Comissão quer votar PEC do fim da escala 6x1 até 28 de maio
Relator e presidente resistem a compensações para empresas29 Abr 2026 / 08h00

Foto: Reprodução | Redes Sociais
- O Facebook retirou do ar neste domingo (24) uma transmissão ao vivo em que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) associa a vacina contra a Covid-19 com casos de Aids. A afirmação foi feita durante transmissão da live semanal na última quinta-feira (21). É a primeira vez, no entanto, que as redes comandadas por Mark Zuckerberg decidem restringir conteúdo do presidente. O vídeo não está mais disponível nem no Facebook nem no Instagram. De acordo com porta-voz da companhias, o motivo para a exclusão foram as políticas da empresa relacionadas ao imunizante anti. "Nossas políticas não permitem alegações de que as vacinas de Covid-19 matam ou podem causar danos graves às pessoas." Em sua live semanal, Bolsonaro leu uma suposta notícia que alertava que "vacinados [contra a Covid] estão desenvolvendo a síndrome da imunodeficiência adquirida [Aids]". Médicos, no entanto, afirmam que a associação entre o imunizante contra o coronavírus e a transmissão do HIV, o vírus da Aids, é falsa, inexistente e absurda.
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