Hiroshima e Nagasaki: 80 anos de uma história que o mundo não pode esquecer
Cidades viraram símbolo da destruição atômica e da luta pela paz06 Ago 2025 / 11h28
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O chefe da Defesa Civil, Mahmoud Basal, disse que as equipes estão sobrecarregadas e com dificuldade em atender a emergência
Por: Juliana Rodrigues
Foto: Reprodução | Al Jazeera
- Um ataque aéreo matou mais de 800 pessoas abrigadas no hospital Al-Ahli Arab, na Faixa de Gaza, nesta terça-feira (17). A informação foi confirmada pelo Ministério da Saúde de Gaza, de acordo com o jornal norte-americano New York Times. Inicialmente, a pasta havia afirmado que o bombardeio tinha resultado em 200 óbitos. Depois, o porta-voz do ministério, Ashraf al-Qidra, anunciou que o número passou dos 800 mortos. Já o chefe da Defesa Civil, Mahmoud Basal, declarou que as equipes estão sobrecarregadas e com dificuldade em atender a emergência de maneira adequada por conta de sua dimensão. "O massacre no Hospital Árabe al-Ahli não tem precedentes na nossa história. Embora tenhamos testemunhado tragédias em guerras e dias passados, o que aconteceu esta noite equivale a um genocídio", disse Mahmoud Basal, em entrevista à emissora Al Jazeera.
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