Comissão quer votar PEC do fim da escala 6x1 até 28 de maio
Relator e presidente resistem a compensações para empresas29 Abr 2026 / 08h00

Por: Juliana Rodrigues
Foto: Reprodução | Reuters
- O ex-juiz Sergio Moro já era ministro da Justiça e Segurança Pública no governo de Jair Bolsonaro quando pediu informações sobre a relação entre o Brasil e outros países em acordos de cooperação internacional ao procurador Deltan Dallagnol, então chefe da força-tarefa da Lava Jato. Segundo mensagens vazadas por hackers o pedido foi feito às vésperas da participação de Moro em um debate sobre corrupção e uso da tecnologia no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, em janeiro de 2019. A informação é do UOL. Embora não seja ilegal, a prática evidencia a proximidade de Moro e Deltan revelada por mensagens vazadas, mesmo após o então ministro ter deixado a magistratura. O pedido de Moro, encaminhado pelo então chefe da Lava Jato a um procurador, consta em perícia contratada pela defesa do ex-presidente Lula que foi protocolada no STF. Procurado pela reportagem, o Ministério Público Federal afirmou que os procedimentos da força-tarefa seguiram a lei. Embora não reconheça a autenticidade das mensagens, o órgão diz que os diálogos atribuídos a Deltan não são ilegais. Já a assessoria de Moro disse manter o mesmo posicionamento da semana passada, quando o ex-juiz reiterou que vê "origem ilícita" nas conversas.
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