Criança de 7 anos morre em acidente com elevador em Mortugaba
Informações são preliminares; caso será investigado pela Polícia Civil01 Mai 2026 / 20h00

Criança já havia sido alvo de dois registros por maus-tratos e lesão corporal; suspeitos foram localizados em Mortugaba.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Um casal de 22 e 26 anos foi preso na sexta-feira (29), em Mortugaba, no sudoeste da Bahia, suspeito de torturar o próprio filho, um bebê de apenas 10 meses. A prisão ocorreu após investigações conduzidas pela Polícia Civil, que já apurava denúncias anteriores de maus-tratos e lesão corporal contra a criança. Segundo a polícia, dois boletins de ocorrência haviam sido registrados anteriormente relatando agressões contra o bebê. Nos documentos, constavam informações sobre hematomas encontrados em diferentes partes do corpo da vítima, o que levantou suspeitas sobre a rotina vivida pela criança dentro de casa. As diligências foram realizadas por equipes das Delegacias Territoriais de Mortugaba e Condeúba. Durante a operação, os policiais localizaram os investigados e cumpriram mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça. Além das prisões, foi executado um mandado de busca domiciliar na residência do casal. No imóvel, os agentes apreenderam um aparelho celular, que poderá auxiliar no andamento das investigações, e uma pequena quantidade de maconha. A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre o estado de saúde atual da criança nem informou se ela está sob cuidados de familiares ou de órgãos de proteção. O caso segue sendo investigado para esclarecer as circunstâncias das agressões e identificar há quanto tempo o bebê era submetido à suposta violência. Após serem encaminhados para a unidade policial, os suspeitos permaneceram custodiados e estão à disposição do Poder Judiciário. O caso causou forte repercussão em Mortugaba e reacendeu o debate sobre a importância da denúncia em situações envolvendo violência contra crianças e adolescentes. Denúncias podem ser feitas de forma anônima por meio dos canais oficiais de proteção à infância.
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