Casal é preso por suspeita de torturar bebê de 10 meses em Mortugaba
Casal é preso por suspeita de torturar bebê de 10 meses em Mortugaba
Criança já havia sido alvo de dois registros por maus-tratos e lesão corporal; suspeitos foram localizados em Mortugaba.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um casal, de 22 e 26 anos, foi preso na última sexta-feira (29) em Mortugaba, no sudoeste da Bahia, sob a acusação de torturar o próprio filho, um bebê de apenas 10 meses. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil, que já apurava denúncias anteriores de maus-tratos e lesão corporal contra a criança. Dois boletins de ocorrência prévios já relatavam hematomas em diversas partes do corpo do bebê, levantando suspeitas sobre a violência doméstica.
- Durante a operação, que envolveu as Delegacias Territoriais de Mortugaba e Condeúba, foram cumpridos mandados de prisão temporária e de busca domiciliar, resultando na apreensão de um celular e uma pequena quantidade de maconha. O estado de saúde da criança e seu paradeiro atual não foram divulgados pela Polícia Civil, que prossegue com a investigação para esclarecer as circunstâncias e a duração das agressões. O caso gerou forte repercussão local e reacendeu o debate sobre a importância da denúncia de violência infantil.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Um casal de 22 e 26 anos foi preso na sexta-feira (29), em Mortugaba, no sudoeste da Bahia, suspeito de torturar o próprio filho, um bebê de apenas 10 meses. A prisão ocorreu após investigações conduzidas pela Polícia Civil, que já apurava denúncias anteriores de maus-tratos e lesão corporal contra a criança. Segundo a polícia, dois boletins de ocorrência haviam sido registrados anteriormente relatando agressões contra o bebê. Nos documentos, constavam informações sobre hematomas encontrados em diferentes partes do corpo da vítima, o que levantou suspeitas sobre a rotina vivida pela criança dentro de casa. As diligências foram realizadas por equipes das Delegacias Territoriais de Mortugaba e Condeúba. Durante a operação, os policiais localizaram os investigados e cumpriram mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça. Além das prisões, foi executado um mandado de busca domiciliar na residência do casal. No imóvel, os agentes apreenderam um aparelho celular, que poderá auxiliar no andamento das investigações, e uma pequena quantidade de maconha. A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre o estado de saúde atual da criança nem informou se ela está sob cuidados de familiares ou de órgãos de proteção. O caso segue sendo investigado para esclarecer as circunstâncias das agressões e identificar há quanto tempo o bebê era submetido à suposta violência. Após serem encaminhados para a unidade policial, os suspeitos permaneceram custodiados e estão à disposição do Poder Judiciário. O caso causou forte repercussão em Mortugaba e reacendeu o debate sobre a importância da denúncia em situações envolvendo violência contra crianças e adolescentes. Denúncias podem ser feitas de forma anônima por meio dos canais oficiais de proteção à infância.
Região: Fonoaudióloga volta a ser presa por suspeita de maus-tratos a crianças
Região: Fonoaudióloga volta a ser presa por suspeita de maus-tratos a crianças
Polícia concluiu inquérito e identificou agressões contra ao menos cinco crianças
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma fonoaudióloga de 44 anos foi novamente presa em Jequié, no sudoeste da Bahia, após a Polícia Civil concluir o inquérito sobre denúncias de maus-tratos contra crianças atendidas em sua clínica. As investigações apontaram que ao menos cinco crianças foram agredidas durante sessões terapêuticas. A profissional, Jerusa Farias de Souza Reis, já havia sido detida em março de 2026, durante a operação Escudo Terapêutico, após a denúncia de agressões contra uma menina de oito anos, vista por seu avô por uma fresta da porta. Ela havia sido liberada após audiência de custódia na ocasião.
- Novas vítimas foram identificadas ao longo das investigações, com registros de agressões contra outras quatro crianças que também faziam acompanhamento na unidade. Com a conclusão do inquérito, a polícia solicitou a prisão preventiva da investigada. Jerusa Farias de Souza Reis apresentou-se voluntariamente após o novo pedido e, após uma segunda audiência de custódia, foi encaminhada ao Conjunto Penal de Jequié, onde permanece à disposição da Justiça.
Foto: Reprodução
Uma fonoaudióloga de 44 anos foi presa novamente em Jequié, no sudoeste da Bahia, após a Polícia Civil concluir o inquérito que investigava denúncias de maus-tratos contra crianças atendidas em uma clínica da cidade. Segundo a polícia, as apurações apontaram que ao menos cinco crianças foram agredidas durante sessões terapêuticas. De acordo com informações da Polícia Civil, Jerusa Farias de Souza Reis já havia sido presa em 4 de março de 2026 durante a operação Escudo Terapêutico, deflagrada após familiares denunciarem agressões contra uma menina de oito anos. A mãe relatou que a criança chorava com frequência durante as sessões, que aconteciam com a porta fechada. O avô da menina conseguiu ver as agressões por uma fresta da porta. Na época, foram cumpridos mandados de prisão temporária e de busca e apreensão. Após audiência de custódia, a fonoaudióloga passou a responder em liberdade. Segundo o delegado Vinicius Oliveira, responsável pelo caso, novas vítimas foram identificadas ao longo das investigações. Registros apontam agressões contra outras quatro crianças que também faziam acompanhamento na unidade. Com a conclusão do inquérito, a polícia solicitou a prisão preventiva da investigada. A defesa informou que ela se apresentou voluntariamente após o novo pedido. Após audiência de custódia, Jerusa Farias de Souza Reis foi encaminhada ao Conjunto Penal de Jequié, onde permanece à disposição da Justiça.























