularidades. A Procuradoria Geral da República (PGR) respondeu à Suprema Corte considerar melhor esperar as conclusões finais da CPI. Com informações do portal Terra.
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