Wagner pede licença do cargo de líder do governo no Senado após ser alvo de operação da PF
Wagner afirmou em uma publicação nas redes sociais que decidiu se afastar da liderança no Senado24 Jun 2026 / 17h30
Por: Matheus Simoni
Foto: Reprodução | Facebook
Ela tentou concorrer ao cargo de deputada, mas não conseguiu se eleger
A jornalista Elisangela Machado dos Santos de Freitas, que disputou uma vaga na Câmara dos Deputados como Elisa Robson (PRP-DF), destinou mais que a metade dos recursos que recebeu do fundo eleitoral ao próprio marido. Ela tentou concorrer ao cargo, mas não se elegeu. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, Elisangela, que é administradora do perfil República de Curitiba, página simpática a Jair Bolsonaro, foi contratada para trabalhar no gabinete de um dos filhos do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), como ela mesma divulgou na quinta-feira (7) no Facebook. Pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Elisa, que se apresentava nas redes como "a federal do Bolsonaro no DF", recebeu R$ 25 mil do fundo criado para financiar campanhas políticas e sua maior despesa, R$ 14,9 mil (59% do total), foi com o próprio marido, o engenheiro Ronaldo Robson de Freitas. A candidata obteve 11.638 votos (0,81% dos votos válidos) e não obteve sucesso ao tentar se eleger. Pela declaração que consta na Justiça eleitoral, o analista da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) recebeu R$ 10 mil para "serviços de coordenação de campanha eleitoral", R$ 4 mil para "locação de equipamento para gravação de vídeo" e outros R$ 900 para "serviço de divulgação de campanha".
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