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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- O Facebook retirou do ar neste domingo (24) uma transmissão ao vivo em que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) associa a vacina contra a Covid-19 com casos de Aids. A afirmação foi feita durante transmissão da live semanal na última quinta-feira (21). É a primeira vez, no entanto, que as redes comandadas por Mark Zuckerberg decidem restringir conteúdo do presidente. O vídeo não está mais disponível nem no Facebook nem no Instagram. De acordo com porta-voz da companhias, o motivo para a exclusão foram as políticas da empresa relacionadas ao imunizante anti. "Nossas políticas não permitem alegações de que as vacinas de Covid-19 matam ou podem causar danos graves às pessoas." Em sua live semanal, Bolsonaro leu uma suposta notícia que alertava que "vacinados [contra a Covid] estão desenvolvendo a síndrome da imunodeficiência adquirida [Aids]". Médicos, no entanto, afirmam que a associação entre o imunizante contra o coronavírus e a transmissão do HIV, o vírus da Aids, é falsa, inexistente e absurda.
Rui assina carta em que governadores desmentem Bolsonaro sobre alta da gasolina
Gestores rebatem acusação de que seriam eles os responsáveis pelo aumento no preço dos combustíveis nos estados
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O governador da Bahia, Rui Costa (PT), e outros 19 chefes de Executivos estaduais assinam uma carta em que desmentem as acusações do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de que seriam eles os responsáveis pelo aumento no preço dos combustíveis nos estados. “Os governadores dos entes federados brasileiros signatários vêm a público esclarecer que, nos últimos 12 meses, o preço da gasolina registrou um aumento superior a 40%, embora nenhum estado tenha aumentado o ICMS incidente sobre os combustíveis ao longo desse período”, afirmam os gestores. "Essa é a maior prova de que se trata de um problema nacional, e, não somente, de uma unidade federativa. Falar a verdade é o primeiro passo para resolver um problema", acrescentam no documento. A manifestação reuniu governadores de diferentes partidos, como Flávio Dino (PSB-MA), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Cláudio Castro (PL-RJ), Romeu Zema (Novo-MG), Eduardo Leite (PSDB-RS) e Ibaneis Rocha (MDB-DF). Bolsonaro tem sido constantemente cobrado pelo alto valor dos combustíveis e do gás de cozinha, que tiveram aumentos recorde desde o ano passado. Em alguns locais, o litro da gasolina já chega a R$ 7, enquanto o botijão de gás de cozinha está em torno de R$ 100. O presidente costuma culpar a política de aumentos do ICMS, aplicada pelos governadores, ao apontá-la como principal fator de alta no preço dos combustíveis, uma argumentação que foi contestada por deputados em audiência na semana passada.























