Varejo da Bahia deve faturar R$ 15,2 bilhões no Dia das Mães
Setores básicos puxam alta, enquanto segmentos dependentes de crédito devem recuar.28 Abr 2026 / 05h42

O índice é elaborado pela PiniOn para o Instituto de Economia Gastão Vidigal da Associação Comercial de São Paulo (IEGV/ACSP)
Foto: Reprodução | Agência Brasil
- De fevereiro para março, o Índice Nacional de Confiança (INC) reduziu em 2,8%, atingindo um total de 103 pontos. A retração é reflexo da inflação e da redução da segurança no emprego. O índice é elaborado pela PiniOn para o Instituto de Economia Gastão Vidigal da Associação Comercial de São Paulo (IEGV/ACSP). Apesar da retração pelo segundo mês consecutivo, a pesquisa não indica o fim da tendência de crescimento da confiança do consumidor, já que ela ainda se mantém no campo otimista (acima de 100 pontos), com alta de 15,7% na comparação interanual. A sondagem foi realizada com uma amostra de 1.700 famílias, a nível nacional, residentes em capitais e cidades do interior do País. Assim como em fevereiro, a diminuição do INC ocorre praticamente em todas as regiões, desta vez com exceção do Nordeste, onde o índice registrou estabilidade. Na análise por classes sociais, se observam reduções nas confianças das classes AB e C, além de estabilidade para a classe DE. A deterioração da percepção sobre a situação atual e o menor otimismo em relação ao futuro também se refletiram na relativa estabilidade da proporção de entrevistados interessados em comprar itens de maior valor como carro, casas e bens duráveis, tais como geladeira e fogão ou realizar investimentos.
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