Lula lidera no 1º turno e empata com Flávio Bolsonaro no 2º, aponta pesquisa BTG/Nexus
Levantamento ouviu 2.028 eleitores entre 24 e 26 de abril; margem de erro é de dois pontos percentuais27 Abr 2026 / 13h00

Foto: Beto Barata | PR
A homologação das delações premiadas da empreiteira Odebrecht nesta segunda-feira (30/01) – mas sem a divulgação imediata de seu conteúdo – iniciou um período de apreensão na gestão Michel Temer (PMDB). O Governo avalia que assim que começar a temporada de vazamentos dos acordos de colaboração com a Justiça, o presidente e seus auxiliares mais próximos avaliarão quais ministros citados no escândalo da Lava Jato terão condições de permanecer no cargo e quais terão de deixar as funções por causa da gravidade das acusações. Nos últimos meses, ao menos quatro deles já foram citados por delatores: Eliseu Padilha (Casa Civil), José Serra (Relações Exteriores), Gilberto Kassab (Cidades) e Moreira Franco (programa de privatizações). Todos negaram qualquer envolvimento em atos ilícitos. Conforme fontes que circulam pela Procuradoria-Geral da República, a tendência é que nas próximas semanas, os sigilos sejam levantados, ainda que nem todos ao mesmo tempo. É esse um dos pontos que preocupam o Governo Temer. A cada notícia de envolvimento de membros da gestão peemedebista, uma nova crise é gerada. Por isso, a torcida no Planalto era para que a divulgação de todas as delações fossem feitas simultaneamente. Assim o impacto, inclusive sobre seus aliados do Congresso Nacional, seria diluído e o Governo não precisaria responder a uma denúncia por dia.
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