Flávio Dino autoriza abertura de terceiro inquérito envolvendo Lulinha
Flávio Dino autoriza abertura de terceiro inquérito envolvendo Lulinha
Filho do presidente já é alvo de outros dois inquéritos que investigam suspeitas de tráfico de influência, corrupção e possível favorecimento de interesses privados em órgãos federais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de um terceiro inquérito para investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. A investigação, solicitada pela Polícia Federal (PF), visa apurar a suspeita de atuação de um grupo que realizava negócios ilícitos envolvendo setores do governo federal. Na mesma decisão, Dino também determinou a abertura de um quarto procedimento para apurar o vazamento de informações sigilosas relacionadas ao caso.
- Esta nova frente de investigação se soma a outros dois inquéritos autorizados recentemente pelo ministro André Mendonça, também no STF. As investigações anteriores de Mendonça buscam apurar supostos crimes de corrupção e tráfico de influência em contratos públicos envolvendo o Ministério da Saúde, a Dataprev e outras repartições federais, elevando para quatro o total de inquéritos abertos contra Lulinha em menos de uma semana.
Foto: Gustavo Moreno | STF
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (4) a abertura de um terceiro inquérito envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A investigação foi solicitada pela Polícia Federal (PF) e tem como objetivo apurar a suspeita de atuação de um grupo que teria realizado negócios ilícitos envolvendo setores do governo federal. Lulinha já é investigado em outros dois procedimentos que tramitam no Supremo a partir de apurações conduzidas pela PF. Na mesma decisão, Dino também autorizou a abertura de um quarto inquérito, igualmente solicitado pela Polícia Federal, para investigar o suposto vazamento de informações sigilosas relacionadas ao caso. Esta é a terceira solicitação de investigação da PF contra Lulinha autorizada em menos de uma semana. Em 30 de julho, o ministro André Mendonça determinou a abertura de um inquérito para apurar suspeitas de tráfico de influência e corrupção em negociações envolvendo o Ministério da Saúde. De acordo com a Polícia Federal, o filho do presidente Lula teria atuado em benefício de interesses ligados ao lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS". No dia seguinte, Mendonça autorizou uma segunda investigação para apurar se Lulinha teria favorecido empresários interessados em contratos com a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev) e outros órgãos federais.
PF pede ao STF abertura de terceiro inquérito para investigar Lulinha por suposto tráfico de influência
Defesa do filho do presidente Lula nega irregularidades, afirma que ele está à disposição da Justiça e vê perseguição nas investigações
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal (PF) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um terceiro inquérito contra Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, por suposta prática do crime de tráfico de influência. Os dois pedidos de investigação anteriores que tratam da mesma suspeita foram autorizados pelo ministro André Mendonça, enquanto o relator do novo caso ainda não foi definido por sorteio. O filho do presidente da República reside atualmente em Madri, na Espanha, e afirma, por meio de nota, estar inteiramente à disposição das autoridades brasileiras para prestar os esclarecimentos necessários.
- Por sua vez, a defesa de Lulinha, representada pelo advogado Marco Aurélio de Carvalho, contesta a abertura de um novo inquérito sobre o mesmo fato e alega que há uma perseguição de cunho político com o objetivo de atingir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em ano eleitoral. O advogado criticou publicamente o vazamento de informações sigilosas do processo, comparando a situação aos métodos utilizados durante a Operação Lava Jato, e confirmou uma reunião com o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, para debater a condução das três investigações.
Foto: Reprodução
A Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um terceiro inquérito para investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, por suposta prática do crime de tráfico de influência. Até o momento, não foi divulgado qual ministro será o relator responsável por analisar o novo pedido. Os dois pedidos anteriores de investigação, que tratam da mesma suspeita, foram distribuídos por sorteio ao ministro André Mendonça, que autorizou a instauração dos respectivos inquéritos. A defesa de Lulinha nega qualquer irregularidade e afirma que ele está à disposição das autoridades brasileiras para prestar esclarecimentos, caso seja convocado. Atualmente, o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reside em Madri, na Espanha. O advogado Marco Aurélio de Carvalho afirmou considerar incomum a abertura de um terceiro inquérito sobre o mesmo suposto crime e sustentou que há uma tentativa de perseguição contra seu cliente com o objetivo de atingir politicamente o presidente da República, que disputará a reeleição neste ano. Ainda segundo a defesa, o advogado deve se reunir nesta segunda-feira com o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, para discutir as três investigações. Marco Aurélio também criticou o vazamento de informações relacionadas aos inquéritos, afirmando que a situação remete aos métodos adotados durante a Operação Lava Jato.
Lula diz que não vai interferir em investigação contra o filho e afirma: "Se errar, vai pagar"
Presidente afirma que Fábio Luís Lula da Silva não terá tratamento diferenciado e deverá responder à Justiça como qualquer cidadão
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que não usará o cargo para beneficiar o filho Lulinha, alvo de investigação da Polícia Federal. Lula ressaltou que o filho será tratado como qualquer cidadão e não receberá privilégios, e que caberá a ele apresentar sua defesa durante a investigação.
- O presidente também declarou que jamais pediria a delegados ou magistrados para favorecer familiares e que, caso seja chamado pela Justiça, Fábio Luís responderá ao processo e não tentará fugir das investigações.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que não pretende usar o cargo para beneficiar o filho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, que é alvo de uma investigação da Polícia Federal. A declaração foi feita nesta quarta-feira (30), durante entrevista. Segundo Lula, o filho será tratado da mesma forma que qualquer outro cidadão e não receberá privilégios por ser integrante da família do presidente. Ele ressaltou que não fará qualquer tipo de interferência no trabalho da Polícia Federal ou da Justiça. O presidente disse que acredita na inocência do filho, mas destacou que caberá a ele apresentar sua defesa durante a investigação. Lula afirmou ainda que, caso fique comprovado que Lulinha cometeu algum crime, deverá responder pelos seus atos e cumprir a punição prevista em lei. Durante a entrevista, o presidente também declarou que jamais pediria a delegados ou magistrados para favorecer familiares e lembrou que enfrentou processos judiciais ao longo de sua trajetória política, afirmando que o mesmo procedimento deve ser seguido em relação ao filho. Lula acrescentou que, caso seja chamado pela Justiça, Fábio Luís responderá ao processo e não tentará fugir das investigações. A apuração conduzida pela Polícia Federal segue em andamento.
Para reforçar acusação de corrupção, campanha de Flávio vai chamar presidente de 'pai do Lulinha'
A ideia é usar temas sensíveis que atingem diretamente o eleitor, como as fraudes do INSS e a pauta anti-corrupção
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro definiu chamar o presidente Lula de 'pai do Lulinha' como uma estratégia para atingir os eleitores. A ideia é usar temas sensíveis como fraudes do INSS e anti-corrupção. O filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, foi citado em investigações sobre desvio de recursos de aposentadorias e pensões.
- Lulinha foi também citado em uma operação da Lava Jato em 2019. Sua defesa confirma a relação com um operador do esquema, mas afirma que a relação é de prospecção de negócios legítimos.
Foto: Reprodução
A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) definiu como uma das estratégias a serem lançadas nos próximos dias chamar o presidente Lula de "pai do Lulinha". A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) definiu como uma das estratégias a serem lançadas nos próximos dias chamar o presidente Lula de "pai do Lulinha". A ideia é usar temas sensíveis que atingem diretamente o eleitor, como as fraudes do INSS e a pauta anti-corrupção. Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, foi citado nas investigações que apuram o desvio de recursos de aposentadorias e pensões como um possível elo com Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como principal operador do esquema. A defesa do filho do presidente confirma a relação com Antunes, mas diz que ela se refere à prospecção de negócios comerciais legítimos. As acusações contra Lulinha não se limitam ao INSS. O filho do presidente já foi citado em uma operação no âmbito da Lava Jato, em 2019.
PF investiga se dinheiro desviado do INSS bancou viagens de Lulinha
PF investiga se dinheiro desviado do INSS bancou viagens de Lulinha
Relatório aponta movimentações financeiras suspeitas e uso de agência de viagens; defesa nega irregularidades e diz que não há ligação com desvios.
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A Polícia Federal investiga se recursos desviados de aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social foram utilizados, de forma indireta, para custear despesas ligadas a Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.A apuração tem como base a análise de transferências bancárias do empresário Antônio Camilo Antunes, apontado como suspeito de liderar um esquema bilionário de desvios. Segundo a investigação, parte dos valores foi repassada à empresária Roberta Luchsinger, que, na sequência, realizou pagamentos a uma agência de viagens supostamente utilizada por Lulinha.De acordo com relatório obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo, a PF identificou que Roberta recebeu ao menos R$ 1,1 milhão do empresário investigado. No mesmo período, ela teria transferido cerca de R$ 640 mil para a agência Vulcano Viagens.Os investigadores apontam que o contato da empresa aparece vinculado ao cadastro de Lulinha em sistemas de controle de tráfego aéreo, indicando a emissão de passagens associadas ao seu nome.A PF avalia que a movimentação pode reforçar depoimento de Edson Claro, que afirmou ter ouvido que o empresário financiava despesas do filho do presidente, incluindo viagens.A defesa de Lulinha afirma que não há relação direta ou indireta com os desvios investigados no INSS e classificou as conclusões preliminares como tentativa indevida de envolvê-lo no caso.Os advogados também informaram que ele se colocou à disposição do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, para prestar esclarecimentos.Já a defesa de Roberta Luchsinger declarou que a agência de viagens é utilizada por ela e sua família, e que eventuais emissões de passagens para Lulinha seriam circunstanciais. Segundo os advogados, os valores recebidos do empresário investigado não têm relação com repasses ao filho do presidente.A PF destaca que as informações são preliminares e derivam da quebra de sigilo bancário dos envolvidos. Até o momento, não há identificação do número de viagens eventualmente custeadas nem confirmação de datas.O inquérito busca esclarecer se houve triangulação de recursos para ocultar a origem do dinheiro desviado de aposentadorias.Lulinha passou a ser citado na investigação após menções em depoimentos e diálogos interceptados. Em uma das conversas analisadas, o empresário investigado teria indicado que um pagamento feito à empresa de Roberta teria como destino “o filho do rapaz”.A apuração segue em andamento e depende de novos elementos para confirmar ou descartar o envolvimento dos citados.
André Mendonça autoriza quebra de sigilo de Lulinha
André Mendonça autoriza quebra de sigilo de Lulinha
Decisão atende a pedido da PF em inquérito sobre fraudes no INSS; votação na CPMI provoca reação da base governista.
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O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a quebra de sigilo bancário, fiscal e telemático do empresário Fábio Luís da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão atende a pedido da Polícia Federal no âmbito do inquérito que apura suspeitas de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O processo tramita sob sigilo.O nome de Lulinha surgiu a partir de relatos de investigados. A PF apura eventual relação dele com Antônio Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como operador do suposto esquema. Apesar da autorização judicial, Lulinha não é formalmente investigado. A quebra de sigilo também foi aprovada na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS (CPMI), o que provocou reação da base governista no Congresso. A sessão terminou em tumulto e registro de agressão.Parlamentares aliados ao governo procuraram o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para pedir a anulação da sessão. Segundo integrantes da base, a votação teria ocorrido de forma irregular. Caso o pedido não seja acolhido, governistas articulam acionar o Conselho de Ética contra o presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG), sob acusação de fraude na condução da votação.O embate amplia a tensão política em torno das investigações sobre o INSS e deve ter novos desdobramentos nos próximos dias.
























