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Empreendimento faz parte da rede Axêgu e marca estreia da empresa no litoral cearense24 Nov 2025 / 19h43

O relatório sobre as circunstâncias da morte do educador caetiteense Anísio Teixeira, ocorrida em 1971, será apresentado nesta sexta-feira (11), em Salvador pelo escritor João Augusto de Lima Rocha, professor da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia (Ufba). Ele teve acesso ao Auto de Exame Cadavérico, documento encontrado recentemente, que levanta fortes suspeitas de que Anísio tenha sido assassinado pelos agentes do regime militar. João Rocha, sobrinho-neto de Anísio, ex-deputado federal Haroldo Lima, o filho Carlos Antônio Teixeira e o genro, Mário Celso Gama, são autores de um memorial sobre a morte do educador que contraria a versão da ditadura, de que ele caiu no fosso do elevador de um prédio no bairro de Botafogo, no Rio. Na apresentação desta sexta – data em que se completam 45 anos do desaparecimento de Anísio -, que acontece na Escola Politécnica da UFBA, a partir das 8h, o professor Rocha falará sobre o Auto de Exame Cadavérico do educador, desaparecido no Rio em 11 de março de 1971, ao qual teve acesso há pouco tempo. A cópia obtida do documento de cinco páginas está parcialmente ilegível. “A muito custo, consegui decifrar, parcialmente, em quinze dias de muito trabalho”, disse Rocha ressaltando no entanto a importância do documento enviado à família de Anísio pela Comissão Nacional da Verdade, que resgatou os documentos do regime militar.
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