Ministério da Saúde envia 2,2 milhões de doses contra covid-19 aos estados
Com nova remessa, total distribuído em 2026 chega a 6,3 milhões de doses; imunização prioriza grupos vulneráveis
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O Ministério da Saúde informou na quinta-feira (16) o envio de 2,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal. Segundo a pasta, a medida garante estoque suficiente para atender às demandas regionais. Com a nova remessa, o total distribuído nos primeiros meses de 2026 chega a 6,3 milhões de doses.Em nota, o ministério afirmou que os estoques estão assegurados em todo o país. As vacinas disponibilizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizadas para as cepas em circulação e têm aplicação prioritária em grupos mais vulneráveis.A pasta é responsável pela compra e envio dos imunizantes. Já a distribuição local, armazenamento e aplicação ficam sob responsabilidade de estados e municípios. Entre janeiro e março, foram enviadas 4,1 milhões de doses, das quais cerca de 2 milhões já foram aplicadas.De acordo com o ministério, a nova remessa dá continuidade ao envio regular e reforça a estratégia de ampliação da cobertura vacinal no país. A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal.SERVIÇO | QUEM DEVE SE VACINAR: Idosos (60+): duas doses, com intervalo de seis meses; Gestantes: uma dose por gestação; Crianças (6 meses a menores de 5 anos): duas ou três doses; Imunocomprometidos: esquema com três doses + reforços semestrais; População geral (5 a 59 anos): uma dose para não vacinados. Também fazem parte do público prioritário profissionais de saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência, povos indígenas, quilombolas, população privada de liberdade e pessoas em situação de rua.
Anvisa desmente boatos e reforça segurança da vacina da gripe
Órgão afirma que imunizante é seguro e destaca risco real da doença, como internações e mortes
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária reforçou a segurança da vacina contra a gripe após a circulação de informações falsas durante a campanha nacional de imunização, iniciada no último sábado (28). Segundo o órgão, o imunizante aplicado pelo Sistema Único de Saúde é seguro, eficaz e passa por rigorosos testes antes de ser disponibilizado à população. A agência destacou que a desinformação pode comprometer a adesão à campanha, considerada essencial para reduzir internações e mortes, sobretudo entre idosos, crianças e gestantes.Entre os principais boatos, está a alegação de que o timerosal — composto que contém mercúrio — seria prejudicial à saúde. A Anvisa esclarece que a substância é utilizada em quantidades mínimas como conservante e é eliminada rapidamente pelo organismo, sem causar danos. Outro ponto abordado envolve o uso do octoxinol-10 (Triton X-100), apontado falsamente como causador de doenças graves. De acordo com a agência, a substância é empregada no processo de fabricação para inativar o vírus e permanece apenas em níveis residuais, sem risco à saúde.Também foram desmentidas informações sobre o formaldeído. A Anvisa explica que o corpo humano já produz naturalmente essa substância e que, nas vacinas, ela está presente em quantidades muito inferiores às consideradas nocivas. O órgão reforça que o principal risco está na própria gripe, que pode evoluir para quadros graves, como pneumonia, e levar à morte. A recomendação é que a população procure os postos de saúde e se imunize.
Vacina do Butantan mantém proteção contra dengue por pelo menos cinco anos, aponta estudo
Pesquisa acompanhou mais de 16 mil voluntários e aponta eficácia de 65% contra casos sintomáticos e proteção superior a 80% contra formas graves da doença.
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Uma nova análise de longo prazo da vacina contra dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan indica que uma única dose do imunizante mantém proteção por pelo menos cinco anos e reduz de forma significativa o risco de casos graves da doença.Os resultados foram publicados na revista científica Nature Medicine e fazem parte do acompanhamento de um ensaio clínico de fase 3 realizado no Brasil.O estudo monitorou mais de 16 mil participantes com idades entre 2 e 59 anos. Após cinco anos de acompanhamento, a eficácia geral da vacina foi estimada em 65% contra dengue sintomática confirmada por exames laboratoriais.Quando analisados apenas os casos graves ou com sinais de alarme, a proteção foi ainda maior: 80,5%.A pesquisa também apontou eficácia tanto em pessoas que já haviam sido infectadas pelo vírus quanto naquelas sem histórico de dengue. Entre indivíduos com infecção prévia, a eficácia foi de 77,1%. Já entre participantes sem contato anterior com o vírus, a taxa ficou em 58,9%.Segundo especialistas, o resultado reforça o papel da vacinação na redução de hospitalizações e mortes pela doença.Para o infectologista Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, esse padrão é comum em imunizantes contra doenças virais.“O principal objetivo das vacinas é evitar as formas mais graves da doença. A eficácia costuma ser maior justamente nesses desfechos”, afirma.Durante o período de acompanhamento do estudo, nenhum caso de dengue grave foi registrado entre participantes vacinados, enquanto episódios da forma grave ocorreram no grupo que recebeu placebo.Desafio dos quatro sorotipos:A dengue é causada por quatro sorotipos diferentes do vírus: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4.A vacina do Butantan foi desenvolvida para proteger contra todos eles. No entanto, durante o período do ensaio clínico no Brasil, apenas dois tipos circularam com maior intensidade — DENV-1 e DENV-2.Por isso, a pesquisa não conseguiu medir diretamente a proteção contra os sorotipos 3 e 4. Ainda assim, estudos laboratoriais indicam produção de anticorpos contra os quatro tipos do vírus.Segurança monitorada:Outro foco do estudo foi a avaliação de segurança da vacina.A dengue possui um fenômeno chamado aumento dependente de anticorpos, que pode tornar uma segunda infecção mais grave. Por essa razão, especialistas consideram essencial acompanhar os efeitos da vacina por vários anos.Segundo os pesquisadores, os eventos adversos graves ocorreram em proporções semelhantes entre o grupo vacinado e o grupo que recebeu placebo, sem sinais de risco adicional associado ao imunizante.Combate ao mosquito segue essencial:Apesar dos avanços na vacinação, especialistas alertam que o controle do mosquito transmissor continua sendo fundamental.A dengue é transmitida pelo Aedes aegypti, e nenhum imunizante oferece proteção total contra a doença.De acordo com Kfouri, a combinação entre vacinação e controle do vetor é a estratégia mais eficaz para reduzir a transmissão do vírus.
SUS libera vacina contra bronquiolite para bebês de risco
Imunizante nirsevimabe será aplicado em bebês prematuros e com comorbidades a partir deste mês.
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O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a disponibilizar, a partir deste mês, a vacina contra a bronquiolite para bebês prematuros e crianças com comorbidades. O imunizante oferecido é o nirsevimabe, indicado para a prevenção do Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal causador da doença. Segundo o Ministério da Saúde, o nirsevimabe é um anticorpo monoclonal que oferece proteção imediata, sem a necessidade de estimular o organismo do bebê a produzir anticorpos.São considerados prematuros os bebês nascidos com menos de 37 semanas de gestação. Também poderão receber a dose crianças de até 2 anos com condições como doença pulmonar crônica da prematuridade, cardiopatias congênitas, anomalias das vias aéreas, doenças neuromusculares, fibrose cística, imunodeficiência grave e síndrome de Down. De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, 300 mil doses já foram distribuídas para estados e municípios.O SUS também mantém a vacinação de gestantes contra o VSR a partir da 28ª semana de gravidez, estratégia que protege o bebê desde o nascimento. O VSR responde por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e 40% das pneumonias em crianças menores de dois anos. Em 2025, até 22 de novembro, o Brasil registrou 43,2 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus. Desse total, 82,5% das internações ocorreram em crianças com menos de dois anos.Não há tratamento específico para a bronquiolite. O atendimento é baseado em medidas de suporte, como hidratação, oxigênio e controle dos sintomas respiratórios.
SUS vai vacinar 1,1 milhão de profissionais contra dengue
Imunização começa em 9 de fevereiro para equipes da atenção primária e terá dose única, com tecnologia 100% brasileira.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou neste domingo (18) que cerca de 1,1 milhão de profissionais da atenção primária à saúde serão vacinados contra a dengue a partir de 9 de fevereiro com a Butantan-DV, vacina de dose única desenvolvida no Brasil. O público-alvo inclui médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários e equipes multiprofissionais das unidades básicas de saúde, que fazem o primeiro atendimento a pacientes com suspeita da doença.A vacinação será viabilizada com a entrega de novas doses pelo Instituto Butantan, que deve fornecer até 31 de janeiro cerca de 1,1 milhão de unidades do imunizante ao Ministério da Saúde. Segundo Padilha, a Butantan-DV protege contra os quatro sorotipos da dengue. Estudos apontam eficácia global de 74%, redução de 91% dos casos graves e 100% de proteção contra hospitalização.O governo federal informou que pretende ampliar gradualmente a vacinação para a população de 15 a 59 anos. Para acelerar a produção, o Instituto Butantan firmou parceria de transferência de tecnologia com a empresa chinesa WuXi Vaccines, com expectativa de fabricar entre 25 e 30 milhões de doses ainda neste ano. Já para o público de 10 a 14 anos, o SUS seguirá oferecendo a vacina japonesa QDenga, de duas doses. O ministro anunciou a ampliação da distribuição para todos os municípios brasileiros após a compra de 18 milhões de doses da farmacêutica Takeda, com entregas previstas para 2026 e 2027.
Campanha Nacional de Multivacinação imuniza mais de 7 milhões de crianças e adolescentes
Ação mobilizou todo o país por quase um mês e reforçou a importância da atualização da caderneta vacinal de crianças e adolescentes.
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Foto: Tânia Rêgo | Agência Brasil
O Governo Federal encerra nesta sexta-feira (31) a Campanha Nacional de Multivacinação, realizada ao longo de 26 dias em todo o país. A iniciativa teve como objetivo atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes de até 15 anos. Durante o período da mobilização, mais de 7 milhões de doses foram aplicadas, sendo 1 milhão somente no Dia D, em 18 de outubro. Apesar do fim da campanha, o Ministério da Saúde reforça que a vacinação de rotina segue disponível nas unidades de saúde de todos os municípios.Neste ano, o governo federal distribuiu mais de 22 milhões de doses de vacinas do Calendário Nacional de Imunização a estados e municípios. O envio tem o propósito de garantir o abastecimento e fortalecer a proteção contra doenças imunopreveníveis, como poliomielite, sarampo e difteria.
Toda população acima de 6 meses já pode ser vacinada contra influenza
Este anúncio marca o avanço na estratégia de imunização contra uma das doenças respiratórias mais comuns e potencialmente graves
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Alberto Coutinho | Gov/BA
- Em um movimento para fortalecer a luta contra a gripe em todo o Brasil, o Ministério da Saúde anunciou no 1° de maio a ampliação na campanha de vacinação contra a Influenza. A partir de agora, a vacinação é recomendada para toda a população a partir dos 6 meses de idade. Este anúncio marca o avanço na estratégia de imunização contra uma das doenças respiratórias mais comuns e potencialmente graves. Em sintonia com a decisão, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) montou um stand defronte ao Farol da Barra, na capital baiana, em virtude das comemorações do Dia do Trabalhador para imunizar quem estivesse no local. A expectativa é aplicar cerca de três mil doses do imunizante contra a Influenza, além da vacina bivalente, que combate a Covid-19. Moradora de Salvador, a corredora Daiana Lima, de 41 anos, não perdeu tempo e garantiu a imunização. “Achei uma iniciativa muito bacana e aproveitei para atualizar meu calendário de vacinação. O Governo da Bahia acertou em cheio”, comemorou. Historicamente, a vacinação contra a gripe era prioritariamente destinada a grupos considerados de risco, como idosos, gestantes, puérperas, e indivíduos com condições de saúde específicas. Na avaliação da secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana, “a decisão ministerial de expandir o alcance da vacina reflete uma análise cuidadosa da situação epidemiológica atual e da disponibilidade de vacinas”. A titular da pasta estadual da Saúde também ressalta que, além de continuar a vacinar os grupos prioritários, esta ampliação visa reduzir os atendimentos ambulatoriais, internações e absenteísmo durante os meses de outono e inverno, períodos em que doenças de transmissão respiratória são mais frequentes. Dados da diretoria de Vigilância Epidemiológica da Bahia mostram que, somente em 2024, foram notificados 3.259 casos de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) hospitalizados, um aumento superior a 11,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Na Bahia, a cobertura vacinal para Influenza gira em torno de 18,5%, com 886.592 doses aplicadas.
Estado e municípios trabalham para que vacinas contra dengue sejam todas utilizadas
Até o momento, o estado recebeu 170.469 doses de vacina contra a dengue, sendo que 120.022 deste total tem vencimento no dia 30 de abril
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Sesab
- A Secretaria da Saúde do Estado tem trabalhado juntamente com os municípios para que todas as 16.325 doses de vacina contra a dengue com validade até o dia 30 de abril, que ainda não foram aplicadas, sejam utilizadas. O público-alvo prioritário contempla a faixa etária de 6 a 16 anos, sendo liberada a aplicação em pessoas de 4 a 59 anos, caso não haja adesão do público-alvo. A parceria, que conta também com o Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde da Bahia, tem desenvolvido iniciativas de incentivo de vacinação com realização de campanhas e também busca ativa. Até o momento, o estado recebeu 170.469 doses de vacina contra a dengue, sendo que 120.022 deste total tem vencimento no dia 30 de abril. Ao todo, considerando todos os lotes, 122.680 já foram administradas. Em 2024, no período até o dia 20 de abril, foram notificados 153.404 casos prováveis de dengue no estado. No mesmo período de 2023, foram notificados 19.106 casos prováveis, o que representa um incremento de 702,9%. Vitória da Conquista segue liderando o número de casos, com 24.111, seguida por Salvador, com 6.796, e Feira de Santana, com 6.239 casos prováveis da doença. A Bahia possui uma taxa de letalidade de 2,9%, menor do que a média nacional. Ao todo, foram confirmados 47 óbitos por dengue nos municípios de Vitória da Conquista (10), Jacaraci (4), Juazeiro (4), Feira de Santana (3), Piripá (3), Barra do Choça (2), Caetité (2), Coaraci (2), Santo Antônio de Jesus (2), Bom Jesus da Lapa (1), Caculé (1), Caetanos (1), Campo Formoso (1), Carinhanha (1), Encruzilhada (1), Guanambi (1), Ibiassucê (1), Irecê (1), Ipiaú (1), Luís Eduardo Magalhães (1), Palmas de Monte Alto (1), Santo Estevão (1), Seabra (1) e Várzea Nova (1). Os dois últimos óbitos foram registrados em residentes de Coaraci e Luís Eduardo Magalhães. Atualmente, 256 municípios se encontram em epidemia de dengue. Outros 69 estão em risco e 43 estão em alerta.
Caetité e mais 9 municípios baianos começam a receber vacina contra dengue
Ao todo, Caetité vai receber 903 doses do imunizante
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Sesab
- As cerca de 15 mil doses de vacina contra a dengue que estão sendo redistribuídas começam a chegar aos municípios desde a última terça-feira (02). O trabalho de logística foi iniciado pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) ainda na segunda-feira (01), após pactuação feita na reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), instância que reúne gestores municipais e estadual de saúde. O transporte das vacinas está sendo feito com o apoio do Grupamento Aéreo da Polícia Militar e da Casa Militar. Os municípios de Caetité, Vitória da Conquista, Serrinha, Jacaraci, Barra do Choça, Teixeira de Freitas, Morro do Chapéu, Piripá, Macaúbas e Bonito foram os selecionados para receber as doses remanejadas. O critério definido para que estes municípios fossem selecionados foi definido pelo Ministério da Saúde, que considerou o número de casos prováveis absolutos notificados em 2024. Ao todo, Caetité vai receber 903 doses do imunizante. No caso de Vitória da Conquista, são 6.670 doses, enquanto Macaúbas será contemplada com 873. Ao todo, na Bahia, foram notificados 95.890 casos prováveis da doença até o dia 30 de março de 2024, registrando um Coeficiente de Incidência (CI) de 678,1 de casos/100.000 habitantes. No mesmo período de 2023, foram notificados 15.070 casos prováveis, o que representa um aumento de 536,6%.
Vacina contra dengue será distribuída para 521 cidades a partir da próxima semana
O anúncio foi feita nesta quinta-feira (1°), pelo diretor do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Eder Gatti
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A vacina contra a dengue, Qdenga, deve começar a ser distribuída para 521 cidades escolhidas pelo governo federal a partir da próxima semana. A liberação ocorreu após a fabricante do imunizante traduzir a bula dele para o português, uma exigência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A informação foi divulgada nesta quinta-feira (1°), pelo diretor do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Eder Gatti. O anúncio ocorreu durante uma reunião na sede da Organização Pan-americana da Saúde (Opas), em Brasília. O esquema de vacinação deverá priorizar crianças e adolescentes de 10 a 14 anos de idade, devido a quantidade restrita de doses que chegarão no Brasil inicialmente. A decisão foi tomada porque jovens desta faixa etária representam um dos maiores números de pessoas hospitalizadas por conta da doença.
EUA aprovam primeira vacina contra chikungunya
Imunizante será comercializado com o nome Ixchiq e é autorizada para pessoas com mais de 18 anos
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- A primeira vacina contra chikungunya foi aprovada pela agência regulatória norte-americana Food and Drug Administration, nesta sexta-feira (10). De dose única, o imunizante poderá ser aplicado em pessoas com 18 anos ou mais em regiões expostas ao vírus - como o Brasil - e comercializada com o nome Ixchiq. A vacina aprovada é do grupo Vanlneva, uma produtora de vacinas da Áustria. No Brasil, o Instituto Butantan tem parceria com a produtora. A vacina contém uma versão viva e enfraquecida do vírus chikungunya. A segurança foi avaliada em dois estudos clínicos realizados na América do Norte, nos quais cerca de 3,5 mil participantes com 18 anos de idade ou mais receberam uma dose da vacina. O nível de anticorpos avaliado nos participantes do estudo baseou-se em um nível que demonstrou ser protetor em primatas não humanos que receberam sangue de pessoas vacinadas. Quase todos os participantes do estudo da vacina atingiram este nível de anticorpos. Desde o surgimento da doença no Brasil, há dez anos, o país já registrou sete surtos. A chikungunya é transmitida pelo mosquito aedes aegypti, mesmo vetor da dengue e do zika vírus. Segundo o Ministério da Saúde, o país já registrou mais de 1,1 milhão de casos com 909 mortes.
PF diz que fraudes nos dados de vacina de Bolsonaro foram motivadas por ideologia contra a pandemia
Inquérito aponta que fraudes teriam sido usadas por pessoas do circuito próximo do presidente para "manter coeso o elemento identitário do grupo em relação a suas pautas ideológicas".
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- A Polícia Federal afirmou que as fraudes nos dados de vacinação da covid-19 foram motivadas pela "ideologia" do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a pandemia. A conclusão aparece na representação enviada pelo delegado Fábio Alvarez Shor, da Coordenação de Investigações e Operações de Contrainteligência, ao STF em 18 de abril. “A recusa em suportar o ônus do posicionamento contrário a vacinação, associada à necessidade de manter hígida perante seus seguidores, a ideologia professada (não tomar vacina contra a covid-19), motivaram a série de condutas criminosas perpetradas”, diz trecho do documento. A PF chamou o esquema de "estrutura criminosa" e alega que as fraudes teriam sido usadas por pessoas do circuito próximo do presidente para burlar regras sanitárias e "manter coeso o elemento identitário do grupo em relação a suas pautas ideológicas". “No caso, sustentar o discurso voltado aos ataques à vacinação contra a covid-19″, escreve o delegado.
Covid-19: governo amplia vacina bivalente para todos acima de 18 anos
Cerca de 97 milhões de brasileiros podem ser vacinados
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- O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (24) a ampliação da campanha de vacinação contra covid-19 com a dose de reforço bivalente para toda população acima de 18 anos de idade. Cerca de 97 milhões de brasileiros poderão ser vacinados. As informações são da Agência Brasil. Pode tomar a dose bivalente quem recebeu, pelo menos, duas doses de vacinas monovalentes (Coronavac, Astrazeneca ou Pfizer) no esquema primário ou reforço. A dose mais recente deve ter sido tomada há quatro meses. Quem está com dose em atraso, pode procurar também as unidades de saúde. O ministério ressalta que as vacinas têm segurança comprovada, são eficazes e evitam complicações decorrentes da Covid-19. A ampliação, segundo a pasta, tem "o objetivo de reforçar a proteção contra a doença e ampliar a cobertura vacinal em todo país". A campanha de imunização com a vacina bivalente foi iniciada em fevereiro, voltada para idosos de 60 anos ou mais, pessoas que vivem em instituições de longa permanência, pessoas imunocomprometidas, indígenas, quilombolas, ribeirinhos, gestantes e puérperas, profissionais de saúde, pessoas com deficiência permanente, presos e adolescentes em medidas socioeducativas e funcionários de penitenciárias. Até o dia 20 deste mês, mais de 10 milhões de pessoas já tinham tomado o reforço bivalente, sendo 8,1 milhões idosos, conforme dados divulgados pelo ministério.
Vinte cidades baianas não iniciaram aplicação da vacina bivalente contra Covid-19
200 mil imunizantes vencem em maio; mais de um milhão de doses da vacina foram distribuídas em 23 de fevereiro deste ano
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- Vinte cidades da Bahia ainda não iniciaram aplicação da vacina bivalente contra Covid-19, até esta terça-feira (28) – mais de um mês após o início da distribuição dos imunizantes no estado. A preocupação das autoridades é que 200 mil imunizantes vencem no início de maio. Mais de um milhão de doses da vacina bivalente foram distribuídas em 23 de fevereiro deste ano, mas apenas 30% foram aplicadas no estado, como explica a coordenadora estadual de imunização, Vânia Rebouças. De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), as cidades que ainda não vacinaram são: Ipupiara; Irajuba; Itaeté; Ituberá; Iuiu; Lafaiete Coutinho; Macarani; Malhada; Mansidão; Marcionílio Souza; Milagres; Mucuri; Novo Triunfo; Pé de Serra; Pilão Arcado; Planaltino; Santa Teresinha; São Miguel das Matas; Saubara; Varzedo.
Menos de 300 mil pessoas já tomaram a vacina bivalente contra Covid-19 no estado
Bahia recebeu mais de um milhão de doses
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- Não chegou a 300 mil o número de baianos que compareceram aos postos de vacinação para tomar a vacina bivalente contra a Covid-19. O número representa menos de 30% das mais de um milhão de doses disponibilizadas no estado desde fevereiro. Os dados são da Secretaria Saúde do Estado. A vacina bivalente, neste momento, é destinada ao público de 60 anos ou mais, pessoas vivendo em instituições de longa permanência a partir de 12 anos (ILP e RI) e seus trabalhadores, pessoas imunocomprometidas a partir de 12 anos de idade, indígenas, ribeirinhos e quilombolas (a partir de 12 anos de idade), gestantes e puérperas, trabalhadores da saúde, pessoas com deficiência permanente (a partir de 12 anos de idade), população privada de liberdade e adolescentes em medidas socioeducativas, além de funcionários do sistema de privação de liberdade. Na Bahia, o público habilitado é de 5.617.574 pessoas não vacinadas ou com esquema vacinal incompleto. Do público-alvo de pessoas com 12 anos ou mais, 709.342 (5,6%) estão com a 1ª dose em atraso; 941.178 (7,9%) com a 2ª dose em atraso; 2.841.095 (26,1%) com a dose de reforço em atraso (D3) e 1.125.959* (14,5%) com a 2° Dose de reforço em atraso (D4).
Saúde reforça importância de completar ciclo vacinal contra a covid-19
Quinta dose bivalente já está disponível a idosos e imunossuprimidos
Por: Andre Ritcher
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Foto: Prefeitura de Caetité
- O Ministério da Saúde reforçou a importância de completar o ciclo vacinal contra a covid-19. De acordo com a pasta, quem está com doses atrasadas pode ir a qualquer momento a um posto, com o cartão de vacinação. No mês passado, o governo federal lançou o Movimento Nacional pela Vacinação, campanha que objetiva retomar o alto índice de cobertura vacinal no país. Na primeira etapa, será aplicada a dose bivalente do imunizante, direcionada ao grupo prioritário de idosos acima de 70 anos, pessoas com imunossupressão, indígenas e quilombolas. No entanto, o cidadão que ainda não completou o ciclo vacinal primário, com duas doses, ou não recebeu a terceira e quarta doses de reforço, também pode procurar unidades de saúde para ser imunizado. A vacinação desse grupo é realizada com vacina monovalente. Segundo o ministério, a imunização completa é fundamental para manter a memória imunológica contra a covid-19. De acordo com estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com 1,5 mil pessoas, após seis meses de imunização com a segunda dose, os anticorpos caíram entre os pesquisados. Com reforço na imunização, houve aumento considerável da proteção contra o coronavírus. Vacina bivalente - Para tomar a vacina bivalente contra a covid-19, que previne contra as variantes mais perigosas do vírus, é necessário ter completado o ciclo vacinal de quatro doses, respeitando um intervalo de quatro meses desde a última recebida. Em março, o governo pretende expandir a dose bivalente para toda a população acima de 12 anos de idade.
Anvisa aprova registro de nova vacina contra dengue
A aplicação é por via subcutânea e dividida em um esquema de duas doses, com intervalo de três meses entre as aplicações
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- Uma nova vacina contra a dengue foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O imunizante Qdenga é produzido pela empresa Takeda Pharma e é indicado para população entre 4 e 60 anos. De acordo com a Anvisa, o imunizante é composto por quatro diferentes sorotipos do vírus causador da doença, o que garante uma ampla proteção contra ela. A aplicação é por via subcutânea e dividida em um esquema de duas doses, com intervalo de três meses entre as aplicações. A vacina também foi avaliada e aprovada pela agência sanitária europeia (EMA). No Brasil, a concessão do registro pela Anvisa permite a comercialização do produto no país, desde que mantidas as condições aprovadas. A vacina, no entanto, seguirá sujeita ao monitoramento de eventos adversos por meio de ações de farmacovigilância sob a responsabilidade da própria empresa. Já existe no Brasil uma vacina aprovada contra a doença, a Dengvaxia. Mas ela só pode ser aplicada em quem já teve a doença. No ano passado, o país registrou mais de mil mortes por complicações da dengue.
Lula toma 5ª dose da vacina contra Covid-19 e lança campanha nacional pela vacinação
O responsável por aplicar a vacina no petista foi o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB)
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- Durante o lançamento do Movimento Nacional pela Vacinação, nesta segunda-feira (27), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tomou a dose de reforço com a vacina bivalente de Covid-19, aplicada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Como o petista tem mais de 70 anos de idade, ele faz parte do grupo de risco que está apto a tomar a 5ª dose no plano de imunização. A ação foi simbólica, para marcar o início da campanha de vacinação contra a Covid-19 em 2023. A solenidade ocorreu no Centro de Saúde nº 1 no Guará, no Distrito Federal, e contou com as presenças da ministra da Saúde, Nísia Trindade, e da primeira-dama Rosângela Lula da Silva, mais conhecida como Janja. "Daqui para frente, a hora que vocês lerem um aviso, virem na televisão um aviso, uma propaganda no rádio ou na internet que está dando vacina no bairro de vocês, na vila de vocês, na cidade de vocês, pelo amor de Deus, não sejam irresponsáveis. Se tiver vacina, vá lá tomar a vacina, porque a vacina é a única garantia que você tem de não morrer por falta de responsabilidade. A vacina é uma garantia de vida", declarou Lula.
Imunizante bivalente contra Covid-19 começa a ser distribuído para os municípios baianos
Vacinação com novo imunizante começa na próxima segunda-feira (27)
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Foto: Prefeitura de Caetité
- Cerca de 1,2 milhão de doses de vacinas bivalentes contra a Covid-19 começaram a ser distribuídas nesta quinta-feira (23) nos municípios baianos, segundo informações da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). As primeiras remessas do imunizante chegaram à Bahia antes do carnaval. Os imunizantes bivalentes foram elaborados para oferecer uma proteção extra contra a ômicron e suas subvariantes. Em uma primeira fase, a vacina será destinada ao público de 70 anos ou mais e também para o público de 12 anos ou mais que estão nos grupos de pessoas vivendo em instituições de longa permanência e seus trabalhadores, pessoas imunocomprometidas, indígenas, ribeirinhos e quilombolas. A coordenadora do Programa Estadual de Imunização, Vânia Rebouças, explicou que embora as vacinas tenham começado a chegar antes do período do carnaval, a distribuição foi iniciada nesta quinta-feira porque a imunização com este tipo de vacina irá começar no dia 27 de fevereiro, conforme acordado na Comissão Intergestores Tripartite.
Bahia recebe carga de 300 mil doses da vacina Pfizer Baby
As aplicações do imunizante estavam suspensas temporariamente porque o lote anterior, de 70 mil doses, havia acabado
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Foto: Reprodução | Sesab
O Aerporto de Salvador recebeu, neste sábado (4), a chegada de 300 mil novas doses do imunizante Pfizer Baby, voltado para o combate da Covid-19 em crianças na faixa etária entre 6 meses até 5 anos de idade. As vacinas chegaram por volta das 9h30 e, logo em seguida, começaram a ser distribuídas pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab). Para realizar a divisão, o órgão teve como base o critério populacional. As aplicações das vacinas para crianças de até 5 anos estavam suspensas, após o lote anterior da Pfizer Baby, de 70 mil doses, ter acabado.
Covid-19: Anvisa recebe pedido de registro para vacina bivalente
A Comirnaty é fabricada pela Pfizer e prevê dose de reforço
Por: Paula Laboissière
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Foto: Reprodução | Reuters
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu hoje (31) o pedido de registro definitivo da vacina contra a covid-19 Comirnaty bivalente, fabricada pela Pfizer. O uso do imunizante foi autorizado pela agência de forma emergencial em novembro do ano passado, como dose de reforço para a população acima de 12 anos de idade. A Pfizer chegou a solicitar a ampliação dessa autorização para crianças de 5 a 11 anos e o pedido, segundo a Anvisa, segue em análise. De acordo com a agência, a vacina bivalente oferece proteção contra a variante original do vírus causador da covid-19 e também contra as cepas que surgiram posteriormente, incluindo a Ômicron, considerada "variante de preocupação no momento". "A análise de pedidos de registro de vacinas segue regulamentação própria e busca verificar se a relação benefício/risco do produto é satisfatória no contexto epidemiológico atual. Para isso, devem ser apresentados estudos clínicos e outros dados a fim de comprovar a qualidade, a segurança e a eficácia do produto", informou.
Covid: aplicação da vacina bivalente deve começar em 27 de fevereiro
Anúncio foi feito em reunião da Comissão Intergestores Tripartite
Por: Pedro Peduzzi
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Foto: Agência Brasil
O Ministério da Saúde pretende começar a aplicar as doses de reforço com a vacina bivalente para imunização contra a covid-19 a partir do dia 27 de fevereiro. Essas vacinas aumentam a imunidade contra o vírus da cepa original, bem como da variante Ômicron. O anúncio foi feito hoje (26) durante a primeira reunião ordinária da Comissão Intergestores Tripartite, na Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). Na primeira fase, a campanha terá foco em pessoas com idade acima de 70 anos, imunocomprometidos e moradores de comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas. Na sequência (Fase 2, com data ainda a ser definida), a campanha será voltada a pessoas com idade entre 60 e 69 anos. Gestantes e puérperas serão o foco da Fase 3; e profissionais de saúde serão o foco da quarta fase da campanha. Durante a reunião com os integrantes da comissão, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, disse que a nova gestão da pasta adotará uma política de “cuidado e construção coletiva” e que, nesse sentido, será fundamental o diálogo entre União, estados e municípios. “Hoje, temos alguns desafios muito específicos que representam o retorno de uma pactuação em alto nível, como devem ser as nossas relações”, disse. “Destaco entre as medidas iniciais, a Política Nacional de Imunização, a ser apresentada; um plano nacional para redução de filas na atenção especializada; a recuperação da Farmácia Popular; a valorização da atenção básica; o provimento, qualificação e formação profissional; e a retomada em novas bases do Programa Mais Médicos”, disse a ministra. Estoques - Dirigindo-se aos secretários de Saúde estaduais e municipais presentes, o diretor do Departamento de Imunização e Doenças Imunopreveníveis, Éder Gatti, descreveu a situação dos estoques de vacinas do ministério, tanto para o tratamento da covid-19 como de outras doenças. Segundo ele, a situação deixada pelo governo anterior representa “risco real” de desabastecimento de alguns imunizantes. “Por estarem vencidas, mais de 370 mil doses da vacina AstraZeneca foram incineradas em dezembro passado. Encontramos estoque zerado de vacinas Pfizer Baby pediátrica e CoronaVac, o que impede a vacinação de nossas crianças. E o estoque de vacinas bivalente, para iniciar a estratégia de vacina de reforço, estava muito baixo, impedindo articulação e estruturação de uma política publica para a vacinação de nossa população”, descreveu o diretor. Ele acrescentou que há “risco real de desabastecimento de vacinas importantes de nosso calendário, porque os estoques estão baixos também para vacinas BCG, hepatite B, vacina oral contra poliomielite e a triviral”. Baixa cobertura - Segundo Gatti, o cenário atual de baixas coberturas vacinais “deve-se aos discursos negacionistas feitos nos últimos quatro anos por nossas autoridades, o que resultou na queda de confiança nas vacinas”. “Temos risco de epidemias de poliomielite e sarampo”, complementou. A ministra Nísia Trindade disse, em uma das pausas da reunião, que a “primeira providência” da pasta é a de recompor estoques “para podermos planejar as ações”. Ela acrescentou que o calendário de multivacinação infantil está sendo trabalhado e em breve será divulgado. “Faremos ações de vacinação nas escolas, como uma das estratégias, e combinaremos múltiplas estratégias para que possamos dar esta proteção, pois a baixa cobertura vacinal das crianças não diz respeito apenas à covid-19. Infelizmente ela está em cerca de 40%, por exemplo, para sarampo e poliomielite, um dos índices mais baixos da nossa história, desde o início do Programa Nacional de Imunização”, completou.
STF derruba liminar e mantém afastamento de PM não vacinado
Servidores que recusaram imunização foram afastados por pelo menos 90 dias
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Foto: Reprodução
- Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) garantiu, nesta quarta-feira, a manutenção do afastamento de servidores que recusaram a imunização contra Covid-19. A decisão do tribunal superior veio depois de provocação da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) para derrubar uma decisão judicial anterior, na qual o policial militar Jaguaracy Correia Bittencourt da Costa requereu a permanência em atividade e a garantia dos vencimentos remuneratórios, ainda que não vacinado. A decisão do STF, favorável ao estado da Bahia, é assinada pela ministra Rosa Weber. Na decisão, a ministra destaca que “a vacinação compulsória não significa vacinação forçada”, pois está baseada no consentimento do usuário. Fica autorizado, portanto, a implementação de “medidas indiretas”, as quais compreendem “a restrição ao exercício de certas atividades ou à frequência de determinados lugares, desde que previstas em lei”. Para Rosa Weber, o Estado da Bahia “adotou medidas razoáveis e proporcionais para incentivar ou compelir a imunização e evitar a transmissão comunitária, como a restrição de acesso ao local de trabalho.” No último dia 20, o governo da Bahia afastou 283 servidores de órgãos e secretarias, que não comprovaram imunização contra Covid-19. O afastamento é de 90 dias, prorrogável por igual período, e a falta ao serviço será contabilizada. Foram afastados servidores da Secretaria da Educação (38), Uneb (34), Uesb (22), Fundac (8), Irdeb (3), Secretaria de Administração Penitenciária (8), Polícia Civil (8), Polícia Militar (141), Departamento de Polícia Técnica (1), Secretaria da Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (1), Secretaria da Saúde (15), Secretaria de Desenvolvimento Econômico (1) e Secretaria da Fazenda (3).
Mulher amarra marido antivacina e leva para tomar o imunizante contra a Covid
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- Um vídeo simplesmente viralizou nas redes sociais desde o último domingo (30), que mostra um homem amarrado pela própria esposa, sendo conduzido para um posto de saúde para ser imunizado contra a Covid-19. Pelo que consta, o alagoano faz parte daquele grupo minoritário conhecido como antivacina. De acordo com o site Sete Segundo, o caso aconteceu em Rio Largo, em Maceió, Alagoas. Nas imagens aparece uma senhora com um homem amarrado, que seria seu esposo, sentado em um banco, que aparenta ser um posto de saúde e, em seguida, um agente aplica a vacina.
Na Bahia, 283 servidores que não se vacinaram serão afastados por 90 dias
Entre eles, estão 141 funcionários da Polícia Militar e 38 da Secretaria de Educação.
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- As portarias que estabelecem o afastamento de 283 servidores do governo da Bahia foram publicadas na quinta-feira (20). O texto determina o prazo de 90 dias de desligamento, prorrogável por igual período. As faltas serão contabilizadas e, portanto, descontadas. A determinação ocorreu após o descumprimento de instruções e decretos governamentais, ambas da Secretaria da Administração (Saeb). Foram afastados servidores da Secretaria da Educação (38), Uneb (34), Uesb (22), Fundac (8), Irdeb (3), Secretaria de Administração Penitenciária (8), Polícia Civil (8), Polícia Militar (141), Departamento de Polícia Técnica (1), Secretaria da Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (1), Secretaria da Saúde (15), Secretaria de Desenvolvimento Econômico (1) e Secretaria da Fazenda (3).























