Por unanimidade, TSE rejeita cassação de mandato de Sergio Moro
Decisão foi tomada nesta terça-feira (21) após rejeição dos recursos apresentados
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- O Tribunal Superior Eleitoral rejeitou, por sete votos a zero, a cassação do mandato do senador Sergio Moro (União). A decisão foi tomada nesta terça-feira (21) e o voto do relator, ministro Floriano de Azevedo Marques, prevaleceu. Os magistrados chegaram ao entendimento de que não houve provas de abuso de poder econômico, uso indevido dos meios de comunicação e caixa dois na pré-campanha a presidência do político em 2022. Segundo o relator, os gastos do parlamentar durante a campanha contrariaram o discurso dele como candidato, mas não configuraram crime. Os ministros André Ramos Tavares, Cármen Lúcia, Kassio Nunes Marques, Raul Araújo, Isabel Gallotti e Alexandre de Moraes, que deixa o TSE em 3 semanas, o acompanharam. Após a decisão do tribunal, Moro publicou um texto em uma de suas redes socias. Ele comemorou a decisão e disse ainda que os votos que recebeu durante sua eleição ao Senado foram respeitados. "Os boatos sobre a cassação de meu mandato foram exagerados. Em julgamento unânime, técnico e independente, o TSE rejeitou as ações que buscavam, com mentiras e falsidades, a cassação do meu mandato. Foram respeitadas a soberania popular e os votos de quase dois milhões de paranaenses".
PL e PT recorrem de decisão do TRE-PR que absolveu Sergio Moro
O parlamentar pode manter o mandato de senador
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- O PL e o PT entraram com recursos, protocolados nesta segunda-feira (22), para recorrer da decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) de absolver o senador Sérgio Moro (União Brasil). O parlamentar foi acusado de abuso do poder econômico durante a pré-campanha eleitoral de 2022. Após analisar duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) que pediam a cassação de Moro, o TRE-PR decidiu absolver o senador pelo placar de 5 a 2 no início de abril, dia 9. Os sete desembargadores analisaram as ações protocoladas em novembro de 2022 pelo PL e a Federação Brasil da Esperança — formada pelo PT, PCdoB e PV —, que acusam Moro e os suplentes Luis Felipe Cunha e Ricardo Guerra de irregularidades. A chapa de Moro foi acusada de caixa dois, utilização indevida de meios de comunicação social, além de abuso de poder econômico.
Julgamento que pode cassar mandato de Sergio Moro começa nesta segunda-feira
Acusações de abuso de poder econômico, uso de caixa dois e utilização indevida de meios de comunicação durante a pré-campanha de 2022 pesam contra ele
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) começa a julgar, nesta segunda-feira (1º), uma série de ações que podem resultar na cassação do mandato do senador Sergio Moro (União-PR). Além desta segunda, o TRE também reservou a quarta-feira (3) e o dia 8 de abril para o julgamento dos processos. A data exata da conclusão vai depender da velocidade dos votos da corte, ou seja, o julgamento tanto pode durar os três dias, como pode terminar antes. Há acusações de abuso de poder econômico, arrecadação e gastos eleitorais ilícitos e mau uso dos meios de comunicação. Essas ações teriam ocorrido no período em que antecedeu as eleições de 2022, pleito no qual Moro se elegeu senador com mais de 1,9 milhão de votos. O TRE é composto por sete membros, e cada um vai ler seu voto, justificar e apontar todas as condições legais para a conclusão dos desembargadores. A depender do resultado e da apresentação de recursos, os processos podem chegar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ex-juiz, inclusive, corre o risco de ser declarado inelegível por oito anos.
Ao criticar Enem, Moro erra sigla e é alvo de críticas nas redes sociais
Declaração do senador apontou que a prova era "mal redigida" e sem objetividade
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- O senador Sergio Moro (União) se tornou alvo de críticas nas redes sociais após criticar a formulação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e errar a grafia do exame. Em uma publicação na qual disse que o Enem era "mal redigido", o ex-juiz federal da operação Lava Jato chamou a prova de "ENEN". "Tenho pena dos estudantes brasileiros. A prova do ENEN, além de abusar da doutrinação ideológica, é confusa e mal redigida. Qual é o problema em formular questões e respostas de forma clara, direta e objetiva?", escreveu. O posicionamento ganhou grande repercussão na redes sociais e foi comentado por políticos como o deputado federal André Janones (Avante): "Provas não são seu forte, né?", ironizou o parlamentar em alusão às provas anuladas da operação Lava Jato.
Após Dallagnol, Moro será próximo a ter mandato cassado, acreditam adversários
Senador é alvo de processo movido pelo PL por suposta prática de Caixa 2
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Lula Marques
- O senador e ex-juiz Sergio Moro (União) pode ter o mandato cassado até o fim deste ano. É o que acreditam adversários políticos de parlamentar, ouvidos pelo Estadão. Moro é alvo de um processo movido pelo PL por suposta prática de Caixa 2, que tramita no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE). O PL diz que o caso é semelhante ao da ex-senadora Selma Arruda, que teve o mandato cassado, em 2020, por gastos sem a devida contabilização, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ex-juíza, ela ganhou o apelido “Moro de saias” pelo histórico de decisões em casos de corrupção em Mato Grosso. A suspeita da possibilidade da perda do mandato de Moro aumentou após o TSE de cassar o mandato de Deltan Dallagnol nesta terça-feira (16). Preso e condenado pela Lava Jato, o ex-deputado Eduardo Cunha (MDB) afirmou que “Deltan pode trabalhar no gabinete do Moro, mas terá uns seis meses de emprego até a cassação do colega”. Crítica - Moro afirmou ter ficado estarrecido com a cassação do mandato de Dallagnol, ex-coordenador da força-tarefa da operação. "É com muita tristeza que recebo a informação da cassação do mandato de deputado federal do @deltanmd. Estou estarrecido por ver fora do Parlamento uma voz honesta na política que sempre esteve em busca de melhorias para o povo brasileiro. Perde a política. Minha solidariedade aos eleitores do Paraná e aos cidadãos do Brasil", escreveu Moro em rede social.
Em Moro, imprensa reedita Collor, mas sem a beleza, oratória, voz e simpatia do caçador de marajás
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- Em um dos seus clássicos, Cazuza diz vê o “futuro repetir o passado”. E é exatamente assim que a imprensa brasileira tem se comportado ao querer alçar o ex-juiz Sergio Moro, recém filiado ao Podemos, a condição de um novo salvador da pátria, o mesmo feito com Fernando Collor, que ficou conhecido à época como “caçador de marajás”. Apesar da similitude do mote moral de ambos, já que o ex-juiz de voz de taquara rachada tenta se vender como bastião impoluto do que há de mais moral e ético, do ponto de vista do marketing eleitoral, a diferença entre o ex-presidente Collor e Moro é simplesmente abissal. A começar pela própria composição de imagem, que no caso de Collor, tinha uma postura imponente e altiva, de voz firme e, por assim dizer, radiofônica, com um penteado sempre impecável, em suma, com uma aparência que fazia lembrar um galã de filmes italiano, enquanto Moro, em seus ternos desajustados, de estatura corporal pouco atrativa, além da voz, principal ferramenta de comunicação de um político, que faz lembrar, de fato, um pato, e o com o carisma semelhante a de uma azeitona fora do pote. Parâmetros estéticos à parte, o certo é que desde Collor, nunca se viu um frenesi tão grande em torno de um possível presidenciável por parte da grande mídia, que sem qualquer pudor e desfaçatez, está em campanha e torcida aberta por Moro. Nesta sexta-feira (10), por exemplo, a jornalista Eliane Cantanhêde, que é talvez a morista mais empolgada, escreveu no Estadão, que Moro pode ser mortal contra Lula no segundo turno, além de ter dito recentemente que o paranaense é a “nova onda”, que o segundo turno para Moro, ainda é algo que não pode ser visto no horizonte. Outro veículo de comunicação que também já abraçou a campanha do ex-chefe da 13ª vara de Curitiba, não podia ser outro, senão a Rede Globo. Em entrevista recente, Pedro Bial, que comanda uma espécie de talk show na emissora carioca, chegou a tecer loas a voz de pato de Moro, dizendo que estava melhor, já que o ex-toga está fazendo sessões com uma renomada fonoaudióloga. E para fechar com chave de ouro, a revista Veja, só falta mesmo pedir votos. Em uma de suas chamadas, quando mencionou uma pesquisa de intenções de voto para 2022, em que Lula vence no primeiro turno, com Bolsonaro em segundo lugar, com o dobro de intenções de voto para Moro, ocultou o protagonismo do líder ao ressaltar que Sergio Moro se consolida como aquilo que convencionou-se chamar de terceira via. Enfim, o agora político Moro, além de ser totalmente antipático aos olhos dos eleitores, com exceção dos bolsonaristas arrependidos e dos viúvos da Lava Jato, dada a sua falta de carisma, é raso em relação a conhecer os problemas econômicos do país, temática que deverá nortear o pleito de 22, quando disse que para resolver o problemas da pobreza e da economia, bastava criar empregos, mas sem especificar como, entre outras bravatas. No entanto, no que depender da torcida e empenho da imprensa brasileira, Moro e sua ‘conja’ já podem se preparar para mudarem para o Palácio do Planalto em 2023.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Sudoeste Bahia.
MPF processa União por danos causados pela Lava Jato e Sergio Moro
Ação afirma que o então magistrado atuou de modo parcial e inquisitivo
Por: Luciane Freire
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | EFE
- O Ministério Público Federal (MPF) em Mossoró, no Rio Grande do Norte, ajuizou uma ação civil pública contra a União por "danos morais coletivos causados pela atuação antidemocrática" do ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro na condução da Operação Lava Jato. A ação afirma que o então magistrado atuou de modo parcial e inquisitivo, influenciando indevidamente as eleições de 2018 e o processo de impeachment de Dilma Rousseff (PT). "A operação como um todo, da maneira como desenvolvida em Curitiba, influenciou de modo inconstitucional o processo de impeachment de 2016", diz o Ministério Público Federal de Mossoró. A avaliação do MPF ainda diz que Moro usou atos processuais para influenciar as eleições de 2018, criando fatos políticos a partir do levantamento de sigilo da delação de Antonio Palocci dias antes do primeiro turno do pleito.
'Não me arrependo de nada', diz Sergio Moro sobre Lava Jato
Por: Juliana Rodrigues
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | AFP
- O ex-juiz Sergio Moro afirmou ontem (28) não ter arrependimentos por seu trabalho no âmbito da Lava Jato, apesar de sua atuação no caso do ex-presidente Lula ter sido considerada parcial em decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi dada durante uma live promovida pelo grupo Parlatório, com a presença de empresários e políticos. A informação é da Folha. “Não me arrependo de nada. Pelo contrário. Tenho muito orgulho do que foi feito na Operação Lava Jato”, afirmou. O ex-ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro admitiu a possibilidade de erros na Lava Jato, mas não propositais. “Pode ter tido algum erro aqui ou ali. Mas algum abuso, algo intencional? Nada”, disse. Moro ainda avaliou ser necessário desmistificar a narrativa de criminalização da política por parte da Lava Jato. "O que havia são pessoas que receberam ou que pagaram suborno", afirmou.
Moro pediu ajuda à Lava Jato quando já era ministro, indicam mensagens
Por: Juliana Rodrigues
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Reuters
- O ex-juiz Sergio Moro já era ministro da Justiça e Segurança Pública no governo de Jair Bolsonaro quando pediu informações sobre a relação entre o Brasil e outros países em acordos de cooperação internacional ao procurador Deltan Dallagnol, então chefe da força-tarefa da Lava Jato. Segundo mensagens vazadas por hackers o pedido foi feito às vésperas da participação de Moro em um debate sobre corrupção e uso da tecnologia no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, em janeiro de 2019. A informação é do UOL. Embora não seja ilegal, a prática evidencia a proximidade de Moro e Deltan revelada por mensagens vazadas, mesmo após o então ministro ter deixado a magistratura. O pedido de Moro, encaminhado pelo então chefe da Lava Jato a um procurador, consta em perícia contratada pela defesa do ex-presidente Lula que foi protocolada no STF. Procurado pela reportagem, o Ministério Público Federal afirmou que os procedimentos da força-tarefa seguiram a lei. Embora não reconheça a autenticidade das mensagens, o órgão diz que os diálogos atribuídos a Deltan não são ilegais. Já a assessoria de Moro disse manter o mesmo posicionamento da semana passada, quando o ex-juiz reiterou que vê "origem ilícita" nas conversas.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Lula Marques | Agência PT
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, rejeitou nesta quinta-feira (03) o pedido da defesa do ex-presidente Lula (PT) para suspender na Justiça Federal do Paraná processo contra ele sobre a reforma de um sítio em Atibaia. De acordo com Andrea Sadi, do G1, o ministro entendeu que o pedido “desbordou” o que foi decidido pela Segunda Turma, de retirar trechos das delações da Odebrecht do Paraná. Toffoli foi escolhido relator do tema por "prevenção", uma vez que foi o voto vencedor no julgamento da semana passada. Na ocasião, a Segunda Turma do STF decidiu retirar do juiz Sérgio Moro e enviar para Justiça Federal de São Paulo trechos das delações premiadas de ex-executivos da Odebrecht sobre o sítio e sobre suspeitas de irregularidades na instalação do Instituto Lula.
Moro determina prisão do ex-presidente Lula; leia a íntegra do despacho
Por: Matheus Simoni
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Paulo Whitaker | Reuters
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) autorizou nesta quinta-feira (5) que o juiz federal Sérgio Moro, da Justiça Federal no Paraná, execute a pena do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado em segunda instância a 12 anos e 1 mês de prisão. Com a medida, o magistrado já determinou que o petista seja preso imediatamente, mas deu prazo até amanhã (6), às 5h tarde, para ele se apresentar "voluntariamente" à Polícia Federal em Curitiba, base da Operação Lava Jato. “Relativamente ao condenado e ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, concedo-lhe, em atenção à dignidade cargo que ocupou, a oportunidade de apresentar-se voluntariamente à Polícia Federal em Curitiba até as 17:00 do dia 06/04/2018, quando deverá ser cumprido o mandado de prisão”, anotou. Leia a íntegra do despacho de Sergio Moro.
Nova sentença de Moro contra Lula sai ainda este semestre
Por: Alexandre Galvão
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
Nova decisão do juiz Sérgio Moro contra o ex-presidente Lula deve ser publicada ainda este semestre. De acordo com a coluna Estadão, a Justiça do Paraná vai abrir nos próximos dias prazo para as alegações finais. Essa etapa dura, em média, 30 dias e é seguida da sentença. Neste processo, Lula é acusado de receber como propina da Odebrecht um terreno onde seria construída a nova sede do Instituto Lula e uma cobertura vizinha ao apartamento dele, em São Bernardo do Campo (SP). A defesa de Lula tem negado as acusações de recebimento de propina. No caso do apartamento vizinho ao de Lula em São Bernardo, apresentou recibos de aluguel.























