Para reforçar acusação de corrupção, campanha de Flávio vai chamar presidente de 'pai do Lulinha'
A ideia é usar temas sensíveis que atingem diretamente o eleitor, como as fraudes do INSS e a pauta anti-corrupção
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro definiu chamar o presidente Lula de 'pai do Lulinha' como uma estratégia para atingir os eleitores. A ideia é usar temas sensíveis como fraudes do INSS e anti-corrupção. O filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, foi citado em investigações sobre desvio de recursos de aposentadorias e pensões.
- Lulinha foi também citado em uma operação da Lava Jato em 2019. Sua defesa confirma a relação com um operador do esquema, mas afirma que a relação é de prospecção de negócios legítimos.
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A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) definiu como uma das estratégias a serem lançadas nos próximos dias chamar o presidente Lula de "pai do Lulinha". A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) definiu como uma das estratégias a serem lançadas nos próximos dias chamar o presidente Lula de "pai do Lulinha". A ideia é usar temas sensíveis que atingem diretamente o eleitor, como as fraudes do INSS e a pauta anti-corrupção. Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, foi citado nas investigações que apuram o desvio de recursos de aposentadorias e pensões como um possível elo com Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como principal operador do esquema. A defesa do filho do presidente confirma a relação com Antunes, mas diz que ela se refere à prospecção de negócios comerciais legítimos. As acusações contra Lulinha não se limitam ao INSS. O filho do presidente já foi citado em uma operação no âmbito da Lava Jato, em 2019.
Justiça mantém condenação de empresa por abuso contra empresário em Brumado
Justiça mantém condenação de empresa por abuso contra empresário em Brumado
Empresário foi imobilizado e algemado durante abordagem; tribunal entendeu haver violação de direitos
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A Justiça manteve a condenação da Map Sistemas de Serviços Ltda ao pagamento de R$ 15 mil por danos morais a um empresário do ramo de lava jato em Brumado, no sudoeste da Bahia. A decisão foi proferida pela desembargadora Graça Marina Vieira Furtado, que negou recurso da empresa e manteve integralmente a sentença de primeiro grau.O caso teve origem em 2022, quando o empresário Marcelo Souza relatou ter sido abordado de forma agressiva por funcionários da empresa, após uma discussão envolvendo a emissão de nota fiscal. Segundo os autos, ele foi imobilizado, algemado e ameaçado dentro do próprio estabelecimento comercial. Na decisão, a magistrada afirmou que os registros audiovisuais confirmam a versão apresentada pelo autor e caracterizam conduta desproporcional e injustificada. Para o tribunal, houve violação de direitos da personalidade, como honra e imagem, o que configura dano moral indenizável.A relatora também destacou que a responsabilidade da empresa se estende aos atos praticados por seus funcionários, mesmo fora do estrito exercício da função, quando há vínculo com a atividade. O valor da indenização foi considerado adequado diante da gravidade dos fatos, com caráter compensatório à vítima e pedagógico ao ofensor.
'Não me arrependo de nada', diz Sergio Moro sobre Lava Jato
'Não me arrependo de nada', diz Sergio Moro sobre Lava Jato
Por: Juliana Rodrigues
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- O ex-juiz Sergio Moro afirmou ontem (28) não ter arrependimentos por seu trabalho no âmbito da Lava Jato, apesar de sua atuação no caso do ex-presidente Lula ter sido considerada parcial em decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi dada durante uma live promovida pelo grupo Parlatório, com a presença de empresários e políticos. A informação é da Folha. “Não me arrependo de nada. Pelo contrário. Tenho muito orgulho do que foi feito na Operação Lava Jato”, afirmou. O ex-ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro admitiu a possibilidade de erros na Lava Jato, mas não propositais. “Pode ter tido algum erro aqui ou ali. Mas algum abuso, algo intencional? Nada”, disse. Moro ainda avaliou ser necessário desmistificar a narrativa de criminalização da política por parte da Lava Jato. "O que havia são pessoas que receberam ou que pagaram suborno", afirmou.
Fachin anula processos contra Lula relacionados à Operação Lava Jato; ex-presidente volta a ser elegível
Por: Geovana Oliveira
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- O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou hoje (8) todos os processos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Justiça Federal do Paraná relacionadas às investigações da Operação Lava Jato. Com a decisão, o ex-presidente volta a ser elegível. O habeas corpus contemplado por Fachin foi apresentado pelos advogados Cristiano Zanin e Valeska Martins em 3 de novembro de 2020. No documento, Fachin declara a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para julgar quatro processos que envolvem Lula – o do triplex, o do sítio de Atibaia, o do Instituto Lula e o de doações para o mesmo instituto.
Gilmar diz que Lava Jato prendeu Lula, apoiou eleição de Bolsonaro e integrou governo
Por: Juliana Rodrigues
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- O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, disse ontem (15), em entrevista à BBC News Brasil, que a Operação Lava Jato "apoiou a eleição de Jair Bolsonaro", "tentou interferir" no resultado eleitoral e "agiu para perturbar o país" durante a gestão de Michel Temer. A poucos dias de liberar para julgamento a ação em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pede a anulação da sua condenação no caso do Tríplex do Guarujá, Gilmar Mendes também afirmou que o ex-juiz federal e ex-ministro da Justiça Sergio Moro "fez tudo o que não condiz" com o que se espera da relação entre juiz e Ministério Público numa investigação criminal. "A Lava Jato tinha candidato e tinha programa no processo eleitoral", disse Mendes. "Primeiro a Lava Jato atua na prisão do Lula. Prestes à eleição, a Lava Jato divulga o chamado depoimento ou delação do Palocci, tentando influenciar o processo eleitoral. Depois, o Moro vai para o governo Bolsonaro, portanto eles não só apoiaram como depois passam a integrar o governo Bolsonaro", exemplificou o ministro. Questionado se uma eventual anulação da condenação de Lula não poderia levar a um efeito cascata, beneficiando os demais réus da Lava Jato, o ministro do STF disse que cada caso será analisado individualmente. Segundo ele, no entanto, condenações que se basearam na colaboração informal entre procuradores da Lava Jato e autoridades estrangeiras podem ser reavaliadas.
Moro pediu ajuda à Lava Jato quando já era ministro, indicam mensagens
Moro pediu ajuda à Lava Jato quando já era ministro, indicam mensagens
Por: Juliana Rodrigues
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Foto: Reprodução | Reuters
- O ex-juiz Sergio Moro já era ministro da Justiça e Segurança Pública no governo de Jair Bolsonaro quando pediu informações sobre a relação entre o Brasil e outros países em acordos de cooperação internacional ao procurador Deltan Dallagnol, então chefe da força-tarefa da Lava Jato. Segundo mensagens vazadas por hackers o pedido foi feito às vésperas da participação de Moro em um debate sobre corrupção e uso da tecnologia no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, em janeiro de 2019. A informação é do UOL. Embora não seja ilegal, a prática evidencia a proximidade de Moro e Deltan revelada por mensagens vazadas, mesmo após o então ministro ter deixado a magistratura. O pedido de Moro, encaminhado pelo então chefe da Lava Jato a um procurador, consta em perícia contratada pela defesa do ex-presidente Lula que foi protocolada no STF. Procurado pela reportagem, o Ministério Público Federal afirmou que os procedimentos da força-tarefa seguiram a lei. Embora não reconheça a autenticidade das mensagens, o órgão diz que os diálogos atribuídos a Deltan não são ilegais. Já a assessoria de Moro disse manter o mesmo posicionamento da semana passada, quando o ex-juiz reiterou que vê "origem ilícita" nas conversas.
Turma do STJ decide por libertar Temer e coronel Lima
Turma do STJ decide por libertar Temer e coronel Lima
Por: Alexandre Galvão
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“Não há razão concreta para se impor a prisão preventiva, uma vez que não há risco à ordem”, anotou Laurita Vaz
O ex-presidente Michel Temer (MDB) deixará a prisão. A decisão foi tomada hoje (14) pela Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça. Após o voto do relator pela liberdade do emedebista, a ministra Laurita Vaz também acompanhou a tese do habeas corpus do ex-morador do Palácio do Planalto e do seu amigo, o coronel Lima. Como a turma é composta por quatro membros, com dois votos a favor, Temer deve ser solto, uma vez que mesmo que os outros dois votos sejam contrários ao seu pedido, vale o in dubio pro reo – expressão latina que significa literalmente na dúvida, a favor do ré. “Não há razão concreta para se impor a prisão preventiva, uma vez que não há risco à ordem”, anotou Laurita. Antes, no entanto, a ministra disse que o Brasil precisa “ser passado à limpo”. “Entretanto essa luta não pode virar caça às bruxas com tochas nas mãos, buscando culpados sem os cuidados com os princípios. É dever do Judiciário garantir para todos os acusados o devido processo legal. Todo cidadão, tem a favor de si a presunção de inocência. O que lhes assegura o direito de responder ao processo em liberdade”.Temer é suspeito de liderar uma organização criminosa que, segundo o Ministério Público, teria negociado propina nas obras da usina nuclear de Angra 3, operada pela Eletronuclear. O ex-presidente é acusado de ter cometido os crimes de corrupção, peculato e lavagem de dinheiro.De acordo com a Exame, a Sexta Turma é considerada mais “garantista” e menos “linha dura” que a Quinta Turma do STJ, que manteve a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do triplex do Guarujá, mas reduziu sua pena de 12 anos e 1 mês de prisão para 8 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão.























