Lula lidera no 1º turno e empata com Flávio Bolsonaro no 2º, aponta pesquisa BTG/Nexus
Levantamento ouviu 2.028 eleitores entre 24 e 26 de abril; margem de erro é de dois pontos percentuais27 Abr 2026 / 13h00

Decisão atende a pedido da PF em inquérito sobre fraudes no INSS; votação na CPMI provoca reação da base governista.
Foto: Reprodução
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a quebra de sigilo bancário, fiscal e telemático do empresário Fábio Luís da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão atende a pedido da Polícia Federal no âmbito do inquérito que apura suspeitas de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O processo tramita sob sigilo.O nome de Lulinha surgiu a partir de relatos de investigados. A PF apura eventual relação dele com Antônio Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como operador do suposto esquema. Apesar da autorização judicial, Lulinha não é formalmente investigado. A quebra de sigilo também foi aprovada na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS (CPMI), o que provocou reação da base governista no Congresso. A sessão terminou em tumulto e registro de agressão.Parlamentares aliados ao governo procuraram o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para pedir a anulação da sessão. Segundo integrantes da base, a votação teria ocorrido de forma irregular. Caso o pedido não seja acolhido, governistas articulam acionar o Conselho de Ética contra o presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG), sob acusação de fraude na condução da votação.O embate amplia a tensão política em torno das investigações sobre o INSS e deve ter novos desdobramentos nos próximos dias.
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